SulAmérica anuncia reabertura de 14 filiais com foco em espaços colaborativos

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica conta com 97% do seu time de mais de 4 mil colaboradores, em todo o Brasil, já vacinados com pelo menos uma das duas doses das vacinas contra a Covid-19. Por essa razão, a seguradora reabre hoje (1/12), 14 filiais de relacionamento para receber novamente seus colaboradores, parceiros comerciais e clientes, em espaços de trabalho colaborativos. 

Para a reabertura das filiais, todos deverão seguir os protocolos de saúde recomendados e sinalizados. O uso de máscara continua obrigatório no trajeto e nas dependências, bem como as regras de distanciamento social e higienização das mãos com álcool gel.  

“Tomamos todas as providências para garantir um retorno gradual e com segurança aos nossos times, corretores, corretoras e clientes. As sete filiais reinauguradas em novo endereço contam com ambientes mais modernos, acolhedores e flexíveis, reorganizados para que os espaços passem a ser utilizados de forma sustentável, compartilhada e integrada, com entrada de luz natural, conforto térmico e acústico, mantendo a acessibilidade, além de mobiliário com certificações sustentáveis”, destaca Solange Zaquem, diretora comercial da SulAmérica. 

Além das filiais em São Paulo (Centro/Angélica e Concessionária Saúde/Assessorias) e Rio de Janeiro (Buenos Aires), a SulAmérica retoma as atividades presenciais em Salvador (BA), Fortaleza (CE), Brasília (DF), Vitória (ES), Belo Horizonte (MG), Belém (PA), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Joinville (SC), Ribeirão Preto (SP) e Campinas (SP). Dentre as 14 unidades reabertas, sete passarão a atender em novos endereços. 

“Nosso objetivo foi proporcionar a adequação dos espaços às necessidades de utilização para o atendimento de corretores e clientes que procuram as filiais da SulAmérica. Queremos oferecer ambientes seguros para visitas dos gestores que atuam presencialmente na região, pequenos eventos, reuniões e treinamentos, desde que respeitados os protocolos. A modalidade de atendimento remoto continuará a existir para todos os tipos de atendimento em que o modelo à distância seja mais produtivo”, explica Luciano Lima, diretor comercial da SulAmérica. 

A companhia também reforçará a limpeza dos ambientes com maior circulação de pessoas para reduzir a possibilidade de contaminação. 

“A SulAmérica vem monitorando os indicadores da pandemia e decidiu pela reabertura das filiais para visitas dos nossos parceiros que terão a oportunidade de gerar ainda mais negócios, principalmente nos quais a conexão presencial se faz necessária. Com a evolução da vacinação e queda nos índices de transmissão e mortes por Covid-19, no país, nos preparamos para essa volta gradual e vamos realizar isso com tranquilidade e garantia de segurança e bem-estar de todos”, finaliza Marcelo Mascaretti, diretor comercial de Vida e Previdência da SulAmérica. 

No total, 14 filiais da companhia em todo o país reabrem a partir desta quarta (1/12), com funcionamento em horário comercial, das 08h30 às 17h30, de segunda à sexta-feira. 

Mauro Caetano assume a diretoria de P&C da Fator Seguradora

A Fator Seguradora contratou Mauro Wassilewsky Caetano para a diretoria de Property & Casuality (P&C). Caetano é engenheiro, tem dupla cidadania (brasileira e alemã) e acumula extensa experiência no mercado de seguros e resseguros, tendo trabalhado tanto em seguradoras como em corretoras. Teve passagens pela Mitsui Sumitomo, Axa,  Odissey Brasil (onde foi Presidente), JLT Re, SulAmerica, HDI (na Alemanha, nos EUA e no Brasil), AON (em Londres)  e na Gerling (na Alemanha e no Brasil).

Graduado pela Universidade Paulista (Unip), Mauro também ostenta no currículo um MBA pela Fundação Instituto de Administração (FIA) com cursos de extensão pela Universidade Vanderbilt, dos Estados Unidos, a Emlyon Business School, da França, e a Cambridge Judge Business School, do Reino Unido.

A Fator Seguradora é uma empresa nascida em 2008, especializada em seguro de danos nos ramos relacionados à infraestrutura de forma abrangente, como Riscos de Engenharia e Riscos Patrimoniais, Seguro Garantia, Fiança Locatícia. Ao longo de sua atuação, e sempre com a visão de complementariedade e atendimento mais amplo ao cliente, a seguradora passou a oferecer soluções e coberturas para Responsabilidade Civil, especialmente D&O e E&O.

A companhia conta com um quadro funcional experiente, sistemas de última geração, contratos com resseguradores nacionais e internacionais e estrutura eficiente de distribuição, através de corretores de seguros focados nos mesmos ramos. É propósito da Seguradora continuar operando nos mesmos segmentos, nos quais tem provada experiência.

Icatu completa 30 anos e celebra aniversário com live especial

Fonte: Icatu

Há 30 anos a Icatu iniciava sua história no mercado segurador tendo como premissa a criação de soluções inéditas, ágeis e inovadoras para democratizar o acesso dos brasileiros a produtos de proteção financeira. Para celebrar a data com seus clientes, corretores, funcionários, parceiros e o público em geral, a companhia realizará uma live especial nesta quinta-feira, 2 de dezembro, às 11h30, em seu canal do YouTube. O bate-papo terá como convidado Pedro Salomão, empresário, palestrante e escritor de livros como “Empreendendo Felicidade”, “Lyderez” e o recém-lançado “Valor Presente: A estranha capacidade de vivermos um dia de cada vez”. O finalista do Prêmio Jabuti vai falar sobre como podemos construir um futuro mais feliz e tranquilo ao vivermos o momento presente, fazendo bom uso do nosso tempo. Assim como a Icatu, Salomão também acredita que o planejamento é fundamental para uma vida bem vivida. 

O evento virtual também contará com a participação do CEO da Icatu, Luciano Snel, que fará a abertura da live. “Há 30 anos começamos a nossa história. E com esse mesmo espírito pioneiro olhamos para o futuro. A cada novo dia, a nossa equipe trabalha com dedicação para que cada vez mais brasileiros estejam financeiramente protegidos, assistidos, e assim, que vivam com mais qualidade de vida. Certamente, uma coisa que não mudou nos últimos 30 anos e não mudará nunca é o nosso cuidado com tudo e com todos”, afirma Snel. 

Mudança comportamental – Com palestras motivacionais que costumam fazer o público repensar hábitos e até mesmo o próprio estilo de vida, Pedro Salomão é reconhecido como um dos maiores palestrantes da atualidade, com mais de mil palestras realizadas pelo país, e mais de cem mil espectadores, abordando temas como felicidade, liderança, comportamento humano, fé e empreendedorismo. 

Serviço:

Live: “30 e Pra Toda Vida”

Data e horário: Quinta-feira, 02 de novembro, às 11h30 

Link de acesso: bit.ly/live_viva_o_presente_que_a_icatu_cuida_do_futuro

Em um ano, custo por paciente com Covid-19 em UTI aumenta mais de 52% e se aproxima de R$ 100 mil

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Fonte: FenaSaúde

Embora as internações por Covid-19 tenham despencado desde o início da campanha de vacinação, o custo por paciente com a doença em uma internação UTI está em patamares máximos na pandemia. É o que aponta estudo da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) a partir de dados coletados com seis operadoras associadas à entidade, que representam 25% do total de beneficiários da saúde suplementar. 

Os custos por internação Covid-19 (UTI), em setembro/20, estavam em R﹩ 63.966 em média, por paciente. Após um ano, esse número saltou para R﹩ 97.328, valor 52,2% a mais. Em relação a agosto/21, os valores de setembro/21 se mostram estáveis, porém, a estabilidade se dá em níveis muito altos. 

Fonte: FenaSaúde (projeção baseada nos dados de seis associadas, que representam 25% dos beneficiários de planos médico-hospitalares) 

“É muito preocupante essa estabilidade dos custos em patamares tão expressivos, os maiores da série histórica e podem trazer consequências para a sustentabilidade do sistema. Além disso, infelizmente, os beneficiários sentirão os reflexos dos custos altos no reajuste do ano que vem”, ressalta a diretora executiva da FenaSaúde, Vera Valente.  

A FenaSaúde entende que os dados são reflexo da variação cambial, aumento de custos logísticos e das incertezas na economia brasileira, que refletem na escalada de preços. Mas não é só isso. “Infelizmente, há uma característica comercial brasileira muito comum: depois que os preços aumentam por uma necessidade econômica do momento, passado isso, dificilmente eles voltam a cair”, explica Vera Valente. 

No geral, as despesas das operadoras de saúde deram um salto: de R﹩ 77,580 bilhões, no 1º semestre de 2020, para R﹩ 96,901 bilhões, no mesmo período deste ano, um crescimento de 25%. 

Número de beneficiários em alta 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou recentemente dados relativos aos números de beneficiários de planos de saúde. Em setembro, o setor se manteve em crescimento e totalizou 48.566.216 usuários em planos de assistência médica, número recorde desde abril de 2016. Em planos exclusivamente odontológicos são 28.764.725 beneficiários. 

Em um ano, já são 1.548.701 novos beneficiários de planos médico-hospitalares, um crescimento de 3,3% em relação a setembro de 2020. No comparativo de setembro com agosto, o crescimento foi de 186.773 mil usuários. Já nos planos exclusivamente odontológicos, foi registrado aumento de 2.593.020 beneficiários em um ano – o que representa 9% de crescimento no período – e de 402.609 em um mês (comparativo com agosto). 

O aumento no número de beneficiários de planos de assistência médica em relação a setembro de 2020 foi notado em 25 dos 26 estados brasileiros. Com destaque para São Paulo, Minas Gerais e Paraná, que apresentaram, em números absolutos, o maior número de beneficiários. Entre os odontológicos, todas as unidades federativas registraram crescimento no comparativo anual, sendo também São Paulo, Minas Gerais e Paraná os estados com maior crescimento em números absolutos. 

Para a FenaSaúde, entidade que representa os 15 maiores planos do país, é fundamental incentivar esse crescimento, a fim de garantir que mais pessoas tenham acesso à saúde suplementar. E isso passa por mudanças profundas no Marco Legal da saúde suplementar que está em discussão no Congresso Nacional. Entre elas, maior segmentação, com mais modalidades de cobertura; novos modelos de franquias e coparticipação; e mais liberdade para a comercialização de planos individuais, com regras competitivas para preços e reajustes. 

“Outro ponto importante é diversificar e ampliar os tipos de coberturas que podem ser oferecidos, a chamada modulação de produtos, pois hoje são apenas cinco opções, restringindo a criação de opções adequadas para o perfil de cada família ou empresa”, conclui a diretora executiva da FenaSaúde. 

4º Seminário Jurídico destaca importância do seguro para o desenvolvimento econômico e social

Fonte: CNseg

Ao abrir o 4º Seminário Jurídico, o Presidente da revista “Justiça & Cidadania”, Tiago Salles, destacou que o evento – realizado pela publicação e a CNseg, em 29 de novembro – tem por objetivo “aprofundar o diálogo entre magistrados e representantes do setor de seguros, a fim de aprimorar a relação entre as partes”. 

Em sua participação, o Presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, afirmou que, no plano existencial e no plano do cotidiano, é a solidariedade, por meio do mecanismo do seguro, que compõe nossas respostas às incertezas e aos riscos, ajudando a amenizar as perdas.    

O setor de seguros, segundo o Ministro Humberto Martins, “em seus diferentes modos, tornou-se algo inafastável da vida das pessoas e empresas, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do País e para a segurança de vida das pessoas”.  Afirmou, também, que o STJ cumpre com seu papel de dirimir questões que movem as relações entre seguradoras e segurados, preservando o sentido do contrato, tutelando a boa fé e evitando uma tipicidade rígida para trazer soluções viáveis e segurança jurídica para as relações entre seguradoras e segurados.   

O Presidente da CNseg, Marcio Coriolano lembrou do significativo avanço da atividade securitária no Brasil, principalmente nos últimos dez anos, demonstrando a preferência crescente de empresas, famílias e pessoas pela proteção securitária, que já represente cerca de 6,5% no PIB brasileiro.  

“Até por conta dos desafios colocados pelos recentes ciclos econômicos, políticos e sociais do Brasil, que repetem, em escala local, o que se observa a nível global, a solidariedade representada pelo mutualismo, vem exigindo o protagonismo do seguro, exigência expressa pela demanda da sociedade, amplificada pela pandemia do novo coronavírus, que tornou mais visível para população a garantia prestada pelos seguros, revelada pelo vultosíssimo montante de indenizações pagas às vítimas da covid ou a seus beneficiários”, afirmou o Presidente da CNseg. 

Para Coriolano, cada vez mais, “o direito securitário deve se encontrar com as intensas e extensas mudanças dos paradigmas da natureza, das práticas da economia política – tomada esta em seu sentido mais nobre – e com os fundamentos da atividade securitária”. E acrescentou: “sabemos todos do imenso desafio desse encontro de temática do direito e da economia, ainda mais considerando a sensibilidade que ambos têm para o consumidor – seja individual, seja o consumo coletivo. Não é por outra razão a realização deste Seminário, que também agrega especialista das mais variadas formações, todas convergentes para as melhores soluções possíveis em prol de objetivos comuns: o da garantia de acesso aos seguros de modo equânime e sustentável e o da busca do ideal de justiça, que é dar a cada um o que lhe é devido”. 

Entre os temas em discussão no evento, Coriolano destacou: o dever de informação dos seguros coletivos de vida, considerando a dinâmica de relações entre estipulantes e seguradoras; o papel dos núcleos técnicos de apoio ao poder judiciário na desjudicialização das questões relacionadas à saúde suplementar; o critério de correção das dívidas e seus impactos na constituição de reservas técnicas, de patrimônio líquido e de provisões de sinistros do setor de seguros, e o fenômeno do exercício irregular da atividade seguradora pelas chamadas associações de proteção veicular. 

O tema do exercício irregular da atividade seguradora e do chamado “mercado marginal dos seguros”, teve como participantes os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gurgel de Faria (moderador) e Og Marques Fernandes, além do Procurador Geral da Susep, Jezhiel Pena Lima, e do Presidente da Porto Seguro, Roberto Santos. 

Clique aqui e assista à íntegra da abertura do 4º Seminário Jurídico.

D’Or Consultoria lança campanha de Dezembro Vermelho

Informações importantes sobre a AIDS, explicações sobre uso da camisinha masculina e feminina, incentivo à prevenção e aos cuidados médicos são algumas das informações disponíveis no site da empresa, onde também é possível baixar os materiais da campanha: https://dorconsultoria.com.br/portfolio/prevencao-da-aids/

A AIDS é uma doença infecciosa, transmitida pelo vírus HIV. E, mesmo após 40 anos dos primeiros casos relatados diagnosticados, as pessoas ainda negligenciam quando o assunto é a prevenção. Dados do Ministério da Saúde mostram que a cada 15 minutos uma pessoa se infecta com o vírus no Brasil. 

“Trouxemos algumas referências visuais na campanha com objetos e vestuários ‘ultrapassados’ para salientar que, ao contrário da estética de décadas passadas, a prevenção e o comportamento sexual seguro por meio do uso de preservativo nunca saem de moda, mesmo com o passar de tantos anos desde o aparecimento da AIDS e demais IST’s”, explica Victor Davi, coordenador de Marketing e Comunicação da D’Or Consultoria.

A desinformação e o preconceito ainda são desafios para a comunidade médica. Por isso, a importância do Dezembro Vermelho, para desmistificar e ampliar o conhecimento da população sobre o tema. 

A camisinha ainda é a forma mais segura e eficaz de prevenção da AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis. E, ao contrário do que muitos pensam, homens heterossexuais são o principal grupo afetado pelo HIV no Brasil. Eles representam 49% dos casos, enquanto homossexuais somam 38% e bissexuais 9,1%.

Com o avanço da ciência e do acesso à informação hoje a doença tem tratamento. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, mais de 40 milhões de pessoas no mundo vivem com HIV. E, há pelo menos quatro projetos de vacinas contra o vírus em andamento, inclusive o Brasil participa de um dos estudos, o Mosaico, que, atualmente, encontra-se na fase 3, quando são realizados testes em seres humanos.

De acordo com Sérgio Hércules, médico e superintendente de Gestão Médica da D’Or Consultoria, a pessoa que teve contato com o vírus deve procurar uma unidade de saúde o mais rápido possível. “Um médico poderá receitar a PEP – Profilaxia Pós-Exposição ao HIV, que deve ser tomada o quanto antes para impedir que o vírus alcance a corrente sanguínea e infecte as células de defesa”, explica.

Além disso, existe a PrEP ou Profilaxia Pré-Exposição ao HIV, um comprimido que se toma regularmente com o objetivo de prevenir a infecção. É importante procurar um médico e se informar.

Mais informações sobre a campanha Prevenção nunca sai de moda no site https://dorconsultoria.com.br/portfolio/prevencao-da-aids/

Ipiranga e Itaú Seguros dão assistência 24h a veículos de clientes Jet Oil

Fonte: Ipiranga

Os clientes que fizerem a troca de óleo completa em uma unidade Jet Oil, da Ipiranga, vão ganhar assistência 24h da Carro Protegido. O novo serviço conta com a parceria da Itaú Corretora de Seguros e a Tempo Assist, será válido pelo período de seis meses, tempo médio de retorno para realizar um novo check-up no veículo. A troca de óleo completa inclui a troca do filtro e do óleo e o benefício vale para todas as unidades do Jet Oil, uma das maiores franquias de serviços automotivos de todo o Brasil. 

O Jet Oil também oferece um relatório que, além de informar os serviços realizados no veículo e enviar a certificação de assistência 24h, alerta o momento adequado para nova troca de óleo. 

“Superaquecimento e bateria ruim, por exemplo, são dois dos problemas mais comuns enfrentados pelos motoristas, e são imprevistos como esses que os serviços do Jet Oil podem ajudar a previnir. Os clientes vão garantir a manutenção desses e outros itens a qualquer momento, reduzindo os riscos de mal funcionamento do veículo”, explica Marcos Aurélio Moura, Gerente Executivo do Jet Oil.”, explica Marcos Aurélio Moura, Gerente Executivo do Jet Oil. 

Com a parceria da Itaú Corretora de Seguros, o Jet Oil espera atender o público que não tem seguro e precisa estar protegido contra acidentes e panes elétrica, mecânica e seca. 

“Oferecer cada vez mais soluções para os nossos clientes, facilitando e trazendo mais confiança e comodidade é o nosso ideal. Faz parte do posicionamento da Ipiranga ser um posto cada vez mais completo, e o Jet Oil é uma peça fundamental no portfolio de serviços oferecidos. O consumidor já tem no Jet Oil qualidade e a confiabilidade da marca Ipiranga. Agora, junto com a Itaú Corretora de Seguros, terá uma rede com ampla cobertura, em todo o Brasil”, completa Moura. 

Além desse benefício, o consumidor continua ganhando um check-up completo de 15 itens para a melhor performance, limpeza e segurança do veículo. Basta realizar a troca de óleo em qualquer unidade Jet Oil. Os especialistas realizam uma avaliação e apresentam diagnóstico de itens como filtro de óleo, faróis e lanternas, fluído de freio, entre outros. 

SulAmérica lança novo fundo de previdência de olho nas oportunidades em crédito privado e ESG

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Fonte: SulAmérica

A SulAmérica Investimentos está lançando um novo fundo de previdência com uma carteira composta por ativos de crédito privado de emissores com boas práticas ESG – sigla em inglês para práticas ambientais, sociais e de governança corporativa. Trata-se do produto SulAmérica Prev Crédito ESG FI RF CP, que vem reforçar o compromisso da gestora em oferecer aos clientes as melhores oportunidades nos mercados de renda fixa e crédito privado.

O fundo busca superar o CDI a longo prazo, aproveitando oportunidades no mercado de renda fixa por meio da alocação de recursos em debêntures de companhias abertas, títulos de instituições financeiras, CRIs e FIDCs. O produto ainda prioriza a alocação em ativos de emissores alinhados com as melhores práticas ESG e que promovam agendas positivas de desenvolvimento sustentável.

SulAmérica Prev Crédito ESG FI RF CP conta com target de remuneração CDI+0,50% e aporte inicial de R$ 10 mil, com movimentação mínima de R$ 100 e disponibilização para resgate D+8 úteis. A taxa de administração é de 0,90% a.a, sem taxa de performance.

“Este fundo explora a experiência do nosso time de Crédito Privado dentro da SulAmérica Investimentos, combinada a uma análise fundamentalista e uma avaliação dos compromissos com a sustentabilidade dos emissores. É um produto muito interessante para compor a parcela de Previdência dedicada a crédito privado, com a visão de trazer um bom retorno ajustado a risco pelo investimento em companhias comprometidas com seus resultados e também com a sociedade”, afirma a Head de Crédito Privado da asset, Daniela Gamboa.

SulAmérica Prev Crédito ESG FI RF CP já está disponível para portabilidade. A contratação, por sua vez, se dá por meio de um corretor ou corretora de seguros.

Insurtech Azos recebe investimento de R$ 55 milhões para ampliar soluções tecnológicas e desenvolver novos produtos

Fonte: Azos

Especializada na criação e na comercialização de seguros online e por meio de parcerias com corretores, a insurtech Azos recebeu um investimento de R﹩ 55 milhões para ampliar as suas soluções tecnológicas e desenvolver novas linhas de produtos. A rodada de investimento foi liderada pelo fundo Prosus e contou novamente com a participação do Kaszek Ventures, Maya Capital e Propel.

Fundada em 2020, a Azos tem se notabilizado por democratizar o acesso ao seguro de vida no Brasil ao oferecer aos consumidores coberturas que se adaptam às suas necessidades individuais, muitas vezes a um custo menor, e por trazer inovação ao um mercado, cujos principais players, ainda carecem de flexibilidade e transparência por, não raro, obrigarem segurados a pagar um prêmio por seguros que nem sempre desejam ou precisam. A empresa oferece apólices com contratação digital em menos de um dia, na contramão de muitas seguradoras que levam, em média, 10 dias.

“Aproveitando a tecnologia e a ciência de dados para automatizar nosso processo de contratação, oferecemos um produto novo e simplificamos o processo para qualquer pessoa ter acesso ao seguro de vida “, disse o CEO da Azos, Rafael Cló.

Trata-se da segunda captação da startup. Os R﹩ 13 milhões captados em 2020 proporcionaram o início e o desenvolvimento da operação em abril deste ano. Desde então, a insurtech já acumulou R﹩ quase 3 bilhões em capital segurado e, com a segunda rodada de investimento, pavimenta o caminho para crescer mais de cinco vezes em 2022.

A Azos usará o novo investimento para expandir a empresa, aprimorar a tecnologia e lançar novos produtos, assim como ampliar o acesso à educação sobre proteção e planejamento financeiro. Além disso, parte do investimento irá para o portfólio de produtos tanto para os clientes quanto para os corretores parceiros. A empresa tem atualmente uma lista de espera com mais de 500 corretores interessados ​​em se tornarem parceiros de distribuição.

“O novo investimento é condizente com o crescimento que a Azos tem alcançado desde sua entrada no mercado. A expectativa é de crescer ainda mais, permitindo o desenvolvimento de soluções tecnológicas e novas linhas de produtos para nossos parceiros”, acrescenta Cló.

A captação chega em um momento importante para o mercado segurador brasileiro, que apresentou crescimento consistente em 2021. Nos primeiros sete meses deste ano, o setor de seguros faturou R﹩ 172 bilhões, o que representa um crescimento de 16,4% em relação ao ano anterior. Ainda assim, estima-se que apenas 15% da população do país possui seguro de vida.

“O mercado de seguros no Brasil é dominado por poucas empresas. Além disso, o seguro de vida no Brasil teve pouca inovação. Em linha com nossa tese de investimento, para focar em setores da economia onde a tecnologia pode levar a mudanças significativas no comportamento do consumidor e na economia, prevemos que o seguro de vida seja a próxima grande indústria pronta para transformação no Brasil”, comentou Banafsheh Fathieh, Chefe das Américas Investimentos, Prosus Ventures. 

“Acreditamos no potencial da Azos para inovar neste mercado para defender os interesses do consumidor e acreditamos neste time para revolucionar o seguro de vida no Brasil”, acrescenta Fathieh.

Allianz: crescimento robusto e riscos de uma “nova era” pós-Covid para companhias de construção


Fonte: AGCS

O mercado de construção global está definido para um período de forte crescimento pós-Covid-19, impulsionado por gastos governamentais em infraestrutura e pela transição para emissão zero. No entanto, a mudança para edifícios e infraestruturas mais sustentáveis, a melhoria das instalações de energia limpa e a adoção de métodos de construção modernos transformarão o cenário de risco. Esses desafios se somam às cadeias de abastecimento já afetadas, à escassez de materiais e mão de obra e ao aumento dos custos, que há anos apresentam um cenário de margens apertadas para o setor. Um novo relatório da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), Riscos de Construção pós-Covid, explora tendências de risco iminentes e de longo prazo para o segmento.

“A Covid-19 trouxe uma nova era para a indústria da construção”, afirma Yann Dreyer, Líder do Grupo de Prática Global para Construção na equipe global de Energia e Construção da AGCS. “Enquanto os projetos continuaram durante a pandemia e espera-se um crescimento no setor, o ambiente geral mudou fundamentalmente. A indústria enfrenta novos desafios em torno da volatilidade da cadeia de abastecimento e aumento dos custos de materiais, escassez de mão de obra qualificada e maior foco na sustentabilidade. Além disso, a implantação acelerada de estratégias de corte de custos, novas tecnologias e projetos podem resultar na aceleração de riscos para empresas deste mercado e também para  seguradoras. O monitoramento contínuo de riscos e os controles de gestão serão importantes no futuro. Junto com nossos clientes, ajudaremos a gerenciar esses desafios, pois a AGCS está comprometida com a indústria da construção como um setor-alvo chave para nossas iniciativas de crescimento. ”

A forte perspectiva de crescimento para o setor é baseada em uma série de fatores, como o aumento da população em mercados emergentes e investimentos significativos em formas alternativas de energia, como eólica, solar e hidrogênio, bem como em sistemas de armazenamento e transmissão. A mudança para o transporte elétrico exigirá investimentos em novas fábricas de baterias e infraestrutura de carregamento. Não se espera somente que os edifícios melhorem sua pegada de carbono, mas também apresentem melhores defesas costeiras e contra enchentes, além de sistemas de esgoto e de drenagem mais eficientes, especialmente em regiões expostas a catástrofes decorrentes dos eventos climáticos extremos mais frequentes.

Ao mesmo tempo, governos em muitos países estão planejando grandes investimentos públicos em projetos de infraestrutura para estimular a atividade econômica após a crise pandêmica e conduzir a transição para o baixo carbono. Nos Estados Unidos, um pacote de investimento de mais de 1 trilhão de dólares em infraestrutura foi anunciado, contemplando desde pontes e estradas até a banda larga nacional, passando por sistemas de água e energia. Ao mesmo tempo, o país anunciou planos para investir em uma série de grandes projetos em todo o mundo no próximo ano em resposta ao ambicioso Belt And Road Initiative, que pode se estender do Leste Asiático à Europa. Espera-se que quatro países – China, Índia, Estados Unidos e Indonésia respondam por quase 60% do total de crescimento na construção ao longo da próxima década.

Lado negativo do boom da construção
O boom esperado traz benefícios porém, desafios específicos. No médio prazo, aumentos repentinos na demanda podem colocar as cadeias de abastecimento sob pressão adicional e exacerbar a escassez existente de materiais e mão de obra qualificada, excedendo tanto cronograma quanto custos. Além disso, muitos no setor podem precisar acelerar a implementação de medidas de eficiência e controle de custos se as margens de lucro tiverem sido impactadas pela Covid-19, o que muitas vezes pode prejudicar os níveis de qualidade e manutenção e aumentar a suscetibilidade a erros. A análise da AGCS mostra que defeitos de projeto e mão de obra ineficaz são uma das principais causas de perdas de construção e engenharia, respondendo por cerca de 20% do valor de quase 30.000 sinistros da indústria examinados entre 2016 e o final de 2020.

A sustentabilidade aprimorada e o foco em zero emissão influenciarão fortemente o cenário de risco tradicional no setor de construção. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os edifícios e a indústria da construção são responsáveis por 38% de todas as emissões de dióxido de carbono relacionadas com a energia. Para reduzí-las, as edificações existentes precisarão ser reformadas e reaproveitadas. Além disso, novos materiais e métodos de construção precisarão ser introduzidos no mercado em períodos de tempo relativamente curtos. Isso aumentará o risco de defeitos ou ainda, incorrer em consequências inesperadas para a segurança, meio ambiente ou saúde. Por exemplo, como um material sustentável e de baixo custo, o uso de madeira na construção tem aumentado nos últimos anos. No entanto, isso tem implicações para riscos de danos por fogo e água. A análise de sinistros da AGCS mostra que os incidentes de incêndio e explosão já representam mais de um quarto (26%) do valor dos sinistros de construção e engenharia nos últimos cinco anos – a causa de perda mais cara.

Aumentando a escala de energia limpa – riscos renováveis
A expansão da energia limpa também traz novos riscos. Os projetos eólicos offshore estão crescendo em tamanho, movendo-se mais longe no mar e em águas mais profundas, o que significa que os custos associados a atrasos ou reparos estão aumentando. Os parques eólicos offshore, bem como os projetos eólicos e solares onshore, também podem ser expostos a perdas em série. Uma falha de projeto ou fabricação em uma turbina, por exemplo, pode impactar muitos projetos. Também houve grandes sinistros de fundações defeituosas em parques solares e fazendas. Os reparos em cabos submarinos, que pesam milhares de toneladas e exigem a instalação de navios especiais, podem levar mais de um ano. Uma estação conversora offshore sozinha pode custar até US $ 1,5 bilhão, comparável a uma plataforma de petróleo. Um incêndio ou explosão envolvendo um conversor, como visto recentemente na China, pode resultar em perda total.

“Enormes investimentos em energia verde significarão valores maiores em risco, enquanto a rápida adoção de tecnologia de protótipo, métodos de construção e materiais exigirá uma cooperação estreita entre subscrição, sinistros e engenharia de risco interna, bem como entre seguradoras e seus clientes”. diz Olivier Daussin, Líder de Subscrição de Construção da Equipe Global de Energia e Construção da AGCS.

Os dois lados da construção modular
Em última análise, a construção moderna e os métodos de produção têm o potencial de transformar radicalmente o mercado, transferindo mais riscos para fora do local e incorporando um maior uso de tecnologia. A construção modular, em particular, fornece muitas vantagens como gestão de qualidade controlada factory-based, menos desperdício na construção, um cronograma diminuído pela metade em comparação com os métodos tradicionais e menos disrupção no ambiente circundante. No entanto, também levanta preocupações de risco sobre cenários de perda repetitiva. “Há um risco maior de perdas em série com métodos modulares e pré-fabricados, pois a mesma peça pode ser usada em vários projetos antes que uma falha seja descoberta”, explica Daussin.

A escassez de mão de obra qualificada na indústria da construção provavelmente aumentará a tendência para a fabricação e automação. Ao mesmo tempo, a digitalização da construção cria exposições cibernéticas contra as quais as empresas de engenharia e construção precisam fortalecer suas defesas. Hoje, as inúmeras partes envolvidas em um canteiro de obras estão interconectadas por meio de várias plataformas de TI compartilhadas, o que aumenta sua vulnerabilidade. Os riscos cibernéticos podem variar de tentativas maliciosas de obter acesso a dados confidenciais, a interrupção do controle do local do projeto e roubo associado, a interrupção da cadeia de abastecimento, a potencial corrupção dos dados de concepção do projeto, resultando em atrasos e, em última instância, em risco de reputação para as partes envolvidas.

Melhor proteção de canteiros de obras contra perigos naturais e danos causados pela água
A necessidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa não só conduzirá a uma abordagem mais sustentável para edifícios residenciais e comerciais, bem como infraestrutura, mas também pode acelerar a tendência, à medida que a indústria busca obter eficiência e minimizar o desperdício. Os canteiros de obras também precisam dar mais atenção para mitigar o impacto de eventos impulsionados pelo clima, como incêndios florestais, enchentes e deslizamentos de terra. A análise de sinistros da AGCS mostra que os riscos naturais já são a segunda causa mais cara de perdas na construção, atrás de incêndio e explosão, respondendo por 20% do valor dos sinistros nos últimos cinco anos.

Enquanto isso, os danos causados pela água continuam a ser uma grande fonte de perdas durante a construção. A AGCS tem visto uma série de danos surpreendentemente grandes resultantes de vazamentos em sistemas de água pressurizada ou de incêndio que não são detectados ou ocorrem fora do horário comercial, nos fins de semana ou durante os períodos em que não há ninguém presente. Os sistemas de detecção e monitoramento de vazamento de água podem ajudar a reduzir a frequência e a gravidade dos danos causados pela água, mitigando reparos caros e atrasos de projeto.

Tempos emocionantes e desafiadores

“Nossos clientes, com uma presença importante na Espanha e na América Latina, têm raízes e experiências sólidas em ambos os continentes. Isto, aliado ao conhecimento de que contribuímos para os seus novos desafios com base na experiência adquirida a nível global, significa que somos capazes de adaptar as nossas soluções de seguros para avançarmos juntos neste futuro desafiante que nos espera ”, completa Miguel Peces, Diretor Regional de Energia e Construção para Ibero / Latam na AGCS.