Seguro garantia: uma agenda agressiva para 2022

O mercado de Seguro Garantia passou por mudanças relevantes recentemente. A redução da taxa de juros nos últimos anos, o grande número de novos players neste setor, a mudança do perfil de clientes pós-Lava Jato, e o impacto da pandemia ocasionaram uma redução dos grandes negócios. Com isso, o mercado apresenta uma competitividade agressiva neste momento. Rafael Gama, diretor comercial da Austral Seguradora, conta aos leitores do blog Sonho Seguro o que espera deste segmento para 2022. Leia abaixo.

Nesse  cenário, novos desafios se apresentam. O que podemos esperar para 2022?

O ano de 2022 provavelmente será muito desafiador para o mercado como um todo. Considerando um ano de eleição, o cenário político e os impactos na economia, sem crescimento consistente do PIB, provavelmente teremos um calendário mais curto quando falamos de Projetos de Infraestrutura, o que implicará em um posicionamento mais assertivo por parte das seguradoras junto aos seus clientes e parceiros.

Contribuindo para um cenário mais positivo e com boas perspectivas para o Seguro Garantia, o governo promete para 2022 uma agenda agressiva de leilões. Exemplo são as rodovias do Paraná, um conjunto de seis lotes de estradas federais e estaduais que somam 3.368 km e vão demandar R$ 43 bilhões em investimentos, a privatização do Porto de Santos, além dos leilões dos Aeroportos de Congonhas e Santos Dumont. 

E sobre o Seguro Garantia Judicial?

Ainda seguindo as estimativas positivas para o Seguro Garantia, com a queda vertiginosa dos casos de COVID 19 e o retorno da economia a patamares anteriores ao início da pandemia, especificamente no que diz respeito ao Seguro Garantia Judicial, há uma expectativa do retorno dos julgamentos dos processos judiciais principalmente no âmbito do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF). Essa possibilidade traz de volta para a mesa as grandes demandas que ficaram reprimidas durante estes últimos dois anos. Espera-se que haja um estoque somente no CARF de R$ 784,5 bilhões em processos tributários.

E sobre os projetos da área para a Austral Seguradora?

De forma a se diferenciar e entregar serviços cada vez mais diferenciados aos seus clientes, a Austral Seguradora busca manter seu posicionamento de especialista em grandes projetos de infraestrutura. Também direciona seus esforços e investimentos para uma verdadeira mudança tecnológica e de digitalização dos seus processos. O foco da companhia não é somente entregar uma plataforma digital aos seus clientes, corretores e parceiros. Pretendemos escutar cada um daqueles que fazem parte do ecossistema do seguro e entender as suas dores e necessidades, para que assim possamos entregar as melhores soluções. Acreditamos que o caminho que oferece processos e informações mais assertivas, rápidas e desburocratizadas, com o apoio da tecnologia e dos nossos especialistas, será de fato a chave para nossa diferenciação.

HDI e Maxpar|Autoglass fazem parceria

No dia a dia de quem está dirigindo no trânsito, é comum, em um momento de distração ou descuido, dar aquela raspadinha no carro na pilastra da garagem ou até mesmo colidir de leve com o meio-fio. Esses são pequenos “acidentes” que podem deixar marcas permanentes no automóvel ou até mesmo serem a causa de problemas futuros no carro. 

Para essas ocasiões, a HDI, em parceria com a Autoglass, oferece um serviço de reparo que faz toda a diferença na vida do motorista que quer rodar por aí com o automóvel em perfeitas condições.  O Reparo Abaixo da Franquia restaura, com até R$ 900,00 de mão de obra gratuita – desde que o valor seja inferior ao da franquia –, peças de plástico externas ou lataria do automóvel danificadas em decorrência de colisões. O serviço inclui diversos tipos de conserto com valor abaixo da franquia do seguro, oferecendo cobertura para todas as partes externas do veículo que sejam de metal ou de plástico, como carroceria, para-choques e outras. 

“Essa é uma cobertura muito conveniente e exclusiva para os nossos segurados, que podem solicitá-la aos corretores no momento da renovação ou da compra de um seguro auto. Além de oferecer comodidade, ela alia agilidade e segurança para os clientes, proporcionando um serviço de reparo de qualidade e feito em uma oficina de confiança”, avalia Marcelo Moura, Diretor de Automóvel e Massificados da HDI Seguros.  

Nova cobertura adicional contra buracos 

Para ir além na proteção e no cuidado com os carros dos segurados e reforçar a parceria com a Maxpar|Autoglass, a HDI Seguros lançou recentemente a nova Proteção Contra Buracos, que poderá ser encontrada pelos clientes dentro dos produtos de automóvel da HDI.  

Com franquia de apenas R$ 120,00, a novidade garante ao cliente alto nível de qualidade no serviço prestado a custos que cabem no seu bolso, tudo isso com a garantia da rede de oficinas referenciadas da Autoglass, parceira da HDI na prestação desse serviço. O cliente ainda terá a praticidade de poder acioná-la por meio dos canais digitais da HDI, como o Aplicativo do Segurado. Esse é um serviço de cobertura para proteção de roda e pneu, e, caso a suspensão seja danificada, ela também será reparada. O serviço pode ser acionado nos casos de danos gerados por impactos acidentais em objetos cortantes e/ou contundentes, tais como guias, blocos de sinalização de pista, buracos, desníveis acentuados de pontes, pedras, vidros etc. 

Um resumo do que rolou no CQCS Insurtech & Innovation 2021

O CQCS Insurtech & Innovation, a versão brasileira do evento sobre insurtechs que acontece anualmente em Las Vegas, realizado nos dias 23 e 24 de novembro em São Paulo e também na forma online, suscitou debates sobre diversos temas relevantes para o mercado segurador local, que rema contra a maré das dificuldades impostas pelas volatilidades políticas e econômicas do país para elevar a venda de seguros, que ainda tem uma participação inferior a 4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Apesar do cenário de queda de PIB, alta da inflação e redução da renda média do brasileiro, o setor investe em tecnologia para reduzir custos, aumentar os canais de distribuição e levar uma experiencia mais amigável ao consumidor. Neste contexto, as insurtechs, empresas de tecnologia dedicadas a seguros, buscam investimentos e parcerias com players do setor, para acelerar a transformação necessária para fazer frente a um novo consumidor.

Segundo a revista Apólice, de acordo com Gustavo Doria Filho, CEO do CQCS e idealizador do evento, três pontos demonstraram o sucesso do encontro: o respeito às normas de segurança para o evento presencial, com todos utilizando máscaras e vacinados. “O segundo ponto é como o conteúdo remoto chega até a gente com qualidade, mas sem o mesmo calor do presencial; por último, os temas abordados, com palestrantes internacionais e tantos CEO’s apresentando assuntos que mostraram a importância deste acontecimento para o mercado”.

Abaixo um resumo do que acompanhei pelas mídias oficiais do evento. Este post será atualizado com a publicação de novos textos.

Transformação

O Valor traz entrevista com Matteo Carbone, que participa do CQCS Insurtech & Innovation. Segundo ele, para sobreviver na indústria de seguros nos próximos anos, todas as empresas terão de se tornar uma insurtech. “Agora temos visto as insurtechs voltarem a bater na porta dos intermediadores para conseguir que vendam suas apólices.” Carbone diz ter ouvido de uma grande insurtech ser “tão incrível trabalhar com agentes, pois você só paga um percentual dos prêmios, em lugar de fazer um grande investimento para adquirir dados de consumidores”, diz. 

Fabio Luchetti, ex-presidente da Porto Seguro, resumiu o tema: 1. Quem não dominar a tecnologia, será dominado. 2. Inovações em seguros são mais fáceis de serem obtidas com as Seguradoras maduras. Seguros depende de muitos dados, história, bons algoritmos. O que precisa é de uma revolução interna para uma evolução externa. 3. Start ups ajudam mais na aceleração dos processos das Seguradoras tradicionais, que reagem, do que na disruptura ou conquista de market share (o famoso tubarão dentro do tanque de peixes). 4. Corretores de Seguros sempre são massacrados na utopia das vendas diretas (discurso que agrada investidores) mas o tempo revela que eles são o caminho e não o pedregulho!

Segundo Caribou Honnig, idealizador do Insuretech Connect, o mundo das insurtechs ocupou espaço aos poucos, mas ainda tem um longo caminho pela frente, informa a Apólice. Ele lembrou que os incumbentes têm a possibilidade de fazer, comprar ou ser parceiro neste processo de inovação. “Preste atenção na entrada de novos players no mercado: as big techs podem precisar dos seus serviços para atuar no mercado de seguros, colocando você como prestador de serviço”, avisou Honnig. Ele destacou o uso de API’s, que criam uma série de atalhos para a criação de novos produtos e serviços, e também para a incorporação de novas estratégias operacionais e comerciais.  “A batalha entre cada startup e incumbente se resume a saber se a startup terá escala antes que o incumbente obtenha tecnologia eficiente”, resumiu Honnig.

Fábio Dragone, da Bradesco, destacou que o mundo vive um momento histórico, que afeta diretamente o mercado de seguros. “Hoje, tem muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Estamos vivendo uma revolução, que somente será notada no futuro. Os anos 2010 e 2020 serão lembrados como um período em que tudo mudou, seja no relacionamento, no consumo, ou como a gente vive Estamos vivendo um momento histórico”.

No tema sobre a importância de vida, Jorge Nasser, presidente da Bradesco Vida e Previdência, evidenciou que o antigo Corretor ‘morreu de Covid’, e deu lugar a um novo profissional, que vai andar lado a lado com a inovação. “É importante entender que a inovação é necessária independente de ser disruptiva”, contou. Nilton Molina, presidente do conselho da MAG Seguros, também destacou como a penetração de seguros ainda é um desafio. “É uma coisa bonita, mas não sabemos fazer direito. Fazer o seguro ser demandado é o nosso grande desafio de disrupção”.

Open Insurance

A advogada Marcia Cicarelli lembrou que o órgão regulador – Susep – tem o intuito de promover inovação e promover o protagonismo do cliente. “É o que se vê como sandbox o open insurance, um sistema padronizado de compartilhamento de dados”, ponderou.Ela disse ainda que acabou de sair resolução sobre os requisitos da Siss. “Ela não retém o risco, mas é ela que vai intermediar a venda de dados. Vamos, em um momento futuro, passar em um sistema complexo (open insurance e open banking) e o objetivo é melhorar a experiência do cliente”. Para ela, é um incentivo claro à concorrência. “O seguro hoje é uma indústria que tem menos que 4% do PIB há um grande espaço de crescimento e o open insurance deve promover concorrência e crescimento”, analisou.

Denise Oliveira, CEO e fundadora da Fitinsur, disse que a empresa nasceu com o open insurance na cabeça e olha pra ela com um prisma diferente. “O open insurance está em voga em função da regulação. Na Inglaterra já se pratica, é uma experiência real e quando falamos de Open Insurance existe o arcabouço regulatório. Temos a parte da lei, mas temos o costume. Embora exista o regulatório e a grande sacada dasseguradoras do sandbox é a velocidade”, ressaltou.

Guilherme Jun Haragushi, superintendente executivo da Bradesco, enfatizou que o cliente está no centro e que independente de insurtech ou grandes seguradoras, o objetivo é fomentar o crescimento do mercado. “A proteção que oferecemos aos nossos clientes é o valor que oferecemos. Precisamos de um canal de distribuição eficiente”, afirmou. Ele disse ver o open insurance como oportunidade para a indústria do seguro e isso vem carregado de atenção com os dados. “Isso passa por quão responsáveis somos pelo tratamento da informação. Fator de confiança passa a ser fundamental seja por parte dos corretores, seguradores. A regulamentação está aí para termos esse cuidado”, ressaltou. Acrescentou ainda que a questão do consumidor empoderado é uma realidade. “O grande poder de decisão que os consumidores têm deve aumentar e cabe a gente, como agentes dessa indústria, estar à frente para oferecer soluções”, analisou.

Boris Ber, presidente do Sincor-SP, ressaltou que o open baking é uma operação B2C (Business to Consumer, negócio para consumidor na tradução) e o Open Insurance está longe de ser isso. “Nós, enquanto corretores de seguros, sabemos quando a relação começa, mas não sabemos como termina a nossa prestação de serviço e nem qual vai ser o tamanho. Por isso, hoje, fazemos muito mais do que o serviço da SISS. Fazemos um trabalho de prospecção, técnico, com sugestão de valores, de avaliação de risco, de estudo de dano máximo provável, de lucros cessantes. Nós contribuímos tecnicamente e fica pouco claro como essa contribuição vai se dar no Open Insurance”, ressaltou. Para o presidente do Sincor-SP, o momento é de cautela e reflexão, mas, principalmente, de união. “Acredito que, juntos, vamos achar uma solução para esta e outras oportunidades que estão por aí”, traz nota do Sindicato.

Sociedades Iniciadoras de Serviços de Seguros (SISS)

Armando Vergílio , presidente da FENACOR , afirmou que as #siss Sociedades Iniciadoras de Serviços de Seguros não fazem parte do Sistema Nacional de Seguros e, portanto, não podem ser contempladas no #openinsurance. Este assunto ainda permeará muitas discussões no setor. Boris Ber, Marco Antônio Messere Gonçalves e Lucas Vergilio também comentaram as implicações do Open Insurance para os corretores de seguros. “A Resolução CNSP nº 415, que cria o Open Insurance apenas cita a SISS, não impõe regras, por isso, não se sabe se é um substituto do corretor, um marketplace, não dá para identificar. Do ponto de vista jurídico, ela é ilegal, já que o mercado de seguros é baseado em legislação e para se criar um operador novo dentro do setor é necessária uma lei complementar, que passe pela Câmara e pelo Senado”, ressaltou Armando.

“Independentemente da nossa opinião, o Open Insurance veio para ficar, para ampliar e democratizar o acesso às informações. Baseado no open banking, a única diferença é que no setor de seguros temos o corretor que já exerce esse papel há décadas”, declarou o presidente do Conselho Consultivo da MAG Seguros, Marco Antônio Gonçalves.

Segundo o deputado Lucas Vergilio, sociedade e poder público enxergam o setor de seguros como um apêndice do setor financeiro e o Open Insurance é a prova disso. “Infelizmente, nós não fomos ouvidos, o órgão regulador se distanciou do diálogo com as seguradoras, com os corretores e com a sociedade, por isso, foi esse copia e cola do open banking”. Vergílio anda falou sobre o papel do setor para mudar isso. “Falta para um trabalho institucional e de conscientização, para mostrar à sociedade o lado social do seguro, de proteção, para depois tratarmos do lado financeiro”, divulga o CQCS.

José Adalberto Ferrara, presidente da Tokio Marine, ofereceu a visão de um segurador. Como desafio na distribuição de seguros ele citou a SISS, uma nova oportunidade que ninguém ainda sabe como funcionam exatamente. “A partir do momento em que ela conhecer a jornada do cliente, ela pode passar a oferecer produtos que hoje são comercializados pelos canais atuais”. O corretor deve procurar a diversificação das suas vendas, estimulando o cross-selling. “Para o corretor conectado não há fronteiras para prospectar”, apontou Ferrara.

Potencial

Kassie Bryan, da Swiss Re, projetou um cenário em que haverá aumento da receita de prêmios nos próximos anos em decorrência de fatores econômicos, climático, sociais e tecnológicos.Na visão dela, haverá também mudanças expressivas em carteiras importantes como a de veículos, a reboque do aumento da automação. Nesse contexto, ela projetou redução da sinistralidade por acidentes e a da frequência de novos veículos. “Carros privados serão menos importantes, o mix vai mudar. O seguro baseado no uso vai aumentar, mas vai demorar décadas para substituir o que temos hoje, vai ser evolução, não disrupção. O impacto virá com o tempo”, observou.A executiva previu ainda aumento da receita nos seguros de propriedades em razão do crescimento da economia, especialmente nos mercados emergentes. “A América Latina, por exemplo, terá grande crescimento.

Investimentos

“Muito se fala em digitalização, inovação e transformação. Mas, é preciso lembrar que isso demanda muito dinheiro. Na HDI, desde 2017, investimentos R$ 450 milhões. São valores que impactam nos resultados das companhias”, frisou. Já em sua palestra, Jeremy Jawish, CEO da Shift, destacou que as seguradoras precisam mostrar ao consumidor que, de fato, se importam com a experiência do usuário, como fazem empresas de outros segmentos, como a Amazon e a Uber. “Na pandemia isso se tornou ainda mais importante. Os segurados estavam muito estressados e precisavam se sentir cuidados, especialmente no caso de seguro saúde. Então, foi importante criar processos de automação, serviços para os segurados se informarem de forma on-line a qualquer hora e dia. Além disso, há os funcionários das próprias companhias que tiveram que trabalhar de casa e ficaram sobrecarregados para atenderem consumidores estressados. Os processos que não foram criados para serem usados de casa”, comentou.

Ao falar sobre o mercado de investimento de risco em Insurtechs, Jonathan Kalman, CEO da EOS Venture Partners, afirmou que os investidores estão levando em conta fatos como a aceleração do ritmo de mudanças e questões sociais e ambientais. Além disso, os eventos climáticos estão mais severos e frequentes, o que traz consequência para os investimentos em insurtech.Para ele, os aportes em projetos de Cyber vão continuar aquecidos, ao contrário dos IPOs, que enfrentam barreiras. “O mercado está se educando e antes de irem ao público, investidor vai pedir desempenho melhor financeiro”, comentou.Ele disse ainda que os investimentos em distribuição feitos por tecnologia são vistos como prioridade. Assim, essas insurtechs vão continuar a conseguir capital. “Precisam de alguns trimestres para ficar maduros, mas é um segmento muito legal”, acrescentou.

Parcerias

“Como seguradora, temos que pensar os canais de corretores como plataformas de apoio na venda, prover cada vez mais ferramentas, conhecimento para que eles tenham cada vez mais condições de fazer uma venda mais fluida”, afirmou o Superintendente Executivo Bradesco Seguros, Giuliano Generali, durante o painel Tech Transformando o Seguro. O corretor passa a atuar então como um consultor, que conhece todas as opções disponíveis e oferece o produto certo para cada momento de vida de cada um dos clientes.  “Não precisa contar só com estrutura própria para que as coisas aconteçam, pode chamar empresas parceiras. Mesmo que não tenha a tecnologia embarcada na empresa, tem muitas soluções no mercado”, ressaltou o Head de Produtos & Parceria SUTHB, Ricardo Nishimura. Esta troca entre as empresas permite que produtos sejam lançados com muito mais agilidade e os clientes sintam que tem suas demandas atendidas de maneira mais rápida.

Corretor “Biônico”

Claudio Lendecker, diretor comercial da Pottencial Seguros comentou que para se tornar um “corretor biônico” o corretor, inevitavelmente, deverá enxergar as seguradoras como suas grandes aliadas. “O corretor de seguros é uma parte ativa do ecossistema de proteção da sociedade”, traz a Apólice.

Leonardo Freitas, diretor da Organização de Vendas da Bradesco Seguros, lembrou que a nova geração é movida por significado e por propósito. Quem lida com a proteção da vida, patrimônio, saúde, financeira tem um super poder e chega a ser um “herói sem capa”. “O corretor é capaz de lidar com o futuro, com a proteção do acontecimento futuro, atuando também como um pilar para a inovação”. A tecnologia deve complementar o trabalho deste profissional, com cursos para que ele seja cada vez mais poderoso e possa atuar na multicanalidade.

O diretor executivo da GC do Brasil, José Luiz Ferreira, apontou as ameaças aos corretores de seguros nos últimos anos e que não vingaram. Ele destacou que os fatores que influenciam o consumo online de seguro podem ser supridas pelos corretores de seguros. “As pessoas procuram na internet prêmios de seguro mais baixas. Ao pegar o preço mais baixo, o nível de sinistralidade acaba subindo também”. Portanto, a agilidade e a customização podem ser oferecidas pelo corretor, com condições melhores para as seguradoras.

Homenagens

O primeiro homenageado no evento foi o fundador da Porto Seguro, Abrahão Garfinkel. A gravura foi recebida por seus netos, Bruno Garfinkel e Marcelo Blay. Antonio Carlos de Almeida Braga, o “Braguinha” (representado por Raphael Caetano, diretor da Icatu); Mátrio Petrelli (representado por sua filha), Patrick Larragoiti e Nilton Molina também receberam a placa. O presidente da Fenacor, Armando Vergilio, também foi homenageado pelos relevantes serviços prestados ao mercado de seguros, assim como Almir Ximenes, que, como executivo de seguradoras, prestou relevante apoio ao CQCS nos primeiros anos do portal; Cecilia Cavalcante, primeira jornalista a trabalhar no portal; além dos colaboradores Monique Dutra e Maria.

Icatu realiza live sobre como o seguro de vida pode ajudar nas finanças

Nesta quinta-feira, 25 de novembro, às 11 horas, a Icatu realiza mais uma “Conversa com Especialista” no seu canal no Youtube. A live desta semana tem como tema “Seguro de vida: Como o seguro pode ajudar nas suas finanças?”. No bate-papo virtual, Gustavo Arruda, gerente de Produtos de Vida da Icatu, fala sobre os benefícios do seguro de vida, como e quando pode ser utilizado, e de que forma ele pode ajudar no planejamento financeiro do segurado e de seus familiares.

“O seguro de vida é uma solução imprescindível para um planejamento financeiro completo, que traga estabilidade, qualidade de vida e tranquilidade financeira para as pessoas e suas famílias. O seguro de vida é a proteção necessária para a continuidade dos sonhos, a manutenção do planejamento familiar e sucessório, o custeio da educação dos filhos, a blindagem patrimonial, a permanência de uma empresa, dentre tantos outros benefícios”, afirma Gustavo Arruda, gerente de produtos de Vida da Icatu.

A live faz parte da programação “Conversa com especialista”, realizada pela Icatu desde o ano passado, com o intuito de apresentar um conteúdo sempre atual sobre o mercado, além de informações sobre proteção e planejamento financeiro de forma gratuita e aberta ao público. Para acompanhar a live ou assistir aos encontros já realizados, basta acessar o canal no Youtube da seguradora.

Serviço:

Live: Seguro de vida: Como o seguro pode ajudar nas suas finanças?

Data e horário: 25 de novembro, às 11 horas

Link de acesso: bit.ly/como_o_seguro_ajuda_nas_finanças_icatu

Agenda dos shows do Prudential Concerts 2021

O Prudential Concerts 2021 chega a Goiânia. Intitulada de “Ritmos da Vida”, esta edição celebra a diversidade da música brasileira, com artistas consagrados por diferentes estilos, incluindo MPB, Pop, Sertanejo, Samba e Rock. Um verdadeiro espetáculo de sons e sensações. Na capital de Goiás, a grande estrela da noite será o cantor Rogério Flausino, que subirá ao palco do Teatro Rio Vermelho (Centro de Convenções), às 20h30, acompanhado por uma orquestra comandada por Carlos Prazeres, regente titular da Orquestra Sinfônica da Bahia e um dos maestros brasileiros mais requisitados de sua geração. 

A estreia da temporada atual ocorreu em Belo Horizonte, com Diogo Nogueira, e antes de chegar a Goiânia o projeto ainda passou por São Paulo, com a dupla Marcos e Belutti. A agenda deste ano contempla também Porto Alegre (03/12) e Rio de Janeiro (16/12), com os shows de Maria Rita (RS) e Banda Melim (RJ). O Prudential Concerts se consagrou ao longo dos anos por conta das suas apresentações únicas e arranjos exclusivos, tendo seus ingressos esgotados em todas as três edições anteriores (2017/2018/2019). 

Em todas as cidades, são seguidos rígidos protocolos sanitários estabelecidos pelas prefeituras locais, assim como pelos espaços escolhidos. O evento é idealizado e produzido pela Novo Traço Comunicação, com patrocínio da Prudential do Brasil e realização da Secretaria Especial de Cultura, Governo Federal, por meio da Lei de Incentivo à Cultura.  

“Estamos muito orgulhosos com o retorno do Prudential Concerts. Investir no setor cultural faz parte da estratégia da Prudential e ficamos contentes com esse momento de retomada. Todos os shows são realizados sob normas de segurança bem definidas e visam proporcionar ao público um importante momento de relaxamento e bem-estar. Temos certeza que, mais uma vez, o projeto está conseguindo surpreender e encantar o público.”, afirma Carlos Cortez, vice-presidente de Marketing & Digital da Prudential do Brasil. 

Adaptando-se ao momento atual, a 4ª edição do Prudential Concerts chegou com uma grande novidade: a transmissão online dos espetáculos através do youtube da Prudential do Brasil, o que acontece dias depois de cada apresentação. “Essa decisão foi tomada para que o Brasil inteiro pudesse conhecer a grandiosidade dos espetáculos. Ou seja, mesmo quem não mora nas cidades contempladas, poderá usufruir dos shows de forma gratuita”, explica Rafaello Ramundo, diretor geral do projeto. 

OFICINAS – O Prudential Concerts conta, ainda, com a realização de oficinas musicais voltadas para crianças e adolescentes de instituições sem fins lucrativos e/ou escolas públicas ligadas à música e aulas Magnas para alunos e professores de escolas públicas das cidades percorridas pelo projeto. A iniciativa, ministrada por Carlos Prazeres, já beneficiou mais de 500 jovens e acontece em todas as cidades que recebem o evento. O objetivo é desenvolver e aperfeiçoar a técnica do instrumento de preferência de cada participante. 

Rogério Flausino – “A oportunidade de encontrar novos talentos, de influenciar de alguma forma a juventude musical do país, de estabelecer um intercâmbio de ideias e soluções, é algo maravilhoso. Já tivemos muitas surpresas maravilhosas nas Oficinas da Prudential e tenho certeza de que muitas ainda virão”, diz o maestro Carlos Prazeres, que assina a direção artística do projeto juntamente com Zé Ricardo. 

AGENDA DOS PRÓXIMOS SHOWS DO PRUDENTIAL CONCERTS 2021 

24/11 – Goiânia 

Convidado: Rogério Flausino  

Local: Centro de Convenções Goiânia – Teatro Rio Vermelho 

Ingressos: R﹩ 50 (inteira) e R﹩ 25 (meia) 

Transmissão no youtube na Prudential do Brasil: 30/11 às 18h 

03/12 – Porto Alegre 

Convidado: Maria Rita 

Local: Theatro São Pedro 

Ingressos: R﹩ 50 (inteira) e R﹩ 25 (meia) 

Transmissão no youtube na Prudential do Brasil: 14/12 às 18h 

16/12 – Rio de Janeiro 

Convidado: Banda Melim 

Local: Teatro Prudential 

Ingressos: R﹩ 50 (inteira) e R﹩ 25 (meia) 

Transmissão no youtube na Prudential do Brasil: 21/12 às 18h 

AIG lança modalidade pós-paga do Seguro de Viagem Corporativa

Fonte: AIG

A AIG Seguros lança o Seguro de Viagem Corporativa na modalidade Pay per Use. Com o novo produto, a companhia reforça sua posição de liderança no segmento de Seguro Viagens no Brasil e oferece um modelo de contratação até então inédito, possível para empresas de qualquer tamanho e quantidade de funcionários.

Segundo Fábio Ogeda, gerente de Desenvolvimento de Negócios de A&H (Accident & Health ou, em português, Acidente e Saúde) da AIG, a grande vantagem do produto é o pagamento do seguro de viagens a trabalho apenas após o uso e de acordo com a quantidade de dias informados no certificado de seguro emitido previamente, diferente de como acontece na tradicional modalidade Banco de Dias. “Até agora, as empresas tinham apenas a opção de comprar uma apólice com banco de dias específicos. Usavam como base a média de dias de viagens de seus funcionários em anos anteriores para fechar uma apólice anual, a qual pagavam antecipadamente e fazíamos o desconto dos dias que fossem utilizados em viagens”, explica em nota enviada ao blog Sonho Seguro.

Em um cenário de muitas incertezas, no qual as empresas ainda não sabem como será o retorno às viagens, esperar o fechamento do mês e pagar apenas pelo que foi usado é um grande facilitador. E o produto vale tanto para viagens nacionais quanto internacionais. “Muito do que as pessoas faziam em viagens pode ser que seja feito de forma remota. E podem surgir demandas inesperadas. É um cenário incerto e faz com que nenhuma empresa queira dispor de uma apólice pré-paga sem saber se vai usar”, completa Mariana Navarro, gerente de A&H da AIG.

Apólice sem pagamento inicial

Com o novo Seguro Viagem Pay per Use, o cliente contrata a apólice com a AIG, dispensando pagamento inicial. Funcionários responsáveis pela administração do seguro na empresa cliente recebem acesso a um sistema online (mediante login e senha), que lhes permitirá emitir certificados sob demanda, dias antes da viagem de um de seus funcionários. Não há nenhuma tarifa, porque não há custo de emissão, o que também o diferencia do seguro na modalidade Banco de Dias, que tem um prêmio mínimo de R$ 3 mil. “É um modelo muito inovador de seguro viagem. Há coberturas obrigatórias e outras extras, que o cliente pode customizar para mais tranquilidade dos profissionais que precisam viajar a trabalho”, finaliza Mariana.

Zurich contrata Felipe Name Francisco com superintedente jurídico

Felipe Name Francisco é o novo Superintendente Jurídico da Zurich no Brasil. Com mais de 18 anos de experiência na área de seguros, o executivo entra no time da seguradora após um longo período na seguradora Mapfre, onde atuou em diversos cargos, sendo o último Superintendente de Gestão de Contratos. Antes disso, foi Conselheiro Fiscal na Brasilseg. Atualmente, é Coordenador Acadêmico da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP).

Formado em Direito pela PUC/SP, Felipe é pós-graduado em Direito das Relações de Consumo, também pela PUC/SP. Além disso, possui diversas especializações na área jurídica, no Brasil e fora dele, como Direito Digital, Direito do Mercado Financeiro e Governança Corporativa. 

Na Zurich, o executivo auxiliará o departamento jurídico nas questões legais da companhia.

FenaCap vai reforçar o papel social dos títulos de Capitalização para a filantropia no Capta 2021

Fonte: FenaCap

A importância da Capitalização para o fomento de projetos de filantropia – incluindo os de organizações não-governamentais – será o tema da palestra do diretor-executivo da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Carlos Alberto Corrêa, na sexta edição do Capta 2021. Promovido pela Rede Filantropia, o evento reúne especialistas de diferentes segmentos para tratar da captação de recursos para programas sociais.

Entre os dias 22 e 26 de novembro, serão mais de 40 horas de palestras e apresentações, online e presenciais (seguindo os protocolos sanitários da Anvisa). Na quarta-feira, 24 de novembro, às 11h45, Carlos Alberto Corrêa apresentará o “Título de Capitalização para captação de recursos”.

O executivo vai abordar a importância dos títulos de Capitalização na modalidade de Filantropia Premiável que, de janeiro a agosto deste ano, contribuíram com mais de R$ 827 milhões para entidades voltadas ao trabalho social. Esta modalidade ganhou importância como ferramenta de incentivo aos projetos sociais a partir do novo marco regulatório do setor, implantado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), em 2018. 

“A Filantropia Premiável tem sido fundamental para garantir a sustentabilidade destas ações e são inúmeros os acordos hoje selados por empresas do setor associadas à FenaCap. O lado lúdico dos títulos de Capitalização está nas chances de sorteio. O beneficiário também vê  a cessão de seu resgate, no produto,  às entidades da sociedade que estão comprometidas com ações sociais e ambientais”, acrescenta Carlos Alberto Corrêa.

Os títulos de Capitalização foram criados no Brasil há mais de nove décadas, quando o mundo vivia os reflexos da quebra da Bolsa de Valores de Nova York, em 1929, é também uma importante ferramenta de educação financeira, pois estimula o acúmulo de reserva financeira e assegura recursos a serem usados em momentos de crise.

Seguros fecham o mês de setembro com crescimento de vendas acumulado em 13,4%

marcio coriolano cnseg

Fonte: CNseg

O setor segurador encerrou os nove primeiros meses de 2021 com taxa de crescimento acumulada de 13,4%. “Os dados dos nove primeiros meses de 2021 devem ser comparados com a mesma base do ano anterior, de 2020, que teve recuperação a partir de julho. Por esse motivo, a tendência doravante deve ser de taxas acumuladas progressivamente menores”, avalia o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras- CNseg, Marcio Coriolano, em seu editorial na nova edição da Conjuntura CNseg (nº57).

A arrecadação total acumulada foi de R$ 224,4 bilhões, sem saúde e sem DPVAT. Na taxa de crescimento acumulado – comparação dos nove meses contra o mesmo período de 2020 – o segmento de Danos & Responsabilidades registrou aumento de 15,1%, seguido de Vida & Previdência, 13,8%, e de Capitalização, 5,6%.  

De acordo com o dirigente, na ótica de 12 meses móveis, que é a melhor medida tendencial, o crescimento anualizado permanece em dois dígitos, agora mais apertados, com 10,7% (11,4% em agosto, 11,9% em julho; 12,0% em junho e 11,0% em maio).

O mês de setembro de 2021 encerrou com a arrecadação setorial apresentando a terceira queda mensal consecutiva, agora de 2,9%. Já na comparação do mês contra o mesmo mês de 2020 com outros setores de atividade econômica – conforme as Pesquisas Mensais do IBGE para setembro –, o desempenho do setor de seguros (4,6% positivos) se manteve superior ao da indústria, que teve queda de 3,9%, e ao do comércio, queda de 5,5%. “Os ramos de seguros com coberturas diretamente correlacionadas à proteção de patrimônios e pecúlios para a família continuam despertando maior interesse da população”, contextualiza o presidente da CNseg. 

Nesses nove meses de 2021, o setor de seguros está R$ 14,1 bilhões acima, em termos absolutos, da arrecadação dos últimos nove meses de 2019, portanto anteriores à pandemia no Brasil. 

No que diz respeito à sinistralidade setorial, a do segmento de Danos e Responsabilidades que, nos nove meses de 2020 estava em 48,9% agora, em 2021, subiu para 51,3%, influenciada pelo ramo de Automóveis (54,0% contra 59,7% neste período recente) e pelo Patrimonial (43,6% e 49,2%, respectivamente). No segmento de Cobertura de Pessoas, a sinistralidade dos seguros de Vida – Risco continua a agravar-se, de 28,4% para 41,9%, resultado dos eventos pandêmicos.

Confira a publicação na íntegra em: https://cnseg.org.br/publicacoes/conjuntura-cnseg.html

Qualicorp e Orthopride anunciam parceria comercial

Fonte: Qualicorp

A Qualicorp, plataforma de planos de saúde, fechou parceria comercial com o grupo Orthopride, a maior rede de clínicas voltada à ortodontia e estética dental do Brasil.

Englobando o conceito store-in-store, como primeiro passo da parceria, a Quali instalará no interior das lojas Orthopride quiosques para comercializar seus produtos e realizar atendimento aos clientes da rede de franquias. O projeto-piloto será iniciado em seis lojas da Orthopride localizadas no Grande Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.

“A parceria com o grupo Orthopride reforça nossa estratégia de transformação da Quali em uma plataforma multicanal”, explica Bruno Blatt, CEO da Qualicorp. Para o fundador e CEO do Grupo Orthopride, Alexandre Soares, “a demanda por serviços de ortodontia só avança e temos certeza de que oferecer nossos produtos para o cliente Quali será um sucesso. Nosso foco é em inovação e, por isso, trabalharemos com o que há de mais moderno em nosso segmento”, diz Soares, se referindo a produtos como o clareamento digital e os alinhadores invisíveis de marca própria da Orthopride.