Artigo: Diversidade e inclusão: deveres das organizações 

MAG Seguros Mulheres

Por Patrícia Campos, diretora de Gente & Gestão da MAG 

Os melhores anos de nossas vidas dedicamos ao trabalho, vinculados às organizações, isso já é motivo suficiente para que Diversidade e Inclusão seja pauta relevante nas empresas. A MAG Seguros tem como um de seus valores uma história de transformação, que se traduz em estar à frente do seu tempo, possivelmente uma das razões de sermos uma companhia com mais de 185 anos de atuação no Brasil. 

Aprendemos a olhar para os diferentes públicos com genuíno interesse em suas necessidades, esta é a essência do que fazemos, e não seria diferente ao falarmos dos distintos grupos minorizados aos quais a maioria de nossos colaboradores se enquadram. É tempo de exercitar um olhar humano e promover oportunidades às pessoas. Não é possível ser insensível aos seus desafios.  

Em uma visão ASG (ambiental, social e governança), o fomento de uma cultura corporativa vinculada diretamente à diversidade e inclusão é nossa responsabilidade. Em 2021 realizamos um censo na MAG Seguros. A pesquisa apontou que 80% dos mais de 1.400 funcionários da empresa pertencem a, pelo menos um grupo minorizado, sendo que 11% deles fazem parte da comunidade LGBTQIAPN+. Isso mostra que somos, sim, responsáveis em promover iniciativas que contribuam com uma sociedade melhor, mais justa e inclusiva, já que, da empresa para fora e para dentro, todos são cidadãos que podem fazer a diferença. 

Temos o compromisso de fazer com que iniciativas de diversidade e inclusão não sejam um movimento passageiro, ou “modismo”, é um posicionamento da organização. No nosso caso, isso é concretizado pelo Plural, nosso programa que integra e consolida as ações dessa frente na companhia, e neste ano foram priorizadas pelos nossos funcionários: pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+. 

É necessário arrastar pelo exemplo. Neste sentido, trabalhamos para que as lideranças estejam engajadas e disseminem a cultura junto aos nossos funcionários. Nos orgulhamos em ser reconhecidos desde 2016 como um excelente lugar para se trabalhar pelos nossos colaboradores, segundo a pesquisa anual realizada pela consultoria Great Place to Work e termos alcançado a nota 97 na pergunta que questiona se a companhia apresenta um ambiente saudável para o colaborador expressar livremente a sua orientação sexual. 

Com a certeza de que há muita para avançar nós seguimos, conscientes de que estamos construindo uma história que transforma a vida das pessoas, e na certeza de quando a missão é nobre não faltará dedicação e compromisso. 

CNSEG: começam as inscrições para Prêmio de Inovação em Seguros

CNseg Solange Beatriz

Principal referência das ações do setor em transformação digital e da agenda ambiental, social e de governança (ASG), o Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros abre as inscrições na próxima segunda-feira, dia 4 de julho.  “O futuro é agora” é o mote da premiação que está na11ª edição e é promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

“A cultura da inovação é uma métrica permanente do Prêmio de Inovação, e os projetos, olhando o histórico das contribuições de todas as suas edições, têm sido fundamentais para nos adaptarmos ao ambiente desafiador das mudanças sociais, econômicas e ambientais, criando soluções para sustentar as operações das seguradoras e inovações para aperfeiçoar e agregar cada vez mais valor para os consumidores”, afirmou a diretora-executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes.

Nos últimos três anos, a CNseg tem registrado a participação de diversos projetos atentos a demandas da nova sociedade, englobando temas como equidade feminina, mudanças climáticas, saúde emocional, humanização nos processos, cuidados com idosos, mitigação de litígios, uso da inteligência artificial em prol do consumidor e outras facilidades digitais de melhorias de acesso dos segurados. Para estimular ainda mais a adoção de práticas ‘ASG’, os ‘Princípios de Sustentabilidade em Seguros” constam dos critérios de pontuação dos projetos avaliados pelos jurados do Prêmio de Inovação.

Poderão participar do Prêmio de Inovação projetos nas categorias “Produtos e Serviços”, “Comunicação” e “Processos e Tecnologias”. Em suas dez edições, 862 projetos já foram examinados pela banca julgadora do Prêmio. Considerando-se a média de inscrições, o prêmio 2022 pode superar mil projetos julgados ao longo de todas as suas edições, avaliou Solange. No ano passado, por exemplo, a premiação bateu recorde de inscrições, com 167 projetos avaliados em sua 10ª edição.

Quinze projetos estarão na final que acontece em dezembro.  O primeiro, segundo e terceiro colocados, em cada uma das três categorias, vão receber R$ 30 mil, R$ 15 mil e R$ 10 mil respectivamente.

As inscrições poderão ser feitas pelo site: www.premioseguro.com.br

HDI Seguros tem nova diretora de Tecnologia da Informação 

A HDI Seguros, a 4ª maior seguradora no ramo empresarial, a 5ª maior em automóveis e 6ª em residencial, anuncia a chegada da nova diretora de Tecnologia da Informação, Vanesa Bustamante. Com vasta expertise no setor, a executiva tem por objetivo dar continuidade à estratégia da companhia de aliar, cada vez mais, as tecnologias aos processos internos, clientes e corretores, aprimorando o trabalho e os resultados diariamente. 

“Estar à frente da área de TI na HDI Seguros é uma grande responsabilidade, com a qual estou totalmente engajada. Junto de toda a equipe, nossa missão é auxiliar a companhia a utilizar mais intensamente os recursos tecnológicos interna e externamente, sempre com foco em modernizar e acelerar os processos, além de facilitar o trabalho do corretor no dia a dia e humanizar o relacionamento com o cliente”, comenta a executiva. 

Graduada em Tecnologia da Informação pelo Mackenzie, Vanesa Bustamante possui MBA em Gestão de Negócios e Inovação na Columbia University. A executiva é mestre em Gestão de Pessoas, pela PUC (Pontíficia Universidade Católica). Com mais de 23 anos de experiência em Tecnologia no mercado de seguros, Vanesa já passou por grandes empresas, como Sul América, Allianz e Ebao Tech. 

Austral Seguradora tem novo head Atuarial e de Inteligência de Negócios

 

A Austral Seguradora anuncia Rafael Calzavara como seu novo head Atuarial e de Inteligência de Negócios. O executivo chega à empresa após passagens pela Sulamérica Seguros e Prudential.

Atuário, Rafael também  foi professor na Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é um defensor da sinergia entre academia e mercado. “O desafio é reunir dados e informações gerando conhecimento e aplicações no cotidiano que possam ajudar no desenvolvimento do negócio”, destaca.

Na Austral Seguradora, quer trazer sua experiência de mercado para ajudar na tomada de decisão das diferentes áreas da empresa. “Temos os dados, inclusive, eles são divulgados publicamente pela Susep. Mas o dado não é suficiente sozinho em uma tabela. Em Inteligência de Negócios, quero justamente analisar e dar um diferencial, contribuindo para a pauta corporativa  com olhar moderno e propositivo”, declara.

 

Rafael pretende contribuir para a missão da Austral Seguradora em fazer produtos específicos de acordo com o perfil de cada cliente. Segundo ele, umas das características da empresa é dinamismo e vem se destacando justamente porque procura entender necessidades de um mercado como o brasileiro, que ainda tem muito espaço para crescer em diferentes linhas de negócios e formato de apólices.

Venda de seguros cresce 20% em abril e reforça expectativas positivas em 2022

O setor de seguros (sem Saúde e DPVAT) manteve bom desempenho e apresentou forte crescimento de 20,3% em abril na comparação com o mesmo mês de 2021. Nos quatro primeiros meses do ano, a expansão foi de 16,5%.

“Os dados de abril demonstram a solidez do crescimento do setor e reforçam as expectativas da CNseg de que 2022 será um ano muito positivo para o ramo de seguros no Brasil”, avalia o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, no edital da publicação Conjuntura CNseg nº 74.  

Oliveira destaca que das 32 categorias da classificação utilizada pela CNseg, 24 apresentaram crescimento positivo no acumulado do ano até abril.  “Os principais fatores são a retomada da atividade econômica pós-pandemia e uma maior percepção da importância dos seguros que a pandemia trouxe para grande parte da sociedade. Em face das dificuldades enfrentadas nesses últimos anos, constatamos mais uma vez que os seguros são uma importante ferramenta social para garantia das condições de vida e estabilidade financeira das famílias e empresas”, afirma. 

A expansão do setor nesses primeiros quatro meses do ano tem sido sustentada, de um lado, pelo bom desempenho de ramos de grande participação no mercado como o de Automóveis (26%) e seguro Rural (35,7%) e, de outro, pelo forte crescimento de seguros de Grandes Riscos (50,8%) e Riscos de Engenharia (91,2%).

A expansão do seguro de Riscos de Engenharia está ligada à normalização das atividades em vários setores da economia após a pandemia da Covid-19. “Popularmente chamado também de seguro de obras, indeniza o segurado em caso de danos materiais causados por acidentes ocorridos durante a realização de obras, tais como construções ou reformas. Ele se aplica a qualquer tipo de obra e cobre inclusive acidentes causados por veículos, roubo e furto de insumos. Este seguro pode ser contratado por pessoas físicas ou jurídicas e seu custo representa muito pouco sobre o valor da obra”, explica o presidente da CNseg. 

Os pagamentos de indenizações, benefícios, resgates e sorteios mantiveram o ritmo acentuado de crescimento no primeiro quadrimestre, totalizando R$ 75,5 bilhões, alta de 26% em relação ao mesmo período de 2021. Grande parte dessa expansão das indenizações se deve ao aumento de preços de veículos novos e usados assim como das peças automotivas. 

Outro destaque neste período são as indenizações do seguro Rural que somaram R$7,2 bilhões, alta de 394,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse valor já supera o total pago em todo o ano de 2021, em razão de condições climáticas adversas.

Porto patrocina Uphill Marathon 

A primeira maratona de subida do Brasil volta a ser realizada em julho, com o patrocínio da Porto. A Uphill Marathon Serra dos Órgãos, que acontece entre as cidades de Guapimirim e Teresópolis, na Região Serrana do Rio (RJ), nos dias 2 e 3 de julho, desafia os participantes numa prova de atletismo em um terreno montanhoso, onde é preciso subir a serra com velocidade e, principalmente, resistência física.  

A maratona tem como principal prova a Uphill Challenge 21k, mas também há espaço para quem quer correr em distâncias mais curtas, como as categorias de 5k (Treino Warm Up) e 8.5k (Uphill Experience). O terreno da competição é a BR-116, na região serrana do Rio de Janeiro, e destaca-se pelos cenários exuberantes com trechos em cidades históricas. A maratona existe desde 2013, e já recebeu 30 mil competidores.  

Agora, em 2022, a Porto é patrocinadora do evento com o Seguro Viagem da Porto Seguros. “Competições como a Uphill Marathon não exigem somente a preparação esportiva dos atletas para o desafio, mas também um cuidado a mais para evitar que imprevistos gerem preocupação ou transtornos aos competidores, principalmente antes ou depois das provas. Queremos associar cada vez mais a contratação desse serviço como um benefício que traz para as pessoas”, destacou Carlos Eduardo Gondim, diretor de Vida e Previdência da Porto Seguros. 

O Seguro Viagem da Porto Seguros tem 25 coberturas para destinos nacionais e internacionais, como danos ou extravio de bagagem, problemas com voo, pagamentos de despesas com dentista e remédios, assistência médica integral no mundo todo e muito mais. Além disso, o seguro cobre situações emergenciais em saúde, decorrente ou não de doenças preexistentes, inclusive para acionamentos de Covid-19. 

Seguradora MAG amplia assistências para complementar o seguro de vida


As coberturas de seguro de vida são soluções intangíveis que proporcionam uma tranquilidade financeira no dia a dia do cliente. No entanto, pensando também em proporcionar um benefício concreto para os segurados, a MAG Seguros disponibiliza aos corretores parceiros a oportunidade de comercialização de uma série de serviços assistenciais para os clientes que contratarem um seguro de vida na companhia. 

A assistência PET oferece uma série de serviços, como transporte emergencial, atendimento emergencial, vacinas (aplicação em domicílio), funeral ou cremação, hospedagem do pet, entre outras vantagens. 

Quem contrata um seguro de vida da MAG pode optar também pela assistência residencial, que, dentre os serviços oferecidos estão, por exemplo, chaveiro, encanador, eletricista, vidraceiro, cobertura provisória de telhados, desentupimento, limpeza de ar-condicionado e instalação de barra de segurança nos banheiros. 

“A ideia de contar com um portfólio de assistências é de proporcionar ao corretor parceiro a geração de mais negócios. Já para o cliente, é a oportunidade de contar com benefícios concretos para a solução de problemas cotidianos de uma forma rápida e fácil”, explica Rodrigo Cunha, gerente de Desenvolvimento de Produtos. 

Além das assistências PET e residencial, também é possível incrementar a proteção com assistência auto e saúde, sendo esta segunda oferecendo telemedicina 24 horas e desconto em medicamentos, e segunda opinião médica. 

EZZE Seguros organiza evento para fortalecimento da parceria com corretores paulistas 

A EZZE Seguros, importante seguradora do mercado brasileiro, realizou na noite de ontem, 29 de junho, um encontro entre os parceiros de São Paulo. Realizado no espaço da Estação São Paulo, o evento teve como intuito fortalecer a parceria entre os corretores da capital paulista, além de apresentar os inúmeros diferenciais que a seguradora oferece aos seus negócios. 

O evento, liderado pelo CEO Richard Vinhosa, ao lado do vice-presidente de Relações Institucionais e Marketing Ivo Jucá Machado e do vice-presidente comercial Edson Toguchi, contou com mais de 300 convidados. Durante o evento, os executivos abordaram a importância do encontro com os parceiros da capital e também ressaltaram o momento atual da seguradora, seguidos de um vídeo institucional. 

“Nossa estratégia é simples, somos uma seguradora multiprodutos e multicanal. Entendemos que o nosso crescimento é fruto do trabalho de todos, ou seja, dos parceiros que estão presentes aqui neste evento e toda a equipe EZZE. E, o nosso principal objetivo é atender o cliente nos momentos que, efetivamente, ele mais precisa”, afirmou Richard Vinhosa, CEO da EZZE. 

Um dos diferenciais da companhia é a união de sua equipe técnica que, além de possuir expertise no ramo, oferece uma análise de riscos de qualidade e com agilidade no atendimento. O evento serviu para estreitar os laços dessa união e reafirmar a estratégia de desenvolvimento da marca. 

“Nosso mercado é, sem dúvida, caracterizado pela confiança entre todos os parceiros. Desde o começo da EZZE Seguros, nós contamos com o apoio de vocês. E, hoje, queremos agradecer por todo esse apoio e renová-lo nessa caminhada. Muito mais do que números, aqui falamos de pessoas. Hoje são 20 sócios tocando as operações e o nosso forte desafio de empreender faz com possamos construir novos produtos”, ressaltou o vice-presidente Relações Institucionais e Marketing da EZZE, Ivo Machado. 

Para o vice-presidente Comercial, Edson Toguchi, o mês de junho é muito importante. “Neste mês completo três anos de EZZE. Todos os parceiros que estão aqui, sem exceção, são pessoas que clamam para que a EZZE Seguros seja uma seguradora como é hoje: disruptiva, que pode fazer um diferencial no mercado e que tem chegado onde as multinacionais não conseguem chegar para fazer esse diferencial”, disse. 

Investimento em insurtechs desacelera, mas tem grande potencial para impulsionar seguradoras

seguros insurtech compra venda

O investimento global de capital de risco (VC) em startups InsurTech caiu para US$ 2,5 bilhões no primeiro trimestre, recuou de 50%, voltando aos níveis pré-pandemia, e deve cair novamente no segundo trimestre, à medida que o mercado volta aos níveis de financiamento pré-pandemia. Isso se deve ao novo ambiente de financiamento e ao mau desempenho das insurtechs nos mercados públicos e sinaliza que o mercado esfriou da euforia de 2021, mas o setor de seguros de US$ 6 trilhões ainda oferece grandes oportunidades e está esperando por muitas disrupções. As startups de insurtech são, na verdade, fortemente subinvestidas, em comparação com pares que visam indústrias de tamanho de mercado semelhante, como fintech, saúde e mobilidade.

É isso que revela estudo da Dealroom.co, Mundi Ventures, MAPFRE e NN Group, com base na experiência em inovação de seguros coletivos dos parceiros, para trazer insights sobre o estado atual e as tendências das insurtechs europeias e globais. O segundo trimestre está mostrando mais desaceleração até agora, de acordo com o relatório, alimentado pelo banco de dados Insurtech, uma plataforma de acesso aberto desenvolvida pela Dealroom.co, com suporte da Mundi Ventures, rastreando o ecossistema de inovação insurtech, catalogando mais de 3 mil startups, mais de 3,8 mi rodadas de financiamento e mais de 1.250 saídas de empresas inovadoras abordando todas as partes da cadeia de valor de seguros e segmentos de mercado.

“Ainda estamos entusiasmados com o impulso das insurtechs que facilitam, que ainda avança, em oposição aos disruptores listados, que não se saíram tão bem. Eles nos permitem enfrentar qualquer desafio estratégico que possamos ter, tornando-nos mais tangíveis por meio de serviços de alto valor ou nos ajudando a ‘desaparecer’ em outros produtos e serviços tornando-se transparentes ou ultra-incorporados para nossos clientes”, comentou Joan Cusco, diretor global de transformação da MAPFRE.

Segundo o estudo, a Europa registrou seu segundo melhor trimestre de todos os tempos no primeiro trimestre de 2022 e reduz a diferença com os EUA, que teve a retração mais forte. O crescimento da Ásia foi estável, enquanto a América Latina está começando a emergir.

A criação de unicórnios diminuiu significativamente. Existem agora 62 unicórnios em todo o mundo, apenas 5 foram criados até agora em 2022, em comparação com 26 em 2021.

As fusões e aquisições em insurtechs continua forte, atingindo níveis recordes no primeiro trimestre de 2022, enquanto as listagens públicas desaceleraram.

Uma boa notícia para os corretores é que as avaliações das insurtech que acessam diretamente o consumidor caíram até 95%. De acordo com o estudo, esses players enfrentaram desafios tanto na subscrição quanto na distribuição. Suas perdas ainda são superiores às médias da indústria e a distribuição direta se mostrou cara. A distribuição indireta está de volta com foco em agentes e seguros incorporados.

A parceria para mitigar riscos segue em alta. Seguradoras e insurtechs ampliam a transferência e mitigação de riscos para a prevenção. Isso acontece com o uso de IoT para monitoramento de ativos em P&C e com engajamento para comportamentos saudáveis ​​em L&H, destaca o estudo.

As mudanças climáticas lideram os riscos globais tanto no curto quanto no longo prazo. Com isso, seguradoras e insurtechs estão engajadas ativamente na transição climática, definindo metas net-zero e iniciativas em todo o setor, como a Net-Zero Insurance Alliance, ao mesmo tempo em que se concentram em software ESG, seguro paramétrico e análise geoespacial.

Estima-se que a Silver Economy, ou economia prateada, seja um mercado de US$ 15 trilhões e há muitas oportunidades para atender às diferentes necessidades das várias fases da vida adulta. Além disso, essa geração passou pela transição do analógico para o digital, de modo que o monitoramento remoto de pacientes, a telemedicina e os dispositivos vestíveis, como smartwatches, podem tornar a saúde virtual uma realidade para idosos em um futuro próximo.

Yoram Wijngaarde, CEO e fundador da Dealroom.co, afirma que relatos de ‘morte insurtech’ foram muito exagerados. “O ambiente de financiamento definitivamente mudou desde o ano passado, mas vemos isso como uma racionalização, não como um retrocesso. Há fortes sinais de que a insurtech está aqui para ficar e prosperar, especialmente na Europa.”

Javier Santiso, CEO e sócio geral da Mundi Ventures, concorda que o ambiente de financiamento esfriou da euforia de 2021, mas o setor ainda oferece grandes oportunidades e está esperando por muitas disrupções. “Vimos uma forte correção nas avaliações do mercado público e algum grau de retração também no mercado privado. Mas, no longo prazo, o seguro ainda é um mercado enorme com investimento muito baixo em comparação com fintech e saúde.”

Mercado de seguros pagou R$ 4,5 bi em benefícios no 1° quadrimestre 

seguro de vida

Fonte: Fenaprevi

O último relatório consolidado da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), com base nos dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), informa que nos quatro primeiros meses de 2022 o setor alcançou R$ 17,6 bilhões em prêmios dos seguros de pessoas, um aumento de 10,9% em relação ao ano anterior.

De acordo com a Fenaprevi, continua alto o volume de benefícios pagos aos segurados: de janeiro a abril foram R$ 4,5 bilhões em sinistros, considerado pela entidade um resultado ainda em patamar elevado (superior aos níveis de 2019), e que vem sendo observado desde o início da pandemia de Covid-19, embora o levantamento tenha apresentado uma redução de 20,6% em valores.

Ramos ganham destaque

A leitura do quadrimestre também demonstrou que a procura pelos seguros de Vida, contra Doenças Graves e o de Funeral continua aumentando, obtendo alta nos prêmios de 17%, 21,1% e 17,1%, respectivamente. Produtos que tiveram sua importância ampliada nos dois anos de pandemia, conforme se verifica nos relatórios publicados pela Federação no intervalo.

Para a Fenaprevi, os dados podem indicar um “aumento da preocupação do brasileiro com situações tais como deixar a família sem condições de se manter e de não ter como pagar tratamento médico”, relatadas em pesquisa encomendada pela instituição ao Datafolha, no final de 2021.

Resultado mensal

Especificamente, em abril (análise mensal), foram arrecadados R$ 4,5 bilhões em prêmios, 11% maior quando comparado ao mesmo mês de 2021. Já em sinistros houve R$ 1,1 bilhão em acertos, valor 38,5% menor do que o ano anterior, porém considerado elevado em relação aos números pré-pandêmicos.