Darwin Seguros recebe autorização da Susep para operar como seguradora digital na segunda edição do Sandbox

Darwin Seguros

A Darwin Seguros recebeu licença temporária da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para operar como seguradora digital. É a primeira a receber autorização na segunda edição do Sandbox, um ambiente experimental criado pelo órgão regulador para incentivar o desenvolvimento de inovações a partir do uso de tecnologias e com foco na melhoria da experiência do cliente, por meio do qual as seguradoras selecionadas encontrarão maior flexibilidade regulatória. 

Inicia sua operação em agosto, ainda em ambiente controlado, por meio de lista de espera do site e do modelo member get member, com foco no seguro de automóveis baseado em inteligência artificial e análise de dados, na cidade de São Paulo. O lançamento para o mercado está previsto para outubro de 2022.

Em entrevista ao Sonho Seguro, Firmino Freitas, COCEO e um dos fundadores da Darwin Seguros, afirma que não enxerga outro cenário que não seja já nascer como seguradora e ter liberdade para inovar. “Essa licença é um passo importante para nós e estamos muito animados e confiantes para “entrar em campo”. Afinal, estamos há mais de um ano cuidando de cada detalhe do nosso produto, da nossa tecnologia e da experiência “Darwin”, que vai surpreender, e muito, os nossos usuários”.

“O programa do Sandbox foi fundamental para estruturarmos e iniciarmos a nossa operação. Inclusive, pretendemos iniciar o processo de obtenção da Licença Definitiva ao longo do ano de 2023. Em paralelo, seguiremos participando ativamente de todas as discussões de inovação que estão acontecendo no setor, que passa por um momento de profunda transformação”, comenta Daniele Dabus, responsável pela área jurídica da Darwin Seguros.

Leia abaixo a entrevista concedida ao blog Sonho Seguro

Atuarão como seguradoras ou prestadoras de serviços para as companhias?

Nós nascemos para alavancar ainda mais a evolução no mercado de seguros e, para isso, sempre tivemos o objetivo de nascer já como seguradora pois acreditamos ser fundamental dominar o modelo de precificação e subscrição, o produto e a jornada completa do usuário, com foco principal no processo de atendimento e sinistro, para realmente entregar um produto disruptivo ao mercado de seguros. Essa licença é um passo importante para nós e estamos muito animados e confiantes para iniciar a nossa operação. Afinal, estamos há mais de um ano cuidando de cada detalhe do nosso produto, da nossa tecnologia e da experiência “Darwin”, que vai surpreender os nossos usuários.

A autorização é só para auto ou já contempla residencial e celular?

Apenas auto, mas temos no curto prazo o plano de incluir novos produtos em nossa carteira, incluindo outros produtos financeiros como, por exemplo, crédito pessoal.

Outras empresas que trabalham com telemetria anda não obtiveram o resultado esperado. Como pretende convencer a população a aceitar o uso da telemetria para ter um preço personalizado?

Na realidade, há casos de fracasso, mas há casos de sucesso também. Na nossa visão, há uma ampla gama de variáveis que entram na equação do sucesso no modelo de negócios de telemetria como, por exemplo, crescimento, canal de distribuição (qualidade dos leads originados), expertise time, entre outras variáveis. Um exemplo de sucesso é a Metromile que conseguiu reduzir a sinistralidade utilizando o modelo de negócios baseado em telemetria. Com o nosso time, nossas parcerias de distribuição (que vamos anunciar muito em breve), parceiros do setor como, por exemplo, as resseguradoras e nossa estrutura de operação e tecnologia, estamos confiantes que conseguiremos construir um modelo de negócios sustentável e saudável no longo prazo.

Vocês contam com investidores pesos pesados do mercado como Marcos Couto e Enrico Ventura. Entraram novos investidores?

Sim, contamos! No caso do Enrico Ventura, contamos com ele em todos os nossos comitês operacionais. De fato, foi transformacional tê-los conosco desde a fundação – refletindo em parcerias operacionais e comerciais mais bem estruturadas, negociações embasadas e mais conscientes com resseguradoras, atração de talentos, entre outros fatores.

Com a autorização, o que muda na rotina da insurtech?

Na realidade, por termos decidido nascer como seguradora, a licença nos permite iniciar nossa operação e colocar em prática tudo o que construímos até então.

Quando teremos produtos da Darwin?

A previsão de lançamento, ainda em ambiente controlado através da lista de espera do site e o modelo member get member, em que um usuário indica outro, é para o mês de agosto deste ano e a Darwin Seguros espera avançar para o mercado a partir de outubro. Nosso objetivo não é, e nunca será, crescer a qualquer custo. Afinal, nossa tecnologia nos permite identificar os bons motoristas e, para estes, oferecer preços mais adequados ao respectivo risco e exposição. Essa é a nossa principal missão. Além disso, temos bastante consciência da responsabilidade que é cuidar de um bem tão importante do brasileiro como o seu carro e, por isso, não abriremos mão da oferta de uma experiência diferenciada.

Quais as perspectivas de curto prazo (em 2022) e médio prazo (a partir de 2023)?

Para o curto prazo, nosso foco é deixar o nosso produto de seguro auto completo coerente com o que nos propomos a fazer desde sempre – através da nossa inteligência de dados: trazer uma experiência incrível para os nossos usuários e trazer preços adequados ao risco dos motoristas, focando nos bons motoristas. Para o médio prazo, traremos grandes novidades. Além da expansão geográfica (nosso início será a cidade de SP), traremos novos produtos de seguro para o nosso portfólio como, por exemplo, o seguro residencial e celular. Além disso, traremos outros produtos financeiros que tenham sinergias com o nosso ecossistema como o crédito pessoal. Por fim, pretendemos dar início à licença definitiva até o final do ano que vem.

Setor segurador acompanha PEC dos Combustíveis para avaliar pressão sobre a inflação e efeitos no setor

Pedro Simoes CNseg

 O economista da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), acompanha o desenrolar no Congresso da PEC dos Combustíveis, tanto por seus impactos econômicos quanto políticos. Após aprovação no Senado na semana passada, o texto segue para análise na Câmara. A nova versão da Proposta prevê o reconhecimento do estado de emergência em 2022 no País e um pacote de R$ 41,25 bilhões em auxílios, fora do Teto de Gastos. Entre as principais medidas estão a expansão do Auxílio Brasil para R$ 600,00 e do Vale-Gás de cozinha; a criação de auxílios específicos para caminhoneiros e taxistas; o financiamento de gratuidade de transporte coletivo para idosos; a compensação aos estados que concederem créditos tributários para o etanol e biodiesel e um reforça no programa Alimenta Brasil. 

“Essas mesmas mediadas colocam pressão sobre a inflação em 2023 mesmo mais adiante. A percepção da deterioração fiscal, que começou com os “furos” no Teto de Gastos no ano passado, intensificam-se. A depender da dimensão dessa deterioração, a depreciação do câmbio e aumento dos prêmios de risco poderiam até mesmo anular parte dos efeitos das medidas, ainda em 2022, tanto pela via da piora do cenário macroeconômico geral quanto na pressão sobre os próprios preços dos combustíveis, já que os preços internos são formados pelo preço internacional do petróleo e pela taxa de câmbio”, comenta Pedro Simões em seu boletim semanal. 

Ele recorda que na última sexta-feira, por exemplo, o dólar fechou a R$/US$ 5,31, desvalorização de 1,54% na semana. O mercado de trabalho, a despeito da remuneração real média ainda estar em queda em termos interanuais (tanto por efeito da inflação alta quanto pela composição da recuperação das vagas de emprego, com salários tipicamente mais baixos até mesmo nas ocupações formais), tem se mostrado mais favorável, o que pode dar alguma sustentação à atividade, mesmo no cenário mais adverso de desaceleração do segundo semestre, que deve ocorrer com os efeitos defasados da política monetária. 

“O Copom, aliás, reforçou em sua comunicação a ideia de que, depois de aumentar a Selic em mais 0,5 ponto percentual em agosto, deve “parar” para analisar o cenário e os efeitos do ajuste já realizado e das mudanças na conjuntura na inflação. Depois de alguns meses sem surpresas negativas, o IPCA-15 de junho veio acima do esperado. Por isso, atenções também estarão voltadas para a divulgação do IPCA de junho nesta sexta-feira (08/07)”, cita o economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas desta semana no portal da CNseg.

Fitch: setor de seguros cresce e ROEs aumentam no primeiro trimestre

Os prêmios da indústria continuaram a crescer no 1T22, com alta de 15%, após crescimento de 12% em 2021. Todos os segmentos registraram aumento, com os ramos de ramos elementares apresentando o maior crescimento de aproximadamente 22% em relação ao 1T21. O crescimento contínuo dos prêmios reflete, em parte, sinais de atividade econômica, reajustes de preços devido à inflação e maior conscientização do público para o seguro de vida devido à pandemia, traz a Fitch em seu mais recente relatório sobre o seguro de seguros.

O PIB brasileiro cresceu 1,0% no 1T22, na comparação com os três meses anteriores, registrando aumento pelo segundo trimestre consecutivo. Isso se deve principalmente ao crescimento do setor de serviços. A inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), aumentou 1,62% em março de 2022 e atingiu 11,3% em 12 meses, mais de três vezes a meta do governo para o ano. Os principais indicadores de crédito do setor permaneceram adequados em março de 2022.

Os ROAEs aumentaram ligeiramente em relação a 2021, mas o índice permanece abaixo do período pré-pandemia. A capitalização e a liquidez do setor apresentaram uma ligeira deterioração, mas permaneceram adequadas. No entanto, apesar da folga de capital adequada, a qualidade dos investimentos continua a exercer pressão negativa sobre as seguradoras do país, dada a concentração dos investimentos em títulos soberanos.

Zurich anuncia Fabio Leme e José Bailone em seu comitê executivo

29/05/18 - HDI - Fabio Leme

A Seguradora Zurich anuncia duas mudanças em seu comitê executivo. No dia 11 de julho, o executivo Fábio Leme passará a ocupar o cargo de Diretor Executivo de Personal Lines e Marketing & Comunicação.

Fábio Leme tem 25 anos de experiência em diversos segmentos, boa parte deles em seguros. É formado em estatística pela Universidade Estadual de Campinas, tem uma pós-graduação em administração e marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, e possui um MBA em gestão de negócios pela Fundação Dom Cabral. É conselheiro de diversas companhias, como Hannover Re, Turn2C e Extramed e, antes de ingressar na Zurich, teve passagens pela HDI Seguros, Santander e Itaú Unibanco. 

Já José Bailone, até então Diretor Executivo de Underwriting P&C (subscrição em seguros de ramos elementares, em tradução livre), assume também a Diretoria Executiva de Seguros Corporativos, antes ocupada por Roberto Hernández, que volta à Espanha, sua terra natal após oito anos no Brasil para assumir novos desafios na filial da Zurich daquele país.

Bailone, que trabalha no Grupo Zurich há mais dez anos e tem mais de 30 de experiência em grandes companhias, é formado em engenharia mecânica pela Universidade Paulista e possui um MBA em administração e negócios pela IESE Business Scholl. Antes de ingressar na seguradora suíça, teve passagens pela Mapfre (onde atuou por 20 anos) e Berkley International Brasil.  

Programa de Voluntariado da Zurich soma 7 mil horas dedicadas e mais de 300 mil pessoas impactadas

Fonte: Zurich

A Responsabilidade Social Corporativa é um dos principais pilares de sustentabilidade do Grupo Zurich. É por meio dela que a companhia cumpre sua estratégia de investimento na comunidade global e, assim, vem prestando ajuda humanitária por meio de ações de voluntariado e doações em vários países e territórios em que atua, como é o caso do Brasil. 

No país, a Seguradora Zurich conta com diversas iniciativas de cunho social, por meio das quais colaboradores voluntários se dedicam a atividades e causas em favor do próximo. Desde 2018, quando o Programa de Voluntariado Corporativo da seguradora foi estruturado, foram mais de 7 mil horas voluntárias, beneficiando cerca de 300 mil pessoas, na maioria indivíduos em situação de vulnerabilidade social, de baixa renda, jovens, mulheres, afrodescendentes, refugiados e membros da comunidade LGBTQIA+. Só em doações, foram mais de R$ 28 milhões, em parceria com outras instituições, como a Zurich Santander e a Z Zurich Foundation. 

Entre 2018 e 2021, a Zurich colaborou com 16 organizações diferentes, e só no ano passado foram 26 ações de voluntariado com diferentes instituições, que somaram cerca de 977 horas de trabalho de mais de 200 funcionários da companhia que abraçaram tais atividades. Não por coincidência, o escritório brasileiro foi o ganhador, em novembro passado, do prêmio Community Hero Awards 2021, concedido pela Z Zurich Foundation, fundação corporativa estabelecida pela companhia global, que é o principal veículo pelo qual ela cumpre sua estratégia de investimento na comunidade mundial. A entidade reconheceu o esforço coletivo da empresa no Brasil, e como parte do prêmio, disponibilizou R$ 150 mil para serem distribuídos entre as instituições apoiadas no país. 

Dentre os beneficiados pelo Programa de Voluntariado estão entidades como o Origens Brasil®, uma rede que promove negócios sustentáveis na Amazônia em áreas prioritárias de conservação, com garantia de origem, transparência, rastreabilidade da cadeia produtiva e promovendo o comércio ético.

Já outros projetos objetivam preparar jovens para o mercado de trabalho. É o caso do programa Talentos para o Futuro, conduzido com o Instituto Techmail e que consiste num curso de 3 meses de duração. O propósito é capacitar e formar pessoas em estado de vulnerabilidade social, como portadores de deficiência, mulheres, afrodescendentes, indivíduos trans e refugiados com idade entre 16 e 21 anos, para que tenham oportunidades de ingressar no mercado de trabalho, inclusive no de seguros. O projeto teve início no final de 2020 e se estende até 2023, período em que 360 jovens distribuídos em 12 turmas de 30 alunos devem ser beneficiados.Ambos os projetos citados são tocados em colaboração com a Z Zurich Foundation.

Toda a atuação do Programa é possível graças ao trabalho de incentivo que acontece internamente na Seguradora Zurich. “Quando começamos, em 2018, contamos com a ajuda de 210 funcionários que se colocaram à disposição para o trabalho. Em 2019, tivemos um aumento de 132 voluntários. No ano seguinte, por conta da pandemia, vimos esse número baixar, mas ainda tínhamos 239, número maior do que no início do projeto”, conta a Gerente de Comunicação Corporativa e Responsabilidade Social da Seguradora Zurich, Ana Matta.

 Programa de Voluntariado mantém ritmo em 2022

Com o avanço da vacina e a volta à normalidade, a Zurich tem reforçado a necessidade de engajamento entre todos os funcionários no Brasil para que o Programa de Voluntariado da seguradora alcance cada vez mais pessoas e desenvolva habilidades nos funcionários.

“Nos debruçamos em engajar nossos funcionários para o Programa, pois entendemos que o voluntariado é uma via de mão-dupla: ao mesmo tempo em que eles doam o tempo e energia deles, ajudando quem mais precisa, o processo contribui para o desenvolvimento profissional, já que eles têm oportunidade adquirir ou trabalhar competências e também sua consciência humanitária. O voluntariado desenvolve nossa capacidade de sentir empatia, o que é ótimo em todas as esferas da vida, inclusive na profissional”, reflete Ana Matta.

Em 2022, a Zurich está apoiando, com a ajuda de seus voluntários, 10 organizações com atuação em diferentes segmentos. São elas: OSESP, Fundação Julita, Instituto Esporte e Educação, e Instituto Techmail, todos da capital paulista; Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto, do interior do estado de São Paulo; IPPE e APAE, de Minas Gerais; a APAE de Balsas, no Maranhão; e o Instituto Imaflora, com o Projeto Origens®, do Amazonas. 

“Os projetos apoiados neste ano são bastante plurais, assim como a atuação do time de voluntariado da Zurich.  No nosso programa, temos um diferencial importante, porque além do voluntariado não-técnico, que pode ser realizado por qualquer pessoa, desenvolvemos o voluntariado técnico, que são atividades que necessitam de expertise profissional e que, se não fossem doadas, provavelmente teriam que ser contratadas pelas instituições”, afirma a executiva. 

Ela continua: “Este ano, temos o compromisso global de doar 150 mil horas voluntárias, em homenagem aos 150 anos da empresa. Estamos ansiosos para contribuir com esta meta e ver a mudança social que nossas ações são capazes de causar, tanto nos grupos de pessoas que são beneficiadas pela força do nosso trabalho voluntário, quanto nos próprios voluntários”, finaliza.

Baeta Assessoria firma parceria com as seguradoras Alfa, Pottencial e Prudential do Brasil

A Baeta Assessoria firmou parceria, neste mês, com mais três seguradoras, ampliando sua capacidade e capilaridade em diferentes ramos de seguros. São elas: a Alfa Seguros – tradicional empresa com produtos de Auto, Pessoas, Patrimonial, Afinidade e Previdência; a Pottencial – líder em Seguro Garantia; e a Prudential do Brasil – umas das principais seguradoras de Vida do país.

“Ao longo de mais de duas décadas de atuação, investimos em parcerias para assessorar cada vez melhor os corretores. Prática que vem conquistando a confiança das seguradoras e dos profissionais de seguros e que tem por objetivo garantir uma trajetória profissional de qualidade, inovadora, confiável e plena de oportunidades para os colaboradores da empresa”, destaca Luiz Philipe Baeta Neves, CEO da Baeta Assessoria.

Allianz Seguros anuncia Luciano Calabró Calheiros como diretor executivo

Luciano Calheiros

A partir de 1º de agosto, Luciano Calabró Calheiros assumirá a diretoria executiva de Negócios Corporativos e Saúde da Allianz Seguros. Luciano se reportará ao presidente da seguradora Eduard Folch e será um dos membros do Comitê Executivo da empresa.

Com quase 30 anos de atuação no setor de seguros, Calheiros iniciou sua carreira na Allianz Brasil, tendo, inclusive, atuado por três anos na matriz, em Munique (Alemanha). “Após 16 anos, Luciano retorna para reforçar o nosso time de executivos e dar suas contribuições na inovação e na alavancagem de oportunidades de negócios em riscos corporativos e seguro saúde às PMEs e grandes empresas”, diz Folch.

O executivo acumula passagens em players do mercado, como Zurich, Liberty, Swiss Re, Willis Towers Watson e, por último, Berkley Brasil, como CEO.

Insurtech GEO lança 2ª edição do estudo Home Equity no Brasil

insurtech GEO

A GEO, empresa de tecnologia pioneira na gestão e comercialização 100% online de seguros de linhas financeiras, anuncia o lançamento da segunda edição do seu estudo Home Equity no Brasile traz a provocação “a quem interessa reduzir a cobertura securitária e desproteger a operação de crédito com garantia de imóvel (home equity)?”.

As operações de Home Equity, também conhecidas como Crédito com Garantia de Imóvel (CGI) ou Refinanciamento, seguem ganhando relevância no Brasil. Nos últimos 4 anos, de acordo com a Abecip, houve um crescimento acumulado no montante de concessões superior a 80%. Diante disso, vemos a importância de se ter um panorama deste mercado e entender quais são as coberturas securitárias necessárias nessas transações.

Valor emprestado na modalidade Home Equity

Fonte: Abecip.

Além de ser uma proteção imprescindível para os agentes financeiros, o seguro Habitacional garante a permanência do bem para as famílias. O que se mostrou essencial diante da pandemia de SARS-CoV-2: o índice de sinistralidade foi de 21% em 2019 para 37% em 2021 (Sistema de Estatísticas da Susep).

“Para que o nosso Sistema Financeiro Imobiliário  tenha a solidez que desejamos, e que as operações de Home Equity ganhem a tração esperada nos próximos anos, é imprescindível uma cobertura securitária adequada e alinhada aos contratos de crédito de cauda longa”, comenta Rossana Costa, diretora da GEO. Segundo informações da Abecip, o prazo médio das operações de crédito com garantia de imóvel é de 13 anos, podendo chegar a 20.

A executiva, que trabalha com seguros de linhas financeiras voltadas para o mercado imobiliário há mais de 40 anos e acompanhou de perto o nascimento do Home Equity no Brasil, completa. “Criamos este material com a intenção de agregar informações sobre o tema, oferecendo subsídios para as decisões do consumidor e demais players dos mercados imobiliário e securitário, bem como do sistema financeiro como um todo”.

Alper é finalista do Top of Mind de RH 2022

alper seguros

Fonte: Alper

A Alper Consultoria em Seguros foi escolhida como uma das cinco finalistas do 25º Top of Mind de RH 2022 na categoria “Consultoria em Benefícios”. Este é um prêmio de lembrança espontânea que valoriza a jornada de todos que participam, dos indicados e dos vencedores. Um selo de confiança que é conquistado através do reconhecimento de profissionais de RH de empresas em todo o país. No dia 30 de junho a Alper participou do evento que homenageou as empresas “Top 5” de cada categoria. Os indicados participaram de um coquetel e receberam o troféu em homenagem a indicação. 

“Esse reconhecimento espontâneo é muito importante para a Alper, que tem investido continuamente no estabelecimento de uma cultura colaborativa e de muito engajamento dos nossos colaboradores. Essa indicação mostra que estamos no caminho correto e é motivo de muito orgulho para nós”, afirma Carolina Lima, diretora de Gente e Gestão da Alper. 

Nos últimos anos a Alper vem trabalhando para proporcionar as melhores ferramentas de gestão de pessoas para os colaboradores, atuando com um processo estruturado de Gestão de Desempenho, que proporciona para o time e para o líder inúmeras possibilidades de desenvolvimento. “Ouvir para nós é essencial, sabemos que a evolução de uma organização só acontece de forma estruturada e sustentável se dermos espaço para que nosso time possa compartilhar suas opiniões, por isso, anualmente participamos da pesquisa GPTW, e seu resultado reflete que estamos no caminho certo, fomos certificados pelo 3º pelo GPTW e reconhecidos em 2022 como 1º lugar do ranking ‘Melhor Corretora de seguro saúde para se trabalhar’. Cuidar, desenvolver e celebrar com nossas pessoas, são os pilares essenciais para que nosso time encontre sempre as melhores soluções para nossos clientes”, ressalta Carolina. 

Generali Brasil adota WhatsApp para oferecer comunicação inteligente e automatizada aos clientes

Fonte: Generali

A Generali Brasil implementou o WhatsApp no funcionamento de suas operações, com o intuito de trazer benefícios tanto para a organização quanto para os seus clientes. Com o melhor controle de acessos dos operadores de atendimento, facilidade aos usuários e ainda mais métricas operacionais, a ferramenta tem como objetivo ser uma abordagem omnichannel completa em todos os seus canais de distribuição. A estratégia omnichannel ou multicanal é muito utilizada entre as grandes empresas para melhorar a experiência do usuário e conduzir melhores relacionamentos com o cliente nos pontos de contato, ou seja, entre os canais de comunicação.

A Generali acredita que, ao optar pela experiência omnichannel, ela unifica as mensagens com o cliente em todos os canais de comunicação disponíveis, além de introduzir, cada vez mais, as plataformas online ao usuário. Ao buscar mais do que apenas alcance, a seguradora considera que a transformação digital e a simplicidade de contato promovem agilidade, atração de novos consumidores e otimização de processos internos.

“Demos mais um passo em nosso processo de transformação digital. Nós entendemos que a Generali tem que estar sempre atenta às atualizações do mercado, adotando novas iniciativas para ser ainda mais parceira do cliente. Ao escolher um aplicativo como o Salesforce WhatsApp Business, conseguimos ter ainda mais agilidade nas operações, gerando maior engajamento e ganho de produtividade. O cliente sentirá rapidamente essa mudança na ponta”, declara Alexandre Muniz, Vice-Presidente de TI, Operações e Sinistros da Generali Brasil.

O WhatsApp é um dos aplicativos mais consolidados e populares no Brasil. Segundo dados da pesquisa da Mensageria no Brasil, o aplicativo está presente em 99% dos celulares no Brasil, com apenas 1% de chance de desinstalação do aplicativo. O estudo ainda indica que 76% dos usuários usam a ferramenta para contatar empresas a respeito de custo de serviços ou produtos, esclarecimento de dúvidas e fechamentos de negócios. “Analisamos o mercado e percebemos que, cada vez mais, os consumidores desejam fazer negócios com empresas que oferecem atendimento por canais digitais”, conclui Muniz.