Mitsui Sumitomo intensifica a valorização dos talentos internos

Mitsui sumitomo seguros

A Mitsui Sumitomo Seguros promoveu Clayton Izzo Palandrani, que está há 14 anos na seguradora, para o cargo de diretor de TI, Operações e Call Center. Formado em Ciências da Computação e pós-graduado em Gestão de TI, o executivo atua há 22 anos em projetos voltados para a inovação tecnológica no setor de seguros. “Me sinto muito feliz e motivado com este desafio, podendo escrever novos capítulos nessa longa jornada, contando sempre com o apoio de um time muito forte e competente”, comentou. 

Clayton iniciou sua jornada na Mitsui Sumitomo Seguros em 2009, como consultor e gerente de projetos para construção do Portal do Corretor. Em 2011, foi promovido e integrou o time como gerente de TI. Devido seu conhecimento adquirido em negócios e processos, passou a atuar como head de TI Front-Office & Operações e em 2019 como superintendente. Clayton nestes 14 anos teve oportunidade de ir duas vezes à casa matriz em Tokio, sendo uma delas para receber um reconhecimento de um importante projeto implementado.

Entre os principais projetos realizados neste período na Mitsui Sumitomo, Clayton destaca a implementação, em 2022, da primeira etapa do novo Portal Digital MSS, um sistema cloud-based, criando um jeito rápido e moderno de fazer seguro Auto (em fase piloto). “Trata-se de uma plataforma escalável, que acelera o lançamento de novos produtos e flexibiliza modelos de comercialização, visando atender a abertura do mercado segurador”, conta. 

O novo diretor também reforça a importância do investimento do grupo em processos digitais para aumentar a eficiência da seguradora no Brasil, como nos processos de sinistro Auto, Vistoria Prévia e Welcome Kit 100% digitais, além, claro, dos serviços atendidos pela Miti, a assistente virtual que já é responsável por 41% dos atendimentos realizados.

Para 2023,  Clayton tem como prioridade a construção de novos motores de cálculo para o seguro residencial, além da nova jornada de vendas no Portal Digital MSS, que contará com endosso online. Também fará uma grande transformação digital nos processos de sinistro de RE Massificados, P&C e Transportes. 

O novo diretor de TI concorda que há muito trabalho pela frente, mas se sente confiante na entrega das demandas neste ano. “Trabalho em equipe, inovação, foco em resultado e conhecimento em negócios são os pontos fortes da nossa equipe”, diz ele com orgulho da filosofia do grupo japonês: #tomoni, que significa “estamos juntos”. 

“Nosso reconhecimento mais do que merecido ao comprometimento e entregas do Clayton em sua carreira profissional e dedicação ao nosso grupo. Tenho total convicção que ele dará continuidade ao Projeto de Inovação da Mitsui Sumitomo que trará benefícios aos nossos corretores, assessorias e parceiros de negócios”, finaliza Helio Kinoshita, vice-presidente da Mitsui Sumitomo Seguros. 

MAG Seguros completa 188 anos

mag seguros

Hoje, 10 de janeiro, marca o aniversário de 188 anos de aniversário da MAG Seguros, a seguradora mais longeva do país com atuação especializada em seguro de vida e previdência. Ao longo de sua bem-sucedida história, a empresa buscou continuamente a renovação e a reinvenção, sendo uma protagonista e uma referência em inovação no setor, sem abrir mão do propósito de levar proteção a milhões de famílias no Brasil.

Com pés no presente e olhar no futuro, a MAG Seguros tem inovação e tecnologia em seu DNA, a companhia está sempre focada em desenvolver serviços únicos e tecnologia que oferecem soluções para facilitar a vida dos clientes, corretores e parceiros de negócio. Um exemplo disso é o reconhecimento contínuo no Prêmio de Inovação do Valor Econômico, com o 2º lugar na categoria de Seguros e Planos de Saúde entre as empresas que mais inovam no país. 

Uma das iniciativas que fazem parte do ecossistema de inovação é o Insurtech Innovation Program, criado em 2018 em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Nele, os participantes desenvolvem projetos com impacto significativo para a indústria de seguros, ao mesmo tempo que aprendem. Neste período, foram executados mais de 80 projetos com a participação de mais de 500 pessoas.

Merece destaque, ainda, o Venda Digital, tecnologia possibilita a realização da venda de todo portfólio da MAG Seguros em qualquer lugar do país e de forma remota. Esse processo permite a implantação da proposta e o pagamento das comissões de forma mais ágil e com a máxima segurança, tanto para o segurado quanto para o corretor.

A MAG Seguros tem sua história marcada por grandes feitos, como o pagamento da pensão mais longa da história da previdência brasileira, no século e o reconhecimento pelo governo federal como precursores da previdência no país. Dentre as personalidades históricas que foram clientes ou beneficiários da companhia estão o Marques de Sapucaí, Duque de Caxias, Benjamin Constant, Almirante Tamandaré, Chiquinha Gonzaga e Marquesa de Santos.

Nesta semana, como forma de celebrar os 188 anos, a MAG Seguros realiza de forma híbrida o MAGNEXT, que contempla eventos direcionados aos colaboradores, além de mais uma edição do Congresso Potencialize — aberto a corretores e parceiros de negócio — e as cerimônias de reconhecimento do Galo de Ouro 2022, uma das mais tradicionais campanhas do mercado segurador brasileiro.

Tokio Marine unifica diretorias comerciais do interior de São Paulo

Fonte: Tokio

A Tokio Marine anuncia mudança na diretoria Comercial Regional SP Interior.  A partir deste ano, as duas diretorias da região passam a ser uma diretoria única, com Julio Sato à frente da gestão. O executivo acumula uma vasta experiência no mercado de seguros, em quase 40 anos de atuação dedicados ao segmento.

“Estou confiante em mais esse passo na minha trajetória profissional e na ampliação do trabalho que já vinha desenvolvendo junto aos nossos Parceiros de Negócios, Corretores de Seguros e Assessorias do interior de São Paulo. Nos últimos anos, trabalhamos com grandes parceiros e realizamos ótimos negócios na região que contribuíram diretamente para alavancar a produção da Companhia. Com a unificação, a diretoria Comercial Regional SP Interior passa a ser uma das maiores da Tokio Marine”, observa Sato.

Sato ingressou na Real Seguros em 1999, como superintendente Comercial da sucursal de Campinas (SP).Em 2005, a empresa foi incorporada pela Tokio Marine, onde ele permaneceu no cargo. Alguns anos depois, em 2009, o executivo foi promovido a superintendente da Regional SP Interior I e, posteriormente, em 2014, a diretor Comercial na região. 

“A unificação das diretorias da região e a escolha do Julio para capitanear esse desafio de reestruturação estão alinhadas à nossa estratégia de negócios nacional. O interior de São Paulo é uma região extremamente importante para a Tokio Marine e estamos certos de que a longa experiência que ele possui nesse mercado continuará auxiliando no desenvolvimento da Companhia na região”, avalia o diretor Comercial Nacional Varejo da Tokio Marine, João Luiz de Lima. 

A diretoria Comercial Regional SP Interior compreende as sucursais nas cidades de Campinas, Jundiaí, Sorocaba, Piracicaba, São Jose dos Campos, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São Carlos, Bauru e Presidente Prudente.

Perdas com catástrofes naturais chegam a US$ 120 bilhões em 2022, segundo Munich Re

Munich Re perdas catastrofes

Com perdas totais de cerca de US$ 270 bilhões (US$ 320 bilhões no ano anterior) e perdas seguradas de aproximadamente US$ 120 bilhões (US$ 120 bilhões no ano anterior), 2022 se junta à série de anos recentes com altas perdas. As perdas gerais ficaram próximas da média dos últimos cinco anos, enquanto as perdas seguradas ficaram significativamente acima da média (2017–2021: US$ 97 bilhões).

Segundo estudo divulgado pela Munich Re, o alto nível contínuo de perdas seguradas está afetando as seguradoras em um momento em que elas estão tendo que lidar com altas taxas de inflação e uma base de capital cada vez menor devido ao aumento das taxas de juros. Por outro lado, o efeito positivo sobre os investimentos de taxas de juros mais altas só virá com o tempo.

Em uma das raras citações neste estudo anual, aparece o Brasil. Uma seca severa ocorreu na América do Sul. No sul do Brasil, as quebras de safra causaram bilhões de dólares em perdas, de acordo com um instituto de pesquisa agrícola estatal. Em 2022, o volume de indenizações ultrapassa R$ 10 bilhões.

“Dois fatores devem ser lembrados ao considerar os números de desastres naturais de 2022. Em primeiro lugar, estamos vivenciando condições de La Niña pelo terceiro ano consecutivo. Isso aumenta a probabilidade de furacões na América do Norte, inundações na Austrália, secas e ondas de calor na China e chuvas de monção mais fortes em partes do sul da Ásia. Ao mesmo tempo, a mudança climática tende a aumentar os extremos climáticos, com o resultado de que os efeitos às vezes se complementam”, explica Ernst Rauch, Cientista Chefe do Clima da Munich Re.

AXA no Brasil apresenta novo Comitê Executivo

Erika Medici AXA

A AXA no Brasil anunciou hoje a nova formação de seu Comitê Executivo, que passa a ter sete membros reportando-se diretamente à Erika Medici, CEO da companhia desde fevereiro de 2020. Dos executivos da casa, Karine Brandão assume a Vice-Presidência Comercial e Marketing, após sete anos como Diretora Comercial, posição em que foi responsável pela Regional Rio de Janeiro e Espírito Santo, pela Filial Digital e pelo atendimento a Mega Brokers. Arthur Mitke, por sua vez, passa a fazer parte do Comitê Executivo como Vice-Presidente de Operações, Sinistros e Experiência do Cliente. Arthur ingressou na AXA em 2016 como líder na área de Sinistros e em 2020 assumiu o desafio de cuidar da experiência do cliente de ponta a ponta.

Do mercado, juntam-se à companhia Ana Carolina Mello como Vice-Presidente de Subscrição e Bruno Porte como Vice-Presidente de Tecnologia e Transformação. Ana Carolina acumula mais de 25 anos de experiência no mercado de seguros, já tendo passado por grandes grupos multinacionais, além de ter atuado como empreendedora e consultora com foco em digitalização de produtos de seguros. Ela também é Conselheira Consultiva da Sou Segura desde 2018. 

Bruno tem histórico semelhante: acumula experiência em diversas multinacionais de seguros, tendo ingressado no mercado há cerca de 20 anos, sempre com foco em Tecnologia e Inovação. Completam o grupo, Antoine Gérard, Vice-Presidente de Finanças e Estratégia; Alexandre Campos, Vice-Presidente de RH, Compliance, Jurídico e Sustentabilidade; e Alexander Galli, Vice-Presidente de Riscos.

“A estrutura foi redimensionada tendo em vista o acelerado crescimento da companhia e nossa ambição para o Brasil. Outro destaque é a unificação das estruturas de P&C e de Afinidades sob as mesmas lideranças, tanto na área Comercial, como na área de Subscrição, com o objetivo de aumentar a sinergia entre esses negócios. Desejo muito sucesso a todos em seus novos desafios”, conclui a CEO Erika Medici.

Zurich aprova fundo de catástrofe para auxiliar vítimas de enchentes na Bahia

Fonte: Zurich

A Seguradora Zurich aprovou um fundo de catástrofes de R$ 2,4 milhões para auxiliar comunidades em situações de calamidade pública no Brasil, provenientes de ocorrências como enchentes, alagamentos e outras situações adversas, até setembro de 2023.
 
Parte do recurso já está sendo destinada para ações – emergenciais em prol das vítimas das enchentes nas cidades de Dário Meira, Aurelino Leal, Baixa Grande, Pau Brasil, Itabuna, Ilhéus, Salvador e Feira de Santana, da Bahia.
 
Os recursos serão direcionados, através do Movimento União BR com gestão corporativa e financeira do Instituto da Criança, para a compra de cestas de alimentos e refeições desidratadas, que devem beneficiar mais de 16 mil atingidos pelas fortes chuvas na região ao longo dos meses de dezembro de 2022 e janeiro de 2023. De acordo com a Sudec (Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia), 1.740 pessoas estão desabrigadas, 20.262 desalojadas e 166.094 foram afetadas pelas fortes chuvas no estado.

“O fundo de catástrofes é parte do nosso programa de Responsabilidade Social Corporativa”, conta Ana Matta


 
“Com a aprovação desse fundo para uso futuro, estamos garantindo agilidade na destinação de doações para pessoas em situações como esta, da Bahia, fazendo com que os recursos cheguem mais rapidamente a quem precisa”, conta Ana Paula Maniá da Matta, Gerente de Comunicação e Responsabilidade Social Corporativa da seguradora. “Já trabalhamos com o Movimento União BR e o Instituto da Criança em outras oportunidades, que assim como em 2021, – identificaram prontamente a necessidade da destinação de fundos para a Bahia em função das chuvas, a fim de suprir as necessidades mais emergenciais dos atingidos”.
 
Seguradora já utilizou fundo para chuvas na Bahia e Covid-19

Assim como aconteceu em 2021, quando a companhia fez doação de recursos para ações de atendimento imediato às famílias atingidas e para a reconstrução da infraestrutura das cidades afetadas na Bahia, mais uma vez a Seguradora Zurich conta com a parceria do Movimento União BR que que atua em prol de pessoas em situação de vulnerabilidade social e possui um hub de distribuição na Bahia. O Instituto da Criança, sediado no Rio de Janeiro, é o parceiro corporativo e financeiro do Movimento.
 
A organização também foi a parceira da Zurich na destinação de recursos em 2021 para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 no país. Na ocasião, foram doadas miniusinas de oxigênio para o estado do Amazonas durante o período mais crítico da pandemia no estado.
 
“O fundo de catástrofes é parte do nosso programa de Responsabilidade Social Corporativa, e junto aos nossos parceiros, estamos sempre atentos às necessidades das comunidades espalhadas pelo país, mobilizando recursos para apoiá-las em momentos como esses”, finaliza Ana Matta.

CNseg repudia as invasões e as destruições em Brasília

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) repudia veementemente as invasões e as destruições no Palácio do Planalto, no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Congresso Nacional, em Brasília, ocorridas nesse domingo, 08 dejaneiro de 2023. Como entidade que representa 160 empresas do setor segurador e uma defensora fiel da vida e do desenvolvimento econômico e social do Brasil, a CNseg reitera que a depredação dos bens públicos é um ataque ao Estado Democrático de Direito e à sociedade brasileira, contribuindo para um atraso no crescimento do país, na geração de emprego e renda e na superação da desigualdade social.

FenaSaúde – Manoel Peres, Presidente da FenaSaúde, e Vera Valente, Diretora-executiva da FenaSaúde

A Federação Nacional de Saúde Suplementar, representante de grandes operadoras de planos e seguros privados de saúde do país, manifesta o seu total repúdio às ações antidemocráticas que culminaram na invasão e depredação dos edifícios do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal no último domingo, 8 de janeiro de 2023. Também presta apoio às instituições que, igualmente, se posicionaram publicamente contra tais atos de vandalismo, tal qual o Fórum de Dirigentes de Agências Reguladoras Federais, liderado pelo presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Paulo Rebello. A violência e o desrespeito às instituições não condizem com uma Nação que precisa urgentemente promover mais segurança e bem-estar à sua população, em especial no âmbito da Saúde.

Edson Toguchi, CEO da Berkley, prioriza desenvolvimento de produtos

A Berkley International do Brasil Seguros anuncia a contratação do executivo Edson Toguchi como CEO da seguradora. Em conjunto com Leandro Garcia Okita, vice-presidente Brasil e Regional para América Latina e Caribe, Toguchi é formado em administração de empresas com ênfase em finanças e pós-graduado em Gestão de Seguros e Previdência Privada, atua no mercado há 32 anos, liderando grandes seguradoras. 

“A Berkley é uma seguradora multinacional de tradição, presente no Brasil há mais de 15 anos e a minha chegada na família Berkley contribuirá para transformar a empresa em uma seguradora de entrega, com excelência nos serviços de seguro, com os nossos esforços focados principalmente na cotação, emissão, atendimento, análise e pagamento de sinistros”, comenta Toguchi. O momento é de transformação não somente para a Berkley, mas para todo mercado segurador, com mudança significativa para o consumidor em relação aos serviços, produtos de seguros, subscrição dos riscos e tecnologia”, completa o executivo.

A seguradora entende que já possui um portfólio de seguros bastante diversificado, focado em garantia, transportes, responsabilidades, engenharia, property, equipamentos, bike, eventos e pessoas, informa ainda que pretende expandir a sua atuação para atender as necessidades do mercado e dos clientes. Como mensagem final para os parceiros corretores, o Edson Toguchi comenta: “aguardem as novidades de produtos que serão lançados nos próximos meses”.

Governo sem seguro para reconstruir a destruição causada por bolsonaristas extremistas

estragos brasilia

Sem seguro. O governo federal não tem o hábito de contratar seguro para seus bens. E mesmo que contratasse, atos de vandalismo são excluídos das apólices. “Atos de vandalismo são riscos excluídos na maioria das apolices de seguros de danos”, disse um porta voz do segmento de seguros de bens e responsabilidades (ou, na sigla em inglês, Property & Casualty – P&C). Com terrorismo, como classificam algumas mídias, as seguradoras são ainda mais rígidas. Até oferecem a cobertura, mas a preços tão elevados que praticamente ninguém contrata. “Alguns ministérios até tem uma ou outra apólice, mas planalto, congresso e STF não”, afirmou um executivo do setor que pediu anonimato.

Mais de 400 criminosos já foram presos pelas forças de segurança após os atos de vandalismo e destruição praticados ontem por bolsonaristas extremistas, que invadiram Brasília em mais de uma centena de ônibus que chegaram a capital federal no domingo. O grupo protesta contra a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições 2022. As áreas do térreo do Planalto, como a galeria de presidentes da República, e outras áreas do segundo e terceiro andar foram danificadas. Uma obra do pintor carioca Di Cavalcanti no Palácio do Planalto, vidraças e peças artísticas históricas estão na lista dos estragos.

“Estive agora à noite no Palácio do Planalto e no STF. Os golpistas que promoveram a destruição do patrimônio público em Brasília estão sendo identificados e serão punidos. Amanhã retomamos os trabalhos no Palácio do Planalto. Democracia sempre. Boa noite”, escreveu o presidente Lula em sue twitter.

As agitações sociais estão no radar das seguradoras em todo o mundo. No Brasil, diante da polarização política, o tema é acompanhado com muita atenção, pois podem causar danos físicos, interrupção de negócios ou perda de receitas. Ontem, as perdas geradas pelas manifestações, até agora, estão concentradas em Brasília.

A Verisk Maplecroft, uma empresa de pesquisa especializada em análise de risco global, estimou que 75 países vivenciaram um aumento nos protestos até o final de 2022. Destes, mais de 30 – grande parte na Europa e nas Américas – provavelmente verão uma atividade significativa. A violência política também causou importantes sinistros de seguros em 2020.

Enquanto os protestos, após a morte de George Floyd, que ocorreu em 140 cidades dos EUA, foram em sua maioria pacíficos; os incêndios, o vandalismo e os saques que ocorreram custarão ao segmento segurador pelo menos US$ 1 bilhão a US$ 2 bilhões em sinistros, de acordo com Axios.  Este valor leva em conta também o lucro que as empresas deixam de ter, numa cobertura chamada lucro cessante. Durante as manifestações dos “Coletes Amarelos”, lojas ao longo da Champs Elysees em Paris foram saqueadas e muito danificadas, o que afugentou os clientes. Após apenas algumas semanas de protestos, a federação francesa de varejo informou que os varejistas haviam perdido, em todo o país, US$ 1,1 bilhão em receitas, relata a AGCS, seguradora de grandes riscos do grupo Allianz, em recente estudo.

As empresas também devem rever suas apólices de seguro. As apólices de P&C podem cobrir sinistros de violência política em alguns casos, mas as seguradoras também oferecem cobertura especializada para mitigar o impacto de greves, motins e comoção civil através do mercado especializado em violência política. “Anteriormente, esta cobertura era vista como um ‘é bom ter’ para os clientes e ‘nada com que se preocupar demais’ pelas seguradoras. Entretanto, isto mudou desde 2018, pois tanto a frequência quanto a gravidade destes eventos aumentaram significativamente. Vemos o crescente interesse e demanda por coberturas de violência política por parte das empresas”, comentou Bjoern Reusswig, director global de Violência Política e Soluções para Ambientes Hostis da AGCS, no estudo.

Rede Lojacorr destaca tendências do mercado de seguros em 2023

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Fonte: Rede Lojacorr

O mercado segurador está em constante desenvolvimento, crescimento e democratização da proteção em todo o território nacional, na busca de potencializar a carreira do corretor, fortalecer o mercado de seguros brasileiro e elevar a consciência da população sobre a importância da proteção do seguro. O ano de 2023 tende a ser desafiador devido às circunstâncias internacionais como a guerra e inflação mundial, além da queda no poder de compra da população brasileira, endividamento e incertezas políticas, mas que oferece, em uma contrapartida, contextos de crescimento, em decorrência da observação e adaptação da iniciativa privada.

  De acordo com Diogo Arndt Silva, cofundador, economista e presidente do Conselho de Administração da Rede Lojacorr, maior rede de Corretoras de Seguros Independentes do Brasil, há um cenário de vuca mundial (vuca = volatilidade, incertezas, complexidade e ambiguidade) na indústria do seguro. Segundo ele, a inflação gerada pelo aumento da oferta monetária, pelo desequilíbrio nas cadeias logísticas, a redução da oferta de gás e energia em função da pandemia e da guerra na Ucrânia, nos mercados brasileiro, norte-americano, europeu e latino atinge diretamente o fluxo de capitais. Para combater a inflação, os bancos centrais do mundo todo elevam as taxas de juros, desestimulando os investimentos, o que impacta muito as economias em desenvolvimento, como o Brasil. Com este cenário, no mercado de seguros, os investidores ficam avessos ao risco, tendendo a investir em países mais estáveis. “No Brasil, essa falta de liquidez afeta diretamente o segmento de resseguros, além do aumento de sinistralidade em função da pandemia e das fortes estiagens que atingiram o Brasil em 2021 e 2022. Por consequência, o mercado compra menos risco e isso deve ser observado ainda em 2023 e 2024. Desta forma, fica mais restrita a aceitação de alguns riscos mais complexos”, afirma.

Confira algumas tendências para o próximo ano:

  1. Gestão e atendimento

Uma das tendências é a capacidade de tornar a jornada do cliente mais rica e ampliar a sua percepção sobre o valor da marca. Com isso, os empreendedores de todos os setores trabalharão o cliente como o centro do negócios, sendo a alma da operação. Por isso, haverá uma busca de seu encantamento constante como tarefa diária e um planejamento contínuo das atividades. Dirceu Tiegs, presidente (CEO) da Lojacorr, também defende que a receita de sucesso é o atendimento ao cliente. “Muito mais que exercer as suas atividades, o corretor precisa avaliar o mercado e usar de soluções que favorecem a sua rotina para que ele consiga empreender com sucesso e ultrapassar as adversidades externas”. 

  1. Criação de comunidades e rede de parcerias

Outra tendência está em estreitar relações. Um estudo da Adobe explicita que três quartos dos executivos do mundo dizem que se tornou mais difícil estabelecer uma relação de confiança desde a pandemia, o que gera um ponto de atenção em relação a uma ligação mais próxima com a comunidade. Isso intensifica a necessidade para 2023 de estimular as relações humanas para ampliar a conectividade das marcas com a cultura, a comunidade ou seus consumidores. O head de Distribuição da Lojacorr, Paolo Bonazzi, explica que será necessária a utilização efetiva de negócios compartilhados, em que o corretor conta com especialistas para auxiliá-lo a fechar negócios e proteger os clientes, independente da sua especialidade. ‘Em todas as economias, esta tem sido uma tendência e uma oportunidade de fortalecer as operações e superar as adversidades. Acredito que em 2023, o sentimento de comunidade e as relações de parcerias estarão ainda mais presentes’, esclarece.

  1. Tecnologia, comunicação e Redes Sociais

Sabemos que a tecnologia já está dominando todos os setores. No mercado segurador não é diferente. Além de inovar, também traz uma melhor experiência para os clientes, mais flexibilidade e, principalmente, conecta seguradoras e corretores com públicos estratégicos. É o que acredita Patricia Chacon, CEO da Liberty Seguros. “Será necessário atuar com criatividade e responsabilidade. Acreditamos que fatores como gestão de dados e cibersegurança também serão cada vez mais essenciais para tornar esse processo confiável e sustentável para todos os públicos. É necessário engajarmos essa transformação digital em todos os nossos pontos de contato. Para 2023, queremos continuar priorizando a inovação”, defende.

Além das ferramentas de tecnologia a comunicação mais rápida e prática é uma tendência, principalmente entre jovens consumidores. Mensagens de texto por WhatsApp, SMS ou outro serviço substituem cada vez mais os emails, inclusive em processos de vendas, acordos e avisos. E por isso, também o uso das redes sociais entra nessa estratégia e é importante que as corretoras busquem maneiras de digitalizar a atuação das suas operações. 

  1. Custo benefício

Além da customização, vemos as pessoas procurarem por produtos que tenham um melhor custo benefício. A Liberty Seguros também seguirá essa tendência: “os clientes estão em busca de pagar um valor justo, com condições acessíveis para seu momento financeiro, e que ofereça uma cobertura adequada para o que busca, valorizando também aqueles que oferecem benefícios que vão além do produto contratado – compreendendo que o dinheiro investido está sendo bem aproveitado”, defende Patricia Chacon.

  1. Produtos

De acordo com Julio Ferreira da Ferreira & Associados Corretora de Seguros Ltda, parceira da Rede Lojacorr, produtos tradicionais como Residencial e Automóvel, além dos Empresariais para pequenas e médias empresas, devem crescer mesmo com o aumento nas taxas praticadas pelas seguradoras. “Os corretores devem ficar atentos também aos produtos de vida, saúde e previdência. As pessoas estão cada vez mais sensíveis e inseguras, fenômeno mundial”, explica.

  1. Segurança digital e Plataformas na nuvem

Não apenas a comercialização e atendimento figital continuarão sendo uma tendência para 2023 e configuram oportunidades de negócios, mas também o armazenamento de dados e segurança digital. A Dra. Télia Oliveira Alves, head Jurídico e DPO da Rede Lojacorr, relata que em decorrência ao crescimento das atividades de forma virtual, aumentou a quantidade de dados pessoais disponíveis na internet (nas redes sociais ou provenientes de vazamentos de ataques às bases de dados de aplicativos, empresas, entre outros), o que por sua vez, ampliou o risco de nos tornarmos vítimas de golpes virtuais cada vez mais elaborados e persuasivos. Diante disso, é importante implementar algumas medidas de segurança para evitar esses golpes, como por exemplo: consultar a avaliação das lojas online, criar senhas fortes e não repetir a mesma senha em diferentes contas/sites, habilitar a verificação em duas etapas do WhatsApp entre outras. 

  1. Flexibilização e personalização

Para este ano, o foco também está em tornar a experiência personalizada para que os clientes tenham soluções sob medida para suas necessidades. Diversas empresas já vêm olhando para a diferença de consumo das gerações e das necessidades de cada público, e o mercado segurador não é diferente. Por isso que a comunicação entre empresa e cliente deverá ser cada vez mais assertiva. A Liberty Seguros, por exemplo, já aposta nisso. Segundo Patricia Chacon, CEO da Liberty Seguros, a personalização é chave. “As pessoas optam por produtos e serviços que sejam feitos para elas, particulares para cada perfil de consumidor e adaptados para suas preferências, necessidades e momentos de vida”, explica.

  1. Papel do corretor

Ainda segundo Julio Ferreira da Ferreira & Associados Corretora de Seguros Ltda, os corretores também são a chave da tendência do próximo ano. “Corretores preparados, atualizados com as soluções tecnológicas, que estejam dispostos a compartilhar oportunidades com colegas com o mesmo perfil, que se especializem em determinado produto sem deixar de entregar uma boa consultoria aos seus clientes, terão sucesso mais rápido”, relata. O foco, de acordo com ele, é acreditar na cultura do compartilhar, na capacitação constante, no olhar empreendedor, na modernização da gestão de sua empresa e, principalmente, na busca por inovação. “É não ter medo de conhecer as plataformas, hubs e startups que trazem soluções facilitando a vida do corretor na administração de seus processos”, finaliza.

  1. Empresas conscientes (ESG)

Segundo pesquisa da Gartner, os executivos da atualidade relataram que as mudanças ambientais e sociais estão entre as principais prioridades para os investidores, depois de lucro e receita, o que tende a receber investimentos em soluções inovadoras projetadas para atender à demanda ESG. No mercado segurador, por exemplo, a MetLife seguradora pretende estruturar uma forte agenda ESG. De acordo com Breno Gomes, presidente da MetLife, a companhia continuará a reforçar o compromisso com um crescimento sustentável, alicerçado em metas e ações a serem cumpridas até 2030 com o intuito de contribuir para: saúde e bem-estar, igualdade de gênero, trabalho decente e crescimento econômico, redução das desigualdades e ações contra a mudança global do clima. Assim como para Anderson Léo Sabadin, presidente da Primato Cooperativa Agroindustrial, composta também pela Primato Corretora de Seguros de Toledo (Região Oeste do Paraná – Unidade Sudoeste da Lojacorr), o “ESG já é uma prática rotineira nos negócios, que visa a sustentabilidade, preservação, produção de energia, água e reflorestamento. O produtor entende e pratica dessa forma e o consumidor cada vez mais tem consciência da rastreabilidade do que consome”, acrescenta.