O último relatório consolidado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi, com base nos dados da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, informa que, no acumulado de janeiro a novembro de 2022, o montante pago em indenizações à população segurada superou os R$ 13 bilhões, cifra 20,8% menor ao desembolsado em igual período de 2021. Apenas em novembro, esse valor foi de R$ 1,2 bilhão, retração de 2,8% frente ao mesmo período do ano retrasado.
Separados por ramo, os resultados, em novembro, dos seguros de pessoas nos segmentos de Acidentes Pessoais e Funeral se destacaram, com elevações de 30,8% e 38,8%, respectivamente. Ao mesmo tempo, o montante de sinistros pagos em seguros de Vida e Prestamistas — os dois segmentos com as maiores participações —, registraram retrações de 8,9% e de 41,7%. No acumulado ao longo dos onze primeiros meses de 2022, as variações são de -27,7% nos sinistros pagos em seguros de Vida e de -33,5% no caso do seguro Prestamista.
Adesão aos seguros de pessoas continuam em alta
O relatório da Fenaprevi aponta ainda que os prêmios continuam ganhando fôlego e mantendo a trajetória de crescimento iniciada em meados de 2020 e intensificada com a pandemia. A exemplo de novembro de 2022, os prêmios em seguros de pessoas totalizaram R$ 5 bilhões, um crescimento de 15,8% em relação ao observado no mesmo mês de 2021. No acumulado entre janeiro e novembro de 2022, esse montante foi de R$ 52,8 bilhões, 13,8% acima do registrado no mesmo período do ano anterior.
Ainda na comparação dos prêmios acumulados em 2022 com o mesmo período de 2021, os ramos que registraram as principais variações positivas foram: Viagem (188,7%), Vida Individual (24,4%) e Doenças Graves (19,3%). Por fim, vale destacar que apenas os segmentos de seguros Dotais e Educacional não registraram crescimento no acumulado de prêmios, com recuos de 6,9% e 28,6% em relação ao mesmo período analisado em 2021.
A AXA no Brasil apresenta mais benefícios para os profissionais parceiros da companhia. Na plataforma “Meu Mundo AXA”, disponível no Portal do Corretor, é possível acessar a nova série de conteúdos do Corretor Pro “Roda de Negócios”. A primeira trilha de conhecimento está dividida em cinco episódios conduzidos por Boris Ber, presidente do Sincor-SP com 44 anos de experiência no mercado segurador, e a jornalista Kelly Lubiato, que abordam o tema Gestão do Negócio, trazendo um panorama sobre os produtos, dicas de negociação, seguros abertos e demais informações de como atuar no mercado de seguros.
A proposta de capacitação já é conhecida dos profissionais que fazem parte do Clube de Experiências AXA. Com atualizações constantes, essa edição do Corretor Pro chega em um formato mais dinâmico e moderno. O novo modelo foi pensado especialmente para estimular a aprendizagem e dar acesso às informações e assuntos mais relevantes do mercado segurador.
As próximas trilhas de conteúdo que serão lançadas abordarão os seguintes temas: Diversidade e Inclusão (com Bárbara Bassani, Doutora e Mestre em Direito Civil pela USP, Sócia na área de Seguros e Resseguros de TozziniFreire, com mais de 13 anos de experiência.), Gestão de Riscos (com Marcos Aurelio Couto, Formado em Administração de Empresas, com 36 anos de atuação no Mercado Segurador, Presidente e CEO da ALPER Corretora de Seguros e Co-founder da DUXX Investimentos), Marketing Digital (com Ednei Souza da Digital House, pioneiro da internet brasileira, especialista em Tecnologia, professor, palestrante e consultor. Formado em Processamento de Dados pela Universidade Mackenzie, com pós-graduação em TI Aplicada a Negócios pela FASP) e Sucessão Familiar (Ana Rita Bittencourt, coordenadora do Programa de Pós-graduação de Formação Executiva em Family Business da Fundação Getúlio Vargas – FGV. Autora de vários artigos e do livro “Sucessão nas sociedades familiares – a continuidade dos negócios”.).
Para a Superintendente de Gestão Comercial e Marketing da AXA no Brasil, Danielle Titton Fagaraz, “com nosso novo formato de disponibilização de conteúdo através da plataforma Meu Mundo AXA, multiplicamos o conhecimento dos nossos parceiros de forma muito mais moderna, inovadora e dinâmica, trazendo temas relevantes e que agregam muito no dia a dia de uma corretora de seguros”.
Os novos episódios do Corretor PRO serão disponibilizados, inicialmente, para os parceiros das categorias Premium e Exclusive, seguindo a proposta de valor da companhia. Em breve, todos os corretores parceiros poderão assistir o conteúdo na plataforma. Para os que não são parceiros, basta que se cadastrem na AXA através doPortal do Corretor.
“Agradecimento. Quero agradecer a cada um de vocês, responsáveis pela MAG Seguros quebrar todos os recordes. De lucro, de vendas, de clientes. São 6 milhões de clientes. Quase 18 milhões de pessoas protegidas. Por isso só tenho a agradecer. 23 gigantes. 23 galistas de ouro. Não tenho dúvida que em 2023 alcançaremos objetivos maiores. Vamos quebrar todos esses recordes. Mais do que isso. Vamos continuar protegendo famílias! Beijo no coração de todos.”
Assim falou Helder Molina, presidente do grupo MAF Seguros, na abertura da cerimônia de premiação Galo de Ouro, que reuniu os profissionais que mais venderam seguros de vida em 2022, no dia 14. O show, com diversas bandas, encerrou com chave de ouro os três dias do MAGNEXT 2023, evento de três dias dedicados a funcionários, o MAG Day, com uma pauta voltada a gestão, e para parceiros do grupo, o Potencialize, com palestras educativas e motivacionais.
Com discursos emocionados, os galistas reconheceram que 2022 foi um ano difícil tanto no aspecto pessoal como para a venda de seguros. Agradeceram a Deus, a família e a MAG pelo suporte e estímulo para todos seguissem em frente diante de tantas adversidades, que incluiram problemas de saúde, perdas de entes queridos e até mesmo enfrentar a guerra da Ucrânia para concretizar um projeto de vida.
LUCRO RECORDE DE R$ 150 MILHÕES
A MAG Seguros comemora números recordes. Em 2022, o grupo especializado em vida e previdência, lucrou R$ 150 milhões, atingiu arrecadação superior a R$ 2,3 bilhões, pagou R$ 736 milhões em benefícios aos clientes e contabilizou mais de 6 milhões de clientes, contou Nuno David, diretor comercial e de marketing da seguradora que acaba de completar 188 anos, no evento Potencialize, com mais de 1,5 mil pessoas acompanhando os debates presencialmente e de forma virtual. Para 2023, Helder Molina estima um crescimento de 30% no lucro líquido da companhia.
“Somando os clientes da MAG e da Sicoob com quem temos uma joint venture ultrapassamos a marca de 6 milhões de clientes ativos. Multiplicam isso por 3, que é a média de pessoas protegidas em uma família, equivale a 10% da população brasileira. Superamos R$ 60 milhões em venda nova. É um grande orgulho para nós. Mantivemos nossa posição de protagonismo no mercado. ” informou.
Nuno, que está há 14 anos na MAG, afirma que o segredo para o sucesso é a gestão. “Somos uma empresa centenária e mudamos com rapidez. Isso é indispensável. Nenhum cliente vai conversar com a gente se não nos mostrarmos preparados para conversar com ele da forma que ele entende e percebe”, disse Nuno.
INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO
Macroeconomia, inovação, longevidade, cooperativismo e palestrantes motivacionais trouxeram conteúdo direcionado a agregar conhecimento aos profissionais de vendas durante o dia. Patricia Campos, diretora de gente e a mestre de cerimonia do Potencialize, ressaltou que o investimento do grupo no evento visa levar conhecimento e motivar a equipe de vendas. “Conhecimento faz diferença. Isso é investimento e não despesa. A reputação em uma seguradora de vida e previdência é algo primoroso, principalmente para nós que estamos crescendo num ritmo de 20% ao ano e atuamos com parceiros em grandes centros e em municípios que nem bancos existem. Apenas a cooperativa Sicoob, com que temos uma Joint Venture, presente em 371 municípios”.
MACROECONOMIA
Rafael Ferri, CEO e fundador da TC Investimentos, sugeriu aos 1,5 mil profissionais de vendas que trabalhem sem se afetar com as notícias sobre política e economia. “Pensem que a XP se tornou um gigante, com R$ 200 bilhões em valor de mercado, em plena crise economia”, comentou. Com forte apoio ao governo de Bolsonaro, ele trouxe dados que mostram que a economia do Brasil nos últimos quatro anos foi melhor do que muitos países. “Tirando a ideologia, se é PT ou Bolsonaro, o fato, comprovado em dados, é que a economia do Brasil foi muito bem”, enfatizou.
Já em 2023, ele não espera crescimento. “A economia só vai avançar se a política permitir. E ao contrário do que se pensa, Lula não tem maioria no Congresso. Em fevereiro, com as eleições para Câmara e Senado, teremos um quadro mais claro dos desafios do novo governo em aprovar medidas. Os riscos locais no curto prazo são a escalada autoritária jurídica e o rompimento ou a aliança do PT com o Congresso, o que pode gerar retrocessos. Já no longo prazo, os obstáculos brasileiros são a desigualdade e os riscos climáticos”, afirmou Ferri.
Helder Molina afirmou que como empresário deixou se se pautar pela macroeconomia debatida na imprensa e prioriza em sua gestão o trabalho. “Tento não me deixar contaminar com as manchetes que mudam diariamente e foco no médio e longo prazo com otimismo. Tenho certeza de que o Brasil estará entre as maiores economias do mundo em alguns anos. Alimentamos o mundo com nosso agronegócios que avança ano a ano. Minha prioridade diária é quais os processos que preciso melhorar. Quais coisas novas preciso fazer para proteger famílias. Isso é a minha gasolina, que me faz acordar cedo e ter um prazer enorme em trabalhar. Essa é a prioridade da minha gestão”, disse em coletiva de imprensa.
FUSÃO DE COOPERATIVAS
Por que não uma união das cooperativas?, provocou Helder Molina no painel “Mercado do Cooperativismo”, do qual participaram Remacio Fischer, presidente da Unicred, Cledir Magri, presidente da Cresol, Adelino Sasse, diretor da Alios, e Miguel Ferreira, presidente do Conselho de Administração do Sicoob. Todos foram unânimes em afirmar que as conversas sobre este tema estão na pauta do dia, como uma forma de reduzir custos e ganhar escala para que possam ampliar o atendimento financeiro a uma população ainda carente de soluções financeiras sob medida para um público que demanda consultoria e amabilidade no atendimento. “Se você observar a feição das pessoas que saem de uma agencia bancária e de uma coopertavida de crédito vai notar o impacto que cada um deles traz na vida das pessoas”, comentou Helder Molina, que mediou o painel.
Reduzir custos e ter resultados são prioridades para que o propósito das cooperativas sejam conquistados, afirmou Remaclo Fischer, presidente da Unicred. “De nada adianta o lado social sem resultados. As empresas devem ter o propósito de engajar e aproximar seus colaboradores para conquistar melhores resultados, o que pode gerar novos produtos e serviços. Proximidade gera relacionamento, bom atendimento e novos negócios e credibilidade. Vivemos num ambiente de muita transformação. Se não investirmos em mudanças, todo o lado social, de ser um agente multiplicador, não vai se realizar. Hoje nosso sistema tem mais de 90% das transações eletrônicas”, informou.
Para Cledir Magri, presidente da Cresol, é preciso preservar os valores das cooperativas. “Este é um propósito comum às cooperativas e para manter-lo temos de estar em constante transformação. Nesse momento, fizemos uma análise de como o mercado se comporta para entender quais são as demandas do segmento. Precisamos estar alinhados com produtos, serviços e soluções financeiras que estejam desenhadas de acordo com a realidade de cada pessoa. Sabemos que as operações financeiras tradicionais são realizadas digitalmente pelos nossos clientes, o que torna a cooperativa um hub de consultor financeiro”.
Para a Sicoob, com mais de 6,7 milhões de cooperados e 348 cooperativas, a união de forças é importante. “A missão do seguro é muito parecida com a do cooperativismo. O sentimento de pertencimento do cooperado é a essência da inclusão financeira, atingindo regiões que não contam com a estrutura de uma instituição financeira tradicional e focando na união das pessoas em prol da coletividade”, disse Miguel Ferreira, presidente do Conselho de Administração do Sicoob, parceria MAG Seguros. “Nossa parceria foi fundamental para o planejamento da cooperativa. Devemos conectar pessoas para promover justiça financeira. Não para oferta do produto, mas sim para promovermos a liberdade financeira dos nossos cooperados”, avalia a Sicoob, presente em 371 municípios.
Adelino Sasse, diretor da Alios, que reúne 13 cooperativas de crédito e mais de 1,4 milhão de associados, afirmou que o setor já está na fase da dor no que diz respeito a uma tentativa de fusão das cooperativas. “Temos várias vitorias para contar e essa construção conjunta já resultou na criação de um fundo garantidor, por exemplo. com garantia de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Temos muito mais coisas para resolver, sendo qual e a plataforma tecnologia, que tem de ser uma só, iremos usar. Por enquanto, cada um defende a sua, mas acredito que chegaremos a um consenso”, comentou.
O agronegócio é uma veia importante das cooperativas de crédito, que desembolsaram R$ 15,5 bilhões em financiamentos rurais nas linhas do Plano Safra 2022/23 nos dois primeiros meses da temporada, um aumento de 11% em relação ao bimestre inicial do ciclo passado, e superaram o desempenho dos bancos privados em volume de recursos emprestados aos agricultores via sistema financeiro – sem contabilizar as emissões de títulos do agronegócio. Assim, ficaram atrás apenas das instituições públicas, lideradas, ainda com folga, pelo Banco do Brasil, publicou o Valor.
Para Helder, não se vende seguro de vida virtualmente.”Nada se compara ao atendimento humano e isso já foi provado no mundo todo”, cita o presidente da MAG, sócia da holandesa Aegon. Segundo ele, a grande preocupação da seguradora é indenizar e amparar as famílias em momentos difíceis, o que está ligado ao cooperativismo. “90% das famílias que tiveram um ente que morreu de Covid-19 não tiveram um apoio financeiro. Para proteger mais pessoas, o foco do mercado de seguros deve ser navegar por novas oportunidades. Algumas necessidades básicas da população que nosso setor ainda não cobre, e é nisso que devemos focar”.
Longevidade: É preciso priorizar este assunto
Olhar o futuro é algo que todos têm dificuldade. Principalmente se enxergar velho. Mas este é o caminho certo de todos. Todos que sobreviverem, vão ficar velhos. E como chegar a esta fase da vida com saúde física e mental? A resposta está em tomar decisões financeiras e emocionais adequadas, segundo os participantes do painel que debateu os principais desafios da longevidade. Nilton Molina, presidente do conselho da MAG, é um assunto em pauta em todo o mundo. “A sociedade não está preparada para enfrentar a longevidade em todos os aspectos. Infelizmente não teremos recursos para pagar a aposentadoria dessas pessoas. Por isso, o seguro de vida deve cada vez mais estar em foco e fazer parte do planejamento financeiro das pessoas”, disse.
Molina não acredita numa reforma da previdencia no governo Lula. “É urgente e necessário que governos (municipal, estadual e federal) e empresas invistam em educação financeira. Ela deve ser incluída na escola, para as crianças”, defende o especialista de 86 anos, sendo boa parte deles dedicados ao tema. “Longevidade não e uma conversa para velhos. Os impacatos, sociais e de comportamentos, já aconteceram e não tem mais solução. Por isso esta é uma conversa para mais jovens”, ressaltou.
Denise Maidanchen, CEO na Quanta Previdência Cooperativa, o principal desafio da longevidade é a sua dualidade, pois viver muito pode não significar viver bem. “A expectativa de vida saiu de 40 anos para mais de 74 anos. E a natalidade caiu para menos de 2 filhos, o que significa menos gente para financiar a previdencia e ajudar os pais. É necessário incentivarmos o empreendedorismo voltado para os 60+, que representa 20% dos consumo de bens e serviços no Brasil. As empresas precisam priorizar a economia prateada. 80% da população 60+ está insatisfeita com os produtos que consomem. Esquecer os idosos é perder negócios e a oportunidade de promover inclusão social”.
“O grande desafio da humanidade é que a sociedade não está preparada para enfrentar longevidade, em todos os aspectos, desde o financeiro como saúde e relacionamentos, o que torna este assunto prioritário dentro da educação financeira”, resumiu a jornalista mediadora do painel, Mara Luquet.
Inovação é a mudança de pequenas coisas diariamente
Ela acredita que ninguém será substituído por robôs, mas sim por humanos que saibam usar melhor as ferramentas digitais. “Quando o mundo muda, precisamos de soluções novas. Por isso inovação é essencial para ganhar de qualquer concorrente. Por mais que você acredite é o o dono do mercado pelo seu conhecimento, qualquer pessoa medíocre em seu ramo, pode crescer de forma assustadora com o apoio da tecnologia, deixando expert no assunto para trás”, afirmou Martha Gabriel, professora e palestrante, numa palestra franca e acelerada — na velocidade 2x do áudio no WhatsApp — que abordou a importância da inovação no dia a dia.
A especialista fez questão de mostrar aos presentes os passos da inovação, para que ela não se confunda com invenção. “Inovação é tudo aquilo que facilita o dia a dia das pessoas, das empresas, dos consumidores. Pequenas mudanças em produtos e processos podem virar uma grande oportunidade de negócios. E se olharmos bem, há muita coisa para mudar até mesmo em nossas casas. É preciso observar, encontrar os problemas, o que o seu publico alvo quer, planejar e colocar em prática a ação que vai facilitar o crescimento. Quem inova sempre está sujeito ao erro, mas está mais próximo do sucesso. Devemos sair do automático para a criatividade fluir. Os acertos e erros não são pontos finais, mas vírgulas para novas ideias”.
O que esperar do seguro de automóvel em 2023, depois de um ano de ajustes para recuperar perdas? “Um ano ainda com desafios com inflação e financiamentos retraídos, mas com demanda em alta e acirrada concorrência entre as seguradoras do setor”, afirma Luiz Padial, diretor executivo da área de automóvel da MAPFRE Seguros e que atua há mais de 23 anos neste segmento, responsável por arrecadação anual próxima de R$ 35 bilhões no Brasil.
Padial assumiu a diretoria de automóvel do grupo espanhol há cerca de seis meses. A MAPFRE tem 50 operações de seguro automóvel em todo o mundo, sendo o maior no segmento na América Latina. O Brasil representa 15% e tem sido estratégico para os negócios da companhia. “Chego num momento especial da MAPFRE, com investimentos em projetos transformadores nas áreas operacional, de produtos e em tecnologia para melhoria da experiência do corretor e dos clientes em todos os nossos canais de atendimento”, comenta o executivo.
O mercado de automóvel enfrentou diversos desafios durante 2022, como a inflação, a alta dos preços dos veículos novos e usados, além da falta de peças para a fabricação de carros. Mesmo neste cenário hostil, a carteira arrecadou cerca de R$ 3,355 bilhões em 2022 com avanço de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior, com 1,5 milhão de veículos segurados.
As áreas de subscrição e “pricing” são acompanhadas com lupa. “Quanto mais estabilidade tiver, melhor para todos. Quanto mais eficientes formos, mais acessível será o preço para o consumidor, o que nos coloca num ciclo virtuoso, que já tem uma base tecnológica moderna e com uma jornada cada vez mais simples para os corretores e clientes”, diz.
O novo sistema de seguro auto começou a rodar em outubro do ano passado e já conta com a adesão de 95% dos corretores parceiros. Com autoatendimento, os profissionais podem cotar num único lugar carros de passeios, motos e caminhões e fazer diversas ações sem precisar acionar um funcionário da seguradora de forma intuitiva e simples. Padial também comemora a adesão dos corretores às plataformas multicálculos, que permitem impulsionar as vendas e as renovações de seguros. A meta é ambiciosa com um forte crescimento do número de corretores em 2023, apenas no último mês foram 800 novos corretores que utilizaram uma jornada de cadastro 100% digital.
Com a melhora da percepção dos corretores e dos consumidores, Padial se dedica a trazer novidades para ambos e colher os frutos das conquistas realizadas no processo operacional. “Já temos várias novidades para o ano, como lançamentos de produtos mais acessíveis e benefícios que vão ajudar o corretor a conquistar mais clientes. Isso nos impulsiona a atrairmos cada vez mais parceiros e segurados com um bom serviço, tornando o viés preço algo mais secundário. Por isso estamos certos de que termos um ano muito bom”, projeta o executivo.
Acompanhando o aquecimento do mercado securitário no país, a Korsa, empresa referência do setor, se organiza para crescer exponencialmente em 2023, e o foco é manter o ritmo de expansão incluindo contratações de novos gerentes, gestores e reestruturação interna. A nova roupagem da empresa vai ampliar sua representatividade no Sul e Sudeste do país.
Para James Theodoro, presidente da Korsa, com a estabilização da economia ainda na esteira do fim da pandemia de covid-19, o segmento de seguros vai voltar a ganhar participação no mercado. “Em países desenvolvidos, a indústria de seguros tem participação superior a 10% do PIB, o normal é algo entre 11% e 12% (do PIB)”, destaca.
A empresa, que está há 28 anos no mercado de soluções personalizadas de seguros e gerenciamento de risco, premiada oito vezes como a melhor instituição no segmento de Seguro de Transporte, se prepara para ultrapassar a marca inédita de R$9 milhões de faturamento durante o ano de 2023.
Fernando Linhares, atual diretor de desenvolvimento de novos negócios na Korsa, agora acumula uma segunda função de Diretor Comercial. “O mercado exige cada vez mais inovação e para atender o nosso cliente com eficácia, agilidade e excelência, essas mudanças se tornam necessárias”, destaca o executivo.
O ano de 2022 foi marcado pela maior procura por produtos oferecidos pelas seguradoras, o que refletiu no aumento da arrecadação e no pagamento das indenizações, resgates, benefícios e sorteios pelo setor de seguros.
Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que, de janeiro a novembro de 2022, o setor viu a demanda aumentar em 17,1% em relação ao ano de 2021 com mais de R$ 322,3 bilhões em arrecadação, contribuições em planos de caráter previdenciário e faturamento de títulos de capitalização (sem Saúde e DPVAT). Somente em novembro, esse montante foi de R$ 27,7 bilhões, 8,3% a mais que no mesmo período de 2021.
O presidente da CNSeg, Dyogo Oliveira, afirma que o rural tem se destacado nesse contexto. “Isso é confirmado pelo expressivo avanço da demanda do produto no ano e pelo grande aumento do montante que o setor pagou por perdas cobertas pelas diversas modalidades do seguro rural”, diz ele, em nota.
No ano passado, o seguro rural ultrapassou os R$ 10 bilhões em indenizações entre janeiro e novembro, superando essa marca nesse intervalo pela primeira vez na história. A arrecadação foi de R$ 12,6 bilhões, alta de 40% em relação a 2021.
O seguro rural teve uma onda de acionamentos no começo de 2022 por causa da seca na Região Sul do País, que quebrou algumas safras agrícolas. No seguro automotivo, por sua vez, a vilã foi a inflação, que aumentou os valores das indenizações. Isso em um momento de maior ocorrência de acidentes, com o trânsito das cidades voltando à medida que a economia era reaberta.
Os executivos do mercado de seguros de linhas financeiras e advogados acompanham todos os detalhes da crise desencadeada com a rede de varejo Americanas, após o pedido de demissão do CEO Sergio Rial na noite de quarta-feira, alegando ter encontrado um rombo de R$ 20 bilhões no último balanço da varejista.
Segundo o diretor de uma grande corretora de seguros, esse assunto Lojas Americanas vai e pode desencadear muitos prejuízos no mercado segurador. Ele afirma que as seguradores de crédito tem bilhões garantidos em Americanas. “Estão contando as perdas”. Em seguro garantia, se a Americanas quebrar, as seguradoras podem perder bilhões.
Segundo apurou o blog Sonho Seguro, o grupo tem uma apólice de seguro de responsabilidade civil de administradores, conhecida como Directors & Officers. De janeiro a novembro de 2022, esta modalidade de seguros registrou vendas de cerca de R$ 1 bilhão e pagamentos de indenizações de R$ 667 milhões, de acordo com dados da Susep. As principais seguradoras do setor são Chubb, Tokio Marine, Zurich e AIG.
Trata-se de um seguro que visa garantir cobertura para processos judiciais, administrativos ou arbitrais relacionados a atos de gestão de executivos. O seguro de D&O cobre despesas com defesa, acordos e indenizações devidas, pelos executivos, em razão de prejuízos financeiros causados a terceiros, como acionistas, clientes, empregados, fornecedores entre outros.
Em D&O – até que se prove fraude, tem cobertura para custos jurídicos e para despesas do dia a dia em razão do bloqueio de contas. “Mas somente para os executivos. Se comprovar fraude, apólice não pagará nada”, informa. “Os investidores não tem apólice que os garantam em nada. A única chance do investidor é acionar os executivos e os donos para a reparação. A auditoria PWC, que assina o balanço, tem muita responsabilidade, tem apólice de E&O Global – essa sim pode ser acionada e reparar parte da perda dos acionistas – mas para ter cobertura, não pode ter compactuado com fraude”.
Segundo fontes, a importância segurada de R$ 50 milhões de seguros de D&O aparentemente não serão utilizados, pois tudo indica que foi fraude. Diretores que vierem a ser processados sem envolvimento na possível fraude, estarão coberto.
Ontem, as ações das Americanas (AMER3) perderam 77,33% de valor na Bolsa de Valores. Com as ações cotadas agora a R$ 2,72, a companhia passou de R$ 10,82 bilhões para R$ 2,45 milhões em valor de mercado. Ou seja, ela perdeu R$ 8,37 bilhões em valor na Bolsa em um dia, segundo a TradeMap.
Em teleconferência promovida pelo BTG Pactual, Rial lamentou as perdas dos pequenos acionistas. “É dramático para o acionista que comprou (ativos da Americanas). Mas a empresa é grande o suficiente para ser redesenhada”, disse.
O seguro não cobre danos causados por fraudes, mas até que sejam provadas, os custos com advogados dos diretores são arcados pelas seguradoras. Segundo fontes do setor próximas do caso, há grande probabilidade de um grupo de diretores não terem conhecimento das inconsistências, o que os torna elegíveis para a cobertura do seguro, em caso de um resultado jurídico que os condenem a pagar os valores solicitados pelos acionistas, desde que fique comprovado a boa fé.
Nota da Americanas: “Neste momento, não é possível determinar todos os impactos de tais inconsistências na demonstração de resultado e no balanço patrimonial da Companhia. Somente com a conclusão de trabalhos de apuração e dos trabalhos a serem realizados pelos auditores independentes, após o que será possível determinar adequadamente todos os impactos que tais inconsistências terão nas demonstrações financeiras da Companhia.”
O consumo de alta renda é composto por uma extensão de bens e serviços, e tem os carros de luxo como um dos principais segmentos dessa indústria. Após o baque causado pelo isolamento social, o setor registrou retomada acelerada em 2021, movimentando € 288 bilhões em produtos, no mundo todo, o que representa cerca de R$1,84 trilhão, levando em consideração a taxa de câmbio do euro, no ano passado.
Com a volta do consumo phygital (físico e e-commerce) no começo de 2022, a demanda do mercado de luxo apresentou crescimento de dois dígitos, no primeiro trimestre, expandindo as vendas entre 17% e 19%, em comparação com o mesmo período de 2021, segundo dados da Bain & Company. As projeções da consultoria, referência em estudos sobre itens de consumo de alto padrão, são otimistas para o médio prazo, com expectativa de movimentação entre € 360 e € 380 bilhões até 2025.
Pensando neste mercado, a Seguros SURA oferece soluções que proporcionam mais conforto, segurança e exclusividade para clientes únicos que possuem veículos de luxo. O seguro Auto Único SURA possui coberturas exclusivas para carros com valores a partir de R$ 220 mil reais:
Além de todas as coberturas básicas de um seguro auto convencional, o Auto Único SURA garante cobertura automática de despesas de locomoção, em caso de sinistro, sendo que o segurado escolhe a forma como quer utilizar a verba para as suas locomoções diárias;
Assessoria de gerenciamento de crise e danos à imagem social na ocorrência de sinistros de danos corporais, dentre outras coberturas e serviços exclusivos.
“Os clientes do segmento de alta renda buscam exclusividade, rapidez, atendimento personalizado e experiência única, e com o seguro não é diferente. O Auto Único SURA possui todas essas características, sendo uma solução especialmente criada para proteger os veículos de luxo contra prejuízos e desconfortos causados pelos mais diversos imprevistos, de forma ágil e especializada, com o objetivo de garantir a mobilidade e o conforto de nossos clientes”, comenta Rodrigo Fujita, diretor de Mobilidade da Seguros SURA.
Atualmente, o Auto Único está disponível para os consumidores da região Sul e dos estados de: São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Pernambuco, Ceará, Bahia, Paraíba, Sergipe, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.
Nos últimos 17 anos, o Relatório de Riscos Globais do World Economic Forum [Fórum Econômico Mundial] alertou sobre os riscos globais profundamente interconectados. O conflito e as tensões geoeconômicas acionaram uma série de riscos globais profundamente interconectados, de acordo com o Relatório de Riscos Globais de 2023 do World Economic Forum. Isso inclui déficits de oferta de energia e alimentos, que provavelmente persistirão durante os próximos dois anos, e intensos aumentos no custo de vida e no serviço da dívida. Ao mesmo tempo, esses riscos de crises prejudicam os esforços de solucionar os riscos de longo prazo, particularmente aqueles relacionados à mudança climática, biodiversidade e investimento no capital humano.
Estas são as constatações do Relatório de Riscos Globais de 2023, publicado hoje, produzido pela Zurich e parceria com a corretora Marsh e o Fórum Econômico Mundial, que afirma que a época favorável para ação quanto às ameaças de longo prazo mais graves está terminando rapidamente, tornando-se necessária uma ação planejada e coletiva antes que os riscos atinjam um ponto de virada.
O relatório, produzido em parceria com a Marsh & McLennan e o Zurich Insurance Group, se vale dos pontos de vista de mais de 1,2 mil especialistas em risco global, formuladores de políticas e líderes da indústria. Durante três momentos, ele cria uma imagem do cenário de riscos globais tanto novos quanto antigos, enquanto o mundo se depara com muitos riscos preexistentes que já pareciam ter desaparecido.
Hoje, a pandemia global e a guerra na Europa trouxeram as crises de energia, inflação, alimentos e segurança de volta à tona. Elas criam riscos subsequentes que dominarão os próximos dois anos: o risco de recessão; o crescimento do peso excessivo da dívida; uma crise do custo de vida continuada; sociedades polarizadas possibilitadas pela desinformação e pelas informações falsas; um hiato na ação climática rápida; e a guerra geoeconômica de soma zero.
A menos que o mundo comece a cooperar de forma mais eficaz quanto à mitigação climática e à adaptação climática, durante os próximos 10 anos isso levará a um aquecimento global continuado e a um colapso ecológico. A falha em mitigar e adaptar-se à mudança climática, aos desastres naturais, perda de biodiversidade e degradação ambiental representa cinco dos 10 riscos principais – com a perda de biodiversidade considerada como um dos riscos globais em deterioração mais rápida durante a próxima década.
Paralelamente, a liderança determinada pelas crises e o risco das rivalidades geopolíticas criando desgastes em um nível sem precedentes, à medida que desaparecem os investimentos em saúde, educação e desenvolvimento econômico, desgastando ainda mais a coesão social. Por fim, o crescente risco das rivalidades não só aumentando o armamento geoeconômico, como também a remilitarização, em especial através de novas tecnologias e atores desonestos.
Os anos vindouros apresentarão contrapartidas duras para os governos que enfrentam preocupações sociais, ambientais e de segurança. Logo, os riscos geoeconômicos de curto prazo estão pondo à prova os compromissos de carbono zero e expondo uma lacuna entre o que é cientificamente necessário e politicamente palatável. É necessária a ação coletiva eficazmente acelerada sobre a crise climática para limitar as consequências de um mundo em aquecimento.
Enquanto isso, as considerações sobre segurança e os gastos militares crescentes podem deixar menos espaço fiscal para amortecer os impactos de uma crise alongada do custo de vida. Sem uma mudança na trajetória, os países vulneráveis correm o risco de alcançar um estado de crise perpétuo, em que não serão capazes de investir no crescimento futuro, no desenvolvimento humano e nas tecnologias verdes.
O relatório convoca os líderes a agir de maneira coletiva e decisiva, equilibrando os pontos de vista de curto e longo prazo. Além da ação climática urgente e coordenada, o relatório recomenda esforços conjuntos entre os países, assim como uma cooperação público-privada para fortalecer a estabilidade financeira, a governança tecnológica, o desenvolvimento econômico e o investimento em pesquisa, ciência, educação e saúde.
“O cenário do risco de curto prazo é dominado por energia, alimentos, dívida e desastres. Aqueles que já são os mais vulneráveis estão sofrendo – e, diante de múltiplas crises, aqueles que se qualificam como vulneráveis estão se expandindo rapidamente, tanto nos países ricos quanto nos pobres. O desenvolvimento climático e humano deve estar no centro das preocupações dos líderes globais, mesmo enquanto eles combatem as crises atuais. A cooperação é a única solução”, diz Saadia Zahidi, diretor executivo do World Economic Forum.
John Scott, chefe de risco de sustentabilidade do Zurich Insurance Group, afirma que “a interação entre impactos da mudança climática, perda de biodiversidade, segurança alimentar e consumo de recursos naturais é um coquetel perigoso. Sem uma mudança política significativa ou investimentos, esta combinação apressará o colapso do ecossistema, ameaçará as ofertas de alimentos, amplificará os impactos dos desastres naturais e limitará novo progresso da mitigação climática. Se acelerarmos a ação, ainda existe uma oportunidade, no final da década, de alcançar uma trajetória de 1,5ᵒC e abordar a emergência da natureza. O recente avanço na implantação de tecnologias de energia renovável e veículos elétricos nos fornece bons motivos para sermos otimistas.”
De acordo com Carolina Klint, líder de gerenciamento de risco da Marsh para a Europa Continental, 2023 está marcado por riscos crescentes relacionados a alimentos, energia, matérias-primas e cibersegurança, trazendo novos prejuízos às cadeias de abastecimento globais e causando impacto nas decisões sobre investimento. “Em um momento em que países e organizações deverão estar incrementando esforços de resiliência, os obstáculos econômicos restringirão a sua capacidade de fazer isso. Deparadas com as condições geoeconômicas mais difíceis em uma geração, as empresas deverão se voltar não somente aos cuidados com as preocupações no curto prazo, mas também com as estratégias de desenvolvimento que as posicionarão bem para os riscos no prazo mais longo e a mudança estrutural”, diz.
O Relatório de Riscos Globais é um pilar da Global Risks Initiative que visa promover um maior entendimento comum dos riscos globais no curto, médio e longo prazo, visando permitir a aprendizagem sobre preparação de risco e resiliência. O relatório deste ano também analisa como os riscos presentes e futuros podem interagir entre si para formar uma “policrise” – um aglomerado de problemas globais relacionados com impactos combinados e consequências imprevisíveis. O relatório explora a “Rivalidade de Recursos”, um aglomerado potencial de riscos ambientais, geopolíticos e socioeconômicos interligados referentes à oferta e demanda de recursos naturais, inclusive alimentos, água e energia.
Os pequenos e médios negócios, sejam eles as micro ou pequenas empresas, os microempreendedores individuais (MEIs), os profissionais autônomos e médias empresas representam um grande fator de impulsionamento da economia brasileira. E por esta razão, este segmento está no foco estratégico da MAPFRE Assistência, uma das principais empresas de assistências do Brasil.
Atualmente, as pequenas e médias empresas já correspondem por 30% do Produto Interno Bruto (PIB), o conjunto de produtos, serviços e riquezas produzidas no país. Com um faturamento que chega a R$ 3 trilhões por ano, o setor é responsável por 78% dos empregos gerados, além de promover em larga escala a inclusão produtiva dos microempreendedores individuais (MEI).
“Com atuação no mercado de assistência há mais de 30 anos, a MAPFRE Assistência desenvolveu uma solução sob medida para o atendimento as PMEs”, diz a diretora comercial, Ana Claudia Calil, que se juntou à MAPFRE Assistência em outubro de 2022.
“A companhia recebeu investimentos que a posicionam hoje num excelente momento de estratégia e de entrega com soluções 100% digital, por meio das plataformas digitais MiA – MAPFRE Intelligent Assistance, onde disponibilizamos um leque de produtos e serviços diferenciados a todos os segmentos da economia, em especial, às pequenas e médias empresas, que têm uma importância de suma relevância para o Brasil”, afirma a executiva.
Segundo Ana Cláudia, o segmento das pequenas e médias empresas estava no radar há alguns anos e atualmente representa boa parte de seu portfólio, com serviços que vão além dos tradicionais chaveiros, vidraceiros, vigias, eletricistas, entre outros.
“Nossa oferta de serviços e ferramentas digitais nos permite responder em caso de emergência na empresa, bem como oferecer soluções 360 graus para apoiar o crescimento sustentável dos negócios e a proteção e segurança do patrimônio, com assessoria para serviços que englobam temas financeiros, de marketing e contábil, além de uma linha de cuidados dos colaboradores com serviços para a saúde e bem-estar com o objetivo em auxiliar na melhora do equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal”, explica Ana Cláudia.
No tema segurança digital – um dos mais importantes para empresas de qualquer porte e em qualquer parte do mundo, diante do elevado número de ataques hackers registrados em 2022 – o cliente pode escolher diversos serviços para proteger e facilitar o dia a dia das pequenas e médias empresas, que muitas vezes não têm uma estrutura para lidar com imprevistos. Entre eles, a MAPFRE Assistência apoia a empresa com antivírus em seus equipamentos, localização de dispositivos móveis, suporte tecnológico especializado, back-up na nuvem e análise de vulnerabilidades de IP’s, Rede e Web para aqueles empreendedores que possuem vendas on-line.
De acordo com a executiva, o investimento em pessoas, tecnologia e processos é essencial para o posicionamento sólido de uma marca como a MAPFRE, que tem reconhecimento global, força e relevância em um mercado dinâmico como o de Assistências. “Temos um grande apoio do Grupo MAPFRE e forte investimento nos últimos anos, o que nos trouxe modernização e competitividade para avançar neste mercado de forma ainda mais expressiva em 2023”, acredita a executiva. “Estamos posicionados entre as cinco maiores do mercado. Avançamos 80% em 2022 e estamos preparados e otimistas que vamos manter este ritmo de crescimento nos próximos anos”, afirma Ana Cláudia.
A MAPFRE Assistência, com história de mais de 30 anos, atua em 27 países atendendo diversas filiais do grupo segurador espanhol, seguradoras, instituições financeiras, montadoras e redes de varejo com mais de 83 soluções de serviços digitais. No Brasil, atua com mais de 18 milhões de consumidores e registra cerca de 450 mil atendimentos por ano. Em 2022, foram mais de 27 mil provedores credenciados, sendo que cerca de 84% dos acionamentos se realizaram de forma automática.
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