Do dente quebrado à acupuntura: como funciona o seguro para cuidar dos pets?

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Fonte: Infomoney

As famílias brasileiras estão cada vez mais multiespécies. Uma pesquisa recente do Datafolha estima que 60% dos brasileiros com mais de 16 anos têm algum animalzinho em casa. O mesmo levantamento aponta que 34 milhões de lares tem ao menos um cão. O gasto dos tutores, como são chamadas as pessoas que cuidam dos animais, é significativo e passa de R$ 200 por mês.

Esse valor pode crescer nos meses em que há alguma emergência com a saúde do pet. O cuidado com os animais domésticos é o tema do episódio desta quinta-feira (8) do videocast Tá Seguro? (disponível no canal do InfoMoney no YouTube e nas plataformas de podcast, como o Spotify).

O criador de conteúdo Leonardo Bagarolo, tutor de duas cachorras (Madalena e Bica) e uma gata (Lola), detalha na entrevista os “sustos” que ele já passou — principalmente com a duplinha canina. “Eu costumo dizer que elas são um parque de diversões em casa. São muitas emoções, não necessariamente positivas”, brinca.

Uma desses casos foi quando uma brincadeira com uma bolinha resultou acidentalmente em um dentinho quebrado da pinscher Bica, de 8 anos. “Eu não reparei no dia, só no seguinte. Fui gravar um vídeo, ela bocejou e o dente tava atravessado, bem o dente da frente. Eu fiquei bastante desesperado porque eu não sabia o que deveria fazer naquela situação. Logo na sequência, a gente a levou na clínica e teve que tirar o restante, a raiz, que não podia ficar lá porque podia dar outras complicações”, explica Bagarolo.

Já a “irmã”, Madalena, que tem 4 anos e é da raça buldogue inglês, já passou por situações emergenciais e outras que exigem um acompanhamento perene. Um dos sustos que Bagarolo contou no programa ocorreu quando ele foi visitar a mãe no interior paulista.

Ao voltar da casa da tia, ele se deparou com o muro, daqueles “chapiscados”, em vermelho da metade pra baixo. “Eu perguntei se ela tinha pintado o muro, porque era uma quantidade muito absurda de vermelho que tinha, e ela disse que não, e aquilo não era tinta, era sangue. Quando eu olhei para a cara da Madalena, ela tava toda ensanguentada. Apesar de não ter muitos problemas de pele, ela se coça muito, começou a coçar ali e viu que era gostoso, só que ela não tem limite, coçou até acabar com a cara e o focinho, que ficou em carne viva dos lados. Foi desesperador, apesar de ter sido mais superficial”, relata.

Outra situação foi a descoberta da artrose, doença sem cura, mas com tratamento. A última “saga” vivida por Madalena foi detectada quando ela começou a mancar. Mesmo tomando remédios para a dor, a situação não melhorou.

Por isso, a pet passou por uma bateria de exames (teve até ressonância) para descobrir o problema. Hoje, o tratamento inclui fisioterapia e acupuntura. “Ela tem um cuidado médico que é muito maior do que eu tenho comigo e que eu já fiz na minha vida inteira”, brinca o tutor da Madalena. A outra cachorrinha, a Bica, além do caso emergencial ocorrido com o dente, também faz acompanhamento veterinário periódico para monitorar uma gastrite e uma condição cardíaca.

Atendimentos recorrentes

Débora Ayres, veterinária, sócia e diretora clínica do Árbol Hospital Veterinário, explica que a medicina veterinária está muito próxima da medicina humana. Dentro de um hospital veterinário, o serviço acaba dividido entre o “pronto atendimento”, no qual se encaixam as emergências, e o de rotina, que tem um viés mais preventivo.

Ela explica que os casos mais frequentes que chegam para atendimento vão desde situações envolvendo quedas, atropelamentos, além de problemas com a saúde bucal. “Se o cão estiver, por exemplo, com um dente amolecido, algo assim, ele não tem como falar, então é comum chegar para nós, veterinários, aquilo que já poderia ter sido identificado antes”, conta Débora.

Na avaliação da veterinária, a evolução da medicina e os planos de saúde voltados aos bichinhos certamente contribuíram para que mais tutores passassem a se preocupar com check-ups. “Já é muito comum receber os pacientes que realmente seguem o calendário preventivo. As especialidades, hoje, também estão muito em alta. Temos pacientes sendo acompanhados por nefrologistas, cardiologistas e gastroenterologistas, que é minha especialidade. Estamos saindo de um cenário no qual o paciente só vai para o hospital ou clínica quando não é mais possível segurar em casa, para um cenário onde é tudo pensado”, disse a especialista.

Da emergência ao check-up

Para Fabiano Lima, CEO da área de saúde da Pet Love, a pandemia de Covid-19, em 2020, foi um dos principais aceleradores da demanda por seguros ou planos de saúde voltados aos pets. “As pessoas passaram a conviver mais tempo perto dos pets e começaram a perceber os comportamentos deles, quando ficam mais quietinho num dia ou mais ativo no outro e passaram a cuidar melhor da saúde deles”, observa.

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Os planos para pets funcionam de forma similar aos planos para humanos, partindo de opções mais básicas que cobrem toda a “parte ambulatorial”, contemplando atendimentos de emergência, realização de alguns exames, consultas e vacinação. E existem também os planos mais completos, que cobrem internação, cirurgia e até acupuntura e fisioterapia.

Lima destacou que a estimativa é a da existência de 85 milhões de cães e gatos de estimação no país. Já o número de pets cobertos por algum plano de saúde é estimado em cerca de 230 mil. “Não existe um número oficial, mas fazemos uma estimativa que passa perto disso, que é 0,3% de penetração. Então ainda é algo muito incipiente, que tá só no começo. Quando abordamos as pessoas para falar sobre o plano, de maneira online ou via corretores de seguros, a primeira reação de mais de 60% delas é ‘mas existe isso?’, conta.

De acordo com o executivo, a maior parte dos tutores que busca o plano de saúde para o pet acaba visando situações emergenciais e internações. Contudo, a realização de check-ups vem ganhando espaço. “A prevenção é algo importante que a gente tenta incentivar”, pontua.

A média de uso do plano, observada pela Pet Love, é de 2,9 vezes por ano — idas ao veterinário para consulta, sem contar os eventuais exames. Já quem não tem o plano costuma visitar o veterinário “no máximo uma vez por ano”, a não ser quando os tutores observam alguma anomalia no comportamento do bichinho.

Leonardo Bagarolo diz que também começou a se preocupar mais com a saúde das cachorras na pandemia, quando ficou mais em casa e pôde acompanhar mais de perto as duas. Com o trabalho desenvolvido com elas nas redes sociais, o viés preventivo só aumentou.

Ele compara que o cenário mudou muito em relação aos cães que já teve, porque não havia esse olhar mais preventivo, e os cães acabavam vivendo menos do que hoje. “Estávamos acostumados com uma rotina completamente diferente. Tento sempre passar para os nossos seguidores que têm pets, que são apaixonados por pets, o quanto é importante fazer check-ups e exames que vão facilitar também o tempo que o seu pet vai passar junto com você”, comenta.

Os cuidados em cada etapa da vida do bichinho podem variar. Segundo Débora, quando filhote, a principal preocupação é com o calendário vacinal e com doenças congênitas, que podem ter reflexos no futuro. Outra preocupação com um cão mais jovem é a castração.

Já para os cães adultos e idosos, é importante avaliar mais de perto questões como a limpeza de tártaro, muito influenciada pelo tipo de alimentação. “É preciso entender as particularidades da raça e do indivíduo. Como funciona o organismo, se existe alguma alteração ou algo que precisa de uma maior atenção. E, a partir daí, montar o calendário preventivo, que vai englobar os exames que devem ser feitos em cada etapa da vida do animal”, indica a veterinária.

Os avanços do mercado pet se equipara ao praticado pelo mercado de planos de saúde para humano em alguns pontos. Por exemplo, Lima conta que recentemente a Pet Love criou um programa de cuidados especiais para os pacientes crônicos. Foram selecionados 191 pets diabéticos que estão sendo acompanhados há cerca de 4 meses. “Vimos pets diabéticos que não faziam um hemograma há dois anos. Isso precisa ser acompanhado com uma frequência muito maior, então passamos a incentivar o cuidado”.

Custos

O executivo da Pet Love explica que o cálculo do preço do plano leva em conta variáveis como a frequência de uso e a severidade. Não costumam entrar a idade ou a raça do animal, nem a pré-existência de doenças. Por outro lado, existem carências para alguns procedimentos, como a castração, e a coparticipação, na qual o tutor paga uma parte do procedimento.

Para Débora, o hospital veterinário vem olhando com outros olhos para o plano de saúde pet. Ela conta que, durante muito tempo, os veterinários enxergavam os planos como concorrentes, além do patamar de valores repassados. Mas, atualmente, ela ressalta que muitas pessoas já chegam perguntando se o hospital vai atender o plano pet. Além disso, ao ser credenciado como rede de atendimento do plano, muitos tutores acabam conhecendo a clínica por meio desse “canal”.

Saúde dos pets

Veja 3 dicas dos especialistas para manter a saúde do seu animal em dia. Confira:

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• Observe se há mudança de comportamento e não espere muito para procurar atendimento veterinário se notar algo errado;
• Busque manter o cãozinho sempre ativo com diferentes atividades, visando a saúde física e mental;
• Ao contratar um plano de saúde pet, observe se estão contempladas as coberturas adequadas ao bichinho, sempre levando em conta o momento de vida e as suas particularidades.

“Acho que é um mercado que tem muito a crescer. Apesar de ser extremamente grande, a maior fatia é voltada para a parte de nutrição, mas não tanto para a parte de saúde. Esperamos ver nos próximos anos a fatia da saúde crescer e ver as pessoas realmente investirem e entenderem que se o animal é um ‘filho’, ele merece cuidados e saúde de um filho”, acrescenta Lima, da Pet Love.

Medida que obriga contratação de seguro por danos à carga transportada vai para sanção presidencial

seguro transporte

Fonte: InfoMoney

A jornalista Jamille Niero conta no Infomoney que o proprietário da mercadoria poderá exigir do transportador cópia da apólice com o prêmio e o gerenciamento de risco contratados Mudanças relacionadas ao seguro de cargas foram aprovadas pelo Senado na Medida Provisória 1153/2022, que trata de alterações ao Código de Trânsito Brasileiro, e encaminhada para a sanção presidencial como Projeto de Lei de Conversão (PLV) 10/2023. O PLV precisa ser sancionado ainda em junho, até o dia 22.

Uma delas é a explicitação da contratação obrigatória por parte dos transportadores, prestadores do serviço de transporte rodoviário de cargas, dos seguros de:

Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga (RCTR-C), para cobertura de perdas ou danos causados à carga transportada em consequência de acidentes com o veículo transportador; Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga (RC-DC), para cobertura de roubo ou furto da carga durante o transporte; Responsabilidade Civil de Veículo (RC-V), para cobertura de danos corporais e materiais causados a terceiros pelo veículo utilizado no transporte rodoviário de cargas.

Segundo Bia Kowalewski, coordenadora do núcleo de M&A, ESG e Governança Corporativa da Silveiro Advogados, o texto deixou claro qual parte deverá, de fato, contratar a proteção. “Hoje, eles estão explicitando que no caso de uma transportadora subcontratar um transportador autônomo de carga (TAC), leia-se um caminhoneiro avulso, ele não vai precisar pagar esses seguros. Quem vai pagar o contrato de seguro, nesse caso, são os contratantes do serviço. Acho que essa é a maior mudança da legislação”, diz a advogada. O valor do seguro também não poderá ser descontado do frete do TAC.

Para Marcos Siqueira, vice-presidente da Comissão de Transporte de Carga da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), representante das seguradoras, o mercado vê com “bons olhos” as mudanças.

Ele ressalta que outro ponto que vale reforçar é que o Senado “tirou a proibição do embarcador contratar o seguro em nome do transportador”. Apesar de algumas coberturas serem de contratação obrigatória do transportador, nada impede que o embarcador também compre as coberturas que julgar necessárias para a sua carga.

Além disso, o PLV enviado para sanção indica ainda que o proprietário da mercadoria poderá, na contratação do frete, exigir do transportador a cópia da apólice de seguro com as condições, o prêmio e o gerenciamento de risco contratados.

Plano de Gerenciamento de risco

Siqueira explica ainda que outra mudança relevante trazida pelo texto aprovado no Senado é a “formalização” em lei do Plano de Gerenciamento de Risco (PGR), algo que já era adotado pelo mercado. O PLV especifica que os seguros relacionados à carga (RCTR-C e RC-DC) deverão estar vinculados ao plano que, por sua vez, deverá ser estabelecido de comum acordo entre o transportador e sua seguradora, observado que o contratante do serviço de transporte poderá exigir obrigações ou medidas, mas arcando com todos os custos e despesas inerentes a elas.

O representante da FenSeg conta que cada PGR é desenhado conforme a necessidade da carga e, por isso, cada um terá um custo diferente. “Tem que entender a operação do segurado, do transportador. Baseado nisso, você vai montar um plano de gerenciamento de risco no qual vai se investir mais ou menos”, diz. Isso inclui, por exemplo, saber:

O tipo de mercadoria que ele transporta; a origem e o destino; os horários; tipo de caminhão que será utilizado; tipo de embalagem utilizada nos produtos transportados, entre outros.

Siqueira destaca que o Plano de Gerenciamento de Riscos não serve somente para evitar roubos, mas também para que a carga chegue ao destino no tempo certo e sem acidentes. Neste último caso, é pensado como impedir possíveis contaminações de solo e água caso a carga seja composta por produtos químicos, até como preservar a vida do motorista, uma vez que o plano pode contemplar o controle de velocidade, com monitoramento ponto a ponto e envio de alertas caso haja perigo.

Hoje, quem mais utiliza os PGRs no transporte são os segmentos cujas mercadorias estão mais expostas a roubos e acidentes, como produtos eletrônicos (celulares, notebooks, etc) e medicamentos, que costumam ser produtos com alto valor agregado e facilidade de comercialização.

Na avaliação de Bia Kowalewski, a medida relacionada ao PGR certamente impactará “mais os transportadores maiores”. “Em suma a gente tá tirando o risco tanto do transportador autônomo, que não paga mais o custo, porque quem paga o custo é a transportadora que o subcontrata ou direto o contratante do carreto. E quando eu tenho uma transportadora e uma empresa em uma relação, e essa empresa exige da transportadora um cuidado maior com a carga, essa despesa de mudança de operação, o gerenciamento vai para a empresa contratante e não fica só com a transportadora. No fundo, eu acho que a maior mudança é: quem vai arcar com esse custo extra? Provavelmente vai ser o consumidor final”, opina a advogada.

Daniel Marcus, especialista em Direito Securitário e sócio do escritório Schalch Sociedade de Advogados (SSA), comenta que a maior crítica em relação ao assunto diz respeito ao formato. “Há quem defenda a inconstitucionalidade da Medida Provisória ao passo que não apresenta o requisito obrigatório da urgência, vez que a matéria por ela tratada já conta com regulação própria e esparsa e tem um projeto de lei pendente de aprovação há anos, além de permitir a interpretação de que ofende os princípios e fundamentos constitucionais da livre iniciativa, da livre concorrência, da propriedade privada e da liberdade de contratação”.

Marcus pontua, contudo, que é “louvável a intenção do legislador no sentido de conferir maior liberdade aos transportadores”, especialmente aos autônomos, que seria a parte envolvida com menores condições de negociação frente aos contratantes dos serviços de transporte. O especialista avalia como positivo também simplificar algumas regras para o setor.

Siqueira, da FenSeg, observa ainda que com a lei sancionada, o próximo passo será estreitar laços com a Susep (Superintendência de Seguros Privados) para possível regulamentação.

Seguro de Transporte

Segundo dados recém-divulgados pela Susep de janeiro a abril deste ano, o segmento de Seguro Transporte arrecadou R$ 1,81 bilhão em prêmios (valor pago para se ter direito à cobertura), cifra 4% maior em relação ao apurado no mesmo período de 2022. O segmento corresponde a 4,7% de todos os seguros de “danos”, que reúnem ramos como o automóvel (45%) e o rural (10%), entre outros.

Chubb apoia a maior troca de dívida do mundo para projeto de conservação marinha nas Ilhas Galápagos, Equador

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Fonte: Chubb

A Chubb anunciou seu apoio ao Galapagos Marine Bond, maior troca de dívida para a conservação marinha do mundo, envolvendo uma parceria com o Governo do Equador, a U.S. International Development Finance Corporation (DFC), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Credit Suisse, a Oceans Finance Company e a Pew Bertarelli Ocean Legacy.

Através de sua subsidiária Sovereign Risk Insurance Limited e da Chubb Global Markets, a divisão de wholesale e especializada do mercado de Londres da empresa, juntamente com outras seguradoras privadas, a Chubb forneceu mais de US$ 390 milhões em resseguro para a DFC em uma transação inovadora de seguro de risco político projetada para ajudar o Equador a reduzir sua dívida externa governamental, financiar a conservação marinha e fazer pagamentos anuais de dotação ao Galapagos Life Fund (GLF).

A DFC fornece cobertura de seguro de risco político de US$ 656 milhões para o empréstimo, enquanto o BID fornece uma garantia de US$ 85 milhões. A Chubb, juntamente com outras seguradoras privadas, está fornecendo 60% de resseguro para viabilizar o projeto. Por meio dessa troca de dívida, o Equador obterá uma economia de mais de US$ 1,12 bilhão em virtude da redução dos custos de serviço da dívida.

Com esse empréstimo, o Equador pôde recomprar e liquidar uma parte substancial de sua dívida comercial externa, criar um fluxo de caixa anual significativo para a conservação marinha e estabelecer um fundo de dotação para o Galapagos Life Fund, a fim de financiar a conservação marinha para as futuras gerações.

Essa transação representa a maior reestruturação de dívida voltada para a conservação marinha até o momento e é a segunda troca de dívida para a conservação marinha concluída pela DFC.

“O mercado privado de seguro de risco político está satisfeito em apoiar a DFC nessa transação tão importante para o Galapagos Marine Bond “, disse Julian M. Edwards, diretor global de Risco Político e Crédito da Chubb Global Markets.

Natalie Chiaramonte, presidente da Divisão de Seguro de Risco Soberano, acrescentou que “este é um excelente exemplo de uma parceria público-privada que continua a oferecer redução da dívida e compromissos substanciais com a conservação marinha. Não estamos apenas ajudando a tornar possível um importante projeto de conservação, mas também estamos apoiando o desenvolvimento econômico sustentável e a resiliência comunitária por meio do alívio da dívida”.

Bradesco Seguros prepara seu primeiro relatório com resultados de iniciativas sustentáveis

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Fonte: Bradesco

Na semana que acontece o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado no dia 5 de junho, o Grupo Bradesco Seguros reforça seu compromisso com as práticas ESG (sigla em inglês para Environmental, Social and Governance). Em 2019, a companhia revisou sua Estratégia de Sustentabilidade, considerando os principais desafios e tendências globais, a percepção dos stakeholders, os objetivos dos negócios da Organização, e as principais agendas nacionais e internacionais de desenvolvimento sustentável – especialmente os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Todas as medidas atendem aos pilares estratégicos de sustentabilidade: negócios sustentáveis, mudanças climáticas, relacionamento com o cliente, diversidade e inclusão, inovação e investimento social.

“Estamos elaborando o nosso 1º Relatório de Sustentabilidade que será publicado em breve, consolidando o compromisso do grupo com os critérios ASG e as práticas de sustentabilidade. Neste documento relatamos mais sobre compromissos e iniciativas do Grupo, como a adesão ao TCFD (Task Force on Climate Related Financial Disclosures) em 2022, que traz uma evolução na agenda do setor de seguros para os próximos anos, fortalecendo a gestão e implementando estratégias, processos e oportunidades relacionados ao tema. E também sobre o alinhamento com as novas exigências divulgadas pela SUSEP para o setor por meio da Circular nº 666 – que estabelece o cumprimento de ações para gestão dos riscos climáticos, sociais e ambientais.” – destacou, Valdirene Soares Secato, diretora de Recursos Humanos, Sustentabilidade e Ouvidoria.

A Bradesco Seguros também faz parte do primeiro grupo de seguradoras que aderiram em 2012 aos Princípios para a Sustentabilidade em Seguros (PSI), procurando desenvolver ações que promovam o crescimento sustentável dos negócios de acordo com os princípios vigentes. Além de ser signatário do Pacto Global da ONU com ações alinhadas aos ODS, a seguradora também participa como membro do Comitê Diretivo Global, representando a América Latina no Setor de Seguros. “O grupo busca agregar valor e contribuir para o desenvolvimento sustentável, fazendo a diferença não só aos nossos públicos, mas para toda a sociedade”, complementa Valdirene.

Em relação aos compromissos assumidos, diversas ações voltadas ao ESG já são trabalhadas na Bradesco Seguros.

Negócios Sustentáveis

  • Descarte ecológico: O projeto Sinistro Sustentável, que compõe a ação, tem como objetivo recolher bens danificados na casa dos clientes Auto e Residencial e dar um destino socioambiental correto ao resíduo. O projeto visa evitar que estes resíduos sejam destinados de forma indevida. Se no modelo econômico linear o descarte é o estágio final da vida útil dos produtos, nos projetos da seguradora, fases como o reparo, o reuso, a remanufatura e a reciclagem são o recomeço. Em 2022, a Bradesco Seguros viabilizou a coleta de mais de 132 toneladas de materiais e evitou que fossem destinados de maneira indevida, poluindo o solo e reduzindo o uso de recursos naturais.
  • Fundo de Previdência Privada ASG:No segmento de Previdência, a Bradesco Vida e Previdência oferece três fundos formados por empresas com alto grau de comprometimento ambiental, responsabilidade social e governança corporativa, seguindo os princípios ESG: ‘Bradesco Princípios ESG Equities Global PGBL/VGBL’, voltado para a renda variável; e ‘Bradesco Princípios ESG Global Fixed Income Crédito Privado PGBL/VGBL’ e Ágora Princípios ESG Global Fixed Income, que concentram investimentos em renda fixa. Todos contemplam alocação em ativos locais e internacionais. Os dois primeiros são administrados pela Bradesco Asset Management, e o terceiro, pela Ágora Investimentos.

Mudanças Climáticas

  • Operação Calamidade:Em casos de alta demanda de chamados emergenciais dos segurados, a Bradesco Seguros promove Planos de Contingência e a Operação Emergencial de Tratamento de Sinistros, desenvolvida para quantificar e indenizar segurados envolvidos em tragédias naturais no menor prazo possível. Esta mobilização, em caráter especial, é estendida até a normalização do número de sinistros na região atingida.

Investimento Social

  • Semana de Educação Financeira: A seguradora desde 2019 marca sua participação na Semana Nacional de Educação Financeira, promovida pelo Fórum Brasileiro de Educação Financeira, com conteúdo que abordam planejamento e resiliência financeira para a população brasileira. 
  • Projeto Integração Empresa-Escola (PIEE):Mantido desde 2004 pelo Grupo Bradesco Seguros, o Projeto Integração Empresa Escola (PIEE), atua conjuntamente com a Fundação Bradesco, com foco nas crianças do entorno de comunidades no bairro do Rio Comprido, na cidade do Rio de Janeiro, buscando incentivar o desenvolvimento e a prática de atividades culturais e esportivas. Atualmente, o projeto conta com 858 vagas e, desde a sua criação, várias ações foram desenvolvidas no PIEE, cujo enfoque foi a Ecoeficiência, o Voluntariado e a Diversidade;
  • Longevidade: O tema sempre foi tratado como prioridade no grupo segurador. Por isso, levamos conhecimento sobre aspectos sociais, financeiros e de saúde a todos os segurados, em linha com os temas: Finanças, Conhecimento, Convivência, Saúde e Bem-estar.

ANP aprova novo modelo de seguro garantia para descomissionamento

Fonte: ANP

A Diretoria Colegiada da ANP aprovou hoje (7/6) a alteração do modelo de seguro-garantia utilizado em operações de descomissionamento (desativação) de instalações de exploração e produção de petróleo e gás natural previsto na Resolução ANP nº 854/2021. O objetivo é adaptá-lo à nova regulamentação da Superintendência de Seguros Privados (Susep) sobre o assunto. Devido a essa alteração, o prazo para que as empresas apresentem garantias financeiras que assegurem o descomissionamento foi prorrogado por 90 dias, passando de 30/6 par a 2/10/23. 

Também foi aprovada a realização de consulta pública de 45 dias, seguida de audiência pública, sobre as alterações realizadas nesse trecho da resolução, permitindo a participação dos interessados e a inclusão de outros aprimoramentos. 

A antiga minuta de seguro-garantia aprovada pela ANP, como anexo III da Resolução ANP nº 854/2021, utilizava a Circular Susep nº 477/2013 para construção das suas cláusulas. Com a revogação desta circular, a partir de 1/1/2023, o instrumento passou a ser regido pela Circular Susep nº 662/2022, sendo necessário a adequação do modelo de seguro-garantia de descomissionamento à nova norma.

Uma vez publicado o novo modelo de seguro garantia, as seguradoras poderão emitir novas apólices de seguro, em plena conformidade com as mais novas regulamentações da Susep. 

Descomissionamento

O descomissionamento é o conjunto de atividades associadas à interrupção definitiva da operação das instalações, ao abandono permanente e arrasamento de poços, à remoção de instalações, à destinação adequada de materiais, resíduos e rejeitos, à recuperação ambiental da área e à preservação das condições de segurança de navegação local.

Esta atividade é uma obrigação contratual, e é realizada ao final da vida produtiva do campo, quando a produção já não é suficiente para sustentar os custos de operação.

O descomissionamento requer que os contratados realizem gastos, exatamente em um momento em que o campo já não apresenta retorno financeiro. Por isso, os contratos para exploração e produção de petróleo e gás natural determinam, além da própria obrigação de conduzir o abandono e a desativação das instalações, a obrigação apresentar garantias financeiras para assegurar os recursos necessários para este fim.

Icatu lança videocast para se conectar com corretores

Fonte: Icatu

Com o objetivo de estar cada vez mais próxima do dia a dia dos seus parceiros, a Icatu – maior seguradora brasileira independente em Vida, Previdência e Capitalização – está fazendo importantes avanços em seus canais de comunicação com os corretores. A novidade mais recente é o lançamento do IcatuCast – Corretor que Inspira, videocast sobre planejamento e proteção financeira. 

O novo canal chega na esteira de diversas ações da Icatu para uma maior aproximação com os corretores, com intuito de marcar presença em canais em que eles já estão e que utilizam com frequência. 

“O corretor é um parceiro essencial para ampliarmos o impacto social da proteção e planejamento financeiro, principalmente pensando na combinação de seguro de vida e previdência privada. No caso do nosso mercado, temos um grande desafio: diferentemente de um produto de bem de consumo, que as pessoas escolhem com facilidade, o seguro de vida ou a própria previdência privada precisam de uma venda consultiva, que, neste caso, é o corretor. Por isso, ampliar a comunicação com os corretores é uma forma de nos aproximarmos cada vez mais deles, facilitando a sua jornada e entendendo as suas necessidades na relação com a Icatu e com o cliente final”, afirma Alexandre Vilardi, vice-presidente Corporativo da companhia. 

IcatuCast – No último mês, essa relação de proximidade ganhou um novo capítulo com o lançamento do primeiro episódio do IcatuCast, videcast disponibilizado no Spotify e no canal do Youtube da seguradora. O episódio de estreia contou com a participação do vice-presidente Corporativo da companhia, Alexandre Vilardi, que abordou o propósito da Icatu no mercado segurador e o papel fundamental da força de vendas. O segundo episódio, publicado na última quinta-feira (01), traz o Vice-Presidente Corporativo da Icatu e Presidente da Rio Grande Seguros e Previdência, Cesar Saut, discutindo o tema “Qual a importância do Seguro de Vida e o seu impacto na sociedade?”. 

“Os corretores são parceiros essenciais nessa jornada intensa de estímulo à proteção e o planejamento financeiro. É por este motivo que seguimos trabalhando para ir até onde eles estão, criando novas pontes em canais que eles já frequentam e procuram. Por este motivo lançamos agora o videocast, com conteúdos valiosos que auxiliarão na sua força de venda. Nosso propósito é democratizar cada vez mais o acesso a soluções de proteção e planejamento financeiro e isso, sem dúvida alguma, começa pela informação”, afirma Cinthia Kato, Diretora de Marketing e Canais da Icatu. 

Investimento em capacitação – A Icatu tem feito ainda diversos investimentos no Educatu – plataforma de treinamento e capacitação online com mais de 60 cursos presenciais e ao vivo, totalmente gratuitos. Recentemente, a plataforma recebeu diversas melhorias, entre elas experiências gamificadas, rankings, premiações e o desenvolvimento e infraestrutura em nuvem, que garantem uma plataforma robusta, estável e confiável.

Bradesco Vida e Previdência anuncia parceria com Scania Banco para distribuição do seguro prestamista

Jorge Nasser Bradesco

A Bradesco Vida e Previdência, empresa integrante do Grupo Bradesco Seguros, anuncia parceria com o Scania Banco e a Scania Corretora de Seguros para oferta de seguro prestamista aos clientes que contratarem o financiamento de caminhões da marca.  O Seguro Prestamista oferecido nessa parceria possui taxas competitivas e cobertura de até R$ 2 milhões, além de benefícios que apoiam no cuidado com a saúde.

“O Seguro Prestamista tem um papel estratégico em disseminar a cultura de proteção aos brasileiros. Com ele, podemos dar maior segurança para a operação de crédito, oferecendo mais tranquilidade para os clientes. Realizar a distribuição por meio do Scania Banco renova nosso objetivo de construir parcerias sólidas e produtivas para ampliar nossos negócios”, afirma Jorge Nasser, diretor presidente da Bradesco Vida e Previdência, em nota.

Já diretor de Vida da companhia, Bernardo Castello, destaca que o seguro prestamista é um importante aliado, ao garantir pagamento da dívida em um momento difícil, como morte ou invalidez do segurado. “Na parceria com a Scania, vamos oferecer serviços que agregam valor ao cliente no seu dia a dia, tudo isso conectado por um sistema on-line que dará agilidade e transparência à nossa operação. São componentes que nos fazem acreditar no sucesso da parceria”, afirma Castello.

“Queremos ampliar cada vez mais nosso portfólio de serviços, melhorando a experiência dos clientes através de ferramentas digitais e processos ágeis, adequados às suas necessidades”, afirma Martin Sörensson, presidente da Scania Serviços Financeiros Brasil. “O seguro prestamista tira preocupações do cliente, dando maior liberdade para ele cuidar do que realmente interessa, que é a operação do seu negócio”, completa.

A Bradesco Vida e Previdência, empresa do Grupo Bradesco Seguros, atua há mais de quatro décadas no país, protegendo participantes de planos de Previdência e VGBL e segurados de Vida e Acidentes Pessoais. No segmento de Seguro de Vida e Acidentes Pessoais, do qual é líder de mercado, oferece uma ampla gama de produtos com coberturas para diversas situações, incluindo doenças graves e perda de renda por desemprego involuntário, além de assistências personalizadas.

A Scania Corretora de Seguros faz parte da Scania Serviços Financeiros, que também conta com o Scania Banco e Scania Consórcio, oferecendo ferramentas para facilitar a aquisição dos produtos da marca Scania.

Inteligência artificial e o futuro das seguradoras de previdência privada

Por Bruno Venceslau, superintendente de Dados da Brasilprev

O uso de inteligência artificial já não é novidade há algum tempo para as seguradoras de previdência privada. Aplicações desenvolvidas a partir de “machine learning”, por exemplo, são relativamente comuns para a construção de modelos analíticos preditivos.

Atualmente, já existem modelos analíticos de boa acurácia capazes de indicar qual grupo de clientes tem maior predisposição a resgatar seus planos, portar sua reserva para outras companhias, aumentar os valores de contribuição ou realizar aportes esporádicos, por exemplo.

Sendo assim, o que pode mudar de fato na indústria a partir dos avanços recentes de inteligência artificial?

Futuro próximo

Para começar, o caminho deverá partir do básico, ou seja, da disponibilização de prompts (barras de pesquisa) para usuários internos, ou knowledge assistants. Essa possibilidade de buscar informações em um espaço delimitado dentro das redes internas das companhias além de mais seguras para as seguradoras, reduzirá o tempo de pesquisa e permitirá que a assessoria em segundo nível realizada às redes de distribuição seja cada vez mais rápida e precisa.

Vale destacar que o ouro nessa aplicação talvez não esteja nas respostas, mas sim nas perguntas que os usuários farão. Essas perguntas permitirão a construção de automações que futuramente tornarão o processo cada vez mais ágil, especialmente no processo de assessoramento.

Imagine que no futuro os consultores de investimentos, que hoje gastam um bom tempo para montar propostas personalizadas a clientes, poderão realizar essa solicitação e receber imediatamente um arquivo em “pdf” já direcionando a melhor escolha. Pense então que tudo isso poderá ser realizado em escala e de forma contínua durante todo relacionamento da empresa com seus clientes.

Não, a função dos consultores não está ameaçada, mas certamente terão maior chance de sucesso aqueles com nível de especialização e habilidade suficientes para operar as novas tecnologias.

Outra aplicação que parece óbvia é a otimização da busca de dados. Atualmente, os dados, em geral, são bem governados e tratados, mas ficam espalhados em um sem-fim de dashboards. As novas soluções de IA permitirão que as buscas ocorram de forma simples a partir de uma barra de pesquisa, tornando as companhias cada vez mais orientadas por estas informações.

Na sequência

Indo além, teremos soluções para clientes sendo cada vez mais testadas, chatbots mais potentes, autosserviços bastante completos em recomendações e realocações, otimização dos fluxos de ciclo de vida de aplicações (ALM), modelos mais apurados de prevenções a fraudes etc.

De toda leitura do cenário acima, concluo que a única certeza que se pode ter no momento é que manter-se atualizado talvez nunca tenha sido tão importante. É um grande privilégio experienciar esse momento e poder fazer parte dessa transformação.

Prudential do Brasil vibra com vitória de Bia Haddad em Roland Garros

Bia haddad prudential

A população brasileira não cabe em si de tanto orgulho da Bia Haddad. Venceu de virada em  Roland Garros a tenista Ons Jabeur. Parte para as semifinais de um dos mais prestigiados e disputados torneios de tênis do planeta. E olha só o que está estampado na camiseta do jogo de hoje: Prudential do Brasil.

“Ver uma atleta brasileira fazendo história é motivo de muito orgulho. Uma maratona de quase quatro horas. Não é à toa que ela é a atual número 14 do mundo e está na elite do tênis feminino. Bia Haddad Maia, aos 27 anos, é a primeira brasileira a chegar às quartas de final do torneio de Roland Garros desde 1968”, comemora Patrícia Freitas, CEO da Prudential do Brasil.

Patrícia acrescenta que Bia é exemplo de reação, disciplina, determinação e muito treino para alcançar um alto nível de desempenho. Ela se destaca por ser precisa nos acertos nas horas decisivas, quando há pouca margem para erros. “Acredito que essa combinação é o segredo do sucesso seja na vida pessoal, nos negócios ou no esporte. Recentemente, estivemos juntas e tive a oportunidade de conhecer a pessoa além da atleta. A Prudential se orgulha de apoiar o esporte e investir no Brasil”, diz.

O patrocínio da Prudential com a atual número 15 no ranking da WTA foi fechado em janeiro deste ano. Trata-se do primeiro contrato da empresa com um atleta individual. Além da jogadora, a empresa patrocina também seu técnico, Rafael Paciaroni, ao longo de 2023.

De acordo com a Prudential, o patrocínio faz parte de uma série de iniciativas em comemoração aos 25 anos da companhia no mercado brasileiro. Além disso, serve para fortalecer o compromisso da empresa em incentivar o esporte, uma vez que a marca já é patrocinadora da Associação Brasileira de Escalada Esportiva (ABEE), entidade nacional reconhecida e filiada à Federação Internacional de Escalada Esportiva (IFSC, na sigla em inglês), desde 2019.

Primeira mulher brasileira a receber um WTA Player Awards, Bia Haddad Maia teve o melhor ano da carreira em 2022. Com isso, aumentou a lista de patrocinadores, que já contava com Joma, Angá e Eqlibri, com um acordo inédito com o Itaú Personnalité, fechado no final de dezembro. E também é patrocinada pela corretora de resseguros Latin Re em 2023.

“Estou muito feliz de fazer parte da família Prudential, uma empresa que incentiva os atletas e se preocupa não apenas com a saúde física e mental, mas também com a saúde financeira dos jogadores. Será um privilégio compartilhar os desafios que estão por vir em um ano intenso de campeonatos. Sem dúvida, essa parceria fará diferença na hora de entrar em quadra”, afirmou a tenista ao fechar o contrato em janeiro.

Zurich é a seguradora oficial da 27ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo

Carlos Toledo

Fonte: Zurich

A Zurich será a seguradora oficial da 27ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, considerada a maior do mundo. O seguro de responsabilidade civil concedido pela seguradora, que tem cobertura para danos a terceiros, vai cobrir não apenas os trios do evento, que acontece no próximo domingo, 11 de junho, como também a 22ª Feira Cultural da Diversidade LGBT+, que acontece no Memorial da América Latina, no dia 08 de junho. 

Neste ano, a parada terá como tema “Queremos políticas sociais para LGBT+, por inteiro e não pela metade”, visando reforçar a importância de lutar pela proteção social da comunidade, exigir direitos e celebrar a diversidade. Após dois anos longe das ruas, por causa da pandemia da Covid-19, o evento voltou a atrair milhões de pessoas em seu percurso em 2022. Segundo a SPTuris, a parada é o evento que traz mais turistas internacionais para a cidade de São Paulo. 

“A Parada LGBTQ+ de São Paulo é um dos maiores eventos de celebração da diversidade no mundo, que a Zurich está apoiando pois acreditamos que a igualdade de direitos e oportunidades é fundamental para uma sociedade justa e próspera. Estamos empenhados em contribuir para um mundo mais inclusivo, onde as pessoas se sintam valorizadas e respeitadas, independentemente de sua orientação sexual ou identidade de gênero”, destaca Carlos Toledo, Diretor Executivo de Pessoas & Cultura da Seguradora Zurich. 

Diversidade na prática 

Com o objetivo de estimular a cultura de diversidade e inclusão, a Zurich busca promover um ambiente de trabalho mais igualitário e sem preconceitos com diversos Grupos de Diversidade, entre eles o PRIDEZ, que aborda e desenvolve discussões sobre temas como respeito, aceitação e inclusão dentro do universo LGBT+. Integrantes desse grupo participarão do evento em um dos trios da parada. 

Segundo Carlos, a atuação da Zurich é importante em um mês que tem por premissa trazer visibilidade para a causa, mas também é e precisa ser uma ação contínua. A companhia mantém parceria com a Transempregos, o projeto de empregabilidade para pessoas transgêneras, além de com o Instituto Techmail, com quem desenvolve o projeto Talentos para o Futuro, que prepara jovens em situação de vulnerabilidade social para o mercado de trabalho. 

Agora, pela primeira vez, a empresa é uma das patrocinadoras da Feira DiverS/A, um evento de conexão e articulação de oportunidades entre estudantes e profissionais LGBT+ e empresas que promovem a diversidade e inclusão nos seus times. A participação garante à Zurich o acesso a um banco de talentos por um ano, além de inclusão no ciclo de mentorias promovido pelo evento. Tudo com o objetivo de ampliar a diversidade em seus times. 

“Queremos estar presentes como marca empregadora, representando uma empresa que fomenta a diversidade e que quer ampliar cada vez mais a participação da população LGBT+ dentro do nosso negócio”, enfatiza o executivo. 

Durante o mês de junho, mês do orgulho LGBT+, a Zurich também promoverá ações internas para seus colaboradores. Esse ano haverá workshops, exibição de filmes para sensibilização, além de palestra com Gabriela Augusto, primeira pessoa trans a ser reconhecida como Under 30 pela Forbes Brasil e recentemente reconhecida como uma das 50 mulheres de Impacto na América Latina. Gabriela é Top Voice no LinkedIn e reconhecida como uma das influenciadoras em ESG/D&I mais relevantes do Brasil.

“Sabemos que o fomento à diversidade é uma jornada. Por isso, cada vez mais, queremos receber e desenvolver pessoas colaboradoras LGBT+. É nossa contribuição para a construção de um ambiente sem preconceitos e com oportunidades de crescimento para todos”, finaliza Carlos.