IRB(Re) registra lucro líquido de R$ 114,2 milhões em 2023

irb re ceo Falcao

O IRB(Re) fechou 2023 com lucro líquido de R$ 114,2 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 630,3 milhões apurado em 2022. Houve crescimento de R$ 744,5 milhões na comparação anual. Os números, divulgados hoje (28/03), consideram a Visão Negócio e mostram a evolução do ressegurador, que obteve resultado positivo pelo quarto trimestre consecutivo: R$ 37,9 milhões no 4T23 frente prejuízo de R$ 38,8 milhões no 4T22.

“Nossos números mostram que, trimestre a trimestre, evoluímos de forma consistente nos resultados líquido e de subscrição. Iniciamos 2023 com índice de solvência de 101% e encerramos com 146%, com a geração de resultados do negócio. Trabalhamos para produzir resultados sustentáveis, no longo prazo. É claro que, entre os meses e os trimestres, pode haver uma volatilidade inerente ao negócio. Mas temos confiança que continuaremos evoluindo trimestre a trimestre”, comenta Marcos Falcão, CEO do IRB(Re), em nota enviada à imprensa.

“Em 2024, seguimos comprometidos com a rentabilidade do negócio e controlando os itens que estão sob nossa gestão: preço, despesas e custos. Reportamos, essa semana, de forma positiva, os números de janeiro para a Susep. O lucro líquido foi de R$ 36,8 milhões, com resultado de subscrição de R$ 45,2 milhões, índice de sinistralidade em 55,3% e índice combinado de 97%. Vamos seguir, assim, cada vez mais próximos de nossos clientes e investidores, criando intimidade e melhorando nossos processos e a qualidade de nossos serviços”, completa Falcão.

O resultado de subscrição do IRB(Re) também avançou e encerrou 2023 positivo em R$ 155 milhões, frente a R$ 1,4 bilhão negativo do ano anterior. A linha rural registrou o melhor resultado, com R$ 216 milhões em 2023 contra R$ 949,9 milhões negativos em 2022. Vale destacar que, no ano passado, o resultado de subscrição no Brasil foi positivo: passou de R$ 893 milhões negativos, em 2022, para R$ 352,8 milhões positivos. Já no exterior, em 2023, o resultado de subscrição evoluiu, mas ainda foi negativo em R$ 197,7 milhões, ante R$ 556,4 milhões negativos em 2022. 

Em linha com a limpeza de carteira, que foi acelerada em 2023, o prêmio emitido total caiu 17,4% na comparação com 2022, alcançando R$ 6,521 bilhões. No ano passado, a participação de negócios firmados no Brasil teve alta, alcançando 76% do portifólio. Esse percentual era de 68% um ano antes. Em relação ao volume, houve recuo de 7,4% na comparação com 2022: R$ 4,980 bilhões. O prêmio emitido no exterior, que representou 24% do portifólio, totalizou R$ 1,540 bilhão em 2023, queda de 38,7% em relação a 2022. 

“A redução do prêmio emitido total é coerente com a estratégia de melhoria na qualidade de subscrição do IRB(Re). No ano passado, renovamos 83% de todos os negócios que desejávamos manter e seguimos com uma carteira diversificada em nove linhas de negócios. Além disso, a cada quatro novos contratos prospectados, fechamos um. É um sinal importante de que estamos mais próximos dos nossos clientes. Em relação à distribuição de negócios, em 2023, a linha patrimonial segue como destaque, com 37% da carteira”, explica Daniel Castillo, vice-presidente de Resseguros do IRB(Re).

“Nossa estratégia de subscrição continua centralizada no Brasil. No 4T23, os negócios fechados aqui responderam por 82,8% da carteira. Consolidamos a participação no mercado local, alavancando nossas vantagens competitivas. Um passo à frente, refinamos nossa estratégia para, em 2024, concentrar 70% dos nossos negócios no Brasil, 20% na América Latina e 10% nas demais exposições internacionais. Dessa forma, o mercado global continua sendo analisado e mantemos a estratégia de desenvolver negócios não proporcionais, sem assumir grandes exposições. Acredito que temos boas oportunidades na Europa”, completa Castillo.

Sinistro retido total caiu 45,3%

O sinistro retido total caiu 45,3%, na comparação de 2023 com 2022, fechando em R$ 2,906 bilhões. Com isso, o índice de sinistralidade passou de 104,3% para 70%, uma queda de 34,3 p.p.. A companhia também melhorou o índice combinado – que inclui sinistralidade, comissionamento e demais despesas – em 28,1 p.p., passando de 136,7%, em 2022, para 108,6%, em 2023. Considerando apenas as linhas de negócio não vida, o índice combinado foi de 106,4%.

“No 4T23, o índice de sinistralidade ficou em 55%, contribuindo para que fechássemos 2023 com 70%, o menor índice desde 2020. Considerando a geografia, houve redução de 44,8 p.p. no Brasil – passando de 105% em 2022 para 60% em 2023 – e 16 p.p. no exterior – de 104% para 88%. Vale lembrar que a sinistralidade resulta dos contratos firmados em períodos anteriores. Dessa forma, os efeitos de contratos assinados antes de 2020 ainda impactam nossos números, mas seguem decrescendo. Em 2023, R$ 713 milhões ou 25% dos sinistros pagos tiveram origem nesses contratos”, explica Castillo.

Evolução do fluxo de caixa

O consumo de caixa operacional acumulado dos últimos 12 meses apresentou resultado de R$ 518 milhões. “A evolução do caixa operacional está em linha com a nossa expectativa. Os números dos últimos trimestres mostram melhoria em relação aos mesmos trimestres do ano anterior. No 4T23, especificamente, houve geração de R$ 256 milhões devido à sazonalidade na operação que torna o fluxo positivo. Vale dizer que desenvolvemos diversas ações de melhoria na nossa gestão de cobrança, que já contribuem para um consumo de caixa menor. Ressalto que, em outubro, efetuamos pagamento de R$ 487 milhões em debêntures e reduzimos o nosso endividamento pela metade”, diz Rodrigo Botti, vice-presidente Financeiro, Atuarial e Tecnologia do IRB(Re).

Em 2023, houve aumento de 7,4% nas despesas administrativas, principalmente em função do acordo assinado com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ), de R$ 25,4 milhões, e da despesa com os dois Programas de Demissão Voluntária (PDV), de R$ 13,2 milhões. “Excluindo-se estes efeitos não recorrentes, as despesas administrativas totalizariam R$ 315,4 milhões, abaixo dos R$ 329,7 milhões apurados em 2022”, ressalta Botti.

O resultado financeiro e patrimonial da companhia fechou 2023 em R$ 548,7 milhões, uma redução de 20,5% em relação ao ano anterior (R$ 690,1 milhões). Vale ressaltar que efeitos não recorrentes, referentes a ganhos judiciais e venda de ativos, têm impacto nos valores verificados em 2022. “Iniciamos 2023 com R$ 9 bilhões em ativos financeiros e encerramos com R$ 8,3 bilhões”, conta Paulo Valle, diretor-geral da IRB(Asset), braço de investimentos do ressegurador.

Suficiência nos indicadores regulatórios

O IRB(Re) deve observar dois indicadores regulatórios, conforme dispõe normativo da Susep, órgão responsável pela supervisão do setor de seguros e resseguros: Índice de Suficiência de Patrimônio Líquido Ajustado em relação ao Capital Mínimo Requerido (CMR) e o Índice de Cobertura de Provisões Técnicas. Em 2023, a companhia apresentou suficiência em ambos os índices.

“O primeiro indicador fechou o ano com suficiência de R$ 534 milhões, ou seja, 46% acima do capital requerido, o melhor patamar desde setembro de 2021. Vale ressaltar que, com a melhor seleção de riscos, reduzimos a necessidade de capital mínimo requerido em mais de R$ 400 milhões em 2023. O indicador de suficiência de garantia encerrou o ano passado com suficiência de R$ 438 milhões”, diz Thais Peters, diretora de Controles Internos, Riscos e Conformidade do IRB(Re).

IFRS 17

O IRB(Re), além de reportar seus números considerando a Visão Negócio, utilizada pela empresa para tomar suas decisões, publicou suas Demonstrações Financeiras de 2023 em IFRS 17, conforme exigência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A norma internacional, direcionada ao mercado de seguros e resseguros, trata os fluxos operacionais trazidos a valor presente, considerando o valor do dinheiro no tempo. 

“A partir de agora reportamos nossos números em mais uma metodologia contábil. A IFRS 17 é uma lente que permite olhar uma projeção para o futuro. O resultado da companhia é o mesmo, o que muda é a temporalidade. Aplicando a nova metodologia, verificamos uma transferência de resultado de 2022 para 2023, mas, na soma, os resultados são praticamente equivalentes. Compreendemos que entender essa transição é um desafio para o mercado como um todo. Reitero que a companhia, nesse momento, seguirá gerenciada pela Visão Negócio do IFRS 4, adotada pelo nosso regulador setorial, a Susep”, afirma Falcão. 

Considerando a metodologia em IFRS 17, o resultado da companhia em 2023 foi negativo em R$ 123,8 milhões, ante resultado negativo em 2022 de R$ 420,7 milhões, também em IFRS 17. A soma do valor apurado em 2022 e 2023 é negativa em R$ 544,5 milhões. O valor é próximo do saldo negativo apurado em IFRS 4, considerando 2022 e 2023: R$ 516,1 milhões. 

“A análise dos dados em IFRS 17 exige olhar para períodos mais longos. Veja: o resultado de 2022 melhorou em R$ 210 milhões, e o de 2023 piorou em R$ 238 milhões. Ou seja, em um combinado de dois anos houve uma variação de R$ 28 milhões. É importante notar que, com a adoção da metodologia da IFRS 17, o patrimônio líquido da companhia fechou 2023 em R$ 4,257 bilhões. Ou seja, variou em menos de 1%, positivamente, considerando o resultado em IFRS 4, que apurou PL de R$ 4,216 bilhões”, comenta Botti.

Café CVG-SP promove debate com a Susep sobre desafios e benefícios do Open Insurance

Por Márcia Alves, do CVG-SP

Não são poucas as dúvidas do mercado de seguros em relação ao Open Insurance, que já entrou em sua segunda fase de implantação. Para trazer mais luz ao tema, o CVG-SP promoveu um debate sobre o Open Insurance (Opin) com a participação especial do diretor da Susep, Airton Almeida, na terceira edição do Café CVG-SP, realizado no dia 26 de março, no Novotel Jaraguá, em São Paulo (SP), com o apoio da MAG Seguros.

“O Café CVG-SP foca no conteúdo relevante e a sua realização vem ao encontro do propósito do CVG-SP de conectar o mercado, já que reúne profissionais de diversos segmentos”, disse o presidente do CVG-SP, Marcio Batistuti, diretor Comercial da MAG Seguros. Para o diretor de Relações com Mercado do CVG-SP, Renato Barbosa, o tema Open Insurance é um dos mais importantes, atualmente, para o mercado. “Esta é uma grande oportunidade de elucidar o assunto”, disse.

Sob a mediação de Nuno David, diretor Estatutário Comercial e Marketing da MAG Seguros, que nos últimos dois anos tem se dedicado a estudar o Opin, o debate iniciou com a apresentação de Almeida sobre os principais pontos do novo sistema. Dentre os benefícios, um dos principais é a “cidadania financeira”, que promove a inclusão de novos consumidores e facilita o acesso a produtos adequados e preços compatíveis.

Segundo Almeida, o Opin está centrado no consumidor, prevendo a segurança e privacidade dos seus dados. O sistema opera em uma estrutura básica, nos moldes do Open Finance, que comporta seguradoras dos segmentos S1 e S2 (maior porte), corretores, clientes, sandbox, SPOC e outros, além da própria Susep. “Os clientes de seguradoras continuam tendo acesso aos canais tradicionais, inclusive o canal corretor”, disse.

A estrutura foi organizada para promover a interoperabilidade do seguro com o banking. “Significa que os participantes do Open Insurance terão acesso aos dados dos clientes do Open Banking e vice e versa. É uma estrada de mão dupla”, disse. Almeida apontou, ainda, outros benefícios, como a possibilidade de os clientes utilizarem parte de suas reservas do plano de previdência como garantia de crédito.

Dados pertencem ao cliente

No escopo de participantes do Opin estão as seguradoras, as entidades de previdência complementar abertas e as sociedades de capitalização. Além das seguradoras dos segmentos S1 e S2, as demais poderão participar como voluntárias, no momento, com direito à reciprocidade, isto é, oferecem seus dados e recebem os dados das outras. Também está neste escopo a SPOC (Sociedade Processadora da Ordem do Cliente).

A SPOC substitui o corretor de seguros? A resposta de Almeida para esta questão recorrente é não. “Muito pelo contrário. A SPOC é uma corretora digital que faz a estruturação e harmonização dos dados, utilizando inteligência de dados, para ajudar o corretor na venda de produtos. Também ajuda seguradoras, previdências privadas e empresas de capitalização a criarem produtos específicos para as novas demandas, a partir da entrada de dados”, disse.

Iniciado em 2021, o Opin deverá concluir, em abril, a fase dois, que prevê o compartilhamento de dados pessoais. Segundo Almeida, nesta fase, qualquer pessoa poderá autorizar determinada seguradora e corretora a acessarem seus dados não sensíveis, que serão protegidos por um duplo fator de autenticação, seguindo as regras de cibersegurança. Na terceira fase haverá a portabilidade entre apólices. 

Segundo o diretor da Susep, o compartilhamento de dados depende da vontade do cliente. “Se ele quiser compartilhar os dados de sua apólice na seguradora A apenas com a B, sem que outras tenham acesso, é possível, porque os dados pertencem ao indivíduo”, disse, acrescentando que a autorização tem validade de 12 meses.

Em números atualizados, o diretor informou que a Susep contabiliza 72 empresas participantes; 58 APIs definidas, que já receberam 8 milhões de chamadas e 1 SPOC credenciada. “Não tenho dúvida de que a interação promovida pelo Opin ajudará cada vez mais brasileiros a terem um seguro básico, lembrando que apenas 20% da população possuem seguro de vida”, disse.

SPOC não concorre com corretor

Durante o debate, respondendo perguntas de Nuno David e da plateia, Almeida destacou os benefícios do Opin para os corretores, que, segunda sua previsão, serão 100% digitais. “O corretor terá acesso aos dados bancários do cliente, conhecerá sua evolução patrimonial e poderá oferecer mais produtos”, disse. Ele afirmou, ainda, que não haverá “invasão” dos bancos na seara do seguro, já que as seguradoras também terão acesso a dados de correntistas.

O mediador Nuno David refletiu que diante do esforço e dos custos envolvidos na captação de novos clientes, pode se tornar desmotivador permitir o compartilhamento desses dados no mercado. Por outro lado, entrar no ecossistema do Open Finance pode ser vantajoso. “Existem muitos clientes bancarizados que não possuem seguro. Então, este é o caminho mais curto e rico em dados para chegar nesse público”, disse.

Almeida não apenas concordou, como também acrescentou que as seguradoras precisam capacitar seus corretores, que somam 150 mil espalhados em 4,5 mil municípios. Com tamanha capilaridade, ele sugeriu aos corretores que ousem e conheçam seus clientes. “Faz tempo que o corretor não tem mais medo de perder seu cliente, até porque ele não é dono do cliente. A ideia é mantê-lo, oferecendo inovações e soluções úteis”, disse.

Respondendo a uma pergunta da plateia, Almeida esclareceu que os corretores não são obrigados a se registrarem em uma SPOC. Segundo ele, caso queira constituir uma SPOC, o capital exigido está em torno de R$ 1 milhão, porém, será preciso investir em inteligência de dados. “A SPOC é uma corretora, mas não deve ser vista como mais uma intermediária, porque não concorrerá com o corretor, mas facilitará a integração de dados”, disse.

No encerramento do evento, Nuno David manifestou sua convicção de que o Opin promoverá uma nova estruturação do mercado. Ele e Almeida elogiaram a iniciativa do CVG-SP de promover o debate. “É muito importante que o mercado se engaje nessa discussão que resultará no aumento cidadãos segurados”, disse o mediador. Almeida concordou e acrescentou: “Não tenham medo, criem grupos de discussão, precisamos no engajar”, disse.

O CVG-SP concluiu o evento com a entrega de placas de novas associadas para duas empresas. Representando a insurtech Azos, associada desde junho de 2023, André Azevedo recebeu a placa de benemérita entregue pelo presidente Marcio Batistuti. Ele também entregou uma placa de sócia-parceria para o diretor Renato Barbosa, que é titular da R&D Life Corretora de Seguros, associada em março de 2024.

Debêntures de infraestrutura atraem mais empresas de seguros

Alexandre Leal _CNseg

Fonte: CNseg

Com a criação de novas oportunidades de investimento, o Governo Federal deu um novo passo rumo ao fortalecimento do mercado segurador e à expansão da infraestrutura nacional com a promulgação da Lei 14.801/24, que institui as debêntures de infraestrutura. 

Diferente das debêntures incentivadas já em circulação, os novos títulos transferem as vantagens tributárias do investidor às empresas emissoras. Isso ocorrerá por meio da dedução dos juros pagos na apuração do lucro líquido, sendo também possível deduzir 30% dos juros das debêntures na determinação da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Em contrapartida, as emissoras têm margem para oferecer taxas mais competitivas aos investidores.

Como a lei é muito recente, ainda não houve emissões por ela regidas. No entanto, de acordo com Alexandre Leal, diretor Técnico, de Estudos e Relações Regulatórias da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), as debêntures de infraestrutura deverão atrair o interesse das empresas do setor, uma vez que serão emitidas com remuneração mais adequada ao risco da operação.  O executivo ressalta que a nova legislação “promoverá uma maior liquidez no mercado secundário, favorecendo o desenvolvimento do crédito privado local e aquecendo o mercado secundário, o que beneficiará os investidores de modo geral.”

Similarmente às debêntures regidas pela Lei 12.431/11, os novos títulos serão emitidos por concessionárias, permissionárias e companhias autorizadas a explorar serviços públicos, com os recursos destinados a projetos de investimento ou produção econômica intensiva em pesquisa, desenvolvimento e inovação, além daqueles que gerem relevantes benefícios ambientais e sociais. A duração das debêntures incentivadas de infraestrutura deverá ser superior a quatro anos, assemelhando-se às debêntures incentivadas. Os riscos também permanecem os mesmos para ambos os investimentos, como:

1. Risco de crédito: é o risco de que o emissor não seja capaz de cumprir com os compromissos de pagamento de juros e principal.

2. Risco de liquidez: é o risco de que os investidores não sejam capazes de vender suas Debêntures Incentivadas no mercado secundário.

3. Risco de taxa de juros: é o risco de que as taxas de juros subam ou desçam, o que pode afetar o valor de mercado das Debêntures Incentivadas.

4. Risco de mercado: é o risco de que o valor de mercado das Debêntures Incentivadas seja afetado por fatores externos, como mudanças nas condições econômicas ou políticas.

5. Risco de inflação: é o risco de que a inflação aumente, o que pode reduzir o valor real dos pagamentos de juros e principal.

Grupo Bradesco Seguros patrocina primeira corrida e caminhada Olga Kós no Rio de Janeiro

Fonte: Bradesco

Confirmando o seu propósito de sensibilizar a população para a importância da atividade física na conquista da longevidade, o Grupo Bradesco Seguros patrocina a ‘Corrida e Caminhada pela Inclusão – Olga Kos’.  Realizada pelo Instituto Olga Kós, terá sua primeira edição em 31 de março, Dia Internacional da Síndrome de Down, a partir das 8h, no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.

O evento tem o objetivo promover a inclusão esportiva e social de crianças, jovens e adultos com e sem deficiência de áreas de alta vulnerabilidade social. A ação contará com a presença das influenciadoras Samanta Quadrado e Fernanda Honorato, que vão ser as madrinhas da corrida, ambas com síndrome de down e estão sempre presentes nas ativações do Instituto Olga Kós.

“O Grupo Bradesco Seguros tem investido há bastante tempo em diversas ações para disseminar o debate em torno da longevidade com qualidade de vida e o patrocínio à iniciativa promovida pelo Instituto Olga é a prova do nosso comprometimento. Dentro desse contexto esportivo, por exemplo, patrocinamos por diversos anos o Circuito da Longevidade Bradesco Seguros, provas de corrida e caminhada aberta à participação de toda a sociedade com o intuito de incentivar diretamente o bem-estar pela prática da atividade física”, destaca Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do Grupo Segurador.

Já Ana Claudia Frighetto Gonzalez, Superintendente de Marketing do Grupo, salienta a importância de se unir o esporte a causas sociais. “Atividades físicas em geral possuem um grande potencial de socializar pessoas dos mais diferentes perfis. Por meio da corrida e caminhada que estamos apoiando hoje, vínculos são criados e laços fortalecidos. Poder estar junto à iniciativa do Instituto Olga é motivo que muito nos orgulha”, finaliza.

Mio Vinci Partners faz parceria com Pluggy para portabilidade de previdência privada

O Mio Vinci Partners, braço de previdência privada da Vinci Partners, fechou parceria com a Pluggy, um dos principais provedores de infraestrutura para o Open Finance do Brasil, para portabilidade dos planos de previdências dos novos clientes.

De acordo com Alexandre Borges, CTO do Mio Vinci Partners, uma das dores dos clientes identificadas pela companhia no momento de fazer a portabilidade do plano de previdência é a coleta de informações, como número do plano na Susep, o nome e o CNPJ do fundo e da seguradora, entre outros dados necessários para o processo.

“Com a solução de Open Finance da Pluggy, o usuário, via aplicativo do Mio, consegue se conectar ao seu plano de previdência e obter todas as informações necessárias para trazer seus recursos para os planos do Mio Vinci Partners. Basta ele permitir o compartilhamento de dados entre as empresas”, explica Borges em nota enviada à imprensa.

Além disso, o processo de portabilidade se torna mais ágil. Isso porque as informações vão de uma empresa para outra sem erro, evitando que a portabilidade seja negada. “Ter a portabilidade recusada causa muita frustração aos participantes. Por isso, buscamos uma solução que nos auxiliasse nesse sentido. A portabilidade de previdência digitalizada da Pluggy evita o conflito de informação, tornando o processo menos suscetível a negativa”, complementa.

Um levantamento realizado pela Pluggy entre janeiro de 2022 e setembro de 2023 mostrou que cerca de R$ 31,2 bilhões foram transferidos entre instituições por meio da portabilidade de previdência.

O CGO e cofundador da Pluggy, Bruno Loiola, conta que a empresa lançou a primeira solução de Open Finance para portabilidade de previdência privada do Brasil no início de 2023, permitindo, desta forma, o compartilhamento de dados entre entidades financeiras e empresas que oferecem planos de previdência. “Além do compartilhamento e cruzamento de dados utilizados para facilitar e ofertar uma experiência mais assertiva para o consumidor, nossa solução permite que o participante inicie o processo de solicitação de portabilidade e realize o processo de assinatura com a empresa escolhida de maneira 100% digital”, explica. Ainda na opinião de Loiola, a Vinci é um dos exemplos de entidades que estão muito abertas a discutir a utilização de novas tecnologias, com foco em simplificar processos, como o Open Finance utilizado para portabilidade de previdência.

“O Open Finance nasceu da necessidade de gerar competitividade em um mercado dominado pelos grandes atores. Simplificar a migração de produtos financeiros para um outro melhor com o mínimo de fricção é um grande passo no sentido de materializar esse propósito”, finaliza Loiola.

Lloyd’s registra £5,9 bilhões em lucro de subscrição em 2023

Lloyd’s, o mercado mundial líder em seguro e resseguro, anunciou hoje o resultado financeiro completo referente ao ano de 2023, que demonstra lucratividade sólida tanto em subscrição quanto em investimentos, com um forte demonstrativo de balanço.

“Os resultados que estamos reportando hoje são os melhores da história recente, com um excelente resultado de subscrição sustentado por um balanço forte e resiliente. Nossa capacidade de atrair e fornecer retornos sobre capital é vital para garantir que possamos apoiar nossos clientes através da incerteza. Continuaremos trabalhando com nosso mercado para oferecer um desempenho de lucratividade consistente, por meio de subscrição disciplinada, aumentando o valor, relevância e sustentabilidade de longo prazo do Lloyd’s”, comentou John Neal, CEO do Lloyd’s, em nota enviada à imprensa.

O mercado apresentou um lucro de subscrição de £5,9 bilhões (2022: £2,6 bilhões) – um crescimento de £3,3 bilhões em comparação ao ano anterior. Esse resultado contribuiu para um crescimento de 7.9 pontos percentuais e um índice combinado de 84% (2022: 91,9%) – o resultado mais robusto desde 2007. As subscrições se beneficiaram de custos mais baixos de sinistros de grandes riscos e de catástrofes naturais, com o índice combinado de 80,5% (2022:79,2%).

Pelo terceiro ano consecutivo houve um crescimento na casa dos dois dígitos, com o Prêmio Bruto Escrito (GWP) aumentando em 11,6%, para£52,1 bilhões (2022: £46,7 bilhões), incluindo um volume de crescimento de 4%. Com aumentos de preços de 7%, compensando as tendências inflacionárias, o mercado registra, assim, 24 trimestres consecutivos de melhoria nos preços.

O esforço para melhorar o desempenho e reduzir os custos de fazer negócios no Lloyd’s resultou numa redução adicional de 0,1% no índice de perdas atricionárias para 48,3% (2022: 48,4%), com o índice de despesas permancendo estável em 34,4% em comparação ao ano passado.

Os retornos de investimento de £5,3 bilhões (2022: £3,1 bilhões negativos), impulsionados por altas taxas de juros sem risco em todo mundo e reversão de perdas de “market to market” anteriormente contabilizadas, contribuíram para um lucro antes de impostos de £10,7bilhões (2022: perda de £0,8bilhões).

Um balanço forte e resiliente apoiou um índice de solvência central e de mercado de 503% e 207% respectivamente (2022: 412% e 181%), com um capital total, reservas e empréstimos subordinados aumentando em 12,7% para £45,3 bilhões (2022: £40,2 bilhões).

A rentabilidade sustentável e o capital resiliente do Lloyd’s refletiram-se na atualização da S&P Global elevando o mercado Lloyd’s de perspectiva estável A+ (forte) para AA- (muito forte), e A.M. Best impulsionando o mercado para positiva (perspectiva anteriormente estável).

Principais destaques do Resultado Annual do Lloyd’s 2023 são:

  • Prêmios brutos emitidos de £52,1bilhões (2022: £46.7bilhões)
  • Lucro de subscrição de £5,9bilhões (2022: £2,6 bilhões)
  • Índice combinado de 84.0% (2022: 91,9%)
  • Lucro antes de impostos de £10,7bilhões (2022: perda de £0,8bilhão)
  • Índice de perda atricionária de 48,3% (2022: 48,4%)
  • Retorno líquido de investimento de £5,3bilhões (2022: prejuízo de £3,1bilhões)
  • Capital total, reservas e notas de empréstimos subordinados £45,3bilhões (2022: £40,2bilhões)
  • Índice de solvência central de 503% (2022: 412%)
     

PASI e Icatu firmam parceria no ramo de seguro de vida

Luciano Soares CEO da Icatu Seguros
Divulgação

A partir de Abril, a Icatu passa a ser a seguradora oficial do PASI – Plano de Amparo Social Imediato, o primeiro seguro popular do Brasil. Ao todo, o PASI conta com cerca de 50 mil empresas parceiras na categoria de Pequenas e Médias Empresas (PME) e oferece seguros a partir de R$1,50. A parceria alia a expertise da Icatu no segmento à inteligência do PASI na distribuição de seguros para empresas das mais diferentes áreas de atuação no País.

“Identificamos um vasto potencial no mercado de Seguro de Vida para PMEs. No Brasil, das 21 milhões de empresas ativas, quase 99% são PMEs, e esse número continua a crescer anualmente. Apenas em 2023, surgiram cerca de 3 milhões de novas empresas, com 93,7% delas sendo micro ou pequenas empresas. Isso evidencia um amplo espaço para expansão do seguro de vida coletivo. Ao lado do PASI, estamos focados no desenvolvimento de produtos, soluções e canais adaptados às necessidades individuais de cada empresa, com o objetivo de de dar mais agilidade ao processo de democratização das proteções financeira”, afirma Luciano Soares, CEO da Icatu.

O PASI será responsável pela estratégia, administração e operação do seguro, mantendo as coberturas, serviços e valores dos contratos em vigor. Já a Icatu será a seguradora oficial da instituição. Com a união, serão oferecidos diversos benefícios para a base de corretores do PASI. Os profissionais terão à disposição materiais de venda e comunicação, incentivos e campanhas regulares.

Parceria Icatu e PASI

“Para nós é um marco de celebração dupla porque esse ano o PASI completa 35 anos de plena vigência e num momento de transição e mais do que a união de duas empresas é a aliança de duas famílias que tem um histórico e sincero comprometimento com a instituição Seguros. Então é muito animador para nós estar com a Icatu nessa fase, ambos entendendo que esse é um grande projeto e temos a expectativa de trazer muita inovação e soluções para democratizar o acesso ao seguros de vida no Brasil”, afirma Fabiana Resende, Vice-Presidente Executiva do PASI.

De acordo com Alaor Silva Junior, presidente do PASI, a parceria é a combinação de propósitos das duas empresas. “O PASI tem como objetivo a democratização do acesso ao seguro no Brasil. Conhecemos os desafios que os empreendedores enfrentam e as necessidades das PMEs. Por isso, o nosso desafio é levar a proteção do seguro, criando coberturas e benefícios para necessidades específicas. Vimos muitas sinergias entre esse nosso propósito e o da Icatu e estamos certos de que será uma união de sucesso”, afirma.

O PASI, há 35 anos, atende diversos segmentos produtivos, como Construção Civil, Indústria, Comércio, Transportes, Turismo e Hospitalidade, Metalurgia, Atividades Rurais, Laboratórios, entre outros. Os planos oferecidos contam com coberturas e assistências exclusivas para os profissionais das empresas, dos estagiários aos sócios, assim como prestadores de serviços e terceirizados. As contratações são efetivadas por meio de MEI, CPF, CEI ou CNO. Já existem no PASI também planos disponíveis para pessoas físicas e a perspectiva com a nova parceria com a Icatu é de aumentar em breve essa oferta.

Benefício em alta – O seguro de vida vem ganhando destaque nas empresas. Hoje, a categoria representa 57,7% dos planos contratados, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). O que se confirma com o desempenho do PASI que nos últimos 3 anos cresceu mais de 60%. No ramo de Vida, o Grupo Icatu bateu recorde de R$ 4,2 bilhões em prêmios retidos, evolução de 21% em relação a 2022, resultado acima do crescimento do mercado (9,5%).

Grupo de seguros HDI Global comemora resultados obtidos no Brasil

Guilherme Leon HDI Global

A seguradora HDI Global Seguros anunciou um crescimento de dois dígitos nas receitas de seguros e uma nova melhoria do índice combinado em 2023. “Estamos muito satisfeitos com o crescimento e os resultados obtidos no Brasil pela HDI Global em 2023. O nosso país teve um crescimento do PIB de 3,20%, o mercado de seguros cresceu 11,2% nas áreas de produtos que oferecemos – e a HDI Global Brasil superou esse crescimento,” afirma Guillermo León, CEO da HDI Global Seguros.

Os resultados são apoiados por fortes desempenhos nos ramos de responsabilidade civil e patrimonial, bem como por um crescimento robusto do portfólio de seguros especializados. A sucursal brasileira da HDI Global conseguiu aumentar significativamente a sua carteira de seguros patrimoniais e a oferta de serviços locais em Programas Internacionais para clientes que atuam em nível mundial. Contribuiu, assim, para o resultado global positivo da seguradora industrial multinacional sediada na Alemanha e pertencente ao Grupo Talanx.

Em escala mundial, as vendas de seguros da HDI Global cresceram 10% (com ajuste baseado no câmbio de 12%) para € 9,1 bilhões (8,2) no ano fiscal de 2023. O crescimento é impulsionado, principalmente, pelos seguros patrimoniais e de responsabilidade, o que gerou um bom resultado atuarial, que aumentou para € 770 milhões (574) em razão do aumento das taxas de juros, bem como à baixa frequência e às baixas perdas significativas.

Os pagamentos das perdas significativas aumentaram para € 334 milhões (381) e, portanto, estavam dentro do orçamento estimado. O índice combinado do seguro industrial melhorou de acordo, aumentando para 91,5% (93,0). O resultado financeiro e de investimento da subscrição antes dos efeitos cambiais foi de € 11 milhões (169) no ano fiscal de 2023 devido, entre outros, ao nível mais elevado da taxa de juros e à aceitação consciente de perda de vendas ao realocar investimentos com juros baixos em detrimento de investimentos com juros mais altos. O resultado operacional aumentou para € 446 milhões (430) e a contribuição para o resultado consolidado cresceu 13%, totalizando € 351 milhões (311).

Guillermo León mantém o otimismo em 2024. “Os desafios serão maiores – mas também o serão as oportunidades para os nossos parceiros. Embora a previsão de crescimento do PIB do Brasil seja de 1,75%, existe otimismo quanto à entrada de mais recursos na economia através de novos projetos de infraestruturas e da renovação da indústria nacional, oferecendo ao mercado segurador mais oportunidades, principalmente para o seguro garantia e de riscos de engenharia”, destaca.

Segundo o executivo, neste ambiente de constantes mudanças, atuar como parceiros de transformação dos clientes, oferecendo um serviço personalizado, rápido e criativo, com soluções sob medida para os seus negócios, tem grande valor. “A qualidade da nossa força de trabalho na HDI Global Brasil, bem como as relações de longo prazo com os nossos corretores e clientes, deixa-nos muito otimistas para o crescimento contínuo no Brasil.”

VALIA tem primeira adesão do Prevaler como plano instituído corporativo

Fonte: Valia

Nesta quarta-feira, 27 de março, a Valia realizou a primeira inscrição do Prevaler como um plano de previdência complementar na modalidade instituído corporativo para Daniel Stieler, presidente do Conselho de Administração da Vale – uma das 50 patrocinadoras e instituidora da entidade. A adesão aconteceu em cerimônia realizada na sede da mineradora, no Rio de Janeiro.

“Para nós é um motivo de muito orgulho e satisfação ter o Daniel Stieler como o primeiro participante do Prevaler nesta nova modalidade do plano. Isso reflete a confiança que as pessoas têm na gestão da Valia e nas vantagens competitivas que o Prevaler oferece perante o mercado”, comenta Edécio Brasil, presidente da fundação.

“Eu conheço e acompanho o trabalho realizado pela Valia no benefício de previdência complementar oferecido a todos os empregados da Vale. Esta nova modalidade do Prevaler permitiu que eu realizasse a adesão e contasse com um plano que tem um histórico de rentabilidade muito positivo”, explica Daniel Stieler, presidente do Conselho de Administração da Vale.

Prestes a completar cinco anos em outubro, o Prevaler encerrou 2023 com R$ 124.9 milhões de patrimônio e mais de 8.700 participantes.

“Neste ano, com a mudança de regulamento aprovada pela Previc, a Valia expandirá ainda mais a oferta do plano, o que está alinhado ao seu pilar estratégico de “crescer de forma sustentável” e com o propósito de construir juntos o presente e um futuro melhores”, finaliza Edécio.

Seguradoras devem agir rápido para pagar danos da tragédia em Baltimore, diz diretor do Lloyd’s of London

navio eua seguros
Crédito: BBC

As seguradoras deveriam agir rápido e pagar pelo colapso da ponte de Baltimore, em vez de esperar anos de disputas sobre qual parte do setor é responsável, afirmou John Neal, diretor-executivo do Lloyd’s de Londres, um dos maiores mercados de seguros do mundo, em entrevista ao “Financial Times” (FT), traduzida pelo Valor.

Segundo Neal, a colisão de um navio cargueiro com a ponte Francis Scott Key no início da semana tem o potencial de produzir a maior reivindicação de seguro marítimo da história, superando o acidente com o cruzeiro Costa Concordia em 2012, que custou cerca de US$ 1,5 bilhão.

“A boa notícia aqui é que o seguro está em vigor. O barco está segurado, a ponte está segurada, a autoridade portuária está segurada”, afirmou o diretor-executivo do Lloyd’s, completando que o impacto financeiro em todo o mercado provavelmente será de bilhões, com até US$ 1 bilhão apenas para a reconstrução da ponte.

“Haverá muitos debates sobre a responsabilidade, como quem era responsável pelo navio e se a autoridade portuária tinha alguma responsabilidade”, disse ele.

Após a tragédia, o governo dos EUA declarou que os pagamentos de seguros deveriam “em última análise” contribuir para os custos, mas que não quer que preocupações financeiras atrasem os esforços de reconstrução.

Para Neal, em vez de o governo federal utilizar seus fundos, seria “muito melhor para os seguradores se levantarem e dizerem, ei, vamos realmente começar a lidar com tudo isso”

“A seguradora líder da ponte é a Chubb. Se eles quiserem começar a reconstruir a ponte, a Chubb pode ajudar a pagar por isso. E então pode entrar nas discussões certas sobre quem recupera, quando e quanto”, exemplificou o diretor-executivo.