Zurich anuncia descontos de até 25% na maior Blue Week da história 

Na última semana de novembro, entre os dias 25 e 29, a Zurich Seguros está promovendo a maior Blue Week de sua história, iniciativa que beneficia clientes e corretores de seguros parceiros com condições especiais e exclusivas em alusão à Black Friday.

Confira os descontos e condições exclusivas da Blue Week da Zurich: 

  • descontos de até 25% no seguro automóvel;
  • descontos de até 15% no seguro residencial;
  • descontos de até 25% no seguro celular;
  • escolha de uma assistência extra sem custos no seguro de vida individual, além das três já disponibilizadas no produto.

A campanha faz parte da estratégia da companhia de aumentar sua atuação no segmento de linhas pessoais. Além de investir na ampliação do seu portfólio e na expansão de suas operações em território nacional, a Zurich tem adotado iniciativas para fomentar o crescimento de seguros que atendam de forma completa todas as necessidades de proteção dos seus clientes. 

Uma destas ações é a campanha “Geração Z – Uma nova geração de seguros”, que aborda os seguros mais essenciais no dia a dia das pessoas, como automóvel, residencial, vida, celular e outros.

A Blue Week, que contempla alguns dos seguros que já são alvo da campanha Geração Z, está contando com divulgação estrelada pelo jornalista esportivo Felipe Andreoli, um dos embaixadores da marca Zurich. Ele e outros influenciadores digitais compõem o squad responsável por transmitir aos seus respectivos públicos os benefícios dos seguros Geração Z.

“Para os corretores de seguros, parceiros estratégicos da Zurich, a Blue Week traz excelentes oportunidades de diversificação da carteira e aumento da lucratividade”, pontua Fabio Leme, diretor de Personal Lines, Marketing e Clientes da Zurich. “Trouxemos uma ampla gama de produtos para esta campanha a fim de que os corretores possam atender, com benefícios especiais, às diferentes necessidades dos seus clientes”.

Campanhas em curso no seguro de vida 

Não apenas a Blue Week privilegia os corretores que trabalham com a Zurich neste mês. Também está em curso em novembro a campanha de vendas Grand Life Zurich para os produtos Zurich Vida Para Você e Zurich Vida Empresa PME.

Com vigência até 30 de novembro, a campanha oferece incentivos e benefícios exclusivos aos corretores. No Zurich Vida Empresa PME, além do valor adicional de até R$ 700,00, o corretor poderá receber agenciamento adicional de 30% nas apólices emitidas em novembro, desde que o valor da fatura mensal seja acima de R$ 2 mil. No seguro de vida individual Zurich Vida Para Você, o corretor receberá valores adicionais para cada apólice emitida, conforme regulamento.

Bons resultados impulsionam as perspectivas de lucros das resseguradoras, avalia S&P

por Kassandra Jimenez-Sanchez, do portal ReinsuranceNews

As perspectivas de lucro das resseguradoras para 2024-2026 são positivas, graças aos robustos resultados operacionais registrados em 2023, quando alcançaram os maiores lucros em anos, segundo um relatório recente de analistas da S&P.

O crescimento em 2023 foi impulsionado por rendimentos de investimento em níveis máximos da última década e aumentos consistentes de preços em linhas de propriedade e catástrofes (linhas de curto prazo).

O mercado de resseguros de propriedade e acidentes (P&C) passou por melhorias substanciais desde o início de 2023, impulsionado por aumentos significativos de preços e modificações estruturais, conforme destaca o relatório.

Essas mudanças, como maiores pontos de anexo, termos e condições mais rigorosos, coberturas agregadas limitadas e a reprecificação do risco de catástrofes de propriedades, estabeleceram uma base sólida para o mercado.

Os preços de seguros de responsabilidade civil aumentaram nas renovações de 2024 devido à inflação e ao aumento dos custos de sinistros, especialmente em linhas de longo prazo, como responsabilidade civil. Já os preços para linhas de curto prazo atingiram o pico no início de 2024, mas tiveram uma leve queda até o meio do ano. Contudo, o furacão Milton e outras catástrofes podem elevar os preços novamente em 2025.

Exposição a catástrofes naturais e riscos de responsabilidade civil

Os analistas afirmaram: “As resseguradoras continuam significativamente expostas a catástrofes naturais, com um foco especial nos riscos de responsabilidade civil. O posicionamento estratégico e as mudanças estruturais ajudaram as resseguradoras a evitar perdas elevadas com catástrofes naturais secundárias em 2023 e no primeiro semestre de 2024. No entanto, elas ainda enfrentam possíveis perdas consideráveis de perigos primários, que se tornaram mais severos e frequentes devido à inflação, urbanização e mudanças climáticas.”

“Os riscos de responsabilidade civil são monitorados de perto, com as reservas de perdas nos EUA vulneráveis à inflação econômica e social, especialmente decorrente dos anos de subscrição frouxa de 2014-2019. Custos crescentes de litígios e decisões de juros mais altas, influenciados pelo financiamento de terceiros, representam um risco primário para a adequação das reservas de perdas de resseguros de responsabilidade civil de longo prazo.”

A S&P também destacou que diversas seguradoras relataram desenvolvimentos adversos em linhas de responsabilidade civil nos EUA, como responsabilidade geral, excesso de responsabilidade civil, responsabilidade profissional e automóveis comerciais.

Até o momento, os impactos negativos desses problemas foram limitados aos resultados de subscrição. Para gerenciar riscos severos, as resseguradoras estão, em geral, em uma posição financeira forte, com capital abundante e sofisticados programas de gestão de risco.

Força do capital no setor de resseguros

“A capitalização fortalecida continua sendo o pilar do setor de resseguros. O capital global de resseguros atingiu novos patamares devido aos robustos lucros, à recuperação dos valores dos ativos e à entrada de novos capitais alternativos”, continuaram os analistas.

Eles acrescentaram: “A adequação de capital das 19 maiores resseguradoras globais foi redundante em 6,1% no nível de confiança de 99,99% ao final de 2023 e deve permanecer assim nos próximos anos. Essa força de capital funciona como um buffer contra catástrofes naturais expressivas e outros estresses, ao mesmo tempo que suporta o crescimento do faturamento.”

Além disso, a S&P espera que a lucratividade continue forte, impulsionada por condições de mercado favoráveis. O crescimento econômico, o aumento dos valores dos ativos e a elevação das exposições de risco estão direcionando a maior demanda por produtos de resseguros/seguros.

Embora persistam incertezas, o ambiente econômico positivo, juntamente com a inflação em desaceleração e bancos centrais adotando cortes nas taxas de juros, sugere um cenário favorável para a lucratividade sustentada, segundo o relatório.

Oportunidades de crescimento e proteção contra riscos extremos

Os analistas concluíram: “A demanda por resseguros é ainda mais impulsionada pela necessidade crescente de maior proteção contra riscos extremos, diante de catástrofes naturais mais frequentes e severas. Além disso, o crescimento é impulsionado pela maior demanda por linhas específicas de resseguros/seguros, como o resseguro cibernético, que cresceu significativamente devido à maior conscientização sobre riscos cibernéticos.”

“O crescimento também será sustentado por economias em desenvolvimento e pelo aumento da penetração do mercado de resseguros. Em 2023, as perdas econômicas globais decorrentes de catástrofes naturais totalizaram US$ 280 bilhões, com cerca de 60% não segurados. Essa lacuna de proteção oferece uma oportunidade para resseguradoras e seguradoras, potencialmente por meio de parcerias público-privadas.”

Icatu Seguros apresenta novidades na subscrição digital do Seguro de Vida Individual

Fonte: Icatu

A Icatu Seguros – maior seguradora independente do Brasil com atuação em Seguro de Vida, Previdência Privada e Capitalização – anuncia uma importante evolução em sua jornada de subscrição do Seguro de Vida Individual. A iniciativa, acessível pela Casa do Corretor, proporciona mais agilidade e transparência, e reafirma o compromisso da companhia em oferecer soluções inovadoras que geram valor para corretores, clientes e beneficiários. Entre as principais mudanças está a atualização da tabela de requerimento, que permite o uso da Declaração Pessoal de Saúde (DPS) em seguros com capital segurado de até R$ 3 milhões. 

O processo de subscrição agora direciona automaticamente o cliente para o preenchimento da DPS ou para o agendamento da tele-entrevista, dependendo do valor acumulado. Essa automação amplia a autonomia do corretor e potencializa a aprovação automática, tornando o fluxo mais eficiente e conveniente.

Além disso, o retorno de pendências foi otimizado para oferecer ainda mais praticidade. Agora, corretores e clientes podem resolver eventuais demandas diretamente pela Casa do Corretor ou por meio de links enviados via e-mail ou WhatsApp, com o suporte da Assistente Virtual Icatu (A.V.I.), lançada este ano.

A modernização da subscrição digital é um marco em nossa estratégia de inovação e eficiência”, destaca Bernardo Dieckman, diretor de Precificação e Aceitação Vida da Icatu. “Queremos proporcionar um processo mais fluido e transparente, eliminando etapas manuais que antes representavam desafios para os corretores. Nosso objetivo é garantir que a experiência de aquisição do seguro de vida seja simples, confiável e ágil, beneficiando tanto os nossos parceiros quanto os clientes que confiam na Icatu”, completa o executivo.

Com a atualização, a Icatu reafirma seu propósito de transformar a experiência dos corretores e parceiros, oferecendo soluções tecnológicas que facilitam o dia a dia e contribuem para fortalecer a confiança e segurança na contratação de seguros de vida.

Icatu Seguros em Vida Individual: No 1º semestre de 2024, a Icatu registrou crescimento de 91% no segmento de Vida Individual em relação ao mesmo período de 2023, desempenho superior ao do mercado, que teve alta de 25,3% (segundo a Fenaprevi e SUSEP). O volume em prêmios retidos foi de R$ 2,4 bilhões, consolidando crescimento também em Vida em Grupo (13%), Vida PME (52%) e Prestamista (14%).

Gallagher amplia presença na América Latina e reforça estratégia de crescimento no Brasil

rodrigo Protasio Gallagher

A Gallagher anunciou a aquisição da THB Chile Corredores de Seguros, consolidando sua posição no mercado chileno. A operação, associada a receitas superiores a US$ 12 milhões, faz parte da estratégia de expansão do grupo na América Latina, onde já atua na Colômbia, Chile, Panamá e Brasil. No mercado brasileiro, a liderança está a cargo de Rodrigo Protasio, CEO da Gallagher Brasil, e Luiz Araripe, country manager e CEO da Gallagher Re.

No Brasil, a Gallagher deve encerrar 2024 com R$ 1,2 bilhão em prêmios, com maior concentração em seguros corporativos, seguidos pela área de benefícios (saúde e vida). Quando considerados resseguros, contratos e facultativos, o montante totaliza mais de R$ 2,5 bilhões. Na América Latina, as receitas ultrapassam US$ 1 bilhão. Segundo Protasio, o grupo cresceu 40% no Brasil em 2024 e projeta expansão de 25% para 2025.

A Gallagher, que atualmente está entre as dez maiores corretoras de seguros no Brasil, tem como objetivo alcançar o mesmo patamar global, onde ocupa a terceira posição. “Estamos de olho em aquisições, previstas no orçamento de 2025, para atingir nossas metas”, afirmou Protasio. Mundialmente, o grupo combina crescimento orgânico com aquisições estratégicas. Realizou 72 compras nos Estados Unidos entre 2023 (40) e 2024 (32), fortalecendo suas operações locais em mercados estratégicos, incluindo o Brasil.

No Brasil, a Gallagher tem aprovado um modelo diferenciado para aquisições, priorizando a compra de carteiras e equipes, ao invés de empresas inteiras. “Já realizamos duas aquisições nesse modelo, que é mais eficiente e reduz os riscos para todas as partes envolvidas”, explicou Protasio. O grupo também planeja expandir sua presença física no país, com o aumento do número de filiais. Mesmo diante de uma perspectiva de crescimento econômico menor para 2025, o grupo segue confiante no potencial do mercado brasileiro, de olho nas intenções do governo brasileiro em realizar investimentos de R$ 1,7 trilhão apenas com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

A diversificação do portfólio é um dos pilares da estratégia da Gallagher. A corretora vislumbra um grande potencial em seguros cibernéticos. “Poucas empresas contratam, apesar deste ser um dos principais riscos mundiais. Em 2025, lançaremos no Brasil a plataforma Cyber Defense voltada para riscos cibernéticos, que já tem dado bons resultados em outras corretoras do grupo. O objetivo é aumentar a adesão das empresas ao segmento. Nosso trabalho é oferecer consultoria sob medida, o que será determinante para nosso crescimento nesse nicho”, ressaltou Protasio.

Segundo Protasio, há também investimentos nos segmentos de transporte e de garantia. “O seguro garantia é o segmento de maior crescimento no portfólio, com projeção de expansão adicional em 2025. O setor de transporte também recebeu reforço, com a formação de uma equipe especializada, que certamente trará resultados no próximo ano”. O bancassurance, venda de seguros pelo canal bancário, também tem um espaço certo nas estratégias previstas, sendo já um modelo de distribuição de produtos utilizado pelo grupo em outros mercados.

O crescimento da Gallagher no Brasil vem acompanhado de investimentos significativos em recursos humanos. Em 2024, a empresa contratou 80 profissionais e prevê adicionar mais 60 em 2025. Grande parte das contratações envolve profissionais oriundos de concorrentes, o que eleva os custos devido à necessidade de salários mais competitivos. Para mitigar esse impacto, a corretora dobrará seu programa de estágio no próximo ano, buscando capacitar novos profissionais para atender à demanda crescente.

“O mercado de corretagem de seguros no Brasil está aquecido, com pleno emprego e crescimento em todos os segmentos. Contudo, é essencial treinar novos talentos para reduzir a dependência de contratações externas e sustentar o crescimento a longo prazo”, afirmou Protasio.

Para finalizar, o executivo pontuou que o mercado de seguros enfrenta desafios regulatórios, como a implementação do PL de Seguros, aprovado pelo Congresso e no aguardo da sanção do presidente Lula. Para Protasio, apesar do prazo de implementação do novo modelo regulatório ser de um ano a partir da publicação, o modelo afetará o segmento de seguros corporativos, podendo impactar em alta de preços e menor apetite de risco por parte dos resseguradores. Apesar disso, a Gallagher mantém uma visão otimista sobre o mercado brasileiro, impulsionada pela diversificação de produtos e pela conexão com contratos internacionais. “Estamos bem-posicionados, com especialistas em diversas áreas e acesso a uma base de clientes globais, o que beneficia nossas operações no Brasil”, concluiu Protasio.

Évora é a corretora oficial da Associação Médica Brasileira para venda de seguro Bradesco Saúde

Évora corretora de seguros

A Évora Seguros firmou uma parceria exclusiva com a Associação Médica Brasileira (AMB) para a comercialização de seguros de saúde da Bradesco Saúde, ampliando sua atuação na área de benefícios. A partir de novembro, associados em todo o país poderão adquirir seus seguros diretamente com a corretora.

O acordo, válido por 24 meses, inclui planos PME voltado para pequenas e médias empresas. A AMB reúne mais de 58 mil associados em todo o Brasil, todos aptos a usufruir da oferta da Évora.

Marcelo Leite, Diretor de Benefícios da Évora, ressalta que essa parceria representa uma oportunidade estratégica para a corretora se posicionar junto a associações. “Estamos atentos ao mercado e abertos a propostas que ampliem nosso alcance. Planos de saúde são uma excelente porta de entrada, permitindo-nos oferecer outros produtos do nosso portfólio. Mais do que disponibilizar o plano, utilizamos nosso conhecimento para identificar a solução mais adequada aos associados, garantindo qualidade e otimizando investimentos”, afirma em nota.

“Para a AMB, esta parceria com a Évora Seguros é muito importante, pois nossos mais de 58 mil associados passarão a contar com as vantagens do seguro da Bradesco Saúde. É mais uma atualização do nosso portifólio de benefícios para nossos associados”, explicou o Secretário Geral da Associação Médica Brasileira, Dr. Florisval Meinão.

Latin Re expande operação de resseguro com licença para atuar no Peru

latin re corretor de resseguros

A Latin Re, referência no mercado de corretora de (res)seguros na América Latina, celebra mais um marco em sua trajetória ao se tornar a primeira corretora de resseguros brasileira licenciada para operar no Peru. A licença foi formalizada pela Superintendência de Banca, Seguros e AFP (SBS), órgão regulador do país.

Felipe Aragão, fundador e CCO da Latin Re, e David Lozano, Chief Business Officer (CBO), estiveram em Lima para anunciar o início das operações. A expansão reflete o compromisso da empresa em conectar a América Latina ao mercado global de resseguros. “Seguindo nosso propósito de unir a América Latina ao mundo, estamos entusiasmados em trazer nossa expertise ao mercado peruano e contribuir para o desenvolvimento do setor na região”, destaca Aragão em nota.

Com ampla experiência e atuação consolidada na América Latina, a Latin Re busca fortalecer sua presença no mercado peruano, oferecendo soluções inovadoras e personalizadas para atender às demandas locais.

Brasilprev lança campanha para conquistar GenZ e Millennials

Fonte: Brasilprev

A Brasilprev lança neste mês uma nova campanha publicitária – que estará no ar durante quatro meses – entre novembro de 2024 e março de 2025, intitulada “Brasilprev seu futuro te agradece”, de olho nas gerações Gen Z (nascidos entre 2000 e 2010) e Millennials (nascidos entre 1985 e 1999).

“Identificamos uma tendência comportamental entre as gerações Gen Z e Millennials, conhecida como movimento FIRE (Financial Independence, Retire Early), que busca a independência financeira e, consequentemente, se aposentar mais cedo. Com base nisso, desenvolvemos um projeto educativo que enfatiza a importância do planejamento financeiro”, afirma Camilo Buzzi, diretor de comunicação e marketing da Brasilprev.

“Criar diálogo com as diferentes gerações é crucial para cumprirmos nossa missão de educar e conscientizar as pessoas sobre como a previdência privada pode oferecer mais qualidade de vida e segurança financeira. Investir cedo é essencial e cuidar do presente pode transformar o futuro”, completa Buzzi.

Para mostrar que o tempo está passando, foram pensados diversos itens nostálgicos para os Millennials, como fita cassete, mp3, pen-drive, telefone orelhão, TV de tubo e fliperama. Já para Gen Z, situações que despertam um interesse genuíno, como passar mais tempo com os pets, assistir dorama, mandar memes e ouvir podcasts.

“Aqui na Jotacom estamos mais do que felizes de colocar essa empreitada na rua. Não é sempre que você tem a chance de dar uma aula de educação financeira e divertir, tudo ao mesmo tempo. Somos muito gratos à Brasilprev, que topou essa loucura boa. Um conteúdo que, no próprio conceito, convida o público a pensar no amanhã com um pouco mais de carinho, afinal, tudo que a gente não quer é um futuro arrependido com o presente, não é mesmo?” afirma Luiz Barrella, sócio-diretor e head da área de criação da agência.

O plano de mídia conta com conteúdo online. Serão veiculados vídeos de 6, 15 e 30 segundos, em todas as redes sociais, além de posts e ações com influenciadores, de diferentes gerações. São eles: Barbara Coura, Reeh Augusto, Feh Dantas, Evelin Camargo, Amatão Games, Sasha Vilela, Gabi Venâncio, Barbara Kramer, Camila Klein e Janaina Uchoa.

O seguro e as favelas

CNseg STF
Legenda: Glauce Carvalhal, diretora jurídica da CNseg: definição da Selic como taxa para atualização de débitos civis está em linha com o momento econômico do país.

Fonte: CNseg

O mercado segurador está pronto para escrever novos capítulos de seu relacionamento com as favelas brasileiras, ao acenar com produtos sob medida para suas necessidades, regulamentos mais flexíveis e contratação de seus moradores para ficar na linha de frente das vendas.

Em síntese, esse foi o recado dado pelos representantes do setor que participaram do painel “Seguro; uma alavanca para a inclusão e emprego nas favelas”, um dos debates promovidos pelo G20 Favelas entre quinta e sábado, integrando uma das mais de 200 atividades do G20 Social, encerrado no dia 17 de novembro.

O compromisso do mercado, de algum modo, confirma a premissa de que “favela não é carência, favela é potência”, mantra repetido à exaustão nos intervalos das discussões do G20 Favelas, para desconstruir a imagem de miséria, criminalidade e carência nesses territórios. As favelas brasileiras contam com mais de 16 milhões de moradores e 958.251 estabelecimentos, como oficinas mecânicas, bancos, farmácias, escritórios, lojas e comércio em geral etc. e 29,1% de edificações em construção ou em reforma, segundo o censo 2022 das favelas, divulgado há dias pelo IBGE.

Em sua participação no painel realizado na quinta-feira (14/11), a executiva Glauce Carvalhal, diretora jurídica da CNseg, assinalou que a criação de produtos de seguro adequados à realidade das comunidades é um passo fundamental para ampliar a incursão dos seguros nas favelas. Isso significa compreender as necessidades específicas desse público, entendendo sua “linha de vida” e os bens que precisam ser protegidos. Outra premissa: ser didático, com explicações sobre coberturas, riscos excluídos, canais de atendimento e informações sobre a regulação de sinistros.

Ela acrescentou que não basta desenvolver um produto “interessante” sem considerar a demanda e a capacidade de pagamento dos moradores. O preço, portanto, deve ser acessível e o negócio, economicamente sustentável.

Outro ponto crucial, segundo a diretora, é a distribuição dos produtos. Ela demonstrou otimismo com a proposta, apresentada no painel, de que os próprios moradores das favelas atuem como distribuidores, por conhecerem profundamente a realidade local e as necessidades da comunidade, o que os tornaria um “vetor” entre seguradoras e consumidores. Aliás, a nova seguradora à frente desse empreendimento quer, no prazo de cinco anos, contar com 120 mil colaboradores residentes em favelas/comunidades na distribuição e colocar 10 milhões de famílias protegidas pelos seus seguros.

Carvalhal afirmou ainda que o mercado segurador está preparado e “pronto” para atender às favelas, tendo já dado os primeiros passos nessa direção. Como exemplo, as ações para a ampliação dos seguros inclusivos, presentes no documento da CNseg para democratizar o acesso aos produtos de proteção, o Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros (PDMS).

Para ela, os números positivos de arrecadação dos seguros inclusivos- são produtos com tíquetes médios reduzidos- já demonstram a disposição do mercado de elevar o nível de proteção das comunidades. Só no primeiro semestre de 2024, a receita foi de R$ 813,5 milhões, alta de 94,3% na comparação com o mesmo período de 2023. “Esse salto já é um indicativo claro de nosso compromisso para expandir o acesso do seguro, especialmente para a população de baixa renda e pequenos negócios”, assinalou ela. Nesses produtos estão incorporados algumas das principais coberturas de Danos e Responsabilidades e de garantias de Pessoas.

Ela acredita que a contratação de seguros se tornará uma prática tão natural nas comunidades quanto o consumo de qualquer outro produto. A diretora finalizou sua fala confiante de que essa inclusão financeira trará benefícios para moradores e para o setor de seguros como um todo.

Além de Glauce Carvalhal, o painel do G20 Favelas dedicado a discutir a participação do seguro na proteção das comunidades contou com a participação de Airton Almeida Filho, diretor da Susep, Helder Molina (CEO do grupo MAG), Patrícia Campos (diretora da MAG), e foi mediado por Elaine Caccavo, vice-presidente da Central Única das Favelas (CUFA).

FF Seguros cresce em fiança locatícia com demanda corporativa e estruturas para Private Equity

Com o aumento da oferta de imóveis para locação, tanto para fins comerciais quanto residenciais, o seguro fiança locatícia tem se tornado uma solução cada vez mais procurada no Brasil. Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostram que a modalidade registrou um crescimento significativo entre janeiro e agosto de 2024, alcançando R$ 1,1 bilhão em vendas, acima dos R$ 912 milhões do mesmo período do ano anterior. As indenizações mantiveram-se estáveis, somando R$ 380 milhões.

Seis companhias concentram as vendas de seguros fiança locatícia, sendo que 90% dos contratos são voltados a pessoas físicas e apenas 10% a empresas. Esse nicho corporativo, que cobre obrigações de locação em contratos comerciais de grande porte, como escritórios e galpões, é foco da FF Seguros, que até agosto registrou R$ 14 milhões em vendas.

“Estamos com R$ 24 milhões em negócios e devemos encerrar o ano próximo de R$ 30 milhões, pois outubro e novembro são meses fortes, quando empresas locam imóveis para viabilizar as estratégias de 2025”, explica Marcio Antonio de Lima, gerente técnico e comercial de fiança locatícia da FF Seguros. O crescimento é expressivo, levando-se em conta que em 2023 a seguradora movimentou receitas de R$ 18 milhões. 

Apesar do crescimento, que reflete maior aceitação do seguro fiança locatícia entre locadores e locatários e uma oferta especializada, Lima vê grande potencial no segmento corporativo, sobretudo com o apoio dos corretores de seguros. “A fiança bancária ainda domina o mercado. Os clientes estão acostumados a negociar garantias financeiras com bancos. No entanto, o seguro fiança apresenta um custo menor e outras vantagens para locatários e locadores”, observa.

Entre os benefícios, Lima destaca a agilidade na análise e liberação do seguro fiança, superior à carta de fiança bancária, o que facilita locações em casos urgentes. O custo também é um diferencial: o seguro não exige imobilização de valores como garantia, enquanto a carta bancária bloqueia capital do inquilino. Além disso, o seguro cobre o período total do contrato, enquanto a fiança bancária é renovada anualmente.

O seguro fiança também oferece coberturas adicionais, incluindo despesas com água, luz, condomínio, IPTU, multa por rescisão contratual e danos ao imóvel. Essas coberturas são limitadas na carta de fiança, que geralmente protege apenas o aluguel. Lima destaca que a renovação do seguro é mais simples, sem necessidade de nova análise de crédito, quando o contrato de locação ainda possui prazo vigente e ajuste de valores, como ocorre na fiança bancária. “Outro ponto positivo é que as seguradoras oferecem maior flexibilidade de pagamento, com parcelamento do prêmio, ao contrário da carta de fiança, que cobra taxas altas e sem parcelamento”, completa.

Corretores são os principais divulgadores do produto

Para Lima, os corretores têm papel essencial na divulgação e expansão do seguro fiança corporativo. “O corretor assegura o pagamento ao locador no caso de inadimplência do locatário”, explica o gerente, que tem 30 anos de experiência no setor, com foco em fiança locatícia nos últimos dez anos. Lima enfatiza a importância de um time especializado na FF Seguros, capacitado para ajustar contratos conforme necessidades de clientes em condições específicas, o que diferencia a empresa no mercado.

Um exemplo de atuação diferenciada está no segmento de hospitais, onde, em caso de inadimplência, o despejo raramente é uma opção. “Se houver sinistro, o valor segurado cobre até o LMI. Esse mercado exige precisão nos cálculos e gestão de risco específica, algo que outras seguradoras evitam pela complexidade”, explica Lima.

Em 2025, a FF Seguros pretende incentivar ainda mais os corretores a explorar soluções avançadas, como estruturas de Built to Suit e Sale and Leaseback, voltadas para investimentos de private equity. Essas estruturas combinam seguro fiança locatícia com estratégias financeiras e operacionais que oferecem segurança e valorização patrimonial para fundos de investimento.

O Built to Suit garante a solvência do locatário em contratos de longo prazo, mesmo em cenários de crise financeira, dispensando a imobilização de ativos como garantia de fiança. “Esse modelo é atrativo para fundos de private equity que buscam redirecionar capital para o crescimento ou reestruturação de empresas”, destaca Lima.

O Sale and Leaseback, por sua vez, é uma opção de recompra que permite ao fundo de private equity “vender de volta” o imóvel ou a garantia ao proprietário original ou seguradora, criando liquidez ao final do contrato. O Sale and Leaseback reduz riscos e oferece flexibilidade para fundos que querem explorar outras oportunidades de investimento.

“Esses contratos se mostram úteis para fundos de private equity que buscam estabilidade e valorização no setor imobiliário corporativo. São ferramentas eficazes na alocação de capital e na gestão de riscos em private equity, possibilitando a execução de estratégias de longo prazo e o fortalecimento dos ativos no portfólio do fundo”, conclui Lima.

Zurich anuncia mudanças na área de parcerias

Sidemar Zurich Seguros

Desde o início do mês a Zurich Seguros conta com uma nova estrutura para a área de Parcerias, responsável por estabelecer acordos de distribuição com empresas, bancos, cooperativas, fintechs e estabelecimentos de varejo para ampliar a oferta de produtos e serviços aos clientes comuns.  

Sidemar Spricigo, que está há sete anos na companhia, assume a Diretoria Executiva de Parcerias, após ter atuado como diretor comercial de Afinidades e Bancassurance, na mesma área.   

O executivo é formado em Administração de Empresas e possui vasta experiência nas principais frentes de Parcerias. Já atuou em grandes companhias e Bancos do mercado financeiro e em seguradoras nas áreas de Operações, Sinistros e Distribuição Comercial de Bancos e Corretores.  

Já Ricardo Vianna chega à Zurich para gerir a Diretoria Comercial de Parcerias. Com uma sólida carreira em grandes empresas de meios de pagamentos, como Visa, American Express e Mastercard, possui ampla experiência em modelagem e desenvolvimento de negócios, gestão comercial, produtos e portfólio. Possui MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios, além de especializações nacionais e internacionais em Inovação, Design Thinking, Estratégia de Negociação, Gestão de Produtos e Empresarial.