Estudo Economist Intelligence Unit, divulgado pela imprensa internacional há uma semana e hoje no Brasil pela Folha de São Paulo, é bem interessante para aqueles que gostam de estar atualizados sobre a indústria de seguros mundial.Feito com 332 seguradoras do globo, o estudo revela que as maiores preocupações das empresas de seguro são as incertezas econômicas e a volatilidade do mercado financeiro. Cerca de 36% das empresas de seguro de vida e 39% das seguradoras de outros segmentos responderam que a insegurança em relação à economia é o que mais afetará o setor.
Uma preocupação que ronda o setor é que as empresas do ramo sofrem com a falta de credibilidade desde a crise global de 2008 e que os empresários temem envolver as seguradoras com outros problemas do sistema financeiro. A Geneva Association tem feito um grande esforço para mostrar para autoridades e a sociedade em geral que seguradoras são muito diferentes de bancos. Em diversos estudo, a Geneva Association comprova que as 28 maiores companhias de seguros são, em média, um quarto do tamanho dos maiores 28 bancos. Na avaliação dos órgãos reguladores, as seguradoras em risco de ter de levantar capital diante de exigências mais duras dos órgãos reguladores, são aquelas que, como a AIG, socorrida com mais de US$ 180 bilhões em setembro de 2008 pelo governo dos EUA, exercem outras atividades sob uma holding de seguros. E isso já vem mudando em todo o mundo. Inclusive no Brasil.
Quem tiver interessa no estudo da Economist, segue o link para acessar a íntegra do conteúdo. Mais informações sobre a diferença entre seguradoras e bancos podem ser obtidas no portal da Geneva Association, em inglês, e no portal da Cnseg, em português.
Comemorando 30 anos de operações no Brasil e um crescimento em receitas de mais de 20% em 2012 – a Mercer Brasil começa o ano em novo escritório no Rio de Janeiro. A equipe mudou-se para o Edifício Galeria Sul América, no centro da cidade, que possui uma estrutura mais moderna e mantém uma localização estratégica junto aos clientes e mercado. Além de reconhecer a importância dos negócios gerados pelo experiente time local de Consultores da área de Previdência Privada, a nova estrutura visa suportar o crescimento verificado no Rio de Janeiro em projetos de Consultoria em Capital Humano e em Benefícios Corporativos, este através da Mercer Marsh Benefícios. Completam o time local a equipe de Consultoria em Investimentos voltada para os fundos de pensão e a área de Fusões e Aquisições, assumida recentemente pelo executivo André Maxnuk, que também gerencia as atividades da filial carioca. A Mercer Brasil conta com 400 funcionários em seus dois escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Um ranking divulgado para clientes pela AM Best mostra que as seguradoras japonesas tiveram um bom desempenho em 2011, avançando posições. Já o ranking de resseguros manteve-se estável. Segundo nota do portal da revista inglesa Reactins, com acesso apenas para assinantes,, a Japan Post é a maior em ativos, com US$ 1,14 trilhão, seguida pela Axa, com US$ 892 bilhões, e pela Allianz, com US$ 806 bilhões. A MetLife vem em quarto, com US$ 625 bilhões em ativos. Entre as 25 maiores, a Nippon Life passou de nono lugar para sexto; a National Mutual Insurance Federation of Agricultural Cooperatives passou de 11o. para sétimo lugar; a Dai-ichi Life avançou da 19o. para a 17o.; a Meiji Yasuda Life da 23a. para 23a.; e a Sumitomo Life entrou no ranking, na 25a. colocaçã o. O ranking também menciona o notável movimento da AIG, que passou do 18o. para 15o. lugar.
Lembra daquele post sobre “Do que o gerente de risco tem medo?, publicada em 31 de janeiro? Então, hoje a AGCS, do grupo Allianz, divulgou comunicado com detalhes sobre o Brasil do estudo “Allianz Risk Barometer 2013”.
Veja a íntegra do release
Quais os riscos capazes de interromper os negócios de uma empresa? Responder a essa pergunta e, consequentemente, estar preparado para um evento de “força maior” são preocupações comuns a empresas de todo o mundo. Segundo o estudo “Allianz Risk Barometer 2013”, divulgado hoje no Brasil, o país deve enfrentar riscos específicos em 2013. Falta de mão de obra qualificada e envelhecimento da população, por exemplo, com 16,7 por cento das respostas, aparecem entre os dez maiores riscos (número 6) no País, enquanto na média global não são citadas entre as dez maiores preocupações.
A pesquisa “Allianz Risk Barometer 2013” foi realizada pela Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), centro do Grupo Allianz voltado para o seguro de riscos especiais corporativos e industriais. A pesquisa reuniu opiniões de 529 especialistas em seguros corporativos e industriais da Allianz sobre os riscos mais importantes que empresas em 28 países e diferentes setores podem enfrentar em 2013. Apesar de suas particularidades, segundo respostas dos entrevistados, o Brasil se iguala ao resto do mundo no que se refere aos três maiores riscos que as empresas podem vir a enfrentar em 2013: paralisação do negócio por falha na cadeia de suprimentos; desastres naturais, como enchentes; e incêndios e explosões. Esse resultado parece estar associado à globalização.
Empresas globais, riscos globais
“As empresas globais operam hoje em um cenário de risco complexo, que apresenta desde os riscos tradicionais, como incêndio, até riscos ultramodernos, como interrupções da cadeia de suprimentos e crimes cibernéticos”, observa Axel Theis, CEO da AGCS Global.
Para Ângelo Colombo, presidente da AGCS Brasil, o País está vez mais exposto a riscos complexos à medida que sua economia cresce e suas empresas se expandem internacionalmente. “Com o crescimento, as corporações brasileiras passam a se integrar mais na economia global e, como consequência, enfrentam maiores riscos com a cadeia de suprimentos, com desastres naturais e, como revela o estudo, com a falta de mão de obra qualificada”, diz ele.
Mas os riscos também existem internamente. Na opinião de Drault Ernanny, vice-presidente executivo da AGCS Brasil, os investimentos que o País demanda em infraestrutura e energia, por exemplo, aumentam a sua exposição a riscos especiais. “O volume de obras aumenta rapidamente e a administração correta desses riscos pode reduzir as chances de uma interrupção nos negócios, evitando perdas bilionárias”, afirma o executivo.
Incêndio e explosões continuam no radar das empresas
Para surpresa do estudo, riscos considerados “tradicionais” ainda estão presentes nas agendas corporativas, caso do incêndio e das explosões. Ambos aparecem como o terceiro risco em potencial para os negócios tanto no Brasil, como no resto do mundo.
Incêndios são relativamente raros, mas podem causar problemas devido ao risco de interrupção dos negócios e da perda de propriedade, especialmente em indústrias de manufatura. As estatísticas da AGCS sobre perdas falam por si: das sete grandes perdas de propriedade industrial superiores a 10 milhões de euros em 2012, seis foram causadas por fogo. “As empresas não devem comprometer seus elevados padrões de proteção contra incêndio devido à pressão econômica”, destaca Paul Carter, chefe Global da área de Consultoria de Riscos da AGCS.
Empresas estão mal preparadas para enfrentar falhas de TI e falta de energia
Segundo os especialistas da Allianz, as empresas levam muito a sério alguns riscos e subestimam outros. Por exemplo, falhas de TI ocasionadas por erro humano ou por crime cibernético podem acarretar grandes perdas em uma economia cada vez mais digitalizada. No entanto, apenas seis por cento dos especialistas da Allianz acreditam que os seus clientes estão realmente cientes deste risco.
O mesmo ocorre em relação à possibilidade de apagões regionais, uma vez que estão no radar de riscos de poucas empresas. “A confiabilidade do fornecimento de energia vai diminuir no futuro devido ao envelhecimento da infraestrutura e da falta de investimentos substanciais”, explica Michael Bruch, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da AGCS. Se um apagão ocorre, os impactos são muito maiores hoje do que há dez ou 15 anos, por causa da elevada dependência que as empresas têm das tecnologias da informação e da comunicação e da generalizada falta de preparo por parte das empresas.
A HDI Seguros inicia 2013 investindo em marketing esportivo. A seguradora será uma das patrocinadoras da 11ª edição da Descida das Escadas de Santos, tradicional competição ciclística radical que acontece nos dias 16 e 17 de fevereiro, a partir das 9 da manhã em Monte Serrat, Santos. No domingo, dia 17, a competição tem transmissão ao vivo pela TV Globo, durante o programa Esporte Espetacular.
A competição exige grande resistência física e muita habilidade. Os ciclistas terão de superar os 415 degraus da escadaria no menor tempo possível, com trechos que alternam curvas acentuadas e passagens estreitas (algumas com cerca de 1 metro de largura). Entre os pontos de partida e chegada, o percurso soma 550 metros de extensão, dos quais 150 metros são em desnível.
Inspirada em competição semelhante realizada nos Estados Unidos no final da década dos 80, em que os ciclistas desciam montanhas e enfrentavam obstáculos naturais, a prova foi promovida no Brasil pela primeira vez em 2003, na cidade de Santos e, a partir do ano seguinte, foi reconhecida pela União Ciclística Internacional, passando a contar pontos para o ranking mundial — o que aumentou ainda mais o interesse dos atletas e fãs do ciclismo.
Se depender da disposição de Hyung Mo Sumg, presidente da Zurich para o segmento de seguros gerais, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) terá bastante conteúdo para divulgar aos jornalistas. Ele, que é vice-presidente da FenSeg, comunicou aos jornalistas que a federação tem grande importância no cenário nacional de seguros e afirmou que pretende contribuir com sua experiência neste novo desafio. “Somos uma seguradora que está presente no Brasil há mais de 30 anos e hoje contamos com 64 pontos de atendimento em todas as regiões do país. E é com muita satisfação que assumo este novo desafio. A Federação tem um papel fundamental, principalmente por focar no segmento de seguros de danos”, afirma o CEO da Zurich Seguros.
Pesos pesados da Allianz, maior seguradora do mundo, chegam no Brasil nos próximos dias para sentir “in loco” o desempenho da operação brasileira, que se destaca dia a dia como uma das principais operações do grupo fora da Europa, Estados Unidos e Austrália. Vamos ver como ficou a operação local no balanço mundial que será divulgado semana que vem, dia 21. Dados preliminares informados em janeiro mostravam que mesmo com a perda de US$ 590 milhões em indenizações pelos danos causados pelo furacão Sandy, o alvo de US$ 9 bilhões em lucro para 2012 estava mantido.
Helga Jung e Vicente Tardio visitam o Brasil em um período de notícias sobre balanços, incertezas com o rumo de alguns indicadores e mudança física de prédio. Segundo publicou o portal Exame, os executivos brasileiros estão entre os mais preocupados do mundo com a possibilidade de haver mudanças macroeconômicas ao longo do ano, como alterações cambiais ou na taxa de juro. A Exame cita uma pesquisa global feita pela Allianz, que detectou que esse é o maior risco para os negócios, segundo 25% dos entrevistados (entre executivos do alto escalão e consultores). “Em nenhuma outra região do mundo o percentual é tão elevado – a média das Américas é de 14%. Outra preocupação dos brasileiros é a falta de profissionais qualificados – esse será o principal problema de 2013 para 17% dos entrevistados (novamente, é o percentual mais alto da pesquisa), informa a nota da Exame.
Já em relação a mudanças, a Allianz Brasil cresceu tanto que vai mudar para uma prédio moderno e maior, em Pinheiros, região nobre de São Paulo. A curiosidade com tal visita é grande e gera muitos comentários nos bastidores do mercado sobre mais investimentos do grupo segurador no Brasil. Atualmente, o grupo praticamente atua em todas as linhas de negócios, considerando-se que retornou ao segmento de previdência e vida. Capitalização é um dos nichos que a Allianz não atua.
Neste ano, o grupo começou com força em administração de ativos, ao trazer para o país a asset Pimco, e também em resseguros, com a estreia da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), que tem o Brasil como centro de operações de resseguros na América do Sul, sob o comando de Angelo Colombo. “A abertura deste escritório no Brasil é uma parte importante e emocionante da contínua globalização da Pimco e da nossa evolução como um fornecedor completo de soluções globais de investimento para um número crescente de clientes em todo o mundo,” disse Mohamed A. El-Erian, CEO e Co-CIO da Pimco, na época do anúncio, em abril de 2012.
Helga Jung está no grupo desde 2000 e é membro do conselho de administração desde janeiro de 2012. Também é responsável pelo segmento de seguros para as operações da Península Ibérica e América Latina. Ela tem grandes responsabilidades, além de monitorar o desempenho do grupo nessas regiões. Também é responsável por fusões e aquisições, compliance, participações estratégicas, entre outras atribuições.
A super executiva estará acompanhada de Vicente Tardio Barutel, CEO da Allianz para as operações da Península Ibérica e América Latina, que construiu boa parte de sua carreira em bancos, como o Banco Popular Espanol, Banco de Andalucia, Banco Popular de Portugal, Banco de Credito Balear entre outros.
Ambos, acompanhados de Edward Lange, CEO da Allianz no Brasil desde 2012, receberão convidados em um coquetel no dia 27 de fevereiro, praticamente o último dia de divulgações de balanços das seguradoras brasileiras. Poderão ver em loco o bom desempenho do grupo, conduzido nos últimos anos por Max Thiermann, responsável por levar o faturamento local dos € 388 milhões em 2005 para pouco mais de € 1 bilhão em 2011, tornando a operação brasileira o principal negócio da empresa fora da Europa, Estados Unidos e Austrália. Em seguros gerais, a Allianz Seguros respondia, até 2011, por aproximadamente 2,5% dos negócios do grupo. Vamos aguardar os números de 2012.
A seguradora suíça Zurich, que no Brasil atua de forma independente e também tem uma joint venture com o banco Santander, divulgou ontem lucro líquido de US$ 3,9 bilhões em 2012, avanço de 3% sobre os US$ 3,8 bilhões registrados em 2011. Martin Senn, CEO da Zurich, comentou que o grupo entregou aos acionistas um sólido resultado. O desempenho do grupo no quarto trimestre de 2012 foi surpreendente: lucro de US$ 983 milhões, quase o dobro do resultado do mesmo período do ano anterior. Onze analistas consultados pela Dow Jones Newswires apostavam em um lucro de US$ 621 milhões. Foi uma grande surpresa a todos.
O faturamento avançou 3%, para US$ 35 bilhões. O índice combinado do grupo, mesmo com as perdas com o furacão Sandy, mantiveram-se em 98%. Para ser bem precisa, melhorou de 98,8% em 2011 para 98,4% em 2012. O bom desempenho foi creditado a disciplina na subscriçõo de riscos, tendo como foco a rentabilidade, bem como um crescimento acelerado em linhas de negócios em mercados como América Latina.
“Nós continuamos a perseguir a estratégia de crescimento em mercados emergentes e de disciplina na subscrição de riscos nos mercados maduros. O resultado é um balanço sólido e vamos continuar seguindo ease mesmo caminho em 2013”, comentou no comunicado o CEO Martin Senn. “A integração das aquisições realizadas na América Latina e na Malásia foi bem sucedida e contribuiram de forma magnífica para os resultados do grupo”, acrescentou.
A Willis divulgou prejuízo líquido de US$ 446 milhões em 2012, um resultado fraco comparado ao lucro líquido de US$ 204 milhões de 2011. Diante do fraco resultado, o grupo anunciou que irá cortar 200 postos de trabalho e rever a equipe, que passou a ter um novo CEO, Dominic Casserley, que assumiu o lugar de Joe Plumeri, que se aposentou no início de 2013.
Segundo comunicado, o grupo registrou vários itens extraordinários em seu balanço do quarto trimestre, o que acabou gerando o prejuízo consolidado no ano. Entre as despesas extras, estão incluídos US$ 492 milhões para a divisão América do Norte.
O novo CEO afirmou que a Willis tomou diversas ações no balanço do quarto trimestre de 2012 para fortalecer o crescimento das vendas e da rentabilidade neste ano. Apesar do baque no lucro, o faturamento da Willis avançou 1%, para US$ 3,48 bilhões. A redução de 200 postos de trabalho deverá custar US$ 35 milhões e US$ 45 milhões no primeiro trimestre deste ano. No entanto, a economia de custos prevista com as demissões é de US$ 20 milhões.
Faleceu na última segunda-feira, dia 11 de fevereiro, aos 89 anos, uma das melhores fontes que tive no início da minha carreira: Carlos Frederico Lopes da Motta. O conheci como vice-presidente da Bradesco, que me atendia sempre que o assunto era “impopular” e o então presidente Ararino Sallum, que comandou a seguradora entre 1986 a 1997 e foi membro do Conselho de Administração até 1999, não queria abordar o tema e nem lê-lo em um jornal.
“Pare e pense menina. Isso não é importante para ninguém. Só para os nossos concorrentes, que só querem o primeiro lugar do ranking a qualquer custo”, dizia ele, sugerindo outras pautas que “com certeza vão interessar mais aos seus leitores. E olha que eu entendo disso, pois meu filho é jornalista”, dizia. E 99% das vezes ele realmente estava certo e as pautas sugeridas por ele “bombavam” na redação da Gazeta Mercantil 100% das vezes. Do outro lado tinha Rony Lyrio, que presidia a SulAmérica, que atuava de forma tão elegante quanto Motta para derrubar uma boa pauta. Não era fácil driblar os dois e colocar a matéria no jornal.
Carlos Motta também foi o ex-presidente da Fenaseg (1977-1980) e da Funenseg, (1980-1991). Formado em direito, Carlos Motta foi fundador da companhia de seguros Ajax, vice-presidente das companhias Bradesco Seguros, Atlântica Boavista Seguros, Allianz-Ultramar, Baloise Atlântica, Skandial-Boavista e Prudential, além de ter sido um dos idealizadores da árvore de Natal da Lagoa. Nota no portal da CNseg informa que ele foi vítima de infarto e enterrado no cemitério São João Batista, deixando mulher, três filhos, oito netos e três bisnetos. A missa de sétimo dia será realizada no dia 18, em local ainda a a ser definido.
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