BB Mapfre recicla carcaças de automóveis

Comunicado

Contando com mais de 2 milhões de veículos segurados, o Grupo BB Mapfre implantou, em janeiro de 2012, um projeto de reciclagem de carcaças de automóveis retirados de circulação que, até outubro de 2012, já processou 427 toneladas de materiais.

“Por meio dessa ação realizamos um ciclo de atuação consciente no mercado. Além de protegermos o bem e pagarmos a indenização ao segurado, garantimos uma destinação inteligente e sustentável para o veículo que saiu da frota circulante”, afirmou Jabis Alexandre, diretor de automóveis do Grupo BB e Mapfre.

Após serem avaliados pelos peritos como perda total, os veículos são encaminhados para um pátio da seguradora, onde são desmontados, tendo as peças separadas de acordo com sua natureza (plástico, vidro, metal etc). Os chassis e demais componentes metálicos são enviados para siderúrgicas, onde são reaproveitados.

Cada tonelada de aço produzida com sucata evita a extração de 1.140 quilos de minério de ferro e 154 quilos de carvão, consumindo apenas um terço da energia de uma tonelada gerada a partir do minério de ferro. Além disso, a iniciativa reduz em mais de 70% o consumo de água, além da emissão de CO2, informou Jabis Alexandre.

“Para melhorar nossa ação nesse sentido, passamos a coletar também todos os líquidos desses veículos para que não contaminem o lençol freático e sigam de uma forma 100% segura para a reciclagem”, complementou o diretor da BB Mapfre.

Terra Brasis Resseguros adere ao PSI

Comunicado

A resseguradora Terra Brasis Resseguros foi aprovada hoje, 8 de fevereiro, pela UNEP Fi (programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), como a mais nova signatária dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros – PSI, ação voltada para a indústria global de seguros e lançado em 2012, durante a Rio+20. A Terra Brasis é a primeira resseguradora brasileira a aderir ao PSI, integrando o seleto grupo de resseguradoras signatárias, ao lado das resseguradoras Munich Re (Alemã), Swiss Re (Suíça) e Scor (Francesa).

2013 tem tudo para ser um ano de bom desempenho econômico-financeiro para o mercado de seguros, afirma Faggion

Boa base de dados para matérias e palestras feita por Flávio Faggion Júnior Diretor Presidente, Siscorp Serviços Corporativo faggion@siscorp.com.br

Mais um ano em que o faturamento do mercado de seguros cresce acima dos indicadores econômicos. Tem sido assim nos últimos anos e 2012 foi destaque. A soma dos segmentos de seguros, previdência e capitalização atingiu o expressivo montante de R$ R$ 157 bilhões, crescendo 21% sobre 2011. Foi de 16% em 2011 sobre 2010. Mesmo descontando a inflação pelo IGPM, o crescimento real em 2012 foi de 15%.

Os produtos para pessoas (vida, VGBL , PGBL e previdência = R$ 92,0 bilhões) obtiveram o maior crescimento, alcançando 27% sobre 2011 e representando 59% do mercado. Os produtos de capitalização ( R$ 16,6 bilhões) cresceram 18% e os seguros gerais (R$ 47,9 bilhões), 13%.

Esse crescimento expressivo dos produtos para pessoas, como também capitalização, tem a ver com o maior esforço de vendas das operadoras com distribuição pelo canal banco, aproveitando de um lado, o crescimento do poder de compra da população, principalmente nas classes de menor renda e de outro, a estratégia bancária de aumentar o foco na comercialização de produtos do mercado segurador, como alternativa para minimizar os efeitos das reduções das taxas de juros.

No caso dos seguros gerais, a carteira de seguros de automóveis (R$ 24,7 bilhões), que representou 52% desse segmento de produtos , cresceu 16%, acima dos 13% do total dos seguros gerais. Contribuíram para isso o recorde no ano de vendas de veículos, com o total de 3.801.859 emplacamentos – crescimento de 4,6% sobre 2011, segundo a Fenabrave; a redução dos financiamentos de 8,8% em relação ao registrado em 2011 devido, em parte, às maiores exigências para concessão do crédito, levando os consumidores a comprometer mais recursos próprios e com isso, buscaram a proteção do seguro; e o realinhamento dos preços dos seguros pelas operadoras, que em vários modelos significou aumento de valor.

O DPVAT (R$ 3,6 bilhões), a terceira maior carteira do segmento de seguros gerais, cresceu apenas 6%, provavelmente pela manutenção em 2012 dos preços praticados em 2011. Os seguros de residência e de condomínio (R$ 1,9 bilhão), já apresentando resultados das campanhas promocionais das operadoras, através da expansão dos serviços de assistência, cresceram 16% em 2012.

Os seguros patrimoniais das pessoas jurídicas (R$ 8,0 bilhões), cresceram apenas 5% em 2012, contra um crescimento de 20% em 2011. O baixo crescimento da atividade econômica brasileira no ano, sem que os investimentos dos projetos ligados aos eventos de 2014 e 2016 tivessem ocorrido dentro das expectativas, refletiram no pequeno crescimento da atividade seguradora nos riscos patrimoniais das empresas, notadamente nas coberturas de riscos de engenharia e riscos diversos.

O seguro de transportes (R$ 2,7 bilhões) cresceu 12% em 2012. Foi um bom crescimento dentro do cenário de fraco desenvolvimento da economia, mas aquém das expectativas iniciais, pois o crescimento em 2011 tinha sido de 17%. Também importante em 2012 foram os crescimentos das carteiras de seguro habitacional (R$ 1,8 bilhão) – crescimento de 27% e seguro rural (R$ 1,5 bilhão) com 19%. Esses desempenhos tem forte ligação com a expansão dos créditos concedidos no ano pelos agentes públicos dirigidos para essas atividades.

Resseguro

Em 2012 as seguradoras destinaram ao resseguro R$ 5,7 bilhões, que é igual ao valor cedido em 2011, embora o volume dos prêmios emitidos resseguráveis (R$ 66,2 bilhões) tenha crescido 14% sobre o ano anterior. A relação prêmio cedido/prêmio emitido ressegurável que em 2011 foi de 9,8%, foi reduzida para 8,6% em 2012.

As resseguradoras locais, que por legislação tem reserva de mercado de 40% do volume de resseguro do mercado, arrecadaram em 2012 (dezembro estimado) R$ 3,9 bilhões – crescimento de 21%. possíveis desvios pela defasagem dos registros contábeis dos movimentos de resseguros entre as seguradoras e resseguradoras, o volume arrecadado pelas resseguradoras locais em 2012 representou 68% do valor destinado ao resseguro pelas seguradoras. Em 2011 essa relação tinha sido de 56%.

Pode-se admitir que essa relação se mantém bem acima da reserva de mercado devido ao aumento de operadoras de resseguro locais.
O fato do volume de prêmio destinado ao resseguro pelas seguradoras manter-se estagnado em 2012, e as resseguradoras locais crescerem 21% no mesmo período, indica que parcela importante que estava sendo ressegurada no exterior está permanecendo no país.

Indenizações, Benefícios e Resgates

O volume das indenizações, benefícios e resgates dos segmentos de seguros, previdência e capitalização foi de R$ R$ 43 bilhões, crescendo 16% sobre 2011, contra 14% em 2011 sobre 2010. A relação das indenizações, benefícios e resgates sobre a arrecadação se manteve próxima nos últimos dois anos, sendo de 27% em 2012, contra 28% em 2011.

As indenizações, benefícios e resgates para os seguros de pessoas (vida, VGBL , PGBL e previdência = R$ 6,7 bilhões) apresentaram um crescimento em 2012 de 16% e 11% em 2011. No entanto, a relação das indenizações, benefícios e resgates sobre a arrecadação foi de 7% em 2012, quando em 2011 chegou a 8%.

Nota: Devemos considerar que nos produtos VGBL, PGBL e previdência, em média, 87% do faturamento é destinado às provisões técnicas que lastreiam os futuros desembolsos com resgates e benefícios. O retorno da aplicação financeira do montante dessas provisões é registrado dentro da própria reserva, quer dizer, não faz parte do resultado das operadoras, diferente do que ocorre com os produtos de seguros. Nos seguros gerais os desembolsos com indenizações (R$ 22,3 bilhões) cresceram 14% em 2012 e 13% em 2011. No caso da capitalização, os benefícios e resgates (R$ 13,5 bilhões) cresceram 19% e 17%, nesses anos.

Resultado

As operadoras de seguros, previdência e capitalização obtiveram em 2012 um lucro líquido consolidado de R$ 12,1 bilhões – crescimento de 4% sobre 2011 (R$ 11,6 bilhões). O lucro líquido sobre o patrimônio líquido no final do período (R$ 67,5 bilhões), tudo consolidado, foi de 18% em 2012 e 19% em 2011, ou seja, mantendo os patamares atrativos aos seus acionistas.

Na formação do lucro de 2012 (R$ 17,8 bilhões), antes dos impostos, os resultados com as operações afins contribuíram com 24% (R$ 5,0 bilhões) e os resultados financeiro e patrimonial com os restantes 76% (R$ 12,8 bilhões). Os impostos sobre lucros (R$ 5,7 bilhões) consumiram 31% do resultado.

É importante considerar que mesmo com a redução das taxas de aplicações no mercado financeiro, as operadoras mantiveram em 2012 a participação histórica do resultado financeiro e patrimonial na formação do lucro. Isso se deve ao aperfeiçoamento da administração do fluxo de caixa e da reconfiguração da estratégia de aplicações financeiras de muitas operadoras, como também no aumento do volume das aplicações, proveniente do crescimento das provisões técnicas.

Aplicações e Provisões Técnicas

Em dezembro de 2012, o mercado trabalhou com um montante de recursos financeiros da ordem de R$ 470,8 bilhões (10,7% do PIB previsto para 2012), dos quais 89% estavam em aplicações financeiras, totalizando R$ 420,6 bilhões. Essas aplicações obtiveram um crescimento marcante de 22% sobre o valor no final do ano de 2011 (R$ 344,4 bilhões). O expressivo volume das aplicações financeiras se deve, na sua maior parte, na constituição das provisões técnicas, que no final de 2012 atingiu o saldo de R$ 403,3 bilhões (9,1% do PIB previsto para 2012), com crescimento de 23% sobre 2011.

Conclusão

O mercado de seguros, previdência e capitalização continua apresentando números expressivos. Em 2012, o forte crescimento da arrecadação; desembolsos dentro de padrões tecnicamente admitidos; administração profissional de recursos financeiros, lastreados em retornos satisfatórios, são pré-requisitos para que 2013 também seja um ano de bom desempenho econômico-financeiro para o mercado.

Capitalização avança 19% em 2012 e se prepara para dobrar o faturamento do setor até 2016, chegando a R$ 34 bilhões

A venda de títulos de capitalização, produto que desperta a atenção dos brasileiros pelos polpudos sorteios e dos empresários por um retorno sobre o capital acima de 20% ao ano, segue num forte ritmo de crescimento. “O setor cresce a 19% ao ano há algum tempo e tem tudo para continuar nessa curva ascendente”, comentou Jorge Hilário, presidente da CNseg, durante a abertura do “2º Workshop FenaCap – Capitalização – Perspectivas para 2013”. “Acredito que hoje temos a oportunidade de discutir novas idéias para criar produtos diferenciados que possam manter o ritmo de crescimento”, disse em seu discurso. Segundo ele, a capitalização é um instrumento importante no desenvolvimento das famílias de menor renda por estimular o hábito de poupança e possibilitar ao titular a chance de tirar a sorte grande nos sorteios, que são a base do produto.

Nelson Le Coq, diretor da Susep, que substituiu o xerife Luciano Portal na programação do evento que aconteceu no hotel Sofitel, em Copacabana, Rio de Janeiro, disse que a mudança no perfil de distribuição de renda do Brasil trouxe muitos participantes para o segmento de capitalização e isso exigiu que o órgão regulador modernizasse as regras do jogo. “Temos uma massa volumosa de pessoas que passaram a ter renda e uma renda maior, alargando a base de clientes potenciais para as empresas”, diz Le Coq.

Grande parte desses novos consumidores nunca teve acesso a produtos bancários. Por serem iniciantes no mercado financeiro, a Susep se apressou para reformular as políticas e regras do setor para atender melhor as necessidades do consumidor, bem como passar a exigir uma comunicação mais transparente e com linguagem compreensível para qualquer leigo no assunto por parte das empresas.

Recentemente, a autarquia baixou regulamentações que visam organizar o crescimento esperado da capitalização. “Disciplinar, estruturar e legitimar os canais de vendas que o produto oferece, bem como explicitar as características do produto, especialmente o lado lúdico do sorteio do título. Ao despertar o consumidor pelo lado lúdico, chamamos a atenção para a importância de se desenvolver o hábito de poupar”, explicou o diretor da Susep.

Para finalizar, Le Coq usou a filosofia da presidente Dilma Rousseff. “Como diz a presente, pais rico é pais sem pobreza. Vocês estão num setor que cresce e espero que ajuda a desenvolver produtos que auxiliem as pessoas a se desenvolver financeiramente”.

Marcos Barros, presidente da Fenacap e diretor do Banco do Brasil (foto), iniciou sua palestra explicando aos presentes que a capitalização surgiu no Brasil para estimular o hábito de poupar, tendo como incentivo o sorteio. “Agora passa a ser um instrumento financeiro, de forma individual ou coletivo, para estimular outros mercados, desde o microsseguros como também possibilitar que as empresas tenham um diferencial de marketing ao agregar os títulos com sorteios aos clientes que comprarem seus produtos. O foco é estimular a disciplina de poupar por meio do estímulo do sorteio”, explica.

Barros destaca que muitas vezes um seguro de vida, por exemplo, pode não chamar a atenção do consumidor. Mas se tiver um sorteio ele pode parar para entender melhor o produto. “Por meio da capitalização podemos estimular uma enorme variedade de produtos. No caso de seguro de vida, por exemplo, é um produto fundamental para as classes C, D e E, pois visa garantir o estatus social conquistado diante da morte de um membro da família. Evita que ele volte a miséria caso o responsável financeiro venha a falecer, a medida que os beneficiários recebem uma indenização do seguro e o valor poupado no título de volta”, cita.

Barros insiste no conceito de capitalização.”Não é um poupança. Não é loteria. É um instrumento financeiro que possibilita atuarmos em vários segmentos e nichos”, diz ele, citando os números do setor para comprovar o crescimento e abrangência que a capitalização nos últimos anos. Em 2006, o setor faturou R$ 7,1 bilhões e 2012 R$ 16,5 bilhões. A perspectiva é manter a dinâmica de crescimento nos próximos anos. As reservas do setor encerram 2012 em R$ 22 bilhões. Os sorteios totalizaram 857 milhões e outros R$ 10,6 bilhões voltaram aos titulares em forma de resgates dos valores poupados.

Entre os desafios do setor Barros cita a educação financeira. “Essa educação começa dentro de casa, com o treinamento das pessoas que vendem o produto, pois temos muito para crescer e não podemos perder a oportunidade de conquistar novos consumidores por histórias de clientes insatisfeitos”, diz. Também compõem a agenda das empresas do setor a diversificação de ofertas para atendimento e vários perfis de clientes, agilidade na criação de soluções para novas demandas, como garantia de aluguel, estar no segundo lugar na preferencial dos consumidores e investir em tecnologia da informação.

“A postura da FenaCap é ouvir e falar mais. Temos de crescer dentro do compromisso de sustentabilidade, com geração de valor para toda a cadeia. E a FenaCap está obstinada em seguir essas metas para poder dobrar o faturamento do setor até 2016, para R$ 34 bilhões”, finaliza.

Daniel Godri, consultor especializado em palestras motivacionais, citou Jesus como o maior gestor de pessoas do mundo e sugeriu que todos na plateia seguissem um dos exemplos dados por Ele: Façam como Jesus. Coloquem as pessoas da sua equipe em primeiro lugar e assim terão a certeza de que o cliente será bem tratado”.

Bradesco e Caixa são autorizadas a operar em microsseguros

Seguradoras do grupo Bradesco e também a Caixa Seguros foram autorizadas hoje a operar em microsseguros. Ambas já atuam com a venda de produtos para menor renda, com apólices ajustadas as necessidades das classes D e C. A Mapfre e a BB Seguros já obtiveram autorização no final de 2012 para atuar nesse nicho do mercado, estimado em mais de 100 milhões de potenciais compradores.

A regulamentação do microsseguros foi aprovada no final do ano passado e a expectativa é de que esse segmento puxe o crescimento da indústria de seguros no Brasil. Acredita-se também que a inclusão do Brasil nas estatísticas mundiais vai fazer com que o microsseguro dê um grande salto. Hoje, segundo o Microinsurance Center, há cerca de 500 milhões de segurados protegidos por apólices de microsseguros no mundo. Em 2020 a expectativa é ter 1 bilhão de pessoas cobertas.

Lojacorr, que já conta com 373 corretores, cresce 43% em 2012

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A Lojacorr S.A. é uma sociedade de corretores de seguros que agrega como acionistas preferencias profissionais da corretagem para o compartilhamento de acesso às companhias seguradoras, sistemas de gestão, multicálculo e centralização de backoffice operacional. Encerrou o ano de 2012 com 372 corretores acionistas, que garantiram à empresa um crescimento de 43% no volume de vendas. O volume de produção atingiu R$ 124.694.475,06, o que representa aumento de 43% em relação a 2011, sendo R$ 23.079.545,81 de faturamento, com acréscimo de 32%.

A produção de Auto/RE aumentou 40%, chegando a R$ 113.787.333,16, com 89.879 itens segurados. Na área de benefícios, o aumento da produção foi de 94%, chegando a R$ 10.907.141,90 em 22.269 itens. De acordo com as projeções da empresa, para 2013 é esperado um crescimento de 35% no volume de vendas, alcançando R$ 170 milhões de produção e R$ 31 milhões de faturamento.

A estratégia para obter os resultados é aumentar o número de corretores acionistas em 25%, chegando a 465 profissionais, e reforçando ações para o desenvolvimento do grupo. “Investiremos no processo de expansão da Lojacorr S.A. nas novas Unidades de Negócio em São Paulo e no Distrito Federal. No Sul, onde a operação teve início, nosso foco será na consolidação das Unidades de Negócio existentes. Nossa operação está presente hoje através de 12 Unidades de Negócio em mais de 95 municípios de cinco estados brasileiros: nos três estados do Sul, além de São Paulo e Distrito Federal”, esclarece Diogo Arndt Silva, diretor de Expansão.

Fenacap promove evento hoje no Rio para apresentar perspectivas do setor

Acontece hoje o “2º Workshop FenaCap – Capitalização – Perspectivas para 2013”. O evento, que acontece no hotel Sofitel, em Copacabana, Rio de Janeiro, pretende apresentar as conquistas do mercado de capitalização em 2012 e identificar as oportunidades para 2013, na palestra do presidente da Federação, Marco Antônio Barros. Também participarão do workshop o presidente da CNseg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, o superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna, e o consultor e especialista em motivação, Daniel Godri Junior.

Estatísticas do Seguro DPVAT alertam sobre risco de acidentes no carnaval

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O Seguro DPVAT pagou 776 indenizações causadas por morte em consequência de acidentes ocorridos no carnaval de 2012, conforme dados estatísticos da Seguradora Líder DPVAT, administradora do Seguro DPVAT. Essa quantidade ainda deve aumentar tendo em vista que os pedidos de indenizações podem ser feitos em até três anos após a data do acidente.

Pela primeira vez, desde 2006, o número de ocorrências com vítimas fatais por motocicletas superou a quantidade de vítimas por automóveis, no período que compreende a sexta-feira até a Quarta-feira de Cinzas, apesar da frota de motocicletas representar 27% da frota nacional, enquanto que a de automóveis representa 60%.

Os homens continuam sendo as maiores vítimas fatais, respondendo por 81% das indenizações pagas por morte no carnaval pelo Seguro DPVAT. Destas vítimas masculinas, 41% têm idade entre 18 e 34 anos. A Região Nordeste, pelo segundo ano consecutivo, registrou mais ocorrências de morte durante o período estudado, totalizando 267 sinistros. Em seguida, está a região Sudeste, que totalizou 258 mortos. A incidência de pagamento de indenizações no Nordeste e Sudeste está relacionada com o maior número de festividades oferecidas no carnaval, além do considerável número de motocicletas que circulam nessas regiões.

Segundo o diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT, Ricardo Xavier, as estatísticas ajudam a mapear o perfil das vítimas no trânsito e alertar a população. “Lamentamos tantas mortes e, principalmente, pela maioria delas ser de pessoas tão jovens. A situação se mostra mais alarmante ainda quando consideramos a quantidade de indenizações por invalidez permanente que chega a ser 260% superior a de mortes em 2012. Os motoristas e pedestres devem redobrar a atenção nas ruas, estradas e rodovias neste período de folia para evitar a ocorrência de acidentes como os que estamos verificando nos últimos anos”, diz Xavier.

O relatório aponta, ainda, que quando comparado com o sábado, a sexta-feira apresentou o menor número de ocorrências registradas pela Seguradora Líder DPVAT, sendo o dia mais seguro para viajar. Para a volta do carnaval, a Quarta-feira de Cinzas teve menos ocorrências de pagamento de indenizações que a terça-feira, no ano de 2012.

Para evitar os acidentes, o diretor presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, José Aurélio Ramalho, elencou alguns cuidados que os motoristas e ocupantes de veículos devem ter na hora de viajar. “O motorista deve parar para descansar a cada trecho de duas horas de viagem, bem como fazer alimentação leve. Estes são dois pontos que, se não observados, podem dar sonolência oferecendo um risco equivalente ao de um motorista embriagado. Além destas medidas, todos os ocupantes do veículo devem utilizar o cinto de segurança,” alerta Ramalho.

Outros cuidados devem ser percebidos para o veículo, como realizar a revisão, abrangendo pneus, molas, suspensão, freios e amortecedores e verificar os níveis de óleo e água. O transporte de malas ou objetos soltos no interior do veículo deve ser evitado e o transporte de animais deve ser realizado em bagagem apropriada e fixados pelo cinto de segurança.

Brasil, novamente, é destaque no balanço mundial da espanhola Mapfre

Dizer que o Brasil é destaque no balanço mundial do maior grupo segurador da Espanha já virou rotina. O grupo Mapfre divulgou hoje avanço de 10,1% no volume de prêmios, para € 21,5 bilhões, com as operações internacionais respondendo por mais de 60% do total. Segundo o presidente de Mapfre, Antonio Huertas, Brasil e Estados Unidos foram os principais destaques dos resultados de 2012. O lucro registrou queda de 30,9%, para € 665,7 milhões, devido as provisões necessárias para perdas, que totalizaram € 404,8 milhões. Considerando-se o resultado recorrente, sem efeitos extraordinários, o ganho apresenta alta de 9,6%, para € 942 milhões.

“A estratégia de diversificação geográfica nos permite continuar crescendo e manter um balanço sólido”, comentou Huertas em nota distribuída na manhã desta quarta-feira. A divisão Espanha, responsável por 33% do faturamento, registrou recuou de 4,5%, para € 7,7 bilhões em prêmios, o que lhe dá market share de 5,3%. Seguros gerais foi responsável por € 4,4 bilhões e vida e previdência por € 3 bilhões.

A divisão internacional registrou prêmios de € 10,8 bilhões, crescimento de 23,3%. Na América Latina, o grupo obteve prêmios de € 8,6 bilhões, 25,8% mais do que em 2011. No Brasil, os prêmios avançaram 33%, para € 4,7 bilhões, representando 55% dos negócios do grupo na região. Segundo a nota, todos os países da América Latina apresentaram crescimento: Colômbia 30,3%, Perú 30,1%, Venezuela 27,9%, América Central 25,4% e México 25,1%. O lucro bruto, antes dos impostos, apresentou significativa melhora na América Latina, destaca o comunicado. Na Mapfre America o resultado avançou 14,6%, para € 653 milhões.

A divisão de negócios globais, com 20% do faturamento do grupo, totalizou € 4,8 bilhões, com incremento de 12%. Dentro desse valor está computada a operação de resseguro, com € 2,8 bilhões em prêmios, alta de 8,1%. Destaque para os negócios de seguros gerais nos EUA e de vida na Europa.

Lucro operacional da Munich Re quadruplica em 2012, para € 5,4 bilhões

Apesar das perdas estimadas de US$ 800 milhões com o furacão Sandy, a Munich Re estima divulgar lucro de € 3,2 bilhões referente a 2012, bem melhor do que os € 710 milhões do ano anterior. O lucro operacional da maior resseguradora do mundo praticamente quadruplicou, saindo de € 1,2 bilhão em 2011 para € 5,4 bilhões em 2012. As projeções também mostram alta de 5,1% nos prêmios brutos, para € 52 bilhões. Segundo agências internacionais, Jorg Schneider, responsável pela diretoria financeira, creditou o resultado ao vigoroso gerenciamento de risco, a discplina com a subscrição de riscos e a realização de lucro com excelentes oportunidades de negócios.