IRB Brasil Re poderá ser uma das 10 maiores do mundo a longo prazo, após privatização

Matéria extraída do portal da Cnseg

O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, explicou que o governo decidiu desestatizar a IRB-Brasil para tornar a empresa mais competitiva mundialmente. “O IRB, depois do processo de desestatização, terá flexibilidade necessária para competir em condições de igualdade com grandes grupos mundiais. O IRB tem grande potencial de expansão dos negócios, tendo em vista a realidade econômica do Brasil, com obras de infraestrutura, a necessidade de seguros e resseguros se desencadeará”, disse Barbosa, em entrevista coletiva.

Ele encontrou-se nesta terça-feira com o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Valmir Campelo para discutir a privatização da maior resseguradora da América Latina, ainda este ano. Pelas contas do governo, com a privatização, o capital do IRB, que atualmente é de cerca de R$ 15 bilhões, pode ser ampliado para R$ 50 bilhões, para estar entre as dez maiores resseguradoras do mundo a longo prazo.

A conversão do IRB em empresa privada se dará por meio de um aumento de capital dos atuais sócios privados, diluindo a participação do governo, que deverá se tornar sócio minoritário. “Nós temos capacidade de ter um grande ressegurador de escala de capacidade de competição internacional, baseado no Brasil, tendo participação da União, mas não majoritária, e participação do capital privado, dos principais grupos nacionais”, explicou o secretário executivo.
Para levar a privatização adiante, o governo precisa do parecer favorável dos órgãos de controle: TCU, Banco Central, Superintendência de Seguros Privados (Susep) e Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

O edital com as condições para a desestatização da empresa, lançado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), foi publicado no dia 23 de janeiro no Diário Oficial da União. Na próxima semana, o ministro do TCU se reunirá com técnicos do BNDES. A previsão é que o parecer do TCU seja divulgado até 15 de março.

Foto: José Cruz/ABr[/caption]

Seguradoras lucram R$ 12,6 bi em 2012, alta de 7,2%, informa Castiglione

O mercado brasileiro de seguros e previdência privada encerrou 2012 com lucro líquido não consolidado tecnicamente de R$ 13,5 bilhões, 7,2% acima dos R$ 12,6 bilhões de 2011. Excluindo o Resultado de Coligadas e controladas, o Lucro Líquido passa para R$ 7,8 bilhões contra R$ 7,3 bilhões de 2011, um crescimento nominal de 6,4%, escreve o Consultor Luiz Roberto Castilione em seu estudo divulgado nesta terca-feira.
 
Segundo ele, a grande tônica do mercado continua sendo a busca pela eficiência operacional. A Combined Ratio vem se mantendo ou melhorando ao longo dos anos. Maior rigor na aceitação e na regulação, investimentos em TI e em capital humano, além da continua busca por canais / parcerias, novos produtos e alternativas de contratos de resseguro. “O mercado se tornou mais competitivo, novas empresas foram implementadas e outras ainda estão por vir, aguardnao autorização na Susep”, afirma.
 
“Em determinados segmentos a concorrência predatória está elevada.  Em outros grande frustração da não efetivação dos investimentos esperados, além da postergação de licitações”, afirma. De acordo com a análise, com a taxa de juros em declínio o mercado ser viu obrigado a buscar na operação o impacto da redução dos ganhos financeiros, mesmo porque esses ajudam na constituição das provisões técnicas (maior necessidade de recursos) Novas legislações estão em audiência pública e outras virão no decorrer de 2013, fazendo exigência de maior margem de solvência.
 
Os prêmios emitidos (sem o VGBL) somaram R$ 69,8 bilhões contra R$ 61,6 bilhões de 2011, um crescimento de 13,2%. O Resultado Industrial atingiu a cifra de R$4,7 bilhões contra R$ 3,7 bilhões do ano passado, um crescimento de 26,0%. A Combined Ratio representou 92,3% dos prêmios ganhos contra 93,2% de 2011. A Taxa Média de Retorno do Patrimônio Líquido (não consolidado) foi equivalente a uma aplicação com remuneração de 19,06% ao ano contra 19,58% ao ano de 2011.

Veja o estudo completo

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Brasilprev encerra 2012 com lucro líquido de R$ 484 milhões

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A Brasilprev manteve em 2012 o crescimento nos mesmos patamares registrados nos anos anteriores, acima da média do mercado. Uma das maiores empresas de previdência privada aberta do Brasil e única especialista nesse segmento, a seguradora registrou lucro líquido de R$ 484 milhões em 2012, alta de 25% em comparação aos R$ 385,7 milhões de 2011. A carteira de ativos no mesmo período teve crescimento de 37%, chegando à marca de R$ 67,6 bilhões.

“Em 2012, a indústria de previdência privada manteve forte crescimento, o que demonstra que a população brasileira está cada vez mais consciente da necessidade de investir recursos financeiros para a concretização de projetos de vida no longo prazo”, comenta o diretor de planejamento e controle da Brasilprev, Nelson Ignacio Katz. “E a Brasilprev, mais uma vez, sobressaiu-se, crescendo acima da média da indústria e alcançando importantes resultados”, complementa.

Katz revela que a arrecadação total da Brasilprev foi de R$ 18,2 bilhões em 2012, alta de 56% em comparação ao período de 2011. E que, desse total, a maioria dos aportes foi nos planos da modalidade Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL): R$ 15,7 bilhões – montante 67% superior que o arrecadado naquele ano, ao mesmo tempo que na modalidade Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), a soma foi de R$ 2,1 bilhões, valor 12% superior que o registrado em 2011. “O forte crescimento apresentado nestes indicadores permitiu à companhia manter sua posição de liderança em captação líquida do mercado, com 37,2% de participação, além de conquistar, no resultado acumulado do ano, a vice-liderança em arrecadação PGBL e VGBL, atingindo 26,5% de market share”, comenta.

Inovação – No ano em que completa 20 anos de fundação, a Brasilprev anuncia a comercialização de seu novo portfólio de produtos individuais a partir de hoje. Disponível nas agências do Banco do Brasil, que totalizam mais de 5.000 em todo o Brasil, o objetivo foi oferecer novas soluções para que as pessoas possam viabilizar seus projetos de vida. Entre os diferenciais destas ofertas estão o foco na simplificação, com objetivo de trazer mais facilidade no entendimento das ofertas para quem adquire o plano; na fidelização, que proporciona taxas menores ao cliente à medida que evolui sua reserva; no aumento de flexibilidade, permitindo que planos que começaram com aporte único possam passar para aportes periódicos; na competitividade, com taxas ajustadas ao novo cenário econômico; e no conceito de proteção na medida certa para o cliente e sua família, pois oferece tranquilidade em todos os estágios do plano, uma vez que o capital do pecúlio é ajustado na medida em que cresce a reserva.

O conceito de pecúlio com capital decrescente tem o seguinte fluxo: o cliente contrata um plano com mensalidade adequada ao seu orçamento, e é feita a conta do valor do patrimônio que ele terá acumulado até o momento da concretização de seu projeto. “Caso o titular do plano venha a faltar, o seu beneficiário recebe este valor calculado no presente. E o interessante é que quanto mais a reserva cresce no decorrer do tempo, menor é o valor pago na mensalidade do seguro”, explica Roger Rendón, diretor de produtos e operação da Companhia.

Prudential do Brasil amplia canal de vendas ao fechar parceria com Grupo Case

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A Prudential do Brasil Seguros de Vida recorreu a uma parceria com o Grupo Case Benefícios e Seguros para elevar as vendas dos seguros de vida individual. O Grupo Case é especializado na administração de benefícios e corretagem de seguros e assessoria a empresas de médio e grande porte já prestava serviços à Prudential do Brasil desde 2012, segurando a frota de carros da companhia. O anúncio acontece uma semana após a seguradora firmar parceria também com a XP Investimentos.

A parceria entre as duas empresas irá complementar a venda dos produtos da Prudential, que até então eram comercializados exclusivamente por cerca de 600 corretores franqueados, chamados Life Planner, especializados em venda consultiva personalizada e baseada nas necessidades de cada cliente. “Esta parceria oferece a oportunidade de expandir as nossas operações e oferecer proteção a mais famílias brasileiras. Um parceiro como o Grupo Case compartilha dos nossos valores e filosofia empresarial. Estamos seguros de que, com o Grupo Case, garantiremos a qualidade de atendimento, marca registrada da Prudential”, afirma o presidente & CEO da Prudential do Brasil, Fabio Lins.

O atendimento e venda serão realizados pela corretora do Grupo Case, enquanto outros processos serão inteiramente realizados pela Prudential. Por exemplo, a Prudential continuará a gerenciar o processo de subscrição de risco, em que é feita a análise dos riscos (saúde física, financeira, esportes ehobbies, entre outros dados) antes da emissão da apólice. Esse processo prévio permite que a seguradora aja com rapidez na regulação do sinistro e no pagamento do benefício – em média cinco dias úteis após a entrega da documentação completa.

Para o Grupo Case, a parceria representa uma oportunidade inédita de continuar a levar soluções e produtos de qualidade às empresas clientes, seus executivos e colaboradores, contribuindo para aumentar o poder de atratividade e retenção de talentos através dos departamentos de Recursos Humanos de seus parceiros. “Para nós, também é uma honra trabalhar em parceria com uma empresa reconhecida no Brasil por sua solidez e atendimento ao cliente e cujos valores e integridade são fundamentais”, disse Rafael Sampaio da Motta, CEO do Grupo Case Benefícios e Seguros.

A Prudential do Brasil, que vem apresentando um ritmo de crescimento médio anual de 25%, atravessa um momento de oportunidades e otimismo. É a primeira seguradora independente (não ligada a banco) no ranking nacional de Planos Individuais de Seguros de Pessoas e segunda na posição geral, com 12,7% de market share, segundo dados de janeiro a outubro de 2012 da Susep, órgão que regula o mercado de seguros no País.

Bradesco Seguros é a segunda colocada no ranking da The Banker

A Bradesco Seguros está com tudo. Além do presidente Marco Antonio Rossi deter mais de 800 votos em um dia de votação do empresário da Semana, promovido pela Brasil Econômico (seus concorrentes tem menos de 20 votos), a seguradora foi a segunda colocada mundial no ranking “The Banker/Brand Finance Banking 500” que avalia as 500 marcas globais mais valiosas de instituições financeiras. O Bradesco foi a primeira instituição bancária da América Latina pelo quinto ano consecutivo e aparece na 16ª colocação mundial, com US $ 13,610 bilhões em valor de marca. O Itaú Unibanco, vem em segundo, com valor de marca de US$ 12,442 bilhões, na 18ª posição, e o Banco do Brasil, o 22º mais bem colocado, com valor de US$ 9,883 bilhões. O Banco Bradesco também foi o terceiro em “instituições de varejo”. No âmbito geral, o Brasil caiu uma posição na edição de 2013, com apenas oito bancos listados, com US$ 37,9 bilhões em valor de marca, superado por Estados Unidos, Reino Unido e França.

Susep afirma que seguradoras terão sistema de solvência mais robusto

Comunicado

O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), em reunião realizada dias 29 e 30 de janeiro, aprovou o conjunto de resoluções propostas pela Susep (Superintendência de Seguro Privados) que completam a regulação dos requerimentos de capital do mercado supervisionado pela autarquia – seguros, resseguros, capitalização e previdência complementar aberta. Trata-se de um arcabouço de normas que contribuirão para o estabelecimento de um sistema de solvência mais robusto, trazendo mais segurança para os consumidores e colocando o Brasil em linha com as melhores práticas internacionais de supervisão baseada em risco.

As principais novidades foram o estabelecimento dos critérios de apuração dos capitais de risco de subscrição, para as operações de vida e previdência e de títulos de capitalização, e do risco operacional, além da obrigatoriedade de apuração do risco de mercado até 2014. Adicionalmente, houve modificação na forma de cálculo do capital mínimo requerido, que passa a ser o maior valor entre o capital base e o capital de risco. A autarquia também passou a admitir que as empresas submetam critérios próprios de cálculo do capital para prévia autorização pela Susep.

Resultado do Itaú com seguridade representa 14% do lucro no 4o. trimestre

O lucro do maior banco privado brasileiro foi de R$ 14 bilhões em 2012, um declínio de 4,1% em relação a 2011. Considerando o resultado contábil, o lucro líquido trimestral foi de R$ 3,4 bilhões e o anual foi de R$ 13,5 bilhões – beneficiado pela venda da participação do banco na Serasa. Em seguridade, o banco informa que lucro líquido no quarto trimestre de 2012 atingiu R$ 491,3 milhões, ou 14% do total do lucro líquido recorrente do conglomerado. No ano, o resultado de seguros chegou a R$ 2,9 bilhões em 2012, 10% acima dos R$ 2,7 bilhões de 2011. Desse valor trimestral, previdência responde por R$ 270 milhões, seguros por R$ 151 milhões e capitalização por R$ 69 milhões, mantendo quase a mesma proporcionalidade para o resultado anual.

Em receitas (aparentemente o valor de prêmios não foi encontrado, apenas percentualmente, optando-se por divulgar provisões), Vida e previdência responde por 51% das vendas de seguros do grupo, seguido por 22,4% em garantia estendida, 15% em DPVAT, 6,5% em risco patrimonial e 4,5% em transportes. A associação com a Porto Seguros aparentemente não consta deste mix.

Segundo o quadro expectativas 2012, apenas seguros e crédito não atingiram a meta. Para seguros estava previsto crescimento entre 10% e 12% e o realizado foi de 8,5%. Em crédito, a meta era entre 14% e 17%, e o realizado ficou em 13%. Para 2013, a expectativa de crescimento com seguros é entre 11% a 14%. O Itaú entende como resultado as Receitas de Prestação de Serviços (+) Receitas de Operações de Seguros, Previdência e Capitalização (-) Despesas com Sinistros (-) Despesas de Comercialização de Seguros, Previdência e Capitalização.

Desaquecimento da economia influencia otimismo dos executivos com a indústria de seguros

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O otimismo dos executivos do mercado de seguros para os próximos meses é mantido, porém em uma menor proporção. É o que aponta o Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES) referente ao mês de janeiro de 2013. A medição registra 115,6, uma variação negativa de 3,6% em relação ao mês de dezembro, quando atingiu 119,9. “A queda no Índice é influenciada pela diminuição na taxa de crescimento da economia brasileira”, explica Francisco Galiza, diretor da Rating de Seguros e responsável pelo cálculo do ICES.

Para 51% dos executivos do mercado de seguros o crescimento da economia brasileira será melhor nos próximos seis meses, enquanto 41% informaram ser igual e 8% pior. A amostragem de dezembro apontou uma proporção de 53% como melhor, 44% igual e 3% pior.

Conforme Galiza, o otimismo é estimulado pela expectativa quanto ao crescimento da receita das seguradoras (veja gráfico). Dos executivos entrevistados, 18% disseram que a rentabilidade será melhor nos próximos seis meses, 49% igual e, 33%, pior. Já quanto ao faturamento há uma pequena oscilação, em que 73% afirmaram acreditar que será melhor, em dezembro eram 77%; 22% igual, na edição anterior eram 23%, e 5% avaliaram que será pior.

Auto

No automóvel foi mantido o número de que 43% dos executivos entrevistados disseram que o faturamento do ramo será igual, mas houve queda quanto aos que acreditam que será maior, 38%, ante os 50% registrados em dezembro. Para 19% dos executivos o resultado será menor; em dezembro, esse número era de 7%.

“Especificamente no ramo de automóvel, a expectativa de crescimento da receita para 2013 continua mais otimista do que a taxa obtida em 2012, embora a margem de ganho tenha diminuído”, comenta Galiza.

Atualmente, cerca de 60 grupos seguradores já participam da elaboração do ICES.

Metodologia

O ICES é um trabalho desenvolvido pela Rating de Seguros em parceria com a Revista Cobertura com o objetivo de equiparar o mercado de seguros a outros setores da economia brasileira e mundial.

O Índice é elaborado mensalmente e, para tanto, os seguradores precisam responder a cerca de quatro perguntas de múltipla escolha e de ordem qualitativa sobre o crescimento da economia, a rentabilidade e o faturamento das seguradoras para os próximos seis meses. As respostas são sigilosas e os indicadores são transformados em números, que variam entre zero e 200, justamente para o 100 ser a média.

Tokio Marine registra crescimento de 22% no ramo de Afinidades

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Em 2012, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos seguradores do mundo, registrou crescimento de 22% na produção da Diretoria de Afinidades, na comparação com o mesmo período de 2011. O aumento expressivo na produção, que totalizou R$300 milhões, é atribuído a conquista de novos e importantes parceiros, como Leader, Banco Pan Americano, Lojas Guaibim e Lojas Saraiva.

“O foco da Companhia nas regiões Norte e Nordeste e o lançamento de novos produtos, como o seguro contra roubo de eletrônicos portáteis, também foram decisivos para a conquista dos excelentes resultados”, afirma o Diretor de Afinidades da Tokio Marine, Luciano Bezas.

Neste ano, o plano da Seguradora é manter o mesmo ritmo de crescimento. Para isso, serão promovidas ações de marketing em pontos de vendas. Outra iniciativa prevista para 2013 é a conclusão dos estudos sobre a atuação da Companhia no mercado de microsseguros, que tem grande potencial de penetração no Brasil.

O segmento vem crescendo exponencialmente e ganhando representatividade na carteira de seguros da Tokio Marine. Para atender as demandas e conquistar mais espaço nesse nicho de mercado, a Diretoria Comercial de Afinidades da Seguradora promove a formação de parcerias estratégicas de negócios, com o objetivo de oferecer seguros com soluções diferenciadas para grandes bases de clientes de empresas parceiras.

“Este conceito de negócio visa o reforço do relacionamento das empresas com seus clientes e a conquista de novos consumidores, para gerar receita adicional e aumentar o potencial de negócios”, explica o Diretor.

A parceria com a Tokio Marine permite às empresas agregar valor a seus produtos e serviços. Os clientes contam, ainda, com uma série de vantagens e diferenciais como os seguros de vida, desemprego, residência, proteção financeira, equipamentos portáteis, pneus, perda e roubo de cartão e muitos outros.

Uma das principais características do ramo de Afinidades é a customização do seguro para atender as necessidades do mercado consumidor. Entre os principais seguros oferecidos pela Tokio Marine estão residencial, prestamistas e acidentes pessoais, que são seguros comercializados a valores baixos. “A facilidade de contratação do seguro a preços bastante atrativos é outra vantagem assegurada pela Tokio Marine”, conclui Luciano Bezas.

Icatu Seguros lidera ranking de fundos de previdência

A Icatu Seguros liderou o ranking geral, que inclui todas as categorias, de fundos de previdência em 2012. Segundo levantamento da própria seguradora, com base nos dados da Anbima, o fundo Icatu Seg Brasil Total obteve o maior retorno do ano, 37,21% (líquida de impostos e das taxas cobradas, informa a Icatu). Primeiro fundo de previdência que utiliza a estratégia Portable Alpha, o nome Brasil Total foi escolhido pois seu desempenho no longo prazo está diretamente relacionado com o crescimento do país. O cenário ideal para o fundo é um crescimento sustentável do Brasil com taxa de juros baixa e bom desempenho da bolsa. Por isso, o Icatu Seg Brasil Total é focado em clientes com perfil agressivo e de longo prazo, que aceitam o risco Brasil de longo prazo através da alocação em títulos de inflação longos e exposições a bolsa.