Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros, é um dos candidatos no concurso Personagem da Semana do jornal Brasil Econômico. Para votar, basta acessar o site do Brasil Econômico (www.brasileconomico com.br). A votação termina na próxima sexta-feira, 8, às 12h. O resultado será divulgado na segunda-feira, 11. O diretor presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, o presidente da CGI, João Baptista, o vice-presidente mundial de marketing de produtos para automóveis da Mercedes-Benz, Philipp Schiemer, e Severin Schwan, presidente global da Roche, também estão entre os finalistas.
Rossi, da Bradesco Seguros, concorre a executivo da semana no Brasil Econômico
Susep aprova normas sobre constituição de reservas técnicas
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou, esta semana, duas resoluções: uma que institui as novas regras de constituição das provisões técnicas; e outra que altera a Resolução CNSP Nº 226/10 com o objetivo de regulamentar todos os valores que podem ser oferecidos como redutores da necessidade de cobertura de provisões técnicas por ativos garantidores.
A resolução que institui as regras de constituição das provisões técnicas consolida em um único normativo as disposições sobre as provisões técnicas das sociedades seguradoras (incluindo as companhias autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros), entidades abertas de previdência complementar, sociedades de capitalização e resseguradores locais.
Baseado em princípios amplamente discutidos com o mercado supervisionado, o normativo unifica os conceitos de provisões técnicas aplicáveis às sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar. Além disso, as alterações foram efetuadas concomitantemente com as alterações nas regras de capital de risco, haja vista a correlação e a interdependência dos temas.
Com relação à alteração da Resolução CNSP Nº 226/10, a norma incluiu, no rol dos ativos que podem ser oferecidos como redutores da necessidade de cobertura, os depósitos judiciais e os custos de aquisição diferidos referentes às despesas diretamente relacionadas ao valor do prêmio comercial e diferidas de acordo com a vigência de cada risco.
Cabe ressaltar que essas duas resoluções tratam de princípios gerais. As regras mais específicas estarão dispostas nas Circulares Susep específicas.
Macedo, ex-Aon Affinity, tem a missão de revigorar a PanAmericana Seguros
E quem não lembra de José Macedo, que exportou a tecnologia desenvolvida por ele na Aon Affinity para vender seguro por meio de canais alternativos como contas de serviços e redes de varejo? Se não fosse a Aneel ter proibido a venda de seguros por meio da conta de luz, Macedo teria batido recordes sucessivos de metas impostas pela matriz de uma das maiores corretoras do mundo.
A estratégia se mostrou um sucesso tão grande do ponto de vista aceitação, que acabou gerando problemas para as concessionárias do serviço. Os clientes acabaram por comprar tanto seguro, que a conta de luz ficou cara e muitos deixavam de pagar. Diante da alta inadimplência, a Aneel proibiu a venda do seguro por meio das contas e estuda liberar novamente, porém com regras que limitem a oferta. Assim como no microsseguros, que limita a venda de apólices para clientes de menor renda quando ofertados por correspondentes bancários.
Ele, que inovou também na criação de produtos, trazendo até mesmo o seguro para cães para o Brasil, está de volta e promete transformar a PanAmericana em uma das mais importantes seguradoras de varejo do Brasil. Foi contratado a peso de ouro pelo BTG Pactual, um dos acionistas do banco PanAmericano, controlador da seguradora. Ele sai da posição de corretor para atuar como segurador. Vamos aguardar para ver as novidades. Segue a íntegra do release distribuído pelo grupo.
Release
O executivo José Macedo acaba de assumir o cargo de CEO da PanAmericana de Seguros, subsidiária do Banco PanAmericano S. A., que tem como sócios a Caixa Econômica Federal e o BTG Pactual. “Minha missão é transformar a PanAmericana em uma das mais importantes seguradoras de varejo do Brasil. É um desafio fascinante”, diz Macedo. Para isso, adotará diferenciais como o uso intensivo da tecnologia e a especialização das equipes de profissionais da seguradora especializadas em cada segmento de atuação. Macedo informa ainda que a empresa estuda parcerias para oferecer boas condições aos clientes.
O novo CEO da PanAmericana de Seguros tem o empreendedorismo e a inovação como principais marcas de sua trajetória profissional. Foi diretor da seguradora do Bradesco antes de criar, 15 anos atrás, uma corretora própria focada no mercado de autos e massificados que atraiu a parceria da maior corretora de seguros do mundo, gerando a Aon Pilar.
Com autorização de funcionamento obtida em 1965, a Panamericana de Seguros foi incorporada à divisão financeira do banco em 1999 e oferece seguros contra acidentes pessoais, vida e desemprego, modalidades com baixo índice de sinistralidade. Atualmente grande parte da venda das apólices do PanAmericano é obtida através desses produtos.
A iniciativa inovadora de Macedo de utilização de canais massificados de distribuição e de uma cadeia de negócios B2C permitiu que a população das classes C, D e E tivesse acesso a seguros e serviços de assistência e capitalização. O sucesso do modelo levou a empresa a expandir sua atuação para Argentina, Chile, Colômbia, Peru, México e Salvador. Hoje denominada Aon Affinity Latin America,ela reúne um portfólio com mais de 10 milhões de clientes ativos. “Tenho certeza de que obterei o mesmo êxito na PanAmericana Seguros”, ressalta José Macedo. “A chegada de Macedo ao grupo reforça o investimento que o PanAmericano tem feito para se consolidar no mercado de seguros”, observa o presidente do banco, José Luiz Acar.
Sobre o Banco PanAmericano
O PanAmericano (BPNM4) é um banco com foco na atuação em três segmentos: crédito ao consumidor, empresas e crédito hipotecário. Com portfólio extenso de produtos e serviços, está presente em todo o território nacional, com 192 pontos de venda exclusivos.
JMalucelli desiste de comprar resseguradora na Argentina
Em relatório divulgado esta semana “Latin American Southern Cone Insurance”, a Fitch sinalizou perspectiva estável em 2013 para a Bolívia, para o Chile e para o Uruguai. Já para a Argentina, a perspectiva é negativa. Segundo a agência, a perspectiva negativa para as seguradoras na Argentina se deu após o rebaixamento do rating soberano do país em novembro de 2012, bem como as mudanças na regulamentação e operação de estrutura da indústria ao longo dos últimos anos. A flexibilidade operacional das empresas fica ameaçado cada vez que aparece a interferência do governo, prejudicando o resultado das companhias, bem como o acesso ao crédito, o que pode levar muitas companhias à dificuldades financeiras, afirma a Fitch em seu relatório.
Neste contexto, a JMalucelli pediu a Susep nesta semana o cancelamento do pedido de compra de 50% de uma resseguradora argentina, segundo autorização publicada pela Susep no inicio desta semana. O grupo continua com foco na estratégia de crescer na América Latina. Agora vou tentar descobrir como fica a estratégia do IRB Brasil Re, que vinha investindo na Argentina. Aguarde cenas do próximo capítulo, que seguirão assim que o ressegurador em vias de desestatização responder ao pedido de entrevista deste blog.
Me emociono até hoje, diz o fisioterapeuta e quarto personagem da campanha anônimos da Copa, promovida pela Liberty
Release
O fisioterapeuta, Dr. Luiz Alberto Rosan, que tem no currículo três Copas do Mundo, cinco Copas das Confederações, cinco Copa das Américas e inúmeros Amistosos, é o personagem do quarto vídeo da série que a Liberty Seguros realiza para exaltar os profissionais decisivos para a Copa do Mundo FIFA 2014™. Desde pequeno Rosan tinha o sonho de trabalhar com futebol, mas percebeu que não tinha muito talento para ser jogador, então resolveu seguir uma carreira que pudesse unir sua paixão pelo esporte. Optou pela Fisioterapia por ser uma profissão que reabilita os atletas, para que continuem brilhando nos gramados. “É extraordinário conviver com um atleta durante quatro ou cinco meses, todo dia, e depois quando ele volta faz um gol, me emociono até hoje”, recorda. O vídeo pode ser acessado no canal oficial da Liberty Seguros no Youtube.
Com a série Heróis Anônimos, a Liberty tem a intenção de mostrar às pessoas que milhares de brasileiros também são importantes para que a Copa do Mundo no Brasil seja inesquecível e um sucesso. Dr. Rosan comenta que participar da Copa do Mundo transcende tudo, é um momento épico do futebol. “Eu fico imaginando a Copa de 2014 no Brasil, e acho que não vai haver acontecimento, por décadas e décadas, igual. Vai ser algo inesquecível”, finaliza.
A campanha, que contará com seis vídeos, foca nos profissionais que nem sempre aparecem tanto quanto os jogadores durante a Copa do Mundo, mas que têm muita importância para que tudo corra bem.
Esse é um projeto realizado em parceria com a Revista Placar e idealizada pela agência CUBOCC, os vídeos foram produzidos pela ICELAND. A Liberty Seguros é a única empresa do setor de seguros com patrocínio da Copa do Mundo da FIFA de 2014™ no Brasil, em programa que abrange os 64 jogos da Copa do Mundo FIFA 2014™ e os 16 jogos da Copa das Confederações da FIFA de 2013.
Tempo Assist anuncia joint venture entre sua unidade de assistências e a Multiasistencia
Release
A Tempo Assist, uma das principais companhias do país na prestação de serviços de seguros saúde, planos odontológicos, assistências especializadas, home care e soluções em saúde, anuncia a formação de uma joint venture entre sua unidade de Assistências Especializadas, a Tempo USS, e a companhia espanhola Multiasistencia S.A., líder na gestão de sinistros de apólices multirrisco mediante a reparação de sinistros na Europa. O acordo foi intermediado pelo escritório Castro, Barros, Sobral, Gomes Advogados.
A nova empresa, que será denominada Tempo Multiasistencia, irá atuar no mercado de seguros residenciais e de propriedades, realizando a gestão de sinistros de reparos de obras civis ou de consertos e manutenção de equipamentos danificados: um negócio inovador no Brasil.
Com a parceira, a Tempo USS – que possui mais de 18 anos de experiência, oferecendo um portfólio completo de assistências para veículos, residências, viagens e pessoas – dá mais um importante passo na sua estratégia de se consolidar como um prestador líder, diferenciado e completo no segmento de assistências especializadas no país.
“A união da expertise da Multiasistencia com a experiência e liderança da Tempo USS irá fazer com que a nova companhia ofereça serviços de ponta e de alto valor agregado ao mercado segurador, de construção civil e concessionárias de serviços públicos. Algo inédito no Brasil”, afirma Marcos Couto, CEO da Tempo Assist.
Segundo Javier Bartolomé, CEO da Multiasistencia, a chegada da companhia no país representa um momento histórico. “Acreditamos que não haveria melhor parceiro do que a Tempo Assist, por sua posição e liderança no mercado e complementariedade com as nossas fortalezas, para que iniciássemos nossas atividades no Brasil, oferecendo um modelo de negócio inovador e de êxito na Europa através da nossa estrutura e tecnologia que, em breve, estará à disposição de todos os clientes”, destaca o executivo.
Para Gibran Marona, Vice-Presidente da Tempo USS, este é um mercado com grande potencial e que estará no foco da nova empresa. “Atualmente no Brasil há 40 milhões de residências sem seguro. A Tempo Multiasistencia iniciará suas atividades operacionais no segundo trimestre de 2013 de olho neste segmento, e planeja assim consolidar ainda mais a liderança do Grupo Tempo Assist no mercado brasileiro no decorrer dos próximos anos”, diz o executivo.
Sobre a Tempo USS
Com mais de 18 anos de experiência, a unidade de Assistências Especializadas da Tempo Assist é parceira das principais seguradoras, financeiras e administradoras de cartões do país, oferecendo um portfólio completo de assistências para veículos, residências, viagens, pessoas, entre outras.
www.tempouss.com.br
Sobre a Tempo Assist
Empresa de capital aberto listada no Novo Mercado da BM&FBovespa, a Tempo Assist é uma das principais companhias do país na prestação de serviços de seguro saúde, planos odontológicos, assistências especializadas, home care e soluções em saúde. Sua missão é assegurar o bem-estar dos clientes, oferecendo a melhor experiência de atendimento, por meio de seu time e parceiros. A Companhia administra redes pulverizadas em cada um de seus negócios, contabilizando mais de 50 mil prestadores de serviços em todo o Brasil. Isso só é possível graças à sólida estrutura composta por profissionais especializados e sistemas sofisticados, que acompanham a evolução do mercado.
www.tempoassist.com.br
Sobre a Multiasistencia
Fundada há 30 anos, a Multiasistencia é uma multinacional especializada na gestão e reparos de sinistros de residências, comércio e propriedades para empresas seguradoras, atividade na qual mantém hoje a liderança nos três países em que opera, registrando participação de mercado de 35% na Espanha, França e Portugal, gerindo mais de 700 mil serviços (sinistros, reparações, etc.), para as principais seguradoras e concessionárias de serviços europeias.
www.multiasistencia.com
Do que o gerente de risco tem medo? A AGCS, do grupo Allianz, responde
A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) divulgou ontem o estudo Allianz Risk Barometer 2013, que fala sobre os principais riscos em 2013 do ponto de vista de 529 gerentes de riscos de 28 países. Entre os mais temidos temos interrupção de negócios, com problemas com a cadeia de suprimentos, liderando a preocupação dos entrevistados, com 45,7% das respostas. Catástrofes naturais vem em seguida, com 43,9%; incêndio, explosão, com 30,6%; alterações na legislação e regulação, com 17,1%; intensificação da concorrência, com 16,6%; deficiências de qualidade, defeitos de série, com 13,4%; flutuações de mercado ficou com 12,6%; a estagnação ou o declínio do mercado ficou com 12,3% das respostas; colapso da Zona Euro deteve 12,1% das respostas; e perda de reputação ou valor de marca, com 10,4%.
No entanto, cada um dos segmentos tem suas preocupações. As empresas aéreas temem o aumento da concorrência. Já o setor farmacêutico se preocupa mais com as mudanças regulatórias, bem como com fogo e explosão. As instituições financeiras tem o agravamento da crise na zona do Euro, mudanças regulatórias e catástrofes naturais. Já o segmento de empresas atuantes em energias renováveis temem uma regulação que impõe normais mais severas de responsabilidade civil, multas elevadas pelo atraso de entrega dos empreendimentos e deficiências na qualidade ou defeitos de design dos equipamentos. O estudo está bem interessante. Leia a íntegra no link abaixo.
http://www.agcs.allianz.com/assets/PDFs/Reports/Allianz-RP-Risk%20Barometer%20Jan2013.pdfallianz estudo gerentes de risco
Ata da assembléia de acionistas realizada dia 30/01 pelo IRB Brasil Re
Impressionante o poder das mulheres. Apenas Leonardo Paixão, presidente do IRB, do sexo masculino nesta reunião tão importante
. Os acionistas União, Bradesco e Itaú representados por mulheres. Basicamente, eles aprovaram as deliberações publicadas pelo Conselho Nacional de Desestatização para transferência das ações do Tesouro para o Banco do Brasil.A gold share dá tanto poder para a União que o tema já ganhou o apelido nos bastidores do mercado de “privatização branca”.
Aos especialistas, segue a íntegra da Ata da 39ª Assembléia Geral Extraordinária realizada em 30 de janeiro de 2013.
Aos trinta dias do mês de janeiro de 2013, às dez horas, reuniram-se os Acionistas do IRB-BRASIL RESSEGUROS S.A. (“Sociedade”), representando o total do capital com direito a voto, em Assembleia Geral Extraordinária, no 9º andar do Edifício Sede da Sociedade, na Avenida Marechal Câmara no 171, na cidade do Rio de Janeiro, RJ, para, de acordo com o Edital de Convocação, publicado consoante o disposto no artigo 124 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, deliberarem sobre a seguinte ordem do dia, em cumprimento às Resoluções CND no 03 de 07.de abril de 2011 e CND no 03, de 16 de janeiro de 2013, respectivamente: (i) alterar o §2o do art. 5o do seu Estatuto Social, conforme redação aprovada pela Resolução CND no 03/2011,para excluir a vedação relativa à conversão de ações, de emissão do IRB, de uma espécie em outra; (ii) converter a totalidade das ações preferenciais da Companhia em ações ordinárias, com relação de troca na proporção igualitária de 01(uma) ação preferencial para 01 (uma) ação ordinária, na forma do laudo elaborado pela PricewaterhouseCoopers (PwC); (iii) criar 01 (uma) ação preferencial de classe especial (Golden Share), a ser subscrita exclusivamente pela União, na forma do §7º do art.17 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976; e (iv) reformar o Estatuto Social da Companhia, conforme redação aprovada pela Resolução CND no 03/2013, para adequá-lo às modificações decorrentes das deliberações desta Assembleia Geral, nos itens “i”, “ii” e “iii”, bem como promover ajustes relativos às melhores práticas de Governança Corporativa. A Assembleia foi presidida pelo Vice-Presidente do Conselho de Administração, Leonardo André Paixão, na forma do Estatuto Social, que convidou para tomar assento à mesa a Representante da União, Dra. Maria Teresa Pereira Lima, Procuradora da Fazenda Nacional, conforme delegação de competência constante da Portaria no 613, de 17 de agosto de 2012, da Excelentíssima Senhora Procuradora-Geral da Fazenda Nacional, publicada no DOU de 20 de agosto de 2012; representante do Conselho Fiscal, Conselheira Glauben Teixeira de Carvalho; o representante da Consultoria Jurídica, Carlos Augusto Velloso da Silveira; e a Sra. Juliana Labaki Pupo, como representante de acionistas preferenciais, para secretariar os trabalhos. O Presidente, à vista da existência de “quórum” de instalação, submeteu à discussão e votação os itens constantes da ordem do dia, foram adotadas as deliberações a seguir, por unanimidade, na forma do voto do acionista União, com as abstenções legais; deliberações estas que estão condicionadas à deliberação, em assembleia especial, por titulares de mais da metade da classe de ações preferenciais da Sociedade, nos termos do art. 136, §1º da Lei no 6.404/76, e somente passarão a produzir efeitos mediante o atendimento integral das disposições exigidas na Resolução CND no 03/2011 e aprovação da presente operação pelos órgãos da administração pública federal, incluindo, mas não se limitando o Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE, a Superintendência de Seguros Privados – SUSEP e o Banco Central do Brasil – BACEN, conforme informado no Edital de Convocação: (i) alterar o §2o do art. 5o do seu Estatuto Social, conforme redação aprovada pela Resolução CND nº 3, de 16 de janeiro de 2013, para excluir a vedação relativa à conversão de ações, de emissão do IRB, de uma espécie em outra; (ii) converter a totalidade das ações preferenciais da Companhia em ações ordinárias, com relação de troca na proporção igualitária de 01(uma) ação preferencial para 01 (uma) ação ordinária, na forma do laudo elaborado pela Pricewaterhouse- Coopers (PwC); (iii) criar 01 (uma) ação preferencial de classe especial (Golden Share), a ser subscrita exclusivamente pela União, na forma do §7º do art.17 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976; e (iv) reformar o Estatuto Social da Companhia, conforme redação aprovada pela Resolução CND no 03/2013, para adequá-lo às modificações decorrentes da implementação das deliberações objeto dos itens “i”, “ii” e “iii” desta Assembleia, bem como promover ajustes relativos às melhores práticas de Governança Corporativa, cujos textos passam a vigorar com as seguintes redações: “CAPÍTULO II – DO CAPITAL SOCIAL E DAS AÇÕES. Art.5o – O capital social da Sociedade é de R$ 1.350.000.000,00 (um bilhão trezentos e cinqüenta milhões de reais), representado por 1.000.000 de ações ordinárias, e 1 (uma) ação preferencial de classe especial de titularidade da União, emitida na forma do artigo 8o deste Estatuto Social (“Golden Share”), todas escriturais, nominativas e sem valor nominal. §1o Ressalvada a ação preferencial de classe especial referida no caput deste artigo (Golden Share), é vedada a emissão de ações preferenciais ou de partes beneficiárias pela Sociedade. § 2o O capital social poderá ser alterado nos termos da lei. Art.7o – Cada ação ordinária terá direito a um voto nas deliberações das Assembleias Gerais da Sociedade. Parágrafo Único. A Golden Share da União compreenderá sempre uma única ação, que preservará todas as suas prerrogativas enquanto for detida pela União, conforme disposto no art. 8o da Lei no 9.491, de 09 de setembro de 1997, e no art. 17 da Lei no 6.404/76. Art.8o – A Golden Share confere à União, em caráter permanente, direitos de veto nas deliberações sociais ou negócios jurídicos a respeito das seguintes matérias: I-mudança de denominação da Sociedade ou de seu objeto social; II-transferência de controle acionário da Sociedade, observado o disposto no § 1 o deste artigo; III- alteração ou aplicação da logomarca da Sociedade; IV- definição das políticas de subscrição e retrocessão, representadas por normas de caráter geral, sem indicação individualizada de negócios, devendo esse direito ser exercido de forma a se buscar o equilíbrio econômico-financeiro das carteiras correspondentes, salvo disposição expressa em acordo de acionistas do qual a União faça parte; V- operações de transformação, fusão, incorporação e cisão que envolvam a Sociedade, que possam implicar em perdas de direitos atribuídos à Golden Share; e VI- qualquer alteração dos direitos atribuídos à Golden Share, sem a anuência escrita manifestada pela União.§ 1o Não está sujeito ao veto da União de que trata o inciso (ii) do art. 8o deste Estatuto Social, as transferências de ações que sejam realizadas em conformidade com acordo de acionistas do qual a União faça parte. § 2o Em decorrência da titularidade da Golden Share, é assegurado à União o exercício dos seguintes direitos, de forma permanente: I – indicação de 1 (um) membro para o Conselho de Administração, que exercerá o cargo de Presidente do órgão, e seu respectivo suplente; e II – indicação de 1 (um) membro e seu respectivo suplente para o Conselho Fiscal. § 3 o Observado o disposto na Lei n o 6.404/76, as matérias previstas no artigo 8o estarão sujeitas à deliberação do Conselho de Administração da Companhia, observando-se o seguinte procedimento: I – exclusivamente para a deliberação das matérias previstas no artigo 8o, o Conselho de Administração será convocado com antecedência de 35 (trinta e cinco) dias; simultaneamente à convocação do Conselho de Administração, o Presidente daquele órgão notificará o membro eleito pela União para que esta exerça seu direito de veto ou se manifeste favoravelmente à matéria, dentro do prazo de 30 (trinta) dias a contar do envio da referida notificação; II – decorrido o prazo de 35 (trinta e cinco) dias referido no inciso (I) acima, será realizada uma reunião do Conselho de Administração para deliberar sobre a matéria sendo que, na referida reunião do Conselho de Administração: (i) a matéria não será considerada aprovada pelo órgão caso a União tenha exercido o seu direito de veto; e (ii) a matéria poderá ser aprovada ou não pelo órgão, a exclusivo critério do órgão, conforme as regras deste Estatuto Social, caso a União tenha se manifestado favoravelmente ou não tenha proferido qualquer manifestação no prazo indicado acima; e III – se a matéria proposta depender de aprovação da Assembleia Geral de Acionistas, a mesma será levada à deliberação desta apenas caso a União não haja exercido seu direito de veto nos termos do presente artigo. CAPÍTULO VI – DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. Art.20o – Observado o parágrafo 1o, o Conselho de Administração é composto por 5 (cinco) membros, titulares e respectivos suplentes, eleitos pela Assembleia Geral de Acionistas e por ela destituíveis a qualquer tempo. § 1o Não obstante o disposto no artigo 20, em caso de adoção de voto múltiplo nos termos da Lei no 6.404/76, o Conselho de Administração passará a ser composto por 6 (seis) membros titulares e respectivos suplentes. § 2o O Presidente do Conselho de Administração será investido nesse cargo na primeira reunião do Conselho de Administração que se realizar após sua eleição, na forma do artigo 8o deste Estatuto Social. CAPÍTULO VIII – DO CONSELHO FISCAL. Art.36o – O Conselho Fiscal funcionará de modo permanente e será constituído de 3 (três) membros efetivos e respectivos suplentes, eleitos anualmente pela Assembleia Geral Ordinária, permitida a reeleição, dentre indivíduos qualificados, de reputação ilibada e que atendam às exigências da Lei nº 6.404/76. § 1o Em caso de vacância de membro do Conselho Fiscal, seja titular ou suplente, a Assembleia Geral será convocada para eleição de novo membro. § 2º Para a investidura dos membros do Conselho Fiscal deverão ser observadas as condições contidas no artigo 18 e nos incisos (i) e (ii) do artigo 28 deste Estatuto Social. Dando continuidade aos trabalhos, o Presidente da Mesa informou que os titulares de espécie de ações que se sentirem prejudicadas em face das deliberações aprovadas nesta assembleia terão o prazo de 30 (trinta) dias, contados a partir da publicação desta ata, para exercer o direito de recesso, conforme disposto no artigo 137, inciso I, da Lei no 6.404/76, observando-se, ainda, o disposto no § 4o do citado artigo. No caso de pedido de retirada da companhia, o acionista dissidente será reembolsado na forma estabelecida pelo art. 45, §1o e §2o da mesma Lei. Em atendimento ao art. 4o, inciso I, alínea a, da Resolução CND no 03/ 2011, foram apresentados os “Termos de Assunção de Obrigação e Renúncia ao Direito de Retirada”, assegurando a adesão de acionistas, que, somados, representam no mínimo 90% do capital social do IRB-Brasil Re. Todos os atos aprovados terão sua eficácia sujeita à aprovação do aumento de capital, que por sua vez dependerá da autorização dos órgãos regulatórios do mercado bancário, segurador e de defesa da concorrência, em função da Resolução do Conselho Monetário Nacional – CMN no 2.723, de 01.06.2000, com a redação determinada pela Resolução CMN no 4.062, de 29.03.2012, da Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados no 166, de 17.07.2007; da Circular da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP no 298, de 18.07.2005; e da Lei no 12.529, de 30.11.2011. A presente ata foi lavrada de forma resumida, consoante faculta o artigo 130, parágrafo primeiro, da Lei no 6.404/76, e, lida e achada conforme, foi assinada pelo Presidente da Assembleia, pela Representante da União, pelos Representantes dos Acionistas Preferencialistas, pelo Secretário e pelo Representante do Conselho Fiscal. Os documentos e propostas submetidos à Assembleia citados nesta ata foram numerados seguidamente e arquivados na Gerência de Atendimento a Colegiados do IRB-Brasil Re, consoante disposto no artigo 130, § 1º, alínea “a”, da legislação societária mencionada.
Leonardo André Paixão
Presidente da Assembleia
Maria Teresa Pereira Lima
Representante da União
Raquel Ribeiro Silva Winter
Representante do Acionista Grupo Bradesco
Juliana Labaki Pupo
Representante do Acionista Grupo Itaú
Juliana Labaki Pupo
Secretária
Indústria de seguros da AL segue em forte crescimento, aponta estudo da Fundación Mapfre divulgado hoje
O potencial da indústria de seguros da América Latina foi detalhado, país a país, na décima primeira edição do estudo realizado pela Fundacion Mapfre. A pesquisa, divulgada hoje, traz números de 2011 e primeiro semestre de 2012. Apesar de parecer um tanto atrasado, por já termos números consolidados de 2012, a riqueza de detalhes do estudo tornam os dados de grande interesse para quem atua no setor ou quer conhecer um pouco mais desta industria.
Os 18 países analisados no relatório registraram aumento de 14,1% em volume de prêmios em 2011 em relação ao ano anterior, chegando a € 104,2 bilhões. O Brasil continua sendo o maior mercado na região, com market share de 33%, seguido pelo México, que responde por 14%, Venezuela e Porto Rico com 12% e da Argentina, com 11%. Países que experimentaram maior crescimento em volume de prêmios em euros foram Paraguai (33,4%), Argentina (30,4%) e Guatemala (21,4%).
O relatório mostra o grande potencial de crescimento que existe nos mercados de seguros da América Latina. Porto Rico continua na liderança quando o comparativo é prêmio per capita da região, com € 2.117 per capita. Também lidera o índice de participação do setor no PIB, com 17,3%. Chile exibe consumo de € 423 em seguros por habitante e 4,1% do PIB. O Brasil registrou em 2011 consumo per capita de € 310 por habitante e 3,4% do PIB, enquanto a Venezuela ficou com € 262 e 3,4% de penetração no PIB.
No geral, o relatório mostra que 60% dos prêmios ganhos em 2011 nestes mercados correspondem à não-vida, com € 62,5 bilhões, alta de 14,2% sobre o ano anterior, especialmente influenciado pelo aumento do nível de emprego e da venda de produtos de varejo e automóveis. Já o segmento de vida avançou 13,9%, para € 41,6 bilhões.
No primeiro semestre de 2012, o volume de vendas aumentou 19%, para € 60 bilhões. Durante os primeiros seis meses de 2012, o estudo destaca o dinamismo do segmento Vida com um aumento de 21,5%, impulsionado principalmente pela atividade no Brasil. Enquanto isso, o segmento não-vida avançou 17,5%.
O relatório também destaca movimentos-chave de negócios que ocorreram no primeiro semestre do ano, entre os quais o memorando de entendimento entre Zurique e Grupo Santander de realizar uma aliança estratégica em distribuição de seguros e as alterações legislativas mais relevantes que ocorreram na região.
O estudo completo está disponível no site da Fundación Mapfre na seção sobre o Instituto de Estudos de Segurança (Centro), em http://www.fundacionmapfre.com. O relatório, que é preparado a partir das publicações dos órgãos de supervisão de seguros e associações de companhias de seguros locais, unifica critérios, a fim de facilitar a comparação entre os países.
Maiores catástrofes de 2012 – Aon Benfield
A Aon Benfield, uma das maiores corretoras de seguros do mundo, divulgou um relatório semelhante aos tradicionais estudos da Swiss Re e Munich Re sobre as perdas globais causadas por desastres naturais. Segundo o estudo da Aon, em 2012 foram mais de US$ 200 bilhões em perdas econômicas, sendo que US$ 72 bilhões foram indenizadas pelas seguradoras aos proprietários de apólices de seguros. O estudo relata 295 eventos naturais em 2012. Juntos, eles somaram perda econômica de US$ 187 bilhões, 36% acima da média dos últimos 10 anos. A pior foi o furacão Sandy, em 2012, com perdas US$ 28,2 bilhões. Apesar das perdas, um relatório recente da Moodys indica que a solvência da indústria permanece estável.


