Capitalização injeta R$ 9,7 bi na economia até novembro

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Os títulos de capitalização renderam R$ 9,7 bilhões entre janeiro e novembro de 2012, um valor 16,9% acima do registrado no mesmo período de 2011. “Esse foi o total pago pelas empresas do setor aos seus clientes – incluindo os que chegaram ao fim do prazo de capitalização e os que sacaram suas economias antecipadamente”, informa o presidente da Federação Nacional de Capitalização (Fenacap), Marco Antonio da Silva Barros. Se a conta incluir o pagamento relativo a sorteios, o volume é ainda maior: foram distribuídos R$ 773,1 milhões em prêmios a portadores de títulos de todo o Brasil.

As receitas das empresas, por sua vez, alcançaram R$ 15,9 bilhões, avanço de 17,6%, enquanto o valor das reservas técnicas – total de recursos que estão em aplicações financeiras e que serão futuramente devolvidos aos clientes – chegaram a R$ 22,1 bilhões, alta de 13,6%.

Segundo Marco Barros, “os resultados expressivos são indicativos de que um número cada vez maior de pessoas tem optado pelos títulos de capitalização como instrumento para guardar dinheiro e ainda concorrer a prêmios.” Ele ainda acrescenta: “os produtos – que não podem ser considerados como uma modalidade de investimento, nem tampouco comparados a qualquer aplicação financeira tradicional do mercado – são uma opção atraente para quem planeja a aquisição futura de um bem ou serviço ou a realização de um projeto especial que exija disciplina financeira”.

O prazo de carência de doze meses para resgate antecipado dos títulos de capitalização e a possibilidade de concorrer a prêmios ao longo de toda a vigência, acabam funcionando como um incentivo a mais para manter o dinheiro guardado. “É uma forma de evitar que o dinheiro evapore da conta e ainda ter a chance de multiplicar as reservas por meio dos sorteios”, diz o presidente da Fenacap.

Pesquisa do Instituto Fractal de São Paulo aponta que os títulos de capitalização só perdem para a Caderneta de Poupança na preferência dos brasileiros, quando instados a se manifestarem sobre alternativas para constituição de reservas financeiras, aspecto que contribui para o crescimento acentuado do segmento.

Porto Seguro cria curso para ensinar segurados a controlar emoção no trânsito

Recebi esse convite hoje. Achei muito criativo. Vou participar e dai conto para vocês o que eles ensinam, quantas pessoas já participaram, qual o efeito prático dessa ação na redução de acidentes na carteira da Porto Seguro, o quanto isso pode gerar de valor no relacionamento e na redução de pagamentos de indenizações….

Ah, e ao participar do curso, eu ganho um voucher de 20% de desconto na franquia, caso venha a usar o seguro (o que vai ser muito bom pois minha franquia ficou caríssima) ou um par de ingressos para a rede Cinemark. Bem bacana.

DENISE BUENO,
Já pensou como seria bom controlar suas emoções no trânsito?

A gente sabe que não é possível prever todas as situações desagradáveis e, menos
ainda, a reação dos motoristas. E quando isso acontece, além do estresse, a chance
de acidentes aumenta.

Pensando nisso, o Porto Seguro Auto preparou uma surpresa que pode ajudar a
diminuir o estresse causado pelo trânsito. O Curso Direção Emocional ensina dicas e
estratégias de como lidar com seu estado emocional ao volante e como tornar essa
experiência mais segura e tranquila.

Juntos, teremos o desafio de transformar o trânsito brasileiro num ato positivo de
cidadania.

Brasilprev tem novo presidente. Sai Ricardo Flores e Miguel Cícero é promovido

A Brasilprev, empresa de previdência privada aberta do Banco do Brasil em parceria com a americana Principal, comunica a saída do presidente, Ricardo Flores, a partir desta data por razões pessoais e familiares. Assume como presidente da companhia Miguel Cícero Terra Lima, que atuava até a presente data como diretor comercial e de marketing da empresa. Lima é afilhado político do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que o indicou, em 2011, para ser presidente do Banco do Nordeste (BNB), mas a bancada do Nordeste acabou por declarar guerra a escolha de Guido e da presidente Dilma Rousseff.

Segundo informa o jornalista Cristiano Romero, do Valor Econômico, Terra Lima é funcionário aposentado do BB e assumiu a diretoria comercial e de marketing da Brasilprev há três anos. Quando Sérgio Rosa deixou a presidência da empresa, ele a presidiu por seis meses, período no qual causou boa impressão entre dirigentes do BB.

Flores, por sua vez, sofreu grande desgaste político com as brigas com Aldemir Bendini, presidente do Banco do Brasil, no ano passado. A briga gerou até mesmo a sua saída do comando da Previ, maior fundo de pensão do país. Ao deixar a Previ, seguiu para a Brasilprev, mas novo escândalo o rondava, ligando seu nome a Rosemary Noronha, ex-chefe de gabinete da Presidência em São Paulo, que chegou ao cargo pelas mãos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e desencadeu a investigação Porto Seguro.

Segundo a repórter Vanessa Correia, do jornal Brasil Econômico, a despeito das mudanças registradas à frente da Brasilprev nos últimos anos, os resultados foram entregues. Entre 2007 e 2012, os ativos sob gestão saltaram 307%, de R$ 16,2 bilhões para R$ 66 bilhões. Já a arrecadação com planos de previdência privada cresceu a uma média de 33% ao ano. “A empresa é muito bem estruturada, profissionalizada e os processos internos são maduros. Por isso os resultados foram entregues”, diz a fonte.

Lucro do banco Bradesco avança 3,2% e do braço segurador 12,1% em 2012

A área de seguros, previdência e capitalização do Bradesco respondeu por 31,1% do lucro líquido ajustado do banco divulgado há pouco, de R$ 11,3 bilhões. Enquanto o lucro do banco avançou 3,2% em relação ao ano anterior, o braço segurador obteve crescimento no ganho de 12,1%, para R$ 3,5 bilhões. Os prêmios emitidos de seguros, contribuição de previdência e receitas de capitalização atingiram R$ 44,3 bilhões no ano, evolução de 17,7% em relação a 2011. As provisões técnicas alcançaram R$ 124,217 bilhões, apresentando aumento de 19,8%. Para este ano, a previsão do Bradesco é de que os prêmios de seguros aumentem entre 12% e 15%. O grupo encerrou 2012 com 43,1 milhões de clientes e 24,7% de participação de mercado. Mais detalhes serão revelados na teleconferência e entrevistas previstas durante o dia.

O Bradesco também é notícia no Meio e Mensagem. Segundo o portal especializado em publicidade, o contrato do Bradesco com a Neo­gama/BBH que vence em março não será renovado. O anunciante decidiu transferir para a WMcCann toda a verba administrada pela agência comandada por Alexandre Gama, incluindo a de sua comunicação institucional. As relações com a nova parceira se estreitaram a partir da vitória da WMcCann na concorrência promovida pelo Bradesco para o seu projeto Olimpíadas, no início do ano passado. As campanhas com temática olímpica dominaram boa parte do investimento em mídia da marca no ano passado e a WMcCann chegou a criar campanhas para outras áreas do banco, entre as quais um comercial protagonizado pelo chairman da agência, Washington Olivetto., informa o Meio e Mensagem.

Veja a íntegra do comunicado sobre a divulgação dos resultados divulgada pelo Banco Bradesco

1. O Lucro Líquido Ajustado(1) do exercício de 2012 foi de R$ 11,523 bilhões (variação de 2,9% em relação ao Lucro Líquido Ajustado de R$ 11,198 bilhões no mesmo período de 2011), correspondendo a R$ 3,02 por ação, e rentabilidade de 19,2% sobre o Patrimônio Líquido Médio(2).

2. Quanto à origem, o Lucro Líquido Ajustado é composto por R$ 7,936 bilhões provenientes das atividades financeiras, correspondendo a 68,9% do total, e por R$ 3,587 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 31,1% do total.

3. Em 31 de dezembro de 2012, o valor de mercado do Bradesco era de R$ 131,908 bilhões(3), apresentando evolução de 23,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

4. Os Ativos Totais, em dezembro de 2012, registraram saldo de R$ 879,092 bilhões, crescimento de 15,4% em relação ao mesmo período de 2011. O retorno sobre os Ativos Totais médios foi de 1,4%.

5. A Carteira de Crédito Expandida(4), em dezembro de 2012, atingiu R$ 385,529 bilhões, com evolução de 11,5% em relação ao mesmo período de 2011. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 117,540 bilhões (crescimento de 8,2% em relação a dezembro de 2011), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 267,989 bilhões (crescimento de 13,1% em relação a dezembro de 2011).

6. Os Recursos Captados e Administrados somaram R$ 1,225 trilhão, uma variação de 20,1% em relação a dezembro de 2011.

7. O Patrimônio Líquido, em dezembro de 2012, somou R$ 70,047 bilhões, 26,0% superior a dezembro de 2011. O Índice de Basileia registrou 16,1% em dezembro de 2012, sendo 11,0% de Capital Nível I.

8. Aos acionistas foram pagos e provisionados, a título de Juros sobre o Capital Próprio e Dividendos, R$ 3,895 bilhões relativos ao lucro gerado em 2012, sendo R$ 1,574 bilhão a título de mensais e intermediários pagos e R$ 2,321 bilhões provisionados.

9. A Margem Financeira atingiu R$ 43,793 bilhões, apresentando um crescimento de 11,4% em relação ao ano de 2011.

10. O Índice de Inadimplência superior a 90 dias encerrou 31 de dezembro de 2012 em 4,1% (3,9% em 31 de dezembro de 2011).

11. O Índice de Eficiência Operacional(5) apresentou uma melhora de 1,5 p.p., de 43,0% em dezembro de 2011 para 41,5% em dezembro de 2012, enquanto no conceito “ajustado ao risco” foi de 52,7% (53,0% em dezembro de 2011).

12. Os Prêmios Emitidos de Seguros, Contribuição de Previdência e Receitas de Capitalização atingiram o montante de R$ 44,308 bilhões no exercício de 2012, evolução de 17,7% em relação ao ano de 2011. As Provisões Técnicas alcançaram R$ 124,217 bilhões, apresentando uma evolução de 19,8% em relação a dezembro de 2011.

13. Os investimentos em infraestrutura, informática e telecomunicações somaram R$ 4,408 bilhões em 2012.

14. Os impostos e contribuições, inclusive previdenciárias, pagos ou provisionados, somaram R$ 22,401 bilhões, sendo R$ 9,645 bilhões relativos aos tributos retidos e recolhidos de terceiros e R$ 12,756 bilhões apurados com base nas atividades desenvolvidas pela Organização Bradesco, equivalentes a 110,7% do Lucro Líquido Ajustado(1).

15. O Bradesco disponibiliza aos seus clientes uma extensa Rede de Atendimento no País, com 8.467 Pontos de Atendimento, destacando-se as 4.686 Agências e 3.781 Postos de Atendimento – PAs. Também estão disponíveis aos clientes Bradesco 1.456 Postos de Atendimento Eletrônico – PAEs, 43.053 Pontos Bradesco Expresso, 34.859 máquinas da Rede de Autoatendimento Bradesco Dia & Noite e 12.975 máquinas da Rede Banco24Horas.

16. A remuneração do quadro de colaboradores, somada aos encargos e benefícios, totalizou R$ 10,373 bilhões. Os benefícios proporcionados aos 103.385 colaboradores da Organização Bradesco e seus dependentes somaram R$ 2,523 bilhões, e os investimentos em programas de formação, treinamento e desenvolvimento totalizaram R$ 132,596 milhões.

17. Em 14 de novembro, as ações ON do Bradesco foram escolhidas para compor o Índice MSCI Brasil, provedora líder de ferramentas para dar suporte a decisões de investimento, com efeito a partir de dezembro de 2012.

18. Em 30 de novembro, o Bradesco foi novamente selecionado para integrar o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da BM&FBOVESPA, que reflete o retorno de uma carteira composta por ações de empresas com os melhores desempenhos em todas as dimensões que medem a sustentabilidade empresarial.

19. O Bradesco é o primeiro e único Banco no País, autorizado pelo Banco Central do Brasil, a utilizar a partir de janeiro de 2013, modelos internos de risco de mercado, que já eram utilizados na sua gestão, para apuração do capital regulamentar.

20. Principais Prêmios e Reconhecimentos recebidos no período:

Foi destaque como a melhor relação entre valor de mercado e patrimônio líquido, no final de 2012, entre os bancos de capital aberto da América Latina e dos Estados Unidos (Economatica);
Foi eleito o melhor Banco Brasileiro e da América Latina (LatinFinance);
Foi considerado o melhor Banco Brasileiro na edição de 2012 do “The Banker Awards” (Revista The Banker);
Foi considerado o maior grupo privado brasileiro do ranking “Valor Grandes Grupos”, que lista os 200 maiores grupos que atuam no País, e também primeiro colocado no ranking das 20 maiores instituições financeiras (Jornal Valor Econômico e Valor Data);
Foi destaque na pesquisa “As Melhores na Gestão de Pessoas” da publicação especial “Valor Carreira” (Jornal Valor Econômico, com apoio técnico da Aon Hewitt); e
O Bradesco e a Bradesco Seguros conquistaram o prêmio “Folha Top of Mind”. O Bradesco na categoria “Top Finanças” e a Bradesco Seguros, pelo 11o ano consecutivo, na categoria “Seguros” (Jornal Folha de São Paulo).

21. No que diz respeito à sustentabilidade, direcionamos as ações em três pilares: (i) Finanças Sustentáveis, com o foco em inclusão bancária, em variáveis socioambientais para concessões de crédito e oferta de produtos; (ii) Gestão Responsável, com ênfase na valorização dos colaboradores, na melhoria do ambiente de trabalho e nas práticas ecoeficientes; e (iii) Investimentos Socioambientais, focando educação, meio ambiente, cultura e esporte. Destacamos a Fundação Bradesco, que desenvolve há 56 anos um amplo programa socioeducac ional, mantendo 40 escolas próprias no Brasil. Em 2012, beneficiou 111.512 alunos em suas escolas, na Educação Básica, (da Educação Infantil ao Ensino Médio e Educação Profissional Técnica de Nível Médio); Educação de Jovens e Adultos e na Formação Inicial e Continuada voltada à geração de emprego e renda. Aos cerca de 47 mil alunos da Educação Básica, também são assegurados, além do ensino formal, gratuito e de qualidade, uniformes, material escolar, alimentação e assistência médico-odontológica. Beneficiou também, na modalidade de educação a distância (EaD), por meio do seu portal e-learning “Escola Virtual”, 365.430 alunos que concluíram ao menos um dos diversos cursos oferecidos em sua programação, além de outros 118.595 beneficiados em projetos e ações em parceria como os CIDs (Centros de Inclusão Digital), o Programa Educa+Ação e em cursos de Tecnologia (Educar e Aprender). Para atender a esses compromissos sociais o valor aplicado pela Fundação Bradesco em suas atividades educacionais totalizou, em 2012, R$ 374,213 milhões e estando previsto para 2013, o montante de R$ 460,961 milhões.

(1) De acordo com os eventos extraordinários descritos na página 08 do Relatório de Análise Econômica e Financeira; (2) Não considera o efeito da marcação a mercado dos Títulos Disponíveis para Venda registrado no Patrimônio Líquido; (3) R$ 134,257 bilhões considerando a cotação de fechamento das ações PN (ação mais líquida); (4) Inclui avais e fianças, cartas de crédito, antecipação de recebíveis de cartões de crédito, coobrigação em cessão de crédito (FIDC e CRI), coobrigação em cessão de crédito rural e operações com risco de crédito – carteira comercial, que inclui operações de debêntures e notas promissórias; e (5) Acumulado 12 meses

Liberty está entre as três seguradoras prediletas em pesquisa da revista Quatro Rodas

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De acordo com pesquisa anual realizada pela revista Quatro Rodas com os consumidores de todo o Brasil, a Liberty Seguros foi eleita a terceira seguradora preferida entre os 2931 entrevistados. O levantamento “Os Eleitos” é feito desde 2001 com o objetivo de avaliar o índice de satisfação dos consumidores em diferentes produtos e serviços relacionados a automóveis. Entre os quesitos avaliados estão cobertura da rede, confiança na marca, conforto, desempenho, design/modelo, dirigibilidade, gastos/investimentos, manutenção e segurança. “Para a Liberty é muito gratificante saber que nossos clientes estão cada dia mais satisfeitos com o serviço prestado. É um reconhecimento claro de que nossos investimentos e o cuidado no atendimento ao cliente por parte de nossa equipe e parceiros está dando certo”, comenta Francisco Minarelli, diretor de Serviços e Sinistros da Liberty.

Índice de reclamação de segurados em relação a indenizações do Sandy ficou em 1%, revela instituto

A “Insurance Information Institute”, instituição renovamada nos Estados Unidos pelos estudos que realizada sobre a indústria de seguros, fez um bom resumo econômico do furacão Sandy, dando ênfase à atuação das seguradora, segundo comenta o consultor Francisco Galiza, que destaca alguns números selecionados:

· Em termos de seguros, o Sandy foi a 3ª maior perda devido a furacões, com quase US$ 25 bilhões de sinistros pagos, atrás apenas do Katrina e do Andrew.

· Com a tragédia, as seguradoras americanas recrutaram funcionários em todo o país, resultando em um tempo médio de resposta de 7 a 8 dias, considerando o prazo entre o aviso de sinistro e a inspeção. Esse tempo foi abaixo do prazo legal exigido.

· As empresas receberam elogios e, como resultado, o grau de reclamação dos segurados foi extremamente baixo (em torno de 1%). No Estado de Nova York, a taxa foi de 0,28%.

· Ao todo, houve quase 1,4 milhões de aviso de sinistros. Abaixo, gráfico dos avisos, segundo o tipo de seguro – de automóvel, residencial ou empresarial.

O estudo completo do III pode ser acessado no link http://www.iii.org/assets/docs/pdf/SandyPress-1210123.pdf

É preciso priorizar gerenciamento de risco, diz especialista ao comentar tragédia que matou 232 pessoas no Sul

O especialista em gerenciamento de risco, Gustavo Melo, interrompeu suas férias na Disney ontem para atender a um pedido de entrevista dos jornalistas do GloboNews. Como boa fonte, ele atendeu e ficou a disposição dos jornalistas durante boa parte do período da tarde para responder as dúvidas sobre como o seguro poderia ajudar familiares das vítimas da tragédia ocorrida com o incêndio que aconteceu na madrugada do dia 27, na boate Kiss, em Santa Maria-RS.

Para tristeza de todos, o especialista comentou no debate do qual também participara um médico e um advogado, que a maioria dos clubes noturnos no Brasil não tem o hábito de comprar seguro. “O brasileiro não tem a cultura de se proteger desse tipo de acidente. E quando possui seguro, a cobertura é contratada por um valor muito pequeno”, disse, afirmando desconhecer se a boate em questão tinha ou não seguro. “E se porventura tiver, é preciso saber se tem seguro de responsabilidade civil para a banda contratada. Geralmente os empresários de bares compram a cobertura de incêndio causado por danos elétricos e não para um show pirotécnico, que por sinal é proibido em ambientes fechados”, afirmou.

Ou seja, mesmo que o estabelecimento tenha seguro, dificilmente a seguradora será obrigada a pagar, uma vez que o proprietário agravou o risco de incêndio ao permitir a realização de um show pirotécnico em um ambiente fechado. “Se houver disputa judicial, o desfecho dependerá da análise do juiz. Muitas vezes vemos sentenças bizarras por conta do magistrado acreditar que a seguradora tem condições para indenizar vítimas sem condições financeiras”.

Mello aproveitou a oportunidade de estar em cadeia nacional para fazer um alerta aos empresários. “É preciso gerenciar riscos para que acidentes dessa natureza não se repitam”, disse ele, lembrando outros acidentes semelhantes ocorridos na Argentina e Estados Unidos. “Além de seguir as regras básicas de segurança estabelecidas em lei e pelo Corpo de Bombeiros, é preciso que os funcionários sejam treinados para situações de evacuação”, conclui Mello.

O vídeo com a entrevista pode ser visto no portal da Globo, no ícone GloboNews.

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Euler Hermes, filial da Allianz, aposta as fichas no Brasil

Matéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Companhia de seguro de crédito prevê desempenho da carteira melhor neste ano, após pibinho de 2012
Uma rede internacional de monitoramento que acompanha a situação financeira de 40 milhões de empresas. Quem não gostaria de ter esse serviço num momento de incerteza da economia mundial? Possivelmente, qualquer companhia interessada em reduzir o risco de calote e melhor gerenciar os resultados do grupo. E é exatamente com esse objetivo que a Euler Hermes, líder mundial em seguro de crédito, gerencia tal banco de dados para seu próprio negócio e também para prestar serviços aos seus segurados.

Com faturamento anual acima de 2,2 bilhões de euros e transações comerciais acima de 700 bilhões de euros anuais, a filial do grupo alemão Allianz tem grandes expectativas com sua operação local. Opera no Brasil desde 1999, tendo sido estabelecida como seguradora em 2003. Atualmente a Euler Hermes ocupa a segunda posição no ranking do seguro de crédito no Brasil, com cerca de 20% de market share e uma equipe de 45 funcionários espalhados por São Paulo, Curitiba, Bauru, Campinas e Porto Alegre. O que esperar de 2013? “Nossas ambições e expectativas continuarão sendo de crescimento de dois dígitos e acima da média do mercado”, afirma Guilherme Perondi, CEO da Euler Hermes no Brasil.
Veja abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao portal da CNseg.

O grupo costuma divulgar anualmente o Índice Global de Insolvência de Empresas (IGI). Ele já saiu? Se sim, qual a previsão para 2013?
A expectativa da nosso núcleo de pesquisas econômicas na França é que o IGI atinja 4% em 2013 após terminar 2012 em 1%. A piora do indicador está sendo causada pela deteriorização econômica na Eurozona, com expectativa de aumento de 12%, em especial nos países do Mediterrâneo (+19%). Na região da Américas, a perfomance do indicador deve melhorar, com queda de 6%, apesar do aumento na inadimplência no Brasil. Na Ásia-Pacífico, esperamos um aumento de 2%. Em resumo, a lentidão na retomada econômica mundial deve acelerar o IGI em praticamente todas regiões.

Apesar do otimismo com o Brasil, tivemos um “pibinho”. Isso altera o risco do seguro de crédito? E a classificação das empresas?
De fato, a economia brasileira cresceu abaixo das expectativas e aquém do seu potencial. Porém, o Brasil tem mostrado um bom nível de resiliência aos impactos da crise internacional e isso merece ser sempre lembrado. O seguro de crédito é um produto que auxilia as empresas tanto em momentos de baixo crescimento, quando elas buscam proteção contra o aumento de inadimplência, quanto em expansão, quando vendem mais para os mesmos clientes e também para novos clientes, encontrando no produto um instrumento para compartilhar risco e alavancar vendas. Estamos otimistas em relação à 2013 pois a expectativa de retomada de crescimento combinada com o clima de incerteza sobre os rumos da economia global certamente levará mais empresas contratar o seguro de crédito como uma ferramenta estratégica para capturar a oportunidade de crescer com riscos controlados. Em relação ao risco de crédito no Brasil, sentimos a partir da segunda metade de 2012 um aumento na inadimplência de pessoas jurídicas porém ainda dentro de níveis aceitáveis. Com a chegada da temporada de publicação de balanços vamos analisar melhor como o ano de 2012 afetou as empresas e os setores chave da economia, porém não antecipamos alterações significativas em nossa política de aceitação de risco em 2013.

A Euler Hermes mudou muito desde que entrou no Brasil. Por que?
A Euler Hermes opera como seguradora no Brasil desde 2003 quando o mercado de seguro de crédito começou sua fase de maior desenvolvimento no Brasil. Trazer um produto de seguro novo para um mercado emergente é um desafio e temos explorado várias alternativas para levar nossa solução para uma quantidade maior de empresas seguradas ano após ano. Esse esforço tem exigido adaptações e melhorias em nosso modelo de distribuição. Outro elemento transformador foi o fato de que, a partir de 2011, o Brasil passou a ser uma área de investimento estratégico para a Euler Hermes e lançamos um plano de investimento de 3 anos para acelerar nosso desenvolvimento. Em grande medida, temos tido bastante sucesso e posso citar por exemplo nosso crescimento de 78% nos prêmios emitidos entre 2010 e 2012. Esse rápido crescimento e nosso esforço para levar ao mercado de empresas médias uma especialidade de seguro tem transformado nossa operação no Brasil e esperamos que essa tendência se mantenha nos próximos anos.

O desenvolvimento do mercado de seguro de crédito no Brasil está dentro das estimativas do grupo?
Conforme os números da Susep, o volume total de prêmios de seguro de crédito emitidos entre 2008 e novembro de 2012 cresceu 36% passando de R$ 135,8 milhões para R$ 185 milhões. Esses valores incluem tanto o seguro de crédito doméstico quanto o de exportação que nesse período apresentaram dinâmicas muito diferentes. Enquanto o volume de prêmios de exportação caiu 16%, de R$ 37,6 milhões para R$ 31,4 milhões, o mercado doméstico cresceu 56%, chegando a R$ 154 milhões. É um claro reflexo do desenvolvimento da economia brasileira nesse período, comprovando o potencial do mercado brasileiro e demonstrando que as empresas estão adotando o seguro de crédito como uma ferramenta de apoio ao seu crescimento. O mercado segurador tem respondido à demanda e no Brasil hoje as empresas já contam um leque bem amplo de soluções em seguro de crédito e com coberturas mais flexíveis do que no passado recente quando o produto começou sua expansão no Brasil.

O que precisa acontecer para o seguro de crédito deslanchar no Brasil?
Na Euler Hermes, estamos convencidos de que o maior valor agregado que trazemos para segurados e parceiros de negócio é nossa capacidade de analisar de forma competente o risco de crédito que subscrevemos e comunicar de forma clara e objetiva nosso conhecimento e decisões. Para isso, precisamos ter uma equipe da analistas de crédito que realmente conheça os setores onde atuamos e que esteja disponível para os nossos clientes.

E isso requer investimentos…
Sim. Em 2011 iniciamos um plano de investimento de três anos cujo um dos pilares era aumentar o tamanho e a senioridade de nossa equipe de analistas. Concluímos em 2012 a montagem dessa equipe e posso dizer que hoje a qualidade do serviço que prestamos é o nosso maior diferencial competitivo. Em 2012, tínhamos uma meta de reter 86% do prêmio em nossa carteira e terminamos o ano com 97% de retenção total, comprovando que a satisfação de nossos segurados foi um fator determinante para que renovassem suas apólices conosco. Por isso, na minha opinião é fundamental que as seguradoras de crédito invistam na capacidade de distribuição para levar o produto a novas empresas mas também na capacidade de analisar e absover risco, permitindo que esse conhecimento seja compartilhado com os segurados. Essa percepção de valor é fundamental para que mais empresas contratem o produto especialmente pela primeira vez.

Em outros países, a seguradora de crédito é vista como uma competidora dos bancos ou como parceiras?
O
seguro de crédito funciona com muito mais freqüência como um instrumento adicional de mitigação de risco do que como substituto de qualquer solução financeira. Ao emitir uma apólice, a seguradora de crédito oferece à empresa uma camada adicional de proteção sobre sua carteira de recebíveis beneficiando tanto o segurado quanto a instituição financiadora dos recebíveis que passa contar com um duplo regresso sobre o risco dos sacados. Aproximadamente 60% das apólices que emitimos no mundo estão direta ou indiretamente ligada à algum tipo de operação de financiamento de recebíveis. Em nossa carteira no Brasil esse percentual ainda está abaixo de 10% mas temos visto um esforço crescente de bancos em encontrar maneiras de utilizar a apólice como um mitigador de risco em suas operações de desconto de recebíveis, abrindo uma nova oportunidade de expansão para o produto.

Quais os principais nichos de atuação da Euler Hermes no Brasil?
O investimento que fizemos em capacidade de analisar e subscrever risco de crédito nos deu também uma estrutura de serviço diferenciada. Esse diferencial competitivo tem nos ajudado a conquistar novos clientes tanto no segmento de empresas corporate, que tem necessidade de coberturas altas e demandas de serviço complexas, quanto entre as médias empresas que precisam de decisões rápidas sobre clientes sobre os quais há pouca informação disponível. A Euler Hermes é a maior seguradora de crédito no mundo e parte do Grupo Allianz, temos vontade e capacidade de investir no Brasil e força financeira para assumir grandes riscos. Essa combinação nos dá o privilégio de poder continuar investindo em nossa capacidade de distribuição e serviço para empresas médias e ao mesmo tempo ser também capaz de trabalhar com grandes empresas.

Quais as metas para 2013?
Em função do período que antecede a divulgação de nossos relatório anual, estamos em período de blackout quando não podemos compartilhar resultados de 2012 ou metas para 2013. Entre 2011 e Novembro de 2012, conforme dados públicos da Susep, crescemos 34% em volume de prêmios e nosso market share atingiu 19% (contra 14% em 2010). O que posso antecipar é que em 2013, nossas ambições e expectativas continuarão sendo de crescimento de dois dígitos e acima da média do mercado.

Icatu Seguros lança jogo eletrônico sobre seguros

Release

Agnaldo Boaventura é um detetive particular que precisa viajar no tempo para resolver um importante mistério, quando se dá conta de como as atitudes do presente afetam no futuro. Este é o tema do jogo online “Vivendo e Aprendendo”, que a Icatú Seguros acaba de lançar para reforçar a importância da educação financeira e do planejamento. Unindo a funcionalidade de um simulador com a atratividade de uma história de animação, o jogo também é uma oportunidade para que os usuários conheçam os produtos oferecidos pela Icatú Seguros, experimentando-os em situações simuladas.
“o comportamento dos clientes e percebemos que o uso de uma linguagem divertida facilita o entendimento da mensagem. Esse é um dos nossos grandes projetos para 2013” – afirmou Humberto Sardenberg, superintendente de Marketing da Icatu Seguros.

Criada pela Agência 3, as peças da campanha serão veiculadas exclusivamente na mídia online. O jogo será dividido em quatro episódios, sendo um por mês. Esta não é a primeira vez que um jogo de computador é utilizado como ferramenta de aprendizado sobre o mercado securitário. Em dezembro de 2012, a CNseg lançou o jogo eletrônico Caminhoneiro Estou Seguro, em que o participante dirige um caminhão por estradas do Brasil para entregar uma carga, enquanto desvia-se de obstáculos e descobre como proteger a família com os diferentes tipos de seguro exibidos pelo trajeto.

Yasuda adquire controle acionário da Marítima Seguros

Comunicado

Comunicamos que a SOMPO JAPAN INSURANCE INC. através de sua subsidiária no Brasil, Yasuda Seguros S.A., firmou acordo para aquisição do controle acionário da Maritima Seguros S.A.

1- AQUISIÇÃO DO CONTROLE ACIONÁRIO DA MARÍTIMA SEGUROS S.A

Atualmente, a SOMPO JAPAN INSURANCE INC., por intermédio da Yasuda Seguros S.A., detém 50,0% do total das ações ordinárias da Marítima Segurose juntamente com a Família Vidigal, vem realizando a gestão compartilhada da Empresa.

Com aquisição de parte das ações da Família Vidigal, a SOMPO JAPAN INSURANCE INC., por intermédio da Yasuda Seguros S.A., aumentará sua participação,assumindo o controle acionário da Marítima Seguros S.A.Para tanto, está previsto um valor de aquisição de R$ 200.000.000,00.

Assim, a Yasuda Seguros S.A. passará a deter 88,2% das ações da Marítima Seguros S.A.

A aquisição do controle acionário da Marítima ocorrerá mediante a autorização dos Órgãos Reguladores do Brasil (CADE,SUSEP e ANS), bem como das Entidades Reguladoras do Japão.

2- HISTÓRICO e ESTRATÉGIA

O Grupo SOMPO JAPAN INSURANCE INC. tem o Brasil como a principal região de crescimento de seus negócios no exterior e vem desenvolvendo suas atividades neste importante mercado por intermédio de duas empresas: Yasuda Seguros e Marítima Seguros.

Neste processo de expansão dos negócios brasileiros, entendeu-se como estratégia de crescimento, a aquisição dos direitos de gestão da Marítima pelo Grupo SOMPO JAPAN INSURANCE INC. visando elevar ainda mais o valor corporativo da Marítima Seguros a médio e longo prazo.

Diante do exposto, o Grupo SOMPO JAPAN INSURANCE INC. define a permanência do Sr. Francisco Caiuby Vidigal como Presidente do Conselho de Administração e anuncia como Presidente da Diretoria da Seguradora, o Sr. Francisco Caiuby Vidigal Filho, atual Vice-Presidente. Essas nomeações também dependem de aprovação dos órgãos reguladores.

3. MARÍTIMA SEGUROS S.A.

A Marítima Seguros S.A. atendendo a todos os valores corporativos difundidos pelo Grupo SOMPO JAPAN INSURANCE INC.,empenhará todos os seus esforços para proporcionara os seus clientes, corretores, colaboradores e parceiros, serviços de alta qualidade, credibilidade e segurança.