Allianz vai estampar a camisa do Palmeiras

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Após anunciar em um evento realizado nesta quinta-feira 6, que Allianz Parque é a nova marca do estádio do Palmeiras, o presidente da Allianz Seguros, Edward Lange, confirmou que o nome da seguradora estampará a camisa do time nos dois próximos jogos, que acontecerão em Recife e Natal.

A novidade foi celebrada pelos dirigentes do clube e pela empresa que assinaram, em abril, o contrato de naming rights do estádio, com duração prevista de 20 anos, com possibilidade de prorrogação por mais dez. “Temos certeza do sucesso desta parceria. A Allianz ficará com o Palmeiras por pelo menos 30 anos, e talvez até mais. Esse é o inicio de um relacionamento duradouro”, afirmou o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre.

O nome Allianz Parque é a nova marca do estádio do Palmeiras. A opção foi a escolhida com 88,7% da preferência das 620.784 mil pessoas que participaram da votação nas redes sociais, totalizando 550.840 votos, contra 7,17% do segundo lugar, Allianz Center, com 44.524 votos, e 4,1% do terceiro Allianz 360°, com 25.416 votos.

Para Lange, o nome Allianz Parque transmite com perfeição a proposta do espaço. “Uma ampla área ‘verde’ de entretenimento e múltiplas funcionalidades, localizado no meio urbano. Pronto para atender a enorme demanda de São Paulo, que recebe um evento a cada seis minutos, segundo dados da SPTuris”, explicou.

Walter Torre Jr., presidente da WTorre, construtora responsável pela obra, afirmou que o estádio será uma referência para o Palmeiras e para o Brasil, e, no futuro, para o mundo. “Espero que o Allianz Parque seja citado internacionalmente como exemplo de estádio de sucesso, assim como é o Allianz Arena, em Munique”, disse.

Profissionalizar o esporte e tratar o futebol como um negócio importante para a economia já é regra em alguns países, e se desenha no futuro de forma natural para o Brasil, garante Edward Lange. “Esse movimento vai ganhar ainda mais força com a entrega dos estádios para o mundial de futebol, em 2014, pois devem injetar R$ 7 bilhões na economia”, afirmou.

Concurso

Durante o evento, os cinco ganhadores do concurso cultural Goleada de Nomes foram premiados. Promovido pela Allianz, o concurso recebeu 58.701 mil respostas para a pergunta: “Por que a nova arena fará a cidade de São Paulo melhor?”.

O paulistano Leandro Martins, 24 anos, foi o grande vencedor e ganhou um passe livre para os shows e jogos que haverá no Allianz Parque pelo período de um ano, além de participar do evento de abertura da arena. “Cinza é a cor dessa metrópole multicultural, precisamos nos preocupar mais com o meio ambiente e verde é a cor que falta nessa cidade” foi a resposta.

O volume de respostas surpreendeu os organizadores. Só no último dia do concurso, por exemplo, os internautas enviaram mais de 10 mil frases, que foram julgadas por um grupo independente formado por cinco jornalistas da área esportiva.

Agora é oficial: Allianz Parque foi o nome escolhido pelos torcedores

allianz coletivaAllianz Parque é o nome escolhido para batizar a Nova Arena do Palmeiras, um dos mais modernos complexos de entretenimento multiuso do mundo. O nome foi selecionado pela maioria dos 620.784 internautas, presentes em 37 países, que participaram da votação online organizada pela Allianz e pela WTorre, que fecharam um acordo de naming rights segundo o qual a seguradora alemã se torna detentora do nome da arena pelos próximos 20 anos. A Allianz já dá nome a outros grandes empreendimentos no mundo, como a Allianz Arena de Munique, a Allianz Riviera em Nice, o Allianz Stadium em Sydney e o Allianz Park em Londres.

Allianz Parque teve a maioria esmagadora de votos, diante das outras duas opções: o nome vencedor foi o preferido entre 88,73% dos internautas (550.840 votos, no total), contra 7,17% do segundo lugar (Allianz Center, com um total de 44.524 votos) e 4,1% do terceiro (Allianz 360°, com 25.416 votos).

Para o presidente da Allianz Seguros, Edward Lange, a participação na escolha mostra o que o público espera da arena. “Acho que a escolha dos votantes pelo nome Allianz Parque reflete muitas das características que o mundo inteiro procura e valoriza e o que a Allianz, como seguradora líder mundial, oferece a todos os seus clientes: melhora na qualidade de vida”, explica Lange. “Allianz Parque claramente reflete a história do estádio e também faz referência a uma área verde, não só pelo Palmeiras e pela vegetação, mas também destinado à preservação do meio ambiente e à recreação como lazer, futebol, espaços culturais e espetáculos”, completa.

“Tenho toda a segurança de que estamos entregando ao Brasil não só uma arena com padrões globais de segurança, conforto, tecnologia e gestão. Estamos trazendo ao Brasil, em parceria com a Allianz, a AEG e o Palmeiras, um modelo de negócios inédito”, afirma Walter Torre Jr., presidente do Conselho de Administração do Grupo WTorre.

O logotipo que estampará a fachada do estádio foi criado pela agência Copyright, com base nas marcas do Allianz Arena, em Munique, e do Allianz Riviera, em Nice. Segundo os responsáveis, a ideia foi desenvolver um conceito minimalista que proporcionasse a fácil identificação da marca pelo público.

O Allianz Parque é o primeiro naming rights da Allianz no Brasil e na América Latina e representa um novo modelo de negócios no país. Além da exposição da marca e sua associação com o esporte tão poderoso no Brasil quanto o futebol, a arena será uma importante plataforma para ações de relacionamento da seguradora com corretores e clientes. A companhia terá direito de uso de camarotes, quota de tíquetes para eventos, partidas e concertos, por exemplo.

“Nosso objetivo é transformar o Allianz Parque em um dos principais centros de eventos da capital paulista e um marco da cidade”, finaliza Lange.

“Fico muito feliz em saber que Allianz Parque foi o vencedor desta eleição o, que mostrou o engajamento do torcedor palmeirense. Particularmente, era meu nome predileto entre os que foram disponibilizados pela WTorre e pela Allianz, por atender parcialmente aos saudosistas e remeter ao nosso querido Parque Antarctica. Tenho certeza de que o palmeirense está satisfeito com o nome de nossa nova casa, uma das arenas mais modernas do mundo”, afirma Paulo Nobre, presidente do Palmeiras.

Eternizando ídolos
O Allianz Parque terá também um espaço dedicado aos heróis palestrinos. Assim como a área de principal acesso do Staple’s Center homenageia os heróis do Los Angeles Lakers, nos Estados Unidos, a arena paulistana terá uma de suas áreas de acesso dedicada a homenagear ídolos que ajudaram a construir a história da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Os primeiros homenageados são Ademir da Guia, o “Divino”, e o embaixador do Allianz Parque, “São” Marcos. As equipes do clube e do Allianz Parque estão neste momento definindo os critérios de seleção dos nomes dos demais ídolos, bem como os formatos da homenagem e a localização exata da área.

Essa iniciativa, junto com o Memorial Palestra Italia (museu que retomará os principais momentos do clube), faz parte de um amplo projeto de preservação e de celebração da gloriosa e quase centenária história da Sociedade Esportiva Palmeiras no complexo do Allianz Parque.

Sobre o Allianz Parque
Mais do que um novo estádio, o Allianz Parque foi projetado e está sendo construído para receber esportes, entretenimento, shows, gastronomia e compras. Tudo isso sem a necessidade de qualquer adaptação estrutural. A arena proporcionará uma experiência inédita para os amantes dos grandes espetáculos, com 45 mil lugares cobertos, anfiteatro com até 12 mil lugares, espaço para shows com até 55 mil espectadores, camarotes para cerca de 3 mil pessoas, restaurante panorâmico, lanchonetes, lojas, centro de convenções e estacionamento para até 2 mil veículos.

Câmara aprova projeto que regulamenta desmanches de veículos

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O plenário da Câmara aprovou, por unanimidade, nesta quarta-feira (05), o Projeto de Lei 23/2011, de autoria do deputado Armando Vergilio (PSD-GO), que disciplina o funcionamento das empresas de desmonte de veículos. A proposta segue, agora, para o Senado.

Segundo Vergilio, estatísticas recentes revelam que 400 mil carros são roubados ou furtados anualmente no Brasil. Apenas pouco mais da metade é recuperada. O restante abastece os desmanches espalhados por todo o território nacional e o comércio ilegal de peças.

Ele assegura que o projeto vai proteger centenas de milhares de pessoas, ao reduzir a criminalidade, pois as quadrilhas terão muita dificuldade para repassar os veículos roubados ou furtados.

Também serão gerados novos empregos formais, nas oficinas legais que serão criadas, aumentando ainda a arrecadação de impostos.

Outra consequência natural será a redução do custo na reparação de veículos com a possibilidade de utilização de peças usadas, porém certificadas. “Em outros países, os resultados foram imediatos. Na Argentina, por exemplo, um ano após a criação dos desmanches legais, o índice de roubos de automóveis caiu 50%”, revela o autor da proposta.

O deputado acrescenta que o proposta vai ainda viabilizar o verdadeiro seguro popular de automóvel, que poderá ter preços até 30% menores do que o produto tradicional, ao permitir a utilização de com peças recondicionadas, mas devidamente certificadas. “Esse novo produto poderá atingir 20 milhões de automóveis com mais de cinco anos de idade, que, atualmente, trafegam pelas ruas e estradas brasileiras totalmente desprotegidos”, acentua Vergilio.

Além disso, o projeto, que foi aprovado exatamente na data em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho), reduzirá também os danos causados pelo descarte desordenado, pelos desmanches irregulares de baterias, carcaças de veículos e fluídos de freios e motor.

O projeto ainda tornará obrigatória a baixa de registro da peça reutilizada perante o órgão responsável, aliada a um rígido controle pelo Estado. Dessa forma, será possível identificar todas as peças automotivas, permitindo o seu indispensável rastreamento.

Caixa Seguros vende 30 mil apólices de microsseguros em um mês

thierry caixaA Caixa Seguros está comemorando a venda de 30 mil apólices de microsseguros em apenas um mês. De acordo com o primeiro relatório da Susep sobre o tema, disponibilizado ontem, apesar de várias seguradoras terem produtos aprovados, como BB e Mapfre, Bradesco e Panamericana, a Caixa é a única empresa do setor a trabalhar nesta modalidade de produtos. A modalidade foi regulamentada em julho do ano passado, e as empresas do setor começaram a adequar seus produtos.

“Há uma forte tendência na popularização dos seguros, pois uma grande parcela da população ainda não está protegida financeiramente. Esses produtos acessíveis vão cumprir esse papel”, explica o presidente do Grupo Caixa, Thierry Claudon, em comunicado divulgado. Os primeiros microsseguros trazem assistência funeral, indenização por morte acidental, cesta básica e sorteio mensal de até R$ 60 mil reais. É encontrado nas casas lotéricas de todo o País, com valores a partir de R$ 30 reais por ano.

“Para nós, esse trabalho já está em andamento há anos, pois o foco nos segmentos mais populares sempre esteve no DNA da companhia”, explica Thierry Claudon. Isso porque a Caixa já comercializou cerca de 21 milhões de seguros populares desde 1995.

Esses seguros populares inspiraram a criação dos microsseguros, ainda mais acessíveis e de venda mais fácil. A nova modalidade se baseia em três pilares: preço baixo, ampla rede de distribuição e processo de venda simplificado. “A CAIXA SEGUROS atende a todos esses requisitos, com preços mensais equivalentes a R$ 2,50, mais de 60 mil pontos de venda em todo o país e processos simplificados que permitem a aquisição de uma apólice em questão de segundos”, explica Thierry Claudon.

O desenvolvimento dos microsseguros foi uma exigência do próprio mercado, dentro do processo de inclusão econômica que o país passou nos últimos anos. “Em famílias com renda mais baixa, uma eventualidade pode ter um efeito financeiro em cascata e envolver pequenos comerciantes locais, parentes ou até mesmo vizinhos”, explica Claudon.

Geneva Association divulga estudo com análise de catástrofes e como a parceria público privada pode ajudar a reduzir perdas

© Copyright 2010 CorbisCorporationA Geneva Association divulga hoje um belo estudo – Insurers’ contributions to disaster reduction—a series of case studies – sobre como os governos de todo o mundo podem reduzir o impacto humano e econômico das catástrofes naturais, cooperando mais de perto com as seguradoras. O relatório detalha algumas das principais catástrofes ocorridas, sugerindo quais as medidas que poderiam ter sido tomadas e que devem ser providenciadas a partir das constatações reveladas durante a análise dos peritos das seguradoras para mitigar riscos e assim salvar vidas e também o patrimônio construído pela sociedade.

O relatório conclui que uma maior cooperação entre as seguradoras e os governos podem reduzir a escala das perdas geradas pelas catástrofes, bem como seu impacto econômico subseqüente, especialmente em países em desenvolvimento, os mais afetados e que acabam por vivenciar a pobreza e estagnação econômica pela falta de seguros para a reconstrução e de medidas preventivas.

NBomhard_02_MunichRe_72dpi_rgbNikolaus von Bomhard, presidente da Genebra Association e presidente do Conselho de Administração, Munich Re disse: “É possível um esforço para desenvolver produtos adequados para os países em desenvolvimento. No entanto, sem estruturas econômicas e regulatórias adequadas, os mecanismos de gestão de riscos de seguros estão aquém de seu potencial para reduzir o impacto dos desastres. Ao trabalhar em conjunto com as seguradoras, os governos têm os meios e a capacidade de aproveitarem tal apoio para aumentar a proteção das pessoas e da economia com a redução dos impactos dos desastres “.

Em 2011, as seguradoras pagaram US$ 108 bilhões em indenizações por catástrofes ajudando Tailândia, Japão, Austrália, Nova Zelândia e os EUA a reconstruírem parte do que foi destruído. “O seguro é uma forma rápida e eficaz de injetar liquidez nas economias afetadas pela catástrofe”, afirma o estudo. Em Tohoku, terremoto e tsunami de 2011 no Japão, cerca de 90% dos U$ 38,5 bilhões de perdas seguradas foram pagos no prazo de três meses após o desastre (ver estudo de caso 5 do relatório). Em Nova Jersey e Nova York, as indenizações foram pagas apenas seis meses após o furação Sandy devastar a região.

O mercado de seguros privados, apoiados pela indústria de resseguros global, assume trilhões de dólares de risco por ano. Os custos de um risco devem ser refletidos no preço do seguro, bem como as despesas e o retorno do capital do acionista. Praticar um preço inferior a isso é minar o mercado privado. Por isso, é necessário que os governos entendam como o setor funciona. O relatório traz um estudo de caso com uma análise do National Flood Insurance Program nos EUA, que ilustra as possíveis falhas de um programa público.

Michael Butt, Co-Presidente dos riscos climáticos da Associação de Genebra e presidente da Axis Capital, disse: “Temos de aprender com os desastres. Depois de uma catástrofe, podemos decidir se queremos reconstruir, ou abrir caminho para a natureza e mudar. A política forte do governo local no uso da terra e os códigos de construção, juntamente com os planos de recuperação de desastres, vão permitir que as comunidades possam ser reconstruídas rapidamente e de forma sensata. Mas as pessoas precisam de incentivo para se adaptar. Para isso, os formuladores de políticas e também à indústria de seguros podem desenvolver um trabalho com visão compartilhada para o desenvolvimento sustentável. Ações do governo de Nova Jersey e Nova York, na esteira de Sandy, são um exemplo positivo para outras jurisdições”.

Mais informações podem ser obtidas no link http://genevaassociation.us4.list-manage.com/track/click?u=ed7a2a37929e5c5dd517e6383&id=0743e0b1a0&e=3fd366929e

Caixa lança plano de previdência exclusivo para mulheres

rosana techimaRelease

A Caixa Previdência lançou um plano exclusivo para as mulheres. Além de garantir a acumulação de recursos para o futuro e a proteção para a família, o novo “Prev Mulher” premia automaticamente com R$ 50 mil as clientes que ficarem grávidas por fecundação natural de gêmeos, trigêmeos ou mais após a contratação do produto. A indenização acontece com o nascimento das crianças. O produto também garante uma consulta e um exame ginecológico anual a todas as clientes. A rede de atendimento está presente em todo o país.

“Além de estimular o investimento no futuro, manter a família protegida e cuidar da saúde de nossas clientes, pensamos em premiá-las em um momento feliz”, explica a diretora da Caixa, Rosana Techima.

O Prev Mulher é um plano de previdência, do tipo VGBL, que agrega, em um único produto, o planejamento do futuro e a proteção da família da mulher. A cliente escolhe o valor mensal de sua contribuição, que é dividido em duas partes: o montante que ela vai acumular na previdência e uma quantia, que vai para um seguro de vida e garante a proteção da família em caso de imprevistos.

O produto tem outro diferencial: no caso de uma eventualidade que impeça a cliente de contribuir para o plano mensalmente, a família continua protegida, pois a CAIXA PREVIDÊNCIA utiliza parte do saldo da previdência para quitar o seguro, por um prazo máximo de 12 meses. “Sabemos que imprevistos financeiros acontecem, mas eles não podem afetar o bem mais precioso: a proteção da família”, afirma Rosana Techima.

Os planos podem ser contratados a partir de R$ 35 por mês. Assim como todos os outros produtos da CAIXA PREVIDÊNCIA, o Prev Mulher terá taxa zero de carregamento de entrada, o que contribui positivamente para uma melhor rentabilidade nos planos. “As mulheres têm cada vez mais espaço na renda nacional, e notamos que havia uma demanda grande para um produto exclusivo, que contemplasse as principais preocupações da mulher moderna: o futuro financeiro, a saúde e a tranquilidade da família”, explica a diretora.

Negociações a todo vapor no setor de seguros

© Copyright 2010 CorbisCorporationO mercado internacional de fusões e aquisições em seguros está a todo vapor. Nesta semana já temos duas notícias. A Scor comprou a resseguradora de vida da Generali nos Estados Unidos por US$ 750 milhões e Fairfax adquiriu a American Safety Insurance, por US$ 306 milhões, informam as agências internacionais.

Segundo os últimos dados disponíveis, em abril foram divulgados 43 acordos de fusões e aquisições, avaliados em US$ 3,35 bilhões, entre empresas da indústria de seguros, informa a empresa Dealogic para o portal da revista inglesa Reactions. Números maiores do que os registrados em março, quando as negociações totalizaram US$ 2,37 bilhões em 35 acordos. Neste ano, no entanto, o recorde ainda é de fevereiro, quando foram fechados 49 compras e fusões, avaliados em US$ 4,54 bilhões. Em abril, a maior negociação envolveu a Protective Life, que comprou a carteira da Mony Life, controlada pela francesa Axa, por US$ 1,06 bilhão.

Alta liderança reconhece a necessidade de analisar com mais profundidade os riscos das empresas

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O gerenciamento de risco tem que estar intrínseco ao planejamento estratégico das organizações. É o que mostra um estudo global da corretora de seguros Marsh, realizado com 1,2 mil presidentes e diretores de empresas privadas, públicas e sem fins lucrativos em fevereiro deste ano. Segundo a pesquisa, intitulada Excellence in Risk Management, 52% dos executivos da alta liderança (presidentes e diretores) afirmam que a gestão de risco tem de estar intrínseca ao planejamento estratégico das organizações. Já 46% dos executivos dizem ser o principal papel da área de gerenciamento fornecer inputs e insights ao processo de planejamento das companhias.

A pesquisa mostra também que o valor estratégico dos profissionais de gerenciamento de risco ainda não é totalmente aproveitado. Tanto que, 74% dos executivos reconhecem que é necessário analisar com mais profundidade os indicadores de ricos de suas respectivas empresas. “A área de gestão de risco das empresas tem o papel fundamental de identificar, avaliar e priorizar as ameaças porque as organizações estão expostas a diversos eventos, por exemplo, acidentes, perda de mercado, defeitos em produtos, perda de capital intelectual e reputação. É preciso que os riscos sejam monitorados e reavaliados, pois risco é um organismo vivo. Por isso, a área de gestão de risco deve estar lado a lado com a alta liderança das companhias”, diz Eduardo Takahashi, diretor executivo da corretora Marsh.

Perfil dos entrevistados

Total: 1.200 entrevistados

74% – Gerente e coordenador da área de risco

18% – Alta liderança (presidente e diretor)

8% – Diretor de risco

Ranking dos principais riscos em 2013 segundo os entrevistados

1. Interrupção dos negócios

2. Condições Econômicas

3. Liquidez

4. Riscos Regulatórios/Compliance

5. Destruição/Perdas de Recursos Físicos

6. Litigação ou sinistros

7. Catrastrofe natural

8. Mudanças Legais ou regulatórias

9. Disponibilidade de seguros para mitigar riscos

10. Risco a saúde e segurança no trabalho

11. Reputação de marca

12. Continuidade de Negócios/Execução do Gerenciamento de Crise

13. Disponibilidade de capital

Porte das empresas (receita)

23% – Empresas com faturamento acima de US$ 5 bilhões

28% – Empresas com faturamento entre US$ 1 bilhão e US$ 4,9 bilhões

37% – Empresas com faturamento entre US$ 50 milhões e US$ 999 milhões

12% – Empresas com faturamento abaixo de US$ 50 milhões

Segmento das empresas

39% – Privadas

39% – Públicas

12% – Sem fins lucrativos

10% – Governamentais

Mongeral Aegon marca presença em seminário sobre previdência privada na Suécia

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De 28 de maio a 5 de junho acontece em Estocolmo, na Suécia, o Seminário Internacional Estrutura da Previdência na Europa. O evento é organizado pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Privada (ABRAPP) com o apoio do Sindicato Nacional das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (SINDAPP).

Osmar Navarini, diretor comercial da Mongeral Aegon, uma das dez maiores seguradoras independentes do Brasil, representa a companhia durante o encontro. Segundo ele, o seminário é uma oportunidade para ampliar o debate sobre o mercado brasileiro. “Com os juros baixos e aumento da longevidade, é preciso que o sistema previdenciário no país inicie sua trajetória de desenvolvimento para oferta de planos de renda que considerem de forma estruturada o novo cenário, seguindo o exemplo de alguns países da Europa, onde essa preocupação já é constante”, destaca o executivo.

Em maio, ICES chega a 110,9

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Em maio, o ICES foi de 110,9, com pequena variação negativa em relação ao mês anterior, quando atingiu 111,4. Segundo Francisco Galiza, economista responsável pela aferição do Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES), realizado em parceria com a Revista Cobertura, no geral a perspectiva das seguradoras foi mantida.

“Nesse momento, a trajetória do indicador está difícil de ser prevista, pois há movimentos opostos nas variáveis que geram o número. As empresas continuam a apostar que o faturamento terá uma boa evolução em 2013 e que, aparentemente, as previsões mais pessimistas quanto às taxas de rentabilidade diminuíram”.

Para 56% dos executivos, a rentabilidade das seguradoras nos próximos seis meses será igual – no mês anterior eram 53% -, enquanto 22% acham que será melhor. No quesito faturamento, é mantida a porcentagem de 33% do mês anterior entre os que acreditam que o desempenho será igual, enquanto 63% disseram que será melhor, ante os 61% de abril.

Para 24% dos executivos, o crescimento da economia brasileira nos próximos seis meses será melhor, enquanto 61% acreditam que será igual, em abril a porcentagem era de 67%. “A frustração com o comportamento da economia brasileira como um todo é um fator preocupante”, observa o economista.

Auto

No ramo automóvel, o desempenho da receita continua favorável. Nos próximos seis meses, 53% dos entrevistados esperam um desempenho melhor. Para 29% dos executivos, o crescimento será igual e, 18%, menor.

Entenda como é calculado o ICES

O ICES é um trabalho desenvolvido pela Rating de Seguros em parceria com a Revista Cobertura que foi anunciado no final de novembro de 2012. A criação de um Índice exclusivo das seguradoras tem como objetivo equiparar o mercado de seguros a outros setores da economia brasileira e mundiais.

O ICES é elaborado mensalmente e, para tanto, os seguradores respondem a cerca de quatro perguntas de múltipla escolha e de ordem qualitativa sobre o crescimento da economia, a rentabilidade e o faturamento das seguradoras para os próximos seis meses.

As respostas são sigilosas e os indicadores são transformados em números, que variam entre zero e 200, justamente para o 100 ser a média.