O Banco de Sangue da Beneficência Portuguesa de São Paulo (www.bpsp.org.br) foi escolhido para receber, pelo segundo ano, a Semana do Voluntariado da Liberty Seguros. Com a parceria, a companhia procura conscientizar os funcionários da importância da doação de sangue, que individualmente pode salvar até três vidas.
A ação contou com a adesão de 100 funcionários da matriz da companhia, muitos dos quais retornaram ou tiveram a primeira oportunidade de fazer a sua doação em equipe. “Optamos por realizar doação de sangue por ser um ato que pode se tornar um costume solidário. E a Beneficência Portuguesa foi escolhida por oferecer toda a estrutura necessária”, diz Ademir Marques, diretor de Recursos Humanos da Liberty Seguros.
“O incentivo de uma empresa é importante porque muitas pessoas deixam de doar por falta de conhecimento, tanto da segurança quanto da simplicidade do procedimento. Em apenas 40 minutos, entre triagem e coleta, o doador já está liberado.” explica Dr. Roberto Buessio, médico hematologista responsável pelo Banco de Sangue da instituição.
Toda pessoa saudável com idade entre 16 completos e 68 anos incompletos, e com mais de 50 quilos pode ser doadora de sangue. Está impedido de fazer a doação quem teve hepatite após os 11 anos de idade, usuário de drogas ilícitas ou portador de hepatite B, hepatite C ou Aids. Para doar sangue a pessoa deve ficar sem ingerir bebida alcoólica no período de 24 horas. A Beneficência Portuguesa de São Paulo lembra, ainda, que o doador deve apresentar, no ato da doação, um documento oficial de identidade com foto.
Banco de Sangue do Hospital Beneficência Portuguesa
Horário de atendimento:
De segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.
Aos sábados e feriados, das 7h às 14h.
Estacionamentos gratuitos:
Rua Maestro Cardim, 1144
Rua Maestro Cardim, 560
Local das doações:
Rua Maestro Cardim, nº 1041
Bela Vista – São Paulo
(11) 3505-4800 / 3505-1150
Essa é a boa notícia para os proprietários de automóveis envolvidos em sinistros provocados por estas ações. “A maioria das seguradoras, embora não seja obrigada, irá indenizar os proprietários que tiveram os seus carros atingidos nas últimas manifestações, independentemente deles possuírem ou não a cobertura para danos decorrentes de vandalismo.”, anuncia o presidente do Clube dos Corretores do Rio de Janeiro, Amilcar Vianna.
Segundo o dirigente, ainda é cedo para avaliar os prejuízos materiais e pessoais e o volume de indenizações a serem pagas pelas seguradoras em função das ocorrências dos últimos quinze dias. “Qualquer estimativa neste sentido seria prematura e leviana”, pondera Vianna, acrescentando que “o mercado ainda não possui indicadores e informações de todos os estados onde ocorreram as manifestações”.
Mas, ele alerta que, para quase todos os sinistros ocorridos durante as manifestações, existe uma cobertura, “embora o brasileiro ainda esteja desenvolvendo uma cultura voltada para o seguro e, por isso, não tem o hábito de adquirir apólices para estes eventos”, lamenta.
Entre as coberturas mais comuns, ele cita a de tumultos (cobre aglomeração de pessoas que, por sua ação, perturbem a ordem pública, com prática de atos predatórios). Nestes casos, algumas seguradoras excluem a cobertura se houver intervenção das Forças Armadas.
Os seguros de condomínio oferecem essa cobertura que dependendo da seguradora pode variar entre 0,5% e 1% do valor da importância segurada. Fachadas de edifícios, por exemplo, estariam cobertas pelo seguro de vidros.
“No caso dos automóveis, normalmente, os proprietários contratam coberturas para colisão, incêndio e roubo e não incluem os atos de vandalismo. Por isso, a importância da decisão da maioria das seguradoras de pagarem as indenizações em decorrência dos atos de vandalismo ocorridos nas manifestações dos últimos dias, mesmo que o proprietário não tenha contratado esta cobertura”, afirma.
A SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização completa o primeiro ciclo como signatária fundadora dos PSI (sigla em inglês para Princípios para Sustentabilidade em Seguros), programa das Nações Unidas para Instituições Financeiras (UNEP FI, sigla em inglês). Para marcar o primeiro ano desse compromisso, a companhia acaba de publicar (http://goo.gl/9EBmf) um reporte com as principais ações, iniciativas e projetos realizados para implementar os quatro princípios em sua estratégia, operações, relacionamentos e comunicação.
A adoção voluntária desses princípios reflete a importância do tema para a estratégia de negócios da empresa. “Ao fazer parte dos PSI , acreditamos estar melhor preparados para contribuir com o desenvolvimento sustentável das comunidades e mercados em que atuamos, bem como para incentivar no setor de seguros brasileiro na implementação das melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ASG)” reforça a superintendente de Sustentabilidade Empresarial, Adriana Boscov, que também é presidente da Comissão de Sustentabilidade da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) e conselheira da iniciativa Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI).
O PSI é a maior parceria entre a Organização das Nações Unidas e a indústria de seguros. Foi lançado em junho de 2012 na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, ocasião em que 27 seguradoras e resseguradoras de vários países aderiram voluntariamente aos princípios.
Para que os moradores viajem mais tranquilos e aproveitem melhor o período de descanso nas próximas férias de julho, o Porto Seguro Residência (www.portoseguro.com.br/residencia) elencou as 20 principais de dicas de segurança, sendo 15 para casas, quatro específicas para quem vive em apartamento e o cadastramento no Entre Vizinhos, rede social criada para aumentar a segurança de toda a vizinhança, independente do tipo de imóvel.
O mês de julho é, para muitas famílias, o período em que coincidem as férias escolares e do trabalho, o que favorece a realização de viagens e passeios. “Nesses dias, as residências tendem a ficar desocupadas por mais tempo, deixando também os proprietários mais inseguros em relação aos seus imóveis”, diz Edson Frizzarim, diretor de Ramos Elementares da Porto Seguro. “As 20 principais dicas de segurança que elencamos podem ajudar as pessoas a viajarem mais tranquilas”, acrescenta.
As orientações da Porto Seguro são as seguintes:
Para casas
1. Avise um de seus vizinhos sobre sua ausência e peça a ele para observar qualquer movimentação estranha em sua residência. Telefone de vez em quando para certificar-se de que está tudo bem;
2. Viagens mais longas podem despertar suspeitas se o imóvel permanecer muito quieto ou com características de abandono. Peça a um parente ou vizinho de confiança que abra janelas, regue o jardim, entre com o carro na garagem, limpe a calçada e recolha qualquer correspondência acumulada;
3. Suspenda a entrega de jornais e revistas;
4. Não deixe luzes externas acesas;
5. Não deixe joias ou dinheiro em casa;
6. Cadeado para fora do portão indica que os moradores saíram, portanto, deixe-o do lado de dentro;
7. Desligue a campainha, pois ela pode ser utilizada para confirmar se há pessoas em casa;
8. Reforce a proteção de portas e janelas com trincos e trancas extras;
9. Não divulgue seus planos de viagem em mídias sociais ou em ambientes com pessoas estranhas ao redor, ainda que você esteja conversando com alguém conhecido;
10. Os arrombamentos são mais frequentes pelos acessos dos fundos do imóvel. Por isso, janelas e basculantes devem conter grades sólidas;
11. Caso tenha de deixar as chaves da casa com alguém, procure entregá-las a pessoas de confiança e deixe somente as que dão acesso a áreas estritamente necessárias para a realização de algum serviço, como a cozinha e a lavanderia, por exemplo;
12. Oriente as pessoas que eventualmente venham a cuidar do imóvel a conferir as credenciais de carteiros, leitores de hidrômetro, entregadores de gás, entre outros prestadores. Em caso de dúvidas, explique que é preciso entrar em contato com a empresa responsável pelo serviço para esclarecimentos;
13. Evite deixar as chaves nas portas ou próximo a elas, pois invasores podem tentar “pescá-las” usando uma janela ou derrubá-las, puxando-as por debaixo da porta com um pedaço de papel ou tapete;
14. Utilize timers para ligar luzes, rádio ou televisão, para dar a impressão de ocupação da residência;
15. Não deixe as luzes do imóvel acesas ao viajar, pois indicam que o mesmo está vazio e, portanto, vulnerável.
Para apartamentos
16. Ao viajar, tenha certeza de que o apartamento esteja trancado;
17. Portas de varandas devem permanecer trancadas ou fechadas;
18. Dificulte o acesso a varandas de andares superiores, ou seja, não deixe nesses locais objetos, móveis e outros materiais que possam ser utilizados para chegar às varandas dos vizinhos;
19. Não deixe cópias das chaves do apartamento com terceiros ou na portaria.
Independente do tipo do imóvel
20. Cadastre-se no Entre Vizinhos (www.entrevizinhos.com.br/portoseguro), uma rede social criada para aumentar a segurança de toda a vizinhança.
O último estudo sigma da Swiss Re revela que o total mundial de prêmios emitidos aumentou 2,4% em termos reais em 2012 para US$ 4,61 trilhões. Os prêmios de seguros de vida expandiram 2,3% – dissipando parte da retração de 2011 – graças a melhorias nos mercados emergentes e a uma sólida demanda nos EUA e nos avançados mercados asiáticos. No ramo não-vida, os prêmios aumentaram 2,6% devido à contínua expansão econômica nos mercados emergentes e aos aumentos seletivos de preços em alguns mercados avançados. A rentabilidade das seguradoras continua sendo baixa, mas os resultados técnicos do ramo não-vida melhoraram modestamente. As baixas taxas de juro continuam a diminuir a receita do investimento, mas estão impulsionando o capital contábil relatado e os níveis de solvência de acordo com os Princípios contábeis.
Curiosidades sobre o Brasil
O Brasil aparece bem colocado no estudo da Swiss Re, com prêmios totais de US$ 82,2 bilhões em 2012, o que representou apenas 1,78% do mercado mundial, o que lhe garantiu a 13o. no ranking geral de faturamento. Os cinco maiores do mundo são EUA, com US$ 1,2 trilhão, Japão, com US$ 654 bilhões, Reino Unido, com US$ 311 bilhões, China, com US$ 245 bilhões e França, com US$ 242 bilhões. O Brasil é o maior mercado da América Latina, região com prêmios da ordem de US$ 168,7 bilhões, com share mundial de 3,66%. Em prêmios per capital, o Brasil registrou US$ 414,20 por habitante no total, sendo US$ 225,50 em vida e US$ 188,70 em seguros gerais. Em relação ao PIB, o Brasil ocupa a 42o. posição mundial, com participação de 3,65% da indústria de seguros no PIB do país.
Prêmios de seguros de vida aumentaram 2,3% em todo o mundo
Os prêmios globais de seguros de vida aumentaram 2,3% em 2012 para 2,62 trilhões de dólares americanos após uma retração de 3,3% no ano anterior. Apesar do aumento ser encorajador, o crescimento permanece abaixo da taxa média pré-crise. O volume do prêmio de seguro de vida aumentou 4,9% nos mercados emergentes. Isso se deu após uma queda abrupta em 2011 devido a retrações na Índia e na China em decorrência de alterações na regulamentação relacionada à distribuição de seguros. Nos mercados avançados, o crescimento foi de 1,8% (2011: 3%), largamente suportado pelo robusto desempenho nos avançados mercados asiáticos e nos EUA, enquanto os mercados de seguros de vida na Europa Ocidental continuaram a recuar.
Prêmio do ramo não-vida (seguros gerais) aumentou em 2012
O volume de prêmio para os negócios do ramo não-vida aumentou 2,6% em 2012 para 1,99 trilhões de dólares americanos (2011: 1,9%). Porém, isto ainda é inferior à média da taxa de crescimento pré-crise. Nos mercados emergentes, os prêmios do ramo não-vida expandiram 8,6% em 2012 (2011: 8,1%). A recuperação nos mercados avançados ganhou impulso e o crescimento passou para 1,5% (2011: 0,9%), o quarto ano consecutivo de crescimento dos prêmios desde a queda em 2008.
Daniel Staib, um dos autores do estudo, afirma: “O crescimento do prêmio manteve-se estável apesar do ambiente econômico desafiador. O mercado do ramo não-vida foi suportado por aumentos constantes na exposição a riscos nos mercados emergentes e por aumentos seletivos da taxa do prêmio em alguns mercados avançados, particularmente na Ásia.”
Staib continua: “Em termos de rentabilidade, o nível historicamente baixo das taxas de juro continua a ser um problema, particularmente para empresas de seguros de vida. Junto com os aumentos nas receitas, a rentabilidade do ramo não-vida melhorou moderadamente, apoiada pelas benignas perdas em catástrofes e liberações de reservas. Ao mesmo tempo, a indústria permanece bem capitalizada, apesar dos números dos Princípios contábeis superestimarem os níveis de capital atual devido às baixas taxas de juro.”
Perspectiva: os prêmios continuarão aumentando, mas a um ritmo moderado
“As expectativas de crescimento dos prêmios a curto prazo permanecem abaixo das tendências pré-crise. No ramo vida, a expansão nos mercados emergentes provavelmente acelerará à medida que as seguradoras na China e na Índia se adaptarem ao novo ambiente regulatório, mas a fraqueza na Europa Ocidental desencorajará os desenvolvimentos nos mercados avançados. O ramo não-vida é mais positivo dado que o setor se beneficiará do forte desempenho econômico dos mercados emergentes e dos aumentos seletivos das taxas nos mercados avançados. Porém, os aumentos das taxas provavelmente serão moderados devido ao excesso de capacidade nos mercados”, afirma Mahesh Puttaiah, um dos autores do estudo.Tendências a longo prazo: continua a mudança para a Ásia – a próxima estrela será a África?
O crescimento econômico e a maior penetração continuarão aumentando a parcela dos mercados emergentes no total de prêmios ao longo dos próximos dez anos. As populações cada vez mais idosas impulsionarão a demanda por produtos de seguros de vida também nos mercados emergentes, ao passo que os seguros do ramo não-vida lucrarão com o aumento da urbanização, uma classe média em expansão e crescente riqueza econômica.
Kurt Karl, Economista Chefe da Swiss Re, destaca: “O aumento da importância da Ásia emergente na economia global e nos mercados de seguros testemunhado nos últimos 20 anos deverá continuar durante pelo menos mais uma década. Contudo, os padrões demográficos sugerem que em 2062, a parcela da Ásia na população mundial diminuirá de 60% para 53%, principalmente devido aos desenvolvimentos na China, onde a população em idade laboral começará a contrair-se a partir de 2018. Ao mesmo tempo, a população da África deverá aumentar dos 15% atuais para cerca de 27%. Isto coloca a África em uma boa posição, de um ponto de vista demográfico, para se tornar uma parte importante dos mercados globais de seguros ao longo dos próximos cinquenta anos”.
Este estudo sigma é a primeira avaliação completa do desempenho dos mercados globais de seguros em 2012. Os 79 mercados que têm dados ou estimativas disponíveis para 2012 representam 99,2% do volume de prêmios global. No geral, o relatório é baseado em 147 mercados de seguros.
O Grupo Bradesco Seguros inovou a comunicação comercial dos produtos ao lançar a campanha “Vai que…” e ganhou, com suas ações, o reconhecimento do mercado segurador, do público e do mercado publicitário, que tem premiado suas campanhas. O anúncio “Carro”, criado para tablets, acaba de vencer o Prêmio Abril de Propaganda de melhor uso de plataformas Tablet e também conquistou a prata na categoria “In-App Advertising”, no disputado Clio Awards, de Nova York.
O anúncio Carro, criado pela AlmapBBDO, simula uma batida de carro, quando o leitor de tabletes vira a página, logo após surge o mote: Vai que… Para mostrar ao leitor, que no início vê apenas a propaganda de um carro, que é melhor ter seguro desse bem tão precioso.
Em 2012, a mesma campanha conquistou Leão de Ouro em no Festival Internacional de Publicidade de Cannes – o mais importante do mundo – e também ouro no 38º Festival da Associação Brasileira de Propaganda (ABP), a que somou o bronze no El Ojo-Iberoamericano, que premia as melhores campanhas dos países de língua portuguesa e espanhola e One Show do Festival Iberoamericano de Publicidade (Fiap) em inovação de meios de comunicação além do Wave por uso de plataformas de web.
Para Alexandre Nogueira, diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros, o obje-tivo é “fazer uma comunicação didática da importância de ser ter o seguro para o bem e, sobretudo, a vida”. Com essa mensagem, diz Nogueira, “o Grupo mostra que a inovação está na segurança de estar preparado para imprevistos, por isso foi tão bem recebido em festivais e tão bem aceito por todos que o acessam em tablets”.
Em seu próximo almoço, o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) recebe o novo presidente da SulAmérica, Gabriel Portella. O economista assumiu o cargo no mês de abril, após experiência de 39 anos no mercado de seguros, 29 deles na SulAmérica, seguradora na qual já esteve à frente das áreas Comercial e de negócios de Saúde, Vida e Previdência.
O executivo apresentará os planos para a empresa, acompanhado dos vice-presidentes Matias Ávila (Comercial), Carlos Alberto Trindade (Automóvel), Maurício Lopes (Saúde) e Renato Terzi (Vida e Previdência), além de outros membros de sua diretoria.
Para o mentor do CCS-SP, Alexandre Camillo, é um momento oportuno para estreitar relacionamento com os principais dirigentes de uma das maiores e mais importantes seguradoras do Brasil.
O evento acontece na próxima terça-feira, 02 de julho, a partir das 12h no restaurante do Circolo Italiano, com a participação de cerca de 200 corretores associados ao CCS-SP.
Documento mostra as iniciativas nas áreas da responsabilidade social e da sustentabilidade do setor
Começa a ser distribuído esta semana para o mercado segurador, órgãos de regulação do setor, entidades ligadas ao meio-ambiente e movimentos sociais, representantes do Governo e parlamentares, além de órgãos de defesa do consumidor, o Balanço Social do Mercado Segurador 2012, produzido pela CNseg.
Em sua 13ª edição, o Balanço volta a ser publicado à parte do Informe Econômico, como aconteceu até a edição de 2006, trazendo um panorama do setor no âmbito da responsabilidade social e sustentabilidade, por meio de uma pesquisa com 92 empresas associadas à CNseg, que representam 80% da arrecadação do mercado. Mercado cuja soma de aplicações e investimentos permanentes e do patrimônio líquido das empresas representa quase 13% do PIB brasileiro e pagou à sociedade, ao longo de 2012, quase 53% da receita bruta acumulada no ano, que foi de R$ 221.685 bilhões.
Os números levantados mostram que, a cada ano, as iniciativas nas áreas da responsabilidade social e da sustentabilidade ganham mais força, com 59% das empresas do setor já possuindo áreas destinadas a ações de responsabilidade social e/ou sustentabilidade, 67 % já possuindo um Código de Ética e Conduta e 43% já com programas internos voltados para o trabalho voluntário.
Tais ações contam com o apoio da CNseg, que em 2012 foi signatária dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros da ONU (PSI na sigla em inglês), pretendendo tornar o setor de seguros brasileiro um exemplo mundial de boas práticas em sustentabilidade, considerando as dimensões de sociedade, governança e meio ambiente na avaliação e na subscrição de riscos, nos processos de regulação de sinistros e nos investimentos de suas reservas.
Na área de Recursos Humanos, as empresas do mercado segurador brasileiro, que emprega mais de 31 mil pessoas, investiram em 2012 cerca de R$ 2,5 bilhões no quadro funcional, distribuído entre salários (57 %), encargos sociais (25 %) e benefícios (18%). Somente os gastos com treinamento, assistência médica e odontológica, seguro de vida em grupo, previdência complementar, auxílio creche, lazer e outros totalizaram R$ 359,2 milhões.
De acordo com os números, os jovens entre 26 e 35 anos predominam no mercado segurador (41%), sendo que as mulheres representam 57% do total de pessoas empregadas e 51% das com mestrado, doutorado ou pós-doutorado.
Essa maior escolaridade das mulheres ainda não se reflete, porém, em melhores rendimentos. A pesquisa aponta que na faixa dos cinco maiores salários do mercado, elas representam apenas 31%, sendo que as pessoas de cor branca ocupam 62% dos cargos mais bem remunerados.
O Balanço Social 2012 da CNseg traz ainda a descrição das principais ações e programas de responsabilidade social e sustentabilidade desenvolvidos pela Confederação e por suas empresas associadas.
Durante a quinta edição do congresso Ecogerma, uma das principais conferências de sustentabilidade do País, que acontece entre 26 e 27 de junho, em São Paulo, a Allianz participa do debate sobre a aplicabilidade dos seguros de grandes riscos em obras de energia limpa. Esta edição do evento tem como tema “Experiências Brasil-Alemanha: gestão de recursos, energia e mobilidade”.
O gerente de riscos de engenharia da Allianz Seguros, Gerson Caio Monteiro é o responsável pela palestra, marcada para essa quinta-feira, 27, às 10h. “Os combustíveis fósseis ainda respondem pela grande parte da demanda por energia no Brasil e no mundo. Mas as opções de energia renováveis são fundamentais para complementar a matriz energética e a tendência é que se tornem cada vez mais importante”, afirma.
Para o segmento, os seguros de grandes riscos incluem opções para a proteção do bem sustentável, garantia da entrega do empreendimento e da obra e de possíveis danos à operação. As possibilidades são variadas e as opções para o investidor estão pelo mercado afora. “Em poucos meses teremos um leilão para suprir 3 mil megawatts de energia eólica de usinas que estarão em construção e só entram em operação a partir de setembro de 2015, o mercado tem muito apetite pelo produto”, explica o gerente.
A edição de 2013 do Congresso Ecogerma, acontece no Club Transatlântico, em São Paulo. Organizado pela Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo (AHK, na sigla em alemão), o congresso está alinhado com a Temporada Alemanha + Brasil 2013-2014.
Pesquisadores, especialistas, representantes de pequenas, médias e grandes empresas brasileiras e alemãs ministrarão diversas palestras estruturadas em painéis sobre energia, mobilidade e gestão de resíduos. As inscrições para o Congresso Ecogerma são gratuitas e podem ser feitas pelo site oficial do congresso.
Serviço:
O que: Ecogerma 2013 / Palestra sobre seguros para fontes renováveis de energia. A Allianz Seguros conduz palestra sobre a aplicabilidade dos seguros de grandes riscos em obras de energia, durante a 5ª edição do Congresso Ecogerma, uma das principias conferências de sustentabilidade do País que este ano tem como tema “Experiências Brasil-Alemanha: gestão de recursos, energia e mobilidade”
Quem: Allianz Seguros – Gerson Caio Monteiro – gerente de riscos de engenharia
Quando: 27 de junho
Horário: 10h
Onde: Club Transatlântico – Rua José Guerra, 130 – São Paulo/SP
Quanto: gratuito e aberto ao público mediante inscrições
Informações e inscrições: http://www.ecogerma.com/
O superintendente de Relações Trabalhistas e Sindicais da SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização, Messias de Oliveira, acaba de assumir a presidência da Comissão de Recursos Humanos da CNseg – Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização.
“Em 2012, com produção global de R$ 252,26 bilhões, a participação do setor segurador brasileiro no PIB passou a representar 5,73% dos R$ 4,403 trilhões dos bens e serviços produzidos no Brasil, de acordo com o informe anual do mercado segurador brasileiro de 2012. Os resultados tornam a CNseg cada vez mais sólida entre as maiores e mais influentes confederações no cenário nacional e aí está um dos desafios da Comissão de Recursos Humanos, no sentido de ter uma atuação alinhada à estratégia das empresas, propor processos eficientes de gestão de pessoas e mitigação de riscos ligados à área, motivo pelo qual me sinto honrado com a oportunidade de contribuir com o fortalecimento do mercado”, afirma Messias.
Entre os objetivos da comissão de Recursos Humanos da CNseg está o empreendimento de esforços para valorizar o capital humano, ressaltando a importância dos funcionários para o bom andamento do negócio; o incentivo à adoção de práticas sustentáveis, com a implantação de uma política de gestão de pessoas focada no socialmente justo; além do estímulo à atitudes ecologicamente corretas e financeiramente viáveis no ambiente interno da empresa, auxiliando o funcionário na sua formação constante como cidadão atuante na sociedade.
Formado em Direito, com MBA em Direito Processual e Gestão de Recursos Humanos, o executivo tem 13 anos de experiência nesse mercado. Messias já atuou na área de RH em multinacionais de grande porte, como Souza Cruz e Fosfértil.
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