A Mongeral Aegon, uma das dez maiores seguradoras independentes do Brasil, realiza até a próxima quarta-feira (03), a Campanha Inverno Solidário 2013, voltada para funcionários e corretores de todo o Brasil. O objetivo é arrecadar roupas de frio e fraldas (infantis e geriátricas, tamanhos G e GG). As doações serão entregues em instituições e bairros carentes nas cidades onde estão as 55 unidades da empresa.
Esse é o oitavo ano que a seguradora realiza a campanha. Em 2012 foram arrecadados 2490 itens incluindo cobertores e agasalhos “A responsabilidade social é um de nossos valores. Nosso objetivo é manter a Mongeral Aegon presente no mercado e na vida das pessoas, seja por meio dos nossos produtos ou de ações como essa que visam minimizar a necessidade daqueles que mais precisam”, explica Mônica Martins, gerente de consultoria interna de RH da Mongeral Aegon.
Fernando Gonzaga e Clarice, proprietários da FG Seguros, uma das principais corretoras de Florianpólis SC, fazem parte do seleto grupo de cerca de 330 profissionais premiados na Campanha Artilheiros fase 2, do grupo Liberty Seguros. O objeto de desejo desta edição foi poder vir torcer no jogo final da Copa das Confederações. O que não estava previsto era ter o Brasil na final e ainda ganhar de goleada no time espanhol por 3 a 0.
“Quem quiser ver a final da Copa 2014 já sabe o que tem de fazer na terceira fase da campanha”, diz Pablo Barahona, CEO da Liberty Seguros, única seguradora entre os patrocinadores da Copa 2014. Victor Mientjes, COO da América Latina, repetiu o conselho de Barahona durante o jantar de premiação dos corretores vencedores: “Vocês gostaram do evento? Então façam o possível para torcer pelo Brasil na Copa conosco, pois temos certeza de o time brasileiro estará na final pelo jogo que vimos juntos ontem no Maracanã”, disse.
A FG Seguros atua em todos os nichos de negócios, movimentando cerca de R$ 12 milhões por ano. “Trabalhamos com a Liberty há 11 anos e fomos premiados em nove deles”, conta, orgulhosa, Clarice. Fernando sente que o mercado de seguros está muito competitivo, principalmente em automóvel, carteira que mantém uma boa parceria com a Liberty. “Ela sempre é escolhida pela nossa equipe pois realmente tem um atendimento muito diferenciado, tanto para o corretor como para o nosso cliente quando há um sinistro”, afirmam os corretores.
Para eles, ter um bom relacionamento com os executivos das seguradoras é um ponto primordial para todos. “Mas o que nos faz ter uma grande produção com a Liberty realmente é o atendimento dado aos nossos clientes na hora em que eles mais precisam”, ressaltam. O casal garante que estará na lista de vencedores da fase 3 da Campanha Artilheiros. “Com certeza vamos estar torcendo junto com a Liberty Seguros pelo Brasil na Copa de 2014”, prometem, ainda empolgados com o jogo Brasil e Espanha.
Luis Alberto Gigliotti, proprietário da corretora de seguros que leva o seu sobrenome, também fará de tudo para estar entre os vencedores da fase final da Campanha Artilheiros. “A Liberty dá automomia para os gerentes regionais resolverem rapidamente qualquer problema quando surge. Isso torna a nossa produção com eles volumosa, tranqüila e constante, o que é de grande importância para o relacionamento de longo prazo”, diz o dona da Gigliotti, que atua em 12 cidades do Estado de São Paulo .
A corretora, que atua com todas as linhas de negócios, movimentou cerca de R$ 40 milhões em prêmios em 2012, com uma parte significativa vinda das redes sociais. “Investimos muito pouco no site, facebook e twitter e temos um retorno enorme de consultas do público sobre como funciona o seguro, preços e serviços”, afirma.
Com a Liberty, a corretora Gigliotti, com sede em Barra Bonita, tem um relacionamento mais forte no segmento de automóvel. “O desafio, e também a grande oportunidade, está em crescer em outros ramos. Temos tido uma enorme demanda das pequenas e médias empresas, principalmente em virtude das manifestações que têm ocorrido. Estamos até contratando mais funcionários para aumentar a nossa atual equipe de 40 funcionários”, conta Ione Gigliotti, gerente da filial de Sumaré.
Para manter seu crescimento, ele aposta também em anúncios na mídia. “No interior, o custo de anúncios é muito inferior ao das capitais”, comenta. A marca Gigliotti está em várias mídias, como tevê Globo, em 21 rádios, oito jornais e agora as redes sociais, além de patrocínios sociais em hospitais e parcerias com entidades filantrópicas.
“Muito obrigado por levarem o nome da Liberty Seguros a cada um de seus clientes. Muito obrigado por terem torcido conosco pelo Brasil ontem no Maracanã”, diz Marcos Machini, VP comercial da Liberty Seguros
matéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)
Bola da vez na atração de investimentos externos durante os primeiros da crise financeira mundial que eclodiu a partir de 2008, o Brasil deve se preparar para conviver com um cenário menos favorável ou mesmo adverso a partir de agora e, em resposta, retomar um receituário clássico do governo FHC- responsabilidade fiscal e redução dos gastos públicos-, para disputar capitais estrangeiros necessários para eliminar gargalos de sua economia, como na área de infraestrutura. E o ideal é que o País se organize já, porque, adicionalmente, enfrentará o grave problema de envelhecimento de sua população nas próximas décadas. A recomendação é do presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), Osvaldo do Nascimento, que apresentou palestra, nesta quarta-feira (26), a convite do Grupo Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ).
O Brasil, que hoje conta 24 milhões de aposentados, ou seja, quase uma Argentina, e convive com um déficit de R$ 100 bilhões na previdência pública, terá a metade de sua população com mais de 50 anos em 2050 e menos trabalhadores para gerar riquezas, tendo em vista a queda da taxa de fecundidade no País.
Ele reconhece que seu prognóstico exigirá um “direcionamento estratégico” do mercado de seguros de pessoas nas próximas décadas, visto que, a exemplo dos pares internacionais, terá de conviver com um ambiente macroeconômico mais hostil, incluindo-se riscos regulatórios, rentabilidade reduzida de suas provisões técnicas, provável correção dos preços de produtos, dificuldades de manter elevadas taxas de crescimento, fraudes maiores em razão dos meios remotos, escassez de talentos, entre outras turbulências à espreita no voo de expansão do mercado.
Para ele, os primeiros sinais de dias nebulosos para captar recursos no exterior para o financiamento do governo já começaram neste ano e devem-se não só à melhora da economia dos Estados Unidos, mas também à desaceleração do PIB da China. A reação gradual dos EUA produz alta do dólar no mercado mundial e retorno dos investidores para lá. Já o crescimento menor da China afeta os valores das commodities e, em consequência, os negócios brasileiros, grande vendedor de produtos primários, e suas contas externas. “É sabido que o País não conseguirá manter crescimento sustentável, porque há gargalos na infraestrutura e capitais externos vão se tornar cada vez menores e mais caros para financiar este setor. Então, o País precisa se adequar ao novo cenário mundial”, destacou.
Mesmo com o dever de casa feito, problemas complexos se avizinham e criam dilemas desafiantes para gestores públicos e privados. De longe, a questão mais desafiadora é o envelhecimento da população brasileira nas próximas décadas, tendo em vista os impactos nos gastos públicos, que serão crescentes, e para o mercado segurador, cujos custos também serão maiores em uma sociedade mais velha, lembra Osvaldo do Nascimento.
Justamente pelo fenômeno da longevidade, países desenvolvidos enfrentam hoje uma pressão de custos e graves dificuldades para financiar gastos crescentes na previdência e na área de saúde. “Todos os países que convivem com o envelhecimento da população, como França, Portugal, Itália, estão em crise hoje, mas antes se tornaram ricos. O Brasil sequer chegou a enriquecer, mesmo em um período de bônus demográfico como o atual, e terá de enfrentar já nas próximas décadas os efeitos decorrentes do envelhecimento da população”, lembrou ele.
Destacando que o maior acesso à saúde pública já consta da pauta dos atuais manifestações de rua, lideradas por jovens e pessoas de meia idade, que, a princípio, não são tão demandantes de cuidados médicos no momento, é possível imaginar que tais pressões tornem-se crescentes nas próximas décadas, e os governos não tenham condições de atender aos pleitos, porque o custeio da saúde pública é um problema mundial. Isso porque a inflação médica supera em até 10 vezes a variação dos preços de alimentos e dos demais serviços, tornando-se um saco sem fundo em termos de gastos.
Para ele, está claro que o País caminha para um encontro marcado entre uma demografia adversa e um desafio fiscal. Qual o papel do mercado segurador nesse futuro contexto?. A rigor, sua principal contribuição será mitigar o risco daqueles que fizerem sua adesão aos produtos de previdência, vida e de saúde. “O cidadão terá de planejar melhor sua vida financeira, estabelecendo objetivos de curto, médio e longo prazo. E poupar para custear, lá na frente, gastos com saúde e de previdência. Não há soluções mágicas”, afirma ele. A gôndola das seguradoras já oferece coberturas, mas novos produtos deverão ser incluídos às prateleiras, como o VGBL Saúde e, mais lá na frente, até seguros específicos para atender às necessidades de renda de pessoas que ultrapassem 85 anos.
A Marítima alcançou R$ 611,7 milhões em Prêmios de Seguros no Brasil só nos quatro primeiros meses de 2013. A cifra é 14,8% superior ao mesmo período no ano passado, e segue o histórico de margens de crescimento da ordem de dois dígitos nas carteiras de Automóveis (20,6%), Saúde (13,6%), Pessoas (11.6%) e Ramos Elementares (11,4%; que compreendem modalidades como Engenharia, Garantia, Residência e Condomínio, entre outros).
No Rio de Janeiro, a companhia registrou crescimento de 13,5% no período, impulsionado principalmente pelo desempenho das carteiras de Automóveis (23,7%), seguindo a estratégia de ampliar a participação de mercado no Estado.
Já em Minas Gerais, a companhia registrou R$ 39 milhões em Prêmios Emitidos Líquidos. A cifra é 34,2% superior ao mesmo período no ano passado, e segue a estratégia de incremento no market share da companhia no Estado. O destaque também ficou para as carteiras de Automóveis, que teve 48,8% de crescimento, seguida pelo aumento de 34,5% na de Ramos Elementares.
O crescimento também foi substancial no Paraná. A estratégia de investimento para aumento do market share no Estado resultou em R$ 31,5 milhões em Prêmios Emitidos Líquidos nos quatro primeiros meses do ano. A cifra é 25,7% superior ao mesmo período no ano passado, e foi impulsionada pelo expressivo crescimento de 68,31% na carteira de Automóveis, seguido por 14,1% na área de Pessoas e 7,8% em Ramos Elementares. Desde 2011, novas filiais foram inauguradas em Curitiba, Maringá e Ponta Grossa para atender à crescente demanda.
No Rio Grande do Sul, Os Prêmios Emitidos Líquidos ficaram em R$ 36,3 milhões, 11,7% superior ao mesmo período no ano passado. A carteira de Automóvel teve um crescimento de 18%, seguida pela de Ramos, com 10,3%, e a de Pessoas, com 8,8%. Vale destacar o aumento da companhia no Interior do Estado, com índices de crescimento de 30,7% na carteira de Automóveis, 13,4% na de Pessoas e 11,7% na de Ramos Elementares.
O mercado de previdência complementar aberta arrecadou R$ R$ 6,3 bilhões em abril de 2013. O montante de novos recursos que ingressaram no sistema é 22% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior, quando foram registrados R$ 5,2 bilhões. Os planos individuais responderam por R$ 5,6 bilhões dos novos depósitos no período, alta de 26,61% em relação a abril do ano anterior. Com o desempenho da previdência complementar aberta no mês de abril, a carteira de investimentos do sistema alcançou o patamar de R$ 351,6 bilhões, alta de 21,71% na comparação com os R$ 288,8 bilhões registrados no mesmo mês em 2012.
Frente a abril de 2012, a carteira de investimentos do VGBL, modalidade indicada para quem declara o IR pelo modelo simplificado, obteve melhor desempenho com alta de 27,38%, passando de R$ 174,7 bilhões para R$ 222,5 bilhões. Já o PGBL, recomendado para os participantes que declaram o IR pelo formulário completo, cresceu 9,76%, no período e registrou R$ 75 bilhões. Por fim, a carteira dos planos tradicionais passou de R$ 45,2 bilhões para R$ 53,6 bilhões, alta de 18,40%.
Segundo a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 22 seguradoras e 13 entidades abertas de previdência complementar no país. A previdência privada aberta conta atualmente com aproximadamente 13,7 milhões de contratos ativos e cerca de 96 mil já usufruindo os benefícios (aposentadoria, pecúlio, pensão, renda por invalidez e renda a menores).
Por tipo de produto – Na análise por produto, os planos individuais foram o destaque, com arrecadação de R$ 5,6 bilhões, volume 26,61% superior ao mesmo mês do ano anterior. Os planos para menores registraram aportes de R$ 142,9 milhões (R$ 178,2 milhões em abril de 2012), e os planos empresariais, por sua vez, contabilizaram R$ 567,8 milhões em novos depósitos. Em abril do ano passado, foram R$ 573,1 milhões.
Ranking das Empresas – Carteira de Investimentos (R$ 351,6 bilhões)
A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking no período com 32,99% do total das reservas; Itaú Vida e Previdência (24,39%); BrasilPrev Seg. e Previdência (20,98%); Zurich Santander Seg. e Prev. (6,06%); Caixa Vida e Previdência (5,76%); HSBC Vida e Previdência (3,22%); Icatu Seguros (2,04%); Sul América Seg. e Previdência (1,24%); Safra Vida e Prev. (0,86%); Porto Seguro Vida e Prev. (0,69%). As demais entidades somam, no total, 1,78% da Carteira de investimentos.
Provisões – As provisões (recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar aberta) apresentaram saldo de R$ 339,3 bilhões e alta de 20,66%, em abril de 2013. No mesmo período do ano anterior, as provisões totalizaram R$ 281,2 bilhões. As provisões do VGBL tiveram o crescimento mais expressivo no período (alta de 27,39%), passando de R$ 174,7 bilhões para R$ 222,5 bilhões.
As provisões dos planos PGBL cresceram 9,81%, no período, passando de R$ 68,3 bilhões para R$ 75 bilhões. As reservas de planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 37,8 bilhões para R$ 41,4 bilhões, no período, alta de 9,40%.
Com relação a market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de provisões entre os planos de caráter previdenciário, com 65,58% do total, seguidos pelos PGBL, com 22,10% do volume total de provisões, enquanto os planos tradicionais contaram com 12,20% do volume total de provisões. Outros produtos – incluindo os FAPI – completam a equação, com 0,12%.
Resultado acumulado (jan/abr)
Na avaliação do acumulado o mercado de previdência somou R$ 25,2 bilhões, um crescimento de 25,58% em relação aos R$ 20,1 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior. A arrecadação dos planos individuais registrou alta de 31,46% na soma dos primeiros quatro meses de 2013, com depósitos de R$ 22,6 bilhões. Os planos empresariais acumularam R$ 2 bilhões (R$ 2,2 bilhões no acumulado do ano passado), e os planos para menores R$ 568,4 milhões, em relação aos R$ 626,4 milhões do mesmo período em 2013.
O jornal Valor Econômico publicou uma reportagem cheia de informações interessantes ontem sobre a Porto Seguro. Segue, para quem não leu!!!!
A Porto Seguro Conecta, operadora móvel virtual (MVNO, na sigla em inglês) da seguradora Porto Seguro, inicia hoje a venda de serviços aos consumidores. Será a primeira iniciativa do tipo no país desde que o modelo foi regulamentado no país, em 2010. O início das operações será feito nas cidades paulistas de Santos, a partir de hoje, e Campinas, amanhã.
De acordo com José Luis Ferreira da Silva, diretor da Conecta, as localidades foram escolhidas porque apresentam um número significativo de clientes da seguradora e são mercados menores, onde será possível testar o desenvolvimento do serviço. No projeto de expansão, disse Silva, a ideia é chegar à cidade do Rio até o fim do ano, e em São Paulo no primeiro trimestre de 2014.
A Conecta está em funcionamento desde meados do ano passado, mas vinha sendo usada pela Porto Seguro exclusivamente em seu negócio de rastreamento de veículos. No fim de julho, a operadora atingiu a marca de 65,8 mil linhas em serviço, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A operadora funciona no modelo de autorizada, contratando a rede de uma companhia estabelecida e se responsabilizando por toda a oferta de serviços. A Conecta usa a rede da TIM e tem a Datora como parceira tecnológica. Até agora, a Porto Seguro diz ter investido R$ 35 milhões na iniciativa.
As operadoras móveis virtuais surgiram como uma maneira de aumentar a competição no mercado brasileiro. A expectativa inicial era que até o fim de 2012 fossem encaminhados à Anatel 100 pedidos de operação desse tipo de rede. Mas apenas quatro foram feitos até hoje (Porto Seguro, Datora, Sisteer e Terapar). Outras duas iniciativas já foram anunciadas, mas ainda não chegaram ao órgão regulador: Correios e Virgin Mobile. De acordo com a consultoria espanhola Everis, as operadoras de rede virtual no Brasil podem chegar a uma participação de 5% a 10% do mercado de celulares.
De acordo com Silva, a meta da Porto Segura Conecta é ter um milhão de clientes entre voz e serviços de monitoramento em um período de cinco anos. Com um volume baixo se comparado aos milhões de adições feitas anualmente pelas operadoras tradicionais, a MVNO não pretende competir diretamente com elas por espaço no mercado, diz Tiago Galli, gerente-geral da operadora. A ideia é que a empresa seja uma ferramenta para tornar mais fiéis clientes e corretores, como já ocorre com produtos como o cartão de crédito Porto Seguro e a assistência para computadores e eletrodomésticos incluída nos seguros residenciais.
Segundo Galli, a Conecta pretende ter como principal diferencial a qualidade do atendimento aos clientes. Um exemplo disso é o processo de portabilidade – quando o assinante muda de operadora sem trocar o número do telefone. “Vamos fazer todo o monitoramento do processo e ligar para o usuário para atualizá-lo sobre o andamento. Quando o processo for concluído, o pessoal de atendimento vai ligar para avisar o cliente e testar se está tudo certo”, disse o executivo.
Os clientes da Conecta terão direito a um “smartphone reserva” por até 30 dias, caso seu aparelho oficial precise ir para o conserto. Também será oferecido gratuitamente um serviço de localização que permite ao cliente saber, por exemplo, onde estão seus familiares. A compra de smartphones poderá ser feita com descontos de até 50% quando pagas com cartão da Porto Seguro. E os gastos mensais poderão convertidos em 10% de desconto na contratação ou renovação do seguro para carros. “Se juntar o desconto do telefone, mais o do cartão e de outras ofertas, o cliente consegue baixar muito o valor do seguro”, disse Silva.
A Porto Seguro Conecta terá, inicialmente, três pacotes pós-pagos com franquias de 200, 400 e 800 minutos de ligações para telefones fixos e celulares e mensalidades de R$ 110, R$ 195 e R$ 350, respectivamente. Quem fizer a portabilidade pode optar por um plano que cobra apenas o que é consumido no mês.
Todas as ofertas terão pacote de SMS e um gigabyte (GB) de franquia de dados para acesso à internet (a princípio só na tecnologia 3G). Os clientes poderão fazer chamadas para 15 países (entre eles Estados Unidos, França, Argentina e Chile) com preço de ligação local. As vendas dos chips serão feitas pelos corretores da companhia, que receberão comissão, assim como ocorre com os seguros. De acordo com Galli, os preços do serviço de roaming internacional serão divulgados em breve.
Acontece hoje a grande final da Copa das Confederações. A Liberty Seguros é a seguradora oficial do evento, assim como da Copa 2014. “Há três anos fechamos o patrocínio da Copa. Já fizemos muitas coisas e ainda temos muito a fazer para contribuir para que essa seja a melhor de todas as Copas”, diz Pablo Barahona, CEO da primeira seguradora a patrocinar um evento do porte da Copa no Brasil.
“Temos hoje 50 corretores que venceram a Campanha Artilheiros. Vocês fizeram um gol e por isso estão aqui como nossos convidados para assistirem a final Brasil e Espanha. Para aqueles que não vieram, sabem o que precisam fazer para estarem aqui conosco daqui a um ano,, nos jogos da Copa Mundial”, diz ele, durante um breve discurso no Rio Scenrium, um dos principais bares da Lapa, bairro conhecido por concentrar botecos descolados da capital carioca. Lá estavam reunidos cerca de 200 convidados, inclusive executivos do grupo vindos de Boston, onde está a matriz da Liberty, e das filiais Venezuela, Chile, Colômbia e Espanha. Difícil será conciliar os interesses no jogo Brasil e Espanha, no qual todos torcerão juntos com a Liberty no Maracanã.
Em razão das manifestações, várias ações previstas pela Liberty no Rio de Janeiro foram canceladas. Em Salvador, durante o jogo Brasil e Itália, a seguradora fez parceria com a ONG do Olodum para sensibilizar as pessoas com o projeto Sinal Livre – Andar com responsabilidade é andar seguro, “O objetivo das ações de rua é despertar e incentivar pedestres, ciclistas e motoristas a terem atitudes mais seguras no trânsito”, diz Karina Louzada, gerente de assuntos corporativos da Liberty. A adoção da causa está em linha com a missão da Liberty Seguros, que é ajudar as pessoas a viverem de forma mais segura e tranquila, além de trabalhar com uma problemática atual que afeta a todos os brasileiros, principalmente os que moram em grandes centros urbanos, afirma.
Mais de 3 mil pessoas, entre clientes, corretores, funcionários, parceiros, ONGs e público em geral, terão a oportunidade de participar dos eventos da Copa das Confederações. Todos foram premiados por meio das inúmeras campanhas promocionais e ações sociais realizadas pela seguradora. “Nossa proposta foi premiar o máximo de pessoas com ingressos para a Copa das Confederações”, afirma Adriana Gomes, diretora de Marketing da Liberty Seguros. Várias crianças tiveram a oportunidade de assistirem aos jogos. “Muitas entraram pela primeira vez em um estádio, que até então só viam de fora. Foi recompensador acompanhar a emoção delas durante todo o evento”, diz Caroline Arice, uma das jornalistas do time Liberty que cuida de conteúdo e responsabilidade social, e que acompanhou um grupo de crianças ao jogo do Haiti.
As ações de marca, com investimentos de R$ 26 milhões, traz como mote a responsabilidade, o privilégio e o orgulho dos brasileiros em fazerem parte do maior e mais importante evento esportivo do mundo. “Acreditamos em cada uma das pessoas responsáveis por fazer a Copa acontecer. Todos os brasileiros podem ser capitães e colaborarem para que esta Copa seja a melhor de todos os tempos”, finaliza Adriana.
O personagem central da campanha é o capitão Cafu, escolhido por seu protagonismo no pentacampeonato. Nos anúncios, Cafu compartilha a honra e a alegria de ter representado toda uma nação como capitão do penta. Ele passa a braçadeira de capitão convocando os brasileiros a serem também capitães nessa Copa.
E vamos lá que hoje tem mais Liberty Seguros na Copa das Confederações! Tentarei cobrir o evento do Maracanã, mas pelo que já fui informada, está praticamente impossível conseguir conexão com a internet em estádios, dada a falta de infraestrutura para atender a grande demanda que acontece nesse tipo de evento. O importante é torcer. Muito!
Carlos Augusto Monteiro de Barros é o novo superintendente de Sinistros da Allianz Saúde. Com 16 anos de experiência em saúde privada, trabalhou nas operadoras Amil, Blue Life e Grupo NotreDame Intermédica, acumulando experiências nas áreas financeira e técnica. Antes de ingressar nesse mercado, atuou no Grupo Votorantim. O executivo é formado em Economia pela Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP) e possui pós-graduação em Administração e Negócios pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP).
O mercado de seguros de pessoas, que engloba produtos como o seguro prestamista, seguro educacional e seguros de vida individual e em grupo, fechou o mês de abril com R$ 2 bilhões em prêmios, crescimento de 21,77% se comparado a abril de 2012, quando o mercado movimentou R$ 1,7 bilhão. No período, as seguradoras pagaram aos clientes um total de R$ 541,7 milhões em indenizações.
O auxílio funeral, que prevê cobertura das despesas incorridas com o sepultamento, em caso de falecimento do segurado, apresentou crescimento de 115,71%, a maior expansão relativa entre os seguros de pessoas na comparação de abril de 2012 para 2013. O produto registrou R$ 26,8 milhões em volume de prêmios, de acordo com a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 74 empresas que comercializam produtos de seguros de pessoas e previdência complementar aberta.
O seguro de vida, produto de maior participação na carteira, apresentou crescimento de 22,57%, com volume de prêmios no valor de R$ 871 milhões ante R$ 710 milhões registrados em abril de 2012. Já o seguro viagem somou R$ 6,9 milhões, representando aumento de 69,42%, enquanto no mesmo período do ano anterior arrecadou R$ 4,1 milhões.
O seguro prestamista (proteção financeira), que garante o pagamento de parcelas de qualquer tipo de financiamento ou crediário em caso de morte ou invalidez do segurado, expandiu 25,93% com total de R$ 563,2 milhões em prêmios, valor que em abril de 2012 foi de R$ 447,2 milhões. A FenaPrevi também detectou crescimento de 13,66% no seguro para acidentes pessoais, totalizando R$ 410,9 milhões em abril deste ano, enquanto no mesmo mês de 2012 o volume de prêmios foi de R$361,5 milhões.
Ranking das seguradoras por prêmio em abril de 2013 – R$ 2 bilhões
Grupo BB/Mapfre (20,21%), Grupo Bradesco (15,93%), Grupo Itaú (14,84%), Zurich Santander Brasil Seg. e Prev. (9,69%), Grupo Caixa (5,85%), Grupo HSBC (3,49%), Metropolitan Life Seguros e Previdência (3,39%), Icatu Seguros (3,26%), Cardif do Brasil Vida e Prev. (3,11%), Grupo Porto Seguro (1,95%). As demais seguradoras representaram 18,28% dos prêmios de seguros. Foram considerados, para este ranking, as respectivas holdings.
O Itaú Unibanco comprou 99,9% das ações da BMG Seguradora por R$ 85 milhões, segundo fato relevante divulgado ao mercado nesta quinta-feira. A compra da BMG Seguradora foi feita através da joint venture Itaú BMG Consignado, formada pelos dois bancos em junho do ano passado. Segundo o comunicado, a BMG Seguradora gerou R$ 62,6 milhões em volume de prêmios retidos durante o ano de 2012. De janeiro a maio deste ano, o volume de prêmios foi de R$ 42,4 milhões, 77% acima do volume gerado no mesmo período do ano anterior. De acordo com o fato relevante, a aquisição não acarretará efeitos contábeis relevantes nos resultados do Itaú Unibanco, que consolidará a operação em suas demonstrações financeiras”. A negociação depende ainda da aprovação das autoridades regulatórias.
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