A Segurar.com, primeira corretora totalmente online do Brasil, amplia mais uma vez o seu portfólio com a oferta do seguro de Responsabilidade Civil Profissional para dentistas. Este é o 22º produto comercializado no site www.segurar.com, posicionando a corretora na liderança no mercado nacional de seguros online.
O Protector é um produto da Argo Seguros, subsidiária do Argo Group Internacional, e tem como propósito garantir a proteção e dar assistência aos dentistas em caso de eventuais processos judiciais. “A cobertura do Protector contempla pessoas físicas e jurídicas que entendam que a atividade profissional da qual fazem parte oferece riscos, pressupondo indenização”, explica Oswaldo Romano (foto), CEO da Segurar.com.
Em casos de defesas jurídicas por danos materiais ou morais, a Argo Seguros garantirá os gastos necessários, como honorários de advogados, depósitos recursais, fianças e demais despesas. Renato Spadafora, COO da Segurar.com, explica que apesar de os seguros de responsabilidade civil, de maneira geral, serem ainda pouco difundidos no Brasil, o segmento passa por transformações significativas neste sentido. “Está havendo uma grande mudança em prestação de serviços, e isso faz com que os profissionais se preocupem em ter uma cobertura no caso de danos ou até mesmo indenizações”, completa.
A apólice é válida em todo o território brasileiro e pode contemplar atos praticados em um período de até cinco anos antes da contratação do seguro, desde que desconhecidos pelo segurado. Além do Seguro de Responsabilidade Civil Profissional para dentistas, outros produtos também estão disponíveis no site da Segurar.com: Seguro Auto, Aéreo, Viagem, Residencial, Lar Protegido, Mulher Protegida, Vida, Vida Diabetes, Responsabilidade Civil para contabilistas, empresários, engenheiros e médicos, Pet, Acidentes Pessoais, Diária Hospitalar e, futuramente, serviços de Assistência 24 horas para Autos, Residências e Funeral, Gadgets, Estagiário, entre outros.
Os desafios da economia espanhola e do grupo segurador Mapfre, a maior da Espanha, foram tema do encontro de Antonio Huertas, CEO mundial da Mapfre, com jornalistas nesta manhã. Diferente dos brasileiros, que estavam sem voz de tanto torcer para o Brasil no último domingo, a voz de Huertas estava perfeita, uma vez que não teve motivos para gritar durante a partida final da Copa das Confederações no Maracanã, com o Brasil vencendo a Espanha por 3 a 0. “Estou confiante para os jogos da Copa em 2014”, disse.
Nesta terceira vez que veio ao Brasil, além de estar presente no jogo, Huertas abriu sua agenda para discutir com jornalistas a situação econômica na Espanha e posicionamento da Mapfre. “A Espanha é um país de magníficas oportunidades e representa um bom negócio para as empresas brasileiras”, disse, ao abrir seu discurso repleto de dados macroeconômicos que mostraram a evolução da economia espanhola nos últimos anos. “Podemos afirma que a Espanha é um dos exemplos de transformação no mundo”, afirmou.
Ele ressaltou a redução do déficit público de 11,2% em 2009 para 6,3% em 2013. “Quatro pontos percentuais representam um grande esforço no cenário de crise que o mundo vive”, observou. Depois de atingir 635 pontos básicos em julho de 2012, o prêmio sobre o risco caiu graças às medidas tomadas na Espanha e ao apoio da Europa. Em maio, por exemplo, o Tesouro cobriu 50% das necessidades de finalidade previstas para o ano inteiro.
Espanha, superada apenas pela Irlanda considerando-se a Europa, tem melhorado a produtividade. Consequentemente, as exportações, pela primeira vez em 2013, superaram as importações. Em relação ao crescimento, Huertas afirmou que no terceiro trimestre deixa de decrescer, apresentando um pequeno crescimento do PIB de 0,5%, 0,6% e 0,7% nos meses de outubro, novembro e dezembro. “Este crescimento é fruto de sete anos de retração, dinamismo na exportação e força de trabalho mais produtiva e acessível na Europa. Huertas fez questão de ressaltar que seguros é um ramos estabilizador da economia, tanto por ser um investidor institucional, como por ter uma carteira de investimentos que supera 221 bilhões de euros, o que representa 21% do PIB espanhol.
Neste cenário otimista desenhado por Huertas, mesmo com desemprego superando 26%, a Mapfre tem apresentado bom desempenho, uma vez que adotou a estratégia de internacionalização há décadas, o que lhe ajudou a compensar o fraco crescimento na Espanha nos tempos de crise mais acentuada. “O desempenho é o maior problema da economia, que precisa de mais atenção. Em junho, os dados indicam redução da taxa de desemprego. Mas vamos demorar ainda para atingir uma taxa abaixo de 15%, o governo tem buscado formas de melhorar a oferta de empregos”, admitiu. Segundo ele, um prazo previsto para melhorar o índice de emprego é estimado em cinco anos.
O grupo está presente em 46 países. Os negócios da Espanha representam hoje 33%, sendo 67% proveniente do exterior. Em 2012, o resultado de seguros superou 720 milhões de euros no mundo, apesar da crise mundial. O Brasil é a segunda unidade de negócios da Mapfre. A primeira é a Espanha e segunda o Brasil. “Acabamos de completar dois anos de parceira com o Banco do Brasil e estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos”, ressaltou Huertas.
Quanto as manifestações no Brasil, instabilidade política e dados como queda da bolsa, alta da inflação, endividamento das famílias e alta dos juros, bem como saída de investidores estrangeiros, ele entende que é uma situação temporária e que em breve o país volta ao ritmo de crescimento.
Em relação a seguros, o índice combinado é o que define a eficiência de uma companhia. “Estando abaixo de 100%, há ganho operacional. E a Mapfre está. O índice combinado da BB e Mapfre é de 92%. Com isso, a mudança da taxa de juros, que passou a ser elevada pelo governo para conter a inflação, será considerada na formação de preço.
O grupo atua em todas os segmentos no Brasil, exceto em saúde, que representa 37% das vendas da indústria de seguros. “Temos um pedido de autorização na ANS, que ainda aguardamos liberação. É um setor que vamos atuar com grande precaução, pois o segmento no Brasil é complexo, tem interferência legislativa forte, e por isso vamos buscar postura de atuar em ramos em que essa interferência é menor, como empresarial”, informou Wilson Tonetto, presidente da Mapfre Brasil. Neste caso, o investimento 100% Mapfre, uma vez que o BB já informou que não quer assumir riscos em saúde. A Mapfre pretende buscar a rede do banco para distribuir planos de saúde que vier a comercializar.
Em relação ao resseguro, a Mapfre atua com sua resseguradora no Brasil, na modalidade local. Porém, isso não impede que o grupo fique atento ao IPO do IRB Brasil Re, líder de mercado, previsto para ocorrer em dois anos, depois que o Tesouro vendeu ao Banco do Brasil sua participação. “A Mapfre está à disposição para avaliar novas oportunidades. Temos uma resseguradora local, mas sempre é uma possibilidade analisar novos investimentos”, concluiu Huertas.
Huertas comentou os desafios globais da Mapfre. O número 1 é ser uma companhia global de seguros. Para isso, persistirá em ter uma estrutura cada vez mais flexível e eficiente, bem como consolidar a cultura corporativa dentro da filosofia “pessoas que cuidam de pessoas”. Huertas também ressaltou a necessidade de inovar para crescer e fomentar relacionamentos de longo prazo com todos os stakeholders com base na confiança.
A OdontoPrev, maior operadora de planos odontológicos do Brasil, atingiu recorde na liquidez de suas ações na BM&FBovespa. Durante o primeiro semestre desse ano, foram realizados 4.238 negócios em média por dia, número 113% superior à média diária registrada de 1.995 do mesmo período de 2012. O volume financeiro médio atingiu R$ 20 milhões por dia, 121% maior ao registrado no primeiro semestre de 2012, de R$ 9 milhões.
O Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) lançou nesta quarta-feira (3/7) a ferramenta “Autocálculo”, cujo objetivo é facilitar a vida dos corretores de seguros, deixando-os livres das atividades operacionais e burocráticas para poderem ganhar tempo na elaboração de propostas para seguros de carro.
Concebida em parceria com Ebix Latin America, empresa líder mundial no desenvolvimento de soluções para o mercado de seguros, a ferramenta Autocálculo do Sincor-SP funciona de forma integrada e online com as companhias seguradoras. A ferramenta permite que, em poucos minutos, seja gerada uma proposta de acordo com o perfil e as necessidades do cliente.
Hoje, o corretor de seguros gasta mais de uma hora para cotar e transmitir uma proposta aprovada para o consumidor. Com o Autocálculo, esse tempo será reduzido para cerca de cinco minutos, em média. “A expressiva rapidez proporcionada pela nossa ferramenta permitirá ao corretor mais tempo para prospectar negócios e prestar um melhor serviço de consultoria ao cliente”, afirma Mário Sérgio de Almeida Santos presidente do Sincor-SP.
A ferramenta Autocálculo Sincor-SP apresenta as diversas cotações equalizadas em uma única tela, com os valores, promoções, descontos, coberturas padrões e adicionais, além das condições comercias. Além disso, o corretor terá um módulo para a gestão de cotações feitas, propostas emitidas e manutenção de cadastro. Ele poderá, ainda, recalcular com facilidade uma cotação feita previamente.
A solução permite também ajustes de configuração de maneira totalmente personalizada, levando em conta a identidade visual, navegabilidade, permissão de acesso e administração de usuários.
O sistema será de uso exclusivo dos corretores de seguros, que só terão acesso aos cálculos das seguradoras com as quais já trabalham. Para adquirir a ferramenta, o corretor deve ser associado ao Sincor-SP há mais de seis meses. Além disso, as operações dependerão do uso de certificado digital.
Hosting – Infraestrutura e hospedagem completa da solução nos EUA para atender às necessidades e volumes crescentes de acessos na web;
80 horas por mês para implementação de melhorias, inovações e customizações na solução, sem qualquer custo;
Suporte técnico do software, englobando: atualizações, aprimoramentos, melhorias, customizações, serviço preventivo ou novas versões, e correções de código para ajustar desvios substanciais das especificações que tenham sido relatadas;
Helpdesk: a Ebix será responsável pelo atendimento de primeiro e segundo níveis aos usuários da solução, bem como o retorno ao corretor informando a conclusão do atendimento. Para isso, disponibilizará infraestrutura para os atendentes, meios para contato entre o usuário e o atendimento, assim como uma solução sistêmica para registro e acompanhamento dos chamados e respectivos atendimentos; irá triar os chamados e identificar os problemas e prestará serviços de suporte técnico e helpdesk.
De forma pioneira no Brasil e com o objetivo de garantir tranquilidade financeira às empresas, a Generali Brasil Seguros passa a oferecer o Stop Loss, uma linha de seguros de proteção financeira criada para limitar as perdas das empresas, diante da elevada volatilidade de riscos decorrentes dos planos de saúde patrocinados pelas companhias a seus funcionários.
“É frequente as operadoras de saúde repassarem o excesso de sinistralidade aos preços na renovação dos contratos ou gerarem relevantes furos orçamentários nos planos auto segurados das empresas”, afirma o diretor de Seguros de Pessoas e Benefícios da Generali, Valter Hime. “Muitas destas oscilações são causadas por eventos extraordinários de alta aleatoriedade e elevada severidade no curso da vigência dos planos. As empresas acabam por assumir tais impactos, em meio à impossibilidade de prever os custos futuros com o benefício.”
Segundo dados de consultorias especializadas em benefícios, os gastos com planos de saúde por parte das empresas aumentaram 155% de 2003 a 2011, acima do ajuste da inflação, de cerca de 87%. O salto foi decorrente, principalmente, do surgimento de novas tecnologias, combinado a tratamentos mais caros e prolongados.
Um levantamento desenvolvido pela Generali identificou que entre 75% e 80% dos custos dos sinistros são passíveis de serem previstos e, portanto, provisionados. Tais eventos estão relacionados a pequenas cirurgias, day hospital, despesas ambulatoriais, entre outros.
Em contrapartida, de 20% a 25% dos custos correspondem a riscos e eventos imprevisíveis, cobertos integralmente e obrigatoriamente pelos planos de saúde, como grandes cirurgias e traumas, que impactam diretamente no custo do plano dos anos seguintes ou pressionam o fluxo de caixa das empresas que auto seguram os gastos de seu plano de benefícios, as chamadas autogestões.
Para esses casos, o Stop Loss limita a perda financeira da empresa que, em conjunto com a Generali, define o valor máximo de sua perda (franquia) e, a partir deste valor, a cobertura começa a envolver os gastos excedentes. Com isso, a sinistralidade fica contida, reduzindo a volatilidade dos gastos com planos de saúde e garantindo maior previsibilidade orçamentária às empresas.
“Nosso objetivo com essa nova linha de seguros é conter a sinistralidade e tornar viável o planejamento financeiro das empresas”, acrescenta Hime.
O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) recebeu o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella, em seu almoço de julho, realizado nesta terça-feira (02/07), no Circolo Italiano.
O executivo esteve acompanhado dos vice-presidentes da seguradora Matias Ávila (Comercial), Carlos Alberto Trindade (Ramos elementares e Automóvel) e Renato Terzi (Vida e Previdência), além de outros membros da diretoria, que esclareceram dúvidas dos corretores de seguros nos variados assuntos. O mentor do CCS-SP, Alexandre Camillo, considerou um momento oportuno para estreitar relacionamento com os principais dirigentes de uma das maiores e mais importantes seguradoras do Brasil.
Para a plateia de aproximadamente 150 corretores de seguros, Portella apresentou sua visão sobre o mercado de seguros e a atuação da categoria. Enfatizou que o momento de cidadania e participação política no qual se encontra o País deve impactar a todos. “Fechar os olhos para as mudanças sociais que estão acontecendo no País é fechar os olhos para o futuro. E tudo isso vai impactar o mercado de seguros”.
Defendeu que a SulAmérica está em constante atualização para atender todas as exigências do mercado. “No ano passado treinamos e atualizamos mais de 20 mil corretores sobre os mais variados ramos de seguros. Essa deve ser a razão para tornar uma empresa multiprodutos como a SulAmérica especialista e bem sucedida em todas as suas linhas de negócios”.
O mentor do CCS-SP elogiou a seguradora pela criação do Programa Nova Geração, para formar profissionalmente os sucessores de corretores, no qual já inscreveu seu filho. Matias Ávila explicou que a iniciativa foi baseada na visão de que a maioria das corretoras de seguros são empresas familiares. “Queremos ajudar na sucessão e modernizar as corretoras com a participação dos jovens e da era digital. O programa é rico, terá palestra da nossa agência de propaganda sobre mídias digitais, e um bate-papo sobre o mercado segurador com nosso presidente e corretores, como o Boris Ber (mentor do CSS-SP de 2004 a 2008)”.
Sobre a dificuldade apresentada por corretores para comercialização do seguro saúde, com a ausência de planos individuais e a participação de vendedores ocupando o espaço de corretores habilitados, Gabriel Portella sugeriu uma ação entre corretores e seguradores junto ao órgão regulador. “É preciso unir representantes do Sincor (sindicatos de corretores) e da Fenacor (federação da categoria) à CNseg (confederação das seguradoras) com pautas únicas para serem apresentadas à ANS (Agência Nacional de Saúde). Juntos seremos mais ouvidos. Quando corretores e seguradores estão desunidos começam os problemas no mercado. O corretores precisam participar ativamente das mudanças do setor”.
Questionado sobre os sistemas de multicálculo, Portella afirmou que podem trazer ganho de tempo, mas em contrapartida podem destruir valor do seguro, ocasionando redução dos rendimentos dos corretores.
Luiz Francisco Campos, executivo responsável por Sinistros e Serviços, da Liberty Seguros, está de malas prontas. Vai levar a sua experiência de 31 anos no mercado de seguros do Brasil para Cingapura. Sim, aonde está localizado o melhor aeroporto do mundo, país que tem o maior número de carros de luxo e se algum motorista for pego usando o celular ao volante é imediatamente preso.
“Desde os 17 anos, quando comecei a trabalhar na cidade em que nasci, Bauru, interior de São Paulo, carrego três sonhos: ser gerente, trabalhar em uma multinacional e morar fora do pais. Realizo agora o último deles”. Chico, como é chamado por todos, tem 49 anos, é casado com Nilcea e tem duas filhas. Começou na área de seguros na Bradescor, corretora de seguros do Bradesco. “Naquela época, viajava com Marco Antonio Rossi, hoje presidente do grupo Bradesco, de ônibus, para visitar as agências do interior de São Paulo”, relembra. Rossi lembra com alegria daquele tempo. “A gente se divertia muito mais”, comenta orgulhoso ao saber da nova etapa profissional do amigo.
Passadas três décadas, a situação é totalmente diferente. Chico vai para o país asiático com a maior proporção de mão-de-obra estrangeira. Lá, encontrará uma cidade extremamente desenvolvida e muito trabalho. Pelo menos na área de seguros talvez tenha de indenizar mais carros de luxo, como Ferrari, do que enviar guincho para socorrer clientes presos em enchentes. Segundo estudos divulgados, Cingapura tem um dos mercados de seguros mais desenvolvidos da Ásia.
Cingapura está localizada ao sul da Península de Malásia, situada estrategicamente em uma das rotas marítimas mais importantes e movimentadas do mundo, a que liga o Extremo Oriente ao Oriente Médio e à Europa. “Ou seja, é um importante hub aeroportuário na Á́sia”, conta o executivo. Por lá passa um quarto do comércio mundial, fazendo de Cingapura um excelente centro para o Brasil redistribuir seus produtos para o Sudeste Asiático, China e Índia, nenhum dos quais possuem as facilidades ofertadas pela ilha: inglês como idioma; porto automatizado, moeda estável; informatização dos serviços; transparência nos tramites burocráticos e comerciais; e um arcabouço jurídico-comercial voltado para os negócios.
Por essas razões, existem mais de 26 mil multinacionais instaladas em Cingapura, o que faz dela uma cidade com economia dinâmica, diversificada e competitiva. “Uma das minhas metas é aumentar os negócios do grupo com clientes multinacionais”, conta. Ou seja, muitos negócios para as cerca de 60 seguradoras, para uma população de 5 milhões de pessoas. As companhias movimentaram prêmios de US$ 22,5 bilhões em 2012, segundo dados do estudo da Swiss Re. Em vida, US$ 12,2 bilhões. Em seguros gerais, US$ 9,8 bilhões. É o 28o maior mercado segurador do mundo e a participação do setor no PIB chega a 6%. O consumo per capita é de US$ 3,3 mil, o que lhe confere a 18o colocação no ranking mundial. Só para comparar, o Brasil é o 45o da lista em valor de consumo per capita.
Chico participou de uma concorrência internacional para a escolha do novo CEO da subsidiária do grupo americano Liberty Mutual em Cingapura e ele substitui Martin Bridger, que é argentino mas também estava na Liberty Brasil antes de assumir Cingapura, e que seguiu para a China. Um dos pontos relevantes do currículo de Chico é sua experiência com a visão global do negócio. Esta há dez anos na Liberty (quatro na área comercial e seis em sinistros e serviços) e há 31 no mercado de seguros, sendo 25 deles na área comercial e seis no complexo mundo dos sinistros, que envolve atendimento, fornecedores, terceiros, assistência, advogados entre outros ramos necessários para o que é o motivo de existência de uma seguradora: pagar indenizações.
“Terei muito trabalho lá para desenvolver novos produtos, atrair novos clientes. Como aqui, a concorrência é bem acirrada”, conta. A unidade de Cingapura emprega cerca de 180 pessoas. No Brasil, Chico era responsável por 380. A Liberty Insurance de Cingapura opera em todos os ramos, incluindo property, personal lines, auto, saúde, acidente do trabalho, garantia, entre outros. A unidade tem seguros de nichos para atender a incrível demanda de proprietários de Ferrari. São mais de 700 corretores de seguros, que pouco diferem da política adotada no Brasil: relacionamento, tecnologia e campanhas, sendo o básico produtos inovadores e preços acessíveis
Na vida pessoal, os desafios também são muitos. O executivo embarca sozinho em agosto. “Tenho de achar um local para morar e deixar a casa pronta para receber a esposa, que só vem em janeiro”, conta, animado. As duas filhas, cursando mestrado e doutorado, ficam no Brasil. A sorte da esposa Nilcéa é que poderá palpitar em tudo pelas redes sociais, desde a compra do enxoval até da decoração da nova casa. “Estou muito feliz de termos essa oportunidade de viver em outro país, no qual poderemos manter nossa rotina de pedalar nos finais de semana”, diz.
O casal confessa que a saudade da família e dos amigos é o que mais vai pesar. “Mas é uma grande oportunidade profissional para ele e uma grande experiência para nós, que nunca moramos fora do país”, diz Nilcéa. Eles aceitaram o desafio sem mesmo ter ido a Cingapura conhecer. “Estamos indo no escuro, porém muito seguros, pois a Liberty é uma excelente companhia. Está e vai cuidar da gente”. Pablo Barahona, CEO da filial brasileira, sente muito em perder um dos melhores executivos de sua equipe, mas garante que está muito orgulhoso. “Quem não ficaria de estar exportando mão de obra qualificada para a Ásia, o motor do mundo?”, comenta Barahona.
Devido ao grande sucesso da Super Conta Corrente Residencial, lançada em 2012, a Tokio Marine Seguradora traz de volta a campanha. A ação tem como objetivo dar crédito de acordo com o índice de cotação e negócios fechados e incentivar a ampliação da ferramenta Conta Corrente, auxiliando na conquista de novos negócios para os Corretores cadastrados.
“A Conta Corrente oferece muitos benefícios aos nossos Corretores. Quanto mais utilizar a Conta Corrente e acumular créditos, mais condições o Corretor terá para fechar novos negócios”, afirma o Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues. Segundo ele, a campanha começa no mês de julho devido às férias escolares, período no qual os imóveis ficam mais vulneráveis em função das viagens em família e a busca pelo seguro aumenta.
Com a Super Conta Corrente Residencial, os Corretores ganham créditos em suas contas correntes a cada cotação realizada, de acordo com o índice de fechamento, durante o prazo estipulado. Com faixas que variam de R$ 10 a R$ 20, após o mínimo de cinco cotações aceitas, o valor acumulado poderá ser utilizado na concessão de descontos para os clientes no produto Tokio Marine Residencial Premiado. A iniciativa também permite que o Corretor tenha mais autonomia para fechar seus negócios e aumentar sua comissão.
A conta corrente do Corretor está disponível nas cotações on-line do sistema de Cálculo Web da Tokio Marine e é válida para pessoas físicas e jurídicas. A consulta aos créditos acumulados, movimentações de saldos e extratos estão disponíveis no Portal Nosso Corretor.Disponível para todos os parceiros do canal Varejo, a campanha foi lançada no dia 1º de julho e os créditos acumulados são válidos até 31/12/2013.
A Bradesco Capitalização estreia no segmento de títulos de capitalização voltado para substituir o fiador nos contratos de aluguel. Trata-se de um título de pagamento único, chamado Solução de Aluguel. “Investimos dois anos na criação desse produto, criado por uma equipe de ponta (foto) para realmente levar às imobiliárias, aos proprietários de imóveis para alugar e aos locatários um produto que faça a diferença e ajude toda a cadeia”, diz Norton Glabes Labes, diretor presidente da Bradesco Capitalização, durante coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (3), em São Paulo.
Segundo pesquisa encomendada à Ernest Young, há cerca de 8 milhões de imóveis alugados, dentro de um universo de 57 milhões. Destes, 65% utilizam a figura do fiador e 35% outros instrumentos de garantia. Considerando-se apenas o Estado de São Paulo, 22% são casas; 44% apartamentos; e 35% imóveis comerciais. Destes, 55% usam fiador; 30% caução; 14% seguro fiança; e apenas 0,8% título de capitalização.
Sem fazer previsão de vendas, Glabes conta com vendas significativas, pois tem mais de 30 mil corretores para ofertar o produto, bem como as agências (40 mil profissionais de vendas) e as imobiliárias, que compõem um nicho significativo de clientes dentro do grupo. São 6,6 mil imobiliárias clientes do Bradesco. A cada venda, a imobiliária é remunerada em 3,5% sobre o valor do título e na renovação também, explica Ricardo Alahmar, diretor da Bradesco Capitalização. “Acreditamos que, com novos concorrentes, ainda mais um do peso da Bradesco, e mais divulgação, o título de capitalização na solução de aluguel, vai ajudar a aumentar a penetração do produto nesse segmento”, acrescenta.
Marco Antonio Rossi, presidente do grupo Bradesco Seguros, também acredita que o lançamento irá contribuir muito para difundir o produto em todo o Brasil, que visa atender às necessidades dos clientes. “O objetivo principal da nossa atuação é criar produtos que atendam aos anseios de nossos clientes e é assim que o setor tem crescido acima do PIB e nos permitiu aumentar a nossa participação para 5,77%”, informa Rossi, que também é presidente da CNseg.
O movimento de executivos para outras cidades, que tem sido intenso em razão da realização da Copa 2014, evento espalhado em 12 cidades sedes, bem como a busca por melhor qualidade de vida, que tem levado muitas famílias a deixarem as capitais em busca de cidades interioranas, também estimularam a Bradesco Capitalização a entrar nesse mercado de solução de aluguel, explicou o presidente da Bradesco Capitalização.
Para entrar no mercado que já conta com concorrentes de peso, a Bradesco buscou diferenciais, como flexibilidade na negociação dos valores, sorteios semanais, enquanto os outros são mensais, e um sistema mais simplificado que traz agilidade para a contratação. ”O título é a garantia total para o relacionamento entre inquilino e locatário, evitando toda a burocracia no aluguel”, comenta Glabes.
Não há carência para sacar os recursos, mas há um deságio no valor a ser resgatado, caso seja efetuado antes do final do contrato de 15 meses, renovável por mais 15. No final do plano, o locatário recebe todo o dinheiro de volta, se nada acontecer ao imóvel. Em caso de estragos ou inadimplência, o valor acumulado será usado para indenizar o proprietário. O participante do título também concorre a sorteios semanais. Nos outros produtos, não recebe de volta.
O “Solução de Aluguel” tem um pagamento único de R$ 100 a R$ 50 mil. Os sorteios semanais equivalem a cinco vezes o valor do título, considerando o valor já líquido de impostos. O título também conta com rede de assistência nas locações residenciais, com um pacote completo de atendimento 24 horas, com serviços de chaveiro a help desk. Foi criada uma central de atendimento exclusiva para os clientes desse produto.
A venda se dará pelo corretor ou pela imobiliária, bem como pela central de atendimento e portal da Bradesco. O produto pode ser comprado por não correntista, diante do pagamento por meio de boleto bancário, mesma forma de pagamento dos que forem clientes do banco.
A Bradesco Capitalização tem uma carteira de 3,5 milhões de clientes, cerca de 22 milhões de títulos ativos e market share de 24,1%. As provisões técnicas somaram R$ 5,6 bilhões no primeiro trimestre do ano, com faturamento de R$ 983 milhões até março de 2013.
As iniciativas nas áreas de responsabilidade social e da sustentabilidade estão ganhando mais força no cotidiano das empresas do mercado segurador. Hoje, 59% das seguradoras tem uma área destinada a ações desse tipo, 67% possuem um Código de Ética e Conduta e 43% já criaram programas internos de trabalho voluntário. As informações são da última pesquisa realizada pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) e divulgada no Balanço Social da entidade, que será lançado nos próximos dias.
Ao todo, 55 projetos foram desenvolvidos ao longo do ano passado, envolvendo áreas diversas, como capacitação profissional, cidadania, cultura, educação, esporte, meio ambiente e saúde, entre outras. As iniciativas beneficiaram mais de quatro milhões de pessoas e 75% alcançaram totalmente seus objetivos. Em relação aos negócios, o número de seguradoras que adotam políticas de aceitação para fornecedores e prestadores de serviço em função de eventuais infrações e questões socioambientais representa 59%. Em contrapartida, 84% delas fazem treinamento para sua cadeia de fornecedores. A pesquisa reuniu 92 empresas, que representam 80% do mercado segurador.
Segundo a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, os números mostram um maior esforço para a construção de uma economia mais sustentável. “O mercado de seguros deve tratar de questões de sustentabilidade global com rigor e inovação. A escalada dos problemas ambientais, sociais e de governança tem sido muito rápida e exige uma ação coletiva e proativa do setor”, explica. Um exemplo de que o investimento das empresas de seguros é crescente é que, em 2000, primeira edição do Balanço Social, apenas 22 empresas investiam em ações sociais, enquanto no ano passado esse número chegou a 42.
Em junho de 2012, a CNseg e as seguradoras brasileiras aderiram aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, na sigla em inglês), formulados pela Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – UNEP FI. Os princípios visam orientar instrumentos de gestão de risco em prol da sustentabilidade ambiental, social e de governança.
Indenizações pagas
O Balanço Social também apresenta o panorama de contribuição do setor para o desenvolvimento da economia. No ano passado, os segmentos de seguros, previdência privada e capitalização devolveram à sociedade mais de R$ 119 bilhões em 2012 em pagamentos de indenizações, um valor 17,4% maior do que os R$ 101,4 bilhões pagos em 2011.
Entre os segmentos, o de seguros desembolsou a maior fatia: R$ 58,9 bilhões. Os recursos destinados à recomposição de bens, como veículos e imóveis com perda total, chegaram a R$ 22,3 bilhões, 10,4% a mais do que os R$ 20,2 bilhões desembolsados no ano anterior. O principal retorno à sociedade foi para a preservação da saúde que, no ano passado, somou R$ 30,6 bilhões, 20,4% a mais do que os R$ 25,4 bilhões em 2011.
Proteção social
Na última década, o Brasil foi palco da ascensão social de grande parte da população, em função da expansão do crédito por meio de instituições financeiras. O cenário foi ideal para expansão dos produtos massificados, entre eles o microsseguro, voltado para as classes C e D.
Além desse produto, regulamentado no ano passado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e que vem aos poucos ganhando mercado, a CNseg deu prosseguimento ao projeto Estou Seguro, em parceria com o Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade – IETS, A Escola Nacional de Seguros e a Organização Internacional do Trabalho – OIT. A iniciativa, com abordagem cultural por meio de peças de teatro, apresentações circenses e de música, e a criação do game Caminhoneiro Estou Seguro, é voltada para a sensibilização da população de baixa renda para destacar a importância do seguro como forma de proteger o patrimônio físico e pessoal.
Investimento na gestão de pessoas
Outra área que é foco das seguradoras é a de Recursos Humanos (RH). Segundo dados do Balanço Social, o valor dos investimentos ao longo de 2012 alcançou a casa de R$ 2,5 bilhões, distribuídos entre salários (57%), encargos sociais (25%) e benefícios (18%). O treinamento dos funcionários também foi uma das prioridades das empresas de seguros, recebendo um investimento de R$ 33,4 milhões.
Mulheres e jovens em alta
O relatório apresenta também um perfil dos funcionários que atuam no mercado segurador. Atualmente, as mulheres já são maioria no que diz respeito ao número de funcionários. Elas somaram 17,9 mil no ano passado, representando 57% do total de funcionários, contra os 13,5 mil homens. Em 2011, o sexo feminino correspondia a 54,8% do total, com 13,2 mil integrantes, 35,7% a menos do que este ano. Os jovens também estão em alta no mercado. De acordo com a pesquisa, 41% dos funcionários com idades de 26 a 35 anos trabalham no setor, enquanto 13,6 mil são profissionais com ensino superior.
Formação de poupança interna
Os investimentos do mercado segurador ao longo do ano totalizaram R$ 585,9 bilhões, um resultado 21% acima do observado no ano anterior, que foi de R$ 483,9 bilhões. Os recursos provenientes das aplicações e investimentos permanentes representaram a maior parte do volume, que totalizou R$ 492,6 bilhões. Em relação ao patrimônio líquido das empresas, em 2012 o número foi de R$ 93,3 bilhões, 16,5% a mais do que os R$ 80 bilhões de 2011.
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