Porto registra lucro líquido de R$ 832,3 milhões, alta de 28% no primeiro trimestre de 2025

A Porto iniciou o ano com resultados históricos impulsionados pela consolidação de sua estratégia de diversificação e pelo desempenho robusto de todas as quatro verticais do ecossistema Porto. A receita no primeiro trimestre somou R$ 9,9 bilhões, alta de 14,6% sobre o mesmo período de 2024. O lucro líquido foi de R$ 832,3 milhões, avanço de 28%, com retorno sobre patrimônio (ROAE) de 23,9%.

Pela primeira vez, a vertical de seguros representou menos da metade do lucro (42%), sinalizando um novo momento da empresa, que vê crescer rapidamente o peso das áreas de banco (26%), saúde (24%) e serviços (7%) no resultado consolidado.

“É simbólico ver o seguro representar menos da metade do nosso resultado. Isso mostra que a Porto conseguiu equilibrar suas linhas de negócios e está preparada para capturar crescimento sustentável em diferentes frentes”, afirma Paulo Kakinoff, CEO do Grupo Porto. Segundo ele, a companhia segue expandindo com responsabilidade, de forma orgânica, e reforçando sua presença em regiões com viabilidade operacional. “Estamos investindo na ampliação da rede de guinchos, no fortalecimento da marca e em uma atuação mais próxima em diversos estados.”

Todas as unidades de negócio superaram 22% de rentabilidade sobre o patrimônio. A vertical de seguros cresceu 6% em receita, totalizando R$ 5,4 bilhões, com destaques para os ramos de Vida (+16%) e Patrimonial (+10%). No Auto, os prêmios subiram 4% e a frota segurada aumentou 2%, com a adição de 146 mil veículos. A sinistralidade, entretanto, subiu 2,5 pontos percentuais, afetada por uma frequência levemente maior de eventos e pela base comparativa favorável de 2024. “O primeiro trimestre tem, historicamente, uma sinistralidade maior. Em março já observamos normalização e não vemos motivo de preocupação para os próximos períodos”, afirmou Celso Damadi, vice-presidente Financeiro da Porto.

A Porto Saúde apresentou o maior crescimento proporcional do grupo: a receita aumentou 35%, alcançando R$ 2 bilhões, e o lucro líquido subiu 71%, totalizando R$ 180 milhões. O número de beneficiários chegou a 702 mil no seguro saúde (+25%) e superou 1 milhão no plano odontológico (+27%). “A tecnologia tem nos permitido modelar ofertas mais aderentes ao perfil dos segurados e trabalhar com corretores para promover autocuidado e gestão de risco. O cuidado preventivo é eixo central da nossa estratégia em saúde”, destaca Domingos Falavina, diretor de Relações com Investidores, M&A e Planejamento Estratégico da Porto.

No Porto Bank, a receita atingiu R$ 1,7 bilhão (+29%), com destaque para Consórcios (+36%) e Empréstimos e Financiamentos (+29%). O lucro da vertical foi de R$ 192 milhões, alta de 29%. A inadimplência acima de 90 dias caiu para 6,0%, refletindo melhora na qualidade da carteira. A vertical de serviços teve receita de R$ 671 milhões (+9%) e lucro de R$ 54 milhões (+19%), com forte alta nas vendas diretas ao consumidor final (+129%).

O resultado financeiro total do grupo foi de R$ 383 milhões (+68%), e a carteira de aplicações da tesouraria alcançou R$ 432,7 milhões, ou 99,4% do CDI, beneficiada pela valorização do IPCA e recuperação do Ibovespa. O índice de eficiência operacional foi de 10,9%, com melhora de 0,5 ponto percentual.

A companhia também destacou seu avanço em iniciativas de bem-estar e marca, como o patrocínio à ciclovia do Rio Pinheiros, a plataforma Porto.Dos e o circuito de corridas com a Track&Field. “Queremos promover um debate qualificado sobre temas relevantes para a sociedade e ampliar o cuidado com o bem-estar das pessoas em todos os momentos da vida”, diz Kakinoff.

Na área regulatória, a Porto celebrou o avanço na formalização das cooperativas de transporte. “Essa norma nivela as posições regulatórias e amplia a proteção ao consumidor”, avalia Falavina.

Com 18,1 milhões de clientes (+6%) e 4 milhões de usuários do App Porto (+20%), a empresa encerra o primeiro trimestre de 2025 consolidando um novo ciclo, em que a diversificação e a rentabilidade caminham juntas. “Acreditamos que o segundo trimestre trará um alívio na sinistralidade do seguro auto e continuaremos acompanhando oportunidades com disciplina e visão de longo prazo”, conclui Kakinoff.

Principais destaques do 1T25 (em comparação com 1T24):

Eficiência operacional: 10,9% (–0,5 p.p.)

Receita total: R$ 9,9 bilhões (+14,6%)

Lucro líquido consolidado: R$ 832,3 milhões (+28%)

ROAE consolidado: 23,9% (+3 p.p.)

Lucro Porto Seguro: R$ 313,4 milhões (–21%)

Lucro Porto Saúde: R$ 180 milhões (+71%)

Lucro Porto Bank: R$ 192 milhões (+29%)

Lucro Porto Serviço: R$ 54 milhões (+19%)

Receita financeira: R$ 383 milhões (+68%)

CNseg: projeto de Lei que amplia participação de seguros na Lei de Concessões e PPPs é aprovado na Câmara

Fonte: CNseg

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei 7063/2017, que prevê entre outros pontos, atualizar e modernizar a Lei das Concessões e a das Parcerias Público Privadas – PPPs (Lei 11079/2004) e amplia a participação do setor segurador. O PL é de autoria do ex-senador Antônio Carlos Valadares e teve relatoria do deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania/SP). Como houve alteração da proposta pela Câmara, o PL retorna para apreciação no Senado.

O objetivo original do projeto era alterar a legislação para reduzir o valor mínimo dos contratos de parcerias público-privadas (PPPs) por Estados, Distrito Federal e Municípios, além de incorporar práticas já adotadas, mas que geravam insegurança jurídica, e introduzir novas medidas para fortalecer as concessões, promovendo um ambiente regulatório mais estável e confiável.

Para o diretor de relações institucionais da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Esteves Colnago, a proposição tem o objetivo de modernizar a legislação vigente, mas além disso, para o setor segurador, a nova legislação amplia a possibilidade de participação das empresas no desenvolvimento da infraestrutura do país.

“A nova legislação aprovada na Câmara dos Deputados demonstra a importância de incluir o setor segurador nos processos licitatórios e de PPPs, criando novas formas de compartilhamento dos riscos dos empreendimentos. Além disso, a flexibilização das regras para contratação e de possibilidade de intervenção, possibilita agilidade e ganhos de segurança aos projetos”, afirmou.

De acordo com o relator da proposta, deputado Arnaldo Jardim, ao incentivar um ambiente regulatório mais estável e confiável, as mudanças preservam o interesse público e incentivam novos investimentos, promovendo a economia e a continuidade na prestação de serviços essenciais. “É esperado um cenário mais favorável para o desenvolvimento de parcerias robustas, garantindo que as concessões contribuam de forma efetiva para o crescimento do País e a melhoria da qualidade dos serviços públicos prestados à população”, declarou.

Sobre a proposta

Em 2019, uma Comissão Especial foi criada para modernizar a legislação sobre concessões de serviços públicos e PPPs, resultando em um Substitutivo que propunha uma nova Lei Geral de Concessões. Posteriormente, leis importantes como a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021) e a Lei das Debêntures de Infraestrutura (Lei nº 14.801/2024) foram sancionadas.

Após amplo diálogo com o governo federal, incluindo o Ministério da Fazenda, Casa Civil, Tribunal de Contas da União – TCU, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e diversas associações do setor privado, incluindo a CNseg, o relator evoluiu para um novo texto que modernizou a legislação vigente.

Relevância do Seguro diante da nova legislação

O seguro desempenha um papel crucial e é mencionado diretamente na proposta, demonstrando sua importância como instrumento de mitigação de riscos e viabilização de projetos de infraestrutura e concessões:

  • Transferência Preferencial de Riscos para Seguradoras – A subemenda estabelece que os riscos que tenham cobertura oferecida por seguradoras serão preferencialmente transferidos à concessionária, observados os custos e condições comerciais correspondentes. O seguro atua aqui como um mecanismo de alocação eficiente de riscos.
  • Garantias em Contratos de Concessão – Prevé que as concessionárias poderão oferecer em garantia bens da concessão imprescindíveis à continuidade, qualidade e atualidade dos serviços.
  • Acordo Tripartite e Proteção aos Financiadores/Garantidores – O projeto detalha a figura do acordo tripartite (poder concedente, concessionária, financiadores/garantidores). As seguradoras frequentemente atuam como garantidoras nesses cenários, visando proteger os interesses dos financiadores e garantidores.
  • Obrigações de Aporte Garantidas – As obrigações de aporte de recursos em favor da concessionária poderão ser garantidas na forma prevista na Lei de PPPs. O Art. 8º-A da Lei de PPPs menciona explicitamente a contratação de seguro-garantia como uma das modalidades de garantia que a Administração Pública pode ofertar em PPPs.

Em resumo, a atuação do seguro no contexto desta modernização legislativa é fundamental para gerenciar e mitigar riscos em projetos de concessão e PPPs; prover garantias para o cumprimento de obrigações contratuais pela concessionária; proteger os interesses de financiadores e do poder concedente, assegurando a continuidade dos serviços ou a compensação em caso de falhas; e aumentar a atratividade e a viabilidade de investimentos em infraestrutura, oferecendo maior segurança jurídica e financeira para todas as partes envolvidas.

Tokio Marine investe no uso da IA Generativa para processamento de documentos

Tokio Marine implementa, em parceria com a AWS, o uso de Inteligência Artificial Generativa (IA Gen) para leitura de documentos de despesas internas. Agora, arquivos como notas fiscais, cupons e comprovantes de despesas passam a ser inicialmente analisados por meio das chamadas LLMs (Large Language Models), modelos de linguagem avançados que utilizam IA Generativa para interpretar e gerar o preenchimento automático do formulário de reembolso, agilizando o processo no nosso APP para os colaboradores.

Para Dennis Milan, Diretor de Tecnologia, Inovação e Digital da Tokio Marine, essa é uma inovação que traz a uma série de benefícios positivos para toda a Companhia. “Cada vez mais, buscamos integrar o uso da IA Generativa com as aplicações atuais que já utilizamos, com o objetivo de otimizar a atuação da área e gerar impactos positivos de dentro para fora da companhia”, explica.

De acordo com Milan, o uso dessa tecnologia também está sendo estudada para diversas frentes ligadas a produtos e à Diretoria de Sinistros, entre outras áreas da companhia. “Começamos os estudos em IA Generativa em 2023 e hoje temos a certeza de que é uma tecnologia que irá, de fato, transformar a forma de atuação de todas as empresas em diversos setores”, disse.

Histórico

Essa inovação faz parte de um movimento perene da Tokio Marine de aprimoramento de seus processos por meio de projetos com uso da Inteligência Artificial, com a orientação interna de “AI First”. Em janeiro deste ano, a Seguradora já havia anunciado a realização de orçamentação de sinistros de automóveis em minutos por meio de um modelo mais preciso de Inteligência Artificial (IA), com o objetivo de melhorar ainda mais a experiência do cliente.

Em parceria com a Cília Tecnologia, a companhia foi a pioneira na utilização dessa ferramenta para o orçamento de reparo do veículo, otimizando a análise dos danos no veículo, sem necessidade de vistoria presencial, além de reduzir o tempo necessário para a liberação de reparos e para o pagamento de indenização no caso de perda total.

“A operação brasileira é uma referência internacional de tecnologia no Grupo Tokio Marine, que já possui diversos estudos e grupos de trabalho focados no uso de novas tecnologias. Por isso, para nós, que seguimos participando ativamente do Comitê Internacional de Inteligência Artificial, ajudando nas definições de políticas e governança, esse é um avanço prático muito importante e reconhecido pelo Grupo Tokio Marine”, finaliza Milan.

Generali patrocina o Febraban Tech e reforça interesse na inovação do setor bancário

Pelo segundo ano consecutivo, a seguradora Generali fará parte da Febraban Tech, por meio do patrocínio ao principal evento do setor bancário no Brasil. Em sua 35ª edição, o evento acontece de 10 a 12 de junho no Transamerica Expo Center (SP), reunindo líderes e especialistas para debater a aceleração do setor financeiro na era da inteligência artificial.  

A presença da Generali reforça a importância de parcerias estratégicas para o desenvolvimento de soluções que garantam mais segurança, eficiência, inovação e personalização aos segurados. 

“A Febraban Tech é a principal vitrine de inovação do setor bancário. Nosso patrocínio reforça a visão da Generali como parceira estratégica de bancos e fintechs na oferta de seguros cada vez mais personalizados e integrados ao mundo digital”, afirma a Diretora Comercial & Marketing da Generali, Claudia Lopes. 

A Generali conta com um portfólio completo de seguros voltado para o segmento bancário, como Bolsa Protegida, Prestamista, Vida, Residencial, Perda e Roubo de Cartão, Cobertura Pix, entre outros. 

A seguradora, que acaba de completar 100 anos no Brasil, investiu fortemente na inovação e se destacou no mercado brasileiro em 2024 por meio dos seus produtos de qualidade que atendem a necessidade de seus clientes e parceiros. Neste período, foi reconhecida pelo terceiro ano seguido pelo Innovative Workplaces, prêmio conferido para as 20 empresas mais inovadoras do Brasil. 

A Generali é um dos maiores grupos de seguros e gestão de ativos do mundo. Fundada em 1831, na Itália, está presente em mais de 50 países, com um total de prêmios de 95,2 bilhões de euros em 2024. Com cerca de 87 mil funcionários e 71 milhões de clientes, o Grupo tem uma posição de liderança na Europa e uma presença crescente na Ásia e na América Latina. 

Olik completa 3 anos com modelo de crescimento baseado em tecnologia para a distribuição de seguros

Fundada em março de 2022, a Olik atua como um hub de tecnologia voltado à distribuição de seguros. A empresa oferece soluções digitais que conectam seguradoras a canais diversos — como varejistas, financeiras e cooperativas — com o objetivo de simplificar a comercialização de produtos de seguro de forma integrada, ágil e escalável.

A companhia foi criada por Márcio Magnaboschi (CEO), executivo com experiência em grandes operações comerciais no setor, e João Duarte (CTO), profissional com carreira técnica em desenvolvimento de soluções digitais para seguros. Juntos, eles identificaram uma lacuna no mercado: canais com potencial de distribuição, mas sem estrutura tecnológica ou conhecimento regulatório para atuar. “Não somos uma empresa de tecnologia que resolveu entrar no mercado de seguros. Somos uma empresa de seguros que criou a tecnologia que o mercado precisava”, afirmam.

A Olik nasceu com foco em transformar qualquer canal em um hub de seguros, sem necessidade de desenvolver tecnologia própria, assumir risco ou lidar com as complexidades operacionais típicas do setor. Um dos serviços oferecidos é uma plataforma SaaS proprietária baseada em APIs, acessada em nuvem, com capacidade de integração com sistemas de venda, atendimento e backoffice.

Ao longo dos três primeiros anos, a empresa priorizou o desenvolvimento de soluções voltadas à eficiência operacional. Apostou em modelos flexíveis para distribuição digital e passou a oferecer sua tecnologia também a parceiros que já possuíam carteira de clientes e canais de venda estruturados.

A companhia afirma ter atingido fluxo de caixa positivo em 2025, três anos após o lançamento, e registrou crescimento de receita de 567% no primeiro trimestre, com margem EBITDA de 7,5% no mês de abril. Segundo seus executivos, o crescimento ocorre com controle de custos, apoio de tecnologia proprietária e atenção ao time to market. A equipe é formada por 35 pessoas, com baixa rotatividade e atuação sênior.

Entre os públicos atendidos estão seguradoras, MGAs, empresas de entretenimento (como plataformas de ingressos), além de iniciativas com canais alternativos e redes regionais. As soluções são oferecidas sob demanda, com integração a diferentes jornadas digitais de venda.

Os planos da Olik envolvem triplicar os resultados em 2025, dobrar em 2026 e 2027, e manter um ritmo de crescimento entre 30% e 15% ao ano a partir de 2028. A empresa também investe em inteligência artificial, automações e ferramentas de integração rápida para ganhar velocidade de entrega e escala.

O modelo de negócios está centrado em oferecer infraestrutura tecnológica para a operação de seguros, com ferramentas adaptáveis e uso de dados para apoiar a tomada de decisão e a gestão da jornada do cliente.

Atualmente, a Olik busca consolidar sua posição como fornecedora de tecnologia para o mercado segurador e contribuir com a digitalização de canais que ainda enfrentam dificuldades na operação e gestão de seguros em ambientes digitais.

Millenials lideram ranking de afastamentos por saúde mental no trabalho em 2024, revela pesquisa  

Fonte: It’seg

A geração dos Millennials liderou os afastamentos por saúde mental no trabalho em 2024. É o que revelam os dados do levantamento realizado pela B2P, consultoria especializada no acompanhamento e gestão de funcionários afastados por razões médicas, da It’sSeg Acrisure. De acordo com o estudo, 43% dos afastados são dos nascidos de 1981 a 1994. Na segunda posição da lista aparece a geração Z (nascidos após 1995), representando 33% dos afastamentos, enquanto a geração X (nascidos de 1966 a 1980) somou 16% dos afastamentos. Já os baby boomers (nascidos antes de 1965) ficaram com 3% dos afastamentos.  

A pesquisa da consultoria inclui um recorte de 426 mil colaboradores em 14 empresas brasileiras de diversos setores, considerando os afastamentos do ano passado. O serviço de gestão de afastados passou a integrar a lista de soluções da It´sSeg no final de 2020, quando a companhia adquiriu a B2P. Em 2023, a gestão de afastados gerou uma redução de custos de R$ 118,8 milhões para as empresas atendidas. No total, foram contabilizados 8.095 casos de afastamentos.

“Esses números só reforçam como a saúde mental tem impactado cada vez mais a qualidade de vida dos trabalhadores. Mostra que há um grande descompasso entre vida pessoal e profissional, trazendo riscos significativos não só ao próprio colaborador como também à produtividade das companhias. As empresas precisam elaborar estratégias efetivas para lidar com esse tema e não deixarem o assunto para depois”, explica Marlene Capel, diretora da B2P.

A executiva diz que o departamento de Recursos Humanos desempenha um papel fundamental na mediação entre as gerações, podendo criar políticas que valorizem as diferenças e promovam um ambiente de trabalho harmônico. “É possível criar programas de desenvolvimento profissional adaptados a cada geração, como também flexibilizar o modelo de trabalho para atender diferentes necessidades. Vale também estabelecer uma cultura organizacional inclusiva e diversa, usar a tecnologia para facilitar a comunicação entre gerações e treinamentos sobre respeito intergeracional e mediação de conflitos”, exemplifica Marlene.

Transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de álcool

Segundo a diretor da B2P, a liderança estratégica tem um papel essencial na gestão de gerações e na prevenção de afastamentos por doenças mentais. Ela cita algumas ações, como:

  • Análise de indicadores de saúde mental: monitoramento do bem-estar dos colaboradores por meio de pesquisas de clima e avaliação psicológica periódica.
  • Programas de apoio psicológico: implementação de assistência psicológica e treinamentos sobre gestão emocional.
  • Adaptação do ambiente de trabalho: criação de espaços de descompressão e incentivo ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
  • Feedback contínuo: promoção de uma cultura de feedback transparente e construtivo para reduzir o estresse e a ansiedade.
  • Uso de tecnologia e IA: ferramentas de análise preditiva para identificar padrões de afastamento e criar planos de ação preventivos.

O portfólio de serviços da empresa do grupo It´sSeg inclui a gestão de informações dos afastados, o acompanhamento dos funcionários nestas condições (burocracia, perícia, tratamento e preparação para o retorno) e a oferta da gestão dos dados de programas de qualidade de vida. 

Um dos focos de atuação da B2P é mitigar os custos com fator previdenciário das companhias. O tributo incide sobre a folha de pagamentos das organizações de acordo com frequência de afastamento e a severidade dos casos. 

Ourocap completa 30 anos com sorteios milionários

Screenshot

Fonte: BB Seguros

O tradicional Ourocap completa 30 anos em 2025 e, para comemorar, a BB Seguros pode distribuir milhões em prêmios. A edição especial do produto, lançada neste 05 de maio, possibilitará aos clientes concorrerem em diferentes sorteios ao longo do ano.

]Com um pagamento único de R$ 3 mil, os clientes Ourocap concorrerão a 1.500 prêmios instantâneos de R$ 3 mil, a cinco sorteios mensais de R$ 30 mil e, no sorteio especial, em dezembro, a 30 prêmios no valor de R$ 1 milhão. Ao fim da vigência do contrato, em 36 meses, os clientes recebem de volta o valor pago no título, com saldo atualizado pela Taxa Referencial.

“Ao completar 30 anos de Ourocap, nós celebramos não apenas os resultados e o protagonismo conquistado no mercado de capitalização, mas, principalmente, a solidez de um produto tradicional que transforma vidas” afirmou Antônio Carlos Teixeira, presidente da Brasilcap, empresa de capitalização BB Seguros.

Para comemorar as três décadas do produto, a BB Seguros está lançando uma campanha publicitária com o mote “acreditar, comprar e realizar”. Estrelada por Xande de Pilares, a campanha reforça a credibilidade do produto e celebra o seu legado. Com uma mensagem simples, clara e moderna, valoriza a confiança construída ao longo dos anos com os clientes. Nos próximos meses, o público será impactado através de meios digitais, TV, rádios, nas agências BB e em mobiliários urbanos.

Os títulos de capitalização Ourocap podem ser adquiridos nas agências e pelo aplicativo do Banco do Brasil. Sobre o Ourocap – O Ourocap é um produto de capitalização da modalidade tradicional, que proporciona aos seus clientes a oportunidade de juntar dinheiro de forma planejada. Os títulos comprados recebem uma ou mais combinações de números da sorte diferentes, e com eles o cliente participa de sorteios concorrendo a prêmios. Ao fim da vigência do plano, o saldo capitalizado, de 100% do valor pago no título somado ao reajuste da Taxa Referencial, é creditado na conta do cliente, sem necessidade de solicitar resgate.

Zurich retoma cobertura agregada global de resseguros com capacidade alternativa em meio a cenário favorável

Fonte: Artemis

A Zurich, grupo europeu de seguros e resseguros, aproveitou o ambiente favorável do mercado para adquirir uma cobertura agregada global de resseguros renovada em 1º de abril, após ter suspendido esse tipo de proteção em 2023. O contrato, descrito como “inovador” pela CFO do grupo, Claudia Cordioli, inclui capacidade de mercados colateralizados, como os investidores de Insurance-Linked Securities (ILS), além de resseguradoras tradicional.

A nova proteção se ativa a partir de perdas globais de US$ 850 milhões e cobre todas as geografias onde a Zurich opera, sendo projetada para mitigar perdas catastróficas menores e mais frequentes ao longo do período de risco. A estrutura complementa o programa principal de resseguro por ocorrência da companhia, que cobre eventos de grande severidade.

Em janeiro, a Zurich já havia adquirido uma camada adicional de US$ 100 milhões no topo de seu programa tradicional. Segundo Cordioli, a decisão de reinstaurar a cobertura agregada reflete o sólido desempenho de subscrição da equipe, especialmente nos EUA, e a oportunidade oferecida pelos preços atuais do mercado de resseguros.

“Acreditamos que essa cobertura agregada, combinada com nossas camadas superiores, nos deixa muito bem posicionados quanto à exposição líquida a catástrofes”, afirmou a executiva. Ela também destacou que a colocação da cobertura atendeu exatamente ao que a Zurich desejava em termos de estrutura e diversificação da fonte de capacidade, classificando o acordo como um avanço positivo e estratégico para a companhia.

Preços de resseguro voltam aos níveis de 2023, com tendência de queda liderada pelo mercado de cat bonds

Fonte: Artemis

Os analistas do J.P. Morgan avaliam que os preços do resseguro global retornaram aos níveis de 2023, considerados o início da fase mais recente do mercado duro, enquanto o mercado de cat bonds (títulos de catástrofe) teria suavizado ainda mais, se aproximando dos níveis observados em 2022.

O movimento de queda nos preços já era perceptível nas renovações de janeiro de 2025, quando a abundância de capital e a concorrência elevada pressionaram os valores tanto no resseguro quanto na retrocessão. Dados da Guy Carpenter apontaram queda de 6,6% nas taxas globais de resseguro de propriedades e de 6,2% nos EUA. A Howden estimou que os preços ajustados ao risco caíram 8% para contratos de propriedade catastrófica e 13,5% na retrocessão.

Esse cenário foi impulsionado por dois anos consecutivos de forte lucratividade para resseguradoras tradicionais e investidores ILS, com baixa ocorrência de catástrofes e ganhos expressivos em termos, condições e pontos de anexação. As renovações de abril reforçaram a tendência de suavização, com reduções de até 15% nas taxas de excesso de perdas no Japão e quedas ou altas de até 15% nos EUA, a depender do histórico de perdas.

Nos EUA, renovações recentes indicam mais pressão nos preços. A Allstate afirmou ter renovado seus contratos em abril por um custo inferior ao do ano anterior, mesmo adquirindo mais cobertura nos níveis superiores. Já a Citizens Property Insurance espera quedas de até 10% nas camadas acima do Fundo de Catástrofes da Flórida (FHCF). A TWIA, do Texas, também projeta menores taxas para 2025.

Apesar das quedas, o JP Morgan aponta que os preços permanecem bem acima dos níveis considerados adequados. Os analistas observam que as seguradoras ainda operam com folga, mas alertam que a redução de prêmios pode pressionar as margens à medida que se traduz em menor crescimento da receita.

Eles destacam que o ciclo positivo de preços foi incomumente longo, sustentado por inflação, pandemia e juros baixos. No entanto, alertam que o comportamento de algumas empresas, buscando crescimento mesmo com preços em queda, pode intensificar o ciclo de baixa — padrão semelhante ao observado no início dos anos 2010.

Os cat bonds, por negociarem o ano todo, costumam antecipar movimentos do mercado tradicional. Dados indicam que, em 2025, o spread médio acima da perda esperada está no menor nível desde 2021. Ainda assim, a perda esperada média também caiu, sugerindo que a precificação permanece atrativa para emissores.

Grupo Bradesco Seguros lucra R$ 2,4 bilhões, o que representa 41% do resultado do banco

O Grupo Bradesco Seguros registrou lucro líquido de R$ 2,4 bilhões no primeiro trimestre de 2025, o que representa crescimento de 25,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, com evolução do ROAE de 2,6 p.p., para 22,4%. O banco Bradesco registrou lucro líquido recorrente de R$ 5,86 bilhões no período, alta anual de 39,3%. Ou seja, o braço de seguros representou 41% do ganho do banco. Já o faturamento (receitas de prêmios, contribuições de previdência e de títulos de capitalização) somou R$ 30 bilhões, alta de 7,3% frente ao primeiro trimestre de 2024.

“Nossos resultados no primeiro trimestre de 2025 foram impulsionados pelo consistente trabalho das nossas áreas comerciais e pela eficiência operacional, fortalecida pelas ações de controle de custos. Para o ano de 2025, mantemos uma perspectiva positiva, com foco na ampliação da parceria com os corretores de todo o país e criação de novos serviços e produtos, endereçando as necessidades dos nossos clientes”, disse Ivan Gontijo, presidente do grupo, ao Sonho Seguro.

A performance das receitas e a redução do índice de sinistralidade em 7,5 p.p. contribuíram para o avanço de 32,7% do resultado das operações de seguros, que alcançou R$ 5,3 bilhões, dos quais 63% correspondem ao resultado industrial. 

As Provisões Técnicas cresceram 11,2%, superando R$ 414 bilhões, e os Ativos Financeiros, 10,3%, para cerca de R$ 433 bilhões. O Grupo Segurador retornou à sociedade na forma de indenizações e benefícios R$ 13,8 bilhões, evolução de 5,5% na comparação com o mesmo período de 2024. 

No trimestre, a companhia manteve o foco na eficiência, melhoria de processos e gestão de despesas em todas as linhas de negócios. As entregas de novos serviços e jornadas contribuíram para incrementar o faturamento dos produtos comercializados nos canais digitais. Com o apoio dos corretores de seguros, foram gerados mais de 2,2 milhões de leads, impulsionando o aumento do faturamento. 

No segmento de seguro de pessoas, a Bradesco Vida e Previdência lançou o Seguro Despesas Essenciais, que garante o pagamento de gastos básicos como contas de água, telefone, luz e internet nos casos de perda de renda, invalidez total ou morte, entre outros benefícios. Outra novidade foi o lançamento do seguro Empresarial Flexível Resgatável, complementando a grade de produtos para pequenas e médias empresas (PME). Além disso, a empresa ampliou as coberturas e assistências do seu Seguro Viagem.

Já a Bradesco Saúde ampliou sua base de corretores parceiros nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com a realização de mais uma edição do programa “Meu Primeiro SPG”, que visa ampliar a comercialização de planos para PME. 

Em Seguro Auto, a Bradesco Auto/RE iniciou mais uma edição do Bradesco Seguros Reconhece, programa pioneiro no mercado de seguros que certifica oficinas automotivas de sua rede referenciada pelos serviços e atendimentos prestados ao longo do ano. Outro destaque foi o lançamento de uma cobertura para reparar pequenos danos causados por buracos nas vias ou colisões em meios-fios e calçadas, proporcionando mais tranquilidade para os motoristas. 

A Atlântica D’Or, parceria entre a Atlântica Hospitais e a Rede D’Or, assumiu oficialmente a gestão do Hospital São Luiz Campinas. Maior unidade privada de saúde do interior paulista, devendo chegar a 325 leitos quando estiver em plena capacidade, o hospital é o primeiro da Atlântica D’Or em São Paulo fora da região metropolitana da capital. Além dele, integram a parceria o São Luiz Guarulhos e o São Luiz Alphaville, ambos na Grande São Paulo, e o Macaé D’Or, no Estado do Rio de Janeiro, inaugurados no último trimestre de 2024. A expansão continuará com novas unidades em Ribeirão Preto e Taubaté.