MAPFRE oferece guincho gratuito ao redor dos estádios nos jogos da CONMEBOL Libertadores

Fonte: Mapfre

Durante os jogos da CONMEBOL Libertadores realizados no Brasil, torcedores que comparecerem aos estádios de Bahia, Botafogo, Flamengo, Fortaleza, Internacional, Palmeiras e São Paulo poderão contar com um suporte extra da MAPFRE. A seguradora disponibilizará guinchos e equipes técnicas gratuitas nas ruas e estacionamentos próximos aos locais das partidas para resolver imprevistos com veículos. 

A ação terá início amanhã (13/05), durante o confronto entre Fortaleza e Atlético Bucaramanga, da Colômbia, e seguirá em todos os jogos em que os times brasileiros atuarem como mandantes. Nesta semana, o serviço também estará disponível no Rio de Janeiro para as partidas de Botafogo x Estudiantes e Flamengo x LDU, e também em São Paulo, onde jogam São Paulo x Libertad e Palmeiras x Bolívar.

As equipes técnicas da MAPFRE estarão a postos duas horas antes do apito inicial e permanecerão até uma hora após o fim do jogo, prontas para auxiliar torcedores e motoristas com problemas como pane elétrica, bateria descarregada, pneu furado ou chaves trancadas no carro. Caso necessário, o veículo será rebocado gratuitamente até um local seguro.

A iniciativa é parte do patrocínio oficial da MAPFRE à competição e visa garantir que contratempos não atrapalhem a experiência dos torcedores, mesmo que eles não sejam clientes da seguradora. “Um imprevisto não pode estragar a emoção de ver seu time em campo. Por isso, estamos nas ruas numa grande rede de apoio para resolver questões rápidas, sem burocracia, para que o torcedor só precise se preocupar em torcer”, explica o diretor-geral de operações da MAPFRE, Roberto De Antoni. “É o nosso jeito de cuidar das pessoas, sejam elas clientes ou não, para que o foco seja apenas no espetáculo em campo”, complementa.

Os guinchos e técnicos da MAPFRE ficarão posicionados em pontos estratégicos de alto movimento ao redor dos estádios, como vias de acesso e áreas de estacionamento, duas horas antes de cada jogo e até uma hora após o apito final. Para acionar o serviço, basta procurar os profissionais identificados com coletes e veículos da MAPFRE.

Thiago Romano chega à Inter Risk para liderar pós-venda e fortalecer relacionamento com RHs

Fonte: Inter

A Inter Risk anuncia a chegada de Thiago Romano como novo diretor da área de Benefícios. Atuário com mais de 20 anos de experiência nas áreas de Saúde, Benefícios Corporativos, Previdência Privada e Recursos Humanos, o executivo assume o desafio de liderar a estrutura de pós-venda e retenção da Inter Benefícios — uma das unidades que mais cresce dentro da holding, com alta de 40% no primeiro trimestre de 2025.

Sua chegada dá continuidade ao movimento de fortalecimento da área, iniciado com a vinda de Paulo Dart, com grande experiência na frente de saúde e relacionamento com a cadeia hospitalar, e de Ricardo Steiman, Chief Benefits Officer. Com esses especialistas, a Inter Benefícios reforça sua atuação consultiva e com foco em excelência operacional desde a prospecção até a renovação, passando pelo dia a dia dos contratos corporativos de saúde.

“A Inter vem se preparando para um ciclo acelerado de expansão e, com isso, nossa estrutura de atendimento também precisa evoluir. Chego com o compromisso de ajudar a escalar essa próxima fase, oferecendo um pós-venda mais próximo, com escuta ativa e soluções alinhadas às reais necessidades dos RHs, que hoje enfrentam um cenário desafiador, com alta pressão por eficiência e qualidade”, afirma Thiago Romano.

Com passagens pela DOR Consultoria, MDS, AON e pela área de RH da Andrade Gutierrez, onde coordenou planos de saúde e previdência privada, Romano traz uma visão privilegiada de toda a cadeia — como cliente, fornecedor e consultor. Atuário por formação, com MBA em Finanças pelo Insper, o executivo também liderou a área de pós-venda da DOR por sete anos, acumulando vasta experiência em relacionamento, negociação com operadoras e implementação de soluções personalizadas.

Segundo Ricardo Steiman, o movimento reforça a estratégia da companhia de atrair talentos com experiência reconhecida no mercado. “É um orgulho contar com o Thiago nesse momento de expansão. Nosso foco está em combinar crescimento com cuidado — e ele traz justamente esse equilíbrio entre visão estratégica, proximidade com o cliente e capacidade técnica para estruturar soluções robustas, com escuta e acolhimento. Sua base em São Paulo também contribui para reforçarmos ainda mais nossa presença em um mercado estratégico.”

Paulo Dart, por sua vez, destaca o alinhamento com a proposta da Inter. “Cada um de nós tem uma bagagem complementar: eu com foco em gestão da cadeia hospitalar; Ricardo com expertise em sinistro e credenciados; e Thiago com forte atuação em pós-venda e visão de RH. Isso nos dá musculatura para oferecer soluções completas e integradas, com programas de saúde de alto engajamento, análises preditivas, eficiência negocial e automação com toque humano.”

A expectativa é que a área de Benefícios mantenha o ritmo de crescimento ao longo de 2025, impulsionada pela entrega de resultados concretos. Em um caso recente, a Inter estruturou uma harmonização de apólices que permitiu manter 20 mil vidas seguradas sem reajuste, mesmo com tíquete médio já reduzido.  

“O trabalho integrado entre as áreas técnica e comercial dá resultado direto para o cliente”, conclui Dart.

IRB(Re) apura lucro líquido de R$ 118,6 milhões no 1T25, alta de 49,9%

O IRB(Re) registrou lucro líquido de R$ 118,6 milhões no primeiro trimestre de 2025, alta de 49,9% em relação aos R$ 79,1 milhões do 1T24, segundo dados da Visão Negócio. É o nono trimestre consecutivo de resultado positivo. O desempenho foi impulsionado pelo crescimento de 57,9% no resultado financeiro e patrimonial, que alcançou R$ 210,2 milhões, e por resultado de subscrição de R$ 103,2 milhões.

No acumulado de 12 meses, o lucro líquido soma R$ 412 milhões. Segundo o CEO Marcos Falcão, o resultado reflete a consistência da estratégia adotada, com foco na rentabilidade e na redução do índice combinado.

O lucro líquido da carteira Não-Vida somou R$ 135 milhões no trimestre, alta de 68,7% ante o 1T24. Já a carteira de Vida teve prejuízo de R$ 16 milhões, frente a perdas de R$ 1 milhão um ano antes. A subscrição da carteira Não-Vida foi positiva em R$ 126 milhões. Em Vida, o resultado foi negativo em R$ 23 milhões, impactado por um grande sinistro em uma fábrica de lubrificantes.

Os prêmios retidos no trimestre totalizaram R$ 974 milhões, dos quais 94,6% (R$ 921 milhões) vieram da carteira Não-Vida. No acumulado de 12 meses, os prêmios retidos Não-Vida cresceram de R$ 3 bilhões para R$ 3,3 bilhões. O Brasil respondeu por 61,5% do total, América Latina por 9,5% e os demais países por 29%. Houve aumento de 31% na participação latino-americana.

O índice combinado total ficou em 102,5%, frente a 97,8% no 1T24. No segmento Não-Vida, foi de 98% (96% no 1T24), enquanto em Vida subiu de 105% para 161%. A sinistralidade total aumentou para 66,5%, com queda de 3 p.p. na carteira Não-Vida (61%). No segmento Vida, a sinistralidade saltou de 27% para 140%, com sinistro retido passando de R$ 38 milhões para R$ 76 milhões.

O índice de comissionamento total caiu de 27,8% para 20,7%, refletindo a nova estratégia de negócios. No segmento Vida, a redução foi de 68% para 3%.

O resultado financeiro foi impulsionado por ganhos com variação cambial de R$ 45 milhões. Os investimentos somaram R$ 174 milhões, sendo R$ 145 milhões no Brasil e R$ 29 milhões no exterior. A companhia encerrou o trimestre com R$ 8,9 bilhões sob gestão.

A suficiência do patrimônio líquido ajustado em relação ao capital mínimo requerido atingiu 207% no 1T25, 38 p.p. acima do 1T24, segundo Eduarda de La Rocque, diretora de Riscos do IRB(Re). O índice de cobertura de provisões técnicas apresentou suficiência de R$ 728 milhões.

Na metodologia IFRS 17, adotada pela CVM, o lucro líquido do IRB(Re) foi de R$ 134 milhões no 1T25, frente a R$ 237 milhões um ano antes. O resultado da prestação de serviços de resseguro somou R$ 235 milhões, com destaque positivo para os grupos Patrimonial e Rural. No grupo Vida, houve queda, refletindo a decisão de não expandir a carteira.

A margem contratual de resseguro (CSM) recuou de R$ 352 milhões para R$ 304 milhões, com crescimento de 21,7% na CSM dos novos negócios. O CFO Frederico Knapp destacou que esse movimento evidencia a consistência da estratégia de subscrição.

A íntegra da Análise de Desempenho está disponível em: www.ri.irbre.com

Modelo de franquias da Prudential impulsiona expansão do seguro de vida no Brasil

Prudential do Brasil, evento Orlando 2025

A cidade de Orlando, na Flórida, recebe de 11 a 15 de maio a PTC 2025, convenção anual da Prudential do Brasil que homenageia as franquias com melhor desempenho no último ano. Reconhecido como o principal evento da rede de franqueados Life Planner, o encontro reúne mais de mil pessoas, entre corretores e acompanhantes, para celebrar conquistas e compartilhar estratégias de expansão. Com o slogan “Guardiões da Proteção, expandindo o futuro Bold+”, a edição de 2025 marca a 26ª realização do evento, consolidando a relevância da franquia como canal de distribuição e peça central do modelo de negócios da companhia no país.

Com presença no Brasil há 27 anos e atuação no modelo de franquias há 21 anos, a Prudential é hoje uma das maiores seguradoras de vida do país. São mais de 2 mil franquias ativas na rede, formando um dos principais canais de venda da seguradora, que conta com um universo de 5,4 milhões de clientes brasileiros. A meta da companhia é ampliar esse número para 7 milhões até 2027. O Brasil já é o terceiro maior mercado da seguradora global, sediada em Newark, Nova Jersey, e com 150 anos de história. Em recente visita ao Brasil, a executiva global Caroline Feeney, que assumiu em março a chefia de aposentadoria e seguros da Prudential, afirmou que o país representa hoje a principal oportunidade de crescimento da empresa no mundo.

A CEO da Prudential do Brasil, Patrícia Freitas, tem um enorme carinho por este evento. Uma das raras mulheres no cargo de CEO no mercado de seguros brasileiro, ela destaca o potencial ainda inexplorado do mercado nacional de seguros de vida. Atualmente, a penetração do produto no Brasil é de apenas 18%. “O setor de seguros movimenta mais de R$ 700 bilhões e responde por quase 10% do PIB, quando somado ao mercado de franquias. Esses dois segmentos são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social”, afirmou Freitas. Em 2024, o mercado de seguros cresceu 12%, enquanto o de franquias teve avanço superior a 13%.

A relevância econômica do seguro de vida também é demonstrada por dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). Segundo a FGV, cada R$ 1 bilhão arrecadado em prêmios gera um impacto de R$ 1,48 bilhão no Produto Interno Bruto (PIB). Já a cada R$ 1 bilhão pago em indenizações, o impacto chega a R$ 1,35 bilhão. Esse efeito multiplicador mostra que o seguro de vida vai além da proteção individual, representando uma alavanca importante para a economia.

O modelo adotado pela Prudential é centrado no canal proprietário de franquias de corretoras, conhecidas como Life Planner. Os franqueados atuam na venda de seguros da companhia, por meio de atendimento personalizado e foco em planejamento financeiro individual. Atualmente, a empresa conta com 49 pontos de apoio espalhados pelas cinco regiões do Brasil e pretende ampliar sua capilaridade com novas unidades, principalmente em cidades do interior.

A CEO da operação brasileira também menciona o avanço da estratégia digital, que em apenas três anos atingiu cerca de 500 mil clientes. Embora o foco seja o crescimento orgânico por meio de franqueados, a Prudential não descarta aquisições pontuais no país, desde que alinhadas à sua estratégia. Além disso, a companhia aposta na previdência como outra frente de expansão. Três em cada quatro pessoas no mundo têm preocupação com a aposentadoria. Nosso centro de excelência global está trabalhando em soluções adaptadas às realidades locais”, informa.

A convenção PTC (President’s Trophy Convention) reconhece anualmente as 500 melhores franquias da rede, com base em critérios como volume de prêmios, número de apólices, índice de retenção e desempenho empresarial. O evento, que já passou por cidades como Las Vegas, Paris, Abu Dhabi e Salvador, reforça o compromisso da Prudential em valorizar e capacitar seus franqueados. Durante os cinco dias de programação, os participantes têm acesso a networking e celebrações.

A capacitação constante é parte central do modelo da Prudential. A empresa oferece uma plataforma de ensino a distância, a PruEAD+, com mais de 2 mil conteúdos em diversos formatos. Além disso, realiza eventos presenciais como o Franchising Day e o Master Franchisee Meeting, voltados ao desenvolvimento técnico e empresarial dos corretores. A estrutura de suporte inclui ainda treinamentos semanais e ferramentas de gamificação para incentivar o aprendizado.

Em 2024, a Prudential pagou R$ 838 milhões em benefícios no Brasil, acumulando R$ 4,2 bilhões desde o início das operações locais. A expectativa é ampliar essa base com a entrada de novos franqueados e o fortalecimento da cultura de proteção financeira. Para a empresa, o desafio está em aumentar a conscientização da população sobre a importância do seguro de vida, especialmente em um cenário global de incertezas econômicas.

Com a PTC 2025, a Prudential reafirma o papel central dos seus franqueados na expansão dos negócios e na missão de proteger vidas. O evento é, ao mesmo tempo, uma celebração e um ponto de partida para o novo ciclo de crescimento. Ao unir empreendedorismo, capacitação e propósito, a companhia aposta no modelo de franquia como um caminho estruturado para ampliar a inclusão financeira no país.

A jornalista viajou a convite da Prudential do Brasil

Sura aposta em experiências, capacitação e incentivos para fortalecer parceria com corretores

A Seguros Sura realizou uma live para contar mais para os corretores de todo o país sobre o programa de incentivo: o Viva Bem Com Sura. Desta forma, a seguradora especialista em gestão de tendências e riscos fortalecerá o relacionamento com seus parceiros, reforçando seus esforços pelo crescimento mútuo e relações estratégicas de longo prazo.

Daniel Betancur, vice-Presidente de Clientes, Canais e Acessos da Sura no Brasil, e Michel de Paula, gerente de Gestão de Canais da Sura Brasil, contam as melhorias que dão a base para este crescimento e as novidades que vem por ai.

Com objetivo de impulsionar a produtividade e o desenvolvimento da sua rede de corretores, o projeto também tem como foco compartilhar conhecimento e benefícios. A novidade também faz parte do planejamento para atingir a meta de R$ 5 bilhões de prêmios emitidos até 2028. 

“Somos uma companhia feita de pessoas para pessoas. Acreditamos no relacionamento próximo e em potencializar todos os públicos com os quais nos relacionamos. A venda via corretor é o nosso principal canal de distribuição e temos no Viva Bem Com Sura nosso caminho de aproximação e crescimento sustentável mútuo. Juntos podemos ir muito mais longe”, diz Betancur.

O programa Viva Bem com Sura nasceu a partir de conversas com os corretores e da escuta ativa de suas necessidades, como explica Michel de Paula. “É diferente eu criar algo que eu acho que é importante para ele do que ouvi-lo e entender o que realmente faz diferença no dia a dia dele”, afirma. A partir dessas trocas, a seguradora estruturou o programa em três pilares fundamentais, representados nas palavras que formam o nome da iniciativa.

O primeiro pilar, associado ao “Viva”, é o da experiência. A Sura busca promover momentos marcantes com seus parceiros, como eventos gastronômicos em restaurantes renomados, experiências esportivas, shows e, como destaque, a primeira convenção de vendas da companhia. Por meio de uma campanha de incentivo, 70 corretores foram levados a Medellín, sede da matriz da seguradora na Colômbia, para viver essa imersão.

Já o pilar “Bem” representa o foco em conhecimento. Segundo Michel, muitas corretoras chegaram a um estágio de estagnação e buscam apoio para evoluir como empresas. “O mercado oferece muito conteúdo sobre produto, mas isso o corretor já domina. O que falta é apoio em gestão, desenvolvimento empresarial e capacitação dos colaboradores”, explica. A Sura vem investindo em uma estrutura que oferece consultoria prática para que os corretores possam expandir seus negócios, treinando suas equipes e buscando soluções personalizadas para seus desafios.

Por fim, o “Com” está relacionado aos incentivos. Michel ressalta que, embora comissões competitivas façam parte do reconhecimento, o programa vai além disso. “Queremos mostrar que o Viva Bem com Sura é muito mais do que pagar comissão. Ele é quase como um MBA gratuito, com incentivo, desenvolvimento e relacionamento”, resume.

O objetivo da Sura é estreitar laços e contribuir de forma efetiva com o crescimento sustentável dos corretores parceiros, promovendo uma atuação conjunta mais estratégica e duradoura. Além disso, a Sura também realizará sua primeira Convenção de Vendas, em 2026, levando os corretores e as assessorias mais bem pontuadas no Com Sura para conhecer o coração de sua história: Medellín, na Colômbia.

CNseg: setor de seguros participa pela primeira vez de Conferência Nacional do Meio Ambiente

Pela primeira vez o setor segurador se fez presente em um encontro promovido pelo Ministério do Meio Ambiente para discutir soluções para a mitigação climática no Brasil. Junto a diversos representantes do governo federal a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) integrou a programação de atividades da 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente, que se realizou em Brasília (DF), nesta semana.

O encontro reuniu mais de 2 mil pessoas, durante quatro dias, para debater a emergência climática junto ao desafio da transformação ecológica e a preparação para os debates e ações durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que será realizada em Belém (PA), no mês de novembro. Temas como mitigação para um Brasil mais resiliente, menos vulnerável às mudanças climáticas; Justiça Climática; Transformação Ecológica; Governança e educação ambiental; Adaptação e preparação para desastres nortearam os eixos de discussões durante o encontro.

Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, estar presente na Conferência, com diversos representantes da sociedade, mostra como o setor está se preparando para auxiliar o país diante deste tema. “A mudança climática passou a ser um tema da mais alta relevância para o setor de seguros. Temos observado o crescimento do número de eventos climáticos e da severidade destes episódios. Dessa forma, impactando um número maior de pessoas, casas, construções e infraestrutura, e vemos ali a deficiência na contratação dos seguros, onde seria um instrumento capaz de amenizar esses impactos causados pela problemática de alterações do clima”, ressaltou.

Segundo a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, o encontro vem no momento em que se cresce a conscientização da sociedade sobre o uso dos recursos naturais e que se torna importante encontrar soluções para o problema.

“Vamos conseguir realizar a COP30, liderando pelo exemplo. Para liderar pelo exemplo, nós vamos ter que enfrentar muitos dos nossos problemas, muitas das nossas contradições. Mas temos que estar comprometidos em fazer a transição energética e ecológica, e que também possamos estar preparados para a criação de instrumentos econômicos que possam viabilizar a mudança que o Brasil e o mundo precisa”, ressaltou.

Adaptação e Preparação para Desastres

Após quase 12 anos da última edição, a 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente é marcada pela retomada da governança participativa do meio ambiente no Brasil e inclusão de parceiros institucionais.

Diante disso, a CNseg esteve presente em uma das principais plenárias da Conferência, que debateu a “Adaptação e preparação para desastres”. O gerente de sustentabilidade da CNseg, Pedro Werneck, informou durante o painel de discussão sobre a importância do setor na diminuição de riscos climáticos, e lembrou que país tem um gap de proteção securitária.

“O setor tem um interesse genuíno em um mundo, em um contexto socioeconômico da diminuição dos riscos climáticos e de todos os riscos ambientais inerentes. Por exemplo, hoje o Brasil tem apenas 6% de toda a área cultivada que conta com o seguro rural, um setor fundamental para o desenvolvimento do país e que seu produto está totalmente exposto ao risco climático. Só neste setor apresenta um gap de falta de proteção de cerca 93%. No seguro residencial o seguro está presente em apenas 17% e a frota automotiva somente 30%”, destacou

Além disso, o representante da Confederação destacou ainda a proposta do setor para a criação do Seguro Social Catástrofe. Pedro lembrou que diante do agravamento da crise climática no Brasil, a CNseg propõe a criação desta modalidade de seguro. Este seguro privado obrigatório visa fornecer indenização emergencial (cerca de R$ 15 mil) via PIX para vítimas de desastres como inundações e desmoronamentos, financiado por uma pequena taxa mensal (R$ 2-3) em contas de serviços públicos, isentando participantes de programas sociais.

Junto Seguros lança motor de GenAI para otimizar documentos e dá início a uma nova era da apólice digital

A trajetória da Junto Seguros, líder e pioneira no mercado de Seguro Garantia no país, alcança um novo estágio com o fortalecimento de duas frentes de inovação. A primeira delas é a aplicação de Inteligência Artificial Generativa (GenAI) para otimização de processos de análise documental e resposta ao corretor. A segunda está na completa reformulação da apólice digital, agora orientada pelos princípios do Visual Law, tornando o documento mais simples, didático, navegável, inteligível e funcional.

Os dois projetos, anunciados no evento de celebração dos 30 anos da primeira apólice de Seguro Garantia emitida pela Junto Seguros, em São Paulo, reforçam uma estratégia alinhada à crescente demanda de corretores e assessorias. 

A GenAI introduzida pela Junto Seguros – “LLOBO” – opera na interseção entre precisão e celeridade. Com sua implementação, o processo de subscrição de apólices e avaliação de riscos passa a ser conduzido com base na extração automatizada de dados como cláusulas contratuais, valores, prazos e penalidades. A ferramenta interpreta editais, lê contratos e balanços das empresas, bem como acelera o preenchimento de cadastros e outras informações com consistência, precisão e segurança.

Segundo o CEO da Junto Seguros, Roque de Holanda Melo, “essa tecnologia permite que as pessoas da equipe tenham mais tempo para tarefas estratégicas, uma vez que a GenAI realiza a leitura dos documentos, a extração de informações e auxilia na análise dos balanços das empresas. Esta ferramenta já está ajudando na análise de crédito e subscrição dos novos riscos e, em breve, será disponibilizada também para nossos parceiros de negócios, permitindo que os corretores façam a leitura automática de editais, contratos e realizem o preenchimento direto do cadastro do cliente e das nossas apólices”.

Em complemento à GenAI, a seguradora avançou com o formato da apólice digital, reformulando sua interface com base em princípios visuais e estruturais do Visual Law. A iniciativa atende diretamente a demandas identificadas entre corretores, tomadores e, em especial, segurados, que buscavam maior clareza, linguagem simples e facilidade no acesso à informação. A nova estrutura da apólice é composta por menus interativos e diagramas que destacam os principais pontos das suas condições contratuais, sem comprometer a validade jurídica do documento. Essa transformação consolida uma jornada iniciada em 2018, quando a Junto lançou a primeira apólice digital do mercado segurador.

O novo formato da apólice é resultado de um trabalho iniciado em 2023, quando a empresa foi laureada com o Prêmio Intelijur, na categoria de Melhores Práticas na Gestão de Departamentos Jurídicos. A premiação reforça o valor estratégico das iniciativas adotadas, que não apenas aprimoram a experiência do usuário, mas também elevam os padrões de governança de dados.

“Esse movimento de reengenharia tecnológica se insere em um ambiente mais amplo de mudança no setor de seguros. A digitalização de contratos e a automação das interações entre seguradoras, corretores e clientes tornam-se não apenas desejáveis, mas indispensáveis à medida que aumentam as exigências regulatórias e a complexidade dos negócios”, completa Melo.

Com a dupla entrega, a Junto Seguros dá continuidade à inovação incremental, guiada por demandas diretas do ecossistema de corretores, assessorias e segurados. Ao investir em soluções que integram análise automatizada, arquitetura jurídica acessível e governança de dados, a companhia reafirma seu papel como protagonista na redefinição dos modelos operacionais do Seguro Garantia no Brasil.

Grupo HDI inaugura nova matriz oficial na região da Berrini, em São Paulo

O Grupo HDI, um dos principais conglomerados seguradores do Brasil, celebrou nesta quinta-feira (08) a inauguração oficial da sua nova matriz, localizada na região da Berrini, em São Paulo. Marcando um momento simbólico na história da companhia, a iniciativa reflete a expansão de suas operações e o fortalecimento da cultura organizacional, impulsionados pelas recentes aquisições e pelo crescimento das equipes.

Com a unificação dos prédios, que anteriormente eram distribuídos entre as unidades do Morumbi e da Berrini, os novos escritórios foram projetados para traduzir o jeito de trabalhar da empresa, promovendo mais integração entre os times e reforçando os valores da companhia com o mote “#EstarJuntoImporta”. Agora, a nova Matriz Berrini passa a ser a sede oficial do Grupo HDI.

O complexo é composto por quatro prédios: P1 – Prédio Central; P2 – Edifício Paulo Gini; P3 – Taperoá; e o Centro Médico. Além da infraestrutura corporativa, a nova sede oferece espaços de convivência como café, dois auditórios, área de descompressão – que inclui o Espaço Sinta-se Bem com salão de beleza, massagem e acupuntura –, bicicletário e vestiários, impulsionando o cuidado do Grupo com o bem-estar e a experiência dos colaboradores no ambiente de trabalho.

Para a cerimônia de inauguração, foi realizado o tradicional corte da fita, conduzido pelo CEO do Grupo HDI, Eduardo Dal Ri, refletindo a importância da nova matriz para a cultura e o futuro da empresa. “A Matriz Berrini representa mais do que um novo espaço físico, ela simboliza o fortalecimento do nosso jeito de trabalhar, da nossa cultura e da nossa união. Ao integrar nossos talentos em um ambiente moderno, funcional e colaborativo, queremos mostrar o quanto estar junto importa para nós”, afirma Delane Giannetti, CTO da companhia.

Novo momento do Grupo HDI

A inauguração também ocorre em um período estratégico para o Grupo HDI, que acaba de unificar as operações da HDI Global no Brasil com as da HDI Seguros. Oficializada em 1º de abril de 2025, a união ampliou a presença da marca no segmento de Grandes Riscos e Specialty, simplificando processos e fortalecendo a capacidade de entrega para clientes, corretores e parceiros. Além da consolidação operacional, as equipes da HDI Global também passam a ocupar o novo escritório da Berrini, reforçando a proposta de integração e colaboração em um espaço único e moderno.

Com a nova configuração, o portfólio do Grupo HDI ganha ainda mais profundidade, atingindo a marca de R$ 2,9 bilhões em prêmios no segmento de Grandes Riscos e tornando-se uma das maiores operações do mercado brasileiro nesse nicho. Para liderar essa frente, Igor Di Beo, vice-presidente de Vida e Ramos Elementares, assumiu o compromisso de manter o alto padrão de excelência já reconhecido pelo mercado.

CCS-SP discute os impactos das mudanças na legislação de seguros para os corretores

por Marcia Alves

O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) promoveu almoço, no dia 6 de maio, no Terraço Itália, com o objetivo de atualizar seus associados e esclarecer dúvidas em relação às mudanças na legislação de seguros. Atendendo ao convite do mentor do CCS-SP, Álvaro Fonseca, o presidente do Sincor-SP, Boris Ber, e o coordenador do Comitê Jurídico, Adilson Neri Pereira, elencaram os pontos principais das novas leis (Lei 15.040/2024 e Lei Complementar 213/2025) que podem afetar a atividade de corretagem de seguros.

Sobre a Lei 15.040 (novo Marco Legal do Seguro), que foi aprovada em dezembro de 2024 e deverá entrar em vigor em dezembro deste ano, Adilson Neri destacou alguns pontos. O primeiro indica que “o estipulante não pode suprimir a escolha do corretor feita pelo beneficiário de seguro”. Para ele, a lei reacende uma antiga discussão sobre a definição do beneficiário, comum, por exemplo, no seguro fiança locatícia. “Entre o locatário e o inquilino, quem é o beneficiário?”, questionou. “O importante é que se reafirma a escolha do corretor pelo inquilino”, acrescentou.

A lei define, ainda, que a “renovação ou prorrogação do seguro poderão ser intermediadas por outro corretor, de livre escolha do segurado ou estipulante”. Segundo Adilson Neri, está claro que não há impedimento para que outro corretor entre na disputa. Outro ponto levantado foi a mudança no prazo para pagamento de sinistro. De acordo com a lei, a seguradora terá 30 dias para pagar o sinistro e, se precisar de documentos adicionais, terá o prazo de cinco dias úteis. Adilson Neri observou que será difícil aplicar este prazo para alguns seguros, como o de transporte marítimo internacional, cujos processos são diferentes e demandam longos procedimentos. 

Regulamentação das cooperativas

Adilson Neri também destacou alguns pontos da Lei Complementar 213, publicada em janeiro, que regulamenta o funcionamento de cooperativas de seguros e de grupos de proteção patrimonial mutualista. Ele fez questão de distinguir as associações de proteção veicular das mútuas. “São completamente diferentes. As cooperativas vendem seguro e competem com as seguradoras. Já as mútuas não vendem seguro, mas planos de proteção patrimonial”, disse.

No caso das cooperativas, a lei também trouxe uma distinção, o cosseguro, que está autorizado mesmo em cooperativas singulares ou entre centrais de cooperativas ou confederações, nos modelos vertical, horizontal ou cruzado. Mas, segundo o advogado, assim como ocorre no seguro, as cosseguradoras não são responsáveis solidárias e em caso de ação judicial todas serão chamadas em juízo. 

Adilson Neri destacou que a venda de proteção por meio de associações de proteção patrimonial não precisa ser feita por corretores e que a venda direta é permitida. “O corretor pode vender? Claro que pode, a qualquer momento”, disse. No entanto, alertou os corretores para que fiquem atentos à solvência tanto de cooperativas como de mútuas. “Elas não estão sujeitas à falência, mas à liquidação extrajudicial, por isso, precisamos conhecer os marcos regulatórios pertinentes”, disse. 

O mentor Álvaro Fonseca encerrou o evento, agradecendo a análise e os esclarecimentos feitos pelos convidados e ressaltando a importância de manter os corretores informados sobre as mudanças que podem afetar a atividade. “As novas leis transformam o sistema de seguros no Brasil. Por isso, ao promover este encontro, o CCS-SP cumpre o seu papel de prover conhecimento e informação para preparar os corretores para os desafios futuros”, disse.

Wiz Co bate recorde histórico de quase R$ 1 bi em prêmio de seguros emitidos no primeiro trimestre

 A Wiz Co (B3: WIZC3) – corretora completa de seguros especializada em bancassurance e distribuidora de consórcios e crédito – acaba de divulgar seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2025, período que atingiu recorde histórico em prêmio de seguros emitidos, chegando à marca de quase R$ 1 bi – R$ 976,2 milhões no 1T25 -, resultado 15,9% maior do que o do mesmo período do ano anterior.

Além disso, a companhia registrou R$ 259,2 milhões em Receita Líquida ex Comissões, sendo R$ 211,2 milhões das operações correntes (ex Rede Caixa), crescimento de 16,7% frente a 2024. Já o Lucro Líquido Consolidado teve aumento de 25,0% se comparado ao primeiro trimestre daquele ano, com um total de R$ 84,1 milhões, impulsionado pelo resultado operacional.

O Lucro Líquido da Controladora (Atribuível aos Acionistas Controladores) atingiu R$ 46,7 milhões no período, 24,5% maior que o apresentado no 1T24, o resultado foi impulsionado, especialmente, pelo bom desempenho comercial das Unidades de Negócio da Companhia.

“Nossos resultados deste primeiro trimestre mostram a capacidade da Wiz Co em crescer sustentavelmente, mesmo em meio a cenários macroeconômicos mais instáveis. Os bons números do período se devem ao ótimo desempenho comercial de nossas unidades e ao uso de tecnologia proprietária, como a Wiz Pro, que é uma das nossas principais vantagens competitivas”, analisa Marcus Vinícius de Oliveira, CEO da Wiz Co.

Segundo o executivo, um dos principais objetivos da companhia é seguir com os avanços da sua plataforma tecnológica proprietária. “Ao longo deste primeiro trimestre evoluímos em diversas funcionalidades na ferramenta, como vendas, operações, gestão e engajamento”, completa.

Seguros

Na vertical de Seguros, a companhia chegou à marca de R$ 81,9 milhões em Lucro Líquido Consolidado, resultado 43,4% acima do 1T24. “Esse desempenho está relacionado à força das nossas unidades de negócio, como a Wiz Corporate e Inter Seguros”, informa o CEO.

A Wiz Corporate alcançou R$ 166,1 milhões em Prêmio Emitido no período, enquanto a Inter Seguros teve um salto de 76,5% em Prêmio Emitido, chegando ao recorde de R$ 111,1 mi. “Tivemos o melhor trimestre da história nesta unidade, com recorde em prêmio emitido e alcançando a marca de oito milhões de contratos ativos”, finaliza Marcus, ao destacar os resultados da Inter Seguros.

A Receita Bruta da Unidade de Negócios Inter Seguros alcançou R$ 81,8 milhões, superando em 56,3% o 1T24. O Lucro Líquido no período foi de R$ 29,0 milhões, 41,8% acima do mesmo período de 2024.

Crédito e consórcios

Quando o assunto é a distribuição de crédito e consórcios, os resultados também foram positivos e fechamos o período com R$ 3,6 bilhões emitidos, em linha com o mesmo trimestre de 2024.

Em EBITDA o segmento registrou R$ 25,2 milhões, marca 21,3% acima do mesmo período do ano passado.

Debêntures

A companhia ainda alongou o cronograma de pagamento de dívidas com a 2° emissão de debêntures simples no valor de R$ 300 milhões, abaixando do custo financeiro de CDI + 2,5% para CDI + 1,9%, o que acabou por reduzir o custo de servir a dívida.