SulAmérica vai vender carteira de grandes riscos

agencia estadoFonte: Agência Estado

A seguradora Sul América decidiu vender sua carteira de seguros de grandes riscos a exemplo do que fez o Itaú Unibanco, segundo fontes ouvidas pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Com R$ 350 milhões em prêmios anuais, o ativo, além de pequeno comparado a outros segmentos, não está no foco de sua atuação,preferencialmente no mercado de saúde corporativa e, por isso, o interesse em se desfazer do negócio.

Para intermediar a venda da sua carteira de grandes riscos, conforme executivos do mercado, a Sul América contratou o Itaú BBA. As conversas com possíveis interessados, porém, ainda não começaram. Mas,seguradoras estrangeiras, que além de crescente interesse no País têm capital para investir, estão entre as companhias que devem avaliar o ativo. Na disputa pela carteira de grandes riscos do Itaú,players como a alemã HDI, a francesa Axa e a japonesa Tokio Marine ficaram bem perto de levar o ativo adquirido pela americana Ace. Além disso, em negócios como esse, alguns grupos são atraídos só pelo acesso ao banco de dados disponível.

No entanto, o fato de o segmento de grandes riscos exigir especialização e grande escala tem feito com que algumas companhias de seguros saiam ou minimizem atuação nesta área, deixando o caminho aberto para players mais focados. Isso porque embora os contratos sejam grandes e,em alguns casos, bilionários, os sinistros, quando ocorrem, são vultosos.

A Sul América, por exemplo, reduziu seu apetite em grandes riscos após duas apólices bilionárias, uma da hidrelétrica de Jirau e outra de um terminal portuário da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), terem resultado em brigas judiciais. No entanto, ainda não fez um comunicado oficial sobre sua decisão.

Rogério Araújo, diretor da TGL Consultoria, responde dúvidas sobre previdência

rogerio araujoSonho Seguro – Vale a pena se aposentar por tempo de contribuição neste cenário de possível fim do fator previdenciário, sendo que os dois candidatos a presidência da República, Dilma Rousseff e Aécio Neves, afirmam que vão propor mudanças.

Rogério Araújo – Não enxergo o fim do fator, sem alguma compensação, como algo possível, provável.
Temos hoje o melhor e mais generoso sistema de previdência social do mundo, é tão vantajoso, tão bom, que tornou-se inviável. Se fizermos somente a conta matemática, financeira, do valor de contribuição, formando a reserva futura, essa reserva, em nenhuma tábua atuarial, de nenhuma de nossas entidades de previdência privada, proporcionariam a renda vitalícia que o INSS proporciona, e ainda temos que levar em consideração os riscos, pensão, invalidez, além de várias assistências, como Maternidade, Afastamento Temporário, por exemplo.

SS – Acredita que o novo presidente vai acabar como fator previdenciário?

RA – Se acabarem com o fator irão substitui-lo por outra regra. Uma das hipóteses em que acredito é que mude a idade mínima para aposentadoria, aumente o período de contribuição ou algo semelhante, como o projeto 85/95, com mulheres com soma da idade mais contribuição = 85 anos e homens com soma da idade + tempo de contribuição = 95 anos.

SS – Então quem já completou o período de contribuição (30 anos para mulheres e 35 para homens) deve se aposentar, mesmo com o desconto do fator previdenciário?

RA – Na minha visão quem tem tempo de contribuição para se aposentar, deve se aposentar, pode fazer contas, mas acredito que receber um benefício certo, reaplica-lo por mais 10, 12, 15 anos e formar uma reserva para complementação, é melhor e mais seguro do que esperar “um milagre” que nunca irá acontecer, que seria melhorar o benefício futuro na aposentadoria social. Veja, por exemplo, os índices de reajustes dos aposentados. Sempre inferior aos índices de reajustes do salário mínimo. Com a mudança de nossa pirâmide demográfica para um “jarro demográfico”, aumento da expectativa de vida, menor taxa de natalidade, crescimento da economia informal, é muito provável caminharmos para um Brasil em que receberemos, jovens hoje na faixa de 30 a 35 anos, um salário mínimo de benefício na aposentadoria.

Sem recursos, seguro rural pode entrar ‘em colapso’

Fonte: Portal do Agronegócio

A escassez de recursos no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) pode fazer com que ao menos 50 mil famílias de produtores de grãos e de frutas de todo o País, sendo pelo menos 6,5 mil paranaenses, fiquem sem o seguro.

Nesta semana, a Presidência da República encaminhou ao Congresso Nacional o Diário Oficial da União com o texto do projeto de lei que abre ao Orçamento Fiscal da União, em favor do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), um crédito suplementar ao PSR no valor de R$ 30, milhões, fechando assim, os R$ 700 milhões prometidos no ano passado.

Em 2013, o governo federal apontou que em 2014 haveria R$ 700 milhões destinados ao programa. Em maio, a presidente Dilma Rousseff confirmou o valor, mas no orçamento só havia R$ 400 milhões. Desse montante, R$ 260 milhões foram usados na safra de inverno, sobrando apenas R$ 40 milhões para a atual safra de verão, liberados em agosto e setembro.

Desde o dia 25 de junho a maioria das seguradoras não trabalha com a subvenção porque o dinheiro está esgotado. O governo deveria ter colocado R$ 300 milhões no orçamento, mas não o fez. No dia 4 (de outubro), foi publicado no Diário Oficial a liberação do recurso, mas ainda há um longo caminho até que de fato isso aconteça: primeiro passar por um relator, depois a Comissão Mista de Orçamento, a Câmara dos Deputados e, por fim, o Senado. Se tudo correr muito bem, sem idas e vindas, só no início de dezembro esse projeto vai ser aprovado. O segundo passo então, seria liberar o dinheiro através do Tesouro Nacional, explica o economista do Departamento Técnico Econômico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Pedro Loyola.

De acordo com a diretoria da Faep, a proposta do governo é tardia, já que o plantio da safra foi iniciado em setembro, mas ainda é tempo de o Congresso Nacional aprovar esses recursos, em regime de urgência, e em tempo dos produtores contratarem o seguro. O seguro rural, segundo a federação, sempre foi muito caro porque possui custos administrativos altos, a possibilidade de catástrofes climáticas, sendo um produto mais complexo que os seguros comuns. Em 2003, o governo federal admitiu essa dificuldade e criou o PSR, que auxilia, em boa parte dos casos, entre 40% a 70% no pagamento da apólice, dependendo da cultura, região, entre outros fatores.

Até 2009, o programa funcionou muito bem, mas a partir de 2010 e nos anos seguintes houve contingenciamento ou falta de recursos. Muitos produtores contrataram o seguro nesta safra, na espera de sair o dinheiro. As seguradoras avisaram que estão sem subvenção, e dizem que só podem passar a subvenção no momento que o governo liberar o dinheiro. Esses produtores e as seguradoras estão acreditando no Plano Agrícola. Se isso não acontecer até dezembro, teremos um colapso, porque o produtor terá que pagar o valor cheio do recurso, que tem custos muito altos, complementa Loyola.

Em carta encaminhada à Presidência da República, a Faep enfatiza que numa eventual catástrofe climática, corre-se o risco de produtores, bancos, seguradoras, fornecedores de insumos, cooperativas e toda a sociedade arcarem com custos consideráveis pela falta de ação do governo federal.

ACE tem sinal verde para adquirir a carteira de grandes riscos do Itaú

fusaoA ACE Limited (NYSE:ACE) anunciou que recebeu todas as aprovações regulatórias necessárias para a aquisição da carteira de grandes riscos de propriedade e responsabilidade civil (P&C;) da Itaú Seguros, S.A. do Itaú Unibanco S.A., uma transação que tornará a ACE a principal companhia de seguros de P&C; no Brasil. A aquisição, anunciada em julho de 2014 e avaliada em aproximadamente R$1.515 milhões (US$ 630 milhões) a taxas cambiais correntes, deverá agora ser concluída em 31 de outubro de 2014, bem antes do prazo anunciado anteriormente. A transação deverá ser acrescida ao resultado imediatamente.

A Itaú Seguros é líder de mercado no Brasil no segmento de grandes riscos, que foca em uma ampla gama de coberturas patrimoniais e de transportes para as maiores e mais sofisticadas empresas do Brasil. Com uma presença nacional, relacionamento com mais de 600 corretores e 320 funcionários, o negócio teve aproximadamente US$ 950 milhões em prêmios brutos emitidos em 2013.

“O segmento de grandes riscos da Itaú Seguros complementa e aprofunda a longa presença da ACE no Brasil de forma significativa?, disse Evan G. Greenberg, Chairman e CEO, da ACE Limited. “O negócio tem alcance nacional, ampla distribuição, um portfólio diversificado e, muito importante, uma equipe de gestão experiente, profissional e talentosa com cultura de subscrição semelhante à nossa. A combinação das nossas habilidades, talentos e capacidades complementares vai se mostrar poderosa. Estamos ansiosos para receber nossos novos colegas no Brasil na família ACE.?

As operações da ACE no Brasil atualmente incluem um negócio estabelecido de seguros de P&C; de linhas pessoais e comerciais, um negócio significativo de seguro de acidentes pessoais e de saúde complementar, bem como seguro de vida e resseguro.

O Grupo ACE é uma das maiores seguradoras multilinha de propriedade e responsabilidade civil do mundo. Com operações em 54 países, a ACE oferece seguro de propriedade e responsabilidade civil tanto comercial como pessoal, seguros de acidentes pessoais, saúde complementar, resseguro e seguro de vida para um grupo diversificado de clientes. A ACE Limited, empresa controladora do Grupo ACE, está listada na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE: ACE) e é parte do índice de S&P; 500.Para mais informações acesse:www.acegroup.com.

Diretora da Tokio Marine fala sobre a importância da solidez financeira de uma Seguradora

Artigo – Rosete Boukai Neta é Diretora Administrativa e Atuarial e Chief Risk Officer da Tokio Marine Seguradora

Um dos conceitos mais importantes do mercado de seguros é o de solvência, que é a capacidade da Seguradora honrar com suas obrigações, como o pagamento de despesas e sinistros presentes e futuros, mesmo em condições adversas. Nesse sentido, o órgão regulador tem por responsabilidade proteger os Segurados. Para isso, define regras de solvência e acompanha o desempenho das Seguradoras para intervir a tempo, sempre que detecta um sinal de alerta.

Atualmente, a Susep, órgão regulador do nosso mercado, está empenhada em fortalecer o sistema de solvência no Brasil e vem implementando, gradativamente, um modelo de supervisão baseado no conjunto de medidas regulatórias que está sendo adotada em Seguradoras e Resseguradoras da União Europeia, conhecido como Solvência II.

As novas regras de solvência têm por objetivo entender os riscos aos quais as companhias estão expostas (Subscrição, Crédito, Operacional, Mercado, entre outros). Esses riscos tornaram-se a base para o requerimento de capital das Seguradoras. Por meio de um programa de gerenciamento de riscos adequado é possível identificar, avaliar e medir tais riscos, permitindo que as Seguradoras executem sua missão e seus objetivos estratégicos, com requerimento de capital compatível ao seu ambiente de governança.

O Grupo Tokio Marine trata as questões que envolvem solvência de forma muito séria. Somos reconhecidos pela solidez financeira e pelo foco contínuo, investimento e monitoramento das questões relacionadas ao gerenciamento de riscos em todos os 38 países onde atuamos. Possuímos em nossa estrutura comitês e áreas especializadas que possibilitam o entendimento claro sobre os riscos em nossas operações, bem como a identificação de ameaças internas e externas ao nosso negócio.

Aqui no Brasil, a gestão dos riscos também faz parte do nosso dia a dia. A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros do mundo, adota as melhores práticas internacionais e vem se antecipando às tendências de mercado. Já estamos preparados para os requerimentos de Solvência II e apresentamos suficiência de capital para nossas operações, o que garante a solvência da Companhia. Nosso portfólio e estratégias de negócios são definidos com base nas regras de solidez financeira.

Aliado às diretrizes da Matriz, desenvolvemos modelos de mensuração do capital que consideram as melhores técnicas estatísticas e atuariais, além de modelo de governança e estrutura de gestão de riscos eficiente, que provê à Companhia informações precisas para as tomadas de decisões. Dessa forma, asseguramos o cumprimento de nossos compromissos e a satisfação e credibilidade perante nossos Clientes.

Tokio Marine investe na área de sinistros para proporcionar maior agilidade na liberação das indenizações

tokio marineRelease

A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros do mundo, tem investido continuamente em capacitação de pessoas, aperfeiçoamento e automação de processos para prestar o melhor serviço aos Corretores, Assessorias e Clientes no momento do sinistro. A área hoje conta com 225 colaboradores distribuídos em segmentos, como Automóvel, Grandes Riscos, Massificados, Vida e Afinidades. Por mês, a Companhia recebe cerca de 20 mil avisos de sinistros.

“O atendimento com qualidade e rapidez a partir da comunicação do sinistro é nossa prioridade. Somos uma seguradora que exerce com absoluta convicção a função de entregar tranquilidade quando os imprevistos ocorrem”, afirma o Diretor Alexandre Vieira, responsável pela área.

Com uma demanda de cerca de dez mil sinistros por mês, o ramo de Automóvel requer investimento contínuo em automação de processos. É o que tem feito a Tokio Marine nos últimos dois anos. Uma das iniciativas é o Gerenciador de Processos de Sinistros, que trata os documentos com a ordem de priorização adequada, o que permite o cumprimento dos prazos acordados.

“Se tivermos, por exemplo, cinco processos na mesma situação, a prioridade é para o mais antigo”, explica Vieira. Também foi implementada a pré-análise automática de documentos, que libera o analista da verificação manual de 60% dos processos. Dessa forma, ele tem mais tempo para se dedicar aos casos mais complexos. “Intensificamos nossos critérios de análise aumentando a segurança e a proteção das regras da Companhia, porém elevando a produtividade”, argumenta.

Como resultado, hoje, 95% dos reparos são autorizados em até 5 dias após a realização da vistoria, sendo 80% concluído em até 2 dias. Em casos de Roubo e Furto, o segurado tem a indenização creditada em sua conta corrente em um prazo de 4 dias após a entrega da documentação necessária. “Para agilizar a análise, disponibilizamos recentemente o upload de documentos de sinistros em nosso portal. O analista confere os documentos via Internet, e quando os originais chegam, o processo já está em andamento. Quando a demanda não requer um documento original, é possível até liquidar o sinistro”, comenta o Diretor.

Portal de Oficinas – Mais um destaque da área de Sinistros é o Portal de Oficinas, que agiliza diversos processos, como liberações de reparos e envio de notas fiscais. “Somos uma das poucas Seguradoras a automatizar essa relação. Hoje, 70% das notas fiscais de serviços das oficinas são enviadas por meio do Portal e pagas em até três dias”, explica o diretor. “Temos recebido muitos elogios de Corretores. E segundo pesquisa recente feita pelo Sindicato das Reparadoras de Veículos, já somos reconhecidos pelas oficinas como uma das melhores empresas para se operar”, informa Alexandre Vieira.

Para otimizar ainda mais o atendimento, a Tokio Marine criou o Departamento de Monitoria Proativa de Qualidade, que tem como principal objetivo acompanhar os prazos e demandas, tanto de analistas quanto de outros envolvidos, como, por exemplo, as oficinas. “A equipe tem as funções de verificar erros e atrasos no processo e propor soluções para tornar os processos mais ágeis e de qualidade. Queremos atacar a causa raiz”, explica o Diretor. Outro projeto em andamento é a automatização do fluxo e venda de Salvados, com data de início prevista para março de 2015.

Equipes especializadas – Além de melhorias de processos, o Departamento de Sinistro investe na capacitação dos Colaboradores. “Nossa equipe recebe treinamento contínuo sobre os novos fluxos e alterações na legislação. A atualização de conhecimento e a renovação das ferramentas e soluções são cruciais para suportar o crescimento da Tokio Marine”, afirma Alexandre Vieira.

Os sinistros de Grandes Riscos, por exemplo, exigem análise mais complexa e a Companhia conta com profissionais especializados em sinistros de incêndio, embarcações, aeronaves, conglomerados e obras. “Temos o time de reguladores de sinistros mais respeitado do mercado”, conclui o Diretor.

Projeto submete reajustes de planos de saúde coletivos à ANS

Fonte: Agência Senado

Reajustes dos planos de saúde coletivos terão que ser submetidos à Agência Nacional de Saúde (ANS), se um projeto de lei do senador Kaká Andrade (PDT-SE), em tramitação na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), for aprovado. O texto aguarda recebimento de emendas até quarta-feira (22).
O PLS 282/2014 acrescenta um artigo à Lei 9.656/1998 para que os reajustes dos planos coletivos de saúde sejam regulados e limitados pela ANS.

O autor explica que os planos coletivos são os que utilizam uma pessoa jurídica para fazer a intermediação entre o titular do plano e a operadora. Eles existem nas modalidades empresarial, geralmente contratado pela empresa empregadora, e por adesão, contratado por associações e sindicatos.

Segundo Kaká Andrade, esse tipo de plano é o dominante no mercado nacional, alcançando 79% dos 50 milhões de beneficiários brasileiros de planos de saúde, conforme dados da ANS. No entanto, como a legislação é mais branda em relação a esses planos, está havendo a indução dos consumidores a se filiarem a associações falsas para aderirem a planos coletivos ao invés de planos individuais ou familiares.

“Na prática, contudo, os planos coletivos apresentam alguns problemas para o beneficiário, sobretudo por não terem seus reajustes regulados, o que pode redundar em aumentos abusivos”, alertou o senador. Se for aprovado pela CAS, o projeto seguirá para a análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão terminativa.

Brasil ocupa 18ª posição em ranking de economias verdes

sustentabilidasdeFonte: Agência Brasil

COPENHAGUE – A quarta edição do Índice Global de Economias Verdes, publicada hoje (20) pela consultoria Dual Citizens, apresenta o Brasil na 18ª posição entre as 60 nações avaliadas pela performance na área de sustentabilidade, atrás da Costa Rica, do Peru e da Colômbia e à frente do Reino Unido, da Holanda e dos Estados Unidos.

O índice, publicado em 2010, utiliza 32 indicadores para medir a performance dos países analisados. Esses indicadores são divididos em quatro dimensões: liderança e mudanças climáticas; setores eficientes; mercados e investimento; e capital natural e ambiental.

Além da performance, o relatório também apresenta o ranking de percepção sobre o tema, captado por meio de uma pesquisa feita entre julho e agosto deste ano, com especialistas e pessoas que atuam na área em todos os continentes do mundo. Nesse quesito, o Brasil aparece em 15º lugar, uma posição atrás da Costa Rica, e uma à frente da Índia.

No relatório, o Brasil é citado como um país atrativo para investimentos nas áreas de tecnologias limpas e energias renováveis. A consultoria aponta que, com a abundância em recursos naturais e o crescimento de seu poder econômico, o país poderia assumir uma liderança maior na promoção de um crescimento econômico mais sustentável, que permita o desenvolvimento futuro. “Essa liderança será fundamental para o Brasil melhorar seu desempenho no relatório, especialmente na dimensão da gestão de seu capital natural e ambiental, particularmente no que diz respeito a florestas e água”, ressalta o documento.

Não é possível comparar os resultados do relatório deste ano com os de 2013, já que foram incluídas, nesta edição, 33 nações às 27 já analisadas. Mas no comentário específico sobre o Brasil, a consultoria responsável pelo índice observa que não houve grande alteração no desempenho do Brasil em relação ao período anterior.

Quando analisado globalmente, o relatório mostra a Suécia no primeiro lugar no ranking de performance, seguida da Noruega e da Costa Rica, país latino-americano incluído este ano na pesquisa e que surpreendeu pelo excelente desempenho. Já no ranking de percepção, a Alemanha assume a liderança, seguida pela Dinamarca e a Suécia.

Muitas das nações em desenvolvimento, de acordo com a consultoria, precisam reorientar suas economias para um crescimento mais sustentável. Entre elas estão a China, a Tailândia, o Vietnã, o Camboja, o Catar e os Emirados Árabes Unidos. O relatório enfatiza que em países desenvolvidos como a Austrália, o Japão, a Holanda e os Estados Unidos, a percepção sobre sustentabilidade é muito maior do que a performance no setor. “São países que parecem receber mais crédito do que merecem, uma falta de informação que requer uma análise mais profunda”.

A pesquisa também avaliou 70 cidades consideradas sustentáveis ao redor do mundo. Copenhague, capital da Dinamarca, manteve a posição apresentada no relatório anterior de cidade mais sustentável do mundo. Para conferir o relatório completo em inglês, estão no site da Dual Citizens.

Argo lança Protector e traz conceito mobile ao mercado segurador

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Com o uso de smartphones cada vez mais arraigado na nossa sociedade, empresas miram em soluções móveis que se adequem a esse cenário. Pensando nisso, a Argo Seguros Brasil (www.argo-protector.com.br) – subsidiária do Argo Group Internacional – apresenta o novo Protector, versão reformulada da inovadora plataforma multilinhas para Seguros de Responsabilidade Civil, que foi desenvolvida totalmente com orientação mobile, contando com novos aplicativos tanto para o segurado quanto para os corretores de seguros credenciados: “Meu Protector” e “Protector Central do Corretor” respectivamente.

O app “Meu Protector” tem o objetivo de trazer para os smartphones dos segurados todas as informações do seguro, como coberturas da apólice, certificado, verificação de pagamentos e compra de produtos e serviços com desconto através da Central de Benefícios. Além disso, possibilita que o segurado acesse a exclusiva Sala de Emergência, canal de comunicação com a seguradora para dúvidas e auxílio relacionados à apólice.

“Com o app Meu Protector, o segurado sempre estará com seu seguro à disposição e se precisar, poderá utilizá-lo com apenas um clique, a qualquer momento e em qualquer lugar. Estamos trazendo o mercado de seguros para a era da mobilidade e honramos nossa tradição de pioneirismo e vanguarda”, afirma Roberto Uhl, Gerente de Linhas Profissionais da Argo Seguros.

Para os corretores de seguro parceiros, a empresa desenvolveu o “Protector Central do Corretor”, com funcionalidades que permitem que o corretor consulte em tempo real o número de segurados ativos, renovações e prospecções pendentes. O app permite também que o corretor envie campanhas personalizadas de marketing, criando maior possibilidade de conversão e melhorando sua comunicação com seus clientes. Outra funcionalidade do aplicativo é disponibilizar para o corretor um exclusivo mapa de geolocalização dos segurados, além de mostrar as últimas novidades sobre o Protector, bem como acompanhar sua posição no ranking Protector.

“Os nossos corretores de seguros parceiros encontram no app um canal inovador e dinâmico para acompanhamento de seus clientes e prospecção de novos negócios, e isso é um diferencial significativo que oferecemos a eles. Estamos, de fato, dando um impacto positivo na relação dos corretores com os segurados”, explica Eduardo Pitombeira, Diretor de Desenvolvimento de Negócios.

Os aplicativos fazem parte da linha Protector, plataforma digital de Seguros de Responsabilidade Civil para contratação de seguros online, sempre realizada por meio de corretores de seguros, que é uma nova experiência para os corretores e segurados, pois elimina a burocracia e aumenta a eficiência do processo. Criado por Eduardo Pitombeira, Diretor de Desenvolvimento de Negócios, e Roberto Uhl, Gerente de Linhas Profissionais, donos de uma vasta experiência nas principais seguradoras do mercado, a ideia surgiu a partir da expertise de seus executivos, que buscavam uma proposta inovadora de modernizar um mercado ainda atrelado a burocracias, possibilitando a contratação de seguros de forma ágil e fácil.

“Já estamos entre as líderes em número de apólices e de clientes no Seguro de Responsabilidade Civil Profissional. E a nossa expectativa é continuar expandindo a nossa presença no competitivo mercado segurador e consolidar nossa marca entre os principais players do mercado”, afirma Pitombeira. O “Protector Corretor de Seguros” e o “Meu Protector” estão disponíveis para iOS e Android.

Sistema Protector

Com acesso simples e personalizado para o corretor, o Protector permite a simulação e contratação do seguro em apenas 5 minutos. O pagamento pode ser feito via boleto, cartão de crédito ou por débito em conta.

O Protector dispõe de uma página principal, com todas as novidades dos produtos e a “Central do Corretor”, onde o corretor de seguros pode consultar todas as informações e movimentações dos segurados como dados cadastrais, sinistros, pagamentos, materiais de marketing, entre outras funcionalidades. A plataforma ainda oferece ferramentas para relacionamento e prospecção de novos clientes como e-mail marketing, landing Pages personalizadas, banners e carta de cotação customizada com os dados dos corretores.

“O Protector mudou a venda do seguro. Nosso intuito é que os corretores de seguros possam realizar uma venda com conteúdo, de forma eficiente e com escala. É uma solução online completa, que disponibiliza todo aparato técnico e tecnológico aos nossos parceiros, permitindo que tanto os pequenos como os grandes corretores possam distribuir o seguro”, revela Pitombeira.

Além disso, o Protector ainda disponibiliza um novo canal de benefícios para seus segurados. O “Central de Benefícios” dispõe produtos com até 60% de descontos na compra de produtos ou serviços, em 14 lojas parceiras que já estão disponíveis como Giuliana Flores, Sony, Centauro, Hotel Urbano, Multiplus, Easy Táxi, Fast Shop, entre outras.

Somente em 2012, ano de lançamento da plataforma, a Argo Seguros emitiu mais de R$ 3 milhões em seguros de Responsabilidade Civil Profissional. Já no ano seguinte, esse número passou para R$ 12 milhões e o Protector evoluiu de startup para ser o 5º maior player do mercado. Com um crescimento real, hoje, a plataforma tem negócios fechados em todos os estados brasileiros: no total, são mais 8 mil segurados ativos, 1.000 corretores cadastrados e presença em mais de 900 cidades.

Cetip: Financiamento de veículos atinge 153 mil unidades em São Paulo em setembro

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O financiamento de veículos novos e usados em São Paulo atingiu a marca de 153.742 unidades em setembro, um aumento de 10,2% em relação a agosto e de 2,7% na comparação anual. Desse total, 62.414 foram unidades novas e 91.328 foram de usadas. O estado possui o maior mercado de financiamento de veículos do Brasil. O levantamento é da Cetip, que opera o maior banco de dados privado de informações sobre financiamentos de veículos do país, o Sistema Nacional de Gravames (SNG).

Do total de veículos financiados, 130.774 foram automóveis de passeio e comerciais leves, 16.070 foram motos e 6.361 pesados. No acumulado do ano, foram financiados 1.268.729 veículos, entre novos e usados, no estado. O volume representa uma queda de 8,1% em relação ao mesmo período de 2013.

No Brasil, os veículos financiados somaram 564.515 unidades em setembro, entre automóveis leves, motocicletas, pesados e outros, apresentando uma alta de 9,8% frente ao mês anterior e de 5,4% em relação a setembro de 2013. Desse total, 275.257 foram de veículos novos e 289.258 foram de usados.

O SNG é uma base privada de abrangência nacional que reúne as informações sobre restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de concessão de crédito. Essa base é consultada e atualizada em tempo real pelas instituições financeiras.

Para mais informações sobre financiamentos de veículos, acesse: www.cetip.com.br/financiamentos