Francisco Campos deixa cargo de CEO da Liberty em Cingapura e assume posto na área de sinistros na matriz, em Boston

liberty franciscoLuiz Francisco M. Campos deixa o comando da Liberty em Cingapura e assume um novo posto, agora sediado em Boston, mas com responsabilidade por toda a operação de sinistros ao redor do mundo. Veja o que ele postou hoje no Facebook:

Hora de Mudar! Durante os últimos 15 meses vivi um dos momentos mais incríveis de minha vida!
Antes não podia imaginar a Ásia, agora vivendo somente por tão curto tempo, fiquei maravilhado com as pessoas, os lugares, a cultura. E para quem me conhece, sabe o quanto gosto de conhecer o novo! Foi um curto período por aqui, faltou ainda muita coisa para conhecer, e ainda vou conhecer um dia.

Agora estou indo para uma nova fase profissional, voltando para o mundo ocidental! Em pouco tempo estarei assumindo um novo posto, agora sediado em Boston, mas com responsabilidade por toda a operação de sinistros ao redor do mundo.Não tenho dúvidas que vou aprender muito novamente, se desenvolver, ser feliz.

Mudo também aqui no Facebook. Enquanto estava na Ásia queria compartilhar com vocês este mundo que estava vivendo. Agora paro de postar, pois não encontrarei no ocidente uma cultura e um povo como o que encontrei aqui. Vou continuar por aqui dando meus pitacos, mas vocês estarão livres de minhas incursões.

Livres não Chico. Foi enriquecedor conhecer um pouco do Oriente pelo seu coração. Sucesso Chico!!!!!

Mitsui Sumitomo Seguros recebe R$ 340 milhões de aumento de capital

helioO Conselho de Administração da MS&AD no Japão aprovou um aporte de capital de R$ 340 milhões na Mitsui Sumitomo Seguros, subsidiária brasileira do Grupo. “Este aporte realizado pela nossa matriz, visa suportar os investimentos do Grupo no desenvolvimento de novos negócios, solidificando o posicionamento da Mitsui Sumitomo Seguros no Brasil”, comenta Keiichi Hara, Presidente e CEO da companhia no Brasil.

“Após 2 anos e meio de intenso trabalho no fortalecimento da nossa plataforma operacional, ambiente de controle e implementação do novo plano de negócios, este aporte de capital é um reconhecimento pelo trabalho efetuado até o momento, e reitera, principalmente, a força do Grupo Mitsui Sumitomo, que celebrará em 2015, 50 anos de operação no Brasil”, complementa Hélio Kinoshita, Vice-Presidente e COO da Mitsui Sumitomo Seguros. Com o aporte, o capital social da MSS passa de R$ 282 milhões para R$ 621 milhões, tendo um aumento de 121%.

Susep homologa totalidade do controle acionário da Aplub Capitalização pela Capemisa Seguradora

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Conforme portaria nº 6056, publicada no Diário Oficial de hoje, 16 de outubro, a Susep homologou, de forma definitiva, a transferência do controle acionário direto da Aplub Capitalização para a Capemisa Seguradora. Com isso, a nova empresa passa a contar com uma marca única: Capemisa Aplub Capitalização.

De acordo com o diretor-presidente da Capemisa, José Augusto Tatagiba, com esta operação, a seguradora amplia sua atuação no mercado de capitalização e passa a contar com uma moderna plataforma de tecnologia da informação, com capacidade anual de processamento de mais de 100 milhões de títulos.

“Com a incorporação deste novo front de distribuição, a seguradora vai expandir sua presença nos mercados em que a Capemisa Aplub Capitalização atua e, consequentemente, também irá alavancar a comercialização de toda a cadeia de seguros. Sem dúvida, daremos um grande salto de qualidade e de amplitude nos nossos negócios”, afirma Tatagiba.

Sofisticação do mercado de seguros demanda cada vez mais executivos com foco no cliente

Alexandre Zuvela, sócio para a prática de Seguros na FesaRelease

O mercado de seguros é um dos que mais cresce no Brasil. Em 2013, o segmento registrou crescimento de 13,2%, aumento significativo considerando a média da economia brasileira de 2,3% segundo o IBGE. Tamanha ascensão resulta na demanda de um novo perfil de executivos. Antes, constituído por profissionais com formação técnica como engenheiros, advogados, administradores, economistas e atuários, para atuação em áreas técnicas e de produtos. Já para as áreas comerciais, o mercado também buscava executivos com competências relacionais, independente da formação acadêmica.

Atualmente, o segmento de seguros continua a demandar executivos com a mesma base de formação profissional do passado. Contudo, busca também pessoas com uma visão relacional apurada, uma vez que as empresas têm construído estratégias focando o cliente e não mais só suas linhas de produtos.

“A concorrência e a sofisticação de nosso mercado têm demandado executivos com visões horizontais do negócio, ou seja, aqueles que conseguem olhar além das suas áreas de atuação e contribuir com a empresa de uma forma abrangente. Desse modo, buscam-se solucionadores de problemas, com visão de futuro e não apenas de constatação do que precisa ser feito, com base na experiência passada”, explica Alexandre Zuvela, sócio para a prática de seguros da Fesa, consultoria de busca e seleção de altos executivos.

Zuvela acrescenta que o principal gargalo na busca e seleção de altos executivos no segmento de seguros é o fato de que grande parte foca apenas suas áreas de responsabilidade. “Geralmente os profissionais não são incentivados pelas próprias empresas a agir de uma forma diferente. Com isto, muitos deles acabam só atuando de uma forma mais abrangente depois de certa maturidade executiva – onde são reconhecidos especialistas em suas áreas de negócios – e não ao longo da construção da sua carreira até atingir este momento.”

Segundo dados da Fesa, apenas 20% dos executivos abordados nos processos de seleção da consultoria têm perfil amplo de competências e experiências requeridas para as posições. Zuvela comenta que as áreas de especialidades ou com um grande nível de complexidade são as que apresentam maior dificuldade na busca por executivos com as competências relacionais e visão horizontal evidenciadas, uma vez que estes profissionais tendem a ser mais técnicos e analíticos.

De forma geral, todas as áreas técnicas do mercado ainda oferecem boas oportunidades de crescimento, incluindo as áreas de operações e compliance. “Vale ressaltar que muitas empresas também estão focando em produtos para o varejo e middle market e, desta forma, entendemos que teremos também boas oportunidades nas áreas comerciais, de distribuição e de relacionamento”, finaliza o sócio da Fesa.

SulAmérica cria cinco novos seguros empresariais voltados para pequenas e médias empresas

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A SulAmérica acaba de ampliar o portfólio de seguros empresariais. Com foco em pequenas e médias empresas, foram lançados cinco novos produtos para atender os segmentos de farmácias e drogarias, estabelecimentos de ensino, lojas de roupa, pet shops e salões de beleza. Os novos segmentos estão disponíveis na ferramenta de cotação online, que oferta mais opções de contratação de coberturas e serviços ao segurado, possibilitando mais flexibilidade ao corretor.

“As pequenas e médias empresas estão presentes no foco estratégico da SulAmérica. Diante desse cenário, a criação de ofertas diferenciadas proporciona o aumento da competitividade do nosso produto empresarial e, consequentemente, eleva a preferência dos corretores. Tendo em vista que agora nossos parceiros comerciais terão mais condições para adequar suas propostas às necessidades de cada cliente”, afirma o vice-presidente de Auto, Massificados e Ramos Elementares da SulAmérica, Carlos Alberto Trindade Filho.

Com este acréscimo, a companhia aumenta para 11 o número de segmentos do seguro, além de já dispor de produtos específicos para os setores de bares e restaurantes; consultórios; escritórios; shopping centers; hotéis e pousadas e padarias.

Além da cobertura básica, que protege contra danos causados por incêndio, queda de raios, explosão e implosão de qualquer natureza, o seguro empresarial da SulAmérica conta com mais de 30 coberturas opcionais disponíveis para contratação. Alinhados com as particularidades de cada segmento, os novos produtos cobrem necessidades específicas das atividades, permitindo que o corretor personalize a oferta a fim de atender as expectativas do cliente.

Para os proprietários de farmácias e drogarias, por exemplo, é possível obter uma cobertura especial de Responsabilidade Civil Profissional para os erros que o farmacêutico possa cometer. Já os estabelecimentos de ensino, por sua vez, têm direito a cobertura em decorrência de roubo de aparelhos portáteis. As lojas de roupas contam com proteção no caso de furto de valores de clientes no interior do imóvel. Pet shops se beneficiam da cobertura de deterioração de vacinas quando armazenadas em ambiente frigorificado e salões de beleza da proteção específica no caso danos causados a bens de clientes armazenados em guarda volumes.

A SulAmérica realizou um estudo com os corretores de todo o País, com o objetivo de identificar oportunidades e cenários ainda não explorados. Os resultados da pesquisa foram essenciais para criar estes novos segmentos empresariais especialmente para os clientes.

“Envelhecimento e Gênero” é o tema do II Fórum Internacional da Longevidade

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Um espaço para aprofundamento e troca de experiências. Assim o médico e gerontólogo Alexandre Kalache, presidente do Centro Internacional de Longevidade (ILC-Brasil) e consultor do Grupo Bradesco Seguros para assuntos relacionados a longevidade, definiu o II Fórum Internacional da Longevidade, que teve início na manhã de hoje, 16 de outubro, nas dependências do Grupo Segurador, no Rio. O evento dá prosseguimento aos debates iniciados ontem no IX Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, realizado em São Paulo.

Marcio Coriolano, presidente da Bradesco Saúde e da Mediservice, e também da FenaSaúde, ressaltou na abertura a importância de o Rio sediar o encontro.

Promovido pelo ILC-Brasil, com apoio do Grupo Bradesco Seguros e do Fórum Mundial de Demografia e Envelhecimento (WDA Forum), o evento tem como tema este ano “Envelhecimento e Gênero” e reúne especialistas dos cinco continentes.

Na primeira palestra do dia, “Uma perspectiva acadêmica sobre gênero e envelhecimento”, a pesquisadora Sara Arber, da Universidade de Surrey (Reino Unido), destacou os três tipos de recursos mais importantes para a qualidade de vida dos idosos: materiais (renda e bens), de saúde e assistenciais. Seu foco principal foram os assistenciais, em relação aos quais destacou quatros aspectos que impactam diretamente a atenção aos idosos.

O primeiro é o demográfico, uma vez que a população mundial vem envelhecendo rapidamente, sobretudo nas chamadas economias emergentes. O segundo são as mudanças familiares, já que cresce o número de famílias nucleares (formadas só de casais ou viúvas) e com poucas crianças, ocasionando pouca disponibilidade de cuidadores no interior das próprias famílias. O terceiro fator é o maior emprego de mão de obra feminina, que gera maior pagamento de aposentadorias. O quarto são as migrações, que implicam a escassez de adultos para cuidar dos idosos nas regiões e países de origem. “Todos esses fatores afetam a disponibilidade de recursos para a atenção aos idosos, principalmente nas classes mais baixas”, afirmou Sara Arber.

Em seguida, o holandês Willem Adema, economista-sênior da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), falou sobre “Gênero e envelhecimento – perspectivas econômicas e oportunidades”. Afirmou que o Brasil apresenta um gasto adequado com pensões e aposentadorias como proporção do PIB, mas que os chamados cuidados de longa duração ainda são praticamente nulos. De acordo com o economista, as mulheres ainda recebem menos que os homens em termos de pensões no mundo. Porém, nos países da OCDE, graças ao seu crescente nível de instrução, elas têm grande chance de ganhar cada vez mais, o que as ajudaria a contribuir mais nos lares. Segundo Adema, cresce o número de países onde é possível para um casal escolher qual dos dois vai deixar de trabalhar para cuidar dos filhos, mas isso ainda não acontece quando o que está em jogo é cuidar dos parentes idosos.

O envelhecimento no mundo

Ter um projeto de vida, fazer pequenas e grandes escolhas (em que ser útil e ter um trabalho prazeroso é essencial), ser alguém melhor e fazer uma ‘faxina’ material e existencial. Esses são alguns dos pontos levantados pela pesquisadora e escritora Mirian Goldenberg para se viver o que ela define como “A bela velhice”.

Mirian abordou o tema “Homens e mulheres envelhecendo no Brasil”. Ela destacou que, além das questões que ajudam a envelhecer melhor, como saúde, a situação financeira e amigos, um dos segredos é “dar risadas e aprender a dizer não”.

O painel “Envelhecimento e Gênero – perspectivas regionais” deu um panorama geral do envelhecimento na América Latina, Europa, América do Norte e Oceania. A conversa foi mediada pelo diretor no Brasil para o Fundo de População das Nações Unidas, Harold Robinson (UNFPA).

Participaram Guita Debert, Universidade de Campinas (UNICAMP), Toni Antonucci, da Sociedade Americana de Gerontologia, Vitalija Gaucaite Wittich, da Comissão Econômica das Nações (Europa) e Gabrielle Kelly, do Instituto de Pesquisas Médicas e de Saúde do Sul da Austrália, com condução do presidente do ILC-Brasil, Alexandre Kalache.

Entre os pontos de trabalho comuns, identificados pelos palestrantes, e de fundamental importância em várias partes do mundo, mesmo com as diversidades sócioeconômicas e culturais, estão: a grande diferença entre os ganhos salariais de homens e mulheres ainda existente em vários países; a necessidade de se reforçar a educação como caminho para uma melhora da sociedade como um todo; a importância dos relacionamentos intergeracionais (e como as novas relações familiares afetam diretamente o modo de envelhecimento); e a criação de incentivos para novas políticas públicas, em especial, habitacionais, que garantam ao idoso um envelhecimento digno.

A programação do II Fórum Internacional da Longevidade continua nessa sexta-feira, quando serão discutidas questões como Direito do Idoso, Gênero e Trabalho e Desenvolvimento de Politicas Públicas, entre outros temas. O escritor e jornalista Zuenir Ventura é o convidado da sessão de encerramento, para falar sobre os aprendizados da vida.

Seguro de inundação: uso de novas ferramentas e maior diálogo com o governo são condições para criar mercado eficiente, indica pesquisa da Swiss Re

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Enquete com mais de 100 profissionais de diversas seguradoras apurou que o setor está disposto a adotar soluções para reduzir os impactos das catástrofes naturais, desde que tenha ferramentas adequadas, participação do Estado e conscientização da população.

Diante da tendência de aumento da frequência e severidade das inundações e alagamentos, o mercado de seguros tem grandes desafios pela frente. O principal é encontrar soluções para levar a cobertura para toda a população, inclusive a mais vulnerável. Mas, será que o setor está preparado para enfrentar esse desafio? Esta e outras questões foram apresentadas a um grupo representativo do mercado de seguros brasileiro, composto por mais de 100 profissionais de diversas seguradoras, presentes no seminário “Respondendo ao desafio das catástrofes naturais no Brasil”, promovido pela Swiss Re no dia 10 de setembro, em São Paulo.

Com a utilização de aparelhos (keypads) para votação, a plateia respondeu nove perguntas ao longo dos quatro painéis do evento, visualizando os resultados em tempo real. Para Florian Kummer, diretor de Subscrição de Resseguros de Ramos Elementares para a América Latina, a representatividade da pesquisa, que envolveu parte significativa das seguradoras que compõem o mercado, e a credibilidade das respostas, a maioria quase unânime em algumas questões, definem mais que o panorama atual. “Em minha interpretação, vejo grande interesse e disposição do mercado em oferecer soluções que beneficiem a sociedade”, disse.

Desafios

A pesquisa constatou que para as companhias a exposição ao risco de alagamento poderia causar o maior acumulo de perdas em um único evento. Este item recebeu 54% das indicações, seguido por desastres causados pelo homem (20%) e vendaval (20%).

Mas uma pergunta, em especial, expôs uma realidade desconcertante. Indagados se a indústria de seguros tem as ferramentas necessárias para avaliar e precificar adequadamente os riscos de catástrofes naturais, 90% responderam “atualmente, não”. Florian Kummer não se surpreendeu com o resultado. “Os alagamentos são notícia diária na mídia e o setor de seguros não está pronto para enfrentá-los”, disse.

De acordo com a pesquisa, três quartos dos profissionais entrevistados reconhecem que o monitoramento e o controle sobre o acúmulo de risco no mercado brasileiro está “fraco”. Para Charles Lutz, Subscritor Senior de Riscos Patrimoniais, depois de cinco anos de forte crescimento é chegada a hora de as companhias melhorarem o controle de suas exposições em catástrofes naturais.

“As novas regras de capital e a possibilidade de reduzir o custo de resseguro deverão incentivar os investimentos em novos sistemas de informações, ferramentas e modelos”, disse. No entanto, ele reconhece que o maior obstáculo para a criação de um mercado de seguro eficiente na cobertura de inundações é a anti-seleção inerente ao produto.

Soluções

Considerando que novos canais de distribuição podem ser usados para aumentar a penetração da cobertura de alagamento no seguro residencial e na pequena e média indústria, a pesquisa abordou essa questão. Indagados sobre quais os desafios para melhorar o uso de novos canais de distribuição, como meio de se criar mercado, 23% apontaram a “falta de conscientização do consumidor”; 5% escolheram “preço” e 2% “produtos complexos e poucos atrativos”. Porém, a quarta opção “todas as alternativas” obteve 70% das indicações.

Para a Swiss Re, a soma dos resultados da pesquisa reforça o consenso de que a indústria de seguros precisa melhorar a oferta de produtos. Também ficou evidente que a primeira solução passa pela determinação de um preço justo para a cobertura. Charles Lutz observa que somente o uso de cartas de risco e de ferramentas pode eliminar a anti-seleção. “Sem ferramenta para quantificar e precificar o risco, o preço será único para todos e apenas os mais expostos comprarão o produto. Diferenciar o preço com base em uma ferramenta é essencial para criar uma comunidade de risco e atingir uma massa critica necessária para a viabilidade econômica da cobertura”, disse.

Nesse aspecto, ele destacou a utilidade de uma ferramenta desenvolvida pela Swiss Re, a única disponível no país, que produziu novas cartas de riscos de inundação e alagamento por CEP. “Com esta ferramenta se pode criar um produto de seguro contra alagamento, que beneficiaria muito a sociedade brasileira”, disse.

Uma das condições para tornar o produto mais atrativo seria a criação de um novo quadro regulatório. A pesquisa mostrou que as seguradoras estariam dispostas a trabalhar com o governo nesse projeto. Perguntados sobre a melhor maneira de promover o diálogo entre o governo e o mercado, a maioria (78%) escolheu a opção “criar um grupo de trabalho formado por seguradoras e resseguradoras que dialogue diretamente com o regulador e as entidades de classe, a fim de que o regulador modifique as normas atuais”. A segunda alternativa, “atuar diretamente com o governo na tentativa de modificar marco regulatório atual”, recebeu 17% dos votos.

Na avaliação da Swiss Re, esse resultado é um sinal muito forte de que a indústria de seguros deseja atuar de maneira proativa e não mais esperar as tragédias acontecerem para agir. Tanto que os entrevistados também consideraram quais as opções mais adequadas ao mercado brasileiro a serem discutidas pelo grupo de trabalho que dialogará com o governo.

Nesse quesito, as opiniões foram diversificadas: 55% entendem que o governo deveria subsidiar parte do prêmio de seguro, cabendo ao setor privado trabalhar em novos produtos e desenvolver o mercado. Já para 37%, a cobertura para catástrofes naturais deveria ser obrigatória e as companhias de seguro deveriam se ajustar para trabalhar neste novo mercado. Somente 8% acreditam que não cabe ao governo promover nenhum tipo de cobertura para catástrofes naturais, pois, consideram que esta responsabilidade é exclusiva do setor privado.

Grande demanda

Para Florian Kummer existe uma grande demanda para o seguro de alagamento. O diálogo entre a indústria de seguros e o governo, combinado com novas ferramentas e canais de distribuição, permitiriam oferecer soluções atrativas ao mercado brasileiro. “O setor de seguros tem a responsabilidade de auxiliar o governo na gestão de desastres”, disse. Para ele, a criação de um mercado eficiente de seguro de inundação resolveria um problema social grave, que se resume em uma questão: “Hoje, na ausência de um mercado de seguros forte, quem paga a conta?”

Na avaliação da Swiss Re, o surgimento de um mercado eficiente permitirá melhorar a resiliência da sociedade brasileira a catástrofes naturais e, ainda, reduzir a carga sobre as famílias, empresas e governo. Para tanto, a Swiss Re, que é líder global em trabalhos com governos na mitigação de grandes riscos e na oferta de financiamento em caso de desastres, se coloca à disposição do mercado de seguros brasileiro e das autoridades públicas do país.

HDI Seguros disponibiliza unidade móvel para atendimento em Lages, município catarinense que sofre por chuva de granizo

granizoRelease

A partir desta quarta-feira (15/10), os segurados da HDI que estão na região de Santa Catarina atingida por forte chuva de gelo podem contar com o apoio de uma van Bate-pronto para registro de sinistros. A precipitação de granizo ocorreu na segunda-feira e prejudicou cerca de 60% dos bairros do município de Lages, localizado na serra catarinense. Devido aos estragos provocados, a prefeitura local decretou situação de calamidade pública.

Para auxiliar seus usuários durante esse período de emergência, a HDI Seguros posicionou um Bate-pronto móvel, van equipada para prestar o primeiro atendimento ao segurado e processar a abertura de sinistros, no pátio da empresa Lages Pneus (Av. Belisário Ramos, 4001, Centro – Lages). O veículo estará neste local, das 8h30 às 17h45, até o dia 24 de outubro.

“Nas centrais Bate-Pronto o segurado é atendido por um profissional da HDI e tem a abertura de sinistro liberada em cerca de 30 minutos. Essa agilidade que temos nas lojas físicas foi levada para as unidades móveis, que criamos justamente para ampliar nossa eficiência em casos como este, com demanda atípica. Esperamos, dessa forma, prestar um atendimento de excelência aos segurados no momento em que eles mais precisam”, explica o Paulo Luckmann, diretor Regional da HDI em Santa Catarina.

Tokio Marine registra alta de 140% na venda de seguro condomínio no primeiro semestre de 2014

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Expectativa da Companhia é fechar o ano com produção de R$ 35 milhões no segmento
A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, comemora os expressivos resultados obtidos nos primeiros seis meses de 2014 na carteira de Seguro Condomínio. Como resultado dos investimentos e aprimoramento de seus produtos, além da qualidade de seus serviços, a empresa registrou crescimento de 147,2% em sua produção no segmento. O market share, por sua vez, saltou para 9,31%, quase o triplo da participação de 3,81% registrada no mesmo período do ano passado. A expectativa segue otimista, com previsão de fechar o ano com produção de R$ 35 milhões no segmento.

“Fomos a Seguradora que obteve a maior evolução no mercado de Condomínio em 2013, quando encerramos o ano com crescimento de 141%, enquanto a média do mercado foi de 16%”, afirma o Diretor-Executivo de Produtos Massificados da Tokio Marine, Marcelo Goldman.

Para se destacar no segmento, no ano passado a Seguradora lançou novas coberturas de Vida, Auxílio Funeral e Auxílio Alimentação e hoje oferece um dos produtos mais atrativos e competitivos do mercado. Também reformulou e adaptou seu produto para atender às necessidades das convenções coletivas de funcionários de condomínios de todo o Brasil. Com a mudança, o Corretor passou a oferecer três opções de planos que contemplam as novas coberturas em duas formas de contratação: Capital Global e Múltiplo Salarial.

Segundo Goldman, outro fator decisivo para o crescimento é o investimento que a Tokio Marine faz continuamente na qualidade de seus produtos, serviços e processos. No Seguro Condomínio, os principais diferenciais são os descontos para propriedades com menos de um ano ou sem elevador, o pagamento em até seis vezes sem juros no débito em conta e a prestação de serviços emergenciais, como chaveiro, hidráulica e eletricista.

Com as melhorias, os Corretores podem oferecer a seus clientes os planos de coberturas e a forma de contratação com a proteção mais adequada aos segurados. O plano de partida já oferece as condições mínimas exigidas pelas convenções. O produto disponibiliza coberturas para Morte, Indenização Especial por Morte Acidental, Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente e Invalidez Permanente Total por Doença Funcional, além de Diárias por Incapacidade Temporária por Acidente e/ou Doença, Auxílio Funeral e benefício de Auxílio Alimentação na contratação de qualquer uma das coberturas de Vida.

Seguro Residencial Itaú oferece Serviços Ambientais

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O Itaú Seguro Residencial tem um diferencial que colabora com a preservação do meio ambiente e gera economia nas despesas da casa. Tratam-se dos Serviços Ambientais, que oferecem orientação para o consumo consciente de água e energia elétrica e para o descarte adequado de móveis e eletrodomésticos. Além disso, oferecem consultoria no desenvolvimento e implementação de projetos ecoeficientes, como a instalação de sistema de captação de luz solar e de reaproveitamento de água da chuva. O cliente recebe um orçamento gratuito e, se optar por colocá-lo em prática, contará com descontos no gerenciamento desse projeto.

Segundo cálculos da Abrava (Associação Brasileira de Ar Condicionado, Refrigeração, Ventilação e Aquecimento), a instalação de um sistema de aquecimento solar em casa pode reduzir em até 30% ou mais o valor da conta de luz. Já uma pesquisa da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes-SP) mostra que os mesmos 30% podem ser reduzidos da conta de água com o sistema de captação de água da chuva. Para Ney Dias, Diretor Geral da Itaú Seguros de Auto e Residência, “os serviços foram desenvolvidos para ajudar a incentivar os segurados a terem atitudes sustentáveis”.

Outro destaque dos Serviços Ambientais é o descarte inteligente de móveis e eletrodomésticos. Ney Dias fala sobre a importância dessa ação. “Pouca gente sabe, mas o descarte irregular de móveis e objetos é crime ambiental, sujeito a multa de R$ 14 mil, em caso de flagrante”. Além de poluir a paisagem, eles podem acumular sujeira, ratos, insetos e, ainda, causar outros transtornos, como entupir saídas de água em córregos urbanos. “A vantagem para quem é segurado é poder contar com a comodidade de solicitar que a Itaú providencie a retirada dos itens com a certeza de que o descarte será feito nos lugares apropriados”, completa o diretor.