SulAmérica confirma que contratou assessoria para avaliar estratégia em grandes riscos

sulamericaComunicado ao Mercado

A Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) (“Companhia”) esclarece, em resposta ao Ofício 3.241/2014-SAE, da Superintendência de Acompanhamento de Empresas da BM&FBovespa S.A. Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, datado de 22/10/2014, que contratou assessoria para avaliar oportunidades estratégicas com relação à carteira de negócios de grandes riscos de subsidiária no segmento de seguros de ramos elementares. Os resultados da referida avaliação serão oportunamente apreciados pelos órgãos de governança da companhia, não havendo, no momento, quaisquer conclusões a serem divulgadas ao mercado acerca das oportunidades sendo avaliadas. A carteira de negócios de grandes riscos no segmento de seguros de ramos elementares da companhia registrou receita de prêmios de cerca de R$88 milhões nos primeiros seis meses de 2014, representando aproximadamente 1,4% da receita de prêmios de seguros consolidada da companhia. A seguradora manterá o mercado informado acerca de eventuais desdobramentos relevantes quanto ao objeto do presente comunicado.

10 Dicas para escrever e publicar um livro

© Copyright 2010 CorbisCorporationComo virou moda escrever livro, achei esse artigo bem pertinente para quem tem esse objetivo.

Boa leitura

Por Cássio Barbosa, consultor editorial e coordenador do projeto “Tire Seu Livro da Gaveta”, da Reino Editorial.

Escrever livros e ganhar dinheiro com eles é algo que talvez você nunca tenha parado para pensar, mas que é cada vez mais fácil de se conseguir. Isso porque há em vários segmentos uma demanda enorme por informações e conhecimentos, muitos dos quais você provavelmente já acumulou em sua vida. Ao organizar esse seu conhecimento em um livro, e torná-lo útil para outras pessoas, você também se tornará uma referência para essas pessoas, o que acabará fazendo de você uma notoriedade em sua área de atuação, incrementando sua carreira e seus negócios.

Para que seu livro seja interessante e tenha bom potencial de venda, você precisa:

• Delimitar adequadamente o assunto a ser abordado;

• Organizar o conteúdo que deseja colocar no livro;

• Estipular o tamanho que a obra terá;

• Escrever em linguagem adequada ao público-alvo;

Assim que terminar de escrever, será necessário revisar o texto e checar as informações, principalmente datas, números e valores. Dados imprecisos ou análises contraditórias podem causar o efeito oposto, afugentando clientes de seu negócio, portanto esta etapa deve ser feita com muita atenção e cautela. Uma dica importante, neste momento, é deixar o texto “esfriar” uns dias. Isso porque seu cérebro não perceberá erros imediatamente após terminar de escrever. Passado algum tempo, você conseguirá fazer uma leitura mais produtiva, percebendo melhor o que está bom e o que está ruim. Outras dicas:

• Não tenha dó de cortar frases redundantes ou que não acrescentam;

• Verifique se o que é essencial está no livro;

• Dê corretamente o crédito a citações e ideias de outros autores;

Com o texto finalizado, você poderá entrar na reta final de seu projeto, definindo a edição e a comercialização de sua obra. É importante que você saiba as vantagens e desvantagens de sistemas diferentes como a autopublicação (quando o autor banca o livro, e fica com o lucro) e a publicação convencional (quando uma editora comercial banca o livro e paga a você um percentual do lucro). Além disso, conheça o prazo, que na autopublicação chega a algumas semanas, e no sistema convencional pode levar meses (ou anos) para seu livro ser publicado, caso seja aceito pela editora. Aqui vão mais dicas:

• Providencie o registro dos direitos autorais de sua obra;

• Submeta seus originais a editoras que atuam no segmento de seu livro;

• Treine sua mão para dar muitos autógrafos!

Cardif Capitalização entra na modalidade de títulos populares

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Embalada pelo resultado positivo obtido em suas operações de 2013, a Cardif Capitalização, empresa da BNP Paribas Cardif do Brasil, subsidiária do BNP Paribas Cardif, braço segurador do BNP Paribas, comercializa títulos na modalidade popular desde agosto.

De acordo com Maurício Guazelli, diretor Comercial da companhia, a entrada na categoria possibilita à Cardif ampliar sua participação em diversos setores, sobretudo varejo e financeiro. “Estamos prospectando novos parceiros entre as principais empresas destes segmentos. O mercado de Capitalização tem conquistado muito espaço no País, e a modalidade popular se adequa muito bem ao perfil do brasileiro.”

O preço médio do novo produto é R$ 5,00, e o cliente concorrerá a sorteios de até R$ 100 mil pela Loteria Federal. Além disso, 10% do seu valor total são direcionados à uma instituição de caridade. “Como se trata da modalidade popular, acreditamos que teremos alta venda de títulos e, consequentemente, um ótimo retorno às entidades. Os brasileiros são bastante solidários, e o fato de o produto beneficiar pessoas carentes é, sem dúvida, um incentivo à aquisição, afirma Guazelli.

A modalidade popular oferece títulos baratos, de pagamento único. É comumente utilizada quando o resgate ocorre em benefício de uma organização assistencialista. Assim que realiza a compra nos pontos de vendas de diversos segmentos, o consumidor garante sua participação em sorteios mensais.

Atualmente, 35% da receita da Cardif Capitalização estão atrelados às ações provenientes das parcerias, com as quais a seguradora trabalha a modalidade de incentivo. Nesta, os clientes participam de sorteios periódicos, apurados com base na extração da Loteria Federal, por meio de seguros premiados e promoções comerciais. A partir de agora, o consumidor poderá adquirir o título diretamente nos estabelecimentos de varejo parceiros.

Desempenho em alta

O faturamento da Cardif Capitalização atingiu R$ 60 milhões em 2013, alta de 20% sobre os R$ 50 milhões registrados no mesmo período de 2012. O incremento justifica-se pela quantidade de títulos emitidos, que no ano passado superou em 32,6% o volume do exercício anterior: foram 367 milhões contra 276,8 milhões, respectivamente.

“Permaneceremos intensificando e fortalecendo nossas parcerias com empresas de importantes setores da economia. A comercialização de títulos populares vai incrementar a estratégia, e nos garantirá mais artifícios para seguir avançando no setor”, destaca Guazelli.

IRB Brasil RE tem novo vice-presidente de resseguros

cardoso_vfFoi aprovado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) na última semana o nome de José Carlos Cardoso para compor o quadro do primeiro escalão do IRB Brasil RE. O novo vice-presidente de Resseguros da empresa deixou a presidência da SCOR Brasil em setembro de 2014 para assumir o novo cargo, tendo sido responsável técnico e operacional pelas atividades de resseguro para toda a América Latina.

Com passagens pela Munchener do Brasil, Odebrecht Corretora de Seguros, Frank B. Hall Corretagem de Seguros/AON e Unibanco Seguradora, Cardoso é graduado em Engenharia Mecânica pela UMC e em Engenharia de Avaliações pela USP, tem pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Fundação Armando Álvares Penteado e Gestão de Riscos pela SCOR Université.

IRB Brasil RE conquista o primeiro lugar do Prêmio Aberje na categoria Comunicação de Marca

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Ao completar um ano do lançamento de sua nova logomarca, o IRB Brasil RE foi o vencedor regional do Prêmio Aberje 2014 na categoria Comunicação de Marca. Com a primeira colocação inédita em sua história, a empresa conquistou o direito de participar da terceira etapa da disputa em que concorrem nacionalmente os trabalhos vencedores de outras regiões do país. A final será realizada em São Paulo, no próximo dia 30, durante uma audiência pública em que os representantes das concorrentes terão que fazer, presencialmente, diante da Comissão Julgadora, a defesa de seus trabalhos.

A nova marca do IRB, criada pela Crama Design Estratégico, foi lançada no dia 18 de outubro do ano passado e teve como um dos objetivos de sua criação refletir a nova realidade da empresa a partir da desestatização, demonstrando maior dinamismo, agilidade e competitividade, qualidades imprescindíveis à renovação da sua identidade.

O trabalho de criação da nova marca foi potencializado por um conjunto de ações de sensibilização desenvolvidas internamente pelo IRB no sentido de apresentar a nova identidade visual aos públicos de relacionamento da empresa.

Ainda na etapa regional do Prêmio Aberje, o IRB empatou com a Petrobras na terceira colocação da categoria Comunicação Integrada, com a campanha publicitária dos seus 75 anos.

Criada pela equipe de marketing e comunicação do próprio IRB, a campanha dos 75 anos teve como principal desafio adequar o tamanho do orçamento aos seus diversos objetivos, como o de engajar os colaboradores e marcar para o público externo o novo posicionamento da empresa no mercado global, agora na condição de ressegurador privado. O destaque do trabalho foi o envolvimento dos próprios empregados como protagonistas da campanha, sob o conceito de “Foco no Futuro”, desdobrado em inúmeras variações de peças e ações de comunicação.

Há 40 anos o Prêmio Aberje tem reconhecido as melhores práticas da comunicação empresarial brasileira, marcando a trajetória de profissionais e suas organizações como protagonistas do contínuo aperfeiçoamento das narrativas empresariais. A cada edição, a Aberje atualiza seu CMR – Centro de Memória e Referência, com os cases vencedores.

Seguro aéreo deve ficar mais caro nas próximas renovações

aviao quebradoFonte: Reuters

Seguradoras em todo o mundo terão que pagar até o valor recorde de US$ 800 milhões para cobrir os danos causados por ataques a aviões em 2014, elevando os preços e também a competição no mercado. Essa conta supera em US$ 60 milhões a US$ 90 milhões o que as seguradoras ganharam em 2013 para cobrir os sinistros, como a derrubada do jato de passageiros Malaysia Airlines na Ucrânia, e poderia significar que algumas empresas terão que deixar o mercado se os aumentos de preços não forem suficientes para manter a rentabilidade.

Novas empresas ávidas por desfrutar dos preços mais elevados, mas sem a obrigação de pagar pelos sinistros passados, podem ser as grandes vencedoras nas próximas semanas, à medida que grandes companhias aéreas e seguradoras começam a renegociar os contratos anuais de seguro. “Dependendo do que acontecer nessas renovações, as pessoas poderiam reconsiderar a sua posição (no mercado)”, disse o presidente da Atrium Underwriting, Richard Harries, à Reuters. “Sabemos o preço que queremos. Se atingir esse preço, entramos, se não acontecer, ficamos fora”, disse, acrescentando que espera que a Atrium, que hoje é líder nos seguros para ataques a aviões, se mantenha neste mercado.

SulAmérica vai vender carteira de grandes riscos

agencia estadoFonte: Agência Estado

A seguradora Sul América decidiu vender sua carteira de seguros de grandes riscos a exemplo do que fez o Itaú Unibanco, segundo fontes ouvidas pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Com R$ 350 milhões em prêmios anuais, o ativo, além de pequeno comparado a outros segmentos, não está no foco de sua atuação,preferencialmente no mercado de saúde corporativa e, por isso, o interesse em se desfazer do negócio.

Para intermediar a venda da sua carteira de grandes riscos, conforme executivos do mercado, a Sul América contratou o Itaú BBA. As conversas com possíveis interessados, porém, ainda não começaram. Mas,seguradoras estrangeiras, que além de crescente interesse no País têm capital para investir, estão entre as companhias que devem avaliar o ativo. Na disputa pela carteira de grandes riscos do Itaú,players como a alemã HDI, a francesa Axa e a japonesa Tokio Marine ficaram bem perto de levar o ativo adquirido pela americana Ace. Além disso, em negócios como esse, alguns grupos são atraídos só pelo acesso ao banco de dados disponível.

No entanto, o fato de o segmento de grandes riscos exigir especialização e grande escala tem feito com que algumas companhias de seguros saiam ou minimizem atuação nesta área, deixando o caminho aberto para players mais focados. Isso porque embora os contratos sejam grandes e,em alguns casos, bilionários, os sinistros, quando ocorrem, são vultosos.

A Sul América, por exemplo, reduziu seu apetite em grandes riscos após duas apólices bilionárias, uma da hidrelétrica de Jirau e outra de um terminal portuário da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), terem resultado em brigas judiciais. No entanto, ainda não fez um comunicado oficial sobre sua decisão.

Rogério Araújo, diretor da TGL Consultoria, responde dúvidas sobre previdência

rogerio araujoSonho Seguro – Vale a pena se aposentar por tempo de contribuição neste cenário de possível fim do fator previdenciário, sendo que os dois candidatos a presidência da República, Dilma Rousseff e Aécio Neves, afirmam que vão propor mudanças.

Rogério Araújo – Não enxergo o fim do fator, sem alguma compensação, como algo possível, provável.
Temos hoje o melhor e mais generoso sistema de previdência social do mundo, é tão vantajoso, tão bom, que tornou-se inviável. Se fizermos somente a conta matemática, financeira, do valor de contribuição, formando a reserva futura, essa reserva, em nenhuma tábua atuarial, de nenhuma de nossas entidades de previdência privada, proporcionariam a renda vitalícia que o INSS proporciona, e ainda temos que levar em consideração os riscos, pensão, invalidez, além de várias assistências, como Maternidade, Afastamento Temporário, por exemplo.

SS – Acredita que o novo presidente vai acabar como fator previdenciário?

RA – Se acabarem com o fator irão substitui-lo por outra regra. Uma das hipóteses em que acredito é que mude a idade mínima para aposentadoria, aumente o período de contribuição ou algo semelhante, como o projeto 85/95, com mulheres com soma da idade mais contribuição = 85 anos e homens com soma da idade + tempo de contribuição = 95 anos.

SS – Então quem já completou o período de contribuição (30 anos para mulheres e 35 para homens) deve se aposentar, mesmo com o desconto do fator previdenciário?

RA – Na minha visão quem tem tempo de contribuição para se aposentar, deve se aposentar, pode fazer contas, mas acredito que receber um benefício certo, reaplica-lo por mais 10, 12, 15 anos e formar uma reserva para complementação, é melhor e mais seguro do que esperar “um milagre” que nunca irá acontecer, que seria melhorar o benefício futuro na aposentadoria social. Veja, por exemplo, os índices de reajustes dos aposentados. Sempre inferior aos índices de reajustes do salário mínimo. Com a mudança de nossa pirâmide demográfica para um “jarro demográfico”, aumento da expectativa de vida, menor taxa de natalidade, crescimento da economia informal, é muito provável caminharmos para um Brasil em que receberemos, jovens hoje na faixa de 30 a 35 anos, um salário mínimo de benefício na aposentadoria.

Sem recursos, seguro rural pode entrar ‘em colapso’

Fonte: Portal do Agronegócio

A escassez de recursos no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) pode fazer com que ao menos 50 mil famílias de produtores de grãos e de frutas de todo o País, sendo pelo menos 6,5 mil paranaenses, fiquem sem o seguro.

Nesta semana, a Presidência da República encaminhou ao Congresso Nacional o Diário Oficial da União com o texto do projeto de lei que abre ao Orçamento Fiscal da União, em favor do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), um crédito suplementar ao PSR no valor de R$ 30, milhões, fechando assim, os R$ 700 milhões prometidos no ano passado.

Em 2013, o governo federal apontou que em 2014 haveria R$ 700 milhões destinados ao programa. Em maio, a presidente Dilma Rousseff confirmou o valor, mas no orçamento só havia R$ 400 milhões. Desse montante, R$ 260 milhões foram usados na safra de inverno, sobrando apenas R$ 40 milhões para a atual safra de verão, liberados em agosto e setembro.

Desde o dia 25 de junho a maioria das seguradoras não trabalha com a subvenção porque o dinheiro está esgotado. O governo deveria ter colocado R$ 300 milhões no orçamento, mas não o fez. No dia 4 (de outubro), foi publicado no Diário Oficial a liberação do recurso, mas ainda há um longo caminho até que de fato isso aconteça: primeiro passar por um relator, depois a Comissão Mista de Orçamento, a Câmara dos Deputados e, por fim, o Senado. Se tudo correr muito bem, sem idas e vindas, só no início de dezembro esse projeto vai ser aprovado. O segundo passo então, seria liberar o dinheiro através do Tesouro Nacional, explica o economista do Departamento Técnico Econômico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Pedro Loyola.

De acordo com a diretoria da Faep, a proposta do governo é tardia, já que o plantio da safra foi iniciado em setembro, mas ainda é tempo de o Congresso Nacional aprovar esses recursos, em regime de urgência, e em tempo dos produtores contratarem o seguro. O seguro rural, segundo a federação, sempre foi muito caro porque possui custos administrativos altos, a possibilidade de catástrofes climáticas, sendo um produto mais complexo que os seguros comuns. Em 2003, o governo federal admitiu essa dificuldade e criou o PSR, que auxilia, em boa parte dos casos, entre 40% a 70% no pagamento da apólice, dependendo da cultura, região, entre outros fatores.

Até 2009, o programa funcionou muito bem, mas a partir de 2010 e nos anos seguintes houve contingenciamento ou falta de recursos. Muitos produtores contrataram o seguro nesta safra, na espera de sair o dinheiro. As seguradoras avisaram que estão sem subvenção, e dizem que só podem passar a subvenção no momento que o governo liberar o dinheiro. Esses produtores e as seguradoras estão acreditando no Plano Agrícola. Se isso não acontecer até dezembro, teremos um colapso, porque o produtor terá que pagar o valor cheio do recurso, que tem custos muito altos, complementa Loyola.

Em carta encaminhada à Presidência da República, a Faep enfatiza que numa eventual catástrofe climática, corre-se o risco de produtores, bancos, seguradoras, fornecedores de insumos, cooperativas e toda a sociedade arcarem com custos consideráveis pela falta de ação do governo federal.

ACE tem sinal verde para adquirir a carteira de grandes riscos do Itaú

fusaoA ACE Limited (NYSE:ACE) anunciou que recebeu todas as aprovações regulatórias necessárias para a aquisição da carteira de grandes riscos de propriedade e responsabilidade civil (P&C;) da Itaú Seguros, S.A. do Itaú Unibanco S.A., uma transação que tornará a ACE a principal companhia de seguros de P&C; no Brasil. A aquisição, anunciada em julho de 2014 e avaliada em aproximadamente R$1.515 milhões (US$ 630 milhões) a taxas cambiais correntes, deverá agora ser concluída em 31 de outubro de 2014, bem antes do prazo anunciado anteriormente. A transação deverá ser acrescida ao resultado imediatamente.

A Itaú Seguros é líder de mercado no Brasil no segmento de grandes riscos, que foca em uma ampla gama de coberturas patrimoniais e de transportes para as maiores e mais sofisticadas empresas do Brasil. Com uma presença nacional, relacionamento com mais de 600 corretores e 320 funcionários, o negócio teve aproximadamente US$ 950 milhões em prêmios brutos emitidos em 2013.

“O segmento de grandes riscos da Itaú Seguros complementa e aprofunda a longa presença da ACE no Brasil de forma significativa?, disse Evan G. Greenberg, Chairman e CEO, da ACE Limited. “O negócio tem alcance nacional, ampla distribuição, um portfólio diversificado e, muito importante, uma equipe de gestão experiente, profissional e talentosa com cultura de subscrição semelhante à nossa. A combinação das nossas habilidades, talentos e capacidades complementares vai se mostrar poderosa. Estamos ansiosos para receber nossos novos colegas no Brasil na família ACE.?

As operações da ACE no Brasil atualmente incluem um negócio estabelecido de seguros de P&C; de linhas pessoais e comerciais, um negócio significativo de seguro de acidentes pessoais e de saúde complementar, bem como seguro de vida e resseguro.

O Grupo ACE é uma das maiores seguradoras multilinha de propriedade e responsabilidade civil do mundo. Com operações em 54 países, a ACE oferece seguro de propriedade e responsabilidade civil tanto comercial como pessoal, seguros de acidentes pessoais, saúde complementar, resseguro e seguro de vida para um grupo diversificado de clientes. A ACE Limited, empresa controladora do Grupo ACE, está listada na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE: ACE) e é parte do índice de S&P; 500.Para mais informações acesse:www.acegroup.com.