Como corretores e seguradoras podem se organizar para prestar um serviço melhor aos clientes corporate?

marcelo mansurTrabalhar com qualidade para atender o cliente e também estar dentro das normas da Susep é um ponto fundamental para ofertar uma boa prestação de serviço e assim melhorar a percepção do cliente de que seguro é um investimento e não um custo para a companhia. Essas foram as principais conclusões do painel “Prestação de serviços na indústria seguradora”, realizado no 5a Zurich Corporate Conference 2014, que acontece no Guarujá (SP) e conta com a participação de 140 executivos, entre clientes, corretores e especialistas da Zurich.

Segundo Marcelo Mansur, sócio do escritório de advocacia Mattos Filho, entre os principais pontos de prestação de serviços estão a inspeção e subscrição, a emissão da apólice e a regulação do sinistro. “Esses são os principais pontos de contato onde o corretor pode mensurar a qualidade de serviços das seguradoras. Atender a esses três momentos é o maior teste de qualidade de uma seguradora”, afirma. Segundo Mansur, se o corretor faz uma boa subscrição, o cliente tem a percepção de que obtém um bom resultado sobre o investimento no programa de seguro. “Emitir a apólice corretamente, um pedido dos clientes, e a regulação rápida para que o cliente possa recompor seu patrimônio rapidamente, reduzindo até mesmo as perdas que podem ser geradas com o acidente, também são pontos que merecem atenção.

Após a apresentação de Mansur, Pedro Rodrigues, diretor comercial de Corporate e Commercial da Zurich, chamou os executivos da Marsh, Aon e Willis para comentarem sobre o esforço dos corretores para agregar valor ao cliente.

IMG_9726Nelson Lucena da Marsh: O executivo apresentou o programa Marsh Market Performance, que avalia a performance operacional das seguradoras, tanto na emissão da apólice como regulação de sinistro. “Ninguém gosta de ser avaliado, mas aos poucos as companhias vão entendendo o programa e utilizando os dados da pesquisa para melhorar a eficiência operacional.”, diz. Segundo ele, antes de divulgar o estudo que trará uma referência de mercado sobre o perfil das companhias de seguros, elas terão a chance de ajustar os processos e só depois disso o resultado será divulgado. “A excelência operacional é prioridade para todos, principalmente para apresentar ao cliente economia de custos e garantia de proteção ao patrimônio.

Marcelo Daniel, da Willis: A Willis mostrou à plateia o Willis Quality Index, que potencializa os indicadores do mercado para chegar a um indicador que gera um relatório fornecido às seguradoras sobre os pontos que precisam ser melhorados na prestação de serviços. Esse relatório é discutido com a seguradora e é um componente na qualificação de um risco para o cliente da corretora. “Pretendemos não só criar um benchmarking e sim criar um nova relação com o mercado segurador. Estamos contribuindo para que as seguradoras recebe riscos que realmente tenha capacidade de subscrever”, afirma. Entre os benefícios aos clientes trazidos pelo programa, Daniel citou a oportunidade de fazer escolhas melhor fundamentadas em relação às seguradoras, de acordo com suas necessidades específicas de contratação e baseadas não só em seu poder financeiro, mas também em seu melhor desempenho, além dos benefícios da combinação das opiniões e da experiência de milhares de associados da Willis em todo o mundo.

Maurício Masferrer, da AON – A maior consultora e corretora de seguros do mundo informou que desenvolveu dois programas de monitoramento de clientes e do mercado para saber o que precisa fazer para encantar o cliente. O levantamento gera um grande banco de dados para melhorar a prestação de serviço do corretor e também que ele influencie a seguradora a criar produtos mais adequados às expectativas dos clientes. “Com isso na mão temos um estudo importante para melhorar a qualidade dos nossos serviços”, comenta. Ele apresentou uma pesquisa realizada entre outubro de 2013 e maio de 2014, na qual é a maioria das seguradoras situou-se no índice de qualidade média. Um dos desafios é integrar os sistemas das seguradoras, desburocratizar os processos regulatórios e atrair novos talentos.

cristianeE o cliente, o que pensa da prestação de serviço recebida dos corretores e seguradoras?

Quem respondeu essa questão foi Cristiane França Alves, presidente da Associação Brasileira de Gerenciamento de Riscos (ABGR) e responsável pelo gerenciamento de risco da CSN. “Eu quero trabalhar com excelência. Não vou querer receber da seguradora um regulador que vai levar dois meses para entender o que eu faço para dai a indenização chegar. Só da seguradora entender o risco do cliente é meio caminho andado para justificar o investimento em seguros, que ainda é visto como despesa para grande parte das corporações”, afirma.

Segundo ela, há muito para melhorar os clausulados dos contratos, para afastar qualquer tipo de dúvida em relação a cobertura de acidentes. “É preciso ser feito um trabalho junto com a Susep para mitigar os conflitos gerados por esse item”, ressalta. Ela também cita a carência dos gestores de riscos das empresas ter o corretor mais próximo durante todo o ano e não apenas na fase de renovação do contrato. “Ter o profissional mais próximo ajuda o gestor de risco a aprimorar a política de risco do grupo”.

Pesquisa – De acordo com pesquisa realizada com a plateia, 58,9% responderam que gostariam, de num futuro próximo, da construção de uma proposta de valor em parceria com o cliente e 28% desejam que os prestadores tenham um conhecimento mais profundo do cliente.

Qual o aspecto mais importante na prestação de serviço da seguradora? 46% responderam que é a velocidade na regulação do sinistro. 29% facilidade de acesso ao executivos responsáveis; 17,9% emissão de apólices e endossos sem erros e 6,3% consideram importante uma melhor divulgação dos produtos disponíveis.

Pesos pesados deixam a Marsh

mauro leiteA Marsh vai registrar algumas baixas de seus principais executivos no final deste mês de outubro. Alguns especialistas considerados pesos pesados em termos de experiência deixam o grupo, como Mauro Leite, responsável pela área de responsabilidade civil e considerado um dos maiores especialistas do país no assunto. Também comenta-se que o líder de unidade de Infraestrutura da Marsh Brasil, Armando Bandechi, atualmente em férias, também deixará o grupo juntamente com outros dois executivos que ainda não foram confirmados pela reportagem, para atuarem como consultores, uma vez que há uma grande escassez de profissionais qualificados para dar suporte ao crescimento acima de dois dígitos da indústria de seguros previsto para os próximos anos.

Segundo Mauro Leite, por motivos pessoais e familiares, desde o início deste ano ele vinha tratando com a Marsh sobre a sua aposentadoria a partir deste mês de outubro. “Foi uma decisão difícil para mim, após 40 anos de carreira, mas eu precisava de tempo para mim. Claro que pretendo continuar trabalhando dentro em breve, como consultor, até para a própria Marsh, na medida do possível”, informo ao blog Sonho Seguro.

Economista Paulo Rabello de Castro leva otimismo aos clientes da Zurich

IMG_0164A 5a Zurich Corporate Conference 2014 acontece a poucos dias da eleição presidencial. Um momento de grande expectativa, pois as pesquisas revelam praticamente um empate técnico entre os dois candidatos, a atual presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador do PSDB Aécio Neves. “Qualquer um deles que ganhe vai ter muito trabalho”, diz Paulo Rabello de Castro, em sua palestra “Cenário Macro Econômico, Social e Político no Brasil, proferida nesta manhã no Guarujá (SP).

“O governo tem de gastar o que pode e não o que quer. Isso é que tem de ser discutido pelos candidatos. O que não aconteceu. Não está no programa dos candidatos quanto eles projetam para o crescimento do Brasil. E isso é preocupante, pois mostra que os candidatos não têm planejamento para amparar o crescimento da economia. Porém, nem tudo está perdido. Estamos diante de um drama político e nem tanto econômico”, afirmou aos 140 executivos presentes.

O economista, que acaba de lançar o livro “O Mito do Governo Grátis”, no qual defende que o baixo crescimento da economia é fruto de um governo que promete vantagens para todos, aparentemente sem custo para ninguém, defende reformas para amparar o desenvolvimento econômico e social. “Governo grátis? Não. Isso não existe. É muito custoso. São mais de 60 milhões de contra cheques, considerando benefícios como bolsa família e pensionistas do INSS, entre os principais. “Isso faz com que todos queiram ficar na fila para receber algum benefício para tentar tomar de volta parte do imposto já pagou”.

Ele acrescenta que todo esse assistencialismo não deveria ser motivo de orgulho e sim um problema a ser resolvido, algo não comentado nos programas de governo dos candidatos. De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria do economista, 77% dos brasileiros preferem mais infraestrutura do que assistencialismo, acham que os governos gastam mal o dinheiro que arrecadam, 74% afirmam que os impostos pesam mais no bolso do que há três anos e, finalmente, os brasileiros se sentem muito mal representados pelos políticos.

No cenário apresentado por Rabello, se Dilma ganhar vai acenar com melhoras nos fundamentos para reverter o sentimento negativo do mercado, que tem ditado a queda da bolsa de valores nas últimas semanas com o crescimento da presidente nas intenções de voto. Já Aécio, se ganhar, pode trazer um sentimento ainda mais positivo do que o detectado na bolsa quando ele fica na liderança dos votos. No entanto, quem deverá decidir essa corrida são os eleitores sem opinião, que representam mais de 20% do público votante.

Para ele, o ponto nefrálgico é aumentar a taxa de investimento. Deixar mais dinheiro na mão do empresário para que ele faça o seu próprio investimento. “É preciso lançar um novo governo, com simplificação fiscal, contenção do gasto corrente e capitalização popular, com revolução no mercado de capitais, “pois nós somos os credores da União. Achamos que o governo do futuro vai pagar nossa aposentadoria. Isso é genial, mas não é original. Por que não partimos para o que já dá certo em outros países como o que já há nos EUA, como o 401K. Estamos perdendo nosso tempo de não fazermos isso aqui”, diz o consultor da Zurich para cenários macroeconômicos.

Uma das sugestões do economista para a simplificação fiscal é empacotar os impostos em cinco pacotes: Fundo do trabalhador (financia a nova previdência), ICMS nacional (financia a união, estado e municípios) IR, financia a previdência atual, Impostos locais (financia estados e municípios), e regulatórios ( que financiam a União). “Isso, por si, já daria ao Brasil até dois pontos percentuais no crescimento do PIB”, afirma.

O crescimento projetado para o Brasil em 2015 é pífio, considerando-se os diversos estudos já divulgados, tanto localmente como internacionalmente. O novo gestor do Brasil terá de lidar com um cenário internacional difícil e que influencia a economia brasileira. “A configuração comercial do Brasil, com grande participação das commodities, nos distancia das cadeias globais. Entretanto, a retomada das cadeias globais, revalorização da indústria, dos serviços de infraestrutura, vai se tornar crucial em 2015 pelo grande ciclo da safra agrícola”, comenta.

Apesar dos esforços internos para melhorar, 2015 é um ano projetado como complicado. A economia alemã que poderia dar uma contribuição maior sofre pois o governo e as empresas não conseguem convencer os alemães a gastarem, o que seria importante para alavancar a economia periférica da Europa. A China guarda a sete chaves o que está acontecendo. “O mercado teme uma bolha do setor imobiliário, com aumento do estoque de crédito em mais de US$ 1 trilhão no pós bolha”. Nos EUA, queda dos juros, um sinal de fraqueza de demanda. Se ela está fraca, tem de correr atrás do cliente com mais dificuldade.

Já as economias emergentes apresentam declínio de 5% para 4%, com o Brasil não saindo fora, com 0,4% em 2014 e 1,3% para 2015. “Esse percentual pode ser otimista diante das bobagens que o PT possa vir a fazer, aumentando o sentimento de negatividade do mercado, ou pessimista, diante da euforia do mercado com Aécio”. Porém, o mais provável é de que qualquer um deles que vença no domingo fará o possível para recuperar a economia brasileira, finaliza.

Uma pesquisa feita pela organização do evento com a plateia mostrou que 53% dos executivos se sentiram mais otimistas em relação a retomada da economia brasileira para 2015 após a palestra de Rabello. No início da apresentação, a pergunta foi: Considerando-se a eleição de Aécio Neves na Previdência, sua empresa revisará o plano de investimento? A maioria afirmou que sim.

Tokio Marine reforça o papel social de uma seguradora

Tokio Marine diretor comlRelease

A filosofia Good Company, adotada pelo Grupo Tokio Marine, funciona com base em três pilares: olhar além do lucro, capacitar os Colaboradores e cumprir os compromissos. No Brasil, a Tokio Marine Seguradora segue rigorosamente essa postura, especialmente quanto ao pagamento de sinistros.

Até julho de 2014, a Companhia retornou para a sociedade R$ 782 milhões em pagamentos de sinistros. No ano passado, esta soma chegou a R$ 1 bilhão. São valores que ajudaram Clientes Pessoas Física e Jurídica a retomarem suas vidas e atividades econômicas com mais tranquilidade.

“Temos absoluta consciência de que em uma tragédia não temos como compensar o dano emocional, mas é fundamental ajudar as pessoas a recuperar o respeito e a dignidade, permitir a reconstrução e viabilizar o restabelecimento da atividade econômica”, afirma o Diretor-Executivo Comercial, Valmir Rodrigues.

Ele cita como exemplo desse compromisso social as ações empreendidas pela Tokio Marine no Japão, logo após o terremoto seguido de tsunami que causou mais de 15 mil mortes e destruiu a Costa Nordeste do País em 11 de março de 2011. Menos de uma hora após o abalo inicial, uma Força Tarefa Especial foi criada para atender as áreas afetadas com suprimentos e fornecer assistência aos Parceiros de Negócios e Segurados. A Companhia adotou, também, uma série de medidas para agilizar os processos de sinistros, como o pagamento imediato de indenizações após a identificação dos danos por satélites. “Temos orgulho em fazer parte de um grupo com esta postura”, comenta Rodrigues.

Assistência em momentos delicados

O Diretor de Sinistros, Alexandre Vieira, destaca que é preciso ter sensibilidade para lidar com determinadas situações. Ele relata: “Tivemos um caso noticiado em todo o País em 2013, quando um prédio em construção desabou na Zona Leste de São Paulo e infelizmente vitimou dez operários. A construtora era nossa Cliente da carteira de Vida. Promovemos reuniões com a empresa, os advogados e o Corretor para discutir a estratégia que ajudaria as famílias e os operários acidentados a receberem suas indenizações o quanto antes. Apoiamos o RH e familiares quanto às providências necessárias para liquidação do sinistro. Muitos são moradores da região Nordeste e a distância era uma barreira natural para dar andamento ao processo. Mais uma vez, auxiliamos a empresa a buscar informações e concluir o processo. Cerca de 80% dos Segurados receberam as indenizações em menos de um mês. Foi muito gratificante empreender todos os esforços para cumprirmos o nosso papel o mais rápido possível”.

Outro bom exemplo é a atuação proativa da Tokio Marine em caso de vendavais, granizo e outros eventos decorrentes da força da natureza. A Diretoria de Sinistros monitora as notícias e aciona a Sucursal na região atingida, colocando à disposição os reguladores e prestadores de assistência 24h em estado de alerta.

“Desta forma, nos antecipamos e lembramos aos Clientes os serviços fundamentais que contrataram e que, muitas vezes, desconhecem, como limpeza da residência, cobertura de telhado para proteção do imóvel e seu conteúdo em caso de destelhamento e hospedagem caso a residência se torne inabitável, entre muitos outros. É nosso papel fornecer suporte em horas como estas. É aí que uma Seguradora se faz presente na vida do segurado”, finaliza Alexandre Vieira.

Pagamento de Sinistros e Assistências da Tokio Marine:

Total de Indenizações pagas

– 2013: R$ 1 bilhão

– 2014 (até julho): R$ 782 milhões

Assistência Seguro Auto 24h

– 2013: 213 mil atendimentos

– 2014 (1º sem): cerca de 150 mil atendimentos (média de 25 mil/mês)

Assistência Seguro Residencial e Condomínio

– 2013: 11.552 atendimentos

– 2014 (até julho): 7.788 atendimentos

Assistência Seguro de Vida

– 2013: 7.054 atendimentos

– 2014 (1º sem): 3.619 atendimentos

Fonte: Diretoria de Sinistros da Tokio Marine

As nove companhias mais preparadas para enfrentar mudanças climáticas

viewer-2Swiss Re, Munich Re, Ace, Allianz, Prudential, Hartford, Zurich, XL Group e Sompo Japan são os nove grupos da indústria de seguros mais preparados para gerenciar riscos com perdas causadas por mudanças climáticas, segundo pesquisa do Ceres, uma organização sem fins lucrativos que defende a sustentabilidade, divulgada ontem, com 330 seguradoras entrevistadas.

“Não há dúvida de que um esforço inicial para ajustar as políticas, prêmios e investimentos seguros vão resultar em impactos menos dramáticos, evitando e reduzindo as perdas que já podemos antecipar”, afirmou Mike Kreidler, comissário de seguros para o estado de Washington, em comunidado divulgado sobre o estudo disponível no portal do Ceres (http://www.ceres.org/resources/reports/insurer-climate-risk-disclosure-survey-report-scorecard-2014-findings-recommendations/view)

Os custos globais de catástrofes naturais somaram US$ 125 bilhões em 2013, incluindo US$ 31 bilhões em perdas seguradas, um número que deverá aumentar, de acordo com o relatório. Das 330, 200 preencheram o requisito mínimo de gestão de risco. O Ceres recomenda que as seguradoras incorporem as previsões de mudanças climáticas em modelos de catástrofe e avaliem como os investimentos poderiam ser afetadas por temperaturas mais quentes.

Allianz alerta para queda nos preços de resseguros

Fonte: Agências internacionais

A Allianz, maior seguradora da Europa, teme que uma queda nos preços de resseguros aumente o risco de algumas resseguradoras não ganharem o bastante para estar preparadas para pagar coberturas convincentes em caso de catástrofes. As empresas, que ajudam as seguradoras a pagar o custo de sinistros por danos causados por eventos como furacões e terremotos, cortaram os preços de cobertura de catástrofes naturais em um quarto nos últimos anos, em meio a um declínio geral dos preços no mercado de 5% a 10%.

A queda dos preços está tornando cada vez mais difícil para as resseguradoras gerarem bons retornos, minando sua força de capital e, potencialmente, sua capacidade de agir como escudo financeiro para as seguradoras arcarem com as contas dos clientes em casos de inundação ou tempestade. “Precisamos de um equilíbrio entre comprador e vendedor”, disse Amer Ahmed, presidente da Allianz Re.

Zurich reúne clientes e corretores para aprimorar serviços e debater tendências

zurich_Logo_4c [Konvertiert]Encantar os clientes. Essa é a proposta da divisão Corporate do grupo Zurich, uma das maiores seguradoras do mundo e a quinta maior do Brasil. Uma das estratégias para atingir o objetivo está em ouvir clientes e corretores de seguros, bem como contar a eles um pouco da estratégia para a operação local, diz o vice- presidente de Seguros Gerais da Zurich Seguros, Werner Stettler, durante coquetel de abertura da 5a. edição do Zurich Corporate Conference 2014, que acontece nesta quinta-feira, no Guarujá (SP).

O evento tem o objetivo de debater o cenário econômico brasileiro e global, centralizado nas tendências do universo corporativo. “Nos nove primeiros meses deste ano, a área corporate representou 50% das receitas da seguradora e o Brasil é um país prioritário para o grupo, que conta com 3,5 mil funcionários que cuidam de 25 mil clientes em 210 países e territórios”, afirmou ele aos 140 executivos presentes, divididos entre clientes, corretores e equipe interna.

Segundo Steller, neste ano o evento acontece em um momento importante para o país. “Em quarto dias teremos a eleição para presidente da República, com decisões importantes a serem tomadas”. Apesar da expectativa de baixo crescimento em 2013, 2014 e o previsto para 2015, o Brasil continua sendo um dos principais focos do grupo Zurich. “A matriz aposta no Brasil, tanto que acaba de fechar um importante negócio com a rede varejista Via Varejo para a venda de seguro de garantia estendida. Nosso olhar é de longo prazo. Em riscos corporativos, estimamos um crescimento maior do Brasil do que em economias maduras nos próximos anos. Estamos atentos às oportunidades e também aos desafios do crescimento do setor e da economia brasileira”, disse.

A primeira palestra do dia — “Cenário Macro Econômico, Social e Político no Brasil – será proferida pelo economista Paulo Rabello de Castro, que lançou neste mês o livro “O Mito do Governo Grátis”, no qual defende que o baixo crescimento da economia é fruto de um governo que promete vantagens para todos, aparentemente sem custo para ninguém.

Em seguida, Giancarlo Greco, ex-presidente da American Express (que está em período de quarentena, prometendo voltar em breve para o mercado de cartões), empresa de cartões de crédito reconhecida pelos serviços diferenciados prestados aos clientes e também professor do Insper abordará o tema “A Organização dirigida para o cliente”. Segundo ele, a produtividade, infraestrutura e educação são pontos fundamentais para melhorar o país e todos têm de colaborar para que o Brasil se desenvolva com pequenas atitudes individuais, capazes de mudar o ambiente empresarial e também familiar.

Marcelo Mansur, sócio do escritório de advocacia Mattos Filho, abordará o tema “Prestação de serviços na indústria de seguros, abrindo um debate com clientes e corretores sobre os aspectos jurídicos dos contratos. Um tema latente para o setor, que registra um grande número de discussões sem consenso entre as partes e levadas ao judiciário.

Na parte da tarde, os convidados participarão do Zurich Market Place, com palestras com explicações e debates de 30 minutos sobre temas previamente determinados, como serviços e suporte à subscrição, segmentação de clientes e modelos de relacionamento, sinistros – atendimento e protocol, e Engenharia de Risco.

Aon realiza Fórum de Transportes e Sinistros em SP

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Para auxiliar as companhias a enfrentarem os novos cenários e as mudanças no seguro de transporte nacional e internacional, a Aon – líder mundial em consultoria e corretagem de seguros promove no próximo dia 29 de outubro o Fórum de Transportes e Sinistros, no hotel Grand Hyatt, na Capital, restrito para convidados.

Com a participação confirmada de mais de 100 executivos das maiores empresas do país, o evento colocará em pauta o novo Código Comercial brasileiro, que deve acarretar em importantes alterações na dinâmica do transporte marítimo internacional de cargas. Outro tema destacado serão as profundas mudanças na rotina de embarcadores e transportadores com as recentes determinações legais em torno do tema “Dispensa de Direito de Regresso – DDR”.

Ricardo Guirao, diretor de transportes da Aon, afirma que a realização do Fórum será importante para apresentar aos profissionais que atuam na área as novas soluções e práticas seguras. “Estamos contentes em poder reunir clientes, seguradoras e prestadores de serviço em um mesmo evento para abordarmos temas que refletem o dia a dia de nossas operações”, complementa.

O Fórum de Transportes e Sinistros é promovido pela Aon com o patrocínio da RSA e a OpenTech, além de apoio da Ace, Allianz, AT&M, Brasil Risk, Chubb, Smera, Tokio Marine e Zurich.

Serviço:

Fórum Benefícios 2014
Onde: Grand Hyatt São Paulo – Avenida das Nações Unidas, 13.301 – Brooklin
Quando: 29/10
Horário: Das 9h às 12h00

Corretor de seguros é foco de campanhas que alcançam milhões de pessoas

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O Dia do Corretor de Seguros, comemorado em 12 de outubro, foi motivo de ações inovadoras, por parte do Sindicado dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) que promoveu campanhas em homenagem à categoria em diversas mídias.

Entre os dias 8 e 12 de outubro, um vídeo enaltecendo os corretores de seguros foi veiculado na “TV Minuto” nas linhas Verde, Amarela e Vermelha do Metrô e em mais 1,5 mil ônibus urbanos na cidade de São Paulo, além de 13 terminais rodoviários em todo o estado. O alcance total chegou a mais de 5 milhões de pessoas por dia.

A mensagem trazia um teste de múltipla escolha que lembrava que 12 de outubro, além de ser o Dia da Criança, é também o dia do Corretor de Seguros. Ao longo dos quatro dias, a mensagem teve 480 inserções no Metrô e outras 160 nos ônibus e estações rodoviárias.

“Para alcançar um número ainda maior de pessoas, outro anúncio foi veiculado na edição de domingo do jornal Folha de S. Paulo”, conta o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

A homenagem do Sincor-SP também reforçou o posicionamento digital da entidade. A página do sindicato no Facebook reservou espaço para comemorar a data. Entre os dias 9 e 12 foram veiculados três anúncios: dois direcionados a corretores (homens e mulheres) e o último ao consumidor final. Somados, os anúncios tiveram 1.744 curtidas, 21 comentários e 204 compartilhamentos.

“Nossa gestão vem primando pela a valorização contínua do corretor de seguros. Por meio desse movimento, buscamos, além da justa homenagem, mostrar ao consumidor a importância de contar sempre com o suporte de um corretor de seguros na contratação de uma apólice”, afirma Camillo.

Esta não é a primeira vez que o Sincor-SP promove uma campanha de valorização do corretor de seguros. Durante a Copa Mundo, a página do Sincor-SP no Facebook exibiu mensagens que promoviam diálogo da categoria com os clientes. Com duas postagens semanais, os seguidores da página do Sindicato na rede social receberam no mural mensagens bem humoradas tendo o slogan “Conte com o Corretor de Seguros”.

Bradesco Capitalização oferece título para nipônicos

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A Bradesco Seguros, no segmento de capitalização, oferece o título Pé Quente Bradesco Nikkei. O produto, que faz parte da família “Pé Quente Bradesco”, foi formatado exclusivamente para a comunidade nipônica. Os nikkeis que moram no Brasil e no Japão podem adquirir o produto nas agências do Banco Bradesco ou pelo site www.bradesconikkei.com.br.

Com o título, os clientes concorrem a R$ 2 milhões (prêmios brutos sem descontos dos tributos incidentes) nos sorteios especiais realizados no mês de dezembro e R$ 100 mil* nos demais meses. São R$ 6,2 milhões* em prêmios durante a vigência de 24 meses. Tudo isso com um pagamento único de R$ 1 mil por boleto bancário ou debitado automaticamente na conta-corrente ou na conta-poupança.

Os produtos da Bradesco Capitalização não têm por objetivo ser um investimento financeiro, e sim uma forma de economia programada que proporciona chances de sorteio. Obtenha mais informações sobre o produto por meio do site bradescocapitalizacao.com.br