Zurich promove 1ª Edição do Workshop de Engenharia em Prevenção de Riscos

Release

Referência global em gestão de riscos em negócios Corporate, e tendo como missão ajudar os clientes a entenderem os riscos e se protegerem deles, a companhia global compartilha parte do conhecimento adquirido em 142 anos de existência

A Zurich, empresa global de seguros que atua em mais de 170 países e está presente no Brasil há 32 anos, apresentou a seus clientes e parceiros um workshop técnico de Engenharia em Prevenção de Riscos, área na qual a companhia é líder e referência global.

O evento tem o objetivo de compartilhar práticas e informações absorvidas pela Zurich ao redor do mundo, por meio de seus quase 900 engenheiros de riscos, e que formatam a experiência ímpar da empresa neste segmento. “Nosso objetivo vai além do tema de seguros, afinal, o seguro é a última parte no processo de gestão dos ricos”, conceitua Carlos Cortés, Superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich.

“Tendo como missão e compromisso ajudar os clientes a entenderem os riscos e se protegerem deles, a Zurich desenvolve ferramentas para aprimorar a comunicação com nossos clientes”, destaca Mario Orozco, Chief of Risk Engineering Officer LatAm. A ferramenta What If é um bom exemplo: trata-se de um aplicativo que apresenta informação complexa, resultante das avaliações de risco, de uma maneira simples e eficaz (leia mais abaixo). “Outro aplicativo de importante benefício é o My Zurich Portal, que conta com acesso online a recomendações de melhoria de riscos, dados de apólices de seguros, informação de sinistros, além dos Risk Insights”, continua o especialista. O evento aconteceu em setembro.

Werner Stettler, Vice-presidente de Corporate e Commercial de General Insurance da Zurich, explica a importância da mitigação de riscos para os clientes Zurich. “A Zurich é uma empresa de R$ 90 bilhões, sendo R$ 26 bilhões provenientes de negócios Corporate, segmento que ocupa o segundo posto dentro da companhia. Os negócios Corporate de Zurich entregam serviços a 25 mil clientes em 210 países, em alguns deles a partir de parceiros de cooperação, e nossa proposição de valor a estes clientes está no gerenciamento de riscos”, afirma o executivo.

Formas de mitigar riscos

É importante reforçar em questões de organização focada na prevenção de riscos como políticas, procedimentos, treinamentos com o intuito de minimizar a exposição a um sinistro que possa, além de causar danos no patrimônio, impactar negativamente a imagem da empresa e na participação do mercado, que é conquistado com tempo e entrega de um bom serviço. Temas intangíveis do risco e que podem prejudicar muito os negócios.

Como medidas que colaboram/contribuem: melhores conversas internas, fortalecer a cultura de segurança e perdas, além de compartilhar a estratégia com os profissionais das empresas, é fundamental promover a cultura do pertencimento e a melhoria na qualidade do risco.

“Sabemos a dificuldade em justificar os investimentos em mitigação dos riscos, por isso indicamos que o trabalho inicie na concepção do projeto, quando tudo ainda estiver no papel. Este é o momento para envolver a seguradora em quesitos mínimos como prevenção de incêndios. Mas como queremos preservar o patrimônio e ainda obter destaque no mercado, não podemos pensar só no mínimo”, avalia Carlos Cortés.

Investimentos em tecnologia

O palestrante Tom Bossert, altamente graduado em gestão de risco, falou sobre a necessidade de investimentos em tecnologia, melhores procedimentos de TI e de negócios. Mais educação e treinamento, resiliência e plano de mitigação de riscos não apenas para a Internet, mas para os diferentes meios de comunicação. Os hackers se modernizam com a evolução da tecnologia. “A empresas fazem seus planos de tecnologia, mas não os usam”, acredita Bossert.

O especialista usou grandes exemplos como de ataque cibernético como a venda de ingressos da Copa de 2014 e a busca de informações por parte do governo americano aqui no Brasil. O convidado ainda reforçou a importância do controle de acessos dos profissionais aos dados corporativos. “Para evitar que o hackeamento aconteça de dentro para fora da empresa, é fundamental restringir acessos individuais”, e ensina Tom Bossert.

Sobre o What If?

Disponibilizado para cliente, corretores de seguros e profissionais especializados em avaliação e gerenciamento de risco, o aplicativo Zurich Risk Grading- What If?, compatível com smartphones e tablets da Apple, tem formato de fácil compreensão. “Esta ferramenta contribuiu para que nossos clientes possam conhecer a detalhe a nossa metodologia de avaliação de riscos “Zurich Risk Grading” e utilizar a informação para definir as prioridades no processo de implementação dos planos de melhoria de riscos nas empresas”, destaca Carlos Cortés, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich. “Ele dá a oportunidade para que o cliente conheça as ações e formas de evitar riscos para, em seguida, estabelecer prioridades para seus planos de melhoria de risco.”

Desenvolvido pelas equipes de Engenharia de Riscos e Tecnologia da Informação da Zurich, o aplicativo utiliza elementos-chave, que seguem a metodologia global de gerenciamento de riscos da Zurich, em uma representação visual que torna a avaliação de risco mais simples e fornece aos clientes percepções e boas práticas para otimizar resultados. O ‘Zurich Risk Grading – What If?’ conta com uma interface intuitiva, com cada critério de avaliação classificados por meio de uma ferramenta linear. “Ao final da avaliação, gerada automaticamente, é possível visualizar o impacto das ações de melhoria de riscos na pontuação de classificação, o que contribuiu para redução de custos e despesas para nossos clientes”, enfatiza o superintendente Carlos Cortés.

A versão em português do aplicativo ‘Risk Grading – What If?’ está disponível para download gratuito na App Store (iOS). E para mais detalhes, acesse ao vídeo: http://bcove.me/9t00475a .

Presidente do Bradesco entra na lista de cotados para a Fazenda

Trabuco_interna_vii-encontro-fenapreviSegundo a colunista Monica Bergamo, da Folha de São Paulo, Luiz Trabuco, presidente executivo do Bradesco, entrou na semana passada na lista de cotados para o Ministério da Fazenda caso Dilma Rousseff vencesse as eleições. Seguindo regras do banco, ele se aposenta no ano que vem, aos 65 anos. Trabuco teria a capacidade de acalmar o mercado financeiro, que estava claramente contra Dilma. Comandou por vários anos um banco que sempre fez marketing baseado no pequeno poupador. E não poderia ser chamado de banqueiro –ele não é dono da instituição, diz a nota.

Já o portal Infomoney afirma que ter Trabuco como ministro seria um sonho do governo. Entre os candidatos na lista tem também Eduardo Loyo, economista chefe do BTG Pactual, Henrique Meirelles, uma defesa de Lula, e Nelson Machado. Quatro nomes que entendem do mercado segurador.

O banco nem desmente, nem confirma e nem comenta o assunto. Para seu lugar, segundo fontes do blog Sonho Seguro, o mais cotado é Marco Antonio Rossi, que hoje preside a Bradesco Seguros. Trabuco foi um dos principais idealizadores e responsáveis pela inclusão do Cristo Redentor entre as sete maravilhas do mundo anos atrás. Em julho de 2007, quando o resultado foi divulgado pelo governo, estimava-se que a cidade de Rio de Janeiro teria um crescimento de 20% no setor turístico, beneficiando o comércio local como transportes, hotéis, restaurantes, entretenamento e alimentação, que juntos representam 4% do PIB estadual, resultando em um aumento anual de 90 milhões de dólares na economia, e gerando 80 mil novos empregos no setor.

Uma fonte com boa capacidade de avaliação, afirmou ao blog que acha difícil Trabuco aceitar o ministério. “Ele é muito centrado e rígido não aceitando fazer nada que seja contra a maioria. Além de ter o sonho de ser Presidente do Conselho do Bradesco”.

Em nota a Agência Estado, Trabuco informou que o discurso da vitória da presidente Dilma Rousseff, no domingo, 26, sinalizou diálogo, união e reformas, “Foi um momento de pacificação e pleno entendimento das responsabilidades à nossa frente”, avaliou ele na nota ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

Segundo o executivo, o Brasil é exemplo de democracia moderna, que impulsiona o seu desenvolvimento social e político pelo voto popular. As eleições ontem, conforme Trabuco, foram “limpas” e realizadas em “clima de paz”. “O povo brasileiro deu demonstração de espírito democrático e tolerância, em que pese os acirrados debates e a disputa apertada”, acrescentou.

Trabuco afirmou ainda a agência que o Bradesco acredita no Brasil e que a instituição está confiante de que o governo reeleito vai enfrentar os desafios do presente. Também em nota ao Broadcast, Lázaro de Mello Brandão, presidente do Conselho de Administração do Bradesco, afirmou que a maturidade e a solidez da democracia brasileira foram confirmadas na eleição. O resultado da apuração foi 51,64% dos votos para Dilma Rousseff e 48,36% para o candidato do PSDB, Aécio Neves.

“Temos a convicção de que a presidenta reeleita Dilma Rousseff renovou pelo melhor caminho – o do voto da maioria dos brasileiros – todas as condições necessárias para avançar sobre os grandes desafios que o País tem pela frente. Desejamos-lhe as merecidas saudações, com a crença de que teremos quatro anos de muito trabalho e conquistas”.

AGCS estreia em seguros para empresas de médio porte

A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), braço de seguros corporativos e especiais do grupo Allianz, anuncia a ampliação do seu Conselho Administrativo e a criação de uma nova linha de negócios para empresas de médio porte. Todas as mudanças estão previstas para acontecer a partir do dia 1° de janeiro de 2015 e passarão por aprovação dos órgãos responsáveis.

“A nossa reorganização regional e a criação de uma linha de negócios para empresas de médio porte refletem o crescimento do AGCS, especialmente, no importante mercado norte-americano de Property & Casualty, bem como o crescimento na diversificação de produtos e na atuação geográfica da companhia”, diz Axel Theis, CEO global da AGCS.

A função de Chefe de Regiões e Mercado da AGCS, que supervisiona os 28 escritórios da empresa e organiza atividades voltadas para o mercado, passará a ter três divisões. Carsten Scheffel, atual CEO regional da AGCS em Londres, passará a integrar o conselho administrativo da empresa, liderando as operações na América do Sul, Reino Unido, Irlanda, Região nórdica, Rússia e Europa Central e Oriental, Oriente Médio, Austrália e Nova Zelândia.

Já Art Moossmann, membro do Conselho de Administração da AGCS e atual Chefe de Regiões e Mercado da América do Sul, passa a liderar o mercado da América do Norte (Estados Unidos, Canadá e México), acumulando responsabilidade de CEO para a região. Este movimento estratégico ocorre para apoiar a integração comercial do Fireman’s Fund Insurance Company (FFIC) com a AGCS na América do Norte.

A responsabilidade pela terceira região, que abrange Alemanha, Áustria e Suíça, a região do Mediterrâneo, Ásia e África permanece inalterada: Andreas Berger continua responsável pelos negócios nesses países e também pela gestão do canal de distribuição para o corretor do Grupo Allianz.

Soluções de seguros para empresas de médio porte

AGCS anuncia a criação de uma nova linha de negócios para atender empresas de médio porte. Hugh Burgess, CEO Regional para a América do Norte, será o Chefe Global da linha de negócios “Mid-Corporate”. A linha “Mid-Corporate” focará em empresas com faturamento anual menor do que o dos clientes regulares da AGCS, que têm receita anual de 500 milhões de euros. A nova linha também vai prover propriedade e responsabilidade civil para empresas de médio porte com faturamento acima de 100 milhões de euros.

Emergentes seguem na mira das seguradoras e resseguradoras estrangeiras, porém com mais cautela

© Copyright 2010 CorbisCorporationDe acordo com especialistas no segmento de grandes riscos do grupo suíço Zurich, o Brasil seguirá crescendo nos próximos anos, ao contrário das economias maduras, que tendem a ficar estáveis. Além disso, qualquer que seja o vencedor das eleições presidenciais, Dilma Rousseff ou Aécio Neves, que acontece neste domingo, a retomada dos investimentos nos projetos de infra-estrutura é uma agenda que não pode mais ser adiada. “Se o novo presidente quiser que o país retome o crescimento da economia, vários projetos terão de virar realidade”, afirmou o vice- presidente de Seguros Gerais da Zurich Seguros, Werner Stettler.

A questão é como sobreviver em um mercado marcado pela acirrada concorrência, com mais de 100 resseguradores disputando contratos no Brasil e dispostos e clientes buscando reduzir custos diante das consequências da parada do crescimento da economia brasileira em 2013, 2014 e possivelmente em 2015, cenário que pode aumentar o risco com políticas de cortes de investimentos em medidas vitais dentro de programas de gerenciamento de risco.

“O fato é que temos um cenário interessante: investimentos em projetos e aumento da percepção de risco, ideal para seguradoras especialistas como a Zurich, preparada para oferecer serviços diferenciados e que atendam às expectativas dos clientes em termos de gestão de riscos, produtos e atendimento no pós venda, ou seja, na regulação de um pedido de indenização em caso da concretização do risco”, disse Michael Raney, CEO Global Corporate para América Latina, ao blog Sonho Seguro. Para ele, dificilmente outro país consiga ser melhor do que o Brasil em termos de negócios em seguros de grande risco. “Na América Latina, com certeza, o Brasil é líder absoluta da atenção do grupo em investimento em produtos e serviços que atendam às expectativas dos clientes corporativos, que demandam mais do que preço. Eles querem prestação de serviços diferenciadas, tanto no desenho do produto, como na redação do clausulado, duas medidas que agilizam o pagamento da indenização em caso de concretização do risco”.

Outros estrangeiros partilham da mesma opinião. Michael Liès, CEO da Swiss Re, principal palestrante do “Insurance Marketing Briefing “, conferência promovida pela AM Best Europa, realizada nesta semana em Londres, afirmou que há oportunidades significativas nos mercados emergentes. Ele também ressaltou a preocupação dos resseguradores com o desafio de manter os contratos dentro de níveis de solvência requisitados pelos órgãos reguladores em um mercado ainda com forte tendência de se manter “soft”, ou seja, preços em baixa diante da forte concorrência e excesso de capital disponível.

A Allianz divulgou a mesma opinião no início da semana. De acordo com notícia divulgada pela agência Reuter, a resseguradora do grupo Allianz teme que uma queda nos preços de resseguros aumente o risco de algumas resseguradoras não ganharem o bastante para estarem preparadas para pagar coberturas convincentes em caso de catástrofes. O preço de cobertura de catástrofes naturais foi cortado em um quarto nos últimos anos, em meio a um declínio geral dos preços no mercado de 5 a 10 por cento.

A queda dos preços está tornando cada vez mais difícil para as resseguradoras gerarem bons retornos, minando sua força de capital e, potencialmente, sua capacidade de agir como escudo financeiro para as seguradoras arcarem com as contas dos clientes em casos de inundação ou tempestade. “Precisamos de um equilíbrio entre comprador e vendedor”, disse Amer Ahmed, presidente-executivo da Allianz Re.

As resseguradores precisam de compensação que permita, de maneira sustentável, que carregar riscos em seus balanços. O contrário pode levar a mudanças na capacidade e preços, o que não seria bom para o funcionamento do sistema. “Minha sensação é que em algumas áreas (a compensação) está claramente abaixo do sustentável”, disse o executivo à Reuters em na cidade de Baden-Baden, na Alemanha, onde resseguradoras e empresa de seguros clientes iniciaram negociações sobre preços e termos de contratos de resseguro para entrar em vigor em 2015, informou a Reuters.

STF considera constitucional valores do DPVAT

dpvatFonte: Valor Econômico

Por maioria, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) consideraram constitucionais as alterações ocorridas entre 2007 e 2009 no seguro DPVAT – como quantias pagas e sistemática de reembolso. Foi proferido apenas um voto em sentido contrário. As ações questionam alterações no seguro. No processo, o PSOL defende que o método anterior de cálculo, em salários mínimos, permitia o reajuste do montante pago, enquanto o valor fixo estabelecido pela MP tende a se tornar irrisório. Para a advogada Ana Paula de Barcellos, do Barroso Fontelles, Barcellos, Mendonça e Associados, que defende a Seguradora Líder-DPVAT na ação, uma reindexação da indenização ao salário mínimo poderia levar a um aumento de 1.011% no valor do seguro. A Seguradora Líder, que atua no caso como amicus curiae, representa as seguradoras que atuam com o DPVAT. Ana Paula alega ainda que a antiga sistemática de reembolsos gerava muitas fraudes.

Empresários poderão conhecer seguro para o ramo Pet em evento do setor

Release

A Porto Seguro estará presente na 13a edição da Pet South America, um dos maiores eventos do ramo pet no Brasil e que será realizado de 28 a 30 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo. A empresa vai mostrar aos visitantes da feira como a contratação de um seguro com coberturas e serviços exclusivos para o setor é importante para garantir a estabilidade dos negócios em diversas situações.

O público que visita a Pet South America é composto, em grande parte, por proprietários de Pet Shops e Clínicas Veterinárias. Para esse perfil de empresários, a Porto Seguro desenvolveu o Porto Seguro Pet Shop e Clínica Veterinária. O produto possui coberturas básicas para os prejuízos causados por incêndio, explosão ou fumaça no estabelecimento segurado.

O empresário pode ampliar essa proteção contratando coberturas adicionais. Elas preveem garantia para riscos específicos do setor. Por exemplo: se algum dano corporal for causado involuntariamente a cães e gatos, durante o banho e tosa ou no transporte entre o estabelecimento e a residência, os prejuízos estarão garantidos pela cobertura de Responsabilidade Civil abrangendo animais.

Equipamentos de uso exclusivo de pet shops também contam com garantia no produto da Porto Seguro. A cobertura de Equipamentos Eletrônicos pode ser contratada para proteger sopradores, secadores de pedestal, compressores de ar e máquinas de tosa. O cliente pode optar pela cobertura “com subtração”, para garantir os prejuízos contra roubos e furtos; ou “sem subtração”, para cobrir, por exemplo, os danos causados por uma queda de energia.

Se o segurado vier a perder o seu ponto comercial, poderá ter reembolsadas as despesas para encontrar um novo local para instalar seu pet shop ou clínica veterinária. Essa garantia está prevista nas coberturas de Despesas Fixas ou Lucros Cessantes. “Um seguro precisa ir ao encontro das necessidades do cliente. Desenvolvemos este produto para o ramo pet para que o empresário do setor encontre, nele, um apoio para as situações que possam comprometer o crescimento de suas atividades”, comenta Edson Frizzarim, diretor de Ramos Elementares da Porto Seguro.

Serviços para o dia a dia

Além de garantir riscos, o Porto Seguro Pet Shop e Clínica Veterinária oferece serviços que ajudam a manter a empresa sempre em ordem. Os atendimentos incluem: chaveiro, reparos elétricos, hidráulicos e em telefonia, desentupimento, vigilância, check-up de sistemas de informática, entre outros.

Os serviços podem ser solicitados 24 horas por dia e estão disponíveis de acordo com as condições contratadas pelo segurado e regiões de abrangência.

Serviço:

Porto Seguro na Pet South America 2014
Feira Internacional de produtos e serviços para a linha pet e veterinária
Datas: 28 a 30 de outubro
Local: Expo Center Norte – Pavilhões Verde e Vermelho – Rua H, estande 715
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo (SP)
Horário: das 13h às 21h

IAIS determina novo indicador de solvência a partir de 2015 para nove grupos da indústria de seguros considerados grandes demais para quebrar

Associação Internacional de Supervisores de Seguros (IAIS, na sigla em inglês), que reúne reguladores do mercado de seguros de 140 países, anunciou que concluiu a elaboração do primeiro padrão de requerimento de capital global de seguros, que será chamado Requisitos de Capital Básicos (BCR, na sigla em inglês). O normativo determina novas regras para nove seguradoras globais “grandes demais para quebrar”.

A partir de 2015, Allianz, AIG, Metlife e Prudential, Axa, Generali, Aviva e Ping an Insurance Group vão reportar aos reguladores de seus países o índice de capital básico requerido, calculado a partir da divisão do capital total da companhia pelo capital obrigatório, que será definido a partir da aplicação de 15 fatores para diferentes tipos de atividades, como seguro de vida e atividades bancárias. O BCR será determinado a partir do tamanho do grupo financeiro do qual a seguradora faz parte. Mais informações no link – http://www.iaisweb.org

“O crescimento sustentável de longo prazo precisa de investimentos de longo prazo. A indústria de seguros, que têm $ 28,6 trilhões de ativos sob sua gestão em 2012 e investimentos anuais de $ 4,6 trilhões, está bem posicionada para desempenhar um papel destacado. No entanto, para fazer isso, não devemos ser limitados por regulações desnecessárias ou outras condições regulatórias”, afirmou o presidente da Federação Mundial de Associações de Seguros (GFIA, na sigla em inglês), Frank Swedlove, ao comentar sobre o teor da carta enviada pela entidade para a presidência do G-20, destaca a CNseg em nota publicada no portal da Confederação das Seguradoras.

Como uma importante fonte de investimento de longo-prazo, as seguradoras, afirma o documento, podem oferecer apoio significativo para o G-20 no seu objetivo de crescimento coletivo de 2% ao longo dos próximos cinco anos. Mas, para que isso aconteça, alerta, as lideranças políticas devem garantir a vigência de corretas estruturas e corretas regulações.

A necessidade de uma regulamentação adequada e equilibrada, especialmente tendo em conta o aumento significativo do escrutínio regulatório global que as seguradoras passaram a enfrentar é um dos principais pontos da carta e a necessidade de quebrar as barreiras dos mercados é outro. A GFIA afirma estar particularmente desapontada em relação a essa última questão, já que certas jurisdições, incluindo um pequeno número de membros do G-20, introduziram novas medidas restritivas em seus mercados.

Limitações na conduta de resseguro transfronteiriço, restrições aos fluxos de dados transfronteiriços e estorno de contas de pensões privadas são pontos considerados particularmente problemáticos para a Federação Mundial de Associações de Seguros.

“A GFIA pede que o G-20 continue empenhado em abrir mercados e certamente deve se opor a quaisquer medidas que restrinjam novos negócios”, acrescentou o presidente da Federação, que no início do ano já havia se reunido com representantes do G-20, incluindo o Secretário de Estado para o Tesouro, o Governador do Banco da Reserva, o Tesouro australiano, e o Departamento dos Negócios Estrangeiros e Comércio para discutir o importante papel que o setor de seguros pode desempenhar na presidência australiana do G-20, em 2014.

Bradesco Saúde é campeã do Prêmio Top of Mind RH

Release

Pela décima vez consecutiva, a Bradesco Saúde foi apontada como o melhor “Seguro Saúde” de 2014 no prêmio Top of Mind RH. A cerimônia de entrega da 17ª edição do evento, promovido pela Fênix Editora, foi realizada em 22 de outubro, em São Paulo, e contou com cerca de 1.500 convidados e premiados. Nessa edição, foram 32 categorias diferentes, sendo destacadas empresas e profissionais mais lembrados pelos funcionários da área de Recursos Humanos das organizações de todo o país.

Zurich anuncia saída de Antonio Cássio e novas designações em sua equipe regional da América Latina

Comunicado

A Zurich anuncia que Antonio Cassio dos Santos, Chairman for Latin America, Chief Executive Officer (CEO) General Insurance Latin America e CEO General Insurance no Brasil, decidiu sair da empresa em acordo mútuo por razões pessoais a partir de 31 de outubro. Nesse sentido e devido à importância da região nos planos do Grupo, anunciamos que Mike Kerner, CEO General Insurance do Grupo Zurich, substituirá interinamente Antonio Cassio em sua função de CEO GI para a América Latina até que seja anunciado seu sucessor.

David Colmenares, atual Chief of Staff General Insurance em Latin America e Head of Personal Lines General Insurance no Brasil, assumirá a função de CEO de General Insurance Brazil a partir de 1° de novembro. Colmenares se reportará a Mike Kerner e estará baseado em São Paulo. Antonio Cassio trabalhará com Mike e David para realizar um processo de transição ordenado.

Além disso, José María Orlando, CEO Global Life Latin America, decidiu deixar a empresa em busca de novas oportunidades profissionais a partir de 31 de dezembro de 2014. Como seu substituto, assumirá Edson Franco, atual CEO da Zurich Santander Brasil, que se reportará diretamente a Kristof Terryn, CEO Global Life do Grupo Zurich, e estará baseado em São Paulo.

Antes de ocupar seu cargo atual, Colmenares foi Chief Claims Officer General Insurance na Asia Pacific, baseado em Hong Kong. Anteriormente, e como sua primeira experiência na Zurich Latin America, em 2008 foi incorporado como Chief Claims Officer para a região. Sua experiência profissional prévia inclui posições de liderança em várias empresas do setor, entre as quais podemos mencionar Regional Claims Leader na Marsh Latin America e Caribe, Deputy Regional Claims Manager na AIU LAC South, e Regional Claims Manager na ACE Latin America. Também trabalhou na RCG Asesores de Seguros por sete anos.

Antes de ser CEO da Zurich Santander Brasil, Edson foi Head of Investments do Banco Santander no Brasil. Ao longo de sua carreira também foi CEO da Real Tokio Marine Life & Pensions Insurance Company, Product Director and IT Director no ABN Amro Real Bank, e Product Development Director and Partner na Unanima Consultoria e Sistemas.

“Queremos agradecer a Antonio e José por sua liderança e compromisso durante seus anos na Zurich, que contribuíram para o desenvolvimento de uma sólida posição de nosso Grupo na América Latina”, expressaram Mike Kerner e Kristof Terryn, e acrescentaram: “Temos a sorte de contar com dois executivos com a experiência e o profissionalismo de David e Edson para cobrirem estas posições importantíssimas de nossa empresa. Ambos estão totalmente capacitados para darem continuidade ao desenvolvimento de nosso negócio na região, que continua sendo um mercado-chave para nossa empresa”.

Algumas semanas atrás, a Zurich anunciou que a Zurich Minas Brasil Seguros SA assinou um acordo de distribuição com a Via Varejo S.A. para a venda exclusiva de seguros de garantia estendida através das Casas Bahia e do Ponto Frio. Este acordo demonstra o forte compromisso da Zurich com a América Latina e a posiciona como a empresa líder no segmento de Seguros de Garantia estendida no Brasil.

“Foi um grande prazer para mim ter trabalhado na Zurich. Durante os últimos três anos e meio, o negócio de Seguros Gerais da Zurich passou, em termos de market share, da décima terceira posição para a terceira, constituindo-se na seguradora global líder da região. Estou convencido de que o futuro dos negócios da Zurich na região é brilhante e que a empresa está preparada para continuar com seu crescimento sustentável dentro do mercado”, afirmou Antonio Cassio.

“Foi uma verdadeira honra para mim ter trabalhado para a Zurich durante 14 anos. Estou especialmente agradecido por ter tido a oportunidade de contribuir para o crescimento e para o forte posicionamento do negócio de Global Life na região durante os últimos 5 anos. Estou convencido de que a Zurich continuará neste caminho para se converter na melhor seguradora global para seus funcionários, clientes, acionistas e para a comunidade onde trabalha”, disse José Orlando.

MetLife moderniza operação de dental no Brasil e desperta interesse da matriz

metlifeA Vice Presidente Global da área de benefícios para funcionários da MetLife, Maria Morris, veio ao Brasil para conhecer detalhes da divisão de planos odontológicos do País. A operação brasileira se tornou referência após passar por um intenso processo de reestruturação e resultou no aumento da satisfação da rede credenciada e crescimento expressivo no número de clientes.

A operação brasileira da MetLife é atualmente a única fora dos Estados Unidos que conta com uma divisão de planos odontológicos. A visita de Maria Morris ao Brasil busca entender as melhores práticas da divisão “A operação de odontologia brasileira conquistou excelentes resultados com a reestruturação e despertou o interesse do time americano. Estamos sempre em busca de melhores práticas para aperfeiçoar e expandir a operação” diz Maria Morris, vice-presidente executiva e chefe global da área de benefícios para funcionários da MetLife.

No mercado de planos odontológicos desde 2008, a MetLife é uma das maiores operadoras de planos odontológicos do Brasil. Com quase 700 mil beneficiários na carteira e mais de 20 mil opções de atendimento, a companhia se dedicou recentemente a aperfeiçoar sua operação ao identificar os principais pontos de insatisfação de sua rede credenciada e clientes e oferecer soluções inovadoras. Após um ano de trabalho intenso, quase 90% dos dentistas afirmaram estar ‘satisfeitos’ ou ‘muito satisfeitos’ com a operadora.

Esse aumento na satisfação dos dentistas credenciados se refletiu em uma melhor experiência na interação do profissional com o paciente, com um consequente impacto na satisfação dos beneficiários. Esses diferenciais fizeram com que a MetLife ampliasse em 21,6% o número de beneficiários no Brasil em 2013 quando comparado ao ano anterior.

“Atuei como dentista credenciada então conheço bem as dificuldades que esses profissionais enfrentam”, afirma a diretora de planos odontológicos da MetLife Brasil, Cássia Gil, que liderou o projeto de modernização da divisão de planos odontológicos. “Essa experiência, somada à experiências anteriores em outras grandes operadoras de planos odontológicos, me deu segurança para modificar a operação de planos odontológicos da MetLife, realizando as mudanças necessárias para facilitar os processos e aumentar a satisfação do público”, completa a executiva.

Reestruturação

No final de 2011 e início de 2012 , a MetLife realizou pesquisas de opinião com dentistas e beneficiários dos planos odontológicos para identificar os principais pontos de insatisfação. As reclamações dos profissionais da rede credenciada se concentravam no lento processo de aprovação de procedimentos odontológicos por call center, no longo prazo para pagamento dos honorários (entre 30 e 45 dias) e na ausência de um canal de comunicação com a Companhia. Entre os clientes, a principal insatisfação estava na falta de orientação sobre como encontrar um profissional credenciado.

A reestruturação e modernização da área durou quase um ano. O primeiro passo foi melhorar o processo de aprovação de procedimentos e pagamento de honorários. “Os dentistas gastavam, em média, cinco minutos para aprovar um único procedimento. E recebiam o pagamento até 45 dias após a conclusão do tratamento. Era preciso criar uma plataforma que acelerasse todo o processo.”

A solução encontrada foi a implantação de um sistema automatizado exclusivo que permitisse a aprovação de procedimentos on line e o pagamento de honorários em tempo reduzido. “Hoje, a rede credenciada da MetLife aprova os procedimentos em poucos segundos e o pagamento é realizado em 10 dias direto na conta do dentista”, explica Cássia. Também foi criado um canal direto com dentistas da companhia, que facilitou a troca de informações e possibilitou o envio e análise de imagens de raio-X de pacientes via aplicativo do celular. Para os beneficiários, a MetLife disponibilizou um sistema de localização de consultórios da rede credenciada por meio de SMS além de serviços dedicados para agendamento de consulta via conscierge.