A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa um projeto (PLN 32/14) que abre crédito de R$ 310,1 milhões em favor do Ministério da Agricultura. O dinheiro permitirá o pagamento de subvenção econômica ao prêmio do seguro rural nas contratações realizadas pelos produtores rurais junto às seguradoras, em benefício de 25 mil produtores rurais em 2014. A dotação atual é insuficiente para cobrir a demanda pelo benefício na safra de verão.
Os recursos extras serão usados ainda para pagar as despesas com a realização de concurso público para preenchimento de 242 cargos no Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o crédito viabilizará a continuidade do Programa de Vendas em Balcão, a finalização do acompanhamento de safras em 2014 e a compra de mobiliário para as 27 superintendências regionais, para atender as necessidades decorrentes do aumento do número de empregados oriundos de concurso público.
Por fim, o crédito destinado à Conab será usado na reforma e na modernização da matriz da companhia no Distrito Federal e da sede da superintendência regional no Ceará.
Pelo 13º ano consecutivo, a marca Bradesco Seguros foi apontada pelo Instituto Datafolha como Top of Mind na categoria “Seguros”. A premiação – concedida anualmente às marcas mais lembradas pelo consumidor, com base em levantamento realizado em 171 municípios brasileiros – ocorreu na segunda-feira, 27 de outubro, em São Paulo. O Instituto ouviu 5.694 pessoas, en tre 28 e 30 de julho último.
Essa importante conquista reforça a liderança do Grupo Bradesco Seguros e reflete a sua estratégia de atuar em todos os municípios do País, promovendo ações para oferecer aos seus clientes e corretores excelência no atendimento, assim como a tranquilidade por meio de seus produtos e serviços.
Criado em 1991, o prêmio é resultado de um levantamento anual feito por amostragem com a população adulta, em âmbito nacional, e de diferentes níveis sociais e escolaridades. Em 2014, foram premiadas as marcas mais lembradas pelo consumidor brasileiro em 40 categorias de produtos e serviços.
“Ser a marca mais lembrada reforça a certeza de que a comunicação adotada pelo Grupo Bradesco Seguros se identifica com o cliente ao mostrar a importância de se ter um seguro e a segurança que ele proporciona”, afirma Alexandre Nogueira, Diretor da Bradesco Seguros.
Marca dos Jogos Rio 2016 – Patrocinador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 – sendo a seguradora oficial do evento –, o Grupo Bradesco Seguros trabalha suas áreas de atuação por meio da campanha “Vai que…” No último domingo, 26 de outubro, estreou a nova fase da campanha para falar da importância de contar com um Bradesco Seguro Residencial. A penúltima – relativa ao Bradesco Seguro Auto – foi vista por mais de 5 milhões de visitantes do Youtube. Criada em 2010, a campanha da Bradesco Seguros atraiu a atenção dos consumidores ao mostrar, com humor e leveza – por meio de personagens conhecidos do público, como o Batman, por exemplo -, a importância de ter um seguro da marca Bradesco Seguros e estar preparado para imprevistos.
Uma das mais importantes iniciativas é a Árvore de Natal da Bradesco Seguros – a maior árvore de Natal flutuante do mundo, segundo o Guinness Book of Records —, patrocinada pelo Grupo e montada há 19 edições consecutivas sobre o espelho d’água da Lagoa Rodrigo de Freitas. Com seus 85 metros de altura, o equivalente a um edifício de 28 andares e 542 toneladas, a Árvore é um dos três maiores eventos do Rio de Janeiro, após o Carnaval e o R&eacu te;veillon, e já se tornou referência internacional.
O Grupo realiza também investimentos em ações que promovem a conquista da longevidade com qualidade de vida e bem estar. O “Conviva”, movimento que difunde a prática do exercício físico e o bem-estar e a adoção de hábitos mais saudáveis, como também a convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas e pedestres, é um exemplo dessa política.
Destaque ainda para o Circuito da Longevidade — que desde 2007 promove provas de corridas e caminhadas pelo Brasil, reunindo mais de 300 mil pessoas — e o Fórum da Longevidade (que ocorreu de 15 a 17 de outubro).
Manter uma política de incentivo à cultura é compromisso permanente do Grupo Segurador. O Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta ao público um conjunto diversificado de iniciativas artísticas nacionais e internacionais de grande sucesso. Entre as atrações realizadas recentemente, destacam-se “O Rei Leão”, o “Ballet Kirov” e a exposição “Jogos Olímpicos: Esportes, Cultura e Arte”.
A Mapfre Consórcios, empresa do Grupo MAPFRE, atingiu, até setembro, a marca de R$ 350 milhões em vendas. Com o volume comercializado, a empresa, que surpreendeu o segmento ao ser a primeira companhia digital do ramo, passa a ser um dos principais players do mercado brasileiro, com crescimento real para 2014 superior a 79%.
Para aumentar ainda mais as suas vendas, a Mapfre Consórcios lançou novas cartas de crédito de imóvel, nos valores de 200 mil a 400 mil. A empresa tem como objetivo garantir novas possibilidades aos clientes, oferecendo, dessa forma, uma abrangência maior na escolha do imóvel.
Nestes primeiros 18 meses de atuação, a empresa inovou oferecendo serviços inéditos e personalizados em plataformas digitais, garantindo, dessa forma, mais praticidade e transparência aos consumidores.
Um dos maiores diferencias da Mapfre Consórcios é o canal do consorciado, uma página exclusiva a qual o consorciado pode acompanhar o seu processo de contemplação, ver os resultados das assembleias, retirar o seu boleto, entre outros serviços. A empresa é a única do segmento a oferecer este benefício para o cliente, se destacando ainda mais no mercado.
Outro diferencial da companhia é disponibilizar, após a contemplação, um atendente exclusivo para que ele possa ter tranquilidade na condução de todo o processo até a entrega do bem. Estas características têm contribuído significativamente para a expansão da companhia.
De acordo com o superintendente da Mapfre Consórcios, Alex Korner, o resultado alcançado mostra a força da MAPFRE Consórcios no cenário nacional e seu comprometimento com os clientes. “Temos investido significativamente em tecnologia e em inovações para oferecer aos nossos clientes ferramentas exclusivas que possibilitam um amplo acesso à informação, e que facilitam o dia a dia do consorciado, como a possibilidade de dar lances por SMS, algo inédito no mercado”, finaliza.
A maioria dos brasileiros (66%) se preocupa com situações imprevisíveis no futuro, mas apenas 31% toma alguma iniciativa para se precaver. A maioria, 66%, não adota nenhuma ação financeira para se preparar para adversidades. Os dados constam de pesquisa realizada pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), entidade que representa 75 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.
Conduzido pelo Instituto Ipsos, com base em entrevistas domiciliares com 1,5 mil indivíduos (53% do sexo feminino e 47% masculino) das cinco regiões do país, das classes A/B, C e D/E, o estudo mostra que entre os precavidos, apenas 35% adota os seguros como instrumento de proteção. As aplicações financeiras vêm em primeiro lugar (36%) e a economia doméstica não convertida em investimentos é a terceira colocada representando a estratégia adotada por 29% dos precavidos. Outras ações (investimentos, por exemplo) responderam por 5% do segmento.
O estudo também procurou entender a posse de seguros de pessoas no país, modalidade que engloba seguros de vida e de acidentes pessoais, entre outros produtos do gênero. Os dados, tomando por base a totalidade da amostra (incluindo precavidos e não precavidos), revelam que apenas 18% da população têm algum seguro pessoal contratado.
A modalidade com maior penetração entre os consumidores brasileiros é o seguro funeral, que cobre despesas com sepultamento e procedimentos burocráticos em caso de falecimento do segurado. Do total da amostra examinada pela pesquisa da FenaPrevi, 11% declararam ter contratado um seguro deste gênero.
O seguro por morte é o segundo colocado, de acordo com a pesquisa, alcançando 8% da amostra. Em terceiro lugar vêm os seguros por invalidez e o seguro de acidentes pessoais, com 4% de penetração cada.
Os seguros por desemprego e perda de renda alcançam apenas 1% da mostra, modalidade que é seguida por seguro viagem (0,5%), seguro educacional (0,3%) e seguro prestamista (0,1%), este último destinado a cobrir o pagamento de parcelas em financiamentos em caso de morte, invalidez, desemprego ou perda de renda do segurado.
Entraves
Não ter renda disponível para adquirir uma apólice, é a principal dificuldade para 53% da amostra analisada. Outros 44% dizem nunca ter se interessado por contratar um seguro, e 15% declaram achar o preço alto para o benefício que o produto oferece. Outros 5% disseram não ter informações suficientes para adquirir um seguro e 1% disse não acreditar em seguros. “Mesmo que a renda tenha avançado nos últimos anos, ela ainda segue sendo um entrave para o crescimento do setor de seguros de pessoas”, analisa Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi. “Conforme a pesquisa indica, no contexto da média do orçamento familiar brasileiro, o seguro ainda é um item de proteção financeira inacessível”, complementa.
Embora apenas 5% tenham declarado a falta de informações como obstáculo para contratar um seguro, a questão também é encarada pela FenaPrevi como fundamental para a expansão do mercado.
Conhecimento
Segundo a pesquisa, embora 96% das pessoas declarem já ter ouvido falar sobre seguros de pessoas, 64% não sabem apontar os benefícios dos produtos. O estudo mostra ainda que apenas 35% dos entrevistados compreendem as vantagens de se contratar um seguro pessoal. Neste universo, 53% compreendem as coberturas e veem o ressarcimento e as indenizações como principais benefícios e 32% apontam a prevenção para o futuro como benefício central. “O conhecimento das vantagens é determinante para se contratar um seguro, e a informação é fundamental para conquistar novos consumidores”, diz o presidente da FenaPrevi.
Mais lembrados
No quesito conhecimento dos produtos (já ouviu falar) o seguro por morte é o campeão da popularidade: 90% dos entrevistados conhecem o produto. O segundo colocado é seguro por invalidez, conhecido por 87% dos entrevistados, seguindo por seguros de acidente pessoal e seguro funeral, com 80% de conhecimento cada. Também é alto o percentual (70%) dos que conhecem ou já ouviram falar do seguro por desemprego ou perda de renda.
Mas não são todas as modalidades que atingem este grau de conhecimento primário (sem detalhamento de coberturas e benefícios). Outras modalidades de seguros de pessoas alcançam patamar inferior de lembrança e conhecimento, caso do seguro viagem (52%), do seguro habitacional (40%) e do educacional (39%). O seguro prestamista, que cobre parcelas de financiamento em caso de morte, invalidez ou perda de renda do segurado, é conhecido por 39% dos indivíduos ouvidos pelo levantamento.
Importância de se fazer seguros
A pesquisa da FenaPrevi também investigou a percepção dos brasileiros quanto a importância de se fazer seguros. Apenas 18% dos entrevistados disseram ser indispensável ou muito importante, 54% disseram considerar importante e 22% disseram ser pouco importante contar com a proteção de um seguro. Outros 4% não souberam avaliar.
Segundo estudo, a rede de familiares é a grande fonte de influenciadores para a contratação de um seguro. Do universo que possui algum seguro, 32% ficaram sabendo do produto por intermédio de um familiar. Outra zona de influência vem do trabalho: 20% declararam ter seguro contratado pelo empregador.
Os corretores de seguros surgem apenas como terceira maior fonte influenciadora, tendo sido responsáveis pela apresentação do produto a 18% da amostra. Gerentes de banco foram citados por 17% da amostra. Já os amigos surgem como a quinta principal fonte influenciadora e responsável por apresentar os seguros aos brasileiros, segundo 16% dos entrevistados. O restante da amostra tomou conhecimento do seguro que contratou por meio de propagandas ou anúncios (6%) colegas de trabalho (5%), vizinhos (3%), internet (3%), concessionária de serviço público (2%), call center (2%), orientação do empregador (1%), conta de luza, água, telefone, condomínio (1%) e outros (2%).
“As relações familiares são a principal fonte de informação dos segurados. A referência de boas experiências e a satisfação pessoal é muito importante para propagar os benefícios do seguro. Mas vemos também espaço para ampliar o conhecimento sobre os benefícios desses produtos por outros meios e canais”, explica Nascimento.
Posse e intenção de compra
O levantamento da FenaPrevi também apurou a intenção de contratação de seguros pelos entrevistados. De acordo com os dados apurados, 4,5% dos brasileiros manifestam interesse em contratar um seguro pessoal nos próximos 12 meses. O líder de intenções de compra é o seguro por morte, com 2,3% das intenções, seguido por seguro funeral (2%), seguro por invalidez (1,7%), seguro por acidentes pessoais (1,1%), desemprego e perda de renda (0,9%), seguro educacional (0,3%), seguro viagem (0,2%), seguro prestamista (0,1%). “A intenção de adquirir um seguro pessoal ainda é baixa entre os consumidores brasileiros e o mercado tem o desafio de proporcionar esclarecimento e educação financeira para aumentar a base dos interessados”, diz Nascimento.
Presença por região e classe social
O grande desafio, de acordo com o levantamento, é tornar o seguro de pessoas e suas vantagens mais conhecidas de forma mais uniforme em todo o país. Os diferenciais do produto são mais percebidos no Sul e Sudeste: 43% das famílias do Sul e 42% do Sudeste sabem algo sobre as coberturas e os seus benefícios. No Nordeste, Centro-Oeste e Norte, o índice cai para 24%, 23% e 18%, respectivamente.
Quando analisado o conhecimento dessa modalidade de proteção por classe social, 47% dos entrevistados das classes AB; 32% da classe C; e 16% das classes DE declaram conhecer as vantagens de se contratar um seguro de pessoas. “Ainda é baixo o índice de conhecimento e das vantagens e isso nos traz oportunidades de expansão em novas regiões e classes sociais”, avalia o presidente da FenaPrevi.
Análise por faixa etária e gênero
Quando analisada a percepção dos entrevistados por gênero, embora as mulheres já representem 50% da força de trabalho e serem mais escolarizadas, os homens têm mais informações sobre os seguros, segundo o estudo FenaPrevi/Ipsos.
De acordo com o levantamento, 36% dos homens dizem conhecer os produtos e seus benefícios e 63% não têm conhecimento. Em relação às mulheres, 33% têm conhecimento e 65% não.
Em relação à faixa etária, 37% homens e mulheres com idades entre 23-29, 30-35, 36-44, 45-49 anos sabem sobre as vantagens dos produtos. Entre o público masculino e feminino de 50-59 anos, 35% também conhecem os benefícios. Já entre homens e mulheres com 60 anos ou mais, 27% declaram conhecer as vantagens dos produtos de seguros de pessoas.
O superintendente da Susep, Roberto Westenberger, é o convidado especial do encontro que será realizado no dia 7 de novembro, em Belo Horizonte, com profissionais do mercado segurador mineiro. O evento é realizado pelas entidades representativas dos corretores e seguradores, entre elas ClubCor-MG, CSP-MG, Sincor-MG e Sindseg MG/GO/MT/DF.
Westenberger será recebido pelos dirigentes dessas instituições a partir das 11 horas, no Hotel Promenade, no bairro de Lourdes, onde participa de palestra seguida de almoço. Na oportunidade, o superintendente vai falar das principais realizações de sua gestão frente à autarquia, além de apresentar os projetos voltados para o desenvolvimento dos seguros de pessoas no País.
O evento, intitulado “Conversando com a Susep”, é voltado aos associados das entidades patrocinadoras. Os convidados devem confirmar presença até o dia 3 de novembro.
Serviço
Evento: Conversando com a Susep – Palestra com o superintendente da autarquia, Roberto Westenberger
Data: 7 de novembro (sexta-feira)
Local: Hotel Promenade, Avenida Olegário Maciel, 1.748, Lourdes, Belo Horizonte-MG
Horário: 11h às 14h30
Realização: ClubCor-MG, CSP-MG, Sincor-MG e Sindseg MG/GO/MT/DF
O número de casos de homicídio no Estado de São Paulo caiu 11,9% em setembro deste ano em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública nesta segunda-feira, Porém, os casos de roubos aumentaram 16,7% no mesmo período. O número de latrocínios, roubo seguido de morte, também teve aumento de 19,2%.
Em relação aos números absolutos, os casos de homicídios caíram de 379 em setembro do ano passado para 334 no mesmo mês deste ano. Os roubos subiram de 21.493 em setembro de 2013 para 25.083 no mesmo mês em 2014. Latrocínio passou de 26 casos para 31.
Em relação à capital paulista, os homicídios apresentaram alta de 6,5% – passaram de 92 casos para 98. Os roubos passaram de 10.669 no ano passado para 12.800 no mês passado, alta de 20%. Os latrocínio foram de 8 casos em 2013 para 13 casos neste ano, alta de 62,5%.
A Aon anuncia Luis Felipe Barranco como novo diretor de marketing no país. O executivo, que atuava anteriormente como gerente de marketing corporativo da empresa, assume a nova função com a reestruturação da área e tem como principal objetivo potencializar a prospecção de novos negócios e a satisfação dos clientes.
Como estratégia, a Aon também instituiu duas gerências que serão supervisionadas pelo novo diretor. Danylla Campos, com passagens pela Microsoft e ABES (Associação Brasileira das Empresas de Softwares), comandará a gerência de comunicação e eventos, desenvolvendo atividades de relações públicas, mídias sociais e publicidade e propaganda. Já Márcio Martins, que anteriormente atuava no marketing estratégico da Aon, ficará responsável pela gerência de suporte a vendas e retenção de clientes com foco em inteligência de vendas e mercado.
A nova diretoria se reportará ao CEO da Aon Brasil, Marcelo Munerato, além do CCO (Chief Commercial Officer) Guilherme Mendes. “Com a reestruturação, pretendemos gerar novas oportunidades de negócio para a empresa, aperfeiçoar o relacionamento com os clientes e aprimorar o suporte as equipes comerciais”, argumenta Luis Felipe Barranco.
Responsável anterior pelo departamento de marketing, Carla Abrunhosa assume integralmente a função de head de vendas, marketing e comunicação da empresa para a América Latina. A executiva continuará dando suporte a operação da Aon Brasil, em especial a nova diretoria.
Toneto: Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018
Release
É evidente a evolução tecnológica pela qual os sistemas de segurança em automóveis passaram nos últimos anos. Este avanço é resultado tanto do crescente interesse por parte dos consumidores, que começam a ver a questão da segurança viária como algo pertinente, quanto ao esforço dos fabricantes, que têm investido no desenvolvimento de novos sistemas e equipamentos de segurança.
Entretanto, ao adquirir um veículo, o consumidor brasileiro ainda prioriza o preço e a marca em detrimento da segurança, que aparece como o terceiro item mais importante. Com o objetivo de provocar a reflexão de todos os envolvidos, principalmente os consumidores, para que decidam a compra do seu veículo baseando-se em parâmetros de segurança, além de preço e marca, a Fundación MAPFRE realizou o estudo “Evolução dos Sistemas de Segurança entre 2007 e 2012 no Brasil. Análise da evolução dos equipamentos de segurança de série em veículos de passeio”.
O trabalho analisa detalhadamente a evolução dos sistemas de segurança de série instalados em veículos dos diferentes segmentos da frota automobilística do Brasil, em um período de seis anos. Assim, além de extrair dados objetivos sobre os itens de segurança de cada modelo, o consumidor poderá decidir sua compra baseando-se em parâmetros de segurança, e não apenas nas alternativas mais baratas ou em promoção.
“Os condutores não nascem seguros: eles se tornam com o passar do tempo. Dirigir um veículo com segurança não é uma técnica que se adquire rapidamente. Pelo contrário, faz parte de um lento processo de aprendizagem. Por isso, a tecnologia presente nos veículos é essencial, não só na etapa de aprendizagem, quando é usada para evitar os erros, mas também posteriormente, como assistência à condução”, alerta Wilson Toneto, presidente da Mapfre Brasil.
A Fundación Mapfre recomenda aos motoristas que, ao comprarem um veículo, solicitem informações exatas sobre as vantagens e as limitações dos dispositivos de segurança. Também ressalta que as informações sobre a segurança dos veículos precisam ser mais compreensíveis para que os compradores possam entender, de forma sucinta e clara, os equipamentos de que todos os veículos à venda dispõem.
Além do Brasil, a pesquisa também foi realizada em outros quatro países onde a FUNDACIÓN MAPFRE atua: Espanha, México, Argentina e Chile. As principais conclusões levantadas na pesquisa feita com o público brasileiro são:
· Para 79% dos consumidores, as informações que recebem dos vendedores no momento da compra sobre equipamentos de segurança são suficientes;
· 42% estão dispostos a pagar uma quantidade extra significativa, entre R$ 1.500 e R$ 3.000 por uma melhora importante em segurança;
· Praticamente 100% dos entrevistados acham que os sistemas de segurança deveriam vir como equipamentos de série e 94% que o governo deveria torna-los obrigatórios.
É importante observar que sistemas de segurança não se resumem mais apenas à ABS e airbags dianteiros, que já são itens obrigatórios desde janeiro de 2014 no Brasil.
Os resultados completos da pesquisa serão apresentados no dia 30 de outubro, das 9h30 às 12h30, na unidade Berrini da Fundação Getúlio Vargas (Av. das Nações Unidas, 12.495 – 2º andar – sala 204 – Edifício Torre das Nações Unidas).
Com o objetivo de divulgar e debater a Lei Federal 12.977, de 20/05/2014, que regula e disciplina a atividade de desmontagem de automóveis no Brasil, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) inicia uma série de palestras sobre o desmonte legal de veículos no País. A segunda edição do ciclo já está agendada para o dia 09 de dezembro, em São Paulo, e outras estão previstas para as principais cidades brasileiras. Na semana passada, em parceria com o Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal, Belo Horizonte (MG) recebeu a primeira palestra da rodada.
A iniciativa visa abordar as mudanças proporcionadas pela nova regulamentação e seus benefícios econômicos, ambientais e nas áreas de saúde e segurança pública. Para o diretor executivo da FenSeg, Neival Rodrigues Freitas, as novas diretrizes beneficiam a sociedade como um todo. “A expectativa do mercado de seguros é de que haja uma grande redução dos índices de roubos e furtos de veículos e de casos de latrocínio, principal causa de morte urbana no Brasil”, avalia o executivo, ressaltando que as novas regras para desmontagem de veículos estão diretamente ligadas ao combate à violência e à criminalidade. “Em 2013, mais de 470 mil veículos foram roubados ou furtados no País e menos da metade deles foi recuperada”, conclui.
As novas regras para a legalização do desmonte de veículos, que começam a vigorar em maio de 2015, determinam que a empresa de desmontagem deverá estar registrada no Departamento de Trânsito (Detran) de seu estado, ter inscrição nos órgãos fazendários e possuir alvará de funcionamento expedido pela autoridade local. Além disso, a lei prevê a criação de um banco de dados nacional de registro das peças que poderão ser reutilizadas conforme regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
Além do combate ao desmanche ilegal de veículos – que é o destino de quase 50% dos veículos roubados e furtados no Brasil -, a nova lei federal tem um papel fundamental na redução da poluição ambiental. A remoção e o descarte adequado de resíduos fluidos e sólidos, a geração de novos empregos formais, o aumento da arrecadação de impostos, a redução das fraudes em seguros e do ponto de vista da saúde pública, a não contaminação dos solos e a redução da concentração de veículos em pátios o que auxilia no combate a doenças como a Dengue, são alguns dos benefícios que poderão ser disseminados pela nova lei.
Freitas salienta ainda que as peças usadas e com origem comprovada permitirão que a Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia que regula e fiscaliza o setor de seguros, desenvolva produtos específicos, destinados a proprietários de veículos com mais de cinco anos – hoje, um mercado de mais de 40 milhões de veículos no Brasil.
Na briga pelo topo do ranking de corretores, Aon e Marsh se revezam entre as estatísticas divulgadas na imprensa internacional. Nesta semana, a Marsh é a líder, de acordo com publicação da Business Insurance. Semana passada, a divulgação ficou por conta da pesquisa da Finaccord, empresa especializada em pesquisa de mercado no Reino Unido e Europa, com a Aon na liderança, com faturamento de suas linhas comerciais de US$ 6,1 bilhões no mundo, em 2013, seguida por Marsh, com US$ 5,1 bilhões.
Segue release da Marsh distribuído hoje
A Marsh & McLennan Companies (MMC) liderou mais uma vez o ranking anual de melhores corretoras das revistas técnicas do setor de seguros Business Insurance e Best’s Review. Os rankings, baseados na performance das receitas das corretoras no ano de 2013, foram publicados este ano e a Marsh & McLennan Companies ficou à frente de uma grande quantidade de concorrentes. No artigo on-line que acompanha as classificações das melhores corretoras de seguros, a Business Insurance (BI) observou que, apesar dos desafios da economia de modo geral, a receita de corretagem da MMC aumentou 2,9% em 2013 em relação à do ano anterior, que foi de US$ 12,27 bilhões. Segundo Dan Glaser, Presidente e CEO da Marsh & McLennan Companies, a Marsh continua expandindo sua carteira no mundo e superando suas metas em negócios, tanto novos quanto expandidos. “A companhia está particularmente interessada em expandir seu portfolio naqueles clientes já existentes e querem segurar ainda mais linhas conosco”, afirma. “Esta é uma classificação excepcional para nossa empresa e vem de duas das mais renomadas publicações globais do mercado segurador”, complementa Eugenio Paschoal, Presidente e CEO Marsh Brasil e Chairman Marsh & McLennan Companies.
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.