Em mais uma iniciativa para se tornar referência também no segmento de Pessoas, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, desenvolveu o Portal de Faturamento Vida. A ferramenta, inserida no Portal Nosso Corretor (PNC), permite que os Parceiros de Negócios gerenciem suas apólices e monitorem o envio mensal dos arquivos relacionados às faturas de seus clientes, evitando atrasos e emissões sem o devido movimento. O site é simples de navegar, o ambiente é seguro e garante a confidencialidade dos dados enviados.
“Estamos trabalhando continuamente para facilitar a operação dos nossos Corretores no segmento de Vida, oferecendo alta qualidade em nossos processos, produtos e serviços”, afirma a Diretora de Seguros de Pessoas da Tokio Marine, Nancy Rodrigues. Segundo ela, o Portal de Faturamento conta com outros benefícios, como alertas automáticos via e-mail, referentes ao prazo para envio de arquivos; envio de documentos, como cartão proposta, aditivos e cartas; segunda via de boleto, espelho de fatura e relação de segurados; protocolo dos arquivos enviados e status do faturamento.
Também é possível acompanhar a emissão da fatura, verificar o histórico de endossos anteriores e identificar registros que necessitam de correção. Sempre ouvindo as sugestões dos Corretores, o Portal de Faturamento passou por testes com um grupo e obteve muitos feedbacks positivos. “O sistema proporciona ainda mais praticidade ao gerenciamento das apólices de Vida para o nosso parceiro”, garante a diretora. Todo este processo também poderá ser efetuado pelo Estipulante, se o Corretor preferir.
Como parte de sua estratégia de crescimento no ramo, recentemente a Tokio Marine anunciou a contratação de Luiz Barsotti como Consultor Executivo Exclusivo. Barsotti tem a missão de auxiliar a Companhia a dobrar seu market share no Segmento de Pessoas em três anos. Ainda em 2014, a empresa também criou a Superintendência Comercial de Vida, que está sob o comando do executivo Marcos Kobayashi. A meta é estar entre as cinco maiores seguradoras independentes de Vida em Grupo do País em médio prazo.
A SulAmérica é a primeira colocada na categoria “Seguros de Automóvel” do Indicador de Satisfação do Consumidor Brasileiro (ISBRA), em pesquisa realizada no terceiro trimestre de 2014 com 9.240 consumidores em todo Brasil. Eleita como a melhor nos critérios de preço, serviço e qualidade, a Seguradora tem ocupado esta posição desde Outubro de 2013.
O estudo compreendeu seis critérios: imagem da companhia; relação preço-qualidade; satisfação com o serviço oferecido; fidelização do cliente; recomendação dos serviços para familiares, amigos e colegas; e motivos de satisfação e insatisfação do consumidor.
A pesquisa foi aplicada pelo grupo Stiga, especializado em análise de mercado, com sedes na Espanha e no Brasil. Com mais de 20 anos de experiência, o instituto já realizou mais de 10 milhões de entrevistas de satisfação a clientes de diferentes setores.
“A SulAmérica está sempre buscando entender as principais necessidades dos segurados para criar novos produtos e serviços personalizados que os atendam nos momentos imprevisíveis. Por isso, estamos lisonjeados pela primeira colocação no estudo ISBRA, resultado do reconhecimento dos clientes por este trabalho que desenvolvemos”, destaca o diretor de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.
A AIG, líder mundial em seguros gerais, patrimoniais e de responsabilidade civil, traz para o Brasil o primeiro seguro de Gestão para a Sociedade, o Gestão Protegida 360º. Completo, o produto cobre reclamações recorrentes de atos de gestão, como práticas trabalhistas indevidas, reclamações de órgãos reguladores, sociedades de empresas, além de ações e decisões inadequadas de gestores e diretores. O seguro pode ser contratado por empresas de todos os portes e de diversos setores, desde que tenham faturamento de até 200 milhões de reais ao ano.
O Gestão Protegida 360º é uma revolução nos seguros de gestão, pois é o primeiro seguro do Brasil a cobrir também a pessoa jurídica e, assim, oferecer uma solução completa para pequenas e médias empresas. “O pequeno e médio empresário tem muita preocupação com reclamações contra a gestão da sua própria empresa. Para ele, não é suficiente cobrir apenas as reclamações contra a pessoa física. Essa possibilidade não existia até o lançamento desse produto.” afirma Lucas Scortecci, Gerente de Produtos Financeiros da AIG no Brasil.
A nova apólice da AIG tem escopo amplo de cobertura incluindo reclamações de funcionários passados e atuais, além de problemas com clientes e fornecedores. Mesmo atividades fraudulentas realizadas por terceiros em nome da Sociedade, sem a anuência da mesma, e que causem prejuízos a outros terceiros estão cobertas no seguro. “Este produto protege o balanço patrimonial da Companhia e pode ser decisivo para a continuidade da operação de uma empresa desse porte”, reforça Scortecci.
Gestão Protegida 360º oferece coberturas de responsabilidade de gestão sob medida e com precisão para proporcionar a proteção necessária contra riscos que possam ameaçar a entidade, os funcionários e a diretoria.
Inovação e a busca constante de trazer ao Brasil novas soluções que apóiem o alto executivo é uma das premissas da AIG, que lançou também de forma pioneira nesse ano o seguro M&A, voltado para operações de Fusões & Aquisições.
As seguradoras que operam no segmento de seguros de pessoas (que inclui produtos como seguros de vida e acidentes pessoais, entre outras modalidades) pagaram R$ 4,8 bilhões em indenizações aos segurados e aos beneficiários no acumulado de janeiro a agosto de 2014, um crescimento de 18,25% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 72 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.
Segundo os dados da entidade, de janeiro a agosto de 2014, o segmento de seguros de pessoas movimentou R$ 17,4 bilhões em prêmios (valor pago pelos segurados para contratar coberturas para os seus riscos). O volume é 2,33% maior que o verificado nos mesmos primeiros oito meses de 2013.
Na análise por modalidade de produto, o seguro viagem foi o que registrou maior crescimento relativo: expansão de 34,40% e prêmios de R$ 91,5 milhões em prêmios. “O crescimento dos deslocamentos domésticos e internacionais impulsionou as vendas. Os consumidores estão mais conscientes de que precisam de proteção em suas viagens e ampliaram a contratação do produto”, diz Osvaldo Nascimento.
Outro seguro que teve forte expansão no período foi o auxílio funeral, que prevê coberturas de despesas com o sepultamento. Os segurados pagaram cerca de R$ 202,8 milhões em prêmios contratando coberturas de risco de auxílio funeral. Com isso, de janeiro a agosto os segurados contrataram 21,06% a mais em relação a janeiro a agosto de 2013. “O maior interesse das pessoas por este seguro deve-se ao conforto que o produto proporciona aos familiares, já que tem cobertura para os custos das despesas e também para cuidar de todo o processo burocrático”, afirma Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi.
O balanço da FenaPrevi mostra também que o seguro de acidentes pessoais, aquele que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários, provocando lesões físicas ou até mesmo falecimento, movimentou R$ 3,3 bilhões, alta de 5,02% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando foram pagos pelos segurados, para manutenção dessas coberturas, prêmios da ordem de R$ 3,21 bilhões. Já o seguro prestamista (que garante o pagamento de prestações no caso de perda de emprego, morte ou invalidez do segurado) registrou por sua vez R$ 4,9 bilhões em prêmios no período, apresentando expansão de 3,36% em relação aos primeiros oito meses de 2013 (R$ 4,7 bilhões).
Os painéis que se seguiram à abertura do VII Fórum Nacional de Seguro, Vida e Previdência Privada trataram das profundas transformações que estão sendo experimentadas pela sociedade neste século. A começar pela Revolução do Consumidor, título do primeiro painel, que teve o professor norte-americano de Ciências Comportamentais e Economia de Negócios da Universidade Chicago Booth, Richard Thaler, como palestrante.
Para ele, as teorias econômicas tradicionais, de um modo geral e, o mercado segurador, em particular, tendem a achar que os consumidores são altamente racionais no momento das tomadas de decisão financeira, quando, na verdade, são suscetíveis a uma ampla gama de preconceitos que podem levar a decisões equivocadas. “O principal problema das teorias econômicas tradicionais são os supostos ‘fatos irrelevantes’”, afirmou o professor durante o painel que teve Marcelo Picanço, da Porto Seguro, e Luciano Snel, da Icatu Seguros, como debatedores.
O painel seguinte, intitulado “Revolução Científica”, teve como palestrante o diretor do Instituto Wake Forest de Medicina Regenerativa, o doutor Anthony Atala, também norte-americano, que abordou os avanços da medicina regenerativa, que, em breve, será capaz de imprimir, em impressoras 3D, órgãos humanos completamente funcionais, que poderão substituir os danificados, como se faz com as peças de um veículo. Outro importante avanço nessa área será a utilização, nesses novos órgãos, de células não necessariamente embrionárias, como acontece na tecnologia atual de tratamento com células tronco, mas de qualquer célula do corpo, que poderá ser revertida ao estágio embrionário e, posteriormente, convertida em uma de outro tipo. Curiosamente, lembra o cientista, os avanços tecnológicos criam eventuais dilemas éticos, como é o caso de utilização de células de embriões, mas também os resolve, como no exemplo.
E esses avanços, que poderão levar os seres humanos a viverem muito mais, trarão – e já trazem – grandes impactos na indústria de seguros, sobretudo nas de vida e previdência.
O painel sobre Revolução Científica também contou com a participação de Washington Silva, da Metlife, e Rosana Techima, da Caixa Seguros, como debatedores.
Logo depois do almoço, os participantes do evento retornaram ao auditório para ouvir as previsões de futuro do presidente da Grey Brasil e mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm, Walter Longo, palestrante do painel “Revolução Tecnológica” e, para quem, já vivemos na era pós-digital, quando o mundo digital já não é novidade e está incorporado em nosso cotidiano sem causar tanta perplexidadade como antes.
E dentro dessa nova realidade, Longo identifica três grandes macrotendências, que são a efemeridade, a mutualidade e a sincronicidade. A primeira está relacionada ao fato de as novas gerações já não terem tanto compromisso com suas escolhas, mudando muito rapidamente de opinião e trocando de amores, carreiras e vida como quem “troca de tênis”. E isso torna-se um grande desafio para a indústria de seguros, que precisa repensar sua comunicação, já que argumentos como segurança, prevenção e cuidado, não têm mais tanto apelo. “As empresas precisam se manter efêmeras para se manterem perenes”, afirmou, lembrando, ainda, que a “única coisa que não muda é o desejo das pessoas se conectarem com outras pessoas”.
A segunda macrotendência, a mutualidade, surge com a internet das coisas, onde todos os aparelhos utilizados em nosso dia a dia comunicam-se entre si, permitindo a geração de uma quantidade enorme de dados e informações relevantes. Mas, segundo ele, ainda precisamos aprender lidar melhor com essas informações, trocando os bancos de dados por bancos de fatos, onde as informações temporais e causais são mais importantes que as cadastrais, o que leva à terceira tendência, da sincronicidade, ou seja, a capacidade de atender ao cliente no momento exato em que ele necessita, priorizando os hábitos aos perfis.
Para ilustrar, Walter Longo citou o exemplo do Waze, aplicativo para celulares que, entre outras funcionalidades, utiliza, em tempo real, informações de deslocamento de motoristas para identificar o fluxo do trânsito e sugerir as melhores rotas, indo muito além de um simples GPS. “O Waze poderia, por exemplo, ser utilizado pelas seguradoras de automóveis para determinar o valor do seguro de acordo com a rotina de utilização do veículo”, afirmou Longo, que entende que indústria de seguros ainda trabalha com protocolos genéricos, quando já poderia e deveria trabalhar com protocolos individuais para a avaliação de risco. Ele reconhece, porém, que, por tratar-se de um setor altamente regulado, há limitações, apesar de não serem um completo impeditivo para a inovação.
O painel sobre tecnologia também contou com a participação de Edson Franco, da Zurich Santander; de Fabio Lins, da Prudential do Brasil; e de Mario Nogueira, da Exib Latin America.
O último painel do dia teve como tema o “Cenário estratégico deste século”, contando, como debatedores, com a participação de Miguel Cícero, da Brasilprev; Vinicius Albernaz, da Bradesco Seguros; e Ilton Schwaab, da BB DTVM, além da palestra do professor da Faculdade Dom Cabral, Paulo Vicente, que abordou os possíveis cenários geo-políticos futuros baseados na teoria dos ciclos de Kondratieff, do economista russo de mesmo nome, que afirmava que as economias capitalistas passam por ciclos que duram, em média, 120 anos, quando uma potência hegemônica é substituída por outra após períodos de crises, guerras e inovações tecnológicas. Para Paulo, o último ciclo teve início com os 30 anos das duas Guerras Mundiais do século XX, que culminaram com a supremacia dos Estados Unidos, em substituição ao Império Britânico.
Paulo Vicente fala no painel “Cenário Estratégico deste Século”
E essas mudanças, que surgem do conflito entre sistemas rígidos (as hegemonias) com flexíveis, geram o caos, que, para ele, é o verdadeiro elemento modernizador, pois é quando as pessoas estão dispostas a “pensarem o impensável”. Como exemplo, Paulo afirma que foi a 1ª Guerra Mundial o grande impulsionador dos avanços das mulheres na sociedade, quando aceitou-se que elas fossem inseridas no mercado de trabalho, liberando os homens para os campos de batalha. Olhando para o futuro e o avanço da Inteligência Artificial, o professor provocou a plateia, afirmando que poderá chegar o dia em que as máquinas terão direitos civis como os humanos. Para quem se surpreendeu com a afirmação, ele lembrou que houve o dia em que os negros e as mulheres já foram considerados propriedade também.
“Mas qual será a próxima grande potência?”, indagou o professor à plateia, afirmando, logo em seguida, que provavelmente ela ainda não se formou, mas possivelmente será a que surgirá da união da Europa, da América do Norte, do Oriente, ou mesmo da América do Sul, liderada, neste caso, pelo Brasil.
Lembrando que seus prognósticos são apenas prognósticos, Paulo Vicente arrisca afirmar que o próximo ciclo poderá começar com uma grave crise mundial por volta de 2020, passando por guerras na década de 2040, até que uma nova potência se afirme por volta de 2090. Quem viver, verá. A única certeza é que o VII Fórum Nacional de Seguro, Vida e Previdência Privada continua amanhã, dia 29, em São Paulo, abordando os desafios da distribuição e a reinvenção de segmentos do setor, além de apresentar um talkshow com o presidente da FenaPrevi, Osvaldo do Nascimento.
A Chubb do Brasil, seguradora pioneira e especialista em seguros diferenciados para pessoas de alta renda, lança a sua nova campanha publicitária para os produtos de Automóvel e Residência, que visa refletir o conceito de exclusividade em todos os detalhes da sua vida.
Para a campanha, intitulada “Viva a exclusividade”, foram criadas peças para inserção em mídia impressa, como revistas de luxo, eletrônica, como canais de TV paga, e online, além de um hotsite com informações dos produtos. Os anúncios apresentam situações que transparecem a exclusividade e a tranquilidade que a Chubb oferece aos seus segurados que acabaram de passar por um imprevisto.
“O objetivo é mostrar que acidentes acontecem, mas a Chubb resolve os contratempos de seus clientes enquanto eles se preocupam com o que realmente importa: desfrutar o lado bom da vida”, conta Maria Celeste Parra, Superintendente de Marketing da Chubb.
“Esta campanha evidencia o principal diferencial da Chubb que é de atuar constantemente em busca do bem estar e da tranquilidade dos clientes. A companhia é especialista no desenvolvimento de seguros para pessoas de alta renda e possui expertise mundial no segmento Premium, conceito que agrega exclusividade e atendimento personalizado”, conta Priscilla Magni, Diretora de Personal Lines da Chubb.
Para completar a ação, foi criado um hotsite – vivachubb.com.br – que contém todas as informações e diferenciais dos seguros das linhas Auto e Home, além dos novos serviços de assistência 24h.
A substituição de Guido Mantega é um evento aguardado pelo mundo. Mas com grande expectativa no que diz respeito ao mercado segurador, que representa mais de 4% do PIB e dono de uma carteira de investimentos superior a R$ 400 bilhões. A Superintendência de Seguros Privados, a Susep, é um território politico, com o titular nomeado pela presidente da República, que tende a aceitar a indicação do ministro da Fazenda. Na mídia circulam nomes como do presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, do ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, do ex-secretário executivo da Fazenda, Nelson Barbosa, e do ex-presidente do Banco do Brasil, Rossano Maranhão.
A boa notícia é que todos eles entendem como funciona a indústria de seguros e conhecem os desafios e oportunidades que esse segmento da economia tem pela frente. A expectativa da maioria, e também do atual “xerife”, é de que Roberto Westenberger, que assumiu o comando do órgão regulador do setor há seis meses, permaneça no cargo. Marco Antonio Rossi, presidente da CNseg e da Bradesco Seguros, fez questão de agradecer a Paulo Rogério Caffarelli, Secretário Executivo do Ministério da Fazenda, durante a cerimônia de abertura do VII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada, a escolha do nome do ex-sócio da consultoria PwC. Um técnico, com ampla vivência na indústria de seguros.
Apesar dos esforços de todos para manter a gestão dinâmica iniciada pelo especialista em seguros, os executivos aguardam, pois em política tudo pode acontecer. Enquanto isso, Westenberger segue a rotina. “2015 não tem como ser um ano fácil. Será um ano de recolocar a economia nos trilhos”, diz o titular da Susep ao blog Sonho Seguro. “E a Susep não será uma exceção. Estamos aguardando a nomeação da equipe do governo, do novo ministro da Fazenda. Mas todos já sabem que haverá corte do orçamento da autarquia”, afirma.
Há seis meses a Susep está empreendendo um grande plano de organização, com o uso intensificado da tecnologia de informação no sentido de racionalizar os seus processos e o custo regulatório. “A meta é fazer mais com menos. Assim, a redução de recursos pode não significar que vamos fazer menos, e sim que vamos fazer mais com menos”, argumenta. “O meu trabalho está sendo feito. independentemente do mandato, quer seja para eu completar a gestão ou para o meu sucessor, se for o desejo do governo”.
A equipe comandada por ele está trabalhando na viabilização de seis produtos importantes para o crescimento do setor, sendo três deles da área de previdência e vida: VGBL Saúde, Universal Life e o seguro longevidade para os fundos de pensão. “O papel da Susep é induzir à criação de produtos, onde entenda que haja demanda ou necessidade de preenchimento de espaço”, disse.
Uma das iniciativas em andamento é a parceria com a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), entidade de fiscalização e de supervisão das atividades das entidades fechadas de previdência complementar e de execução das políticas. “Pela primeira vez, o superintendente da Susep vai participar do evento da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp)”, antecipou. “Vamos anunciar um convênio de cooperação entre as duas entidades reguladoras para disciplinar a questão de portabilidade entre os fundos de previdência abertos e fechados. Será um anúncio festivo, pois comemora o início de uma relação entre as duas instituições ligadas a instituições que lidam com o risco de sobrevivência da população”.
A 35ª edição do Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão, com público estimado em 4 mil pessoas, acontecerá entre 12 a 14 de novembro, em São Paulo. Westenberger será um dos palestrantes do painel “Projeto de Previdência Complementar para o País”, ao lado de Carlos Alberto de Paula, diretor superintendente da Previc, de Nelson Barbosa, professor da EESP/FGV e do instituto de Economia da UFRJ (sim, também um dos candidatos a ministro da Fazenda cujo nome deverá ser anunciado em novembro, segundo Dilma Rousseff), Nilton Molina, presidente do conselho de administração da Mongeral Aegon.
Os quatro vão abordar temas como a inserção da previdência complementar no programa do governo, efeitos sociais e econômicos par maior cobertura previdenciária, alavancagem econômica e social através de financiamento da iniciativa privada e recursos da população em idade ativa: transferência do consumo para a poupança previdenciária. O mediador do painel será o jornalista Luis Nassif.
As cartas estão na mesa e o lobby está no ar. Será preciso aguardar a decisão de Dilma e de seu novo ministro da Fazenda. Que aconteça o melhor para o setor saltar da 12a. posição no ranking da indústria mundial de seguros para a oitava colocação em 2020, como estima estudo da Munich Re.
Em 2014, o Plano de Amparo Social Imediato – PASI – completa 25 anos e mantém a tradição do início de suas operações: propiciar a cobertura de um seguro para o público de menor poder aquisitivo. Ele foi criado em 1989, com o propósito de resgatar a dignidade dos trabalhadores brasileiros e de suas famílias nas horas mais difíceis. Pioneiro e inovador, o PASI é o seguro de vida em grupo mais conhecido e recomendado do seu segmento e aceito em âmbito nacional.
“Há 25 anos, construímos um modelo de negócios sem precedentes, com um enorme impacto social. E hoje, todo nosso histórico e informações coletadas nos permitem avançar ainda mais para que, muito em breve, possamos nos reinventar e causar um impacto ainda mais surpreendente na sociedade como um todo”, declara Alaor Silva Júnior, presidente do Clube PASI de Seguros.
O PASI representa historicamente a origem do microsseguro no Brasil. Quando foi criado, atendia 4.500 trabalhadores e, hoje, possui mais de 2,5 milhões de beneficiados, mais de 20 mil empresas conveniadas e 300 entidades de classe parceiras. Sua meta é conseguir beneficiar 100 milhões de brasileiros – direta e indiretamente.
“Além do nosso pioneirismo em atender a uma classe com quem ninguém queria trabalhar, inovamos também em conseguir pagar as indenizações em até 24 horas após a entrega da documentação do sinistro. E fomos além, ao abraçar nossa verdadeira vocação que é atender ao público de baixa renda de todos os setores de nossa economia”, relembra Alaor Silva Júnior.
Alaor Silva é enfático ao destacar que o PASI está em constante evolução, mas desde o seu nascimento é responsável pela democratização do seguro de vida e de acidentes pessoais no país. “Somos um laboratório, criamos dinâmica de novas coberturas, mas, temos muitos desafios, como identificar e suprir as necessidades reais da sociedade”, explica.
Segundo o presidente, é preciso oferecer benefícios que de fato sejam utilizados e isso requer muita pesquisa sobre alternativas de produtos e serviços amplos que atendam as necessidades específicas de determinados grupos de risco. As demandas veem com o convívio com as comunidades. “Microsseguro e seguro popular têm que estar no conceito humanitário e cabe a nós, instituições de seguros, acabar com a herança da pobreza no mundo”.
Primeiro seguro popular do Brasil
O PASI protege os trabalhadores ativos legalizados, os trabalhadores em regime de trabalho temporário e os terceirizados, além de empresas de qualquer porte e setor e possui ampla experiência no atendimento a Convenções Coletivas de Trabalho (CCT). Ele foi desenvolvido para aprimorar as questões sociais das empresas oferecendo tranquilidade para o empresário e amparo ao trabalhador. Com processos simplificados, proporciona recursos financeiros imediatos caso ocorra algum dos eventos cobertos pelo plano.
O Plano de Amparo Social Imediato não tem em sua carteira um perfil único de empresas clientes e disponibiliza planos para diversos modelos de corporações, independente do porte. Os benefícios acoplados aos planos são os tradicionalmente conhecidos pelo mercado e os que foram desenvolvidos de maneira diferenciada nos últimos anos, como cestas básicas na ocorrência da morte do titular do plano; reembolso de despesas com rescisão trabalhista para a empresa, em caso de falecimento do segurado; cobertura para invalidez congênita, que oferece assistência ao filho do segurado que tenha uma doença que comprometa sua vida; cobertura para invalidez por doença profissional, e a cesta natalidade, que oferece kits com utensílios para a mãe e o bebê.
Números do PASI
– 2.500.000 segurados, entre titulares e dependentes
– Mais de 20 mil empresas conveniadas
– Parceria com mais de 300 entidades de classe
– Ultrapassou os R$ 116 milhões em valores indenizados
– Presente nas 27 unidades federativas
– 49 mil empresas já experimentaram o seguro PASI
– Mais de 23 mil indenizações efetivadas
– Possui 3.900 corretores de seguros cadastrados
Exclusividades e diferenciais do PASI
– Fácil contratação e manutenção
– Indenizações em 24 horas após o recebimento da completa documentação
– Possui 25 anos de experiência no mercado
– Não há preenchimento de declaração pessoal de saúde
– Plano desenhado de acordo com a necessidade do cliente
– Protege 24 horas por dia, dentro e fora do ambiente de trabalho
– Possui a melhor relação custo x benefício do mercado
– Não há limite de idade para trabalhadores ativos legalizados
– Não possui qualquer tipo de carência
– Atende empresas de qualquer porte
– Contratações a partir de um segurado
– Os trabalhadores estão automaticamente cobertos a partir da data de sua contratação na empresa
Produtos PASI
Coberturas básicas de seguro convencional, assim como as coberturas e benefícios complementares criados pelo PASI para atender as necessidades dos segurados e das empresas:
1991 – Auxílio Alimentação – Cestas Básicas em caso de morte do titular;
1993 – Nascimento de filhos com doença congênita;
1995 – Cobertura extensiva a empregados domésticos;
1997 – Reembolso à empresa das despesas com rescisão trabalhista – caso de morte do titular;
2006 – Pagamento antecipado especial por consequência de doença profissional;
2009 – Cesta Natalidade – Nascimento de filhos
Conquistas, Premiações e Citações
– Prêmio de Melhor Seguro Social Nacional, concedido pela ANSP – Academia Nacional de Seguros e Previdência;
– No estudo realizado pelo CBEDS – Conselho Empresarial Brasileiro – é reconhecido e citado como o microsseguro pioneiro no mercado segurador nacional, constante na linha do tempo na fase intitulada “Primórdios do Microsseguro”;
– No relatório Internacional do CENFRI – Centro de Regulamento e Inclusão Financeira, encomendado pela FUNENSEG – Escola Nacional de Seguros e pela CNSEG – Confederação Nacional das Empresas de Seguros, o PASI é citado como um modelo vitorioso de microsseguro e
– Nos relatórios da comissão consultiva de microsseguros da SUSEP, o PASI é reconhecido e recomendado como pioneiro em seu segmento de atuação e um case nacional de sucesso a ser seguido, assim como no relatório de pesquisa realizado pela FUNENSEG – Escola Nacional de Seguros – sobre produtos da iniciativa privada correlacionados com o microsseguro, onde é dedicado ao PASI um capítulo dentre os programas existentes.
A Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) encerrou o terceiro trimestre de 2014 com lucro líquido de R$ 119,8 milhões, somando R$ 254,1 milhões de janeiro a setembro deste ano, o que representa um crescimento de 32,9% em relação ao mesmo período de 2013. A receita total consolidada foi de R$ 4,4 bilhões no trimestre, acumulando um total de R$ 12,6 bilhões no ano, com aumento de 18,9% na comparação com 2013.
“Contribuíram para os números positivos da empresa o nosso modelo diferenciado de negócios e nossa ampla rede de distribuição, com mais de 30 mil corretores, alicerçado no reconhecimento da marca SulAmérica”, afirma Gabriel Portella, presidente da companhia. Analisando em perspectiva, o executivo acredita que “esses diferenciais permitirão aproveitarmos as novas oportunidades de crescimento apresentadas pelo mercado brasileiro de seguros”.
Os prêmios de seguros cresceram 9,7%, totalizando R$ 3,5 bilhões no trimestre, com destaque para o segmento de saúde e odontológico, que teve aumento de 12,5% na comparação com o mesmo período de 2013 e de 13,8% em relação aos nove meses do ano passado, favorecido pelo início de um novo ciclo de reajuste de preços. Ainda no segmento de saúde e odontológico, a companhia continuou investindo de maneira consistente no incremento das ações de gestão de sinistro e aceleração dos programas de gestão de saúde. O desempenho da carteira de seguro saúde PME foi novamente o destaque, com prêmios crescendo 24,1% tanto na comparação com o 3T13 quanto com os 9M13. A carteira de PME já é responsável por cerca de 15% do total de segurados do segmento. Já os planos corporativos, que também incluem os coletivos por adesão, aumentaram 11,2% no trimestre em comparação ao mesmo período do ano passado.
A capitalização avançou 15,9% em relação ao terceiro trimestre de 2013. Já o segmento de seguro de automóveis apresentou aumento de 5,3% em comparação ao mesmo trimestre do ano passado. No acumulado de 2014, os prêmios de automóveis cresceram 7,6% em relação aos noves meses de 2013, com uma frota segurada de 1,6 milhão de veículos, crescendo a uma taxa de 6,7% no período.
A área de previdência privada registrou rendas de contribuição com expressivo crescimento (aumento de 44,5%) no trimestre em comparação ao mesmo período em 2013. No acumulado do ano, as contribuições atingiram R$ 368,6 milhões, um crescimento de 19,3% em relação ao mesmo período de 2013. As reservas de previdência apresentaram crescimento de 11,4% e atingiram o saldo de R$ 4,4 bilhões ao fim do período reportado, com destaque para o crescimento das reservas de VGBL, que cresceram 24,8% no período.
Em linha com um ambiente de taxas de juros mais elevadas, o resultado financeiro apresentou crescimento de 34,1% no trimestre, chegando a R$ 176,6 milhões. No período de nove meses encerrados em setembro, o resultado financeiro representou o montante de R$ 498,4 milhões, um aumento de 55,7% sobre 2013, impactado positivamente pela rentabilidade da carteira de ativos próprios de 103,1% do CDI. O índice combinado foi de 100,5%, com aumento de 1,7 ponto percentual em relação ao terceiro trimestre de 2013. Já o índice combinado ampliado melhorou 0,3 ponto percentual, consequência do bom desempenho dos investimentos em 2014.
“Estamos reafirmando nossa visão otimista para o mercado segurador e acelerando nossos planos de investimentos. Acredito que temos demonstrado uma clara capacidade de geração de valor de forma sustentável, mantendo uma performance equilibrada mesmo em momentos de maior volatilidade”, afirma Portella.
“O Ministério da Fazenda é parceiro da indústria de seguros e afirmo a vocês que podem contar com o nosso apoio na busca do processo de aperfeiçoamento deste setor, que tem mais oportunidades do que desafios pela frente”, afirmou Paulo Rogério Caffarelli, Secretário Executivo do Ministério da Fazenda, durante a cerimônia de abertura do VII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada, promovido pela FenaPrevi entre hoje e amanhã, em São Paulo, com a participação de mais de 500 executivos e especialistas do setor para debater tendências do mercado de previdência complementar aberta e de seguros de vida.
Marco Antonio Rossi, presidente da CNseg e que ex-presidente da Fenaprevi, fez questão de ressaltar na abertura do evento que essa é a primeira vez que um representante do Ministério da Fazenda participa do Fórum. “Agradeço a sua presença e também a escolha de Roberto Westenberger como Superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Estamos cercados de pessoas que conhecem o nosso mercado e contribuirão de forma efetiva para o crescimento deste setor, que forma com o governo uma importante Parceria Público Privada ao prover à sociedade proteções securitárias acima do patamar básico garantido pelo governo, com a oferta de planos de previdência complementar, planos de saúde privados e outros seguros que ajudam a construir um cenário melhor para todos”, enfatiza.
Osvaldo Nascimento, presidente da Fenaprevi, destacou o momento politico no qual o evento é realizado. “O Brasil acaba de reeleger Dilma Rousseff como presidência da República numa acirrada disputa, com a menor margem já vista, o que sinaliza claramente que a sociedade deseja mudanças”. O executivo afirmou que a Fenaprevi está alinhada com os compromissos alinhados pela da presidente Dilma logo após ter sido eleita. “Para nós, o mais importante é manter o diálogo”, acrescenta.
Em termos econômicos, Nascimento cita a importância do combate a inflação, a prioridade de uma política fiscal e o foco no crescimento econômico, além do combate implacável à corrupção e mais transparência na gestão pública. “Também destaco que priorizar a educação e fazer a reforma politica mediante consulta popular são desejos da presidente alinhados com os do nosso setor. Com certeza, o maior vencedor será o cidadão brasileiro”, afirma. Referindo-se especificamente ao setor de previdência, Nascimento destaca que é primordial que o País tenha estabilidade econômica, preservação da renda do trabalhador, estabilidade de regras, bem como perspectivas para a previdência social, que deve continuar passando por micro reformas.
De acordo com Roberto Westenberger, superintendente da Susep, a longevidade coloca nos ombros das companhias do mercado segurador uma grande responsabildiade, que foge ao marco econômico e tem um cunho social muito abrangente. “Fico feliz que as cabecas pensantes estão reunidas para debater esse futuro que já esta ai. A Susep está fazendo a sua parte, estimulando o laboratório de produtos, que já conta com cinco na mesa de estudo, entre eles três de previdência: o VBGL Saúde, o Universal Life e o desenvolvimento de resseguro para os fundos de pensão no risco de longevidade”, citou, ressaltando que para conseguir sucesso nessa empreitada é preciso juntar forças. “Regulador, fabricantes dos produtos e corretores são peças fundamentais para levar ao consumidor as proteções ofertadas pela indústria e assim desenvolver ainda mais o mercado segurador do que já presenciamos nos últimos anos, com o salto na participação do PIB de 2,4% em 2003 para 4% em 2013”.
Os investidores apostam no Brasil, afirmou Caffarelli. “As reservas somam US$ 375 bilhões, a dívida líquida correspondente a 35,9% PIB e registramos US$ 66 bilhões de investimento estrangeiro direto neste ano, o mesmo patamar de 2010, quando o crescimento do País foi bastante significativo”, ressaltou. Esses dados, além de mostrar um alívio, não reduzem os desafios do governo com trazer a inflação do teto da meta para um nível mediano e trazer os juros para um patamar internacional.
Mesmo diante de um cenário nacional e internacional desafiador, o secretário periodizou o investimento. “O Brasil terá de priorizar uma série de inventimentos, principamlente em infraestrutura. O volume de recursos que temos, quase R$ 1,5 trilhão nos próximos oito anos. Recursos do BNDES, uma vez que nao temos funding de 20 anos ainda no Pais, mas o grande ator dessa revolução de infraesturutra vai passar pelo mercado de capitais, operações de corporate finance, project finance, poupança interna, na qual as empresas de seguros têm papel fundamental, e também investimento estrangeiro”, citou.
Além de serem investidoras institucionais, com mais de R$ 400 bilhões administrados em ativos, as seguradoras são provedoras de seguros que visam proteger os empreendimentos de perdas patrimoniais por acidetentes aleatórios. “Enfim, temos mais oportunidades do que desafios e quero reforçar que o Ministério da Fazenda está disposto a contribuir para a construção do desenvolvimento deste setor”.
Armando Vergílio, presidente da Fenacor, destacou dois grandes desafios sob a ótica do corretor de seguros. “O primeiro é termos produtos que sejam interessantes para os corretores venderem”, diz. Hoje, boa parte do crescimento da previdência se deve ao VGBL, um produto que não tem grande atratividade de distribuição via corretor e por isso é dominado pela distribuição via bancos. O segundo, acrescenta, é discutir a autoregulação da distribuição via agentes. “Não adianta ter farta distribuição sem ter a fiscalização”. Superando esses dois desafios, o próximo passo é terA produtos atrativos. “E para isso peço ao Caffarelli e ao titular da Susep o apoio na agilização da aprovação do VGBL Saúde que está na pauta do governo há alguns anos”.
Mauro Batista, presidente do Sindseg-SP, comemorou o fato de o setor contar com o apoio do governo no desenvolvimento doseguro, “que passa a cada dia a ter um contexto muito importante na vida das pessoas. Já temos notícias de que a pesoa que vai viver 150 anos já nasceu, E isso sinaliza que muitos seguros serão necessários para todos os ciclos de vida das pessoas”.
Luciano Snel, representante da Comissão Organizadora, agradeceu o empenho de todos para a realização do evento. “A participação de todos foi muito valiosa para trazermos para o evento renomados especialistas internacionais em medicina de seguros, medicina regenerativa, em canais de distribuições e novas tecnologias, que nos ajudaram a diagnosticar os impactos de tudo isso no setor e aprofundar os debates sobre as estratégias que devemos adotar para continuar construindo um setor sólido e moderno”.
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