A Sul América informar que o Conselho de Administração da Companhia, em reunião realizada no dia 30 de outubro, aprovou a contratação da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, para a prestação de serviços de auditoria independente da Companhia e de suas controladas diretas e indiretas durante o período de 5 anos, a partir do primeiro trimestre de 2015, em substituição à KPMG Auditores Independentes, cujos serviços se encerrarão com a auditoria das Demonstrações Financeiras Consolidadas da Companhia referentes ao exercício social que se encerrará em 31 de dezembro de 2014. A mudança dos auditores independentes atende ao rodízio obrigatório estabelecido pela Instrução CVM 308/99, conforme alterada.
V Encoseg acontece nesta sexta-feira
Release
Considerado o maior evento do setor de seguros do Rio de Janeiro, o ENCONSEG – Encontro de Corretores de Seguros do Estado do Rio de Janeiro parte para a sua quinta edição com uma programação de alto nível.
Marcado para esta sexta-feira (31 de outubro), no Centro de Convenções SulAmérica (Cidade Nova), das 7:30h às 19:15h, o evento, já tradicional no calendário do segmento segurador no país, espera reunir cerca de 1.500 profissionais da área e os principais players do setor.
Promovido pelo Sincor-RJ, com patrocínio da SulAmérica Seguros e Bradesco Seguros, o V ENCONSEG tem como tema este ano “A atuação de corretores de seguros e seguradoras em um mercado orientado para os clientes” e contará com palestras do presidente do Outback Steakhouse no Brasil Salim Maroun; do presidente da Empresa Olímpica Municipal Joaquim Monteiro de Carvalho; do consultor Yacoff Sarkovas; do jornalista Paulo Henrique Amorim, e do publicitário Clóvis Tavares.
A programação inclui ainda painéis com importantes dirigentes do setor: Henrique Brandão, presidente do Sincor-RJ; Gabriel Portella, presidente da SulAmérica Seguros; Marco Antonio Rossi, Presidente da Bradesco Seguros/CNseg; Paulo Marracini (FenSeg), Marcio Coriolano (FenaSaúde), Osvaldo Nascimento (FenaPrevi), Marco Antonio Barros (FenaCap) e Ricardo Garrido (Vice-presidente do Sincor-RJ).
CREDENCIAMENTO DE IMPRENSA:
Caso queira se credenciar, favor responder este e-mail ou entrar em contato com a Factual Comunicação, através dos telefones (21) 2226-1346 / 2226-1347 / 2226-1349 e falar com Lygia Bittencourt.
PROGRAMAÇÃO | V ENCONSEG:
7h30 às 8h30 – Welcome Coffee e Credenciamento
8h30 às 10h30 – Abertura do Evento: Henrique Brandão – Presidente do SINCOR RJ; Gabriel Portella – Presidente da SulAmérica Seguros; e Marco Antonio Rossi – Presidente da Bradesco Seguros; Autoridades do setor (SUSEP, IRB, ANS).
10h30 às 11h – Palestra Salim Maroun – presidente do Outback Steakhouse no Brasil
11h às 11h30 – Coffee Break
11h30 às 12h15 – Palestra Joaquim Monteiro de Carvalho – Presidente da Empresa Olímpica Municipal (EOM)
12h15 às 14h15 – Almoço
14h15 às 15h15 – Palestra Paulo Henrique Amorim – ‘Perspectivas para o Brasil em 2015’
15h15 às 16h – Palestra Yacoff Sarkovas – ‘Empoderamento do Consumidor’
16h às 16h30 – Coffee Break
16h30 às 18h – Painel das Federações
Participantes: Marco Antonio Rossi (CNseg), Paulo Marracini (FenSeg), Marcio Coriolano (FenaSaúde), Osvaldo Nascimento (FenaPrevi), Marco Antonio Barros (FenaCap), Ricardo Garrido (Vice-Presidente do Sincor-RJ)
18h às 19h – Palestra Clóvis Tavares
19h às 19h15 – Encerramento
Resultado da performance de líderes no mundo está diretamente ligado a pessoas, segundo Pesquisa CEO Challenge da Mercer
A busca por talentos é o maior desafio a ser enfrentado pelos líderes do mundo todo para que seus negócios prosperem. É o que apontou, mais uma pesquisa, a CEO Challenge de 2014, que ouviu 1020 líderes ao redor do mundo para descobrir quais são os seus principais desafios estratégicos e como superá-los. Na Ásia foram ouvidos 458 líderes (47% da amostra); na Europa 105 (10,3%); nos US 233 (22,8%); na América Latina 114 (11.2%) e em outras localidades 89 líderes (8,7%). Deste total 292, são do segmento de manufatura; 105 da indústria financeira e 564, da indústria de serviços. A receita de 92 delas supera os US$ 5 bilhões ao ano; 102 têm receita entre US$ 1bi e US$ 5bi; 205 entre US$ 100 milhões e US$ 1bi e 583 tem receita abaixo de US$ 100 milhões. Como esta é a primeira vez que a pesquisa inclui dados da América Latina via parceria entre a Mercer, Marsh e The Conference Board – que realiza a pesquisa no mundo inteiro – é possível comparar a diferença entre as regiões. Mas sabe-se que entre as 25 iniciativas que os líderes mencionaram estar implantando para atender aos cinco primeiros desafios, 12 deles tem a ver com pessoas.
A Amostra da América Latina reúne empresas que têm receita acima de US$ 5 bi em 10,7% da amostra; entre US$ 1bi e US$ 5 bi, 11,6%; entre US$ 1bi e US$ 100 mi, 32,1%; e abaixo de US$ 100 mi 45,5% da amostra.
Desafios
Globalmente América Latina
Capital Humano Excelência Operacional
Relacionamento com Clientes Capital Humano
Inovação Relacionamento com Clientes
Excelência Operacional Regulamentação do Governo
Regulamentação do Governo Inovação
Muitas empresas no auge da crise cortaram investimentos em treinamento. Esses investimentos terão que voltar com urgência, pois, com relação às pessoas, as empresas apontaram entre um dos mais importantes itens, prover treinamento e oportunidades de desenvolvimento para os colaboradores. Também está na listas destes líderes investir mais na retenção dos talentos-chaves; melhorar os processos e o engajamento dos gerentes na gestão do desempenho e aprimorar os programas de desenvolvimento de lideranças. Também será necessário buscar uma melhora na eficiência dos supervisores na linha de frente. Segundo eles, sem pessoas engajadas e produtivas, não há como manter um negócio, não importa a corporação ou quanto fature ao ano. Qualquer uma está correndo o risco de perder mercado por não criar programas de engajamento eficientes ou não preparar adequadamente sua equipe. A área de Recursos Humanos terá um papel decisivo para colaborar com esse cenário de busca de talentos-chaves e de relacionamento com o mercado e órgãos reguladores.
A pesquisa também apontou que na América Latina, alguns pontos críticos de cenário também podem influenciar nos resultados dos líderes. São eles: Relações Trabalhistas; Volatilidade Econômica e do Câmbio; Diversidade na Liderança Local; Análise de Big Data e Compliance com legislação local relacionada a corrupção e suborno. “Será fundamental, por exemplo, além de criar um programa mega eficiente na gestão de pessoas, também engajar-se com os competidores para influenciar a agenda regulatória em prol do fortalecimento e entendimento da legislação e dos códigos de conduta de negócios”, comenta André Maxnuk, líder da área de Fusões e Aquisições da Mercer.
Nova identidade mostra força regional da Berkley na América Latina
Perto de completar nove anos de operação no país, a Berkley passa a adotar uma nova logomarca que vai ao encontro do processo de integração da identidade visual do Grupo Berkley. No caso do Brasil, a mudança será baseada na padronização de todas as companhias que atuam na América Latina.
Conforme o presidente da Berkley Brasil, José Marcelino Risden, o Grupo cresceu através da aquisição de empresas e da criação de startups que adotavam identificações próprias. Agora, em sintonia com uma nova linha de comunicação, a América Latina, assim como outras regiões do mundo, terão a mesma identidade, de acordo com o mercado em que atuam.
“A proposta é de unificação. A agilidade e a inovação constituem os principais valores preservados ao longo dos últimos anos de operação no Brasil e fortalecem, ainda mais, nossa marca não só no mercado de seguros brasileiro como no latino-americano, destaca José Marcelino.
O Grupo Berkley é reconhecido entre as 400 maiores empresas norte-americanas e tem conquistado respeito e confiança de profissionais de seguros de diferentes países, através das 47 subsidiárias que representam a marca por todo o mundo.
No Brasil, a companhia iniciou as operações em 2006 com foco em Seguro Garantia e, desde então, tem ampliado suas linhas de negócios com produtos voltados a Riscos Financeiros (Garantia e Fiança Locatícia), Ramos Diversos (Riscos de Engenharia, RD – Equipamentos/Benfeitorias e Eventos), Casualty (Responsabilidade Civil Geral, Responsabilidade Civil Profissional e D&O) e Transportes (Nacional e Internacional).
Segmento deve se preparar para futuro sustentável, com produtos adequados, preços acessíveis, consumidores satisfeitos e empresas capitalizadas
Como será o amanhã? Esse foi o tema do talk show que encerrou dois dias de debates sobre como o segmento de seguro de Vida e Previdência aberta deve se preparar para ter um futuro sustentável, com produtos adequados, preços acessíveis, consumidores satisfeitos e empresas capitalizadas. “Vocês precisam se comunicar de forma mais acessível, pois eu tive de consultar o manual de economia para entender o resumo do setor que me enviaram para que eu me preparasse para mediar essa discussão”, comentou Paulo Henrique Amorim, mediador do debate.
O comentário do jornalista contribuiu para promover um bate papo leve, sem os rebuscados termos técnicos que até pouco tempo atrás dominavam a comunicação do setor. Isso trouxe otimismo aos 500 participantes presentes no encerramento do VII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada, que lutam para explicar à população a importância desses produtos, mas ainda esbarram na burocracia, na regulamentação e no conservadorismo, que dificultam implementar a simplicidade no programa de educação financeira para dois públicos vitais: o corretor de seguros, responsável por levar o produto ao consumidor, e a emergente classe C, ainda pouco familiarizada com jargões do setor.
Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros e vice-presidente da FenaPrevi, que coordenou a organização do evento, afirmou que seu sonho é ver dados de previdência divulgados mensalmente, como hoje acontece na indústria automobilística. “Quando tivermos a imprensa divulgando que tantas pessoas ingressaram no sistema de previdência aberta, que passou a pagar tantas aposentadorias, como uma referência de indicador econômico e social, terei certeza de que conseguimos implementar boa parte do que queremos, que é levar à sociedade a importância do produto com o qual trabalhamos”.
De acordo com os participantes, há um longo caminho a percorrer para que o sonho de Snel se torne realidade. Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi, relatou que muito já foi feito desde a criação dos planos PGBL e VGBL. Apesar da difícil nomenclatura, as pessoas já se habituaram a associar as siglas a um plano de previdência. “Os planos estimularam o crescimento da previdência aberta pela padronização, facilitando a venda e fomentando a consciência da cultura de poupar no longo prazo. As empresas de previdência saíram de reservas de R$ 3 bilhões em 2003 para R$ 400 bilhões em 2013. E as projeções de crescimento para os próximos anos são muito otimistas”, comentou.
Com tantas mudanças no mundo e no Brasil, agora é preciso inovar e revisitar o arcabouço de regras do setor, afirmou o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Diogo Oliveira. “O futuro nos remete a uma população mais educada financeiramente e com renda maior, o que cria demanda por produtos de vida e previdência.” Mas é preciso avançar nas discussões para resolver algumas questões importantes. Os desafios envolvem a modernização dos canais de distribuição e questões de “suitability”, termo em inglês que significa adequação, compatibilidade. “O consultor tem de identificar o perfil de risco do cliente para ofertar algo que ele precise e compreenda, considerando-se os riscos. Não é possível mais vender um fundo de renda fixa deixando o investidor pensar que é renda certa. Ele tem de entender que há volatilidade e que o fundo pode apresentar perdas”, frisou Oliveira, acrescentando que o grande objetivo do governo é que a previdência complementar sirva como amortecimento de perda de renda da população na aposentadoria.
Além de incentivar a educação financeira e ter o produto sob medida às necessidades do cliente, é preciso levar o plano de previdência a um número maior de pessoas. A saída para isso, segundo ele, está em tecnologia e redução de custos. “Temos atuado com a edição de regras para pagamentos remotos, via celular, por exemplo, bem como na simplificação das exigências do que tem de constar na papelaria dos produtos. Essas iniciativas facilitam a criação de produtos acessíveis, tanto em relação a preços como em oferta simplificada”, acrescentou.
Rever a questão da tributação dos produtos financeiros é um dos grandes desafios, segundo Oliveira. “Temos muitos títulos no mercado com características semelhantes e que estão submetidos a tributações distintas, criando conflitos quando olhados de forma conjunta. Esse é o ponto que deveríamos atacar na revisão da tributação”, enfatizou. “Consertar isso não é fácil, pois são contratos que estão em andamento e movimentam mais de R$ 1 trilhão. Mas é um desafio que teremos de enfrentar”.
Roberto Westenberger, superintendente da Susep, afirmou que há seis meses, desde que assumiu a autarquia, vem implementando um programa de modernização, solicitado na época de sua nomeação pelo ministro Guido Mantega. A rotina está em simplificar a vida das companhias de seguros ao mesmo tempo em que se aperta o cerco no que diz respeito a proteção do consumidor. “Estamos debruçados também no tema de auto-regulação dos corretores, uma vez que, entre as megatendências para os próximos 20 anos, temos a transferência do poder para o consumidor. Isso exige uma boa oferta por parte dos corretores, que, por sua vez, precisam de bons produtos para convencer o investidor a poupar e se proteger financeiramente dos riscos futuros. Apesar de estarmos felizes por vivermos mais, precisamos ter proteção financeira e seguradoras capitalizadas que assumam parte do risco da longevidade”.
Antonio Cassio dos Santos, ex-presidente da FenaPrevi e ex-CEO para a América Latina do grupo Zurich, alertou para a tendência mundial do setor de Previdência e Vida. Ele citou as consequências do aumento da longevidade e da queda dos ganhos financeiros. “As pessoas estão vivendo mais e a rentabilidade está cada dia mais apertada. O tratamento tributário, algo em debate no Brasil para produtos de vida e acumulação, tende a ser restritivo no mundo em função dos déficits acumulados pelos governos nesses últimos anos de crise financeira. Assim, o grande desafio no mundo está em como gerar lucro capaz de pagar os dividendos que os investidores esperam.”
Nos mercados emergentes, diz Santos, as classes C e D são as mais vulneráveis e que necessitam de cobertura de risco. No entanto, o acesso a essas pessoas é a chave do sucesso da operação. Segundo ele, a inovação na forma de cobrança é fundamental para baratear o custo e assim massificar a venda, tornando a carteira rentável para atrair o corretor. “Temos um céu de brigadeiro nos próximos quarto anos e a regulamentação do agente de vendas vai resolver boa parte da distribuição do mercado”, aposta, acrescentando que investir no cálculo do preço do seguro com base no comportamento das pessoas e não só na idade também é uma tendência para o futuro.
Para finalizar o debate, o presidente da FenaPrevi afirmou que graças ao diálogo entre seguradoras, corretores, clientes, órgãos reguladores e de defesa do consumidor tem sido possível aperfeiçoar o setor. “Temos um superintendente que é conhecedor do setor, o que faz com que as discussões sejam gratificantes. Mas o tripé que garantirá o futuro do nosso setor é a estabilidade da economia, a gestão dos indicadores como emprego e inflação e o respeito aos contratos”.
Bradesco Seguros lucra R$ 3,1 bilhões até setembro, alta de 16%, e vendas crescem 8,8%, para R$ 38 bilhões
Começou a temporada de divulgação dos resultados do terceiro trimestre do ano das principais seguradoras, o que sinalizará se o mercado segurador conseguirá encerrar 2014 com dois dígitos de crescimento, como acontece nos últimos 10 anos. Ontem, o titular da Susep Roberto Westenberger, estimou entre 9% e 11% o faturamento do setor para o ano.
O banco Bradesco abre a temporada. Itaú Unibanco e Santander Brasil reportam seus balanços no dia 4 de novembro e o Banco do Brasil está previsto para o dia 5. O banco comandado por Luiz Carlos Trabuco Cappi reportou lucro líquido contábil de R$ 3,875 bilhões no terceiro trimestre, o que representa aumento de 26,5% sobre o mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o líquido ajustado da instituição totalizou R$ 11,2 bilhões, sendo R$ 8 bilhões (71,8%) provenientes das atividades financeiras, e R$ 3,1 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 28,2% do total.
O lucro líquido do braço de seguridade em nove meses, chegou a R$ 3,1 bilhões, 16,1% acima do resultado apresentado no mesmo período do ano anterior, influenciado, basicamente, pela melhora de 5,9 pontos percentuais no índice de sinistralidade; no índice de comercialização; no resultado financeiro; e nos gastos gerais e administrativos.
De acordo com o relatório divulgado, no terceiro trimestre de 2014 o ganho chegou a R$ 1,05 bilhão, 15,8% inferior ao resultado apresentado no mesmo trimestre do ano anterior, influenciado pelo crescimento de 5,1 pontos percentuais na sinistralidade do produto vida, redução no resultado financeiro; e compensado, em parte, pela melhora no índice de comercialização. Previdência foi responsável por gerar ganhos de R$ 588 milhões no terceiro trimestre, ramos elementares e outros por R$ 228 milhões (alta em relação aos R$ 71 milhões do segundo trimestre), saúde por R$ 168 milhões e capitalização por R$ 74 milhões, uma queda significativa diante dos R$ 119 milhões reportados no segundo trimestre do ano.
As vendas cresceram num ritmo próximo ao estimado pelos executivos na divulgação dos resultados do primeiro semestre. Os prêmios emitidos de Seguros, Contribuição de Previdência e Receitas de Capitalização atingiram R$ 38,3 bilhões no período de nove meses de 2014, evolução de 8,8% em relação ao mesmo período de 2013. As provisões técnicas alcançaram R$ 145,9 bilhões, apresentando uma evolução de 9,3% em relação ao saldo de setembro de 2013.
O terceiro trimestre mostra recuperação no ritmo de vendas. No comparativo com o mesmo período do ano anterior, houve incremento de 16,6% nos prêmios emitidos, contribuição de previdência e receita de capitalização. O dobro do percentual registrado no acumulado do ano, o que sinaliza para um fechamento de dois dígitos para 2014, uma vez que o último trimestre do ano costuma ser o mais forte para as seguradoras, principalmente no que diz respeito a captação de recursos por planos de previdência aberta.
No acumulado até setembro de 2014, desconsiderando o convênio DPVAT, a produção registrou crescimento de 9,8%, em relação ao mesmo período do ano anterior, influenciada pelos produtos de automóvel e seguros gerais, saúde e capitalização, que apresentaram evoluções de 30,9%, 21,0% e 17,0%, respectivamente.
Em teleconferência com jornalistas, o presidente do grupo, Marco Antonio Rossi, reforçou que o cenário favorável à manutenção do crescimento dos seguros no Brasil continua ajudando a companhia. “Hoje, o setor representa 6% do PIB, gerando R$ 500 bilhões de receitas. Ainda é muito abaixo do potencial do país, que ocupa o 12o. lugar no ranking mundial, enquanto é a sétima maior economia do mundo”, diz. 0 grupo terminou o trimestre com R$ 150 bilhões em ativos, o que representa aproximadamente 30% do total do mercado segurador brasileiro. Ele destacou o crescimento em saúde para pequenas e médias empresas, que evoluiu 37%, para 879 mil vidas. “53 das cem maiores empresas brasileiras tem Bradesco Saúde para seus funcionários”, afirmou.
Abaixo release divulgado pela assessoria de imprensa:
Faturamento do Grupo Bradesco Seguros cresce 10% no ano, atingindo R$ 38 bilhões
O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado segurador brasileiro com atuação multilinha e presença em todas as regiões do país, fechou os nove primeiros meses de 2014 com faturamento de R$ 38,3 bilhões, o que representa crescimento de cerca de 10% sobre igual período do ano passado, nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. O lucro líquido registrou evolução de 15,7% na mesma base de comparação, totalizando R$ 3,2 bilhões, com Retorno sobre o Patrimônio Líquido Ajustado de 24%.
Na comparação com os nove primeiros meses de 2013, os segmentos de Auto, Saúde e Capitalização apresentaram evolução de dois dígitos – 37%, 21% e 17%, respectivamente.
“O Grupo Bradesco Seguros, patrocinador oficial dos Jogos Rio 2016, com o Banco Bradesco, e Segurador oficial do evento, reafirma sua confiança no mercado de seguros brasileiro, como instrumento de proteção para a sociedade e de desenvolvimento para o país”, afirma o presidente do Grupo Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi.
No segmento Auto, a expansão caracterizou-se pelo vigoroso crescimento em todas as regiões do país e pelo avanço em termos de market share, atingindo uma frota de mais de 1,7 milhão de veículos. Esse resultado reflete a evolução constante do modelo de precificação.
Em Saúde, todos os produtos apresentaram crescimento, com destaque para a carteira de pequenas e médias empresas, que evoluiu mais de 37% em faturamento, atingindo cerca de 870 mil vidas. No total, são mais de 4,4 milhões de segurados em Saúde, consolidando a liderança do Grupo em faturamento no mercado brasileiro de saúde suplementar.
Quase 100 mil empresas no Brasil já oferecem a seus funcionários os benefícios de seguro saúde do Grupo. Das 100 maiores empresas do país, 53 disponibilizam nosso seguro saúde a seus funcionários.
De janeiro a setembro de 2014, os ativos financeiros alcançaram a marca de R$ 158 bilhões, equivalentes a cerca de 30% do total administrado pelo mercado segurador brasileiro, enquanto as provisões técnicas atingiram R$ 146 bilhões.
No que diz respeito à estratégia de atuação, a integração das áreas comerciais em uma estrutura de vendas multirramo ampliou a competitividade do Grupo Bradesco Seguros, ao aprimorar a sinergia entre os canais de venda e melhorar a qualidade do atendimento ao segurado e ao corretor. Em 2014, o Grupo realizou um trabalho intenso para qualificar sua equipe a operar em diferentes segmentos, totalizando mais de 15 mil horas de treinamento para profissionais em todo o país.
Como resultado dessa iniciativa, o número de corretores ativos, ou seja, que comercializam pelo menos um produto no período de seis meses, aumentou de 20 mil, entre janeiro e agosto de 2013, para 28 mil em igual período de 2014.
A integração das áreas comerciais beneficia, também, a venda mais qualificada, envolvendo a oferta de outros produtos aos clientes. Para que se tenha uma ideia, nas Agências Bradesco, o crescimento da produção entre janeiro e agosto de 2014, na comparação com o mesmo período do ano passado, chegou a 32% em Auto, 31% em Vida e em Consórcios, e 23% em Ramos Elementares, entre outros segmentos de destaque.
Pelo 13º ano consecutivo, a marca Bradesco Seguros foi apontada pelo Instituto Datafolha como Top of Mind na categoria “Seguros”. O reconhecimento é concedido anualmente às marcas mais lembradas pelo consumidor, com base em levantamento realizado em 171 municípios brasileiros. O Instituto ouviu 5.694 pessoas, entre 28 e 30 de julho último.
XL Group nomeia Thisiani Matsumura Martins como diretora técnica de seguro no Brasil
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O XL Group anunciou hoje a nomeação de Thisiani Matsumura Martins como Diretora Técnica de sua operação de seguros no Brasil, ainda sujeita a aprovação do órgão regulador local (SUSEP). Ela passa a ocupar o cargo de Juan Bragadin, que continua no XL Group agora como consultor para o mercado latino americano. Matsumura Martins terá como principal responsabilidade o fortalecimento das soluções oferecidas pelo XL Group no país, liderando os processos de aprovação dos produtos, compliance e resseguro junto à SUSEP. Atuará a partir do escritório de São Paulo reportando-se a Renato Rodrigues, gerente geral da operação de seguros do XL Group no Brasil.
A respeito desta contratação, Renato Rodrigues destacou que “Thisiani combina um amplo espectro de conhecimento técnico com um profundo entendimento do mercado brasileiro, além da experiência de contribuir com a formatação de novos produtos desde o início até a aprovação final da SUSEP para a comercialização. Ela possui todas as condições para ajudar-nos a avançar sobre as sólidas bases que construímos desde a abertura de nosso escritório no Brasil. Estou muito satisfeito por ver mais um grande talento se juntar à nossa equipe”.
Matsumura Martins tem mais de 19 anos de experiência em subscrição em Bens, Energia, Construção e Aviação. Antes de ingressar no XL Group, ela atuou na Liberty Seguros Brasil, onde liderava a área de produtos de linhas comerciais e resseguros. Formada em Administração pela FAAP em São Paulo, A Sra. Matsumura Martins tem MBA em Seguros, Resseguros e Arbitragem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Férias com sol ou seu dinheiro de volta
O prefeito da cidade italizano de Pesaro, Matteo Ricci, pretende criar um seguro que reembolsará os turistas e setores do turismo em caso de mau tempo. Pesaro é uma cidade litorânea, às margens do mar Adriático, na região das Marcas.”Seremos a primeira cidade que fará um seguro conveniado que permitirá aos salva-vidas e donos de hotéis e restaurantes se associarem. Assim, quem vier a Pesaro saberá que o sol está garantido. Se o tempo estiver ruim, o seguro reembolsará as férias”, informou o prefeito.
Mal sabe ele que vários hotéis no Brasil já ofereceram produtos semelhantes!!!
O Hotel Itamambuca Eco Resort, por exemplo, no litoral norte de São Paulo, oferece o seguro contra chuva. “O produto foi criado para oferecer ao nosso hóspede a opção de retornar ao Itamambuca Eco Resort, com diárias cortesias, oferecidas devido a chuvas que impossibilitam o desfrute total da infraestrutura e da praia”, informa em seu portal.
O seguro é exclusivo para hospedes do hotel em pacotes de feriados prolongados. Para que se seja contemplado com o prêmio do seguro, será necessário que durante o horário entre 9h e 17h, chova no mínimo 5 horas.
Diariamente, a recepção estará registrando, de hora em hora, a situação.
Durante o período entre 17h e 9h, o seguro chuva não funciona. Portanto, se houver chuvas durante o horário mencionado, não haverá contemplamento do prêmio.
Para cada dia de chuva o premio do seguro é uma diária cortesia.
Vencedores do 8º Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo – Seguros
Conheça os vencedores (em negrito) do prêmio do 8º Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo, com 45 finalistas. Os trabalhos foram escolhidos entre mais de duas mil matérias participantes. O júri, responsável pela análise e escolha das reportagens, foi composto por 23 especialistas em sustentabilidade e seguros. Participam da 8ª edição reportagens do Brasil todo, veiculadas entre os meses de setembro de 2013 e agosto de 2014.
VENCEDORES DO TEMA SEGUROS:
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Linguagem Escrita Impresso Nacional e Regional
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Seguro de celular avança, mas custo pode chegar a 50% do valor do aparelho – Fernando Scheller = Luísa Leite – O Estado de S.Paulo

Seguro cobrado por Correios é irregular – Mariana Sallowics/Marco Antônio Martins – Folha de S.Paulo

O lado oculto das contas de hospital – Cristiane Segatto- Época

Sua lavoura não tem seguro. Por quê? – Raphael Salomão – Globo Rural

Lei que regulamenta desmanches abre espaço para ‘seguro popular’ – Rodrigo Lares – Folha de S.Paulo

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Impresso Especializado em Seguros
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A saúde no banco dos réus – Elaine Lisbôa – Jornal dos Corretores de Seguros

Quem paga a conta? – Jamille Niero – Apólice

Mercado em chamas – Carol Rodrigues (foto)- Cobertura Mercado de Seguros
Veículos mais informatizados e os novos riscos – Karin Fuchs – Cobertura Mercado de Seguros

Seguros populares ajudam a democratizar o mercado – Kelly Lubiato – Apólice

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Impresso Economia e Finanças
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Porta de entrada para outros produtos – Guilherme Meirelles – Valor Financeiro

Custo de plano de saúde diminui com prevenção – Beth Koike – Valor Econômico

Especial – Um mundo mais arriscado – Janes Rocha – Época Negócios

Especial – Tudo sobre o seguro do seu carro – Sílvio Menezes/Edilson Vieira e Filipe Farias – Jornal do Commercio – PE

Seguradoras têm perdas com estádios da Copa – Thais Folego – Valor Econômico

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On-line
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Com forte concorrência no Brasil, resseguradoras locais miram América Latina
Aline Bronzati – Agência Estado
As novas regras da garantia estendida – Luisa Purchio – IstoÉ Online

Mercado de seguros aposta no futuro promissor dos canais digitais – Márcia Alves – CVG-SP

As 7 mentiras mais absurdas usadas para fraudar seguros – Priscila Yazbek – Exame.com

Seguro pirata deixa clientes na mão e multas dobram em um ano – Tais Laporta – iG










