O ano de 2015 começou com pé direito para diversos clientes dos títulos de capitalização da Icatu Seguros comercializados pelo Banco do Amazônia. Eles foram contemplados no último sorteio de 2014, ocorrido no dia 27 de dezembro, com base na extração da Loteria Federal.
O cliente da agência Santana, no Amapá, levou a bolada de R$ 1.328.500,00, a maior premiação sorteada na história da capitalização do Banco da Amazônia. Outro destaque ficou para a agência de Gurupi, no Tocantins, cujo cliente ganhou uma premiação de R$ 12.500,00. A parceria entre a Icatu Seguros e o Banco da Amazônia completa 13 anos em 2015.
O consultor Francisco Galiza informa que em dezembro, o ICES subiu pelo segundo mês consecutivo, alcançando o valor de 86,4, com uma variação positiva de 2,5% em relação ao mês anterior. Entretanto, no ano de 2014, a variação negativa acumulada desse indicador foi de 13%. “Ressaltamos que, apesar da melhora nesses últimos dois meses, o pessimismo nas seguradoras permanece (indicador abaixo de 100), mas agora em menor intensidade. Nos outros indicadores calculados (ICER, ICGC e ICSS), também houve avanços em dezembro em relação ao mês anterior, seguindo a mesma tendência favorável citada acima”, comenta.
A Lojacorr S.A. Rede de Corretoras de Seguros inicia o ano com um grande reforço na equipe. O executivo Antonio Carlos Fois, agora é sócio da Unidade Regional Minas Gerais e Espírito Santo. Ele atuará em conjunto com diretor regional de MG, Maurício Fonseca Júnior. “O ingresso de Fois agregará valor à Rede, pois trata-se de um nome de peso no mercado segurador brasileiro”, pondera André Ogliari Duarte, sócio-fundador da Lojacorr.
Fois explica sua adesão à Lojacorr. “O que me motivou a ingressar como colaborador dessa emergente e conceituada empresa foi a possibilidade de assumir novas responsabilidades e desafios, e por acreditar muito nesse inédito modelo de negócio do mercado segurador, certamente um dos mais inovadores dos últimos vinte anos”. Outra razão que explica o seu ingresso à Rede foi a perspectiva de colaborar com o desenvolvimento dos corretores na região.
Na opinião do vice-presidente da Lojacorr, Diogo Arndt Silva, a chegada de Fois na Regional MG e ES representa um marco para a empresa. “Ele, além de ser um excepcional profissional, se tornou um grande amigo em sua passagem por Curitiba”, ressalta Diogo. O vice-presidente destaca ainda que o executivo, junto com Maurício Fonseca, será responsável pela expansão e consolidação da operação da Rede em dois estados, estes “fundamentais e estratégicos para a Lojacorr”.
Com 20 anos de experiência na área de gestão comercial, Fois cursou as áreas de Direito e Gestão Empresarial, com ênfase em agronegócio. Possui especialização em MBA Executivo Empresarial no Ibmec e pós-graduação em Gestão de Negócios.
Esse é o primeiro dos grandes movimentos que a Lojacorr realizará em 2015. Esse é um “ano em que a empresa vai acelerar consideravelmente o plano de expansão nacional, e dar importantes passos para se consolidar como a maior e mais qualificada Rede de Corretoras de Seguros do país. Nossa meta é atingir 1 bilhão anual em prêmios emitidos até 2018.”, finaliza Diogo.
O Banco Mundial considera que as mudanças climáticas estão dificultando a redução da pobreza no mundo, colocando em risco a subsistência de milhões de pessoas. Para o presidente do Grupo Banco Mundial, Jim Yong Kim, o documento “confirma o que os cientistas vêm dizendo: as recentes emissões [de gases de efeito estufa] criaram um curso inevitável para o aquecimento nas próximas duas décadas, o que afetará mais os pobres e vulneráveis”. O relatório informa que os impactos das mudanças climáticas, tais como eventos de calor extremo, podem ser inevitáveis, uma vez que o sistema atmosférico da Terra está 1,5 grau Celsius acima dos níveis registrados em meados da era pré-industrial e que, mesmo que hoje se tomem medidas de mitigação muito ambiciosas, os impactos não vão ser alterados.
“As mudanças climáticas dramáticas e de o calor extremos estão afetando as pessoas em todo o mundo, prejudicando lavouras e litorais e colocam em risco a segurança da água”, destaca o relatório intitulado Turn Down the Heat: Confronting the New Climate Normal. (Diminua o Calor: Enfrentando o Novo Clima Atual, em português) “Essas mudanças tornam mais difícil reduzir a pobreza e colocam em risco a subsistência de milhões de pessoas”.
A Companhia Mutual Seguros informa ao mercado que a direção fiscal da Susep na companhia é decorrente de plano de conversão de ativos imobiliários para ativos financeiros, conforme diretrizes estabelecidas pelo órgão regulador.
Conforme o cuidado com que a autarquia acompanha as atividades do setor, esse processo é baseado em princípios de governança corporativa e de transparência, de modo que conta com monitoramento da Susep, que nomeou corpo diretivo, cujo papel será muito importante para reforçar a conduta da Companhia Mutual de Seguros.
Dessa forma, a rotina operacional da seguradora seguirá sem qualquer mudança nos processos de cotações, emissões de apólices e documentos, pagamentos de comissões e sinistros, bem como seu Conselho e Diretoria permanecem inalterados.
A Mutual Seguros lembra também que a situação estará restrita a um período bastante curto e provisório, suficiente apenas para o término dos ajustes e consequente conclusão das atividades da Susep.
Estreia nesta sexta-feira (9) a temporada paulista que abre a turnê do espetáculo “As Noviças Rebeldes”, com direção de Wolf Maya. A SulAmérica, patrocinadora do musical, oferece desconto de 30% a clientes, funcionários e corretores para até dois ingressos.
A comédia musical estará em cartaz até 8 de março no Theatro Net, localizado no shopping Vila Olímpia, na zona sul da capital paulista. Para obter o desconto da SulAmérica, basta apresentar documento que comprove ligação com a companhia.
“As Noviças Rebeldes” integra o Circuito SulAmérica de Música e Movimento, programa da seguradora para incentivo à cultura. O espetáculo traz a história de cinco freiras que saem da Irmandade de Salue Marie para jogar bingo. As freiras que permanecem no convento morrem após tomar uma sopa feita com legumes enlatados vencidos.
Ao retornar, as cinco sobreviventes descobrem que o caixa da Irmandade foi desfalcado com a compra de um Iphone 6 pela Madre Superiora e que só dispõem de recursos para o funeral de parte delas. Só resta arrecadar dinheiro por meio de um show beneficente. Daí em diante, esta comédia musical traz grandes revelações e muita diversão em um espetáculo com coreografias que vão do balé clássico ao sapateado.
A comédia musical tem texto e composição de Dan Goggin, com tradução e adaptação de Flávio Marinho. O espetáculo estreou originalmente em 1985 em Nova York e é um dos maiores sucessos do circuito off-Broadway. Foi também adaptado para a TV e produzido em pelo menos 26 idiomas, com mais de 8.000 produções em diversos países. No Brasil, teve sua primeira montagem em 1987.
Nesta montagem, quatro atrizes e um ator dão vida às freiras: Soraya Ravenle, Sabrina Korgut, Maurício Xavier, Helga Nemeczyk, Carol Puntel e Simony Lino.
O Circuito SulAmérica de Música e Movimento completou sete anos de existência em 2014, tendo patrocinado musicais como Tim Maia – Vale Tudo, Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, Cabaret e Alô Dolly.
A American International Group, Inc. (NYSE:AIG) anunciou hoje que concluiu a aquisição previamente acordada da Ageas Protect Limited, fornecedora líder de produtos de vida, doenças críticas e cobertura de proteção de renda para mais de 350 mil consumidores no Reino Unido, Ilhas do Canal e Ilha de Man. O acordo da AIG para adquirir a Ageas Protect foi anunciado em Agosto de 2014.
A AIG está presente no mercado de seguros do Reino Unido há mais de 50 anos e é conhecida pela sua experiência em subscrição, distribuição e marketing, assim como pela sua forte rede de relações comerciais.
Ageas Protect é reconhecida na indústria pelos produtos inovadores, o uso efetivo da tecnologia e a alta qualidade de seus serviços. A AIG acredita que esta aquisição beneficiará seus negócios voltados para pessoas físicas e fortalecerá sua capacidade no Reino Unido, onde já oferece produtos para acidentes pessoais, seguros de saúde e de viagem para consumidores, assim como soluções de seguros personalizadas para indivíduos de alta renda por meio da AIG Private Client Group.
“Estamos entusiasmados com essa oportunidade de fortalecer a presença da AIG no mercado de proteção de vida no Reino Unido e estamos ansiosos para trabalhar com os administradores, funcionários e distribuidores que têm feito um ótimo trabalho no fortalecimento da Ageas Protect em uma empresa líder de mercado em tão pouco tempo”, disse Kevin Hogan, CEO de Seguros para Pessoas Físicas da AIG. “A aquisição da Ageas Protect ajuda a impulsionar a expansão do portfólio de produtos de soluções de seguros para pessoas físicas da AIG projetados para atender as necessidades de segurança financeira e de aposentadoria dos consumidores. Por meio da construção de valores comuns como a inovação de produtos e a excelência no atendimento, nós vamos garantir que a AIG se torne a seguradora mais valiosa para ainda mais consumidores do Reino Unido e em todos os lugares que fazemos negócios”.
Grande expectativa com a cerimônia de transmissão de posse do Ministério da Fazenda, que será realizada na próxima segunda-feira, dia 5. Joaquim Levy ainda não anunciou a composição de sua equipe. Mas especula-se que Carlos Hamilton, Tarcisio Godoy (atual Bradesco Seguros) e Eduarda La Rocque estão cotados para o Tesouro e Roberto Westenberg deve se manter à frente da Susep, o xerife do mercado segurador brasileiro.
O novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que é preciso coragem para fazer as mudanças necessárias para garantir o crescimento, o emprego e a qualidade de vida da população brasileira, conforme a orientação dada pela presidente Dilma Rousseff. “A presidente deu a orientação clara dos compromissos com o objetivo da gente ter o crescimento, ter mais empregos e mais qualidade de vida”, disse Levy, depois do discurso de posse de Dilma no Congresso Nacional.
Fora isso, o setor deve debruçar-se para analisar algumas informações reveladas ontem durante a posse da presidente Dilma e governadores, para definir prioridades na conquista de negócios em um ano que promete ter poucos contratos relacionados a investimentos de grandes obras. A presidenta Dilma Rousseff reconheceu a necessidade de mudanças na economia, mas enfatizou que não deve rever direitos trabalhistas. “Assumo meu compromisso de inaugurar uma nova etapa nesse processo de mudanças sociais no Brasil. Vamos fazer ajustes na economia mas sem rever avanços conquistados,” diz a presidenta.
Quanto a Petrobras, Dilma disse: “Temos muitos motivos para preservar e defender a Petrobras de predadores internos e de seus inimigos externos. Por isso, vamos apurar com rigor tudo de errado que foi feito e fortalecê-la cada vez mais”. Na última terça-feira, a CVM informou que há seis processos administrativos para apurar as irregularidades na Petrobras, sendo que dois deles motivaram a abertura de inquérito. No entanto, a autarquia não citou os nomes dos investigados. Vale lembrar que a presidente Dilma presidiu o Conselho de Administração entre 2003 e 2010. Tal investigação deve elevar ainda mais os gastos das seguradoras com o pagamento das coberturas acessórias do seguro D&O da Petrobras. Em caso de gestão fraudulenta, a seguradora não é obrigada a pagar qualquer valor, seja da indenização determinada pela Justiça como das verbas extras para a manutenção do executivo com bens bloqueados ou custas judiciais. Mas até o julgamento, a seguradora arca com as custas judiciais, valor geralmente a fundo perdido, pois até o final do processo os réus já estão totalmente descapitalizados para fazer a devolução do dinheiro antecipado.
Em negócios, notícias desanimadoras para quem apostou na conquista de seguros de grandes projetos. Fontes ouvidas pela Bloomberg afirmam que a Petrobras decidiu atrasar alguns projetos, um deles de bilhões de dólares, e também congelar pagamentos em projetos com atrasos, incluindo sondas e plataformas. Também pretende adiar o início do complexo Comperj por dois anos, o que gera a demissão de 10 mil trabalhadores em construção civil e que contam com benefícios como planos de saúde e seguro de vida.
Em investimentos, a presidente disse que está em andamento uma carteira de R$ 143 bilhões em obras de mobilidade urbana em todo País, como PAC 3. Dilma falou também da infraestrutura de comunicações. “Reafirmo meu compromisso de promover a universalização do acesso à banda larga”, disse. Ela afirmou que, desde 2007, foram duas edições do PAC que totalizaram R$ 1,6 trilhão em investimentos.
Notícias relevantes para o mercado segurador no primeiro dia útil do ano. Mercado que pretende crescer dois dígitos mesmo com a projeção de analistas para um PIB estagnado.
Rumo ao mundo. Essa é a estratégia do IRB Brasil RE para enfrentar um ano desafiador como 2015. “Nos preparamos nos últimos anos para ganharmos uma posição de destaque no mundo de resseguros. Nos aproximamos de parceiros de negócios, contratamos especialistas de várias nacionalidades, com especialização em riscos e mercados catastróficos, e nosso capital é três vezes maior do que o exigido pela regulamentação”, afirma José Carlos Cardoso, que há três meses assumiu a vice-presidência da maior resseguradora local do Brasil.
Segundo ele, trata-se de uma mudança de paradigma. “Os negócios vinham até nós. Agora partimos em busca de bons clientes e projetos, base para conquistarmos o status de melhor resseguradora na América Latina em nichos específicos e não somente pelo tamanho que temos no Brasil”. Experiente, com passagens por empresas renomadas do setor, Cardoso concorda que tem um desafio e tanto nas mãos diante da acirrada concorrência instalada no mundo de resseguros, que vive um período de farta oferta, riscos agravados e investimentos engavetados pela recessão mundial. No Brasil, o cenário para resseguros também não é muito otimista para 2015. Tanto por ser um ano de ajustes, com projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) próximo a zero, como pela acirrada disputa travada entre os mais de 100 players atuantes no País. “Não vamos entrar em guerra de preços. Enquanto o mercado se acomoda e volta a praticar taxas compatíveis com os riscos, vamos aproveitar nossa estrutura, profissionais e capacidade financeira para buscar bons negócios ao redor do mundo, especialmente na América Latina, África e Ásia “, afirma ao blog Sonho Seguro.
Realmente a situação vivida atualmente no Brasil frustrou os acionistas de resseguradoras que apostaram suas fichas no crescimento significativo do PIB, que não se concretizou, e nos investimentos bilionários do pré-sal, de construção de navios e da obras do PAC, muitos adiados enquanto o país enfrenta uma onda de denúncias de esquemas de corrupção envolvendo construtoras e empresas estatais e privadas.
De acordo com o estudo da Terra Brasis, as resseguradoras locais apresentaram lucro de R$ 386 milhões nos primeiros nove meses de 2014, ante R$ 29 milhões registrado no mesmo período de 2013. Desse valor, quase tudo pertence ao IRB, com ganho de R$ 327 milhões, repartindo as demais resseguradoras minguados R$ 59 milhões.
A boa notícia é que o volume de resseguro cedido (bruto de comissão) ficou em R$ 9,25 bilhões no período de janeiro a setembro de 2014, 22% acima dos R$ 7,53 bilhões do mesmo período do ano anterior. “A reestruturação interna já traz frutos, como trazer de volta ao IRB vários parceiros de negócios que foram buscar na concorrência e hoje temos participação de mercado de 35%, que pretendemos manter com a prestação de um serviço diferenciado”, afirma Cardoso.
Diante dos números, com várias companhias com resultados aquém do que o previsto pelos acionistas para o período de cinco anos de abertura do mercado de resseguros, Cardoso aposta num período de ajuste em 2015, com as taxas deixando níveis comerciais para ganho de market share para voltarem a ser balizadas pelo aspecto técnico. Responsabilidade civil de executivos, conhecido como Directors & Officer (D&O), e seguros de riscos financeiros encabeçam a lista de reajuste de preço para cima, motivado pelo agravamento do risco com sinistros como as empresas do império X do empresário Eike Batista e Pebrobrás, envolvida em investigações de supostos esquemas de corrupção pelo Ministério Público. Além do aumento de preço, há endurecimento nas negociações de coberturas e de franquias.
Já para os contratos de seguro garantia e riscos de engenharia a aposta é de acirrada disputa entre os mais de 100 resseguradores presentes no Brasil pelos minguados projetos de infraestrutura e de expansão previstos para saírem da gaveta neste ano. “Vamos disputar, mas dentro de patamares aceitáveis definidos pela equação risco retorno”, informa. « O mercado vai se acomodar após cinco anos de abertura. É chegado o momento de separar os homens dos meninos », enfatiza.
A base de toda a estratégia de internacionalização e rentabilidade é a programada abertura do capital do IRB pelos principais acionistas (Tesouro, Banco do Brasil, Bradesco e Itaú Unibanco) há cerca de dois anos. “O plano de abrir capital é um incentivo a fazermos mais e melhor. O IRB já é o maior da América Latina, mas queremos ser líderes em alguns mercados de maneira isolada. Não pelo tamanho que temos no Brasil e sim ser líder pela nossa capacidade de subscrever riscos. É um plano para os próximos três anos e destaco que nunca deixei de cumprir minhas metas”, afirma o ex-profissional de companhias como Scor, Munich Re, Unibanco, AON e Odebrecht Corretora de Seguros, entre outras.
A Zurich, empresa global de seguros que atua em mais de 170 países e está presente no Brasil há 32 anos, tem como missão ajudar a comunidade a identificar e compreender riscos e, a partir disto, se proteger contra eles. Seguindo este ideal, a companhia formulou um material de fácil compreensão e genérico, com orientações que minimizam a possibilidade de residências sofrerem assaltos e roubos. Considerando-se as férias de verão no Brasil, este é o momento certo para se analisar o reforço de proteção.
Dicas para quando viajar
-Deixe a chave com uma pessoa de confiança e peça que ela cuide do local, retirando a correspondência da casa ou na portaria de prédio.
-Para não deixar evidente que a residência está vazia, uma alternativa pode ser o uso de temporizadores ou fotocélula nas lâmpadas para que elas apaguem durante o dia e acendam à noite. Outra possibilidade é pedir que alguém de confiança acenda as luzes durante a noite e apague durante o dia.
-Desligue a campainha. Assim, se alguém suspeito tocá-la, não terá certeza se você está ou não na casa.
-Evite comentar com pessoas estranhas que você vai viajar. Isso vale para suas redes sociais também.
-Reforce a porta principal com fechaduras auxiliares. Quanto às demais portas e janelas, feche com trancas ou cadeados.
Dicas para o dia a dia
Para o dia a dia, existem muitas formas de proteger uma casa contra assaltos e roubos. Aqui estão listadas as formas mais simples e acessíveis:
1 – Algumas regras gerais de segurança
-A primeira coisa que deve saber é que não existe nenhuma forma perfeita para impedir por completo um roubo. Todos os sistemas de proteção simplesmente impedem ladrões amadores e atrasam assaltantes profissionais.
-Rotinas diárias que você tem no seu dia a dia ajudam os possíveis assaltantes a saberem se você está em casa ou não. Tente, sempre que possível, quebrar este tipo de rotina.
-Nunca fale com um estranho sobre quando vai sair de férias ou quando não vai estar em casa.
-Não deixe nada que possa facilitar um assalto: chaves escondidas por baixo de um vaso, escadas, etc.
-Mesmo quando não está em casa, pelo lado de fora do imóvel é preciso que se tenha a impressão de que ela não está vazia. Use temporizadores para ligar e desligar luzes, televisões e rádios.
2 – Instalação de luzes de proteção contra assaltos
-A instalação de luzes exteriores de proteção com detectores de presença ou ligadas a um temporizador podem ter um efeito muito importante contra um possível assaltante.
3 – Melhorias de proteção em portas
-As portas e as janelas são geralmente os pontos mais vulneráveis de uma casa. Assim, estes devem ser os primeiros pontos aos quais atentar.
-As portas de acesso ao exterior deveriam ser, idealmente, blindadas com vários pontos de fixação. Se optar por uma porta blindada não se esqueça de ter um batente adequado.
-Contudo, se a porta blindada não for viável, a alternativa é ter a melhor porta possível e, para isto, reforce a segurança com dispositivos mecânicos fortes e de qualidade: dobradiças, fechaduras e trancas.
4 – Segurança de janelas
-As janelas devem, sempre que possível, ter um filme de segurança no vidro em ambos os lados. Este filme impede que o vidro se parta facilmente, o que atrasa a ação de ladrões.
-Ter vidro duplo é outra boa providência que dobra tanto o trabalho quanto o barulho.
-Ter grades de segurança e tranca acessível apenas do lado interno são outras formas de retardar invasões.
-Analise o emprego de grades ou barra de segurança na janela, porque podem impedir (ou dificultar) a saída dos proprietários em casos emergenciais.
5 – Sistemas de alarmes de proteção
-Os sistemas de alarme são uma forma muito boa de dissuadir os assaltantes e de avisar outras pessoas sobre algo fora do comum. Há muitos tipos de alarmes, que podem ser um investimento alto. Por isto a escolha deve ser bem pensada.
-Há detecção de invasão, como arrombamento de porta, quebra de janela, ou percepção de alguém no interior da residência.
-Os alarmes podem ser sonoros, ouvidos por vizinhos e pelos próprios ladrões, ou alertar somente a polícia e a central de alarmes.
-Também há opção de acionamento de telefone pré-determinado, com mensagem de alerta.
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