Novas normas Susep e CNSP

Fonte: portal CNseg

Entre as medidas, novas regras para apuração e cálculo de capitais de risco A Susep publicou em dezembro uma série de circulares com impacto no mercado segurador.
A Circular Susep nº 501 estabelece instruções adicionais para o cálculo do capital de risco das sociedades seguradoras, das entidades abertas de previdência complementar, das sociedades de capitalização e dos resseguradores locais. As regras incluem o cálculo para sociedades incorporadoras.

A Circular Susep nº 502 altera a Circular SUSEP nº 365, de 27 de maio de 2008, que estabelece normas para elaboração, operação e comercialização de títulos de capitalização.

A Circular Susep nº 503 altera a Circular Susep nº 427, de 15 de dezembro de 2011; a Circular Susep nº 457, de 14 de dezembro de 2012; e a Circular Susep nº 452, de 4 de dezembro de 2012.

A Circular Susep nº 504 altera a Circular SUSEP nº 460, de 21 de dezembro de 2012, que estabelece normas sobre a distribuição, a cessão, a subscrição e a publicidade na comercialização de títulos de capitalização, e dá outras providências.

A Circular Susep nº 505 altera dispositivos da Circular SUSEP nº 491/2014, que estabelece os elementos mínimos que devem ser observados pelas sociedades seguradoras na emissão de apólices e certificados de seguro.

A Circular Susep nº 506 altera a de número 376, definindo que toda sociedade de capitalização encaminhe à Coordenação Geral de Registros e Autorizações — CGRAT- no prazo de 15 (quinze) dias antes de iniciado o lançamento e/ou divulgação de cada promoção, uma série de documentos da empresa promotora subscritora de títulos de capitalização da modalidade incentivo, descritos na norma.

A Circular Susep nº 507 adota o Pronunciamento Técnico “CPA- 002 – Auditoria Atuarial Independente” elaborado pelo Instituto Brasileiro de Atuária – IBA.

O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) também aproveitou o fim de ano para publicar novas normas, como a Resolução CNSP nº 317, que dispõe sobre os critérios para apuração do capital de risco baseado no risco de mercado das sociedades seguradoras, entidades abertas de previdência complementar, sociedades de capitalização e resseguradores locais.

Já a Resolução CNSP nº 318 altera a Resolução CNSP Nº 249, de 15 de fevereiro de 2012, que dispõe sobre a atividade dos corretores de seguros de ramos elementares e dos corretores de seguros de vida, capitalização e previdência, bem como seus prepostos.

A Resolução CNSP nº 319 revoga resoluções relacionadas a Ativos Garantidores, Provisões Técnicas, Imposto de Renda dos Ativos Garantidores e Patrimônio Líquido Ajustado.

Por fim, a Resolução CNSP nº 320 aprova o Regimento Interno da Superintendência de Seguros Privados – Susep.

Mercado de Saúde Suplementar totaliza R$ 102,7 bilhões em despesas assistenciais

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As despesas assistenciais no mercado de Saúde Suplementar cresceram 16,7%, totalizando R$ 102,7 bilhões. Os dados são referentes ao intervalo de setembro de 2013 a setembro de 2014. No mesmo período, as receitas de contraprestações, ou seja, com o pagamento das mensalidades dos beneficiários, apresentaram aumento de 17,5%, chegando a R$ 126,6 bilhões. As despesas assistenciais são o custeio dos gastos médicos, odontológicos, hospitalares, exames e outros procedimentos ambulatoriais.

O estudo é da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) com base no dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Mesmo com o ano de baixo crescimento econômico, os números mostram um respiro do setor, ante o crescimento das despesas superior ao de receitas, como observado em anos anteriores. Na expectativa da entidade, o próximo ano tende a ser mais equilibrado em termos de receitas e despesas.

As provisões técnicas acumuladas no mercado de Saúde Suplementar alcançaram, em setembro deste ano, a casa de R$ 27 bilhões. Quando comparado ao volume provisionado até setembro de 2011, o crescimento foi de 51,7%, representando R$ 12 bilhões.

Em setembro deste ano o setor atingiu a marca de 71,9 milhões de beneficiários, expansão de 4% em relação ao mesmo mês de 2013. Os planos de assistência médica contabilizaram 50,6 milhões de beneficiários, crescimento de 2,8%. Já os planos exclusivamente odontológicos totalizaram, em setembro, 21,3 milhões de vidas, 7% acima ao registrado no mesmo mês de 2013. A expectativa da FenaSaúde é de que o setor feche 2014 com crescimento de 3% no número de beneficiários e, para 2015, a expansão seja de 2,7 a 3,3%.

Disputas entre seguradoras e empresas afeta grandes projetos

Fonte: Carta Capital

Disputas judiciais entre seguradas e seguradoras são comuns, mas um tipo específico de conflito acumula tensões em grandes grupos empresariais nacionais e estrangeiros atingidos por sinistros em tempos recentes. A negativa, por parte de seguradoras, de indenizações para companhias com empreendimentos de vulto no País provoca insegurança jurídica e econômica e prejudica os investimentos e a retomada do crescimento, reclamam as prejudicadas. A frequência de casos do gênero é crescente. A julgar pelas reclamações apresentadas à Justiça, algumas seguradoras, com o objetivo de evitar, adiar ao máximo ou reduzir o valor da cobertura dos sinistros, recorrem a expedientes ortodoxos e, não raro, a manobras heterodoxas também. O resultado é o prolongamento do tempo de tramitação dos casos, com o desgaste das seguradas e a diminuição das indenizações negociadas.

CSN, Odebrecht, Alumar, Braskem, Anglo American, Gerdau, Açominas e outros grandes grupos compõem a lista cada dia mais extensa de segurados prejudicados por negativas de cobertura de sinistros por parte de suas seguradoras. O caso da Anglo American, ressalvadas as especificidades, é didático por conter elementos comuns aos demais. A Itaú Seguros alegou negligência da segurada para negar a cobertura de um acidente e esta aponta manipulações e insuficiência de provas da primeira com o objetivo de protelar o pagamento da indenização.

O acidente destruiu o porto privado da Anglo American no Rio Amazonas, na localidade de Santana, adjacente a Macapá, no Amapá, na madrugada de 28 de março de 2013. Em menos de um minuto, o atracadouro e um pedaço do continente foram arrastados pelas águas. Uma câmera de segurança instalada no porto registrou o início do desastre, rio acima, com o desaparecimento de um poste de iluminação localizado a cerca de 150 metros das pilhas de minério acumuladas no pátio do porto. Seis trabalhadores morreram e houve grandes prejuízos materiais.

Um documento recente anexado ao processo movido pela empresa inglesa contra a Itaú Seguros pela negativa de cobertura, no valor de 360 milhões de reais, deve contribuir para o esclarecimento das causas desse sinistro. Segundo o estudo elaborado pelo engenheiro geotécnico Sandro Salvador Sandroni, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e doutor pela Universidade de Londres, não houve negligência da mineradora. “Os depoimentos que serviram de base para o relatório da autoridade marítima e para os peritos que trabalharam para a seguradora nunca indicaram a presença das pilhas de 110 mil toneladas na parte baixa do terminal, próximo ao rio, apontada pela seguradora para alegar negligência (por suposto excesso de peso no terreno) e negar a indenização. Todas as demais evidências confirmam não existirem, nos lugares em que foram imaginadas pelas perícias da seguradora, as imensas pilhas (de minério de ferro) confessadamente presumidas pela seguradora”, concluiu Sandroni, após extensa análise técnica.

As pilhas, inexistentes nos locais apontados pela Itaú Seguros, segundo o laudo do geólogo, foram adotadas como “premissa básica e determinante da hipótese de ruptura por excesso de carga em local inadequado”. Teria ocorrido ainda indução ao erro, pois as universidades contratadas pela seguradora para reforçar a tese “confiaram nessa falsa premissa, o que invalida as conclusões alcançadas”. Segundo as análises, o sinistro foi provocado pela presença de um solo de rara ocorrência no Brasil, denominado argila sensível.

O estudo do geólogo reforça o teor do depoimento feito em junho deste ano por Mario Bicalho de Figueiredo, superintendente de Sinistros da Itaú Seguradora na época do desastre. Em um boletim de ocorrência, o executivo confirmou a sua recomendação para a cobertura securitária da Anglo American, em sintonia com o parecer da Crawford Brasil Reguladora de Sinistros.

“Nunca tivemos esse tipo de problema no mundo. É muito difícil explicar para a matriz. Sabemos, por contato com outras empresas, que a negativa de cobertura tem ocorrido com certa frequência. A gritaria é geral. As pessoas têm de tomar muito cuidado quando escolherem uma seguradora”, diz Gerson Rego, gerente-geral Jurídico da Anglo American Brasil.

No processo movido para a cobrança do seguro, a mineradora inglesa aponta procedimentos da seguradora que considera de difícil justificação. A empresa estranhou o silêncio e a demora, superior a um ano, na regulação do sinistro. A regulação é uma atividade usual no ramo e destina-se à compreensão da natureza do sinistro e à mensuração dos prejuízos indenizáveis. Depois de receber o laudo da Crawford, uma das maiores reguladoras do mundo, favorável à indenização, a Itaú Seguros contratou a empresa UON, do mesmo ramo, que emitiu um parecer contrário à cobertura. Entre os documentos entregues pela Itaú Seguradora à Anglo American por força de uma decisão judicial, foi encontrado o relatório da Crawford com a proposta de indenização. Outro laudo com logotipo dessa empresa, mas sem assinatura, contém parecer desaprovador da indenização.

Para a mineradora, há muitos fatos atípicos no comportamento da seguradora. Supostos excertos de depoimentos sobre a localização de grandes pilhas de minério na parte menos resistente do pátio do porto, junto à margem, não encontram correspondência nos teores desses mesmos depoimentos, alega a empresa inglesa. Horas depois de negar a cobertura, a seguradora entrou com ação, assinada por três escritórios de advocacia no Rio de Janeiro, contra o pleito de indenização apresentado pela Anglo American. O fato de a ação ter o dobro de documentos em relação à quantidade apresentada para justificar a negativa de cobertura levou a mineradora a concluir que não foi comunicada adequadamente sobre as razões para a negativa de pagamento.

A Anglo American considerou abusiva a argumentação da seguradora sobre a existência, na apólice, de exclusão de cobertura para danos decorrentes de deslizamento de terra. Primeiro, por não considerar que houve um deslizamento, mas uma ruptura seguida de liquefação do solo. Depois, pelo fato de a exclusão não constar da apólice emitida pela Itaú Seguros. Para ocorrerem alterações no texto das apólices, é preciso emitir aditamentos contratuais, chamados de endossos, a serem entregues obrigatoriamente ao segurado, por formalizarem mudanças nas cláusulas do contrato de seguro. No caso específico, a exclusão de deslizamento alegada pela seguradora foi inserida na apólice do seguro meses depois de ocorrido o sinistro, por meio de endosso emitido pela seguradora e nunca enviado à segurada. A Itaú Seguros não quis comentar o caso.

Para Jonathan Cook, gerente mundial de Riscos da Anglo American, “o modo com que foi feito o processo de ajustamento da perda e o comportamento da Itaú Seguradora e seus resseguradores, no que se refere ao sinistro do porto de Santana, continua a ser motivo de grande preocupação e surpresa para a Anglo American. A nossa preferência é sempre trabalhar com seguradores e reguladores para entender a causa das perdas e quantificar o impacto financeiro em uma base amigável. Entretanto, na ausência de uma mudança de atitude da Itaú Seguros e dos seus resseguradores, nós não temos outra opção a não ser continuar em busca de um acordo justo através das cortes de Justiça. Pode ser um processo longo e custoso e, como resultado disso, o mercado brasileiro de seguros vai sofrer, na medida em que clientes começarem a questionar o valor real do seguro que adquiriram”.

A responsabilidade das seguradoras nos casos de negativa de cobertura deve ser avaliada no contexto das empresas resseguradoras, presença obrigatória quando se trata de coberturas de grandes proporções. Pressionadas pelas seguradoras, elas têm dificultado o pagamento de sinistros. O problema assumiu proporções suficientes para um dos casos ser levado a uma câmara de arbitragem especializada em Londres. A corte foi acionada pelas seguradoras, que obtiveram uma decisão que obriga as empresas do consórcio de Jirau a não praticar mais nenhum ato judicial no Brasil. O consórcio conseguiu no País uma decisão contrária àquela da corte inglesa, mas o risco de prisão dos diretores e de penhora do patrimônio das empresas em caso de desobediência levou ao menos uma parte da indenização a ser discutida em Londres.

O mercado de seguros desempenha papel-chave na administração e transferência de riscos na economia. A aparente generalização da recusa em indenizar seguradas em sinistros de grandes proporções indica a possível existência de um problema sistêmico, com ameaça aos empreendimentos e prejuízo ao País.

Estudantes de Harvard visitam a Liberty Seguros

liberty clippingFonte: Release

Um grupo de estudantes do programa de MBA Field da Harvard Business School chega ao país em janeiro de 2015 para visitar as operações da Liberty Seguros no Brasil. A seguradora é uma parceira global da instituição e os alunos farão um programa de imersão de uma semana para intercâmbio de conhecimento junto à operação local da empresa.

Durante a visita, os estudantes participarão de diversos encontros e discussões com líderes e gestores da Liberty Seguros. O programa de MBA de Harvard é um dos mais prestigiados dos Estados Unidos e a instituição promove e estimula o contato com empresas inovadoras e pioneiras e seus segmentos para integrar ao ambiente acadêmico à prática dos negócios.

Sobre a Liberty Seguros A Liberty Seguros está no mercado brasileiro desde 1996 e está entre os nove maiores grupos seguradores do país. Com prêmios de R$ 2,4 bilhões e uma carteira com mais de 1,3 milhão de segurados, tem cerca de 1,5 mil funcionários, em 72 pontos de vendas em todo Brasil.

Com mais de 13 mil corretores em todo o território nacional, a Liberty Seguros possui um portfólio com mais de 100 soluções de seguros para pessoas físicas, empresas e grandes riscos e está presente em diversos canais de venda. É pioneira em seguros personalizados para funcionários de empresas, o seguro de afinidade (Affinity) e especialista na venda no canal Concessionária, por meio da marca Indiana Seguros.

IFC faz nova aposta no mercado segurador brasileiro: é o novo acionista da Austral

Mais um investimento do IFC, do Banco Mundial, na indústria de seguros do Brasil. Depois da Terra Brasis, Sulamerica e Swiss Re Solutions, agora foi a vez da Austral Seguradora e na Austral Resseguradora.

A portaria da Susep ratifica que o controle e a ingerência efetiva dos negócios de Austral Seguradora S/A e na Austral Resseguradora passam a ser exercidos por Gilberto Sayão da Silva, Alessandro Monteiro Morgado Horta e Paulo Fernando Carvalho de Oliveira.

Susep divulga critérios para apuração do capital de risco baseado no risco de mercado

A Susep divulgou vários normativos no dia 24. Entre as principais determinações, a xerife do mercado segurador deu mais tempo para as seguradoras se adequarem às novas regras de emissão de apólices e certificados de seguro contidas na Circular 491/2014. Em vez de 180 dias, como disposto inicialmente, as empresas têm 270 dias. Também divulgou critérios para apuração do capital de risco baseado no risco de mercado (CRmerc). Segundo o texto, o risco de mercado consiste na possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de flutuações dos mercados financeiros, que causam mudanças na avaliação econômica de ativos e passivos dessas sociedades. Ainda de acordo com o texto, as novas regras para o cálculo do CRmerc não se aplicam às operações do DPVAT.

Resseguro registra alta de 22% até setembro, informa estudo da Terra Brasis

terra brasisA Terra Brasis divulga novo estudo, que já está disponível no portal da resseguradora. A edição traz dados de 16 grupos com resseguradoras locais, 20 grupos cujo maior envolvimento com o Brasil é por meio de licença como resseguradora admitida e 44 grupos cujo envolvimento com o Brasil é somente como resseguradora eventual. Dos 40 maiores grupos resseguradores mundiais, 36 operam no Brasil.

De acordo com o estudo enviado ao blog Sonho Seguro, o volume de resseguro cedido (bruto de comissão) ficou em R$ 9,25 bilhões no período de janeiro a setembro deste ano, 22% acima dos R$ 7,53 bilhões do mesmo período do ano anterior. O IRB encerrou os primeiros nove meses de 2014 com uma participação de mercado de 31%, as outras resseguradoras locais 37% e as resseguradoras estrangeiras com 32%.

Os números do terceiro trimestre de 2014 mostram uma pausa no movimento de recuperação das resseguradoras locais visto ao longo de 2014. Observa-se uma piora da sinistralidade acumulada de 12 meses, acompanhado de uma melhoria do índice do resultado de retrocessão. No conjunto, o Combined Ratio continua próximo de 100%.

Nos primeiros nove meses de 2014, as resseguradoras locais apresentaram lucro de R$ 386 milhões, ante R$ 29 milhões registrado no mesmo período de 2013. O IRB apresentou lucro de R$ 327 milhões e as demais resseguradoras de R$ 59 milhões.

CVG-SP reúne a imprensa de seguros em animada happy hour

cvgPor Márcia Alves

Para a imprensa de seguros não existe melhor maneira de marcar o encerramento das pautas e reportagens do ano do que a happy hour do CVG-SP. O tradicional evento é aguardado com expectativa pelo pessoal da mídia especializada, que aproveita a ocasião para relaxar e se divertir.

Neste ano o CVG-SP apostou no estilo descolado e intimista do Tatu Bar & Palco, localizado no subsolo do festejado restaurante Jacarandá, em Pinheiros. Com iluminação intimista e confortáveis sofás de couro, o local também é conhecido pelas atrações culturais, como shows de jazz, tango, música de raiz etc. Aliás, o slogan do bar é bem sugestivo: “desça às raízes do jacarandá e conheça o tatu – álcool, música e prazeres subterrâneos”.

A animação da happy hour foi garantida pelo som de DJ, que empolgou o pessoal com uma seleção de hits dos anos 80 e 90, em especial as bandas Legião Urbana e Ultraje a Rigor. Entre outros ritmos, o funk levou todos para a pista de dança.

Além das equipes das revistas e sites especializadas do setor, também marcaram presença, pela primeira vez no evento, a editora da revista Opinião.Seg, Christina Roncarati, o presidente da Academia Paulista de Letras e colunista do Estadão, Antonio Penteado Mendonça, e a jornalista do CQCS, Sueli Santos.

No encerramento do encontro, o CVG-SP surpreendeu o pessoal da imprensa com o sorteio de um barril de 5 litros da clássica cerveja belga Delirium Tremens, conhecida pela marca do elefante cor-de-rosa.

O sorteio foi comandado pelo presidente do CVG-SP, Dilmo B. Moreira, com o auxílio luxuoso do mais famoso fotógrafo da área de seguros, Antranik Assarian. O contemplado foi o editor da revista Segurador Brasil, Maurício Dias, que já provou ser muito sortudo – na festa do CVG-SP, em novembro, ele também foi um dos cinco sorteados, ganhando um Tablet Galaxy.

Na saída, a gerente administrativa do CVG-SP e organizadora do evento, Lúcia Gomes, entregou aos convidados uma garrafa da cerveja Delirium Tremens.

Registro: Participaram da happy hour do CVG-SP: Antonio Penteado Mendonça (colunista do jornal O Estado de S. Paulo); Antranik Assarian (Antranik Photos); Carlos Pacheco (revista Segurador Brasil); Christina Roncarati (revista Opinião.Seg); Denise Bueno (Blog Sonho Seguro); Francisco Pantoja (revista Apólice); Graciane Pereira (revista Apólice); José Carlos Labruna (revista Segurador Brasil); Kelly Lubiato (revista Apólice); Márcia Alves (CVG-SP); Maurício Dias (revista Segurador Brasil); Raul Marzocchi (Portal Segs); Sueli dos Santos (CQCS); eThais Ruco (JCS/ Sincor-SP).

Tokio Marine atinge a marca histórica de 1 milhão de veículos segurados

marcelo goldmamRelease

A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros do mundo, comemora a entrada no seleto grupo de companhias que bateram a marca de 1 milhão de veículos segurados. No portfólio, estão incluídos os seguros Auto, Auto Clássico, Auto Frota, Caminhão e Utilitário Carga. A empresa também encerrará 2014 com o expressivo crescimento de mais de 33% em prêmios. Pelo terceiro ano consecutivo, é o melhor desempenho entre as maiores seguradoras do País.

“Em três anos, dobramos o market share de 3% para cerca de 6%. Também tivemos significativo aumento da produção: de R$ 640 milhões, em 2011, para cerca de R$ 1,85 bilhão, em 2014. Estamos em 7º lugar no ranking e muito orgulhosos por atingir a marca histórica de 1 milhão de veículos segurados”, afirma o Diretor-Executivo de Produtos Massificados da Tokio Marine, Marcelo Goldman.

Segundo ele, o resultado se deve ao reconhecimento, por parte de Corretores e Assessorias, do alto nível de qualidade em produtos e serviços oferecidos pela Companhia. A cada mês, cerca de 200 novos Corretores optam por trabalhar com os produtos da Seguradora. Além disso, para atingir seus objetivos, a Companhia baseia sua estratégia em crescimento com rentabilidade.

“Triplicamos a carteira de Automóvel e mantivemos um bom nível de sinistralidade. Atualmente, nossa média é de 60%, contra 64% do mercado. Outro aspecto fundamental tem sido o equilíbrio das despesas administrativas, o que também contribui para a saúde financeira e crescimento da Tokio Marine”, explica o executivo. Para 2015, o plano é manter o bom desempenho e crescer entre 15% e 20% no segmento.

A ideia é continuar investindo em aprimoramento dos produtos e serviços oferecidos aos Corretores e Clientes. “Vamos implementar melhorias e novidades para manter nossa posição entre as companhias mais inovadoras do mercado. Já estamos programando, por exemplo, o lançamento de um novo sistema de cálculo, mais ágil e eficiente, com inúmeras possibilidades de lançamentos de coberturas e serviços”, destaca Marcelo Goldman.

Farmers Mutual deve comprar operação de seguros da John Deere

fonte: Valor/Comunicado

A multinacional americana fabricante de máquinas agrícolas e de construção anunciou ontem que entrou em acordo definitivo para vender seu negócio de seguro agrícola para a Farmers Mutual Hail Insurance Company of Iowa (FMH), com sede em Des Moines, capital do Estado americano de Iowa.

O negócio ainda está sujeito à aprovação regulatória e deverá ser concluído no primeiro trimestre de 2015, conforme comunicado da John Deere. A ação é resultado de uma revisão de opções estratégicas para o negócio de seguro agrícola, já anunciado anteriormente pela Deere. O acordo vai resultar na venda da John Deere Insurance Company e da John Deere Risk Protection. As duas empresas eram responsáveis pelo setor de seguros da companhia, que pertencia à unidade da John Deere Financial. A John Deere teve atuação na área de seguros por nove anos.

A FMH foi fundada em 1893 e é um fornecedor de soluções de gerenciamento de risco nas Américas, incluindo seguros privados e federais, produtos e serviços de resseguro, bem como seguro agrícola, de automóveis e imóveis.