Seguros em debate no CIAB 2015, que acontece entre 16 e 18 de junho

IMG_6917Durante a 25ª edição do Ciab FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras, a trilha técnica de Seguros desenvolvida em parceria com a CNseg, debaterá importantes questões relacionadas ao mercado segurador, que, com vendas anuais superiores a R$ 200 bilhões, conquistou um espaço e tanto na economia e na rentabilidade dos bancos nos últimos anos. Por conta disso, ganhou destaque no principal evento de tecnologia bancária. Serão sete temas para compor os debates no CIAB 2015, organizadas pela Confederação das Seguradoras (CNseg).

Levar o produto para o consumidor no canal que ele quer ser atendido é, sem sombra de dúvidas, a prioridade do setor. Isso desencadeia uma enorme agenda de mudanças, que será debatida no painel Mercado Segurador, desafios e oportunidades, com participação de Alexandre Leal, presidente da comissão de TI da CNseg e um dos responsáveis pela estruturação da Trilha de Seguros.

Segundo Leal, desde que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) regulamentou a venda de seguros por meios remotos, como computadores, tabletes e celular, um mundo novo surgiu dentro das seguradoras. “A venda por meio do celular nos ajuda nesse processo com a redução do custo de aquisição dos seguros, o que vai contribuir para aumentar o volume de captações uma vez passamos a ter oportunidades e desafios de acessar camadas de população que não estão sendo atendidas”, diz.

Eugênio Velasques, diretor do Bradesco, será um dos palestrantes do painel “Desafios da distribuição de seguros”, que acontece no dia 18 de junho, das 11h30 às 12h45. “É como criar um novo mundo. Toda a plataforma tem de ser alterada para olhar para o cliente. Produtos tem de se tornar mais simples de serem entendidos e a burocracia e a emissão de papéis têm de ser eliminadas. Organizar sistemas para viabilizar a integração de todos os processos da cadeia de venda é trabalhoso e requer investimentos financeiros, de tempo e também em talentos”, comenta.

Mas todos sabem que esse caminho digital requer muitos cuidados. Desde a proteção do consumidor, como também do próprio mercado para questões especificas. “É preciso investir em educação financeira para que o cliente, que muitas vezes faz compra por impulso, saiba exatamente o que está adquirindo”, destaca Leal. Também é preciso criar sistemas de proteção às informações transacionadas para combater fraudes e gerenciar riscos.

Um mundo totalmente conectado tem um lado positivo e todas as precações precisam ser tomadas para atuar nesse mercado digital com mais segurança que tem de tomar para entrar nesse mercado. Esse assunto será debatido nos dois painéis da tarde do dia 17: “Consumidor e a proteção do mercado” e “Prevenção e combate à fraude em gerenciamento de riscos: Avanços e desafios”.

Todas essas transformações exigem um grande esforço das companhias de seguros e por isso serão abordadas nos painéis “Transformação digital: qual o impacto nas seguradoras” e “Integração de plataformas de TI em seguradoras, previstas para a tarde do dia 18.

A Trilha de Seguros acontece simultaneamente aos painéis sobre operações bancárias e meios de pagamentos. O Ciab FEBRABAN será realizado entre os dias 16 e 18 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Esse ano, além da trilha de Bancos internacionais, o evento contará ainda com outras quatro trilhas focadas em Segurança da Informação, TI e Telecom; Meios de Pagamentos; além da de Seguros.

Para ler a edição 57 da revista Ciab Febraban, acesse: https://issuu.com/revistaciab/docs/revista_ciab_57_jun15_?e=0

Para conferir a programação completa, acesse: www.ciab.org.br

ANOTE NA AGENDA:

Ciab FEBRABAN
Data: 16 a 18 de junho de 2015
Local: Transamérica Expo Center (Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro)
Site:http://www.ciab.org.br
Credenciamento para imprensa:ciab@s2publicom.com.br

Sobre o CIAB FEBRABAN

O CIAB FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras – é o maior evento da América Latina tanto para o setor financeiro quanto para a área de tecnologia.

Foi criado em 1990 e desde a sua primeira edição, em 1991, vem incentivando o desenvolvimento da tecnologia e inovação bancária. Anualmente, o congresso reúne público de aproximadamente 15 mil pessoas. Apresenta cerca de 120 personalidades entre conferencistas e debatedores em mais de 30 painéis.

Cresce a procura por seguro de RC por profissionais da área médica

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Ainda pouco conhecido no Brasil, a procura pelo seguro de responsabilidade civil para profissionais liberais médicos e dentistas vem crescendo. Nos últimos três anos, a Mapfre Seguros, marca do grupo segurador BB e Mapfre, registrou aumento de 26% na comercialização de apólices do Responsabilidade Civil Profissional.

Esse tipo de seguro garante o reembolso das despesas por condenações judiciais quando o profissional causa danos a terceiros. A cobertura do seguro, no entanto, é restrita a processos por erros ou omissões do profissional no exercício da sua atividade.

“A área de saúde é de uma complexidade muito grande e esses profissionais podem sofrer consequências de ações judiciais. O produto garante o valor da condenação ou o valor do acordo extra judicial até o limite de garantia contratado, incluindo honorários e custas do processo”, explica Danilo Silveira, superintendente executivo de seguros tradicionais.

A apólice cobre o valor de até R$ 600 mil, e estende-se a profissionais médicos, dentistas, veterinários, fisioterapeutas, farmacêuticos e enfermeiros.

Lei de Contrato de Seguro será tema de palestra na APTS, dia 17 de junho

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O presidente do Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS), Ernesto Tzirulnik, participará do ciclo de Palestras do Meio-Dia da APTS, dia 17 de junho, apresentando o tema “Lei de contrato de seguro: nenhum passo atrás”.

“O IBDS está certo de que o Brasil, por sua grandiosidade tanto nas virtudes quanto nos vícios, demanda e merece uma lei de contrato de seguro efetivamente democrática, que proporcione a regulação da atividade securitária com vistas ao bem de todos”, defende Tzirulnik, que é coordenador da comissão elaboradora dos anteprojetos Lei de Contrato de Seguro – PLS 3.555/2004, 8.034/2010, 8.290/2014 e PLS 477/2013.

O projeto de lei original (PL 3.555/2004), apresentado pelo então deputado federal José Eduardo Cardozo, atual ministro da Justiça, passou por diversas modificações. As principais mudanças estão relacionadas em quadro comparativo produzido pelo IBDS.

Serviço

Palestra do Meio-Dia “Lei de contrato de seguro: nenhum passo atrás”

Apresentação: Ernesto Tzirulnik

Data: 17 de junho, das 12h às 13h30

Local: sede da APTS, no Largo do Paissandu, nº 72, 17º andar, conj. 1704, centro, S. Paulo (SP)

Informações e inscrições: pelo e-mail: apts@apts.org.br e telefones (11) 3227 4217 e 3229 6503

AIG lança campanha para alavancar venda de seguro de carro

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A American International Group, Inc. (AIG), uma organização internacional, líder no mercado securitário e que presta serviços a clientes em mais de 100 países e jurisdições, inova mais uma vez e apresenta sua nova campanha publicitária “Carros da sua Vida”. O objetivo da companhia é reforçar a estratégia comercial de seguros para automóveis e aumentar sua participação no segmento de seguros voltados para o consumidor final. Com peças para TV, mobiliário urbano, ações de merchandising, mídia digital e impressa, a campanha mostra o vínculo emocional entre o carro e os bons momentos vividos por seus proprietários, em que os carros têm participação como fio condutor, ressaltando que o melhor de cada automóvel são as histórias e as emoções que eles carregam.

A campanha “Carros da sua vida” será veiculada em fases. No primeiro momento, a partir do dia 14 de junho, recebem a comunicação os mercados do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e Goiás e o lançamento será por meio do filme publicitário no intervalo do Fantástico, da Rede Globo. Posteriormente, chegará aos demais Estados da Região Sudeste e às praças do Nordeste.

O Seguro Auto AIG apresenta um modelo de negócios ágil para corretores e clientes, com o apoio de uma plataforma de cotação online simplificado e com com questionário de risco objetivo. O produto será comercializado por meio dos diversos canais de distribuição e sempre com o corretor de seguros.

“No Brasil, existe muito espaço para crescer no segmento de seguros para automóveis. Por isso, a AIG está focando seus esforços para oferecer um produto que venha, de fato, ao encontro das necessidades do cliente final”, afirma Gisele Riglia, responsável pelo produto Seguro Auto AIG.

A AIG atende clientes comerciais, institucionais e individuais por uma das maiores redes internacionais de seguros de propriedade e de acidentes no setor de seguradoras e usará sua expertise e reputação para crescer no segmento de automóveis, equilibrando o portfólio para pessoas físicas. “Carros da sua vida é um marco na comunicação da AIG voltada aos produtos para o mercado de pessoas físicas. Estamos muito otimistas com esta campanha”, ressalta Fabio Protásio Oliveira, Diretor de Linhas de Consumo da AIG Brasil.

Tokio Marine compra HCC Insurance, do Texas, por US$ 7,5 bi

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A Tokio Marine Holdings, o mais antigo conglomerado securitário japonês do mundo, divulga a aquisição da HCC Insurance Holdings por US$ 7,5 bilhões, o equivalente a R$ 24 bilhões. O negócio é o maior já feito por uma companhia de seguros japonesa no exterior, segundo o The Wall Street Journal.

A Tokio Marine está expandindo seus negócios internacionais e a compra da HCC, que tem sede em Houston (Texas), vai potencializar significativamente a sua presença nos EUA, maior mercado de seguros do mundo. Com o acordo, a Seguradora passará a ofertar seguros de saúde e trabalho, políticas de responsabilidade para diretores e conselheiros, seguro de agricultura e outras linhas especializadas.

Em nota, a Companhia informou que vai pagar US$ 78 em dinheiro por ação pela totalidade dos papéis em circulação da HCC. O preço da compra representa 37,8% do valor de fechamento da empresa na última terça-feira. A transação deverá ser concluída no quarto trimestre e está sujeita à aprovação dos acionistas e reguladores da HCC.

A aquisição da HCC, somada às atuais empresas Kiln, no Reino Unido, Philadelphia e Delphi, nos Estados Unidos, além da operação da Tokio Marine no Brasil, solidifica o Grupo como uma seguradora verdadeiramente global, com as principais franquias especializadas. Além disso, o Grupo Tokio Marine vai acelerar o crescimento em escala e rendimento de seus negócios internacionais, com um aumento de 38% para 46% nos lucros no ano fiscal de 2015.

Em um comunicado, o presidente da Tokio Marine, Tsuyoshi Nagano, afirmou que a união das operações já existentes na Tokio Marine com os segmentos de atuação da HCC contribuirá para uma maior diversificação das exposições aos riscos no portfólio global da empresa. Essa expansão trará significativa melhoria na eficiência de capital e crescimento de lucro sustentável, o que permite o estabelecimento de base de negócios do Grupo mais sólida.

De acordo com Christopher JB Williams, CEO do HCC, com a Tokio Marine, a empresa ganha espaço no cenário internacional para expandir seu portfólio e experiência, além de uma base financeira para competir com as maiores seguradoras e a oportunidade de expandir as coberturas oferecidas aos clientes.

Para o Brasil, o grupo Tokio Marine também tem um plano de expansão agressivo. Depois de atingir a expressiva produção de R$ 3,26 bilhões no ano passado, o que representou um crescimento de 22,9%, a Companhia reforçou sua atuação na área comercial para alcançar os objetivos do Plano Avançar de maneira sustentável. As ações envolvem reforço das equipes, aberturas de novas sucursais e fortalecimento do relacionamento com os Parceiros de Negócios nos quatro canais de distribuição: Varejo, Corporate, Afinidades e Contas Japonesas.

“Estamos focados na estratégia do Plano Avançar, que prevê chegarmos a uma produção de R$ 5 bilhões até 2017. Sabemos que nosso objetivo é bastante arrojado, mas as expectativas são bem realistas. Prova disso é que, nos cinco primeiros meses de 2015, nossa produção cresceu 21% em relação ao mesmo período do ano passado. Na carteira de Grandes Riscos, o avanço chega a 34%”, afirma o presidente, José Adalberto Ferrara.

Seguradoras registram lucro não consolidado de R$ 7,7 bi no 1o. quadrimestre de 2015

O mercado segurador registrou lucro líquido não consolidado tecnicamente de quase R$ 7,7 bilhões no primeiro quadrimestral de 2015, 35% acima dos R$ 5,6 bilhões do mesmo período de 2014. Excluindo o resultado de coligadas e controladas, o lucro operacional já descontado os tributos cai para R$ 5,3 bilhões de janeiro a abril de 2015, 57% acima dos R$ 3,3 bilhões do mesmo período de 2014, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira pelo consultor Luiz Roberto Castiglione, com base nos dados estatísticos divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

A taxa média de retorno do patrimônio líquido foi equivalente a uma aplicação financeira com remuneração anual de 32,50% contra 25,41%. O índice combinado foi 86,45% dos prêmios e contribuições ganhas contra 88,94% do ano passado. De acordo com o estudo, a margem de seguros foi equivalente 23,4% dos prêmios ganhos contra 20,4% de 2014. Já a margem de previdência tradicional + VGBL + PGBL representou 11,1% das rendas e contribuições contra 12,6% do ano passado. O conjunto obteve uma margem global equivalente 28,4% dos prêmios e contribuições ganhas contra 21,9% de 2014.

Castiglione afirma que esses desempenhos decorrem dos seguintes pontos:

a) O volume de produção considerando o VGBL somou R$ 55,3 bilhões nos primeiros quatro meses de 2015, 18,5% acima dos R$ 46,7 bilhões do mesmo período de 2014. Excluindo esse produto o total de vendas em seguros passa a ser de R$ 30,3 bilhões contra R$ 28,5 bilhões do ano passado um incremento de 6,1% (inferior à inflação média do período – 12 meses – IPCA = 8,17%). Veremos mais adiante que as pequenas variações se concentraram exatamente naqueles produtos que eram incentivados pelo Governo até o ano passado. No que tange ao VGBL temos um crescimento atípico devido as transferências de aplicações financeiras menos rentáveis (poupança) para o VGBL;

b) No segmento de seguros com a queda nas vendas tivemos uma redução no incremento da provisão de prêmios não ganhos fazendo com que os prêmios ganhos somassem R$ 26,5 bilhões contra R$ 24,1 bilhões de 2014 um crescimento de 9,9%. Como os sinistros cresceram somente 4,7% o mercado apurou uma sinistralidade de 48,9 % dos prêmios ganhos em 2015 contra 51,2% do ano passado. Cabe lembrar que os prêmios ganhos atuais são fruto, em grande parte, do RUN ON de 2014 e com a queda na atividade econômica a precificação se tornará mais acurada além, obviamente, do repasse da inflação;

c) Considerando que as despesas de comercialização e as outras R/D. Operacionais apresentam comportamentos bem parecidos com 2014 a Margem de Seguros representou 23,4% dos prêmios ganhos em 2015 contra 20,4% do ano passado, um aumento gerado por uma boa precificação técnica (sinistralidade menor);

d) Já o segmento de Previdência e VGBL também apresentou um maior impacto de provisões técnicas em função do crescimento do VGBL. Com isso sua margem ao final representou 11,1% das Rendas e Contribuições contra 12,6% de 2014. Com a perda do poder aquisitivo e as transferências de aplicações menos rentáveis a tendência é de crescimento menos acentuado;

e) Com Custos Administrativos comportados o Mercado gerou uma Combined Ratio de 86,45% dos prêmios e contribuições ganhas contra 88,94% do no anterior. Com o crescimento da taxa básica de juros o Resultado Financeiro apresentou um crescimento de 51,5% fazendo com que a Rentabilidade Operacional passasse de 21,9% dos prêmios e contribuições ganhas para 28,4% em 2015.

Resseguros:

Da mesma forma que no mercado de seguros (gerador de resseguros) o mercado interno de resseguros também foi afetado pela situação da economia. Entretanto, apresentou um crescimento de vendas da ordem de 52,6%. Segundo o consultor, esse desempenho só foi possível devido a maior retenção de prêmios pelo mercado interno, que absorveu 76,36% dos resseguros gerados no mercado de seguros contra 55,50% do ano passado. Essa é a explicação para o desempenho.

O lucro líquido foi da ordem de R$ 192,9 milhões contra R$ 44,5 milhões do ano passado, um crescimento de 333,9%. A taxa média de retorno do patrimônio líquido foi equivalente a uma aplicação financeira com remuneração anual de 13,77% contra 3,82% do ano anterior.

Segundo o estudo, essa performance está relacionada com os seguintes pontos:

a) Maior retenção dos negócios (resseguros) gerados no Mercado de Seguros proporcionando um prêmio ganho de R$ 1,0 bilhão contra R$ 668,3 milhões de 2014, um crescimento de 56,8%;

b) Redução da sinistralidade retida de 72,7% dos prêmios ganhos para 56,9% dos mesmos em 2015. Só aqui uma variação favorável de R$ 164 milhões;

c) Ganhos de escala nos custos administrativos. Esses representaram 12,2% dos prêmios ganhos contra 16,2% do ano passado. Uma variação favorável de R$ 43 milhões;

d) Aumento dos ganhos financeiros em função da constante elevação da taxa básica de juros. O Resultado Financeiro somou R$ 278,4 milhões contra R$ 168,5 milhões de 2014, um crescimento de 65,2%.

A Combined Ratio foi equivalente a 96,52% dos prêmios ganhos contra 115,24% do ano passado. Já a rentabilidade operacional passou de 9,97% dos prêmios ganhos para 30,05% no período em foco.

HSBC tem três empresas ligadas ao setor de seguros, lucrativas

hsbc segurosCom a área de seguros na crista da onda, a expectativa é de que o braço segurador do HSBC Brasil valorize a negociação da venda do banco, na qual especulam que o Bradesco e o Santander são os principais compradores, com ofertas próximas a R$ 10 bilhões. Especialistas afirmam ao blog Sonho Seguro que o peso das empresas ligadas ao setor de seguros é grande, assim como foi para o Banco do Brasil, que teve na BB Seguridade um dos maiores IPOs do mundo, com R$ 11,5 bilhões, e como pode ser com a Caixa Econômica, que prepara a abertura de capital da Caixa Seguridade, cujo processo ainda em desenho pelo governo e sindicato de bancos, com expectativa de chegar a R$ 9 bilhões, segundo informou o Valor Econômico. Semana passada, a corretora de seguros da Caixa, Par Corretora, estreiou na bolsa e foi considerada a melhor estreia nos últimos 2 anos e meio. O IPO do IRB Brasil RE é estimado pelo governo em R$ 4 bilhões, Segundo fontes da Reuters.

Enquanto o banco HSBC registrou prejuízo, a área de seguros encerrou 2014 com lucro. São três empresas. A HSBC Seguros Brasil registrou receitas (prêmio emitido) de R$ 804 milhões, lucro líquido de R$ 403 milhões e patrimônio líquido de R$ 962 milhões.

A HSBC Vida e Previdência encerrou 2014 com contribuições de R$ 1,6 bilhão, lucro liquido de R$ 104 milhões e patrimônio líquido de R$ 338 milhões. A HSBC Capitalização obteve arrecadação de R$ 607 milhões, lucro liquido de R$ 95 milhões e patrimônio liquido de R$ 147 milhões.

“Isso mostra que as empresas de seguro são bastante lucrativas, talvez a joia da coroa no negócio”, afirmou um fonte que preferiu o anonimato.

Europ Assistance Brasil prepara novas instalações

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A Europ Assistance Brasil prepara mudança da sede paulista para um novo endereço em Alphaville, que comportará o desenvolvimento das operações no País. Previsto para ser entregue em agosto deste ano, o prédio contará com 3.600 metros quadrados de área para call center e 1.800 metros quadrados para escritórios.
As novas instalações somam mais R$ 10 milhões aos R$ 30 milhões já investidos na modernização da infraestrutura de TI nos últimos três anos e demonstram que, dos 33 países que a multinacional francesa opera, o Brasil vem ganhando destaque e atenção.

“Estamos crescendo muito rápido e precisamos investir firmemente em tecnologias, produtos e serviços inovadores. O ambiente de trabalho será ideal para estimular em todos os colaboradores o espírito de criatividade, transparência e compromisso com o cliente”, declara Paulo Fogetti, CEO da Europ Assistance.

O layout escolhido possibilita o acompanhamento total das operações, com visibilidade de todas das posições de atendimento e painéis eletrônicos de monitoramento dos processos realizados em campo. “A visão em tempo real de todas as ilhas de trabalho e os indicadores online permitem celeridade na tomada de decisão e elevam o patamar de qualidade e excelência na prestação dos serviços”, afirma o diretor de Redes da empresa, Ricardo Alexandre.

JLT promove debate sobre seguro para riscos de petróleo hoje no Rio

content_id-9Acontece hoje, no Rio de Janeiro, o 6o. Seminário Óleo e Gás, as 13h30 as 20h, promovido pela JLT na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. O evento tem o objetivo de debater o mercado de seguros de riscos de petróleo e gás no Brasil. Entre os debatedores, além dos profissionais locais e estrangeiros da JLT RE, executivos da Tokio Marine, Zurich, JMalucelli, Austral e Agência Nacional de Petróleo (ANP), bem como Allex Ellis, embaixador da Câmara Britânica.

Entre os temas em debate estão o cenário econômico mundial e a indústria de petróleo, o mercado de seguros e a capacidade do mercado segurador nacional em oferecer soluções e produtos relacionados tanto a garantia contratuais como a danos causados ao meio ambiente.

Oito seguradoras entre as 100 maiores empresas do mundo

Fonte: CQCS

A Forbes Brasil traz a lista das 100 empresas de capital aberto do mundo extraídas do Forbes Global 2000, que revela as 100 principais entre as 2 mil empresas mais valiosas do mundo. Entre as 100, oito seguradoras, bem como dois bancos brasileiros: Itaú e Bradesco.

Na 21a. posição do ranking aparece a primeira seguradora, a Allianz, com receita de US$ 128,4 bilhões. Em 29a. vem a AXA, com receita de US$ 153,8 bilhões. A chinesa Ping An Insurance vem em 32o. lugar no ranking geral e como a terceira maior seguradora do mundo, com US$ 75,3 bilhões. A China Life é a 37a. do ranking Forbes e a quarta em seguros, com US$ 71,4 bilhões. Em quinto lugar temos a AIG, que já foi a primeira do mundo antes da crise de 2008, e sete anos depois já aparece entre as cinco maiores, com receita de US$ 67,5 bilhões em 2014 e lucro de US$ 7,6 bilhões. A sexta maior seguradora do mundo é a MetLife, com US$ 70,5 bilhões em receita, seguida pela Prudential, com US$ 99 bilhões, Zurich, com receitas de US$ 75 bilhões, Entre os bancos brasileiros, Itaú está na 42a. posição e o Bradesco em 61a. lugar no ranking mundial.

O ranking Forbes Global 2000 é elaborado com base em uma pontuação, que leva em conta receitas, lucros, ativos e valor de mercado das companhias abertas. Foram consideradas companhias de 61 países, que consolidaram receitas de US$ 39 trilhões, lucros de US$ 3 trilhões e ativos no valor de US$ 162 trilhões, além de um valor de mercado de US$ 48 trilhões.