HSBC tem três empresas ligadas ao setor de seguros, lucrativas

hsbc segurosCom a área de seguros na crista da onda, a expectativa é de que o braço segurador do HSBC Brasil valorize a negociação da venda do banco, na qual especulam que o Bradesco e o Santander são os principais compradores, com ofertas próximas a R$ 10 bilhões. Especialistas afirmam ao blog Sonho Seguro que o peso das empresas ligadas ao setor de seguros é grande, assim como foi para o Banco do Brasil, que teve na BB Seguridade um dos maiores IPOs do mundo, com R$ 11,5 bilhões, e como pode ser com a Caixa Econômica, que prepara a abertura de capital da Caixa Seguridade, cujo processo ainda em desenho pelo governo e sindicato de bancos, com expectativa de chegar a R$ 9 bilhões, segundo informou o Valor Econômico. Semana passada, a corretora de seguros da Caixa, Par Corretora, estreiou na bolsa e foi considerada a melhor estreia nos últimos 2 anos e meio. O IPO do IRB Brasil RE é estimado pelo governo em R$ 4 bilhões, Segundo fontes da Reuters.

Enquanto o banco HSBC registrou prejuízo, a área de seguros encerrou 2014 com lucro. São três empresas. A HSBC Seguros Brasil registrou receitas (prêmio emitido) de R$ 804 milhões, lucro líquido de R$ 403 milhões e patrimônio líquido de R$ 962 milhões.

A HSBC Vida e Previdência encerrou 2014 com contribuições de R$ 1,6 bilhão, lucro liquido de R$ 104 milhões e patrimônio líquido de R$ 338 milhões. A HSBC Capitalização obteve arrecadação de R$ 607 milhões, lucro liquido de R$ 95 milhões e patrimônio liquido de R$ 147 milhões.

“Isso mostra que as empresas de seguro são bastante lucrativas, talvez a joia da coroa no negócio”, afirmou um fonte que preferiu o anonimato.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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