Bradesco eleva capital em R$ 1,67 bilhão, para R$ 7 bilhões

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou nesta quarta-feira a Bradesco Seguros a fazer aporte de R$ 1,67 bilhão, totalizando capital social de R$ 7 bilhões, segundo decisão tomada na Assembleia realizada no dia 31 de março de 2015.

Willis Re lança fundo mundial de $400 milhões com foco em lucros cessantes catastróficos

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A Willis Re, divisão de resseguros da Willis Group Holdings plc (NYSE:WSH), empresa de consultoria em riscos globais, corretagem de resseguros, capital humano e benefícios, acaba de lançar um exclusivo fundo de resseguro na bolsa de valores de Nova Iorque com o objetivo de proporcionar a mais ampla proteção disponível para seguradoras contra perdas catastróficas e sistêmicas decorrentes de carteiras de seguro de responsabilidade civil.

Denominado PRIMO, o produto responde à crescente preocupação em torno do risco cumulativo e sistêmico em um momento em que as seguradoras têm registrado uma crescente exposição à responsabilidade civil: se por um lado a escala e diversificação maiores ajudam a gerenciar a perda esperada, por outro lado elas também ampliam as exposições sistêmicas inesperadas e o risco cumulativo em um mundo cada vez mais complexo e interligado.

“O PRIMO reúne mais de 25 anos de pesquisas e desenvolvimento contínuos desde o aprimoramento de seu precursor no final da década de 80. A Willis Re agora pode oferecer a seus mais diferentes clientes uma solução de resseguro experimentada e testada para protegê-los contra eventos de impacto que ocorrem em anos com muitos acidentes, criando pressão sobre as receitas trimestralizadas e representando um significativo desconhecimento em termos de quantum desde o momento em que o evento é constatado até que se torne um sinistro pago.”, explica John Cavanagh, Diretor Executivo da Willis Re.

Concebido para atender integralmente a todas as linhas de seguros de acidentes e profissionais, sendo inicialmente respaldado por 20 das maiores resseguradoras do mundo, esse novo produto global é pioneiro em cobertura de acidentes no setor, oferecendo mais de $400 milhões em capacidade de resseguro no mundo inteiro. Além disso, o PRIMO não só agiliza o processo de constituir o resseguro para lidar com a complexidade da exposição ao tail risk (riscos de cauda), mas também permite, por meio do consorciamento em sindicato, dar profundidade ao mercado, garantindo preços competitivos e resiliência ao longo de todo o ciclo.

“Se por parte dos contratantes os riscos decorrentes de terremotos, ventanias, inundações e outros riscos provocados pelo homem estão bem servidos pelos mercados de resseguro contra catástrofes patrimoniais, o segmento de riscos de acidentes a terceiros têm sido consideravelmente menos bem servidos. Os produtos convencionais de resseguro de acúmulo de sinistros podem responder bem a certos cenários de ameaça à remuneração dos trabalhadores, tais como acidentes industriais ou ameaça de terremoto, porém não foram concebidos para oferecer e não oferecem ampla proteção sistêmica. Agora, pela primeira vez, a proteção por resseguro contra catástrofes significativas encontra-se disponível, e a preços acessíveis, para subscritores de acidentes empresariais, incluindo todas as linhas de seguros financeiros”, finaliza Andrew Newman, Chefe da Divisão de Acidentes em Âmbito Global da Willis Re.

Venda Cruzada pode aumentar receita do corretor em até 30%

Fonte: Sincor-SP

Muito se fala sobre os benefícios da venda cruzada como incremento no lucro dos corretores de seguros, no entanto, a maioria dos profissionais prefere não arriscar e acaba produzindo apenas na carteira de automóvel. De acordo com uma pesquisa da Fenacor, 60% da receita das corretoras no Brasil vêm do segmento de auto, e tal porcentagem aumenta em corretoras de porte pequeno, onde o principal cliente é pessoa física.

Outro dado interessante da pesquisa é o grau de fidelidade e confiança do cliente, mostrando que 58% das corretoras renovam mais do que 90% da carteira anualmente. Com base nesses dados, a Bradesco Seguros realizou um estudo, em parceria com a Rating de Seguros, e descobriu que corretoras pequenas operam, sobretudo, com automóvel, e para crescer, podem diversificar a carteira.

Segundo a análise, existem diversas vantagens na venda cruzada, como quanto maior o número de produtos que o segurado tiver, maior a chance dele se manter como cliente, além do baixo custo em vender para os mesmos clientes, em vez de investir em novos.

Ainda de acordo com o estudo, se o corretor vender seguro de vida para apenas 10% dos seus segurados, ele consegue um incremento de R$ 75 mil no ano, considerando 120 apólices a um prêmio anual de R$ 2.500 e comissão de 25%. Já com o seguro residencial, levando em conta prêmio médio anual de R$ 400 e comissão de 30% para 20% dos clientes, o aumento seria de R$ 28,8 mil anual.

Essas hipóteses de venda são perfeitamente compatíveis, considerando um faturamento anual de R$ 360 mil. Somente com essas duas operações, a corretora poderia ter um ganho adicional, em cada ano, de quase 30% a mais em relação à sua renda bruta inicial, revela o estudo.

Porto Seguro lança nova campanha publicitária para o Trânsito+gentil

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Dê a primeira buzinada quem nunca cometeu uma pequena barbaridade no trânsito. Um avanço sobre a faixa de pedestres, uma disputa para mudar de pista, um gesto pouco cordial para outro motorista. No trânsito, há muitos gatilhos para despertar o ogro que existe em nós. Por isso, “quando for pegar o carro, deixe o ogro em casa”.

Esse é o tema da nova campanha do Porto Seguro Auto para sua plataforma Trânsito+gentil, que foi lançada há cinco anos e estimula a prática da gentileza como meio de evitar situações estressantes no trânsito. As iniciativas incluem intervenções para conscientizar os motoristas, engajamento nas redes sociais e divulgação de conteúdos sobre o tema no site.

Criado pela Caso Comunicação e produzido pela Vetor Zero, o filme une captação ao vivo e animação 3D para transformar um motorista em ogro quando ele toma uma atitude pensando apenas em si, e procura mostrar como esse comportamento é inconveniente e possível de se evitar.

Além da campanha, o Porto Seguro Auto, a partir deste mês, oferecerá mais uma vantagem para o bom condutor: 7% de desconto na contratação ou renovação do seguro para quem não tiver pontos na carteira de habilitação. O benefício é oferecido a motoristas das regiões do Sul e Sudeste, além da Bahia, Pernambuco e Ceará.

Sobre o desconto

Para a concessão do desconto, será avaliada a pontuação da CNH do principal condutor do automóvel. Para isso, basta informar ao corretor de seguros o número CNH que automaticamente a validação será feita. Se o condutor não tiver pontos na carteira, o desconto será concedido nos seguros com vigência após o lançamento do benefício, tanto para quem já é segurado Porto Seguro Auto, como para novos clientes

Clientes Porto Seguro Auto podem obter mais descontos no valor do seguro ao pagá-lo com o Cartão de Crédito Porto Seguro, que pode ser solicitado diretamente ao Corretor. Ao utilizar o Cartão no dia a dia, o segurado acumula pontos que podem gerar desconto extra no seguro e na franquia, entre outros benefícios.

Corretores estão sempre online, revela pesquisa da Icatu Seguros

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Corretores estão sempre online, revela pesquisa da Icatu Seguros

Com o intuito de criar as melhores ferramentas para ajudar os corretores a alavancarem suas vendas, a Icatu Seguros realizou pesquisa com cerca de 330 profissionais para entender como eles se comportam em relação às redes sociais e dispositivos móveis.

A maioria dos corretores, 86%, afirmou que acessa a internet dos seus celulares, utilizando a conexão de alta velocidade (81%) ou a rede Wi-fi (77%). Os aplicativos fazem sucesso com esse público: 86% disseram que usam, sendo os mais citados as de mensagens instantâneas (81%), redes sociais (79%), notícias e informações financeiras (72%) e calculadoras e simuladores (69%).

Em relação aos tablets, 59% afirmaram que não possuem o dispositivo. Ao comparar com a pesquisa feita em 2012, há um expressivo aumento na posse do aparelho, pois na época 75% dos corretores declararam que não tinha um tablet. 95% dos corretores disseram que acessam a Internet pelo dispositivo, porém, diferente do celular, a conexão mais utilizada no tablet é a Wi-Fi (8%). Os aplicativos, assim como no caso dos celulares, também estão em alta, sendo usados por quase todos (91%). A diferença é que notícias e informações financeiras (80%), calculadoras e simuladores (72%) e redes sociais (71%) lideram as preferências.

Sobre a utilização dos dispositivos móveis para fomentar os negócios, tanto por celular quanto pelo tablet, as ações mais citadas pelos corretores são as de relacionamento com os clientes e envio de informações sobre produtos.

E a maioria dos corretores, 88%, está nas redes sociais, sendo o facebook o meio favorito: 91%. O LinkedIn, rede social voltada para contatos profissionais, aparece em seguida com 53% da preferência, bem à frente do Twitter, com 24%. Vale destacar o crescimento do acesso ao Linkedln, uma vez que na pesquisa de 2012 essa rede social só era acessada por 29% dos corretores. A pesquisa revelou ainda que os corretores utilizam as redes sociais não só para conversar com amigos (82%), mas para manter o relacionamento com os clientes (69%) e se informar sobre as novidades do mercado segurador (54%).

“Realizamos a pesquisa para entender ainda mais como os corretores usam os meios digitais e as redes sociais para se relacionar com seus clientes e gerar negócios. Com esses resultados, vamos desenvolver ferramentas e aplicativos cada vez mais eficazes, que atendam suas necessidades e facilitem o seu dia a dia” – afirma Rodrigo Padová, gerente de marketing da Icatu Seguros.

Anfavea revisa projeções da indústria automobilística para 2015

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A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, divulgou na segunda-feira, 8, em São Paulo o balanço da indústria automobilística em maio e na soma dos primeiros cinco meses do ano. O desempenho registrado até o momento levou a entidade a revisar suas previsões para 2015.

Segundo a associação a nova expectativa é de queda de 20,6% no licenciamento e de 17,8% na produção de autoveículos. Para Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, “a expectativa de mercado e a confiança dos consumidores e empresários continuam abalados, influenciados diretamente pelo arrocho do crédito e pela espera da conclusão do ajuste fiscal na economia. Estes fatores nos levaram a revisar as projeções para 2015 em todos os segmentos”.

Ele destaca ainda que a entidade não revisou a previsão para exportações em função da expectativa de anúncio do Plano Nacional de Exportação e dos acordos comerciais com outros países que estão em andamento. As projeções para o segmento de máquinas autopropulsadas também não foram alteradas em razão da apresentação das condições do Plano Agrícola e Pecuário.

Resultados de autoveículos

A indústria fechou maio com 210,1 mil autoveículos produzidos, o que significa retração de 3,4% ante as 217,6 mil unidades de abril. Na análise contra maio do ano passado a queda foi de 25,3%, quando 281,4 mil unidades foram fabricadas. No acumulado a contração é de 19,1% com 1,1 milhão de unidades este ano e 1,3 milhão de unidades em 2014.

O resultado de licenciamento em maio, com 212,7 mil unidades, ficou 3% abaixo das 219,4 mil unidades de abril e 27,5% menor ao se defrontar com as 293,4 mil de maio do ano passado. As negociações no acumulado diminuíram 20,9% quando comparadas as 1,1 milhão de unidades deste ano com as 1,4 milhão de 2014.

As 40,8 mil unidades exportadas em maio apresentaram crescimento de 41,7% ante o resultado de 28,8 mil veículos de abril. No comparativo com maio do ano anterior o levantamento apontou um aumento de 16,5% quanto ao volume de veículos enviados para outros países naquele período – 35 mil. No acumulado do ano o resultado aponta expansão de 3%: 149,3 mil unidades em 2015 e 144,9 mil no ano passado.

Caminhões e ônibus

No último mês foram produzidos 6,2 mil caminhões, 10,1% a menos do que em abril, quando o segmento encerrou o mês com 6,9 mil unidades, e 51,4% inferior com relação as 12,7 mil de maio de 2014. Nos cinco primeiros meses do ano as 36,3 mil unidades fabricadas este ano estão 46,4% abaixo das 67,8 mil de mesmo período em 2014.

No mercado interno a comercialização de caminhões apontou declínio de 42,4% ao comparar as 31,1 mil unidades do acumulado deste ano com as 54 mil dos primeiros cinco meses do ano passado. Em maio 6 mil caminhões foram emplacados: aumento de 3,9% com relação as 5,8 mil de abril e retração de 52,7% na análise contra as 12,7 mil de maio do ano passado.

Os fabricantes de caminhões exportaram no quinto mês do ano 2,1 mil unidades, alta de 29,1% em relação a abril, com 1,7 mil, e acréscimo de 35,5% contra as 1,6 mil de maio do ano anterior. No acumulado as exportações somam 8,2 mil unidades, 5,9% acima em relação ao volume de um ano atrás, com 7,7 mil caminhões.

No segmento de ônibus a produção de chassis chegou a 2,3 mil unidades: elevação de 12,5% em relação as 2,1 mil unidades de abril e redução de 31,6% ante as 3,4 mil de maio de 2014. Até maio deste ano foram fabricados 12,1 mil chassis, o que representa contração de 27,6% na análise contra os 16,7 mil do mesmo período do ano passado.

O licenciamento no acumulado foi de 8,2 mil ônibus, 27,9% menor do que as 11,4 mil do ano passado. Apenas em maio 1,4 mil unidades foram negociadas, o que representa decréscimo de 35,3% com relação as 2,2 mil do mesmo mês do ano passado e baixa de 7% frente as 1,6 mil de abril.

De janeiro a maio foram exportadas 2,6 mil unidades, diminuição de 2,4% ante as 2,7 mil do ano anterior.

Máquinas agrícolas e rodoviárias

O segmento agrícola totalizou recuo de 1,2% na produção em maio: 5,6 mil unidades no último mês e 5,7 mil em abril. Na análise contra o mesmo período do ano passado a contração foi de 26,8% com 7,6 mil unidades produzidas. No acumulado a baixa chega a 23%, com 26,6 mil unidades este ano e 34,5 mil em 2014.

Em maio as vendas internas foram de 4,1 mil unidades, retração de 2,6% no comparativo com as 4,3 mil de abril e de 32,6% frente as 6,2 mil do mesmo mês do ano anterior. Nos cinco meses transcorridos deste ano 20,3 mil máquinas foram vendidas, baixa de 25,2% ao se defrontar com as 27,1 mil do ano passado.

Na comparação anual as exportações ficaram abaixo em 20,2% – 4,3 mil unidades este ano e 5,3 mil em 2014.

Ambiente favorável para compradores de seguros, avalia Marsh

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A queda do preço do petróleo combinada com um cenário de baixas taxas de juros no mercado global, resultaram em condições inéditas de amplo capital em seguros e resseguros, capacidade e competição. Este panorama levou o prêmio a níveis baixos, criando assim excelentes oportunidades para as empresas compradoras de seguros em termos de flexibilidade e colocação para seus riscos, de acordo com relatório da Marsh, líder mundial em corretagem de seguros e gerenciamento de riscos.

Segundo o relatório, acessar o mercado agora pode lhe dar a oportunidade de reduzir seus custos com prêmio, gerenciar seus riscos de maneira mais eficiente e aportar melhorias ao seu fluxo de caixa. “Entrando em contato neste momento com o mercado, a empresa poderá não só reduzir seus custos em seguros, mas, também investir em coberturas que antes não possuía”, afirma Paulo Mantovani, líder da prática de petróleo e gás da Marsh Brasil.

Para Mantovani, as seguradores e resseguradores têm se mostrado mais flexíveis e a competição na indústria fez com que seus custos baixassem. “A atual capacidade do mercado e suas condições favoráveis devem perdurar no médio prazo, trazendo para as empresas uma oportunidade de remodelar seus programas de riscos e seguros”, complementa.

O estudo está disponível para download. Ou visite o site da Marsh.

Lei Anticorrupção e riscos corporativos serão temas de evento da FenSeg

Fonte: CNseg

Com o objetivo de esclarecer o papel do seguro no gerenciamento de riscos das sociedades empresariais, o III Encontro Internacional de Linhas Financeiras reunirá especialistas e executivos de empresas do ramo, em painéis de discussão que vão abranger os mais variados temas do mercado no Brasil e no mundo. Os destaques desta edição serão os produtos de Responsabilidade Civil Profissional (Erros e Omissões – E&O) – seguro que oferece proteção para profissionais liberais – e os painéis “Lei Anticorrupção”, que utilizará casos recentes para ilustrar o desenvolvimento da lei e medidas de adequação que deverão ser tomadas pela sociedade, já que seus impactos foram importantes nas exigências de controles internos e regras de compliance; “Responsabilidade Civil Profissional para a Área Médica” e “Soluções para Riscos Profissionais em Projetos Específicos”. O evento realizado pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), que conta com o apoio da Escola Nacional de Seguros (Funenseg) e da Associação Brasileira de Gerenciamento de Risco (ABGR), acontecerá no dia 18 de junho, das 9h às 18h, no Hotel Renaissance, em São Paulo.

Outro tema ainda pouco explorado no Brasil e que será objeto de discussão é o seguro EPL (Employment Practices Liability). Este tipo de risco consiste nas reclamações contra a empresa, relacionados a assédio moral decorrente de práticas trabalhistas indevidas. Também em debate o seguro D&O (Directors and Officers), que trata das reclamações contra diretores e conselheiros. Para o coordenador da Comissão de Linhas Financeiras da FenSeg, Gustavo Galrão, o contínuo processo de aumento da cultura de contratação dos seguros D&O e E&O, funciona como válvula propulsora de crescimento do mercado, no Brasil. O ano de 2014 apresentou um crescimento na ordem de 8%, com destaque para a contribuição dos prêmios oriundos do RC Profissional, que cresceram 14% no período. “Embora possa aparentar uma desaceleração em relação ao crescimento anual histórico – cerca de 20% nos últimos cinco anos -, o mercado de Linhas Financeiras voltou a crescer fortemente no primeiro trimestre de 2015, mostrando aumento de 39% em relação ao mesmo período do ano passado.”

Galrão acredita que a manutenção do crescimento acelerado é dada como certa, sendo um dos motivos, a correlação do seguro D&O com períodos de crise, quando há aumento de pedidos de recuperação judicial, falência e insolvência de sociedades, fatores que aumentam significativamente o risco dos administradores serem alvos em processos de responsabilidade, aumentando, assim, a sinistralidade e a importância dada ao seguro pelas empresas. Segundo o diretor executivo da FenSeg, Neival Freitas, o seminário será importante para a maior divulgação de um ramo de seguro ainda pouco conhecido no mercado brasileiro. “Para tanto, contamos com a presença de escritórios de advocacia e corretores de seguros especializados na matéria, além de técnicos em áreas de gerenciamento de riscos.”

Os interessados em participar do Encontro podem se inscrever até o dia 17 de junho clicando aqui.

Programação:

8h30 às 9h
Credenciamento

9h às 9h30
Abertura: Representantes da FenSeg, SUSEP, Escola Nacional de Seguros

9h30 às 10h30
Palestra: Riscos Emergentes e Ciclos de Mercado
Palestrante: Kevin Lacroix
Mediador: Celso Soares (Zurich Seguros)
Debatedor: Marcus Smithson (Generali)

10h30 às 11h
Coffee Break

11h às 12h30
Palestras Técnicas

Sala 1 – Tema: Gestão de Riscos com Apólices de Linhas Financeiras
Palestrante: Gustavo Galrão (Argo Seguros)
Mediador: Fernando Gonçalves Pinto
Debatedor: Cristiane Alves (ABGR)
Debatedor: Carlos Eduardo (IBGC)

Sala 2 – Tema: R.C.Profissional para a Área Médica
Palestrante: Raul Canal (Associação Brasileira de Direito Médico)
Mediador: Rodrigo Granetto (Ace)
Debatedor: Talita Graccioli (Zenith)
Debatedor: Carlos Berlfein (Argo)

12h30 às 14h
Almoço

14h às 15h30
Palestras Técnicas

Sala 1 – Tema: Soluções Para Riscos Trabalhistas (EPL – Employment Practices Liability)
Palestrante – Adriana Calvo (Calvo e Fragoas Advogados)
Mediador: Rafael Domingues (Ace)
Debatedor: (a confirmar)

Sala 2 – Tema: Soluções para Riscos Profissionais em Projetos Específicos
Palestrante: Luiz Antonio Oliveira (Liberty)
Mediador: Silvia Gadelha (XL)
Debatedor: Flávio Sá (AIG)
Debatedor: Rodrigo Cardona (Zurich)

15h30 às 16h
Coffee Break

16h às 17h30
Tema: Lei Anticorrupção
Palestrante: Dr. Salim Jorge Saud Neto (Mayer Brown)
Mediador: Celso Soares (Zurich)
Debatedor: Gustavo Galrão
Debatedor: (a confirmar)

17h30 às 18h
Encerramento
Neival Rodrigues Freitas, Gustavo Galrão

Ação da Par Corretora dispara 11,5% em seu pregão de estreia Na Bovespa

Fonte: InfoMoney

Quem entrou no IPO (Oferta Pública Inicial na sigla em inglês) da Par Corretora (PARC3) não está preocupado com o dia de queda na Bovespa. As ações da companhia disparam 11,52% em seu pregão de estreia na Bolsa, saltando de R$ 12,33 (preço fixado na oferta) para R$ 13,77 (cotação das 10h26, horário de Brasília). No mesmo horário, o Ibovespa recuava 0,65%, a 53.205 pontos.

A empresa é uma corretora de seguros controlada pela Caixa Econômica Federal. A grande diferença entre ela e a Caixa Seguradora é que a Par não é dona dos seguros, ela funciona como intermediária das operações, ganhando dinheiro com a corretagem. Assim, por mais que a maior parte de suas vendas se deem dentro da estrutura do banco estatal, ela pode negociar seguros de outras empresas.

A Par Corretora levantou R$ 602,8 milhões em sua oferta, segundo registro da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), valor superior ao estimado. As ações PARC3 saíram na operação a R$ 12,33 cada, acima da faixa indicativa fixada inicialmente pelos coordenadores da operação, de R$ 11,25 a 11,60 cada. Foram vendidos 48,889 milhões de papéis. A demanda por ações foi tão forte que o rateio ficou em 13,5925%. Ou seja, quem reservou acima do lote mínimo recebeu praticamente apenas 1 ação para cada 6 reservadas.

Par Corretora de Seguros captou R$ 602,8 milhões com IPO

A FPC Par Corretora de Seguros, controlada pela Caixa Econômico Federal, apertou o “start” ontem para a primeira oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) na BM&FBovespa. A companhia captou R$ 602,8 milhões em sua oferta, segundo informações do site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Foram vendidos 48,889 milhões de ações, a R$ 12,33 cada. A demanda pelas ações da Par Corretora chegou a R$ 5 bilhões. A oferta foi secundária, com a venda de ações detidas pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), pela GP Investimentos e pelo fundo Évora. Foram vendidos os lotes principal e suplementar. O segmento almejado pela Par Corretora é o Novo Mercado, o mais alto nível de governança corporativa da Bolsa. Os coordenadores da oferta são o Bradesco BBI, como líder, JP Morgan, BTG Pactual , Credit Suisse e Itaú BBA.

Agora é aguardar as ofertas da Caixa Seguridade e do IRB Brasil RE.