Ação da Par Corretora dispara 11,5% em seu pregão de estreia Na Bovespa

Fonte: InfoMoney

Quem entrou no IPO (Oferta Pública Inicial na sigla em inglês) da Par Corretora (PARC3) não está preocupado com o dia de queda na Bovespa. As ações da companhia disparam 11,52% em seu pregão de estreia na Bolsa, saltando de R$ 12,33 (preço fixado na oferta) para R$ 13,77 (cotação das 10h26, horário de Brasília). No mesmo horário, o Ibovespa recuava 0,65%, a 53.205 pontos.

A empresa é uma corretora de seguros controlada pela Caixa Econômica Federal. A grande diferença entre ela e a Caixa Seguradora é que a Par não é dona dos seguros, ela funciona como intermediária das operações, ganhando dinheiro com a corretagem. Assim, por mais que a maior parte de suas vendas se deem dentro da estrutura do banco estatal, ela pode negociar seguros de outras empresas.

A Par Corretora levantou R$ 602,8 milhões em sua oferta, segundo registro da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), valor superior ao estimado. As ações PARC3 saíram na operação a R$ 12,33 cada, acima da faixa indicativa fixada inicialmente pelos coordenadores da operação, de R$ 11,25 a 11,60 cada. Foram vendidos 48,889 milhões de papéis. A demanda por ações foi tão forte que o rateio ficou em 13,5925%. Ou seja, quem reservou acima do lote mínimo recebeu praticamente apenas 1 ação para cada 6 reservadas.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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