Diamante Portugal: Inovação e tecnologia, um caminho sem volta

IMG_8067Os corretores de seguros especializados no segmento empresarial gostaram das novidades apresentadas por Felipe Smith, diretor que comanda a área de produtos corporativos da Tokio Marine, durante o XIV Encontro de Corretores Diamante, realizado em Sintra, Portugal, entre 27 de junho e 3 de julho. “Para o mercado segurador brasileiro ter uma participação mais expressiva no Produto Interno Bruto (PIB) só com inovação e muita tecnologia, duas estratégias perseguidas pela Tokio”, disse Elizabeth Rudge, da TRR Securitas, corretora conhecida pela inovação e serviços diferenciados prestados aos clientes.

Smith foi além. Trouxe confiança aos profissionais preocupados com a consolidação do setor, com algumas companhias deixando de atuar emgrandes riscos. “Somos uma companhia com foco em riscos corporativos. Enquanto muitas deixam de operar no segmento, nós estamos investindo e queremos crescer. Tentamos comprar a carteira de grandes riscos do Itaú no ano passado, mas não deu. O plano B é o investimento que estamos fazendo na reestruturação para deixar a área mais dinâmica para este novo contexto do mercado, diante da consolidação, e do Brasil. A meta é dobrar o market share para 10%, o que representa R$ 1,3 bilhão em prêmios até 2017, e estar entre as quatro maiores do Brasil em grandes riscos e transportes”, informou. Hoje, segundo ele, o segmento de pessoa jurídica da Tokio tem 7% do mercado, sendo a terceira maior, superada pela BB Mapfre e ACE.

Smith está animado para bater sua meta até 2017 de forma orgânica. Mas se aparecer alguma oportunidade de compra ou o plano de investimento anunciado pelo governo no mês passado, com R$ 198 bilhões como meta de projetos de investimentos, o alvo será ultrapassado com facilidade. “Como nem tudo é segurável, vamos considerar 80% desse valor, o que dá R$ 156 bilhões. Considerando-se vários tipos de apólices, de riscos de engenharia, automóvel, garantia, entre outras, 1,2% do valor será usado para compra de seguro. Só isso gerará ao mercado segurador R$ 2 bilhões em prêmios e nós, como terceira maior no segmento de riscos empresariais, teremos uma parcela significativa”, comenta.

Fruto do pesado investimento em tecnologia, a companhia reestruturou sua área técnica no primeiro semestre deste ano. Passou a segmentar o atendimento a clientes jurídicos por unidade de negócio, criou a inspeção inteligente e lançou quatro nichos – clínicas, escolas, escritório e “pacotão”, elevando para 13 as diversificações para pequenas e médias empresas. “A inspeção inteligente traz ao corretor uma lista de medidas que o cliente deve adotar para ter uma empresa mais protegida e um programa de seguros com condições mais atraente”, disse.

Para o segundo semestre consta na lista do gestor o lançamento de nichos como academia, estética, D&O — que com as investigações de corrupção trouxeram uma nova percepção de risco aumentando a demanda por parte dos administradores, — e riscos diversos para eventos, que segundo Smith tem um promissor potencial de crescimento. Outra demanda dos corretores, a agilidade na resposta das cotações, também foi viabilizada pela Tokio Marine. “Em breve vocês receberão a ampliação da aceitação do kit empresarial e risco de engenharia, com limites mais amplos, bem como cobertura de 48 horas para o cliente que tiver o risco rejeitado pela seguradora”, informou.

O segmento de transporte também tem novidades, começando com o novo portal de Transportes até a entrega de um kit mais completo para o pequeno transportador. “Também incorporamos o pagamento antecipado da primeira parcela”, acrescenta.

Em números, o segmento pessoa jurídica da Tokio Marine movimentou vendas de R$ 772 milhões até abril deste ano, considerando-se os últimos 12 meses. O grupo é líder em transporte internacional, com crescimento de 111% até abril deste ano, bem acima dos 23,8% da média do mercado. Em aeronáutico, o desempenho chegou a 181%, contra um declínio de 9,5% da carteira do setor, segundo dados da Susep. Outro segmento que Smith vê como potencial é o garantia, principalmente o ramo judicial. “Saltamos da 18o. posição para a quinta”, frisou o executivo. Em riscos nomeados, o avanço foi de 26% enquanto o mercado decresceu 8%, e em responsabilidade civil 110% de crescimento, contra uma queda de 0,8% do setor.

beth rudgeDe pets a food truck – A TRR Securitas, que tem hoje 55% da sua produção proveniente de benefícios, 20% de riscos empresarias, 15% de afinidades e o restante do varejo, busca identificar oportunidades para crescer atraindo novos consumidores para o mercado. Com a Tokio, a corretora tem negócios em grandes riscos e transporte. “Uma característica nossa é estarmos juntos na alegria e na tristeza com nossos clientes. Nos empenhamos no gerenciamento de riscos e na estruturação do contrato para pagar o mais rápido possível quando o cliente precisa acionar o seguro por uma perda”, comenta.

Para a executiva, o futuro do corretor de seguros é certo para aqueles que prestarem um serviço realmente diferenciado aos clientes. “Sem isso, o profissional vai desaparecer. Veja o setor de telefonia. Ninguém mais faz ligações. É um novo mundo e nele o seguro deixa de ser seguro para ser prestação de serviço”, explica. Para Elizabeth, além da inovação, tecnologia e agilidade, é preciso conhecimento técnico para dar a segurança necessária para o cliente receber rapidamente a indenização e para a seguradora cotar um preço equilibrar ao risco que irá assumir. “Quando se estrutura um contrato de seguro com um especialista no assunto, as brechas para problemas são praticamente eliminadas”, afirma Smith.

Como a regulação de um sinistro é interpretativa, é preciso ter tudo em mãos para pagar a perda, sem brechas para negar o pagamento. “Tem um formalismo enorme para preservar responsabilidades, principalmente em transporte internacional, e o segurado não está preparado para isso. As vezes se incomoda de seguir algumas burocracias, mas agradece quando tem um sinistro e recebe sem problemas para poder retomar a produção e mitigar outras perdas decorrentes de um acidente”, acrescenta. Segundo ela, muitos afirmam que há muita burocracia do órgão regulador. Mas para ela não adianta querer mudar a regra do seguro. “Muitas das exigências nos contratos existem para atender o Código Civil.”

A TRR administra alguns sinistros ligados a processos de investigações de corrupção com o pagamento de custos com advogados. “Até provar que o cliente é culpado tem de pagar as custas”, defende. Se ele for condenado, a seguradora pode entrar com recurso para obter a devolução do valor, pois o seguro não cobre atos ilícitos. Já a delação premiada está excluída, pois é uma confissão de culpa. Segundo ela, há uma certa confusão entre os cliente. “O seguro de D&O cobre o executivo e não a empresa. Então se é a empresa que está sendo investigada, não há cobertura de D&O”, explica.

Entre as novidades da TRR ela cita o seguro para pets, vendido em sites de lojas de varejo, como também para novas tendências do país, como o boom de food truck e o começo da consciência de ter de indenizar terceiros prejudicados. “Estamos vendendo bem seguro de responsabilidade civil. Recentemente fechamos um pacote desse seguro para proteger o ciclista que usa as bikes disponibilizadas para compartilhamento na Riviera de São Lourenço, praia de São Sebastião (SP).

Em relação a demanda dos donos de food truck, Elizabeth comentou que só encontrava no mercado seguro com coberturas para o veículo, sem considerar o investimento feito em equipamentos para a cozinha e também para o risco mais agravado de ter uma fogão dentro de um carro. “Hoje temos a opção para esses empreendedores e estamos vendendo muito bem, mas só a encontramos em uma seguradora”, queixou-se.

A TRR também tem sua estreia marcada para a comercialização do seguro de carro com a novidade de a venda ser totalmente online em dois portais importantes do varejo. Ela afirma que tem público para tudo. “Tem gente que não quer falar com ninguém. Quer comprar e pronto. Esse movimento online vai obrigar as seguradoras a simplificarem a oferta. Só na Black Friday vendemos em um dia a produção de 18 dias. Mas para isso tem ter uma estrutura de sistemas eficiente, pois um segundo de espera o cliente pode ir para o concorrente. Comprar seguro dois cliques é um caminho sem volta”, sentencia.

Tokio Marine recebe prêmio pela qualidade no atendimento a clientes

tokio marineMais uma comemoração na Tokio Marine nesta quinta-feira. Além de toda a festa de premiação dos corretores Diamante, que acontece em Lisboa, Portugal, o grupo está radiante com a premiação de de Melhor Call Center Interno, concedido pela Revista Cliente S/A.

Release

A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, é uma das vencedoras do Prêmio CIC Brasil (Congresso Internacional de Gestão de Clientes), realizado pela Revista Cliente S/A e pelo Portal Callcenter.inf.br, referências em boas práticas de atendimento ao cliente no País. Premiada na categoria Melhor Operação de Call Center Interno, com o case que tem como estratégia, foco total no relacionamento com o cliente. A Companhia reforça as iniciativas bem-sucedidas e comprova a qualidade do atendimento oferecido aos segurados.

“Investimos constantemente no relacionamento e na satisfação de nossos Clientes. A premiação é um forte reconhecimento do trabalho e empenho de nossa equipe. Agradeço ao nosso time que atende aos segurados com muito respeito e dedicação”, afirma o Diretor Executivo de Estratégia Corporativa, Masaaki Itakura.

A qualidade do atendimento na Tokio Marine é acompanhada de perto por meio de pesquisas de satisfação em diversas áreas, como o Contact Center, Atendimento de Sinistros e principais pontos de contato durante e após a prestação do serviço. Os indicadores gerados contribuem para o constante aprimoramento do relacionamento com os segurados.

O Prêmio CIC Brasil representa a versão brasileira do Prêmio LATAM, que reconhece as melhores práticas das empresas no relacionamento com seus clientes na América Latina. Foi criado em 2013 com o intuito de destacar as melhores práticas de atendimento ao consumidor no País. O evento foi realizado no Hotel Novotel (São Paulo), entre os dias 29 e 30 de junho, reunindo empresas de diversos setores, além de players especializados em Contact Center.

SulAmérica muda vice-presidências

sulamericaRelease

A Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) anuncia hoje mudanças em seu quadro de vice-presidentes e em sua estrutura organizacional. Três das sete vice-presidências da seguradora trazem novidades, dando sequência às ações da companhia para impulsionar a integração de suas operações e dinamizar suas áreas estratégicas por meio da evolução de suas lideranças.

Carlos Alberto Trindade Filho, executivo com larga experiência de mercado e com grande tempo de relacionamento com a SulAmérica, assume a vice-presidência de Projetos, Estratégia e Marketing, enquanto Eduardo Dal Ri passa de diretor a vice-presidente de Auto e Massificados. Marcelo Mello, vice-presidente de Investimentos, incorpora a área de Vida e Previdência.

A criação de uma vice-presidência dedicada exclusivamente a Auto e Massificados reforça a diretriz de excelência para cada um dos ramos nos quais a seguradora atua. Com a vice-presidência de Investimentos assumindo também área de Vida e Previdência – que permanece sob a liderança do diretor Fabiano Lima -, a companhia passa a adotar um modelo integrado de wealth management.

As mudanças ocorrem após recentes e importantes investimentos em tecnologia, processos e pessoas que permitem à companhia se beneficiar de uma infraestrutura atualizada e dispor de executivos que alcançaram sua excelência por meio do programa de formação de líderes da seguradora, impulsionado pelo presidente da companhia, Gabriel Portella. “Estamos não apenas dando maior capacidade e velocidade de resposta às áreas de negócios da SulAmérica, mas também preparando a companhia para se tornar ainda mais competitiva”, afirma Portella.

O executivo destaca a importância da formação e promoção de talentos internos neste processo. Raquel Giglio, antes superintendente técnica de Saúde, agora assume a diretoria técnica e de relacionamento com clientes de Saúde. No início deste ano, André Lauzana tornou-se vice-presidente de Capitalização, após ter ocupado o cargo de diretor financeiro da companhia.

A formação de lideranças compõe um mix importante para a estratégia de capital humano da SulAmérica em conjunto com a busca de talentos no mercado, destaca o executivo. Recentemente, Reinaldo Amorim assumiu a diretoria atuarial e Ricardo Bottas foi contratado como diretor financeiro.

As mudanças organizacionais estão alinhadas aos planos da SulAmérica para os próximos anos, que envolvem maior sinergia entre as áreas para o incremento dos seus diferenciais competitivos em suas diversas linhas de negócio. “Estamos preparados para aproveitar todas as oportunidades que o mercado apresentar e fizerem sentido para a companhia”, destaca Portella.

Mercer contrata Mauricio Amaral

mauricio amaralRelease

A Mercer – consultoria americana líder mundial em previdência, investimento, talento e saúde – vem expandindo sua atuação no Brasil onde opera há mais de 30 anos, alcançando um crescimento significativo no país. Atualmente, a empresa possui escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro. Conta com uma equipe de mais de 350 colaboradores. Para manter o ritmo de crescimento e sedimentar ainda mais sua atuação em vários segmentos da economia, contratou, como Diretor Geral do Brasil, o executivo Maurício Amaral.

Mauricio tem uma sólida experiência na gestão de negócios, vendas, desenvolvimento de produtos e serviços tanto no Brasil como no exterior. Ele é graduado em Economia pela PUC, com especializações em Gestão Estratégica e Comunicação pela New York University e Liderança de Organizações de Saúde pela Harvard Business School.

Mauricio ocupava a posição de Vice-presidente Corporativo de Vida & Previdência na Zurich. Anteriormente, ocupou posições executivas como Presidente CEO da Care Plus, Vice-presidente de Produtos de Desenvolvimento de Marketing na Metlife em New York, após 6 anos como Diretor Executivo na mesma empresa no Brasil.

Com mais de 27 anos de experiência no mercado executivo Amaral chega à Mercer com o principal objetivo de agregar à empresa uma visão moderna de liderança, onde cada colaborador será responsável por imprimir o diferencial em processos e serviços para garantir um atendimento diferenciado e manter o crescimento.

“As empresas precisam de ajuda para enfrentar muitos desafios. E em tempos de contexto sócio econômico mais complicado, os talentos humanos são ainda mais importantes, pois a partir deles é que se permite enfrentar as crises e sair delas mais fortalecidos. É nesse contexto que nosso capital intelectual trabalha em favor de nossos clientes, trazendo soluções para programas de aposentadoria, investimentos e diversos produtos voltados ao capital humano das empresas. Nosso objetivo é ajudar nossos clientes a ampliar a saúde, a riqueza e as carreiras de sua gente” avisa o executivo. Maurício ficará sediado no escritório da Mercer de São Paulo.

Com 20 mil funcionários em 40 países, a Mercer atende mais de 25 mil clientes globais. A empresa é uma subsidiária integral da Marsh &MacLennanCompanies. A companhia, presente em 100 países e com 53 mil funcionários, tem faturamento anual de US$ 10 bilhões. www.mercer.com.br

Evan Greenberg, CEO da ACE, estima conclusão da compra para 1o. tri de 2016

even greenbergAbaixo a íntegra da mensagem que Evan Greenberg, CEO da ACE, mandou para seus principais parceiros no mundo. Abaixo, o release em português divulgado pelas empresas.

Dear colleagues,

Moments ago, we announced that the Boards of Directors of ACE and Chubb approved a definitive agreement under which ACE will acquire Chubb for $28.3 billion. Attached is the news release we issued announcing the transaction. I want to share with you some of my thoughts about this historic combination of two world-class insurance companies and what it means for all of us.

ACE and Chubb together will create a global P&C powerhouse with highly complementary business lines, distribution channels, customer segments and underwriting skills. In the U.S., where Chubb has a substantial presence, the combination makes us a leading insurer of business, from the large corporate segment to the middle market, with a broad variety of coverages. Together we become the second largest commercial insurer in the U.S. We are both major providers of high-net-worth coverage – in fact, Chubb is the leading provider.

Internationally, where ACE is a truly global insurer with extensive presence in 54 countries, Chubb’s operations in 25 markets will add to our presence and capabilities and position us to better pursue important market opportunities globally. The combined company will be a top-tier leader in a number of global specialty and traditional products such as professional lines, risk management, workers compensation, A&H and other property and general casualty lines.

Chubb’s strong distribution relationships in the U.S. through independent agents will complement our traditional strength in P&C brokerage. Globally, the combined company will serve commercial customers of all sizes and shapes – from the largest corporations with complex multinational exposures to the complete spectrum of middle market and small commercial companies. The insurance needs of individuals and their families will be served with a broad array of products and improved capability.

We remain a growth company with enhanced earning power – the combined organization will create vast new opportunity given the increased capabilities for our customers, our distribution partners, and our employees. There will also be substantial efficiencies to be gained from the combination of the two companies that will create the means to improve our competitive profile and the ability to invest in more technology, products and people. As I said in the press release, we will take advantage of each other’s strengths and emerge stronger together with much greater earning power than the sum of the two companies separately.

Thank you

Before I go any further, I want to thank all of you, my colleagues. The journey that we have been on for the last 12 years – what we have built together including our capabilities, presence, culture and reputation, and the great company we have become – has made this possible. So thank you, sincerely, for getting us to this momentous day. It is one thing to buy and quite another to integrate and manage well. I would not have had the confidence to take this on if I did not have such great faith in our organization’s capabilities and culture. My pride and confidence in our company and in all of you have never been greater.

Upon completion of the transaction, it will be an honor for me, together with ACE’s current management team and colleagues from Chubb, to lead this new organization. I will serve as Chairman and CEO of the combined company. John Finnegan, Chubb’s current Chairman, President and CEO, has agreed to serve as Executive Vice Chairman for External Affairs of North America, and will assist me with integration. He will not have operating responsibilities.

The ACE culture, the Chubb name, a new brand

As you saw in the announcement, the combined organization will change its name to Chubb in acknowledgment of the distinctiveness and great recognition of its brand in the U.S. Giving up our name was not an easy decision for me. I’m sure many of you will ask, “But what about the ACE name and what about the ACE culture?

Our name is a symbol of who we are. We have great pride in our accomplishments and identify our feelings for who we are with our name. I, like you, need to separate from this symbol. In changing our name, I am sincerely respectful and deeply mindful of who we are and not in any way attempting to insult or offend our culture. We will preserve our cultural identity and our values – we will remain a meritocracy and our culture will be transcendent in the new organization.

At the same time, ACE is acquiring Chubb, a great name and a great, venerable company. They are deservedly proud people, too, and have a strong culture with many attributes. And so we need to be gracious. We will complement each other not only in our business lines but also in our cultural strengths. Look at it this way – we covet what we have built; we must also covet and respect what Chubb has built. The ACE way – optimism, drive, discipline and hard work – has served us well. We are and remain a can-do company.

Fortunately, we share a great mutual respect – we are both conservative in how we take and manage risk and in how we manage our balance sheets. At our core, we are both underwriting companies that prize superior financial performance. I firmly believe Chubb’s talented people will be a great addition to the ACE family.

And so be patient – stay tuned. A new Chubb brand – the visual expression of our combined companies’ cultures and how we will deliver on our promises to our customers and business partners around the globe – will soon emerge.

Employee conference call tomorrow at 10 a.m. Eastern

I know you may have questions about this transaction and what it means. At the appropriate times, we look forward to communicating with you about our plans to make our vision of this great combined company a reality. Our first opportunity to do so is a global employee conference call tomorrow, Thursday, July 2, at 10 a.m. Eastern Time. You will get the details in your Outlook calendars and more information can be found on ACE Global Village.

We expect the transaction will close in the first quarter of 2016. I expect it will be a long road. Both companies’ shareholders must vote their approval. Regulators around the world must approve the transaction. In parallel, at the appropriate time, we will make plans for successful integration. We have an excellent track record at ACE successfully integrating around 15 acquisitions we have made over the last 12 years. Integration with two companies the size of ACE and Chubb, however, won’t be easy for either company.

In the meantime, we have a company to run, customers and distribution partners to serve, strategies to execute, and results to produce. I need your best efforts. I need you to remain focused on what we do best. Carry yourselves with pride. Be excited, but also be humble and welcoming to your future colleagues. Show them a generosity of spirit. Show them the ACE way. Be mature in your discussions. And never lose your can-do attitude.

We will now create between us something new and very special.

Sincerely,

Evan

P.S. We expect today’s announcement will lead to increased interest in ACE from external parties, and it is important we speak with one voice on this matter.

ZURICH e WARREN, NEW JERSEY – 01 de julho de 2015 – A ACE Limited (NYSE: ACE) e a The Chubb Corporation (NYSE: CB) anunciaram hoje que os Conselhos de Administração de ambas as empresas aprovaram, por unanimidade, um acordo definitivo sob o qual ACE irá adquirir a Chubb. Sob os termos da transação, os acionistas da Chubb receberão 62,93 dólares por ação em dinheiro e 0,6019 em ações da ACE. Com base no preço de fechamento das ações da ACE, em 30 de junho de 2015, o valor total é de aproximadamente $ 124,13 por ação da Chubb, ou 28.300 milhões de dólares no agregado. Este é o equivalente a $ 125,87 por ação da Chubb usando volume de preço médio das ações dos 20 dias da ACE ponderadas no período encerrado em 30 de junho de 2015. Após o fechamento da transação, os acionistas da ACE serão proprietários de 70% da companhia e os acionistas da Chubb serão donos de 30%. A contrapartida representa um prêmio de aproximadamente 30% ao preço de fechamento da Chubb de $ 95,14, em 30 de junho de 2015.

Juntas, a ACE e a Chubb criarão a líder global em propriedade comercial e pessoal e acidentes (P & C) de seguros, um aumento de crescimento e poder de ganho e um equilíbrio excepcional de produtos, como resultado de uma maior diversificação e um mix de produtos com menor exposição ao ciclo de preços da indústria de P & C. A negociação prevê a continuação de uma empresa em crescimento com produtos complementares, distribuição e segmentos de clientes, um compromisso à tomada firme de disciplina em serviços de sinistros, e aumento substancial de dados para conduzir novas oportunidades de crescimento rentável em ambos os mercados desenvolvidos e em desenvolvimento ao redor do mundo. A combinação vai criar eficiências que irão proporcionar flexibilidade para a empresa a investir em pessoas, tecnologia, produtos e distribuição, bem como melhorar o perfil competitivo da empresa. Além disso, o tamanho da força do balanço patrimonial elevará a empresa no grupo de elite das seguradoras globais de P & C. Em 31 de dezembro de 2014, numa base agregada, a empresa teve patrimônio líquido de cerca de $ 46.000 milhões, investimentos e outros ativos de $150.000 milhões do total dos acionistas.

Combinação de crescimento e ganho de poder

“Estamos entusiasmados por anunciar a aquisição da Chubb, uma companhia respeitável e uma grande marca “, disse Evan G. Greenberg, presidente e CEO da ACE Limited. “Esta transação avança nossa estratégia de forma significativa e representa uma excelente oportunidade para criar valor significativo ao longo de um período de tempo razoável para ambos acionistas da ACE e da Chubb. Estamos combinando duas grandes companhias de subscrição que são altamente complementares. Vamos fazer o melhor de ambas e criar uma empresa única em uma classe própria, que tem maior crescimento e poder aquisitivo do que a soma das duas empresas separadamente.”

John D. Finnegan, Chairman, Presidente e CEO da Chubb, disse: “Esta é uma operação atraente para todas as partes interessadas, da Chubb e da ACE. A combinação reúne duas empresas altamente respeitadas e bem-sucedidas com capacidades complementares, ativos e posicionamento geográfico. Estamos confiantes de que vamos agregar um forte valor aos acionistas da Chubb, incluindo um prêmio imediato e participação no futuro crescimento e rentabilidade de uma empresa bem posicionada. Estamos satisfeitos com a adoção da marca Chubb e vemos isso como uma afirmação de que ambas as empresas compartilham um compromisso com os atributos de qualidade e serviço que a marca representa. Estamos ansiosos para trabalhar juntos neste momento em que criamos as melhores práticas globais em seguros de P&C.”

Presença Complementar e Capacidades

Dentro das linhas comerciais de negócios nos Estados Unidos, a ACE fornece uma ampla gama de produtos e serviços industrial, comercial, a empresas multinacionais e superior de médio porte com distribuição substancial através de uma corretora com presença importante. A Chubb é essencialmente um comercial de middle-market, especialidade e garantia seguradora com um amplo portfólio de produtos e uma agência de presença importante. No seguro de pessoas, a Chubb é fornecedora líder de cobertura de linhas pessoais para clientes de alta renda nos EUA, enquanto a ACE tem sido cada vez mais focada nesses clientes também.

Fora dos EUA, a ACE é uma seguradora com destaque e presença em 54 países, além de ampla capacidade de produto, cliente e distribuição. As operações da Chubb em 25 países irão complementar e aprofundar a presença da ACE. A ACE tem uma posição de liderança no mercado global de acidente e saúde (A & H) e ambas as empresas oferecem linhas complementares pessoais com ofertas no Canadá, Europa, Ásia e América Latina. Com essa combinação, terão uma posição de liderança em linhas profissionais globais, com amplas ofertas de produtos para todos os tamanhos de clientes comerciais.

“Vamos ser bem-equilibrados, com maior presença e capacidades em áreas de produtos que têm menos exposição ao ciclo comercial de P & C”, continuou o Sr. Greenberg. “Nós temos fortes produtos complementares – onde quando um de nós não estiver presente, o outro estará. Quando um de nós é forte, o outro é ainda mais forte. Onde há sobreposição de produtos, geralmente um de nós estará mais presente no grande mercado corporativo, enquanto o outro estará servindo uma parte menor do mercado. Teremos um ganho maior adquirindo as respectivas competências e as experiências, o que nos permitirá fazer muito mais. Por exemplo, a Chubb irá aumentar a capacidade da ACE para atender aos mercados alto e médio, enquanto a ACE irá fornecer mais produtos para atender aos clientes do médio mercado da Chubb, e nossas forças combinadas nos permitirão prosseguir globalmente com os pequenos e micro segmentos.

“Finalmente, vamos nos beneficiar de cada uma das culturas complementares, incluindo uma paixão compartilhada por subscrição, disciplina e serviço de sinistros. Operando sob o nome Chubb, com lucro de subscrição sustentado a longo prazo e uma base maior de ativos investidos que irão se beneficiar de taxas de juros, vamos aproveitar as oportunidades de crescimento e ganhos de eficiência importantes para serem adquiridas entre nós. Juntos, vamos crescer mais substancialmente, em um ritmo mais rápido, produzindo maiores lucros, do que poderíamos alcançar como duas empresas separadas. Estamos ansiosos para acolher os funcionários talentosos da Chubb e seus clientes e parceiros de distribuição à família ACE. ”

Acionista – retornos atraentes

Espera-se que a transação aumente imediatamente o lucro por ação, e o valor contábil no terceiro ano; a transação irá agregar ao EPS em uma base de dois dígitos e aumentará o ROE. Prevê-se que o retorno do investimento será superior ao custo de capital da ACE dentro de dois anos, e resultará em um retorno de dois dígitos no terceiro ano, e o valor contábil tangível por ação irá retornar ao seu nível atual em três anos.

Gestão, Conselho de Administração, nome e sede

Após a conclusão da transação, a empresa será liderada por Sr. Greenberg como Presidente e Chief Executive Officer. O Sr. Finnegan concordou em ser o Vice-Presidente Executivo de Relações Exteriores da América do Norte e irá ajudar com a integração. O Conselho da empresa será ampliado de 14 para 18 diretores, com a inclusão de quatro diretores independentes da atual Diretoria da Chubb.

A Chubb continuará a operar sob o seu nome, enquanto a nova empresa passa pela transação para, em seguida, operar globalmente sob o nome Chubb. A empresa continuará a ser uma empresa suíça com escritórios principais em Zurique. A sede da Chubb em Warren, New Jersey, vai abrigar uma parte substancial da função de sede para a divisão norte-americana da companhia. A ACE vai continuar a manter uma presença significativa na Filadélfia, onde se baseia sua sede atual da Divisão Norte-Americana.

Financiamento, Eficiências, Encerramento e Aprovações

A ACE pretende financiar a parte da transação em dinheiro, através de uma combinação de US $ 9 bilhões ACE e o excesso de cash da Chubb de $5.3 bilhões em notas senior com uma variação de vencimentos a ser determinada. A ACE pretende atingir uma proporção de aproximadamente 20% do capital da dívida em relação ao total, após a aquisição, no âmbito das orientações para os ratings da companhia.

No terceiro ano após o fechamento, a empresa espera obter economias de despesas anuais de aproximadamente $ 650 milhões sem impostos, onde ambas as empresas se sobrepõem. A empresa também espera alcançar um crescimento significativo que irá resultar em receitas adicionais substanciais. Em cinco anos, espera-se o equilíbrio entre receitas e sinergias da relação de despesas. Os ganhos de eficiência proporcionarão uma maior flexibilidade para a empresa a investir em pessoas, tecnologia, produto e distribuição.

A transação deverá ser concluída durante o primeiro trimestre de 2016, sujeito à aprovação da ACE e os acionistas da Chubb, a expiração ou término do período de espera aplicável de acordo com a Hart-Scott-Rodino Antitrust Improvements Act de 1976 e aprovações regulatória

Assessores

Morgan Stanley & Co. LLC está atuando como consultora financeira e Sullivan & Cromwell LLP está atuando como consultora legal para a ACE. Guggenheim Securities, LLC está atuando como consultora financeira e Wachtell, Lipton, Rosen & Katz está servindo como conselheiro legal para Chubb.

Teleconferência com Webcast e Informação Dial-in

A ACE e a Chubb irão realizar uma teleconferência conjunta hoje, às 08h30. A teleconferência estará disponível via webcast ao vivo nas seções de relação com investidores da ACE de sites da Chubb no www.acegroup.com ou www.chubb.com. Os participantes via telefone devem discar 888-481-2864 (nos Estados Unidos) ou 719-325-2214 (internacional), código de acesso 3219329. Uma gravação da teleconferência estará disponível até quarta-feira, dia 15 de julo de 2015, e o webcast arquivado estará disponível durante um mês. Para ouvir a reprise, disque 888-203-1112 (nos Estados Unidos) ou 719-457-0820 (internacional), código 3219329.

Informações adicionais com relação à transação serão publicadas nas seções de relações com investidores dos sites acegroup.com e chubb.com.

Sobre o ACE Group

ACE Group é uma das maiores seguradoras multilinhas de propriedade e responsabilidade civil do mundo. Com operações em 54 países, a ACE oferece seguro de propriedade e responsabilidade civil tanto comercial como pessoal, seguros de acidentes pessoais, saúde complementar, resseguro e seguro de vida para um grupo diversificado de clientes. A ACE Limited, empresa controladora da ACE Group, está listada na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE: ACE) e é parte do índice de S&P 500. Para mais informações acesse: www.acegroup.com

Sobre a Chubb

Desde 1882, os membros do Grupo Chubb de companhias de seguros têm fornecido seguro de propriedade e contra acidentes e produtos para clientes em todo o mundo. Estes produtos são oferecidos através de uma rede mundial de agentes e corretores independentes. O Grupo Chubb de companhias de seguros é conhecido pela solidez financeira, de subscrição e experiência profissional de controle de perdas, adaptando produtos para as necessidades dos indivíduos de alta renda líquida e clientes comerciais em nichos de mercado e segmentos da indústria selecionados e excelente serviço de sinistros.

O Grupo Chubb de companhias de seguros é o termo de mercado usado para descrever a constituição de várias companhias de seguros separadamente sob a propriedade comum da The Chubb Corporation. A Chubb Corporation está listada na New York Stock Exchange (NYSE: CB) e, juntamente com suas subsidiárias, emprega aproximadamente 10.300 pessoas em toda a América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para obter mais informações sobre a The Chubb Corporation, incluindo uma listagem das seguradoras do Grupo Chubb de companhias de seguros, visite www.chubb.com.

Aquisição da Chubb pela ACE surpreende executivos

Foi com surpresa que executivos do setor receberam a notícia da oferta US$ 28,3 bilhões da ACE para comprar mundialmente a Chubb. E ainda saber que a nova empresa que será criada se chamará Chubb. Segundo Felipe Smith, diretor de produtos para pessoa jurídica da Tokio Marine, apesar de várias notícias de fusões e aquisições no setor de seguros durante este ano, inclusive uma do próprio grupo japonês que adquiriu a HCC Insurance, US$ 7,5 bilhões no mês passado, o cliente ainda encontra um grande leque de companhias com farta oferta de produtos. “É um negócio mundial e possivelmente terá uma repercussão no Brasil”, disse ele ao blog Sonho Seguro.

As ações da ACE subiam 4% e as da Chubb 30% na bolsa de Nova York logo após o anúncio da compra. No Brasil, ACE tem prêmios emitidos de R$ 1,03 bilhão e Chubb de R$ 354 milhões de janeiro a maio deste ano, criando o nono maior grupo segurador do Brasil, com 1,9% de market share considerando-se apenas o segmento de seguros gerais, incluindo vida e VGBL, de acordo com levantamento da Siscorp Consultoria.

Há uns três anos, a ACE entrou no mercado de alta renda no Brasil, com a contratação de Farid Eid. No ano passado, no entanto, abandonou essa estratégia. Eis agora uma nova oportunidade para a ACE entrar no segmento de alta renda, um nicho muito disputado no mercado brasileiro, que tinha a Chubb como principal referência pelos serviços diferenciados prestados aos milionários.

Ontem foi a Willis que anunciou a fusão com a Towers Watson, consultoria global líder em serviços profissionais que auxilia as organizações a melhorar seu desempenho através do gerenciamento efetivo de pessoas, riscos e finanças. O Valor dessa transação é de aproximadamente U$ 18 bilhões.

Segundo Adalberto Ferrara, CEO da Tokio Marine, a seguradora está atenta as movimentações de compra e venda de companhias. Sem citar mais detalhes, por serem operações com contratos de confidencialidade, Ferrara limitou-se a dizer que o Mercado está movimentado em todo o mundo. Quando a aprovação dos IPOs de duas estatais em seguros, IRB Brasil RE e Caixa Seguridade, Ferrara disse que aguardará a abertura do dataroom pelos consórcios de bancos. “Só depois de analisarmos a estrutura da emissão e os ativos poderemos nos pronunciar a respeito”, comentou o executivo em Portugal, onde participa do XIV Encontro de Corretores Diamante, que acontece de 28 de junho a 3 de julho no hotel Penha Longa, em Sintra.

MetLife cria canal exclusivo de atendimento ao corretor

metlifeRelease

Atenta ao avanço da tecnologia no mercado securitário, a MetLife lança uma Central de Relacionamento exclusiva para corretores de todo o Brasil. Os atendimentos passaram a ser realizados por uma equipe especializada no relacionamento com esses parceiros, o que proporciona rapidez e agilidade ao processo.

A nova Central de Relacionamento MetLife é composta por três canais: o WhatSAC, aplicativo que permite a troca de mensagens instantâneas por meio do smartphone; o Chat Online, canal disponível na homepage de corretores (www.metlife.com.br/corretores); e a Central Telefônica, com atendimento por meio do 3003-3049 (capitais e grandes centros) e 0800 727 3049 (demais localidades). A MetLife é a primeira seguradora do Brasil a adotar o aplicativo de troca de mensagens instantâneas, com comunicação direta entre o corretor e um colaborador da companhia.

Para Cassia Gil, Diretora Executiva Comercial de Benefícios para Funcionários e Planos odontológicos da MetLife, a ampliação das opções de atendimento proporciona maior agilidade ao trabalho do corretor. “A tecnologia é uma realidade na vida dos brasileiros. Muitas vezes, o profissional está na rua e precisa de uma resposta rápida da seguradora. As múltiplas opções de canais disponíveis tornaram o atendimento ao parceiro ainda mais completo e eficaz, sem importar o local onde o parceiro está”, explica. Além das ferramentas, o corretor também conta o apoio dos escritórios da MetLife em todo o Brasil. “Trabalhamos diariamente em conjunto com as equipes regionais para oferecer apoio ao parceiro, seja online, por telefone ou pessoalmente”, finaliza Cassia.

Mais de 90% dos atendimentos realizados pela Central são concluídos em poucos minutos, enquanto 80% dos telefônicos são finalizados em até 30 segundos.

Abertura de capital do IRB deve render R$ 1,8 bi ao ajuste fiscal –

Fonte: O Globo – Gabriela Valente

Com dificuldades para fechar as contas do ano, a equipe econômica aposta em receitas extraordinárias para reforçar o caixa do Tesouro. Com esse objetivo, foi marcada para outubro a abertura de capital do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB). A expectativa é que a empresa capte R$ 4 bilhões com a operação. O impacto no caixa do governo será imediato por causa do pagamento de tributos sobre a operação. Só o Imposto de Renda e a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) devem render ao governo federal a quantia de R$ 1,8 bilhão. Segundo fontes, o IRB fará uma oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) na primeira semana de outubro, quando serão ofertados 40% do capital no mercado secundário, ou seja, os recursos não passarão pelo caixa do instituto, irão direto para os acionistas.

META MAS DISTANTE

Em maio, as 1 Contas do setor público que inclui o governo central, estados, municípios e empresas estatais – registraram um déficit de R$ 6,9 bilhões, o pior desempenho para o mês desde 2013. O resultado negativo só não foi maior, porque estados e municípios conseguiram economizar R$ 2 bilhões, enquanto o governo central (governo federal, Banco Central e Previdência) fechou o mês com déficit de RS 8,9 bilhões, e as estatais, com déficit de R$ 72 milhões. Com os números de maio, nos cinco primeiros meses do ano, a economia do setor público para o pagamento dos juros da dívida pública, o chamado superávit primário, somou R$ 25,5 bilhões. A maior parte, R$ 19,2 bilhões, veio de estados e municípios.

O superávit acumulado nos cinco primeiros meses de 2015 equivale a 38,4% da meta fixada para o ano, de 66,3 bilhões, ou 1,13% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país), o que toma cada vez mais distante o cumprimento da meta. Em 12 meses, o resultado está negativo, com déficit primário de R$ 38,5 bilhões, equivalente a 0,68% do PIB, segundo relatório divulgado ontem pelo Banco Central. Internamente, o governo já admite que não há como cumprir a meta prometida. Segundo técnicos, o esforço fiscal não chegará a 0,9% do PIB.

– É praticamente impossível cumprir a meta de 1,13% do PIB, mas isso já está precificado pelo mercado: o governo vai cumprir algo perto de 0,6% do PIB porque, além de tudo, o superávit primário também foi afetado pelas pedaladas, já que essa equipe econômica está acertando as contas – frisou o economista-chefe da INXV Global, Eduardo Velho.

Ele explica que os juros mais altos para controlar a inflação aumentam o montante que o país tem a pagar. Isso anula o esforço fiscal e deve elevar a dívida daqui para frente, comprometendo o grau de investimento do país, a nota que as agências de risco dão a um país que é considerado seguro para investir.

Em maio, os gastos com juros nominais chegaram a R$ 52,9 bilhões, cifra diretamente afetada pelo gasto de R$ 22 bilhões com as operações de swap cambial equivalente à venda futura de dólares diante da desvalorização do real no período. Em 2015, a despesa totaliza R$ 41 bilhões, Isso pesa nas contas públicas. Em todo o ano de 2014, foi de R$ 17,3 bilhões.

Nos cinco primeiros meses do ano, o setor público gastou nada menos que R$ 198,9 bilhões no pagamento de juros, o que significa um recorde e representa 8,4% do PIB. Como poupou só R$ 25,5 bilhões no período, faltaram R$ 173,4 bilhões para fechar a conta. Assim, o déficit nominal, que inclui os gastos com juros, chegou a 7,32% do PIB no período. Nos últimos 12 meses, o gasto com juros foi de R$ 408,8 bilhões ou 7,22% do PIB. É o pior resultado desde os 7,34% de abril de 2006.

Apesar do desempenho negativo, o chefe adjunto do departamento econômico do BC, Fernando Rocha, disse que houve melhora em relação aos 12 meses encerrados em abril, o que deve continuar:

– É a tendência que se espera nos próximos meses até o fim do ano.

Em maio, a dívida bruta chegou a 62,5% do PEB, contra 61,6% do mês anterior. Já a dívida líquida recuou 33,7% do PIB em abril para 33,6% do PIB em maio.

Segundo as estimativas do Banco Central, a relação dívida/PIB deve encerrar o ano em 34,9% do PIB e a dívida bruta, em 62,7% do PIB. Essas projeções, entretanto, consideram o cumprimento da meta de superávit primário para pagar juros da dívida, o que não deve aconteceu

CVG-RJ comemora 49º aniversário reunindo fundadores e personalidades do mercado

Release

Cerca de 100 pessoas participaram das comemorações que contou com a participação de seu fundador e primeiro presidente, Minas Mardirossian. O evento foi realizado no dia 29 de junho, no Restaurante Cais, no Centro Histórico

Após a tradicional missa realizada na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens, a diretoria do CVG realizou um almoço de confraternização com suas beneméritas, associados e diretores de entidades e empresas do mercado de seguros.

O presidente Marcello Hollanda agradeceu a presença de todos e lembrou a fundação do Clube em 28 de junho de 1966, com destaque para seu fundador e primeiro presidente, Minas Mardirossian. Minas enfatizou a importância da criação do CVG-RJ para o desenvolvimento do segmento de pessoas. “Nosso primeiro almoço foi no Restaurante Casa Americanas com a participação de 19 seguradoras. Hoje, os seguros de benefícios, como Vida, Saúde e Previdência representam um nicho de oportunidades para os corretores, pois crescem mais do que o seguro AUTO. O momento é este. Quem trabalha com promoção de vendas deve prestar atenção ao segmento de pessoas”, afirmou.

O presidente Marcello Hollanda apresentou o futuro presidente do Conselho Consultivo do CVG-RJ, Olívio Américo, que já foi presidente do clube por dois mandatos consecutivos. Olívio agradeceu aos sócios e beneméritas, declarando que “sem eles, nada seria feito, não haveria razão para existência do CVG-RJ”. Olívio, que também é presidente da Aconseg-RJ, elogiou a primeira gestão de Marcello Hollanda no comando do CVG-RJ, “que trouxe gente nova, agregou conhecimento para os profissionais do mercado”.

O vice-presidente do CVG-RJ, Isaque Farizel, apresentou também o futuro secretário do Conselho Consultivo, Enio Miraglia D´Silveira, que também já foi presidente, por dois mandatos consecutivos, do Clube.

O presidente do CVG-ES, Antônio Santa Catarina, elogiou o evento e a trajetória do CVG fluminense. “Estamos num casarão histórico, vivendo um momento histórico, junto com personalidades que fizeram e fazem a história do CVG e do Seguro de Pessoas. Devemos muito a estas pessoas que aqui estão pelo trabalho, dedicação na divulgação e fortalecimento do segmento no Brasil”.

Marília Ehl Barbosa, superintendente executiva da Aliança para a Saúde Populacional (ASAP) revelou que “a comemoração demonstrou o quanto o trabalho do CVG é fundamental para as empresas, e como é necessário manter viva a história da Instituição com a proximidade dos fundadores e daqueles que dedicaram parcela substancial das suas vidas ao sucesso da Organização. À diretoria atual, todo o mérito pela capacidade de agregar pessoas ao projeto do CVG e ao tema, que deve pautar os encontros estratégicos de qualquer empresa fluminense. Parabéns pelos 49 anos”, finalizou.

Várias personalidades do setor prestigiaram o evento, entre as quais destacamos: Eli Bezerra, presidente da Aruana Seguros; Neival Freitas, diretor-executivo FenSeg, Maria Helena Monteiro e Mario Pinto, diretores da Escola Nacional de Seguros; Laerte Tavares Lacerda, diretor da Capemisa; Daniel Protásio, diretor da Mapfre Seguros; Denise Carvalho, diretora da MetLife; Alfeo Marchi, diretor comercial da Zurich; André Oliveira, diretor da Chubb; ex-presidente do CVG-RJ, Danilo de Souza Sobreira, entre muitas outras personalidades, associados e beneméritas.

Swett & Crawford inicia operações em GO e DF

release

A assessoria em seguros Swett & Crawford (S&C), da holding inglesa CGSC, conclui sua terceira associação do ano ao assumir o controle da Casa do Corretor, atuante em Goiás e no Distrito Federal. A operação faz da S&C, há pouco mais de dois anos no Brasil, uma das maiores assessorias do País. Também avança seus planos de constituir, ainda em 2015, o que deve ser a primeira rede nacional unificada de distribuição de seguros do Brasil.

Ano passado a CGSC anunciou investimento para a América Latina de US$ 50 milhões, boa parte destinado à estruturação no Brasil de uma rede de distribuição. Essa rede está em constituição por meio da S&C com aquisições de assessorias em todo o País. Até o fim do ano, a S&C espera ter mais quatro empresas na rede. As assessorias fazem a intermediação entre corretores e seguradoras para distribuir seguros com a capilaridade e o suporte necessários.

O projeto começou a avançar em janeiro com a aquisição integral da JLD, atuante nas cidades industriais paulistas de Campinas, Sorocaba e São José dos Campos. Pouco depois, a S&C comunicou ter assumido o controle da ACMS, que transaciona prêmios de R$ 40 milhões por ano em Belo Horizonte. Em paralelo, efetivou um acordo de distribuição com a GC do Brasil, que deu à S&C alcance sobre 100 municípios, a maioria deles no Sul e Centro Oeste.

Com o ingresso da Casa do Corretor na rede – que gera R$ 80 milhões em prêmios anuais e tem entre os sócios o ex-deputado federal Armando Vergílio –, a S&C reforça sua rede, que deve intermediar até o fim do ano R$ 1,2 bilhão em prêmios. “Ainda estamos consolidando a rede. O objetivo é não atrapalhar essas empresas e integrá-las aos poucos. Em paralelo, mapeamos as necessidades de cada região para depois criar seguros customizados e disponibilizá-los aos corretores”, explica o diretor da S&C Augusto Brum.

Segundo ele, os corretores da rede serão estimulados a buscar oportunidades fora dos nichos tradicionais com soluções da CGSC e também proteções ainda a ser desenvolvidas para setores negligenciados, como de logística, calçadista, moveleiro e agroindustrial. Junto às seguradoras, a S&C trabalha para viabilizar justamente essas coberturas negligenciadas.

A estratégia é disponibilizar a capacidade de resseguro da CGSC, que atua no sistema Lloyds. “Vamos dar capacidade de resseguro e diluir o risco e o custo dos negócios para as seguradoras”, explica Fábio Basilone, presidente da CGSC para o Brasil. Com a rede consolidada, a expectativa é gerar propostas em volume suficiente para tornar até coberturas recusadas interessantes para seguradoras e resseguradoras do Brasil ou do exterior. Essas coberturas serão convertidas em produtos de prateleira e disponibilizadas aos corretores.

Em Goiás e no DF – Dessa forma, os 200 profissionais hoje assessorados pela Casa do Corretor, que, como a maioria dos corretores brasileiros distribuem essencialmente produtos de varejo, vão poder trabalhar com coberturas mais rentáveis. “Hoje, não fazemos resseguro pela falta de produto, mesmo tendo demanda ocasional”, diz o sócio-diretor da empresa Renner Fidelis.

O executivo, que continua no negócio como responsável pela operação local junto com os outros sócios, diz que Goiás e Distrito Federal abrigam parques industriais expressivos, com muitas empresas oriundas do Sudeste, que atuam por vezes sem proteção pela falta de seguros adequados. Ele cita o exemplo do parque moveleiro de Goiânia, negligenciado pelas seguradoras pela ausência de uma estrutura consistente de diluição de riscos.

A expectativa de Fidelis é ter em breve produtos para explorar esse e outros nichos, em especial no interior, onde a atuação só não é maior pela ausência de produtos específicos. “O agronegócio reserva oportunidades com a logística de grãos, de carne, o seguro de safra. A expectativa é ter produtos e massa de negócios para viabilizar [finalmente] essas oportunidades.”

Sobre a Casa do Corretor

Fundada em 2003 pelo empresário Renner Fidelis, a Casa do Corretor é uma assessoria em seguros que atua em Goiás e no Distrito Federal. A empresa faz a intermediação de prêmios anuais estimados em R$ 40 milhões e presta assistência à aproximadamente 200 corretores na região. A Casa do Corretor também tem entre seus sócios o ex-deputado federal Armando Vergílio (SD), personalidade política em Goiás, também conhecido no meio segurador como o deputado do seguro.

Sobre o Grupo CGSC
O Grupo Cooper Gay Swett & Crawford (CGSC) foi formado em julho de 2010 com a união da Cooper Gay, um dos maiores grupos ingleses privados de corretores de resseguro, e a da Swett & Crawford, distribuidora de seguros com 100 anos de atuação no mercado norte-americano. Com sede em Londres, a CGSC é o maior grupo independente de corretoras de resseguros e de distribuidoras de seguros do mundo. Sua rede internacional estende-se por quatro continentes, num total de 60 escritórios, e conta com mais de 1,4 mil profissionais. A empresa gera corretagem anual acumulada em torno de US$ 400 milhões, com emissão de prêmios de aproximadamente US$ 4,2 bilhões. O Grupo é especialista no desenvolvimento e implementação de programas de mitigação de risco complexos e oferece soluções globais para atender às necessidades de seus clientes.

Sobre a Swett & Crawford
A Swett & Crawford comemora este ano 100 anos de atuação no mercado norte-americano. A companhia é conhecida por implementar inovações no mercado de seguros e por oferecer sempre proteções diferenciadas. Ainda em 1915, a convite do próprio Henry Ford, criador do sistema de produção massificada de automóveis, a empresa disponibilizou as primeiras apólices de veículos dos Estados Unidos em parceria com seguradoras. A S&C também segurou a Represa Hoover e a Ponte Golden Gate.