Diamante Portugal: “Pensem fora da caixa. Se tiveram uma ideia, nos falem para investirmos”, diz o CEO da Tokio Marine

tokio diamante diretoria“Para garantia do meu emprego, por favor continuem produzindo para me garantir na presidência”, brinca José Adalberto Ferrara, CEO da Tokio Marine, em discurso para abrir o Clube do Fado, um jantar típico realizado para cerca de 60 corretores Diamante presentes no XIV Encontro de Corretores Diamante.

Brincadeira à parte, ele ressalta aos profissionais de vendas o momento que a filial brasileira de um dos maiores grupo do mundo está. Nos últimos 12 meses, saímos de R$ 3,2 bilhões para R$ 3,5 bilhões até maio deste ano em prêmios emitidos”, afirma. “Com a ajuda de vocês, corretores Diamante, e dos corretores Ouro, ninguém segura a gente”.

Ferrara afirma que a companhia tem feito investimentos para que o corretor venda mais. “Queremos que os corretores usem ao máximo seu lado empreendedor. O mercado segurador como um todo ganha com isso”, disse, conquistando aplausos da plateia. Apesar de a companhia ter dobrado de tamanho, o grupo fechou 2014 com índice combinado abaixo de 100%, o que mostra que não foi uma competição que colocasse em risco o resultado operacional. O lucro líquido foi de R$ 170 milhões em 2014.

Empolgadíssimo com os números da apresentação, Ferrara comentou com os corretores que encontrou o presidente da SulAmérica, Gabriel Portala, e disse: “Estou no seu retrovisor. Do lado esquerdo. E vou começar a fazer zig-zag agora”, afirmou. A Tokio Marine é superada, no ranking dos ramos em que atua, pela BB Mapfre, Bradesco, Itaú, Caixa e SulAmérica. “Difícil competir com as ligadas a bancos. Mas Até o final do ano passamos a SulAmérica”, garantiu.

No plano de meta da matriz, a filial brasileira tem o comprometimento de crescer 15% ao ano até 2017. “Mas do jeito que estamos indo vamos superar essa meta de 53%, passando de R$ 3,2 bilhões em 2014 para R$ 5 bilhões em 2017. Ferrara afirma que apesar da retração da economia em 2014 e 2015, o grupo vive um ciclo virtuoso com o apoio dos corretores e por isso tem crescido acima da média do mercado. “As expectativas para o segundo semestre deste ano e para 2016 indicam que tudo vai ser melhor do que nesses últimos meses”.

A meta é dobrar a participação em automóvel para 16%, em grandes riscos e transportes para 10%, o que significa R$ 1,3 bilhão, em vida para R$ 600 milhões (só a carteira do Itaú movimenta isso), em residência atingir R$ 150 milhões e afinidades também chegar a R$ 600 milhões. “Queremos ser referência em todos esses ramos. Já somos referência em massificados. Já somos a terceira maior em grandes riscos. Tentamos comprar a carteira de grandes riscos do Itaú com R$ 1,1 bilhão, mas perdemos para a ACE que ofertou R$ 1,5 bilhão. O saldo positivo é que ficamos com um cheque na mão dado pela matriz e estamos comprador no mercado”, garantiu. A carteira de vida do Itaú está na mesa de negociações com algumas das seguradoras do setor e a Tokio é uma das candidatas, segundo fontes do setor.

Apesar de estar aberta para crescer por aquisição, a Tokio Marine tem crescido de forma orgânica, com a expansão de filiais e descobrindo novos mercados. “Temos de empreender. Temos um espaço enorme para crescer se analisarmos a penetração do PIB no Brasil. Pensem fora da caixa. Se tiveram uma grande ideia, nos falem para investirmos no desenvolvimento de novos canais. Se descobrirem produtos, nichos, falem com a gente. Essa diretoria trabalha comprometida com qualidade, de atendimento, de produtos e de entrega dos serviços. Esse é o nosso lema.”, finaliza.

Os corretores, já emocionados com o almoço prá lá de especial, aplaudiram a iniciativa e afirmaram que a Tokio vem de encontro com o desejo de ter a disposição executivos que atendam corretores no estilo “olho no olho” e também que os ajudem no desenvolvimento de novos mercados. Realmente, o almoço foi uma experiência única, digna de Diamante. Foi no patrimônio mundial da Unesco, o impressionante Mosteiro dos Jerônimos, construído no século XVI, com as mesas distribuídas no claustro onde os monges meditavam. Algo único e exclusivo. Segundo o guia turístico, em 11 anos que trabalha em Lisboa, essa foi a Terceira vez que presenciou um almoço no principal ponto turístico de Portugal.

Tokio Marine patrocina XIV Encontro Anual do Comitê do Setor Elétrico da ABGR

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tokio marineA Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos de seguros do mundo, patrocina o XIV Encontro Anual do Comitê do Setor Elétrico da ABGR – Associação Brasileira de Gerência de Riscos, que será realizado no Santíssimo Resort, em Tiradentes (MG), entre os dias 30 de junho e 02 de julho. Com foco em discussões sobre o setor energético, o evento é uma oportunidade para a Companhia reforçar sua presença na oferta de seguros para o mercado de grandes riscos, demonstrando sua expertise internacional e a robustez de sua atuação no Brasil, além de fortalecer o relacionamento com os stakeholders.

A Seguradora irá ministrar uma palestra sobre Riscos de Infraestrutura no jantar de abertura. O tema será abordado pelo Superintendente Comercial Corporate SP, Rene Ramos Leitão, e pela Underwriter especialista no segmento Energy, Simone Maria Bueno.

“Estamos muito honrados pela oportunidade de participar do encontro, contribuir e conhecer as novidades e tendências do setor elétrico. Nosso objetivo é demonstrar nossa atuação no ramo de Grandes Riscos a um público muito qualificado e o quanto a Companhia está preparada para atender este segmento em toda sua cadeia”, afirma o Diretor Comercial Corporate, José Luís Franco.

Recentemente, a Tokio Marine estruturou a área técnica em Unidades de Negócios para dar suporte aos principais setores da economia e, assim, atender com ainda mais qualidade, oferecendo soluções customizadas para os Corretores e Clientes. Dessa forma, o segmento de energia passou a ter um olhar mais focado da Companhia. A empresa conta ainda com underwriters especialistas, profissionais responsáveis por fazer a análise da operação e sugerir o produto ideal e as condições mais adequadas às necessidades dos Parceiros e seus clientes. Com esse novo modelo de negócio, as especificidades de cada setor são consideradas no momento da análise de risco.

“Os gestores e analistas dessas unidades têm a responsabilidade de elaborar estudos de produtos mais adequados a cada segmento e acompanhar as tendências do mercado internacional de resseguro, auxiliando a criação das melhores soluções, sempre em conjunto com o corretor e o cliente”, explica Franco.

Mais de 70 profissionais representando as principais empresas do segmento elétrico de todo Brasil são aguardados no XIV Encontro Anual do Comitê do Setor Elétrico da ABGR. O comitê é composto por companhias que atuam nas áreas de geração, transmissão e distribuição de energia. O evento é palco de diversas discussões sobre os mais variados temas relacionados à atividade, troca de experiências e o compartilhamento de ideias. Nesta edição, a anfitriã do evento é a Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG).

“Apoiamos regulamente os eventos da ABGR, uma entidade muito séria cujos objetivos de gestão de riscos são convergentes com os da Tokio Marine”, finaliza o Diretor Corporate.

Serviço

Evento: XIV Encontro Anual do Comitê do Setor Elétrico da ABGR

Local: Santíssimo Resort – Tiradentes (MG)

Endereço: Rua dos Inconfidentes, 140 – Centro Histórico, Tiradentes – MG

Data: de 30 de junho a 02 de julho

Programa “Porteiro Amigo do Idoso” ultrapassa a marca de mil profissionais capacitados

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Prevista para o dia 1º de julho, quarta-feira, em Botafogo, a próxima turma do Porteiro Amigo do Idoso – iniciativa criada pelo Grupo Bradesco Seguros que visa a capacitar os profissionais que lidam diariamente com moradores longevos a oferecer-lhes soluções e cuidados adequados às suas necessidades – será a primeira após o programa ultrapassar a marca de mil porteiros capacitados. A turma marca também a estreia, em 2015, em outros bairros cariocas. Essa é a primeira expansão do programa na cidade do Rio de Janeiro, onde o programa foi conc ebido em 2010. Depois de Botafogo será a vez de Flamengo (agosto e setembro) e Tijuca (novembro e dezembro) receberem as primeiras turmas do curso. As aulas serão realizadas nos dias 1º, 2 e 3/07, no Senac Botafogo, na Rua Bambina, número 107.

O programa, inteiramente gratuito, busca capacitar o porteiro a atuar de forma preventiva na resolução de problemas do cotidiano, contribuindo para a segurança, autonomia, mobilidade e independência da população longeva. Com formação multidisciplinar e carga horária total de 12 horas, as capacitações são divididas em três aulas.

Os porteiros foram apontados como “o melhor amigo do idoso”, em pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 32 países, com 1500 pessoas da terceira idade. Lançado há cinco anos em Copacabana, no Rio de Janeiro, o programa chegou, dois anos mais tarde, ao bairro de Higienópolis, em São Paulo. Este ano, além de estrear em outros três bairros cariocas, expandiu suas fronteiras para o interior paulista – Campinas, Ribeirão Preto e Santo André –, Minas Gerais, em Belo Horizonte, e Espírito Santo, nas cidades de Vitória e Vila Velha.

Ministradas pelo Senac RJ, as aulas de capacitação, em 2015, começaram em 24 de março e se estenderão até janeiro do próximo ano. Até o momento, já foram capacitados cerca de 1.050 profissionais. Para 2015, estão previstas 50 turmas, com até 25 participantes cada, totalizando 1.250 porteiros – devendo chegar a mais de 1700 profissionais treinados desde o início do programa.

— O programa Porteiro Amigo do Idoso ganha ainda mais projeção. Estamos levando a capacitação a novos bairros do Rio de Janeiro e a novas cidades. Esse investimento faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros com ações que incentivem a conquista da longevidade com qualidade de vida, saúde e bem-estar — explica Eugênio Velasques, Diretor do Grupo Bradesco Seguros.

De acordo com o Censo 2012 realizado pelo IBGE, a população de idosos no Brasil era de mais de 20 milhões, o equivalente a cerca de 11% do total. Até 2050, a estimativa é que esse universo triplique, chegando a 64 milhões de habitantes, ou seja, 30% da população, a mesma proporção apresentada pelo Japão.

O programa Porteiro Amigo do Idoso foi desenvolvido pelo Grupo Bradesco Seguros, sob a orientação do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache, conselheiro sênior sobre Envelhecimento Global da Academia de Medicina de Nova York (The New York Academy of Medicine) e ex-coordenador de programas de envelhecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Considerado uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia, Kalache é consultor do Grupo Bradesco Seguros para questões relacionadas à longevidade.

AULAS DE CAPACITAÇÃO

Durante as oficinas de capacitação, os porteiros aprendem a se colocar no lugar dos idosos e a lidar com situações comuns para quem convive com pessoas longevas. Para isso, a oficina promove uma vivência utilizando óculos para dificultar a visão e pesos nos pés e nas mãos, entre outros artifícios, de forma que os porteiros sintam as limitações da idade e reflitam sobre as dificuldades enfrentadas pelos mais velhos.

— O objetivo do Programa é fazer com que os porteiros se tornem ainda mais amigos e possam entender o processo de envelhecimento em todos os seus aspectos. Aquele que está preparado para lidar com o idoso, está preparado para lidar com qualquer público — destaca Eugênio Velasques.

Estudo da Liberty Seguros revela os principais riscos para pequenas e médias empresas paulistas

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A Liberty Seguros acaba de lançar um estudo que analisa os principais sinistros de escolas, pet shops, bares e restaurantes das cidades de São Paulo e Campinas. Foram mapeados os maiores causadores de acidentes em 2,2 mil pequenas e médias empresas desses nichos, entre abril de 2014 e março de 2015, utilizando a base de clientes da empresa.

De acordo com a diretora de Seguros Empresariais da Liberty Seguros, Rosy Herkza, esses três nichos empresariais apresentaram crescimento significativo na carteira de seguros corporativos e representam uma importante fatia dos seguros destinados para pequenas e médias empresas no Brasil. “A Liberty Seguros tem uma extensa variedade de seguros para pequenas empresas, com coberturas específicas para cada tipo de negócio. Foi isso que nos permitiu analisar, detalhadamente, os sinistros desses três ramos de atuação”, revela.

Escolas

A pesquisa revelou que as escolas foram as que mais sofreram sinistros por roubo (45%). Seguidos por sinistros relacionados a vendavais (27%), impulsionados pelos ventos de até 96,8 km/h, registrados na região de Campinas, pelo Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri) da Unicamp, no início de 2015.

O terceiro lugar ficou com os sinistros por danos elétricos (18%), já que, nessa mesma época, em decorrência da mudança climática, 90 mil unidades consumidoras ficaram sem energia elétrica em Campinas e em cidades vizinhas, segundo a CPFL.

Responsabilidade civil aparece em último lugar, com 10% dos sinistros. Herkza explica que essa porcentagem é alta na base de clientes da empresa, principalmente porque o Liberty Escolas oferece cobertura para alunos, inclusive em eventos externos. “O Liberty Escolas conta ainda com serviços especiais como gerador e conserto de eletrodomésticos, muito acionados nesse período pesquisado”, complementa a executiva.

Pet Shops

Nos pet shops, o sinistro mais reportado no período da pesquisa foi o de responsabilidade civil, que totalizou mais da metade dos avisos registrados (56%). De acordo com Herkza, isso se deve pela ampla cobertura do Liberty Pet Shops nesse quesito: “A cobertura por responsabilidade civil no Liberty Pet Shops tem como objetivo proteger a empresa segurada de eventuais danos a animais sob sua guarda e responsabilidade, como, por exemplo, acidentes durante o serviço de banho e tosa ou fuga do animal. O reembolso prevê as despesas veterinárias e eventuais despesas com funeral ou cremação dos animais”. Completam os sinistros do Liberty Pet Shops, os avisos de danos relacionados a vendavais (26%) e de danos elétricos (18%).

Bares e Restaurantes

De acordo com o levantamento da Liberty Seguros, nesse tipo de empresa, o sinistro mais registrado é o de danos elétricos, com 32% dos avisos. Isso se dá, principalmente, porque os acidentes mais comuns nesse tipo de negócio são provenientes de instalações incorretas do sistema de gás, da rede elétrica e a má utilização de equipamentos.

Herkza lembra que as empresas precisam estar constantemente atentas às regras de segurança. De acordo com a executiva, o risco de incêndio em cozinhas é muito alto, pela existência de óleos aquecidos, substâncias inflamáveis e chamas. “É importante realizar semanalmente a limpeza das coifas e mensalmente a dos dutos de exaustão em cozinhas industriais para evitar o acúmulo de gordura no interior desses equipamentos, que causam grande número dos incêndios registrados”, conta.

Na sequência, foram registrados avisos de sinistros de roubos, tanto de valores (26%) quanto de bens (22%). Sinistros referentes a vendavais finalizam a lista (17%).

IPO da Caixa Seguridade é aprovado pelo conselho

caixaEm outubro mais uma seguradora listada no Novo Mercado da BM&F Bovespa. Isso se tudo acontecer como prevê o comunicado divulgado pela Caixa na última sexta-feira. Nele, o conselho de administração aprovou a abertura de capital da Caixa Seguridade. A Caixa Econômica vai ofertar 25% das ações da holding na abertura de capital. Se o mercado apostar que a empresa vale cerca de R$ 30 bilhões, como comentam analistas a diversos jornalistas, a oferta pode movimentar superar R$ 7,5 bilhões, chegando a R$ 10 bilhões, informa o Valor Econômico.

Tudo ainda depende das negociações com a francesa CNP, que detém o controle da Caixa Seguros e a exclusividade de vender no balcão do banco estatal. E do esforço dos bancos BB, Bradesco BBI, BTG Pacutal, Itaú BBA, Bank of America Merrill Linch, Goldman Sachs e Brasil Plural na oferta dos papéis.

A bolsa já movimenta ações da BB Seguridade, Porto Seguro, SulAmérica, bem como as corretoras Brasil Insurance e Qualicorp, além de diversas empresas na área de saúde.

Patrícia Andréa Freitas como VP de parcerias comerciais da Prudential

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A Prudential do Brasil anunciou Patrícia Andréa Freitas como vice-presidente de Parcerias Comerciais, área responsável pelas parcerias com outras empresas para a venda de seguros de vida individuais aos seus clientes. A executiva é formada em Informática pela Universidade Federal Fluminense (UFF) com MBA em Administração de Negócios pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC).

Patrícia possui sólida experiência profissional adquirida em mais de 23 anos de trabalho em grandes companhias, nas áreas comercial e operacional, onde já foi responsável por vendas, desenvolvimento de negócios, infraestrutura e projetos de terceirização nas indústrias financeira, de seguros e bancária. Antes de ingressar na Prudential, a nova vice-presidente atuou em empresas como IBM, Unisys, DBA e Microsoft.

Mario Yokoo Eguti assume a superintendente de controladoria e finanças da Argo

Mario EgutiRelease

A Argo Seguros, subsidiária do Argo Group Internacional, anuncia a contratação de Mario Yokoo Eguti, novo Superintendente de Controladoria e Finanças reportando diretamente ao presidente da seguradora, Pedro Purm. Eguti, chega trazendo experiências em trabalhos desenvolvidos em grandes empresas como Arthur Andersen, Deloitte, Zurich e RSA. Na Argo Seguros, irá atuar em atividades nas áreas de contabilidade, reconciliação, fiscal e tesouraria envolvendo os aspectos relevantes para operação local e relacionadas a normas e procedimentos que respaldem a empresa no atendimento aos requerimentos da SUSEP.

Corretores de Seguros participam de ação social online

luiz moralesFonte: Sincor-SP

Enfatizando a importância do corretor de seguros como agente do bem-estar social, o Sincor-SP lançou a campanha Corretor do Bem. O objetivo do projeto é arrecadar recursos para compra de cobertores, que serão doados a 30 instituições beneficentes espalhadas em diversas cidades por todo o Estado.
Através da juntos.com.vc, organização que realiza financiamento coletivo para ações sociais, o Sincor-SP tem a meta de arrecadar R$ 30 mil, que podem atingir mais de 1.500 pessoas. Esse modelo é chamado de crowdfunding e funciona como uma vaquinha digital, onde as pessoas fazem doações através de sites para ajudar na realização de projetos.

E para participar, o corretor deve entrar no site e fazer a doação da quantia que desejar, sendo acima de R$ 20. Lembrando que para valores de R$ 100 ou mais, o doador ganha um cachecol do Sincor-SP, mas, primeiramente, a meta precisa ser atingida.

De acordo com o coordenador do departamento Social do Sindicato, Luiz Morales, o corretor de seguros deve participar da campanha para reforçar a sua preocupação com a sociedade. “Quanto mais profissionais doarem, mais pessoas podemos ajudar. E, lembrem-se: a solidariedade ainda é a melhor cobertura contra o frio”, ressalta.

Para fazer uma doação: http://juntos.com.vc/pt/corretordobem

Reuters: BTG e BofA Merrill Lynch disputam participar em IPO do IRB

Fonte: Reuters

O BTG Pactual e o Bank of America Merrill Lynch estão disputando a última vaga no grupo de bancos que lidera a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) do IRB Brasil, maior resseguradora do país, disseram três fontes com conhecimento direto do negócio nesta quarta-feira.

O IRB pode decidir sobre o último banco do time para a IPO até sexta-feira, disse a primeira fonte, que pediu anonimato porque o processo é sigiloso. A empresa e os acionistas esperam que a oferta estimada em até 3 bilhões de reais seja precificada por volta de outubro, disse a mesma fonte.

A lista de bancos coordenadores inclui Banco do Brasil , Itaú Unibanco e Bradesco, com o JPMorgan como coordenador global, disseram as fontes.

O BTG Pactual foi o líder em emissões de ações no ano passado, enquanto o BofA Merrill Lynch tem ficado entre os cinco primeiros do ranking de ofertas de ações do Brasil nos últimos anos, segundo dados da Thomson Reuters e da Anbima.

O governo federal tem 27 por cento na empresa. BB e Bradesco têm 20 por cento cada e o Itaú, 15 por cento. Os bancos querem vender ou todo de suas fatias no IPO, disse uma das fontes.

A indústria de seguros no Brasil está crescendo, apesar da fraqueza na economia e os investidores pode estar receptivos a mais um IPO de seguros. O braço de seguros da Caixa Econômica Federal também prepara sua estreia na Bovespa, disseram outras fontes à Reuters recentemente.

Um aumento de capital potencial no IRB, por meio de uma oferta primária, está em análise, disseram duas fontes. IRB, Itaú, BB, Bradesco, BTG Pactual, BofA Merrill Lynch e JPMorgan se recusaram a comentar.

Ex-monopólio estatal, o IRB quer crescer mais fortemente na América Latina e na África, expansão que pode exigir mais recursos por meio de um IPO ou a entrada de um parceiro externo nos próximos anos, disse o presidente-executivo Leonardo Paixão à Reuters em março.

Especial Valor – Gestão de riscos ganha mais adeptos

Fonte: Valor Econômico – Denise Bueno

O gerenciamento do risco, em momentos de retração do crescimento econômico, ganha dia a dia mais adeptos. Casos recentes como a explosão nos tanques combustíveis da Ultracargo, em Cubatão (SP), que contava com um pool de uma dúzia de seguradoras e resseguradoras, bem como obras paralisadas por uma crise sistêmica, como a do segmento de petróleo, mostram que ter um bom plano de contingência é crucial para manter a empresa no mercado mesmo diante de acidentes graves e sem danos à reputação da marca.

Diante de um mercado mais competitivo e especializado, como é o caso dos grandes riscos, há uma tendência de as seguradoras adotarem uma subscrição mais criteriosa e também de prestarem o serviço de gerenciamento de risco aos seus clientes. Isso é o que vai determinar quem fica e quem sai do mercado. Essa filosofia de perpetuação da companhia e de fidelização do cliente, que vem ao encontro com a gestão de uma cadeia sustentável, tem norteado as seguradoras especializadas em grandes e médios riscos, com ACE, Liberty Seguros, Tokio Marine, Allianz e Lloyd’s Brasil, por exemplo, que desenvolveram áreas de gerenciamento de risco à parte da diretoria de subscrição.

O gerenciamento de risco já foi um assunto delegado à área de seguros das grandes corporações, mas agora é tratado pelos conselheiros e cobrado pelos acionistas, que têm uma visão mais holística, que inclui não só o risco de incêndio ou explosão, mas também riscos como perdas que podem ocorrer por ataques cibernéticos, com as novas tecnologias, riscos políticos e, principalmente, com a cadeia de fornecedores, explica Marco Castro, CEO do Lloyd’s Brasil.

Paulo Umeki, responsável pelas diretorias de operações, subscrição e prevenção de perdas da Liberty Seguros, conta que o resultado de ofertar assistência em gerenciamento aos corretores e clientes tem dado condições à companhia de concorrer com diferenciais. “O apoio do gerenciamento de riscos dos profissionais da Liberty vai desde a telesubscrição, que são entrevistas para melhor gerir a oferta de seguros para doenças graves, como na assessoria logística para mitigar os riscos com transportes de mercadorias”.

O segmento de pequenas e médias empresas tem sido o grande beneficiário da consultoria dos técnicos especializados das seguradoras e corretoras. “Nesse segmento, o gerenciamento é precário e nossa ajuda tem feito muito sucesso”, conta Umeki. A assessoria elétrica é a que mais tem sido demandada. Muitas vezes a pequena empresa cresce e o empreendedor acaba não se dando conta de que é preciso investir nos cabos elétricos e quadros de energia para evitar que se tenha uma sobrecarga e isso gere um acidente grave.

Prestar um serviço de gerenciamento de risco é um dos principais motivos do crescimento de 37,5% da carteira de riscos patrimoniais da Tokio Marine no nicho de médias empresas, segundo o diretor Felipe Smith. “Fazemos dois relatórios de inspeção. Um mais técnico e outro com a visão do clientes, com soluções claras do que ele precisa fazer para tornar sua operação mais segura. E esse relatório está disponível no portal do corretor para ele apresentar ao cliente”, diz.

Antonio Trindade, CEO da ACE, líder do setor de grandes riscos após adquirir a carteira de grandes riscos do Itaú, diz que as técnicas de gerenciamento de riscos evoluem quando episódios como o da Ultracargo ocorrem. “Em sinistros graves, chegamos a montar equipes multidisciplinares, com o envolvimento de diferentes setores da sociedade tais como corpo de bombeiros, fabricantes dos mais diversos materiais e equipamentos e fornecedores de matérias-primas. Com base nesses estudos e na colaboração de todos esses participantes, as técnicas se tornam mais efetivas, as normas mais precisas, acidentes menos frequentes e menos severos e, por fim, o ambiente torna-se mais seguro”, afirma.

Igor Di Beo, diretor executivo de negócios corporativos da Allianz Seguros, afirma que a seguradora entende que mesmo protegido por uma apólice de seguros, um evento inesperado pode causar consequências ruins para os negócios dos segurados, como perda de participação de mercado e riscos reputacionais. “A melhor forma de prevenir que um evento inesperado ocorra é através da engenharia de prevenção de perdas”, diz.

De acordo com Neival Freitas, diretor da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), o gerenciamento de risco aumenta as despesas administrativas das seguradoras pelo investimento em sistemas e recursos humanos. Mas, por outro lado, reduz o custo com pagamento de indenizações por mitigar o risco de acidentes nos clientes. A Marsh avaliou a carteira de gerenciamento de risco e as empresas que já têm uma gestão consolidada conseguiram ampliar em 10% os result ados dos negócios. Segundo Roberto Zegara, executivo da corretora, menos de 30% dos riscos das empresas são seguráveis. “Para os riscos que não têm seguros as empresas buscam reduzir e diminuir a frequência de perdas com gerenciamento de risco”, diz.