Aquisição da Chubb pela ACE surpreende executivos

Foi com surpresa que executivos do setor receberam a notícia da oferta US$ 28,3 bilhões da ACE para comprar mundialmente a Chubb. E ainda saber que a nova empresa que será criada se chamará Chubb. Segundo Felipe Smith, diretor de produtos para pessoa jurídica da Tokio Marine, apesar de várias notícias de fusões e aquisições no setor de seguros durante este ano, inclusive uma do próprio grupo japonês que adquiriu a HCC Insurance, US$ 7,5 bilhões no mês passado, o cliente ainda encontra um grande leque de companhias com farta oferta de produtos. “É um negócio mundial e possivelmente terá uma repercussão no Brasil”, disse ele ao blog Sonho Seguro.

As ações da ACE subiam 4% e as da Chubb 30% na bolsa de Nova York logo após o anúncio da compra. No Brasil, ACE tem prêmios emitidos de R$ 1,03 bilhão e Chubb de R$ 354 milhões de janeiro a maio deste ano, criando o nono maior grupo segurador do Brasil, com 1,9% de market share considerando-se apenas o segmento de seguros gerais, incluindo vida e VGBL, de acordo com levantamento da Siscorp Consultoria.

Há uns três anos, a ACE entrou no mercado de alta renda no Brasil, com a contratação de Farid Eid. No ano passado, no entanto, abandonou essa estratégia. Eis agora uma nova oportunidade para a ACE entrar no segmento de alta renda, um nicho muito disputado no mercado brasileiro, que tinha a Chubb como principal referência pelos serviços diferenciados prestados aos milionários.

Ontem foi a Willis que anunciou a fusão com a Towers Watson, consultoria global líder em serviços profissionais que auxilia as organizações a melhorar seu desempenho através do gerenciamento efetivo de pessoas, riscos e finanças. O Valor dessa transação é de aproximadamente U$ 18 bilhões.

Segundo Adalberto Ferrara, CEO da Tokio Marine, a seguradora está atenta as movimentações de compra e venda de companhias. Sem citar mais detalhes, por serem operações com contratos de confidencialidade, Ferrara limitou-se a dizer que o Mercado está movimentado em todo o mundo. Quando a aprovação dos IPOs de duas estatais em seguros, IRB Brasil RE e Caixa Seguridade, Ferrara disse que aguardará a abertura do dataroom pelos consórcios de bancos. “Só depois de analisarmos a estrutura da emissão e os ativos poderemos nos pronunciar a respeito”, comentou o executivo em Portugal, onde participa do XIV Encontro de Corretores Diamante, que acontece de 28 de junho a 3 de julho no hotel Penha Longa, em Sintra.

MetLife cria canal exclusivo de atendimento ao corretor

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Atenta ao avanço da tecnologia no mercado securitário, a MetLife lança uma Central de Relacionamento exclusiva para corretores de todo o Brasil. Os atendimentos passaram a ser realizados por uma equipe especializada no relacionamento com esses parceiros, o que proporciona rapidez e agilidade ao processo.

A nova Central de Relacionamento MetLife é composta por três canais: o WhatSAC, aplicativo que permite a troca de mensagens instantâneas por meio do smartphone; o Chat Online, canal disponível na homepage de corretores (www.metlife.com.br/corretores); e a Central Telefônica, com atendimento por meio do 3003-3049 (capitais e grandes centros) e 0800 727 3049 (demais localidades). A MetLife é a primeira seguradora do Brasil a adotar o aplicativo de troca de mensagens instantâneas, com comunicação direta entre o corretor e um colaborador da companhia.

Para Cassia Gil, Diretora Executiva Comercial de Benefícios para Funcionários e Planos odontológicos da MetLife, a ampliação das opções de atendimento proporciona maior agilidade ao trabalho do corretor. “A tecnologia é uma realidade na vida dos brasileiros. Muitas vezes, o profissional está na rua e precisa de uma resposta rápida da seguradora. As múltiplas opções de canais disponíveis tornaram o atendimento ao parceiro ainda mais completo e eficaz, sem importar o local onde o parceiro está”, explica. Além das ferramentas, o corretor também conta o apoio dos escritórios da MetLife em todo o Brasil. “Trabalhamos diariamente em conjunto com as equipes regionais para oferecer apoio ao parceiro, seja online, por telefone ou pessoalmente”, finaliza Cassia.

Mais de 90% dos atendimentos realizados pela Central são concluídos em poucos minutos, enquanto 80% dos telefônicos são finalizados em até 30 segundos.

Abertura de capital do IRB deve render R$ 1,8 bi ao ajuste fiscal –

Fonte: O Globo – Gabriela Valente

Com dificuldades para fechar as contas do ano, a equipe econômica aposta em receitas extraordinárias para reforçar o caixa do Tesouro. Com esse objetivo, foi marcada para outubro a abertura de capital do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB). A expectativa é que a empresa capte R$ 4 bilhões com a operação. O impacto no caixa do governo será imediato por causa do pagamento de tributos sobre a operação. Só o Imposto de Renda e a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) devem render ao governo federal a quantia de R$ 1,8 bilhão. Segundo fontes, o IRB fará uma oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) na primeira semana de outubro, quando serão ofertados 40% do capital no mercado secundário, ou seja, os recursos não passarão pelo caixa do instituto, irão direto para os acionistas.

META MAS DISTANTE

Em maio, as 1 Contas do setor público que inclui o governo central, estados, municípios e empresas estatais – registraram um déficit de R$ 6,9 bilhões, o pior desempenho para o mês desde 2013. O resultado negativo só não foi maior, porque estados e municípios conseguiram economizar R$ 2 bilhões, enquanto o governo central (governo federal, Banco Central e Previdência) fechou o mês com déficit de RS 8,9 bilhões, e as estatais, com déficit de R$ 72 milhões. Com os números de maio, nos cinco primeiros meses do ano, a economia do setor público para o pagamento dos juros da dívida pública, o chamado superávit primário, somou R$ 25,5 bilhões. A maior parte, R$ 19,2 bilhões, veio de estados e municípios.

O superávit acumulado nos cinco primeiros meses de 2015 equivale a 38,4% da meta fixada para o ano, de 66,3 bilhões, ou 1,13% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país), o que toma cada vez mais distante o cumprimento da meta. Em 12 meses, o resultado está negativo, com déficit primário de R$ 38,5 bilhões, equivalente a 0,68% do PIB, segundo relatório divulgado ontem pelo Banco Central. Internamente, o governo já admite que não há como cumprir a meta prometida. Segundo técnicos, o esforço fiscal não chegará a 0,9% do PIB.

– É praticamente impossível cumprir a meta de 1,13% do PIB, mas isso já está precificado pelo mercado: o governo vai cumprir algo perto de 0,6% do PIB porque, além de tudo, o superávit primário também foi afetado pelas pedaladas, já que essa equipe econômica está acertando as contas – frisou o economista-chefe da INXV Global, Eduardo Velho.

Ele explica que os juros mais altos para controlar a inflação aumentam o montante que o país tem a pagar. Isso anula o esforço fiscal e deve elevar a dívida daqui para frente, comprometendo o grau de investimento do país, a nota que as agências de risco dão a um país que é considerado seguro para investir.

Em maio, os gastos com juros nominais chegaram a R$ 52,9 bilhões, cifra diretamente afetada pelo gasto de R$ 22 bilhões com as operações de swap cambial equivalente à venda futura de dólares diante da desvalorização do real no período. Em 2015, a despesa totaliza R$ 41 bilhões, Isso pesa nas contas públicas. Em todo o ano de 2014, foi de R$ 17,3 bilhões.

Nos cinco primeiros meses do ano, o setor público gastou nada menos que R$ 198,9 bilhões no pagamento de juros, o que significa um recorde e representa 8,4% do PIB. Como poupou só R$ 25,5 bilhões no período, faltaram R$ 173,4 bilhões para fechar a conta. Assim, o déficit nominal, que inclui os gastos com juros, chegou a 7,32% do PIB no período. Nos últimos 12 meses, o gasto com juros foi de R$ 408,8 bilhões ou 7,22% do PIB. É o pior resultado desde os 7,34% de abril de 2006.

Apesar do desempenho negativo, o chefe adjunto do departamento econômico do BC, Fernando Rocha, disse que houve melhora em relação aos 12 meses encerrados em abril, o que deve continuar:

– É a tendência que se espera nos próximos meses até o fim do ano.

Em maio, a dívida bruta chegou a 62,5% do PEB, contra 61,6% do mês anterior. Já a dívida líquida recuou 33,7% do PIB em abril para 33,6% do PIB em maio.

Segundo as estimativas do Banco Central, a relação dívida/PIB deve encerrar o ano em 34,9% do PIB e a dívida bruta, em 62,7% do PIB. Essas projeções, entretanto, consideram o cumprimento da meta de superávit primário para pagar juros da dívida, o que não deve aconteceu

CVG-RJ comemora 49º aniversário reunindo fundadores e personalidades do mercado

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Cerca de 100 pessoas participaram das comemorações que contou com a participação de seu fundador e primeiro presidente, Minas Mardirossian. O evento foi realizado no dia 29 de junho, no Restaurante Cais, no Centro Histórico

Após a tradicional missa realizada na Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens, a diretoria do CVG realizou um almoço de confraternização com suas beneméritas, associados e diretores de entidades e empresas do mercado de seguros.

O presidente Marcello Hollanda agradeceu a presença de todos e lembrou a fundação do Clube em 28 de junho de 1966, com destaque para seu fundador e primeiro presidente, Minas Mardirossian. Minas enfatizou a importância da criação do CVG-RJ para o desenvolvimento do segmento de pessoas. “Nosso primeiro almoço foi no Restaurante Casa Americanas com a participação de 19 seguradoras. Hoje, os seguros de benefícios, como Vida, Saúde e Previdência representam um nicho de oportunidades para os corretores, pois crescem mais do que o seguro AUTO. O momento é este. Quem trabalha com promoção de vendas deve prestar atenção ao segmento de pessoas”, afirmou.

O presidente Marcello Hollanda apresentou o futuro presidente do Conselho Consultivo do CVG-RJ, Olívio Américo, que já foi presidente do clube por dois mandatos consecutivos. Olívio agradeceu aos sócios e beneméritas, declarando que “sem eles, nada seria feito, não haveria razão para existência do CVG-RJ”. Olívio, que também é presidente da Aconseg-RJ, elogiou a primeira gestão de Marcello Hollanda no comando do CVG-RJ, “que trouxe gente nova, agregou conhecimento para os profissionais do mercado”.

O vice-presidente do CVG-RJ, Isaque Farizel, apresentou também o futuro secretário do Conselho Consultivo, Enio Miraglia D´Silveira, que também já foi presidente, por dois mandatos consecutivos, do Clube.

O presidente do CVG-ES, Antônio Santa Catarina, elogiou o evento e a trajetória do CVG fluminense. “Estamos num casarão histórico, vivendo um momento histórico, junto com personalidades que fizeram e fazem a história do CVG e do Seguro de Pessoas. Devemos muito a estas pessoas que aqui estão pelo trabalho, dedicação na divulgação e fortalecimento do segmento no Brasil”.

Marília Ehl Barbosa, superintendente executiva da Aliança para a Saúde Populacional (ASAP) revelou que “a comemoração demonstrou o quanto o trabalho do CVG é fundamental para as empresas, e como é necessário manter viva a história da Instituição com a proximidade dos fundadores e daqueles que dedicaram parcela substancial das suas vidas ao sucesso da Organização. À diretoria atual, todo o mérito pela capacidade de agregar pessoas ao projeto do CVG e ao tema, que deve pautar os encontros estratégicos de qualquer empresa fluminense. Parabéns pelos 49 anos”, finalizou.

Várias personalidades do setor prestigiaram o evento, entre as quais destacamos: Eli Bezerra, presidente da Aruana Seguros; Neival Freitas, diretor-executivo FenSeg, Maria Helena Monteiro e Mario Pinto, diretores da Escola Nacional de Seguros; Laerte Tavares Lacerda, diretor da Capemisa; Daniel Protásio, diretor da Mapfre Seguros; Denise Carvalho, diretora da MetLife; Alfeo Marchi, diretor comercial da Zurich; André Oliveira, diretor da Chubb; ex-presidente do CVG-RJ, Danilo de Souza Sobreira, entre muitas outras personalidades, associados e beneméritas.

Swett & Crawford inicia operações em GO e DF

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A assessoria em seguros Swett & Crawford (S&C), da holding inglesa CGSC, conclui sua terceira associação do ano ao assumir o controle da Casa do Corretor, atuante em Goiás e no Distrito Federal. A operação faz da S&C, há pouco mais de dois anos no Brasil, uma das maiores assessorias do País. Também avança seus planos de constituir, ainda em 2015, o que deve ser a primeira rede nacional unificada de distribuição de seguros do Brasil.

Ano passado a CGSC anunciou investimento para a América Latina de US$ 50 milhões, boa parte destinado à estruturação no Brasil de uma rede de distribuição. Essa rede está em constituição por meio da S&C com aquisições de assessorias em todo o País. Até o fim do ano, a S&C espera ter mais quatro empresas na rede. As assessorias fazem a intermediação entre corretores e seguradoras para distribuir seguros com a capilaridade e o suporte necessários.

O projeto começou a avançar em janeiro com a aquisição integral da JLD, atuante nas cidades industriais paulistas de Campinas, Sorocaba e São José dos Campos. Pouco depois, a S&C comunicou ter assumido o controle da ACMS, que transaciona prêmios de R$ 40 milhões por ano em Belo Horizonte. Em paralelo, efetivou um acordo de distribuição com a GC do Brasil, que deu à S&C alcance sobre 100 municípios, a maioria deles no Sul e Centro Oeste.

Com o ingresso da Casa do Corretor na rede – que gera R$ 80 milhões em prêmios anuais e tem entre os sócios o ex-deputado federal Armando Vergílio –, a S&C reforça sua rede, que deve intermediar até o fim do ano R$ 1,2 bilhão em prêmios. “Ainda estamos consolidando a rede. O objetivo é não atrapalhar essas empresas e integrá-las aos poucos. Em paralelo, mapeamos as necessidades de cada região para depois criar seguros customizados e disponibilizá-los aos corretores”, explica o diretor da S&C Augusto Brum.

Segundo ele, os corretores da rede serão estimulados a buscar oportunidades fora dos nichos tradicionais com soluções da CGSC e também proteções ainda a ser desenvolvidas para setores negligenciados, como de logística, calçadista, moveleiro e agroindustrial. Junto às seguradoras, a S&C trabalha para viabilizar justamente essas coberturas negligenciadas.

A estratégia é disponibilizar a capacidade de resseguro da CGSC, que atua no sistema Lloyds. “Vamos dar capacidade de resseguro e diluir o risco e o custo dos negócios para as seguradoras”, explica Fábio Basilone, presidente da CGSC para o Brasil. Com a rede consolidada, a expectativa é gerar propostas em volume suficiente para tornar até coberturas recusadas interessantes para seguradoras e resseguradoras do Brasil ou do exterior. Essas coberturas serão convertidas em produtos de prateleira e disponibilizadas aos corretores.

Em Goiás e no DF – Dessa forma, os 200 profissionais hoje assessorados pela Casa do Corretor, que, como a maioria dos corretores brasileiros distribuem essencialmente produtos de varejo, vão poder trabalhar com coberturas mais rentáveis. “Hoje, não fazemos resseguro pela falta de produto, mesmo tendo demanda ocasional”, diz o sócio-diretor da empresa Renner Fidelis.

O executivo, que continua no negócio como responsável pela operação local junto com os outros sócios, diz que Goiás e Distrito Federal abrigam parques industriais expressivos, com muitas empresas oriundas do Sudeste, que atuam por vezes sem proteção pela falta de seguros adequados. Ele cita o exemplo do parque moveleiro de Goiânia, negligenciado pelas seguradoras pela ausência de uma estrutura consistente de diluição de riscos.

A expectativa de Fidelis é ter em breve produtos para explorar esse e outros nichos, em especial no interior, onde a atuação só não é maior pela ausência de produtos específicos. “O agronegócio reserva oportunidades com a logística de grãos, de carne, o seguro de safra. A expectativa é ter produtos e massa de negócios para viabilizar [finalmente] essas oportunidades.”

Sobre a Casa do Corretor

Fundada em 2003 pelo empresário Renner Fidelis, a Casa do Corretor é uma assessoria em seguros que atua em Goiás e no Distrito Federal. A empresa faz a intermediação de prêmios anuais estimados em R$ 40 milhões e presta assistência à aproximadamente 200 corretores na região. A Casa do Corretor também tem entre seus sócios o ex-deputado federal Armando Vergílio (SD), personalidade política em Goiás, também conhecido no meio segurador como o deputado do seguro.

Sobre o Grupo CGSC
O Grupo Cooper Gay Swett & Crawford (CGSC) foi formado em julho de 2010 com a união da Cooper Gay, um dos maiores grupos ingleses privados de corretores de resseguro, e a da Swett & Crawford, distribuidora de seguros com 100 anos de atuação no mercado norte-americano. Com sede em Londres, a CGSC é o maior grupo independente de corretoras de resseguros e de distribuidoras de seguros do mundo. Sua rede internacional estende-se por quatro continentes, num total de 60 escritórios, e conta com mais de 1,4 mil profissionais. A empresa gera corretagem anual acumulada em torno de US$ 400 milhões, com emissão de prêmios de aproximadamente US$ 4,2 bilhões. O Grupo é especialista no desenvolvimento e implementação de programas de mitigação de risco complexos e oferece soluções globais para atender às necessidades de seus clientes.

Sobre a Swett & Crawford
A Swett & Crawford comemora este ano 100 anos de atuação no mercado norte-americano. A companhia é conhecida por implementar inovações no mercado de seguros e por oferecer sempre proteções diferenciadas. Ainda em 1915, a convite do próprio Henry Ford, criador do sistema de produção massificada de automóveis, a empresa disponibilizou as primeiras apólices de veículos dos Estados Unidos em parceria com seguradoras. A S&C também segurou a Represa Hoover e a Ponte Golden Gate.

Pesquisa de Custo de Vida da Mercer aponta que instabilidade dos mercados impactaram nos negócios globalmente

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De acordo com a 21ª Pesquisa de Custo de Vida de 2015 da Mercer, consultoria americana de RH, as cidades asiáticas e europeias – particularmente Hong Kong (2), Zurique (3), Singapura (4) e Genebra (5) – ocupam o topo da lista das cidades mais caras para expatriados. A cidade mais cara pelo terceiro ano consecutivo é Luanda (1), a capital da Angola. Apesar de ser reconhecida como uma cidade relativamente barata, o custo dos produtos importados e as condições de segurança de vida nesse país estão disponíveis a um preço exorbitante.

Outras cidades que aparecem entre as 10 mais caras para expatriados na lista da Mercer são Xangai (6), Beijing (7) e Seul (8) na Ásia, Berna (9) e N’Djamena (10). As cidades mais baratas do mundo para expatriados, de acordo com a pesquisa de Custo de Vida, são Bishkek (207), Windhoek (206) e Karachi (205).

A 21ª Pesquisa de Custo de Vida anual da Mercer conclui que fatores como a instabilidade dos mercados imobiliários e a inflação de produtos e serviços impactam significativamente sobre o custo total de se fazer negócios em um ambiente global. “É necessário enviar empregados para o exterior para garantir a competitividade no mercado, porém, os empregadores precisam realizar uma reflexão precisa e confiável sobre o custo real de tais transferências e seu impacto nos resultados”, afirmou Ilya Bonic, Senior Partner e Presidente da área de Talent da Mercer.

A pesquisa da Mercer é uma das mais abrangentes do mundo e desenvolvida para auxiliar empresas multinacionais e governos a definirem os subsídios aos seus funcionários expatriados. A cidade de Nova York é usada como base e serve de comparação para todas as outras. Os movimentos cambiais são medidos em relação ao dólar americano.

A pesquisa abrange 207 cidades de cinco continentes e mede o custo comparativo de mais de 200 itens em cada local, incluindo moradia, transporte, alimentação, vestuário, utilidades domésticas e entretenimento.

América do Norte

As cidades dos Estados Unidos subiram de forma drástica no ranking de custo de vida devido ao fortalecimento do dólar americano contra outras importantes moedas. Enquanto Nova York (16), a cidade mais alta no ranking da região, permaneceu no mesmo lugar do ano passado, as cidades da Costa Oeste, incluindo Los Angeles (36) e Seattle (106) subiram 26 e 47 posições, respectivamente.

As cidades canadenses caíram no ranking deste ano, com Vancouver (119), a cidade do país mais alta no ranking, caindo 23 lugares. Toronto (126) caiu 25 posições, enquanto que Montreal (140) e Calgary (146) caíram 17 e 21 lugares, respectivamente. “O dólar canadense continua a se enfraquecer em relação ao americano, provocando deslizamentos importantes no ranking deste ano,” explicou Constantin-Métral, Principal na Mercer e responsável pela integração do ranking global.

América Latina

“À medida que a economia global está cada vez mais interconectada, 85% das organizações multinacionais na América Latina esperam que as transferências nacionais de longo prazo se mantenham estáveis, ou aumentem nos próximos dois anos para fazer frente às necessidades do negócio”, assegura Ilya Bonic, Senior Partner e Presidente da área de Talent da Mercer.

Na América Latina, Buenos Aires que ocupa a posição 19 em nível global, ocupa o primeiro lugar na região, sendo a mais alta este ano – depois de ter ocupado a 4ª posição dentro da região em 2014. Isso ocorreu, principalmente, devido a um forte aumento nos preços de bens e serviços e ao enfraquecimento de sua moeda.

Brasil

“Mesmo com o efeito das flutuações cambiais, as cidades de São Paulo (40) e Rio de Janeiro (67) lideram o topo do ranking da América Latina em segundo e terceiro lugares respectivamente, após a cidade de Buenos Aires, líder da região. Neste ano, além dos outros fatores já sinalizados, a alta nos valores de aluguel em São Paulo influenciou sua posição no ranking.”, pondera Karla Costa, Consultora de Remuneração e Global Mobility da Mercer Brasil.

Podemos destacar também, com relação as cidades brasileiras, que a única categoria da cesta de produtos e serviços da Mercer que obteve índice superior quando comparado com o do ano passado foi ‘Utilities’, que considera principalmente gastos com energia elétrica e telefone, pondera Costa.

Outras cidades na América do Sul que subiram na lista das cidades mais caras para expatriados incluem Santiago (70), México (137) e Monterrey (182), enquanto Bogotá se posicionou no 148º lugar globalmente, caindo no ranking em comparação ao ano passado. A última posição na América Latina é ocupada por Managua, que não registra nenhuma mudança. Caracas, na Venezuela, foi excluída do ranking devido à complexa situação monetária; a sua colocação teria variado muito dependendo da taxa oficial de câmbio utilizada.

“Devemos considerar que o ranking global inclui 207 cidades e o comportamento que cada uma teve durante um ano. A partir daí, observamos movimentos importantes nas posições das cidades, por isso é necessário observar isoladamente o comportamento da América Latina como região e perceber que, embora tenha havido um reposicionamento das cidades, os movimentos foram mais sutis”, disse Sandra Huertas, líder do Centro de Excelência de Mobilidade de Empregados para América Latina.

Europa, Oriente Médio e África

Três cidades europeias estão na lista das 10 cidades mais caras para expatriados. Zurique (3), a cidade mais cara da Europa, é seguida por Genebra (5) e Berna (9). A Suíça permanece como um dos locais mais caros para expatriados devido ao aumento do Franco Suíço em relação ao Euro e ao dólar americano, em menor grau. Moscou (50) e São Petersburgo (152) caíram 41 e 117 lugares, respectivamente, como resultado do rublo da Rússia ter perdido valor significativo em relação ao dólar dos EUA, dos preços mais baixos do petróleo e da falta de confiança na moeda seguindo sanções do Ocidente sobre a crise na Ucrânia.

Além das cidades do Reino Unido, as cidades das Europa Ocidental caíram no ranking principalmente devido ao enfraquecimento das moedas locais em relação ao dólar americano. Enquanto Londres (12) permaneceu estável, Aberdeen (82) e Birmingham (80) subiram no ranking. Paris (46), Viena (56) e Roma (59) caíram 19, 24 e 28 lugares, respectivamente. As cidades alemãs de Munique (87), Frankfurt (98) e Berlim (106) caíram significativamente, assim como Dusseldorf (114) e Hamburgo (124).

Tel Aviv (18) continua a ser a cidade mais cara do Oriente Médio para expatriados, seguida por Dubai (23), Abu Dhabi (33) e Beirute (44), que subiram no ranking deste ano. Gidá (151) permanece como a cidade mais barata da região, apesar de ter subido 24 posições. “Muitas moedas do Oriente Médio estão atreladas ao dólar americano, o que impulsionou as cidades para cima no ranking. O grande aumento do aluguel residencial para expatriados, particularmente em Abu Dhabi e Dubai, também contribuíram para a subida dessas cidades no ranking,” disse Constantin-Métral.

Muitas cidades da África permanecem entre as mais caras, refletindo os altos custos de vida e altos preços dos produtos para expatriados. Luanda (1) continua a ser a cidade mais cara da África e globalmente, seguida no N’Djamena (10), Victoria (17) e Libreville (30). Apesar de subir cinco posições, a Cidade do Cabo (200) na África do Sul permanece como a cidade mais barata da região, refletindo o fraco rand sul-africano contra o dólar americano.

Ásia Pacífico

Cinco das 10 cidades mais caras do ranking deste ano estão na Ásia. Hong Kong (2) é a mais cara como resultado de sua moeda atrelada ao dólar americano e subindo o custo de vida localmente. Esse centro financeiro global é seguido por Singapura (4), Xangai (6), Beijing (7) e Seul (8) – todas subindo no ranking, com exceção de Singapura que se manteve estável. Tóquio (11) caiu quatro lugares.

As cidades australianas continuaram a cair no ranking devido à desvalorização da moeda local contra o dólar americano. Sidney (31), a cidade mais cara da Austrália para expatriados, caiu 5 lugares no ranking junto com Melbourne (47) e Perth (48), que caíram 14 e 11 posições, respectivamente.

A cidade mais cara da Índia, Mumbai (74), subiu 66 lugares no ranking devido ao seu rápido crescimento econômico, à inflação da cesta de produtos e serviços, e a uma moeda estável em relação do dólar dos EUA. A cidade mais populosa da Índia é seguida por Nova Deli (132) e Chennai (157), que subiram no ranking em 25 e 28 posições, respectivamente. Bangalore (183) e Calcutá (193), as cidades indianas mais baratas, também subiram no ranking.

Na Ásia, Bangkok (45) saltou 43 lugares desde o ano passado. Hanoi (86) e Jacarta (99) também subiram no ranking, 45 e 20 lugares, respectivamente. Carachi (205) e Bisqueque (207) permanecem como as cidades mais baratas da região para expatriados.

PF investiga pagamento de propina a superintendente em fraude em seguradoras

Nota da editora do blog: A matéria não cita nomes, mas quem comandava a Susep nesse período era Luciano Portal.

Fonte: Zero Hora

Pouco mais de dois meses após desencadear a primeira fase da Operação Pavlova, a Polícia Federal (PF) realiza nova etapa da ação que combate fraude em seguradoras no Rio Grande do Sul. Nesta segunda-feira, são cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em Porto Alegre e Santo Antônio da Patrulha e seis de condução coercitiva.

Nesta etapa, a PF apurou que parte do dinheiro desviado por duas seguradoras teria sido encaminhado por um dos investigados a um servidor público que ocupou o cargo de superintendente nacional da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Posteriormente, os valores foram depositados em contas de pessoas próximas ao então superintendente.

A suspeita é que o pagamento de propina estaria vinculado à não intervenção da Susep em uma das companhias. Um dos indícios que reforçam a tese é que, poucos meses após a saída do superintendente do cargo, a seguradora foi liquidada extrajudicialmente.

Também foram bloqueados bens imóveis em nome de pessoas físicas e jurídicas. Os investigados responderão por crimes contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, entre outros, de acordo com a participação individual no esquema.

Venda de carteira de seguros do Itaú avança

Fonte: Aline Bronzati – Estado de São Paulo

O Itaú Unibanco recebe até hoje propostas de interessados em adquirir sua carteira de seguros de vida em grupo e o que sobrou da Garantec, operação de garantia estendida, conforme apurou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

A japonesa Tokio Marine já teria feito lance para ir para a próxima fase da disputa enquanto a nipônica Yasuda Marítima teria desistido de participar das negociações, segundo fontes com conhecimento no assunto. Além delas, teriam sido convidadas para avaliar o ativo a francesa Axa, a norte-americana Met Lifee a suíça Zurich, sendo que outros players também poderiam fazer propostas. O apetite dessas companhias, porém, estaria menor que o da Tokio que, segundo fontes,é uma das favoritas a comprá-lo.Mas a Zurich, que já levou parte da Garantec, também deve fazer proposta, conforme as mesmas fontes.

As seguradoras que passarem para a próxima etapa vão ter acesso a mais informações a partir de 06 de julho. Com cerca de R$ 600 milhões em prêmios, a carteira de seguro de vida em grupo do Itaú tem valor patrimonial de R$ 180 milhões e a expectativa do banco, segundo fontes, é obter múltiplos de duas a cinco vezes esta cifra. O preço,porém,pode afastar algumas companhias do processo de venda, segundo executivos do mercado. Isso porque, além de a carteira do Itaú ter contratos fechados por corretores de seguros, que além de margens menores têm risco maior de não renovação quando o ativo mudar de mãos, existem outros negócios no bolo.

Fonte de mercado diz que entre os contratos de seguro devida em grupo, há apólices antigas, nas quais a negociação de taxas e condições é mais difícil, já que é necessária a adesão de 70% dos participantes. Além disso,existem ainda outros três contratos de seguro prestamista (que garante o pagamento de prestações no caso de perda de emprego, morte ou invalidez do segurado) de créditos com outros bancos e não o Itaú. “São apólices herdadas quando o Itaú adquiriu bancos estaduais”, diz uma fonte.

Antes de oferecer a carteira de seguro de vida para o mercado, o banco teria negociado com a seguradora norte-americana Ace, a mesma que adquiriu sua operação de grande risco no ano passado, a operação de vida em grupo. As conversas, porém, não avançaram. Em paralelo, mas no mesmo processo de venda, o Itaú ofertou ainda o que sobrou da Garantec. São 11 contratos que somam cerca de R$ 30 milhões em prêmios, conforme outra fonte. O grosso dessa operação vinha da Via Varejo, cujo contrato teve rescisão antecipada em outubro último e passou para a Zurich. Serão aceitas propostas apenas um dos ativos ou para os dois.

A venda da carteira de vida em grupo e do que restou da Garantec é mais um passo na reestruturação que o Itaú está fazendo em seguros, priorizando áreas de menor risco e comercializados apenas em canais bancários

Diamante Portugal: Foco no cliente é vital para ser um corretor diferenciado, diz Mello, da JLT

tokio diamenta melloA JLT sempre trabalhou com a Tokio Marine, mas nos últimos dois anos a parceria foi reforçada. Com bons resultados, logo chegou na categoria Diamante. “Esse é o primeiro ano, desde que ingressei na JLT em 2011, que participamos do evento Diamante. Tivemos um período de relacionamento para nos conhecer e as conversas foram produtivas, gerando bons contrato. Temos avançado nas negociações, pois a Tokio tem se mostrado uma excelente parceira”, conta Marcos Mello, managing director placement, claims and loss prevention da JLT Brasil Corretagem de Seguros, ao lado da esposa Vanessa Kaufmann de Mello.

Com 18 anos dedicados ao mercado segurador, inclusive como subscritor de seguradoras, Mello sabe que ter foco no cliente é uma característica prioritária para ser um corretor diferenciado. “Essa é a nossa politica. Isso implica não somente em buscar a melhor condição numa contratação de seguro, mas também estar presente no dia a dia, apoiando o cliente a minimizar seus riscos, entendendo sua operação como um todo e sempre estar atento a soluções que agreguem valor ao cliente, seja através de seguro ou através de serviços, como medidas de prevenção e gestão de risco.”.

Formado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da USP e com MBA em Finanças pelo IBMEC-SP, Mello diz que o corretor precisa também estar sempre insatisfeito com o status quo. “É preciso buscar novas soluções e estar atento aos movimentos do Mercado, bem como saber identificar os melhores parceiros para cada negócio. “O mercado segurador tem mudado bastante e a cada dia novos players são formados. É preciso estar atento aos novos produtos e ao apetite de cada um deles. Dessa forma sempre será possível apresentar a melhor solução para seu cliente.”

Nos últimos anos a filial local do grupo britânico JLT vem crescendo a uma média próxima a 40% ao ano em reais. O principal desafio da corretora em 2015 será continuar crescendo no mesmo ritmo num ambiente de crise da economia e de desvalorização do real, já que o report financeiro é em libras.

Quando questionado sobre as oportunidades que a crise atual apresenta, o pensa um pouco antes de responder. “Realmente é difícil elencar oportunidades em momentos como esse. Mas no seguro de grandes riscos, alguns segmentos devem ter um leve crescimento em decorrência do aumento de taxas, principalmente os segmentos relacionados às linhas financeiras, onde o crédito a empresa e os modelos de governança são parte do risco avaliado. A oportunidade neste caso está em conseguir apresentar soluções que viabilizem o credito para os nossos clientes.”

Para atingir a meta de crescimento, a JTL tem como estratégia focar em serviços que agreguem valor ao cliente e manter uma politica de retenção. “Mas temos que reinventar para atingir esse objetivo”, acredita. Uma dica que dá para seus colegas de trabalho é conhecer bem o segmento de atuação e definir um foco, um nicho de atuação. “Não adianta explorar todas as indústrias e produtos. Isso não o diferenciará dos demais. Busque se diferenciar e seja especialista naquilo que você conhece.”

Para Mello, a Tokio Marine é uma seguradora que compreende e apoia o corretor. “Leal e com alta capacitação técnica. É bastante eficiente na apresentação de soluções, que no final do dia beneficiam a parte mais importante do nosso mercado: o cliente.”

O grupo JLT está presente no Brasil desde 1989, quando iniciou suas operações de corretagem de seguro, com escritórios em São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2008, quando ocorreu a abertura do mercado de resseguros no Brasil e foi criada a regulamentação prevendo a avidade de corretagem de resseguro, foi criada a JLT Re – Brasil, que logo se tornou a maior corretora de resseguros do país. Atualmente a JLT emprega mais de 300 funcionários no Brasil e possui escritórios em 8 estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Bahia, Ceará e Espírito Santo. A JLT é parte do Grupo Jardine Lloyd Thompson, que emprega mais de 9 mil pessoas em todo o mundo, que é o braço de seguros do Grupo Jardine Matheson que por sua vez emprega 390 mil funcionários e tem uma receita anual superior a US$ 61 bilhões.

Diamante Portugal: Inovação é o que mais agrada o corretor

tokio diamante walmirO grupo japonês Tokio Marine, presente em 38 países, traz a mensagem de inovação e parceria aos seus profissinais de vendas reunidos no XIV Encontro de Corretores Diamante, que acontece de 28 de junho a 3 de julho no hotel Penha Longa, em Sintra, Portugal (por sinal, um lugar maravilhoso). São 52 corretores e 19 Assessorias que atingiram uma produção anual a partir de R$ 4,5 milhões. “Esse valor mínimo acompanha o crescimento da companhia e tem aumentado aproximadamente a um ritmo de 20% ao ano”, conta o diretor executivo comercial da Tokio Marine, Valmir Rodrigues.

O carismático Rodrigues sabe o nome de cada um deles. Não só o nome. A história de vida de todos. “Tem de ser assim, né. Somos parceiros”, comenta o executivo que conquista amigos para toda uma vida com seus valores e filosofia de vida. “Uma companhia é feita de pessoas. E essas pessoas que vão atender nossos parceiros. Nossos parceiros vão atender os clientes e nossos segurados formam a sociedade. É um ciclo que se bem alimentado gera prosperidade”, explica.

tokio keikoLeiko e Marcio Akama, corretores Diamante da BKS Corretora de Seguros, que dominam o mercado de seguros de transportes de valores com participação de 80% das vendas, afirmam que a Tokio se diferencia com a inovação. “Temos apenas a Tokio e a ACE no nosso ramo. E a Tokio tem estimulado conversas sobre como trazer novidades para esse segmento”, conta Marcio.

A BKS trabalha em parceria com resseguradoras estrangeiras, uma vez que neste tipo de seguro boa parte é repassado ao mercado internacional, tanto pela falta de apetite dos grupos locais como por ser um seguro que requer muita especialização para lidar com os perigos que a operação requer. “Há muitas legislações que envolvem esse mercado e é preciso ser especialista para atender todas as normas”, diz Keiko, que está nesse nicho há mais de 30 anos.

Uma das novidades viabilizada com o apoio da Tokio Marine é o cyber risk para caixas eletrônicos. Márcio desenvolveu uma apólice para um cliente, que estava tendo problemas com ataques de hackers. “Eles entravam no sistema e o caixa eletrônico ficava soltando cédulas sem parar”, explica. A franquia é elevada, acima de R$ 10 milhões. “Esse produto é só para uma perda grande”, afirma o corretor que quer melhorar o clausulado. “Tivemos de fazer muitas cláusulas para adaptar o produto às exigências da Susep. Agora precisamos ajustar e deixar o contrato mais claro para o cliente”.

tokio diamante siscoobCelso Rebellato e Marcel Bankow, ambos da Sicoob AC Corretora e Administração de Seguros, de Chapeco (SC), também citam a inovação como principal atributo na hora de escolher uma seguradora. “A Tokio tem sido muito aberta a desenvolver produtos sob medida para as características do nosso público”, disse Celso. “Ter uma sistema tecnológico moderno, que nos livra da burocracia do dia a dia, nos deixando livres para vender, também foi importante para escolhermos a Tokio para compor o leque de opções que temos para os nossos associados”, acrescenta Marcel, ambos listados na categoria Diamante.

Segundo dados do Sicoob, trata-se do maior sistema financeiro cooperativo do país com mais de 2,8 milhões de associados, 2,2 mil pontos de atendimento, distribuídos em 25 estados e no Distrito Federal. É composto por cooperativas financeiras e empresas de apoio, que em conjunto oferecem aos associados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outros.

Além da categoria Diamante, os corretores da Tokio Marine são divididos em Ouro, Prata, Bronze e Verde. O Diamante é o mais nobre, com os maiores Corretores da Companhia. Eles tem à disposição os melhores programas de relacionamento e prioridade de atendimento nos canais internos. Podem participar também do Encontro Diamante, realizado anualmente em um destino internacional, desde que apresentem um bom resultado.

No segmento Ouro estão os corretores que têm melhores remuneração nos programas de relacionamento e podem participar também do Encontro Ouro, realizado anualmente em um destino nacional, desde que apresentem um bom resultado (ICC).

O nicho Prata são parceiros de Negócios importantes em suas regiões de atuação, que têm foco em Produtos Massificados. “Participam de nossos programas de relacionamento com remuneração alta”, conta Rodrigues. A categoria Bronze engloba corretores de porte médio da companhia, normalmente com foco também em Produtos Massificados. Participam de programas de relacionamento com remuneração média. E a categoria Verde foi criada para corretores novos ou menores , que podem participar do programa de Pontuação e Resgate (PNC). “O foco dessa categoria é fazer o corretor conhecer e experimentar a Tokio Marine”, explica Valmir Rodrigues.

O grupo japonês reúne mais de 40 mil colaboradores. Faturou R$ 84,4 bilhões em 2014 e lucrou R$ 6,7 bilhões mundialmente. No Brasil, onde atua há 56 anos, é o quinto maior grupo segurador nas áreas em que atua. De janeiro a abril, mesmo com a economia combalida, a seguradora avançou 21% em vendas, para prêmios de R$ 3,45 bilhões. E a perspectiva é manter o ritmo de expansão. Entra as estratégias, investir em tecnologia para criar um ambiente seguro e ágil para o desenvolvimento de produtos inovadores, assim como facilitar o dia a dia dos corretores, principal canal de vendas da companhia.