Especial Valor – Denúncias aquecem vendas de D&O

Fonte: Valor Econômico – Denise Bueno

Tempos difíceis para quem quer comprar o seguro de responsabilidade civil de administradores e executivos. Conhecido com Directors & Officers, o produto vinha apresentando crescimento acima de 20% ao ano desde 2010. Porém, os efeitos da operação Lava-Jato, que investiga denúncias de corrupção entre empreiteiras e a Petrobras, e agora também no futebol, trouxeram uma nova dinâmica para o segmento.

“O preço subiu, os descontos acabaram até mesmo para os bons riscos, as condições de coberturas ficaram mais restritas e as franquias estão nas alturas”, conta o corretor Paulo Baptista, superintendente de D&O da Marsh Brasil. E os seguradores confirmam: “Mesmo bons clientes que compravam R$ 100 milhões em capacidade não conseguem completar esse valor”, disse um executivo que preferiu o anonimato.

Nos últimos anos, estava fácil vender D&O, o que atraiu várias seguradoras para um nicho com baixo índice de solicitações de indenização. Só um caso ou outro, como da Sadia e Perdigão, com perdas limitadas para o setor de seguros. Mas a Lava-Jato, que já levou quatro grandes empreiteiras a pedir recuperação judicial, enquanto várias outras estão em dificuldades financeiras e envolve ações de outras partes do mundo, mostrou às seguradoras que os sinistros podem ocorrer e custar bem caro.

Diante do susto com as consequências da investigação, a regra do jogo passou a ser a cautela. Se já não bastasse aumentar preço e restringir coberturas, as seguradoras também recusam propostas de empresas ou executivos que tiverem qualquer envolvimento com a Lava-Jato, mesmo que seja uma minúscula participação acionária. A novidade é a cláusula de exclusão para todas as empresas públicas submetidas à Lei Anticorrupção. “No médio prazo acredito que os preços vão se ajustar, algumas seguradoras vão deixar de atuar com o produto e conseguiremos fechar negócios de forma natural novamente”, diz Gustavo Galrão, superintendente da Argo Seguros e presidente da comissão de Linhas Financeiras da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

A AXA, que entrou neste ano no D&O, está mais flexível, uma vez que não amarga perdas. Tem negociado, inclusive, com construtoras. “A demanda pelo seguro de responsabilidade civil de executivos está aquecida, temos um produto diferenciado, com clausulado claro e coberturas abrangentes, e vamos superar a nossa meta neste ano”, diz Octávio Bromatti, vice-presidente da seguradora francesa que acaba de comprar a carteira de riscos empresariais da SulAmérica.

Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) consolidados pela consultoria Siscorp, mostram que os prêmios cobrados por seguros a executivos ultrapassaram R$ 120 milhões de janeiro a abril de 2015, 38% acima dos R$ 87 milhões no primeiro quadrimestre de 2014. Na Chubb, o crescimento foi de 22,3%, informa Eduardo Viegas, diretor de linhas especiais. “Já esperávamos um ano desafiador no D&O, mas temos avançado. Alguns clientes aumentaram seus limites e temos obtido bons resultados com a conquista de clientes em médias empresas”.

Flavio Sá, coordenador de linhas financeiras da AIG Brasil, comenta que são cada vez mais claras as responsabilidades dos executivos e o D&O traz segurança para atuarem com tranquilidade com relação às tomadas de decisão do dia a dia. “Há um aumento na procura desta solução como ferramenta de mitigação de risco”, afirma.

Os corretores tentam driblar as limitações e o aumento de taxas impostas pelas seguradoras. Segundo eles, mesmo aqueles clientes sem envolvimento com denúncias passam por uma severa análise de risco. “As seguradoras e as resseguradoras estão atentas a todos os detalhes e fazem muitas exigências para dar a cobertura”, diz Álvaro Igrejas, da corretora Willis. Além do boom de denúncias de corrupção, a crise econômica também afetou a carteira de D&O.

A maior demanda pela produto vinha das empresas com ações negociadas em bolsas no exterior, das empresas com ações na bolsa local e também das companhias envolvidas em emissões, como debêntures ou IPOs. “Hoje temos 25 empresas com ADRs no exterior e praticamente uma paralisação de emissões no Brasil, o que faz com que o número de segurados fique estagnado”, diz Rodrigo Protásio, CEO da filial local da corretora inglesa JLT. “Temos investido no desenvolvimento da cultura de responsabilidade civil do brasileiro, que vive em uma sociedade menos litigante do que a americana”.

Mareia Cicarelli Barbosa de Oliveira, sócia da JBO Advocacia, acredita que uma modificação possível é de não haver mais o adiantamento de custo de defesa em caso de crimes dolosos e sim o reembolso dessas despesas ao final de uma decisão judicial, demonstrando que isso não ocorreu e que, efetivamente, o segurado é inocente. Outro exemplo são as sub-limitações de coberturas para custos de defesa.

Seguro para recall atrai a LIU, divisão de riscos especiais do grupo Liberty

LIBERTY SEGUROSNo Brasil, foram registradas 120 campanhas de recolhimento de produtos no último ano, de acordo com o Boletim Saúde e Segurança do Consumidor 2015, do Ministério da Saúde. Isso sinaliza um grande e promissor mercado para a venda do seguro Recall, “Durante todas as etapas da cadeia, desde a produção até a distribuição de alimentos, há riscos que podem acarretar despesas altas para os negócios. Por isso, o seguro para retirada de produtos, processo conhecido como recall, é uma precaução que todo fornecedor desse setor deve ter”, comenta Klaus Barretta, superintendente de Seguros de Crisis Management da LIU, Divisão de Riscos Especiais da Liberty Seguros. “O volume de vendas ainda é pequeno, uma vez o o mercado está em desenvolvimento no Brasil. Mas é um segmento muito promissor”, garante Barreta. Veja abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao blog Sonho Seguro.

Como funciona o seguro? Quais são as coberturas?

O seguro oferecido pela LIU, divisão de riscos especiais da Liberty Seguros auxilia as empresas na prevenção de prejuízos decorrentes do recall de produtos, contaminação acidental ou intencional de produtos, e cobre toda a etapa da cadeia produtiva, seja de um produtor rural, de empresas da indústria de manufatura e de processamento, além de distribuidores e de varejistas. Esse tipo de seguro cobre custos associados a todas as fases do processo de produção, incluindo transporte, estocagem, reparação e reposição dos alimentos contaminados, além de despesas com eventuais indenizações a consumidores afetados pelos produtos a serem recolhidos.

Há quanto tempo a Liberty oferece esse seguro no Brasil?

Iniciamos a comercialização do seguro específico para Recall e Contaminação de Produtos em Maio de 2014, logo após autorização da Susep.

Quantos clientes a Liberty tem nesse segmento?

Como toda nova modalidade de seguros, os primeiros anos são dedicados a difundir a cultura desse novo produto no mercado e supreendentemente já começamos a colher alguns resultados bastante satisfatórios ainda na fase de investimentos. A quantidade de consultas tem crescido exponencialmente mês a mês. Acreditamos que o Brasil será um dos grandes mercados para esse Seguro em um curto espaço de tempo, a receptividade dos corretores de seguros e segurados tem sido muito grande.

Existe alguma particularidade do processo de recall que não está coberta pelo seguro?

O seguro de Recall não cobre a Responsabilidade Civil do Produto, uma vez que já existe uma modalidade específica para reparação de Danos a terceiros. O beneficiário da apólice de seguro Recall e suas coberturas acessórias de contaminação acidental ou maliciosa é o próprio Segurado. Dentro do escopo de cobertura entre as principais exclusões está o ilícito intencional quando, por exemplo, o segurado libera para venda e consumo um produto que foi identificado como defeituoso. Outra situação excluída do seguro é a utilização de substâncias proibidas na composição do produto.

Desde sua implantação, alguma indenização foi registrada no Brasil?

Sabemos que em 2014 foram realizados mais de 120 recalls na indústria brasileiras sendo 6 deles em produtos alimentícios, porém não há detalhes sobre o volume de indenizações já pagas.

Esse produto é destinado para grandes empresas ou para PMEs também?

A principal característica do mercado brasileiro é a de possuir uma grande quantidade de médias indústrias com marcas e atuação regionalizada. Acreditamos que nesse segmento de pequenas e médias empresas esteja o nosso grande potencial, onde poderemos por meio da nossa expertise mundial agregar muito valor na prestação de serviços. Após a contratação o segurado contemplará uma gama de serviços voltados para a prevenção e contenção de crise que iniciam na elaboração de manuais de Recall, simulação de eventos (o chamado Mock Recall em inglês) e o suporte técnico na execução da retirada e descarte dos produtos. Outros serviços direcionados à assessoria jurídica e comunicação com o mercado em uma situação de crise também estão no escopo dessa modalidade.

Quais os principais produtos segurados por esse tipo de produto?

Nosso foco inicial de atuação são as indústrias de alimentos, bebidas, fármacos, embalagens e distribuidores.

Quais desses produtos apresentam mais pedidos de indenização?

Atualmente a indústria automotiva é a líder em frequência de pedidos de Recall. Acreditamos estar relacionado ao valor agregado do bem além da própria garantia concedida pelo fabricante. Concorrência mais acirrada, regulamentação mais rigorosa e canais de comunicação mais amplos e ágeis entre consumidores serão importantes fatores que impulsionarão o aumento na frequência de chamamento de Recall em produtos de consumo de menor valor agregado.

Qual a expectativa da Liberty no Brasil com esse produto?

Desenvolvemos um plano de negócios em conjunto com nossa matriz para os próximos cinco anos e nossas perspectivas são muito positivas. Embora a indústria mundial de alimentos esteja concentrada em poucas empresas, o mercado brasileiro possui um potencial enorme. O Brasil é líder mundial em exportação de proteína animal, um dos principais exportadores de commodities agrícolas e derivados além também de possuir uma vasta biodiversidade para a indústria farmacêutica e de cosméticos.Nossa principal expectativa é que este seguro não fique concentrado em grandes empresas multinacionais, mas que seja um seguro voltado para diferentes tipos e tamanhos de empresas.

As empresas brasileiras já têm a cultura de contratação de seguro para recall ou é um produto comprado apenas por multinacionais?

As empresas brasileiras já possuem cultura de contratação dessa cobertura uma vez que hoje o seguro de RC Produtos muitas vezes já contempla um sublimites para a cobertura de Recall. O que estamos propondo com essa nova modalidade é oferecer uma cobertura voltada específica para esse evento, com limites customizados para esse evento. A cobertura para as perdas financeiras do Segurado causadas pelo defeito no produto também é uma novidade oriunda dessa modalidade.

Os órgãos reguladores exigem algum procedimento?

Temos notado uma atuação bastante participativa dos reguladores nesse quesito. Em 2014 a ANVISA divulgou uma relação de tolerância para materiais estranhos nos alimentos e hoje estamos caminhando para um patamar de excelência a níveis bastante elevados. Para a indústria local essas exigências também trarão muitos benefícios, uma vez que essas medidas abrirão muitas portas para competirmos em qualidade em nível mundial. Muitos distribuidores como alguns grandes atacadistas e varejistas já exigem que os fabricantes possuam uma apólice dessa natureza para colocarem seus produtos nas prateleiras.

As empresas já se adaptaram a regulamentação?

Embora a Retirada de Produtos, o chamado Recall já seja uma medida regulamentada pelo Código de Defesa do Consumidor, Lei 8.078/90 artigo 10 §1º, toda nova medida regulatória desencadeia uma série de adaptações. Uma grande evolução que estamos esperando é a que indústria de alimentos deverá possuir um plano formal para retirada de produtos potencialmente causadores de danos.

A Liberty tem ações para desenvolver esse tipo de cultura?

Temos realizado muitos treinamentos para corretores em nossas filiais pelo país. Atualmente a Liberty Seguros possui 69 filiais e temos ações comerciais traçadas em conjunto. Canais digitais de comunicação também estão sendo largamente utilizados. Hoje possuímos um grande mailing de corretores e periodicamente enviamos conteúdos relevantes relacionados a este segmento.

Contratação de seguros para PMEs cresce 23% no Nordeste

hoteisRelease

Levantamento da Liberty Seguros produzido a partir de sua base de clientes indica crescimento de 23% na contratação de apólices em hotéis e pousadas de pequeno e médio porte no Nordeste. As coberturas mais contratadas pelo segmento de hotelaria na região incluem o reparo de danos elétricos, roubo de bagagens de hóspedes, reparo de vidros e responsabilidade civil de hospedagem, que cobre qualquer dano ao hóspede em decorrência da falta de manutenção ou conservação do estabelecimento.

Além de representarem uma economia para a empresa no caso de imprevistos, essas coberturas podem proteger o estabelecimento de eventuais demandas judiciais decorrentes de danos aos hóspedes. “Os empresários estão cada vez mais preocupados em garantir a satisfação dos clientes. O seguro corporativo se torna um fator decisivo na hora do consumidor escolher onde passar suas férias, trazendo mais credibilidade e confiança ao negócio”, comenta Emerson Passos, diretor regional da Liberty para o Nordeste.

Nesta época do ano, com a baixa do movimento turístico após o verão, proprietários de pequenas e médias hospedagens aproveitam para investir em melhorias, necessárias para acompanhar o crescimento do mercado. Passos revela, ainda: “O setor tem se consolidado cada vez mais na região, com o aquecimento do turismo interno. Então, é natural que os donos das hospedagens busquem diferenciais para atrair e fidelizar mais hóspedes. A segurança dos bens dos clientes é um desses diferenciais”.

Mercado segurador registra vendas mundiais de US$ 4,7 trilhões em 2014, alta de 3,7%, segundo estudo da Swiss Re

SwissRe_logo_LAKE_RGBA Swiss Re acaba de divulgar o estudo mais esperado do ano: World Insurance in 2014: back to life (Seguro Mundial em 2014: de volta à vida). A indústria global de seguros ganhou força em 2014, embora o ambiente econômico tenha melhorado apenas marginalmente, diz o mais recente estudo sigma da Swiss Re. O total dos prêmios diretos emitidos subiu 3,7% para US$ 4,778 trilhões depois de um período de estagnação no ano anterior.

O Brasil registrou prêmios de US$ 85,4 bilhões em 2014, segundo estudo da Swiss Re, avanço de 3,26%, considerando a inflação ajustada em 5,94%. O valor dá ao país um market share mundial de apenas 1,79% sobre os US$ 4,7 trilhões em receitas registadas no mundo no ano passado. De acordo com o estudo, a penetração de seguros no mercado brasileiro permanece baixa, em 3,9% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2014, considerando-se todos os negócios. Em vida, o percentual é de 2,1% e em seguros gerais de 1,9%. Em prêmios per capita, o Brasil aparece com US$ 422 no valor total, sendo US$ 222 em vida e US$ 200 em seguros gerais.

O maior mercado segurador do mundo é a Europa, com US$ 1,67 trilhão em vendas, seguido pelos Estados Unidos, com US$ 1,59 trilhão, Ásia com US$ 1,3 trilhão, África com US$ 68 bilhões e Oceania com US$ 100 bilhões. A América Latina e Caribe, considerada dentro de América, registrou receitas de US$ 188 bilhões em 2014, avanço de 4,1%, com 3,4% de participação mundial e 3% de penetração no PIB da região. O consumo per capital da América Latina chegou a US$ 304 no ano passado, de acordo com o estudo.

Os principais pontos do estudo são:

– Os prêmios globais de Vida voltaram ao crescimento real positivo de 4,3% em 2014, acima da média da pré-crise financeira

– Os prêmios globais Não Vida subiram 2,9% em 2014, baseados principalmente na melhoria contínua dos mercados avançados

– A rentabilidade dos seguros de Vida melhorou ligeiramente em 2014, mas os resultados de subscrição dos seguros Não Vida, embora positivos, foram um pouco mais fracos.

– Os prêmios dos seguros de Vida deverão globalmente crescer ainda mais em 2015; o crescimento dos seguros Não Vida nos mercados emergentes será forte, mas nos mercados avançados ele será lento.

Íntegra do comunicado da Swiss Re sobre o estudo:

O desempenho mais forte dos mercados avançados impulsiona o crescimento da indústria de seguros em 2014, afirma o estudo sigma da Swiss Re

• Os prêmios globais de Vida voltaram ao crescimento real positivo de 4,3% em 2014, acima da média da pré-crise financeira

• Os prêmios globais Não Vida subiram 2,9% em 2014, baseados principalmente na melhoria contínua dos mercados avançados

• A rentabilidade dos seguros de Vida melhorou ligeiramente em 2014, mas os resultados de subscrição dos seguros Não Vida, embora positivos, foram um pouco mais fracos.

• Os prêmios dos seguros de Vida deverão globalmente crescer ainda mais em 2015; o crescimento dos seguros Não Vida nos mercados emergentes será forte, mas nos mercados avançados ele será lento.

A indústria global de seguros ganhou força em 2014, embora o ambiente econômico tenha melhorado apenas marginalmente, diz o mais recente estudo sigma da Swiss Re. O total dos prêmios diretos emitidos subiu 3,7% para US$ 4,778 trilhões depois de um período de estagnação no ano anterior. O setor de seguro de Vida voltou a ter um crescimento positivo, com prêmios de até 4,3%, depois de uma queda de 1,8% em 2013, e o crescimento dos seguros Não Vida aumentou de 2,7% para 2,9%. Uma característica notável na indústria do seguro foi um desempenho significativamente mais acentuado nos mercados avançados.

No setor de seguros de Vida, ocorreram consideráveis variações nos resultados de crescimento das diferentes regiões. Por exemplo, o crescimento muito forte na Oceania e os resultados sólidos na Europa Ocidental e no Japão mais do que compensaram um outro ano de retração na América do Norte. Nos mercados emergentes, os prêmios de Vida cresceram 6,9% em comparação aos 3,9% de 2013.

O aumento foi impulsionado principalmente pela China, onde novos canais de distribuição, tais como vendas on-line e uma recuperação em bancassurance, proporcionaram rendimentos excelentes. Entretanto, em outras regiões emergentes, o crescimento do prêmio desacelerou em geral e até mesmo recuou.
Os prêmios do setor de seguros de Vida nos mercados avançados cresceram 3,8% em 2014, continuando um padrão volátil de crescimento e de retrações desde 2010. “Apesar da aceleração em 2014, os prêmios de Vida nos mercados avançados estão, em geral, quase no mesmo nível anterior à grande queda de volumes de 2008,”, diz Kurt Karl, economista-chefe da Swiss Re. “Em 2014, o ganho em prêmios superou o crescimento econômico, aumentando a penetração do seguro nos mercados avançados, mas os prêmios da pós-crise têm crescido a um ritmo muito mais lento do que antes da crise financeira”.

O crescimento dos prêmios do setor de seguros Não Vida tem melhorado gradativamente desde 2009, mas sua média ainda é inferior aos anos de pré-crise. Nos seguros Não Vida, o ganho em prêmios globais, em 2014, foi também impulsionado por um desempenho substancialmente mais forte nos mercados avançados. Na América do Norte, os prêmios subiram 2,6% desde o ano anterior e, na Europa Ocidental, os prêmios voltaram ao crescimento positivo (+0.6%) após anos de declínio e lentidão.

Este sigma inclui um capítulo especial sobre a estagnação dos prêmios dos seguros Não Vida na Europa Ocidental, desde 2007. Os prêmios do seguro médico privado têm sido o ponto positivo, continuando a crescer de forma sólida em toda a Europa. Mas o crescimento dos prêmios nos países periféricos do sul particularmente, tem sido muito fraco desde a crise financeira e, por linha de negócio, os sinistros (especialmente de veículos motorizados) foram reduzidos drasticamente. Entretanto, “os últimos sete anos não devem ser considerados como referência para o vindouro desempenho de crescimento nos mercados europeus de seguro Não Vida. O ambiente econômico, embora ainda fraco, provavelmente continuará melhorando, e quando o desemprego vier a cair, os prêmios dos seguros Não Vida, incluindo os dos veículos motorizados, serão recuperados”, observa Daniel Staib, co-autor do relatório.

Nos mercados emergentes, os prêmios dos seguros Não Vida cresceram em sólidos 8,0% em 2014. Os impulsores-chaves foram os ganhos sólidos na China, principalmente nos veículos motorizados, no crédito e garantia, e nas linhas agrícolas; e, na Índia, houve uma melhoria no sentimento de negócios e no crescimento econômico que impulsionaram os prêmios. Tanto nos mercados avançados como nos mercados emergentes, a taxa de crescimento do prêmio médio anual pós-crise ficou aquém do ritmo pré- crise.

Em geral, a rentabilidade do setor de seguros de Vida melhorou ligeiramente em 2014, impulsionada pelos mais fortes mercados de ações, pelo maior crescimento do prêmio e pelos esforços de contenção de custos. Os resultados de subscrição dos seguros Não Vida foram positivos, mas ligeiramente mais fracos do que os de 2013, porque a experiência com sinistros deteriorou um pouco e as contribuições das liberações de reservas do ano anterior diminuíram. Tanto os setores dos seguros de Vida quanto de Não Vida continuaram sofrendo com as baixas taxas de juros e a rentabilidade da indústria em geral permanece abaixo dos níveis de pré-crise.

Espera-se que o crescimento dos prêmios de seguro de Vida permaneça razoavelmente sólido nas regiões avançadas em 2015 e aumente nos mercados emergentes, principalmente na Europa Central e Oriental e na China. É provável que o mercado de seguro de Vida norte-americano melhore junto com o fortalecimento da economia e do mercado de empregos, mas na Europa Oriental, o crescimento do prêmio deverá desacelerar do forte ganho que obteve em 2014. As perspectivas para a indústria de seguro Não Vida nos mercados avançados são mais moderadas. As taxas do prêmio permanecem baixas e embora o crescimento econômico esteja melhorando, ele continua lento. Por outro lado, espera-se que o crescimento do prêmio dos seguros Não Vida permaneça sólido.

Independentemente dos desenvolvimentos positivos do prêmio, espera-se novamente que a rentabilidade da indústria em geral não chegue, em 2015, a alcançar os níveis de pré-crise. Os rendimentos de Investimentos – um componente chave da rentabilidade do setor de seguro de Vida – permanecerão sob pressão devido ao ambiente de baixa taxa de juros. É improvável que a rentabilidade dos seguradores de vida melhore sensivelmente a curto prazo, pois o peso dos baixos rendimentos e das contínuas mudanças regulamentares deverão continuar. O mesmo é verdadeiro nos seguros Não Vida, no qual os resultados mais fracos de subscrição – devido às taxas fixas ou até taxas mais baixas e a uma menor contribuição de liberações de reservas – também terão o seu peso sobre os ganhos.

Todos os dados deste sigma, incluindo dados históricos desde 1980, podem ser acessados no sigma explorer, um aplicativo interativo na web (www.sigma-explorer.com).

Como pedir este estudo sigma:

As versões em inglês, alemão, francês e espanhol do sigma No. 4/2015 World Insurance in 2014: back to life (Seguro Mundial em 2014: de volta à vida), estão disponíveis eletronicamente no site da Swiss Re: www.swissre.com/sigma.
Edições impressas do sigma No. 4/2015 em inglês, francês, alemão e espanhol já estão disponíveis. As versões impressas em chinês e japonês estarão disponíveis no futuro próximo. Enviem seus pedidos com o seu endereço postal completo para sigma@swissre.com.


IPO do IRB Brasil RE ainda é só uma idéia, afirma Joaquim Levy

Joaquim-LevyO mercado segurador é destaque hoje nos principais jornais do Brasil com notícias sobre o IPO do IRB Brasil RE, que segundo o ministro da Fazenda ainda está em estudo. “Estamos pensando em fazer abertura de capital do IRB mas essa ainda é só uma ideia”, afirmou Joaquim Levy durante coletiva realizada ontem após o lançamento do livro “Avaliação da qualidade do gasto público e mensuração da eficiência” no Ministério da Fazenda.

Apesar de dizer que é só uma idéia, o governo avança para transformar essa idéia em realidade e reduzir assim o rombo das contas públicas. Para ele, a economia do país enfrenta hoje um momento de ressaca. Joaquim Levy afirmou que o IPO do IRB Brasil RE pode ajudar na receita de superávit primário para este ano. Estabelecida em 1,2% do PIB, ela se mostra inviável diante da queda na arrecadação de tributos. No entanto, Levy disse que é “precipitado” falar em revisá-la. Antes disso, ele pretende identificar de onde é possível extrair mais receitas, “criando riquezas”, citando o IRB.

Os números citados pela imprensa até agora são confusos e não há executivo que fale em ON sobre o tema. O Brasil Econômico cita que a expectativa é de que a oferta de ações do ressegurador chegue a render aos cofres públicos até R$ 4 bilhões. Já o Valor informa que o IPO deve alcançar R$ 3 bilhões e a Agência Estado cita que fontes estimam R$ 4 bilhões.

De acordo com o Valor, todos os principais acionistas do IRB Brasil Re venderão ao menos parte de suas ações na oferta pública inicial prevista para ocorrer até meados do segundo semestre. União, com 27,4%, BB Seguridade Participações e Bradesco Auto RE Companhia de Seguros com 20,4% cada, têm a intenção de reduzir em até 50% suas participações. O Itaú Unibanco Holding, sócio por meio dos ramos Seguros e Vida e Previdência, tem 15% do IRB e pode abrir mão de até 100% de suas ações. O fundo de participações Caixa Barcelona, que é formado pelos fundos de pensão Previ, Petros e Funcef, possui 9,8% das ações. Apenas 6,8% restantes estão distribuídos entre seguradoras e empregados ativos e aposentados do IRB.

Ainda segundo o Valor, a realização de oferta primária não está descartada. O Banco do Brasil deve ser o principal coordenador da operação. Também atuarão Bradesco e Itaú e, na estruturação internacional, o J.P. Morgan. Está indefinida a entrada de um quinto banco, lugar que está sendo disputado pelo BTG Pactuai. É necessária ainda a ratificação em reunião do conselho de administração. Na sexta-feira, executivos das instituições sócias se reuniram para dar andamento à oferta. Os encontros estão sendo comandados pelo vice-presidente de finanças do IRB, Fernando Passos, segundo o Valor. Executivos ligados ao mercado de capitais dizem ter boas perspectivas para a operação, que poderia trilhar o caminho bem-sucedido da BB Seguridade.

Seguradoras faturam R$ 30 bilhões no primeiro quadrimestre de 2015

bolsaFonte: Sincor-SP

As companhias de seguros registraram um faturamento de R$ 30,3 bilhões no primeiro quadrimestre de 2015 (descontados os segmentos de VGBL, previdência e de assistência suplementar de saúde) — o que representa uma variação positiva de 6% em relação ao mesmo período de 2014. A informação é destaque da edição de junho da “Carta de Conjuntura do Setor de Seguros”, publicação assinada pelo Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo), e que traz um mapeamento mensal do mercado.

Esta edição de junho da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros traz também dados do setor de saúde suplementar. Em 2013, a receita desse segmento foi de R$ 113 bilhões, com variação de 14% em relação a 2012. Em 2014, o valor foi de R$ 130 bilhões, com alta de 16% em relação ao ano anterior.

De acordo com a Carta de Conjuntura, o panorama econômico segue problemático. Em 2014, a taxa de inflação foi de 6,5% e crescimento de 0% da economia. Para 2015, as projeções apontam para uma taxa de inflação de quase 9% e crescimento negativo do PIB. Paralelamente, a indústria automotiva estima recuo de 20% nas vendas, o que deve afetar diretamente a arrecadação do seguro de automóvel.

Para o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, não há porque se intimidar diante desse cenário. O grande desafio é manter resultado similar ao ano passado, em torno de 12% e, quem sabe, ampliá-lo.

Nesse sentido, o Sincor-SP tem concentrado suas ações em dar aos corretores de seguros o suporte necessário para o desenvolvimento do empreendedorismo. “Vivemos um momento único, somente aquele que estiver imbuído do verdadeiro espírito empreendedor saberá identificar as oportunidades de prospectar novos mercados e investir em produtos e estratégias diferenciadas, com o objetivo de diversificar o mix de carteira”, afirma Camillo.

BB e Mapfre registra alta de 400% nas vendas de seguro para obras de arte

Release

O interesse brasileiro por arte contemporânea só cresce. Segundo a revista inglesa The Art Newspaper, que recém-publicou a lista das exposições recordistas de público em 2014, o Brasil teve sete das 20 exposições mais visitadas, com destaque para a mostra Salvador Dalí, em 4º lugar, patrocinada pelo grupo segurador BB e Mapfre.

Inclusivas e interativas, essas exposições revelam o potencial desse mercado no Brasil e as oportunidades para a indústria de seguros. Desde 2013, quando o grupo trouxe ao país a exposição “Paris: Impressionismo e Modernidade”, a carteira de seguros para obras de arte cresceu 423%.

“O seguro é item obrigatório no gerenciamento de coleções individuais e de museus, porque dão garantia de indenização em caso de algum dano acidental à obra, além de contribuir para o reparo do bem ou a compra de outro similar”, explica Danilo Silveira, superintendente executivo de seguros tradicionais da BB e Mapfre.

Da catalogação à avaliação de riscos, transporte e manuseio, todo o processo que envolve as exposições é realizado por especialistas. “A rede de profissionais (incluindo, ainda, restauradores, museólogos e especialistas em organização digital e física de patrimônios) e a capacidade de resseguro das obras são alguns itens que fazem as diferença entre as seguradoras que atuam nesse mercado”, afirma.

Atualmente são oferecidas desde apólices básicas, com coberturas para incêndio, a complexas, que garantem riscos como perda ou dano material por qualquer causa, roubos, desde que as peças não estejam em processo de reparo, restauração ou retoque.

O seguro também vem sendo bastante procurado por colecionadores privados, instituições culturais, museus e galerias, que buscam proteção para seu acervo. “Se comparado ao mercado internacional, as taxas praticadas no Brasil hoje já são competitivas e a conscientização sobre a importância do seguro e o grande interesse do brasileiro por exposições têm aumentado a demanda pelo seguro”, destaca Silveira.

A seguradora foi responsável pelo seguro de 24 importantes exposições de arte nos últimos dois anos, entre elas a da artista japonesa “Yayoi Kusama – Obsessão Infinita”, “Mestres do Renascimento: Obras-Primas Italianas”, “Histórias Mestiças”, “Mira Schendel” e “Picasso e A Modernidade Espanhola”, em cartaz no CCBB Rio de Janeiro até dia 7/9.

Sinistros na aviação impactaram negativamente nas renovações dos seguros

aviao quebradoO ano de 2014 se iniciou com um mercado segurador impulsionado por ampla capacidade e poucos sinistros significativos, tanto no setor de aviação, quanto no aeroespacial, de acordo com o relatório “2014 Airline Insurance Review” da corretora Marsh, é líder mundial em corretagem de seguros e gerenciamento de riscos. E no ano de 2013, os subscritores para aviação viram os prêmios do mercado caírem e os sinistros se elevarem, muito em função das grandes perdas em casco. A lucratividade na subscrição dependia, portanto, da capacidade individual de cada segurador que havia sido afetado pelos riscos de maiores perdas.

O setor aeroespacial, como mostra o relatório, havia se beneficiado do níveis mais elevados de segurança das companhias aéreas, o que significava que cada vez menos fornecedores eram chamados às concorrências da indústria. No entanto, em 2014, uma série de acidentes ocorridos durante vôos de teste ou demonstração, impactou negativamente as renovações.

O Airline Insurance Review salienta que o ano de 2013 viu um aumento na competitividade, visto que seguradores tentavam subsidiar suas receitas na indústria da aviação aumentando seus negócios no mercado aeroespacial e, em alguns casos, decidindo participar deste mercado pela primeira vez. Por outrao lado, 2014 começou com os mesmos fatores que haviam impulsionado a indústria nos períodos anteriores. Para mais informações clique aqui e faça o download completo do estudo. O Airline Insurance Review aborda fatores que impulsionam a capacidade dos seguradores, a frequência e severidade das perdas na indústria, maiores sinistros, o calendário de renovações para 2014 e fatores que impulsionarão a precificação em 2015.

Depois de trabalhar duro, a recompensa: Tokio Marine premia corretores com viagem a Portugal

penha longaTrabalhar com amor e fé tem as suas recompensas. Em vários sentidos. A pessoa vive mais feliz, com mais saúde, tem amigos e, consequentemente, o sucesso chega mais rápido. Além de tudo isso, ainda recebe premiações. No mercado financeiro, o bônus é o mais esperado. Já no mundo dos corretores de seguros são as viagens. As seguradoras preparam viagens inesquecíveis para alimentar o relacionamento com os seus melhores parceiros de negócios. Uma das mais disputadas é a viagem preparada para os corretores Diamantes, pela Tokio Marine. “Nunca fui mas está na minha lista de desejos”, comentou Eduardo Toledo, diretor da corretora JLT, com profundo pesar. Mas Marcos Mendonça de Melo, diretor técnico da JLT, uma das corretoras “Diamante” da seguradora, vai. “2016 está ai”, disse Toledo com grande determinação.

O XIV Encontro de Corretores Diamante, que acontece entre os dias 27 de junho e 4 de julho, tem como destino Portugal, considerado o sexto país mais lindo do mundo segundo pesquisas divulgadas por agências de turismo. Como é de praxe em todas as edições, o evento cumpre a promessa de encantar os profissionais de vendas, acompanhados de seus cônjuges, como atrações escolhidas pelo apurado bom gosto da equipe de eventos e aprovada pela diretoria.

Pela primeira vez, a Tokio Marine Seguradora leva seus parceiros à Europa. Com o tema “Edição Limitada Portugal”, a subsidiária de um dos maiores grupos de seguros no mundo reunirá mais de 200 convidados, entre corretores, assessorias, acompanhantes e executivos da companhia para celebrar as conquistas de 2014 e reafirmar a importância do relacionamento com os profissionais.

Tokio Marine diretor coml“Temos muitos motivos para comemorar. A companhia registrou em 2014 o melhor ano de sua história no Brasil. Obtivemos um crescimento de 22,9%, com uma produção total de seguros de R$ 3,26 bilhões, ante os R$ 2,65 bilhões de 2013. Além disso, pela primeira vez, atingimos um índice combinado inferior a 100%, com a marca de 99,7%”, afirma o diretor executivo comercial da Tokio Marine, Valmir Rodrigues, em nota.

Para começar o mimo, os convidados já receberam em casa uma bandeja portuguesa para “esquentar os motores”. Na caixa também veio um objeto que funciona como gerenciamento de risco para evitar confusão no embarque: uma balança para pesar a mala. Outro cuidado da equipe de eventos foi mandar duas etiquetas para identificar as malas, já preenchidas. Atitude que agrada e evita problemas, uma filosofia que está cada dia mais enraizada no grupo, principalmente nos contratos de riscos patrimoniais. “Cuidamos da segurança de nossos clientes ao ofertar serviço de gerenciamento de risco e como resultado nossa carteira de negócios cresce em faturamento e em rentabilidade”, conta Felipe Smith, diretor executivo de produtos pessoa jurídica da Tokio Marine.

Chegando a Portugal, os convidados desfrutarão de uma semana repleta de passeios exclusivos e atrações especialmente escolhidas para proporcionar a melhor experiência em terras lusitanas. Ficarão hospedados no sofisticado Penha Longa Resort, propriedade de estilo palaciano situada entre as colinas da Reserva Natural de Sintra Cascais. Todos os quartos dispõem de varandas privativas com vista para jardins paisagísticos e campo de golfe.

torre de belemSegundo nota do grupo, a programação foi elaborada com o objetivo de reconhecer e valorizar o trabalho e a dedicação dos Corretores e Assessorias e inclui dias livres para atividades no hotel, almoços, compras e passeios exclusivos, como tours ao Monumento do Descobrimento, à Torre de Belém, classificada pela UNESCO como “Patrimônio Cultural de toda a Humanidade” e à tradicional loja de departamentos da Península Ibérica, “El Corte Inglés”. Sem contar a visita ao Mosteiro dos Jerônimos, local admirado por sua estrutura arquitetônica e referência cultural durante os seus cinco séculos de existência.

Com tanto envolvimento do mercado segurador em esporte, uma visita ao Estádio do Benfica (Estádio da Luz), considerado um dos mais bonitos do mundo, não poderia faltar. No local acontecerão diversas atividades e o almoço. Assim como se faz obrigatória a degustação de vinhos e pratos típico lusitanos. Três degustações na programação: Quinta Catralvos, considerado o mais autêntico vinho português, naQuinta Bacalhoa, na adega Colares, a mais antiga adega cooperativa do país, deslumbrante por sua dimensão e quantidade de tonéis que abriga.

No último dia do encontro, a seguradora preparou uma atração surpresa, além do tradicional jantar com a cerimônia de premiação dos corretores e assessorias, no Pátio da Galé, uma praça do comércio de referência iluminista, que reflete simultaneamente as imagens inovadora e vanguardista da cidade de Lisboa. “Preparamos um show exclusivo com um grande nome da MPB brasileira para a festa de encerramento. Esperamos que nossos Parceiros de Negócios aproveitem as atrações, se divirtam, comemorem conosco as conquistas de 2014 e renovem as energias para fecharmos 2015 com o mesmo sucesso”, diz Valmir Rodrigues.

Estarão presentes os principais executivos da Tokio Marine: o presidente José Adalberto Ferrara, os Diretores Executivos Valmir Rodrigues, Marcelo Goldman, Felipe Smith, Masaaki Itakura e Seigo Ishimaru, além do Superintendente Comercial Nacional Vida, Marcos Kobayashi, Diretores Comerciais e Superintendentes Regionais de Varejo, Corporate, Contas Japonesas e Afinidades.

Segundo Valmir Rodrigues, toda a equipe da Tokio Marine está ansiosa pelo XIV Encontro de Corretores Diamante e feliz pela oportunidade de encontrar, mais uma vez, com este grupo tão especial. “Queremos agradecer aos profissionais que escolheram trabalhar conosco. Nossos Corretores e Assessorias Diamante irão viver momentos inesquecíveis”, conclui.

tokio diamante portugal logoBem, conto mais notícias de lá, onde estarei atenta para poder publicar posts com informações relevantes do mercado a todos que querem aprender com aqueles que já construíram uma carteira de negócios saudável e longeva com uma seguradora.

Uma dica que já fica é: invista na venda cruzada (cruzada, e não casada). Seja um consultor. Estude a vida do seu cliente. Faça o levantamento dos sonhos e dos riscos que podem atrapalhá-lo durante o percurso. Oferte a ele garantias inovadoras que já estão disponíveis no mercado. O carro é apenas um dos patrimônios de uma família e que logo pode ser substituído pela bike ou pelo compartilhamento de veículos, como já acontece na França. Inove! Acredite! Proteja! Ajude a criar um Brasil mais resistente a tantos imprevistos desta sociedade moderna, que muda rápido, que é global e também digital.

Bradesco Seguros comemora o Dia Olímpico

Dia Olímpico (2)Release

Nesta terça-feira, 23 de junho, é celebrado o Dia Olímpico. A data marca o aniversário de fundação do Comitê Olímpico Internacional (COI) e diversos países que possuem seus Comitês Nacionais vinculados a essa instituição, assim como o Brasil, comemoram a data. O País será palco da próxima edição dos Jogos Olímpicos, em 2016. No Rio de Janeiro, cidade sede do evento, a expectativa é ainda maior e a preparação para receber os atletas de vários países e os turistas é redobrada.

“A marca Bradesco Seguros se orgulha de ser a seguradora oficial dos Jogos Rio 2016 e, junto com o Banco Bradesco, patrocinar a competição. Desde já, o Grupo Bradesco Seguros está ao lado da torcida brasileira para que seja um momento marcante na história do País e para que os atletas nacionais subam ao pódio, emocionando a todos com suas conquistas”, diz Alexandre Nogueira, Diretor do Grupo Bradesco Seguros.

Para difundir o espírito olímpico, o Grupo Bradesco Seguros lançou no Facebook a fanpage “Bradesco Seguros – Rumo aos Jogos Rio 2016”, que já conta com mais de 200 mil “curtidas”. Na página, é possível acompanhar as principais notícias e curiosidades sobre as modalidades olímpicas e ficar por dentro da preparação para os Jogos Rio 2016. Além de postagens nas redes sociais, o Grupo Bradesco Seguros disponibilizou em seu site uma ferramenta de contagem regressiva para os Jogos. Uma newsletter comemorativa também será enviada para segurados, funcionários, corretores e parceiros, ressaltando a importância e o orgulho de patrocinar e oferecer seus serviços aos Jogos Rio 2016 e o Time Brasil, a equipe olímpica brasileira.