Cooper Gay reforça time comercial

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A corretora de resseguros Cooper Gay recentemente ampliou a equipe comercial e aprimorou processos para melhorar a eficiência de sua operação. A reestruturação incluiu o recrutamento de profissionais referenciados no mercado, mudança de funções e a incorporação de soluções tecnológicas para facilitar a colocação de resseguros e o relacionamento com as seguradoras.

“Algumas funções foram alteradas para melhorar o desempenho da equipe, procurando, sempre, manter a qualidade do serviço”, diz Fábio Basilone, presidente da operação brasileira da CGSC, a holding inglesa que controla a Cooper Gay. “Nada é integralmente novo e, ao mesmo tempo, nada se manteve como era”.

O departamento comercial da Cooper Gay passa a ter 20 profissionais, o maior número desde o início da operação no Brasil em 2003. Entre os reforços está o comercial Reynaldo Lontra, corretor com três décadas de experiência, egresso da Aon, onde foi diretor de operações e acumulava ainda outras funções.

Na Cooper Gay, Lontra vai promover junto às seguradoras a ferramenta de colocação de resseguros eCog.Broker. A solução foi desenvolvida para resolver uma antiga dor de cabeça das seguradoras: a colocação de pequenos excedentes de contratos, uma demanda negligenciada que a Cooper Gay pretende explorar de forma mais incisiva.

A nova equipe também tem a expertise de corretor Gilberto Gama, ex-JLT e Aon, um especialista em contratos e facultativos de aviation, marine e oil & gas. Com passagens por firmas internacionais como a Frank B. Hall, Leslie & Godwin e Lloyds, Gama tem atuado já há um ano na Cooper Gay na prospecção de negócios nas áreas de sua expertise.

O estafe técnico ganhou o reforço do engenheiro civil Rodrigo Londres, que chegou a fazer parte dos quadros da Petrobras e da Texaco, mas consolidou sua carreira no mercado segurador. Há 38 anos no segmento, Londres, também egresso da Aon, tornou-se um dos maiores especialistas brasileiros em inspeções, underwriting, sinistros e colocação de contratos de oil & gas.

A administração e a negociação dos contratos ficarão a cargo de Aline Cortês, que tem passagens pela THB Brasil e pelo IBR. Corretora com formação em estatística, Cortês vai acompanhar ainda o dia-a-dia das contas e prestar assessoria à prospecção de negócios junto a seguradoras e resseguradoras.

Outra contratação é o corretor Rogério Santos, que vai atuar com os times do outro braço da CGSC no Brasil, a assessoria em seguros Swett & Crawford, no desenvolvimento de novos produtos. A Swett & Crawford iniciou operações no Brasil em 2013 e é parte central da estratégia de expansão da CGSC na América Latina.

Por meio da Swett & Crawford, a CGSC está estruturando no Brasil uma rede de corretores de alta capilaridade, que tem entre seus objetivos viabilizar negócios com coberturas negligenciadas e até inéditas, de forma atrativa para seguradoras e resseguradoras. A rede já tem pontos em São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal, um acordo de distribuição com a GC do Brasil, e deve incorporar mais quatro assessorias até o fim do ano.

Liberty Seguros cria vídeos personalizados de boas-vindas para clientes

Release – A Liberty Seguros dá as boas-vindas aos seus segurados de uma maneira inovadora. Agora, os clientes que contratarem e renovarem seguros de automóveis poderão receber informações sobre o corretor, coberturas, valores, detalhes de pagamento e serviços online em um vídeo exclusivo e personalizado.

O vídeo, que tem um pouco mais de um minuto e meio, vai facilitar a consulta de informações sobre o seguro contratado. Essa é mais uma ação da Liberty Seguros para oferecer um atendimento excepcional a seus clientes.

“Para a Liberty Seguros, manter uma boa comunicação com os clientes é fundamental. Por isso, buscamos constantemente novas maneiras de interagir com cada um deles. Os vídeos de boas-vindas são uma oportunidade para que o segurado tenha acesso às suas informações de uma maneira prática”, diz Etienne Gonçalves, gerente de Marketing Digital da Liberty Seguros.

O vídeo também traz um link para que o segurado se cadastre no Meu Espaço Cliente, em que ele pode abrir e acompanhar sinistros, obter descontos e benefícios no clube de vantagens, entre outros serviços.

Allianz confirma a perspectiva de lucro operacional para 2015 no teto da faixa da meta, a € 10,8 bilhões

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O Grupo Allianz continuou o seu bom desempenho no segundo trimestre de 2015. Os rendimentos trimestrais totais aumentaram 2,4%, passando para €30,2 bilhões, ante aos € 29,5 bilhões registrados no segundo trimestre de 2014. O lucro operacional aumentou 2,6%, passando para € 2,84 bilhões – no mesmo período do ano anterior foi de € 2,77 bilhões. A receita líquida atribuível aos acionistas atingiu € 2,02 bilhões, um aumento de €263 milhões ou 15%. Este aumento foi impulsionado principalmente pelos ganhos/perdas não operacionais realizados (rede) que ficaram €181 milhões mais altos em relação ao segundo trimestre de 2014.

No primeiro semestre do ano, os rendimentos totais tiveram um aumento de 7,1%, para €67,9 bilhões. O lucro operacional aumentou 3,7%, para €5,70 bilhões, enquanto a renda líquida atribuível a acionistas avançou 13,1%, para €3,84 bilhões.

No segundo trimestre, o segmento de Ramos Elementares (Property & Casualty – P&C) registrou um forte aumento no lucro operacional, apoiado por um impacto mais baixo das catástrofes naturais e pelo ganho líquido da venda do negócio de seguros pessoais da Fireman’s Fund. No segmento de seguros de Vida e Saúde, a demanda por produtos não tradicionais de seguro de vida continuou aumentando em meio a vendas mais baixas de forma geral. A Gestão de Ativos teve um desempenho dentro das expectativas.

A capitalização de solvência II teve um aumento de 22 pontos percentuais, passando para 212% até 30 de junho de 2015, partindo de 191% no final de 2014. A participação dos acionistas permaneceu estável a €60,69 bilhões comparando com €60,75 bilhões no final do ano.

“Apesar dos eventos pontuais negativos, conseguimos um desempenho excelente nos primeiros seis meses”, disse Oliver Bäte, CEO da Allianz SE. “Confirmamos a nossa perspectiva de lucro operacional para 2015 no teto da faixa da meta, a €10,8 bilhões”.

Os prêmios brutos subscritos em seguros de Ramos Elementares (Property & Casualty – P&C) aumentaram 9,2%, passando para €11,84 bilhões no segundo trimestre contra €10,85 bilhões no mesmo período do ano passado. Excluindo os efeitos de câmbio e os efeitos de consolidação, o crescimento interno ficou a 1,6%. Um forte crescimento interno foi registrado pela Allianz Worldwide Partners, Turquia e AGCS em particular.

O lucro operacional aumentou 29,7% em relação a abril a junho de 2014, passando para €1,75 bilhão. O índice combinado melhorou 1,1 ponto percentual, passando para 93,5%. No total, os custos de catástrofes naturais atingiram €122 milhões e foram causados principalmente por tempestades e granizo na Austrália.

“Todos os componentes do lucro contribuíram para o forte crescimento, incluindo os resultados de investimentos e de subscrição, bem como o ganho líquido da venda do negócio de seguros pessoais da Fireman’s Fund”, disse Dieter Wemmer, diretor executivo Financeiro da Allianz SE.

Os prêmios estatutários no segmento de seguros de Vida e Saúde decresceram 1,4%, passando para €16,72 bilhões, ante aos €16,96 bilhões registrados no segundo trimestre do ano passado. Excluindo os efeitos de câmbio e de consolidação, os prêmios estatutários ficaram 6% mais baixos.

Na Itália e em Taiwan, o crescimento em produtos ligados a unidades foi forte. Na Alemanha e na França, as vendas de novos produtos de seguro de vida com garantias alternativas continuaram aumentando. Como resultado da mudança na estratégia de produtos, as vendas de seguros tradicionais tiveram uma queda. Nos Estados Unidos, as vendas de rendas vitalícias fixas tiveram uma redução, mas ficaram em linha com as expectativas após as mudanças de preços em 2015. A demanda por produtos de seguro de vida aumentou mais na região Ásia-Pacífico. O crescimento interno total em prêmios estatutários na região foi de 23%.

A nova margem comercial caiu 1,1 ponto percentual no segundo trimestre de 2015, indo para 1,5% devido ao ambiente de baixas taxas de juros. Comparado com o primeiro trimestre, ela permaneceu estável. O valor do novo negócio diminuiu para €210 milhões. O lucro operacional caiu 13,4%, passando para €853 milhões. Esta queda foi causada principalmente por uma margem mais baixa de investimento na Alemanha e por um fortalecimento das reservas na Coreia do Sul.

“No segundo trimestre, continuamos deslocando o crescimento para os nossos novos produtos que são projetados para lidar melhor com o ambiente de baixas taxas de juros para clientes e acionistas”, disse Dieter Wemmer. “O lucro operacional permaneceu em um nível sólido”.

No segundo trimestre de 2015, a Gestão de Ativos registrou rendimentos operacionais de €1,55 bilhão, um declínio de 3,6%. O lucro operacional diminuiu 25,2%, para €505 milhões para o trimestre.

Os ativos totais sob gestão permaneceram estáveis a € 1,811 trilhão no final do segundo trimestre de 2015 se comparados com € 1,801 trilhão no final de 2014. No mesmo período, os recursos de terceiros sob gestão aumentaram 0,8%, passando para € 1,323 bilhão contra € 1,313 bilhão, devido aos efeitos favoráveis do câmbio.

As saídas líquidas de terceiros atingiram €22,5 bilhões no segundo trimestre de 2015, comparado com €17,2 bilhões no segundo trimestre do ano anterior. As saídas líquidas de terceiros na PIMCO continuaram caindo se comparado com o final de 2014 e atingiram € 29,3 bilhões no segundo trimestre. A Allianz Global Investors registrou fortes entradas líquidas de terceiros, particularmente na Europa, atingindo €6,7 bilhões no mesmo período.

“A Gestão de Ativos teve um desempenho dentro das expectativas”, disse Dieter Wemmer. “As entradas líquidas de terceiros na Allianz Global Investors atingiram um novo recorde de alta, enquanto as saídas na PIMCO caíram para menos da metade se comparado com o primeiro trimestre de 2015.”

Aconseg-SP anuncia novo presidente

Fonte: Camila Alcova

Marcos Colantonio, da Copa Sul Assessoria de Seguros, será o presidente da Aconseg-SP para o biênio 2016-2018. Membro da atual Comissão Editorial da Revista da Aconseg-SP, Colantonio preside uma chapa única eleita para a próxima gestão.

Além de Colantonio, a nova diretoria será composta por Ricardo Montenegro, como vice-presidente; Roberto B. de Oliveira, diretor financeiro; Milton Ferreira, diretor administrativo; Jairo Christ, diretor do interior. O conselho será presidido por Hélio Opipari Jr., e também farão parte Arsenio L. de Oliveira; Margaret Tymus Freitas; e Aparecida G.G Cadima.

O atual presidente da entidade, Jorge Teixeira Barbosa, comenta que o processo de eleição ocorreu de maneira harmoniosa e produtiva.

Crise política pode adiar IPOs para 2016, informa Valor

logo-valor-economico-v2O jornal Valor Econômico desta quarta-feira afirma que a turbulência política, o mercado ruim e algumas dúvidas sobre a modelagem das operações ameaçam jogar para o próximo ano os planos de oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da Caixa Seguridade e, talvez, do IRB Brasil RE, dizem fontes a par do assunto a jornalista Talita Moreira. A equipe do governo está envolvida na organização dessas emissões, pois espera obter recursos para cumprir a meta de ajuste fiscal. A oferta do IRB é estimada em cerca de R$ 3 bilhões e a da Caixa Seguridade, em cerca de R$ 10 bilhões, segundo fontes informaram à repórter. As operações serão secundárias com captação de recursos para os acionistas vendedores.

As duas operações já deveriam ter sido protocoladas na Comissão de Valor Mobiliários (CVM). A do IRB tem previsão de ser até o final deste mês. Já na Caixa a situação é mais delicada. O problema vai além da crise. Um dos investimentos da companhia é na Caixa Seguros, controlada pelo grupo francês CNP Assurances. A seguradora tem o direito de exclusividade para vender seus produtos na rede da Caixa até 2021. Estava em discussão a prorrogação desse acordo e quanto os franceses deveriam pagar por isso. O Valor apurou que essas conversas fracassaram.

Mais informações no link da matéria

http://www.valor.com.br/financas/4175832/crise-politica-pode-adiar-ipos-para-2016

OdontoPrev lança aplicativo para plataformas Android e Windows

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A OdontoPrev, maior empresa de seguros odontológicos da América Latina, acaba de lançar um aplicativo para as plataformas Android e Windows. O app, que já estava disponível para o sistema iOS, facilita o dia a dia dos beneficiários de planos odontológicos da companhia, garantindo mobilidade na administração de sua rotina de saúde bucal. A versão do app para iOS recebeu uma recente atualização com um novo layout, que torna a navegação mais fácil e intuitiva, replicada também nas versões para Android e Windows.

“Os dispositivos móveis estão cada vez mais presentes na vida das pessoas e pensamos em facilitar a comunicação e oferecer mais conforto e rapidez por meio de nossos serviços reunidos em um único aplicativo”, afirma Mauro Figueiredo, presidente do Grupo OdontoPrev.

O app tem entre suas funcionalidades a opção de consulta da solicitação de reembolso, busca pela Rede Credenciada com indicação de profissionais e clínicas por região, dicas para manter a saúde bucal e os contatos dos principais canais de comunicação da empresa. O beneficiário da OdontoPrev também possui acesso à “Carteirinha Virtual”, podendo utilizá-la em tratamentos e consultas como substituo a de plástico.

O aplicativo, voltado para os beneficiários das marcas OdontoPrev, BB Dental e Prívian, pode ser baixado gratuitamente na Apple Store, Google Play e Windows Phone Store.

Previdência aberta encerra o semestre com contribuições de R$ 46 bi no semestre, 28% maior

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A previdência complementar aberta se torna cada vez mais um importante mecanismo de proteção para os brasileiros que buscam constituir uma poupança de longo prazo. Mesmo diante de um cenário adverso da economia no país, as contribuições feitas por titulares dos planos acumularam R$ 46,35 bilhões no primeiro semestre de 2015, uma expansão de 28,4% em relação aos R$ 36,09 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior, de acordo com dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 71 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

Para Osvaldo do Nascimento, presidente da FenaPrevi, a escolha da previdência privada aberta está relacionada ao entendimento de que é uma modalidade de proteção transparente, e atende ao planejamento do poupador que não está com foco no curto prazo.

“Mesmo com desempenho positivo no primeiro semestre, avaliamos com cautela as projeções levando em conta o baixo crescimento da economia. Mas, numa perspectiva de longo prazo, nossa visão é positiva. Os planos de previdência são uma alternativa muito competitiva”, afirma.

Planos e beneficiários

De acordo com levantamento da FenaPrevi junto às seguradoras, atualmente 12.192.248 milhões de pessoas possuem planos de previdência complementar aberta, sendo que deste total 9.054.260 são pessoas com planos individuais (já computados os planos para menores) e 3.137.988 pessoas com planos empresariais.

Os dados mostram também um total de 91.361 pessoas já usufruindo benefícios (aposentadorias; pecúlios, por morte e por invalidez; e pensões, por morte e por invalidez) pagos por planos abertos de caráter previdenciário. “A sociedade já percebe o benefício da previdência e queremos ampliar essa percepção. Para isso, o desafio do setor é difundir a educação financeira, criar produtos cada vez mais adequados aos diversos perfis de consumidores e equacionar a distribuição. A educação financeira é um grande gap em praticamente todas as áreas de negócios. O setor se desenvolve com melhoria na distribuição e transparência no processo de venda, por meio da qualificação e educação”, analisa o presidente da FenaPrevi.

Entretanto, para Nascimento, o desenvolvimento do setor dependerá também de estabilidade econômica e da maturidade dos brasileiros em relação a produtos que remetem a investimentos de longo prazo.

Modalidade de plano

Na análise por modalidade de plano, o VGBL (indicado para quem não tem como se beneficiar da dedutibilidade fiscal prevista no formulário completo de I.R.P.F.), recebeu contribuições de R$ 42,07 bilhões. O PGBL (modalidade de plano indicada para quem tem como se beneficiar da dedutibilidade prevista no formulário completo de I.R.P.F.) registrou R$ 3,83 bilhões. Os planos tradicionais, por sua vez, registraram R$ 446 milhões, de acordo com a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida).

Resultado Mensal – Junho de 2015

No mês de junho, as contribuições feitas por titulares de planos abertos de caráter previdenciário foram de R$ 9,79 bilhões. Na análise por modalidade de plano, o VGBL recebeu contribuições de R$ 9,03 bilhões. O PGBL registrou R$ 650 milhões. Os planos tradicionais, por sua vez, registraram R$ 108 milhões, de acordo com dados da FenaPrevi.

Lucro da Willis cresce 21% no segundo trimestre de 2015

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O Grupo Willis divulgou lucro líquido de US$ 105 milhões no segundo trimestre de 2015, ou US$ 0,58 por ação, um aumento de 21% sobre o mesmo período do ano anterior. As receitas totais reportadas, que incluem comissões e fees, receita financeira e outros rendimentos, foram de US$ 922 milhões. As comissões e fees cresceram 5,3%. A margem operacional orgânica foi de 17,8%.

Dominic Casserley, CEO do Grupo Willis, afirmou comemorou o crescimento do lucro líquido de 21% em relação ao mesmo período do ano passado e também o desempenho orgânico, tendo atingido 200 pontos base de spread positivo. “O que nos deixa mais satisfeitos é que conseguimos esse resultado apesar de adversidades que enfrentamos neste trimestre e condições difíceis de mercado. O progresso do nosso Programa de Aperfeiçoamento Operacional continua a exceder as nossas expectativas e economias adicionais foram identificadas. Esperamos economizar US$ 80 milhões este ano com o Programa e cerca de US$ 150 milhões em 2016. Estamos aumentando a meta para o pós-programa de uma economia anual entre US$ 300 e US$ 325 milhões.”

Embora as perspectivas para as taxas de seguro em muitos segmentos não estarem animadoras, o executivo afirmou que o grupo está bem posicionados no mercado para apostar em um crescimento continuado. “Nós acreditamos que vamos obter um bom crescimento orgânico para o ano. Dado o nosso sólido desempenho de gestão de despesas até o momento, estamos aumentando agora as nossas expectativas para 2015 de margem positiva entre comissões e fees orgânicos e crescimento de despesa de 130 pontos base para 200 pontos base. Isso fornece uma excelente plataforma para o nosso lucro estimado em razão da fusão com a Towers Watson”.

Divisão Internacional

A Divisão Internacional, na qual o Brasil está inserido, registrou um crescimento orgânico de 7,1% em comissões e fees em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse resultado deve-se, principalmente, pelo crescimento de dois dígitos na América Latina e China. Os resultados na Europa Ocidental também se mantiveram favoráveis particularmente na Alemanha e na Suécia. O resultado não tão positivo na Austrália foi em grande parte proveniente do cancelamento de um grande projeto de infraestrutura neste trimestre.

O crescimento das comissões e fees subjacentes da Divisao Internacional foi de 27,9%, em razão das aquisições das empresas Max Matthiessen (Suécia), Charles Monat (Cingapura) e da companhia de previdência e consultoria financeira IFG (Irlanda) que ocorreram nos últimos doze meses.

Associadas à FenaSaúde registraram alta de 18% nos últimos 12 meses

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As despesas das operadoras de saúde continuam a crescer acima da expansão das receitas do setor, o que chama atenção à necessidade imediata de medidas para reverter a curva ascendente dos custos no segmento. Entre as associadas à Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), a despesa total – destinada ao custeio das despesas assistenciais, administrativas, de comercialização e impostos – alcançou R$ 53,4 bilhões nos 12 meses terminados em março de 2015, registrando expansão de 18,1% na comparação com os 12 meses imediatamente anteriores. Esses e outros números podem ser conferidos no Boletim Indicadores Econômico-financeiros e de Beneficiários da FenaSaúde, lançado hoje, com dados analisados até o primeiro trimestre de 2015.

De acordo com a publicação, o total de despesas das afiliadas à FenaSaúde absorveu 98,2% da receita de contraprestações – única fonte de recursos do segmento, proveniente das mensalidades pagas por beneficiários e empresas –, que totalizou R$ 54,3 bilhões e cresceu 14,3% no mesmo período analisado. Dessa forma, o resultado operacional das afiliadas à FenaSaúde foi de quase R$ 1 bilhão.

No mercado de Saúde Suplementar, a despesa total somou R$ 134,8 bilhões e cresceu 15,4% na mesma base de comparação, superando em R$ 351 milhões o valor da receita de contraprestações, que foi de R$ 134,4 bilhões e subiu 14,7%.

Cabe ressaltar o resultado operacional do mercado, que, excetuadas as associadas à FenaSaúde, apresentou déficit de R$ 1,3 bilhão. Note-se que este resultado não reflete a realidade de todas as operadoras que atuam no setor. Naturalmente, algumas apresentaram resultado positivo.

A expansão das despesas pagas pelos procedimentos ambulatoriais e hospitalares – como consultas, terapias, internações e exames feitos pelos beneficiários de planos e seguros privados de saúde – foi mais acelerada que a da receita de contraprestações, tanto para as associadas à FenaSaúde quanto para o mercado de Saúde Suplementar. As associadas custearam R$ 45,2 bilhões em eventos de assistência médica e odontológica de seus beneficiários nos 12 meses encerrados em março de 2015, alta de 18% na comparação com os 12 meses imediatamente anteriores. Já no mercado de Saúde Suplementar, a despesa assistencial somou R$ 110,5 bilhões e avançou 16% na comparação entre esses dois períodos.

As despesas médicas vêm subindo muito acima dos demais custos da economia, o que é preocupante. Esse cenário reforça os apelos que a FenaSaúde tem feito ao Governo, para que promova uma regulação mais construtiva e sustentável, a fim de editar medidas que não ampliem custos diretos – disciplinando a incorporação de novas tecnologias, hoje feita de forma acrítica – e que não onerem os custos de transação, que embutem as despesas com administração dos negócios.

Outro fator que corrói os recursos assistenciais é indicação e utilização, muitas vezes, inadequada de Dispositivos Médicos Implantáveis (DMI), como órteses e próteses – tipo de fraude que levou à instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito no Congresso e que resultou em medidas importantes do Ministério da Saúde, com o objetivo de proteger os maiores interessados: os cidadãos consumidores de planos e, consequentemente, também usuários do sistema público de saúde. Observe-se ainda o impacto negativo do atual modelo de remuneração de serviços médicos por quantidade de procedimentos indicados – e não por resultados clínicos obtidos, que seria o ideal.

A judicialização do setor também onera as despesas setoriais, porque elitiza o acesso à saúde, concedendo privilégios extraordinários. Quase sempre, as ações judiciais, no caso da Saúde Suplementar, referem-se a demandas extracontratuais, tratamentos não previstos nos contratos e coberturas não estabelecidas no Rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Entre as afiliadas à FenaSaúde, a sinistralidade – razão entre despesas assistenciais e receita de contraprestações – foi de 84,3% nos planos de assistência médica, nos 12 meses terminados em março de 2015, com aumento de 2,6 pontos percentuais em relação aos 12 meses encerrados em março de 2014.

No mercado de Saúde Suplementar (compreendidas cooperativas médicas, medicinas de grupo e seguradoras especializadas em saúde), a sinistralidade foi de 82,7% nos planos de assistência médica, com expansão de 1,1 ponto percentual na mesma base de comparação.

As associadas à Federação acumulavam R$ 14,4 bilhões em provisões técnicas (posição até março de 2015), o que representa 50,7% do total do setor. No mercado de Saúde Suplementar, essas garantias totalizaram R$ 28,5 bilhões em março de 2015. Esses recursos servem para assegurar compromissos das operadoras em caso de insolvência – ou seja, constituem proteção para os beneficiários de seguros e planos de saúde. As provisões técnicas são o lastro financeiro que formam as garantias para os riscos assumidos pelas operadoras.

O Boletim Indicadores Econômico-financeiros e de Beneficiários da FenaSaúde pode ser obtido via download, no endereço: http://www.cnseg.org.br/fenasaude/publicacoes/

BB Seguridade lucra R$ 2,2 bi no semestre, alta de 44%

Captura de Tela 2015-08-11 às 08.32.30A BB Seguridade, holding de seguradoras do Banco do Brasil em parceria com Mapfre, Principal e Icatu, apresentou lucro líquido ajustado, que exclui o efeito dos eventos extraordinários, de R$ 1,9 bilhão no primeiro semestre de 2015, crescimento de 30,1% na mesma base de comparação. O lucro líquido com efeitos extraordinários chegou a R$ 2,2 bilhões no primeiro semestre, 44,9% superior ao mesmo período de 2014. O resultado permitiu a destinação de R$ 1,7 bilhão para o pagamento de dividendos aos acionistas. O resultado foi impulsionado pelo forte desempenho operacional e pela evolução do resultado financeiro tanto nos negócios de distribuição (BB Corretora) como nos de risco e acumulação, relativo às operações de seguros, previdência e capitalização.

O grupo manteve a projeção de lucro entre R$ 3,6 bilhões e R$ 3,9 bilhões para o ano de 2015, mas revisou o crescimento das vendas da Mapfre SH1, antes projetado entre 15% e 21% e agora revisto para algo entre 5% e 8%. Já na Brasilprev, o crescimento de arrecadação em PGBL e VGBL foi mantida para o ano entre 27% e 36%, segundo fato relevante ao qual o blog Sonho Seguro teve acesso.

No segundo trimestre de 2015, o lucro líquido totalizou R$ 1,2 bilhão, 43,7% superior ao mesmo período de 2014. O lucro líquido ajustado atingiu R$ 994,6 milhões, 17,7% superior ao do segundo trimestre de 2014.

No semestre, a Brasilprev atingiu R$ 19,2 bilhões em contribuições de previdência, com forte crescimento de 33,4% em relação ao pri- meiro semestre de 2014. A captação líquida atingiu R$ 12,8 bilhões na mesma base de com- paração, levando a Brasilprev a apresentar crescimento de 34,9% em recursos administrados, que totalizaram R$ 130,9 bilhões ao final de junho de 2015.

Segundo comunicado, a Brasilprev manteve a liderança de mercado em gestão de ativos em planos de previdência PGBL e VGBL conquistada no último trimestre. Também permanece sólida a liderança da companhia em volume de contribuições e captação líquida, com a manutenção de um dos menores índices de resgate do mercado.

No período, foram emitidos R$ 7,9 bilhões em prêmios de seguros, via o Grupo Segurador BB e Mapfre, além de receitas de R$ 19,2 bilhões em contribuições de previdência (Brasiprev) e de R$ 3,3 bilhões arrecadados com títulos de capitalização pela Brasilcap.

O bom desempenho operacional, associado a evolução do resultado financeiro, impulsionou o crescimento do lucro líquido de todos os principais segmentos de negócios em que a BB Seguridade atua, com destaque para o segmento de Vida, Habitacional e Rural (BB Mapfre SH1), que apresentou lucro líquido de R$ 773,8 milhões no primeiro semestre de 2015, com crescimento de 36,5% em relação ao mesmo período de 2014. O resultado foi alavancado pela diminuição da sinistralidade e pela redução das despesas gerais e administrativas.

O grupo não divulga mais os resultado da SH2 no release e nas projeções, que é a seguradora responsável pela venda dos seguros patrimoniais, como automóvel, residência, condomínio e empresariais. Apenas no balanço completo.

Mas vale lembrar que o resultado divulgado mundialmente e localmente pela Mapfre. A Mapfre obteve no Brasil no primeiro semestre de 2015 um resultado antes de impostos de R$ 1,5 bilhão (443 milhões de euros), o que representa aumento de 41% em moeda local e 32% em euros. O volume de prêmios foi de R$ 8,1 bilhões (2,5 bilhão de euros), uma redução de 1,2% em relação ao ano anterior. A diminuição se deve, entre outras razões, pela retração do seguro rural.

O Brasil mantém posição de segundo país com maior volume de receitas no grupo. Para o CEO Regional do Grupo Mapfre no Brasil, Wilson Toneto, “mesmo em um ambiente econômico local complexo conseguimos incrementar nossos resultados fundamentalmente em razão da boa performance do resultado financeiro, contenção de gastos administrativos e manutenção das margens da maior parte dos negócios subscritos. Acreditamos que nos próximos meses retomaremos a trajetória de evolução e teremos rentabilidade acima do mercado, mantendo a perspectiva de crescimento dos resultados em relação ao ano anterior.” Na América Latina, a Mapfre contabilizou prêmios de 5 bilhões de euros no primeiro semestre, 4,4% a mais que no mesmo período do ano anterior, e o lucro antes dos impostos 22,3% maior.

Notas divulgadas pelos jornais brasileiros informam que o lucro líquido recorrente da BB Seguridade vai provavelmente terminar o ano no topo da faixa de estimativas, de 21%. Foi o que disse ontem o presidente-executivo da companhia de seguros e previdência do Banco do Brasil, Marcelo Labuto. Para o diretor de RI, a despeito da retração econômica, o modelo de negócios da BB Seguridade, de usar as agências como canais de vendas de apólices, garante a evolução. Além disso, afirmou, em relação a outras companhias de seguros que fazem parte de conglomerados bancários, a taxa de alcance dos produtos entre os correntistas do Banco do Brasil ainda é bastante baixa. “Mesmo em um momento em que a economia não venha apresentando crescimento, temos uma gama de produtos que não foram explorados na base de clientes”, informa o Valor.