Fontes informam à Agência Estado que IPO da Caixa sai este ano

Matéria das repórteres da Agência Estado Aline Bronzati e Fernanda Guimarães publicada ontem a tarde afirma que as conversas entre a Caixa Seguridade, braço de seguros da Caixa Econômica Federal, e a sócia francesa CNP Assurances para renovação do contrato, que vence em 2021, emperraram no valuation, mas sua abertura de capital segue prevista para este ano, segundo fontes ouvidas pelo Broadcast. O valor que a seguradora do banco público teria sinalizado como adequado ficou bem acima do ofertado pela parceira, conforme as mesmas fontes.

Diante disso, os franceses decidiram voltar novamente à mesa para renegociar e uma conclusão é esperada para as próximas semanas, segundo fontes. O nó precisa ser desatado para que a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da Caixa Seguridade saia com os dados do primeiro semestre de 2015, ou seja, já na próxima janela de oportunidade, após a volta das férias no Hemisfério Norte.

Segundo a reportagem, a renovação com os franceses é fundamental para dar sequência no IPO da Caixa Seguridade de cerca de R$ 15 bilhões, mas uma fonte garante que não há ainda conversas com outros possíveis interessados. Outra atenta que no momento em que a CNP perceber que pode perder o negócio para outro, uma vez que o interesse de seguradoras em canais bancários é elevado, tende a ceder e fazer uma oferta mais vantajosa.

Uma fonte pondera, porém, que se o contrato não for renovado, o jogo segue e uma nova parceria será feita com uma seguradora, não necessariamente, via licitação. Hoje, a operação brasileira é a segunda mais importante da CNP no mundo, atrás apenas da francesa, o que tende a pesar para a sócia na hora de fazer a nova oferta para renovar o contrato.

Com a demora nas negociações, o pedido junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para o IPO da Caixa Seguridade está em compasso de espera. “Se algum ponto for alterado, é preciso rearquivar na CVM e aí correria o risco da oferta ficar para o próximo ano”, diz a fonte.

Em maio, a Caixa selecionou o sindicato que cuidará do IPO do seu braço de seguros. Formado por nove bancos, é liderado pelo Banco do Brasil ao lado de Bradesco BBI, Itaú BBA, Goldman Sachs e UBS, que serão coordenadores globais. Também vão participar da operação, segundo fontes, o Citibank, BTG Pactual, Brasil Plural e Bank Of America Merril Lynch.

Recentemente, a reorganização societária da Caixa Seguridade também foi aprovada, concentrando em uma só holding todas as atividades nos ramos de seguros, capitalização, previdência complementar aberta, consórcio, corretagem de seguros e atividades afins. Procurada, a Caixa Seguros disse que não poderia comentar por estar em período de silêncio. A CNP também preferiu não se manifestar, informam as jornalistas.

Investidores estão entusiasmados com IPO da Caixa Seguridade, dizem fontes à Agência Reuters

Fonte: Reuters

O interesse de investidores pela prometida oferta inicial de ações (IPO) da Caixa Seguridade, que reúne participações da Caixa Econômica Federal em seguros, tem se mostrado forte durante reuniões preliminares de coordenadores da operação com o mercado, disseram fontes com conhecimento direto do assunto. No início deste mês, os executivos da Caixa e executivos que trabalham na oferta se reuniram com grandes investidores em Nova York, Londres e São Paulo. A resposta dos investidores foi muito positiva, disseram quatro fontes.

Os temas abordados foram os negócios da Caixa Seguridade, a renovação de uma parceria com o parceiro francês CNP Assurances e como a instabilidade política atual no país pode prejudicar o IPO, disseram as fontes, que pediram anonimato já que o conversas são sigilosas. “Há um forte interesse pelo negócio, apesar da atual turbulência do mercado”, disse uma das fontes.

A francesa CNP controla 51,75 por cento da Caixa Seguridade, ante fatia de 48,2 por cento da Caixa Econômica. Consultados, Caixa e CNP não comentaram. A Caixa poderia levantar cerca de 10 bilhões de reais com a venda de cerca de 25 por cento do capital da seguradora, disseram as fontes. A expectativa dos coordenadores é de que a operação seja precificada na terceira semana de outubro.

Os recursos a serem levantados podem ajudar o governo federal a reduzir o seu déficit orçamentário. Outros IPOs de estatais, incluindo o da BR Distribuidora, unidade de distribuição de combustíveis da Petrobras, e a empresa de resseguros IRB Brasil RE também estão programados para ocorrerem até o fim deste ano. Em junho, o governo federal listou na bolsa a corretora de seguros da Caixa, a Par Corretora, operação que levantou 603 milhões de reais.

Alguns investidores em Nova York se ofereceram para atuar como âncoras para o IPO, o que significa que eles poderiam comprar grandes volumes de ações na oferta para garantir o sucesso da operação, disseram duas das fontes. A possível renovação da joint venture entre a CNP e Caixa Econômica na Caixa Seguridade expira em fevereiro de 2021 foi discutida nas reuniões, disseram as fontes.

Executivos e banqueiros definiram cenários potenciais para a renovação, mas os investidores não mostraram preocupação significativa com o assunto. CNP e Caixa Econômica estão em negociações para uma renovação.

O Banco do Brasil é o coordenador líder da operação, acompanhado do UBS, disseram as fontes. Bradesco BBI, Itaú BBA, BTG Pactual, Goldman Sachs, Brasil Plural, Citigroup e Bank of America Merrill Lynch também trabalham na oferta.

Qualicorp registra crescimento de 14,7% na carteira de beneficiários no 2T15

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A Qualicorp (BM&FBovespa: QUAL3), a maior administradora de benefícios do país no segmento de planos de saúde coletivos, apresentou crescimento de 14,7% em número de beneficiários no segundo trimestre de 2015, com a incorporação de 671,3 mil beneficiários. No total, a empresa conta com 5,2 milhões de beneficiários.

O destaque ficou com o portfólio do segmento Afinidades Saúde, que registrou adição de mais de 17 mil beneficiários líquidos. O resultado foi favorecido pela ausência de cancelamentos extraordinários combinados a contínuos esforços de retenção, que resultaram em aproximadamente 8,5 mil beneficiários durante o trimestre.

O segmento Afinidades Saúde foi responsável por 93,4% do faturamento da companhia no 2T15 e produziu 103,8 mil vidas em adições brutas, o que representa uma estabilidade em comparação ao 2T14 e uma expansão de 12,6% em relação ao 1T15.

“Apesar da deterioração do cenário macroeconômico, conseguimos melhorar a performance comercial através de estratégias assertivas de diversificação de produtos e recuperação das vendas”, destaca Grace Tourinho, Diretora de Relações com Investidores da Companhia.

Cesvi Brasil cria Índice de Manutenção Veicular (IMV)

Captura de Tela 2015-08-13 às 19.07.55O Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária) anunciou nesta quinta-feira, 13, a criação do Índice de Manutenção Veicular (IMV), um ranking inédito que permitirá aos consumidores e às seguradoras comparar veículos de uma mesma categoria no que se refere aos custos da manutenção mecânica recomendada pela montadora. O IMV passa a ser uma grande referência para quem deseja encontrar modelos de veículos com manutenção mais barata.

Para o estudo, o Índice de Manutenção Veicular (IMV) analisou, inicialmente, os 45 modelos mais vendidos no país no último ano, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Esses veículos foram avaliados quanto ao custo de manutenção mecânica conforme dados fornecidos pelo fabricante. E o estudo analisou os componentes de rodagem e segurança que devem ser substituídos ao longo dos primeiros 100 mil quilômetros rodados. Ao final, os veículos foram classificados em uma escala de pontuação que varia de 10 a 60 pontos, dependendo do valor do custo de manutenção. Nessa classificação, quanto menor o IMV, menor é o custo de manutenção mecânica do veículo.

O cálculo do índice é baseado em uma fórmula que soma os custos dos componentes das manutenções preventiva e preditiva e os custos de mão de obra. Esses custos são levantados para cada modelo analisado até os 100 mil quilômetros iniciais.

Para Alessandro Rubio, coordenador técnico do CESVI, a criação do índice é um marco para a companhia. “O IMV passa a ser um forte indicador dos melhores custos de manutenção mecânica para quem presta o serviço e, principalmente, para o consumidor, que terá mais subsídios para escolher o modelo que mais se adequa ao gosto e também ao bolso”, afirma.

Par Corretora cresce 51% no segundo trimestre de 2015

Captura de Tela 2015-08-13 às 19.00.36A Par Corretora registrou crescimento de 51% no segundo trimestre de 2015, em comparação com o mesmo período do ano anterior. O faturamento da empresa passou de R$ 68 milhões para R$ 102,7 milhões, refletindo o potencial de negócios do ambiente de seguros da Caixa. Durante o período, a Par Corretora alcançou o maior lucro líquido da empresa para um trimestre: R$ 34,2 milhões. O valor foi 76,1% maior do que o registrado nos meses de abril, maio e junho de 2014.

Os bons resultados marcam o novo momento da empresa, que no início de junho deste ano realizou uma bem-sucedida operação para oferta pública inicial de suas ações na Bolsa de Valores. A Par Corretora é uma das mais sólidas corretoras de seguros do mercado, com mais de quatro décadas de experiência comercializando soluções de seguros pessoais e empresariais em todo o território nacional.

O documento completo com os resultados pode ser visto no link:

http://ri.parcorretora.com.br/download_arquivos.asp?id_arquivo=642CA0D9-26CC-48B7-B32C-D57B812614EC

Seguradora Líder-DPVAT registra queda de 11% nas indenizações pagas por morte no Brasil

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No primeiro semestre de 2015, a Seguradora Líder-DPVAT pagou 344.425 mil indenizações por acidentes de trânsito no Brasil. A boa notícia é a queda acentuada no número de indenizações pagas por Morte (22.395 mil), que reduziram 11% na comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com o Boletim Estatístico semestral da Seguradora Líder-DPVAT, as indenizações por Despesas Médicas também reduziram 5% (52.620) no período. Já as indenizações pagas por Invalidez Permanente continuam na linha de ascensão, com crescimento de 4% no semestre, porém em ritmo mais lento – no primeiro semestre de 2014, essa categoria de indenização havia crescido 21%.

Segundo o diretor-presidente da Seguradora Líder-DPVAT, Ricardo Xavier, a redução do número de indenizações pagas por Morte e Despesas Médicas se deve ao aumento da segurança e da fiscalização. “O Brasil tem um trânsito muito violento, mas o arrefecimento no crescimento do número de indenizações já é um sinal de que as ações para aumentar a segurança dos veículos e da fiscalização estão fazendo efeito, reduzindo as mortes do trânsito e a gravidade dos acidentes. Os esforços precisam também ser direcionados às motocicletas para uma maior proteção dos motoristas e redução das estatísticas de invalidez.”, comenta.

A motocicleta foi o veículo com o maior número de indenizações pagas de janeiro a junho de 2015. Apesar de representar apenas 27% da frota nacional, o veículo concentrou 76% das indenizações: a maior parte delas (82%) corresponde à Invalidez Permanente e 4% à Morte. “Infelizmente, a motocicleta é o veículo que oferece mais risco para os condutores. Colisões simples quase sempre resultam em casos de invalidez permanente”, afirma Xavier.

O Boletim Estatístico da Seguradora Líder-DPVAT do primeiro semestre de 2015 revela ainda que as indenizações pagas por Morte e Invalidez Permanente em acidentes com motos chegaram a 225.038 mil no Brasil. Os passageiros, depois dos motoristas de moto, são as segundas maiores vítimas, com 36.376 mil indenizações pagas por morte e invalidez permanente.

A região Nordeste concentrou 41% das indenizações por Morte e Invalidez Permanente por acidentes com motocicletas no período analisado. As motocicletas representam 44% da frota de veículos da região Nordeste, enquanto que no Brasil representam 27%. A região Sudeste concentrou 26%, a Sul 13%, a Norte 11% e a Centro-Oeste 9%.

Perfil das vítimas

A maior incidência de indenizações pagas, no primeiro semestre de 2015, foi para vítimas do sexo masculino. A faixa etária mais atingida no período continua sendo de jovens com 18 a 34 anos, representando 52% do total das indenizações pagas, o que corresponde a quase 180 mil indenizações – a população de uma cidade.

Neste período, a maior incidência de vítimas foram os motoristas (63%). Em acidentes fatais, os motoristas representaram 54% das indenizações pagas e em acidentes com sequelas permanentes, 63%, predominando os motociclistas (91%).

Os pedestres ficaram em segundo lugar nas indenizações por acidentes fatais no período (27%). Já nos acidentes com Invalidez Permanente, os passageiros ocuparam essa posição, com 19% das indenizações.

Como solicitar o Seguro DPVAT

Criado em 1974, o Seguro DPVAT, administrado pela Seguradora Líder-DPVAT, indeniza todas as vítimas de acidentes de trânsito no Brasil, sem necessidade de apuração da culpa, seja motorista, passageiro ou pedestre, e o prazo para solicitação da indenização é de até 3 anos a contar da data do acidente, para os casos de Morte ou Reembolso de Despesas Médicas (DAMS), e no caso da Invalidez Permanente este prazo tem início na data da ciência da invalidez pela vítima.

A vítima ou os herdeiros legais não precisam contratar nenhum tipo de atravessador. Solicitar o Seguro DPVAT é gratuito e existem pontos oficiais, como as agências dos Correios. A própria vítima ou beneficiário pode ir a um ponto oficial de atendimento em posse da documentação completa para dar entrada no benefício. Com a documentação correta, a indenização é paga em até 30 dias.

São três tipos de coberturas para o Seguro DPVAT: Morte (R$13.500); Invalidez Permanente (até R$13.500, variando conforme gravidade da lesão) e Reembolso de Despesas Médicas e Hospitalares – DAMS (até R$2.700, de acordo com despesas efetivadas e comprovadas).

Para saber qual é a documentação necessária, locais oficiais de atendimento ou informações sobre o andamento do pedido, a vítima pode ligar, gratuitamente, para o telefone 0800 022 12 04 ou pelo site www.dpvatsegurodotransito.com.br

Link Boletim: http://www.seguradoralider.com.br/SitePages/boletim-estatistico.aspx

Moody’s afirma rating da Swiss Re Corporate Solutions no Brasil

SwissRe_logo_LAKE_RGBA agência de classificação de riscos Moody’s afirmou o rating de solidez financeira da Swiss Re Corporate Solutions Brasil Seguros (SRCSB) em escala nacional (Aaa.br) e global moeda local (Baa2). A perspectiva do rating foi revista de negativa para estável. Como consequência desta revisão, apesar do recente rebaixamento dos ratings da dívida do governo brasileiro para Baa3 de Baa2, a empresa manteve sua nota dois níveis acima da faixa nomeada “grau de investimento”.

Segundo nota divulgada no site da agência, o rating da SRCSB foi afirmado pelo fato da rentabilidade da companhia ter melhorado nos últimos anos, possibilitando a geração interna de capital – o que, na visão da Moody’s, contrabalança a deterioração na qualidade dos ativos e flexibilidade financeira devido ao rebaixamento do rating do País.

“Das seguradoras avaliadas pela Moody’s, nós fomos a única companhia a manter o rating sem sofrer nenhum rebaixamento. Pelo contrário, tivemos nossa perspectiva revisada de negativa para estável e estamos melhor avaliados que o próprio risco soberano. Para nós, isso representa um grande reconhecimento do trabalho que vem sendo desenvolvido no Brasil desde a aquisição da antiga UBF em 2011”, comenta João Nogueira Batista, CEO da empresa.

Mais detalhes sobre a avaliação da Moody’s podem ser encontrados no site da agência através do link: https://www.moodys.com/research/Moodys-rebaixa-3-seguradoras-brasileiras-seguindo-o-rebaixamento-do-soberano–PR_332126.

Volatilidade cambial e indenizações com catástrofes impactam lucro da Liberty Mutual

liberty-mutual1O grupo Liberty Mutual divulgou ontem queda de 35% no lucro liquido, para US$ 254 milhões, no segundo trimestre deste ano comparado ao mesmo período do ano anterior. Segundo comunicado, o fato se deve a volatilidade cambial, principalmente na Venezuela, com medidas impostas pelo governo local em fevereiro, perdas por catástrofes mais elevadas e pressões do mercado de energia. O volume de prêmios emitidos aumentou 5,9%, para US$ 9,7 bilhões, enquanto a receita total avançou 4,3%, para US$ 10,3 bilhões. Incluindo catástrofes e perdas líquidas, o índice combinado no segundo trimestre subiu 2,1 pontos percentuais, para 102,4%.

“As coisas ficaram um pouco confusas no segundo trimestre”, disse David Long, presidente e CEO durante teleconferência. As perdas com catástrofes, que avançaram 19% no segundo trimestre, incluem tempestades severas em os EUA; inundações no Reino Unido, Irlanda e Chile; bem como a chuva de granizo Ela e o ciclone Niklas. “Nós vamos continuar no mesmo caminho de crescimento rentável, apesar de alguns solavancos no caminho, como vimos no segundo trimestre de 2015″, disse Long.

No primeiro semestre do ano, o lucro líquido da seguradora caiu 19,2% para US$ 530 milhões em relação ao mesmo período do ano passado. Os prêmios emitidos líquidos aumentaram 6,4%, para US$ 19,13 bilhões, enquanto a receita aumentou 2,3% em comparação com o ano anterior para US$ 20 bilhões. No semestre, o índice combinado melhorou um décimo de um ponto percentual, para 99,8%.

MetLife reformula produtos para PME

metlifeA MetLife revisitou seus produtos destinados ao mercado PME e agora os produtos oferecem negociações especiais alinhados à necessidade de cada empresa e ao perfil dos funcionários, além de menor burocracia no ato da contratação, diferenciais que facilitam a tomada de decisão e contração dos serviços aos empreendedores, que muitas vezes assumem toda a gestão da empresa de pequeno e médio porte. Ainda, as empresas podem contar com programas de saúde, qualidade de vida e conteúdo sobre educação financeira para os funcionários, mais um item importante na gestão de talentos.

“A disputa por talentos é uma realidade, tanto para multinacionais quanto para empresas locais, e os benefícios corporativos são importantes para atrair e reter os melhores talentos.”, afirma Maria Morris, vice-presidente global de benefícios da MetLife. “MetLife é uma fornecedora global de benefícios com larga experiência no mercado corporativo. Estamos comprometidos a ajudar os empregadores do Brasil e de todo o mundo a encontrar as melhores soluções para atender as suas necessidades.” completa.

Seguro Auto da SulAmérica cresce 14,6% no trimestre e responde por 20% da receita da companhia

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A SulAmérica encerrou o segundo trimestre de 2015 com crescimento expressivo da carteira de auto. Os prêmios de seguros registraram aumento de 14,6% na comparação com o mesmo período de 2014 e 12,6% no acumulado do ano. Parte desse aumento se deve à expansão de 6,7% da frota segurada nos primeiros seis meses deste ano. Diante desses resultados, o segmento Auto passou a corresponder por 20,1% da receita consolidada da companhia, figurando como a segunda maior carteira da companhia – a primeira é Saúde e Odonto, com 64,2 % do total.

“Os resultados positivos refletem os esforços contínuos da companhia para manter a curva de crescimento do segmento de seguro auto. Disponibilizamos um amplo portfólio de produtos, bastante alinhado às demandas de mercado”, explica o vice-presidente de Auto e Massificados, Eduardo Dal Ri. “Aliamos na mesma estratégia uma forte presença da marca junto aos corretores de seguros e demais parceiros de negócios, racionalidade na política de subscrição e efetiva gestão de sinistros, salvados e ressarcimentos.”