Bradesco cresce em participação em seguros com HSBC

Fonte: Agência Estado, Aline Bronzati

O Bradesco vai ampliar sua participação no mercado de seguros com a aquisição do HSBC e suas seguradoras e pode extinguir o contrato existente com a alemã HDI, firmado em 2005. Sua fatia no segmento de cerca de 24% passará para 26%, após a aprovação dos reguladores responsáveis, de acordo com Marco Antonio Rossi, diretor vice-presidente do Bradesco e presidente da Bradesco Seguros. Até lá, segundo o executivo, nada muda.

“O contrato com a HDI está em vigor e não se altera com a aquisição do HSBC. Quando tivermos possibilidade (aval de reguladores), vamos conversar com a HDI. Não há cláusula de que em uma aquisição, o contrato seja extinto”, explicou Rossi, em entrevista a jornalistas, acrescentando que existe a possibilidade de o contrato ser extinto embora a questão ainda não tenha sido avaliada.

Em relação a possíveis multas em uma eventual quebra do contrato com a HDI, do grupo Talanx, o executivo disse que a Bradesco Seguros vai analisar essa questão e ainda a possibilidade de manter o contrato até o vencimento, pesando os prós e contras. A seguradora alemã desembolsou R$ 300 milhões pelo canal de agências do HSBC, no ano de 2005. O contrato, segundo fontes, termina em 2018.

A HDI informou, procurada pelo Broadcast, que juntamente com o acordo de venda de seguros com o HSBC há cláusulas de confidencialidade que impedem que a seguradora faça comentários a respeito. Executivos do mercado, que preferiram falar sob a condição de anonimato, já dão como certo o término do contrato com a alemã.

Receitas
Em prêmios, a compra do HSBC gera um adicional de R$ 2 bilhões à Bradesco Seguros, conforme dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) de 2014. Apesar de a cifra parecer pequena para uma companhia que no primeiro semestre emitiu mais de R$ 30 bilhões, somou mais de R$ 196 bilhões em ativos totais e de R$ 22 bilhões em patrimônio líquido, Rossi reforçou que é possível aumentar de forma “significativa” as receitas do HSBC em seguros. Para este ano, a seguradora do Bradesco estima crescer seus prêmios de 12% a 15%.

“Evidentemente, temos uma oportunidade enorme no seguro (com a aquisição do HSBC). Vemos um oceano azul em termos de oportunidade no mundo dos seguros. Temos uma penetração em seguros maior que o HSBC”, destacou Rossi.

Há produtos com possibilidade de sinergias entre a Bradesco Seguros e as seguradoras do HSBC, como em seguro de vida, previdência privada e capitalização, conforme o executivo. A companhia tem penetração de duas a quatro vezes maior em previdência e de duas a cinco vezes superior em vida, segundo ele. Existem também, de acordo com ele, oportunidades ainda não exploradas no balcão do banco adquirido como a venda de seguro saúde e dental e vice e versa.

Em relação aos principais projetos da Bradesco, que incluem a integração dos sistemas em uma única plataforma, que consumirá R$ 500 milhões em investimentos, e a unificação da diretoria comercial, concluída no ano passado, Rossi disse que não estão previstas alterações. “A plataforma já conta com a utilização de parcerias em um primeiro momento. Isso já está contratado e em andamento. Vamos dar continuidade da mesma forma”, comentou o executivo.

De acordo com o presidente da Bradesco Seguros, o HSBC está posicionado, principalmente, em três negócios, vida, previdência e capitalização, que não necessitam de grande estrutura para serem viabilizados. Além disso, as seguradoras do banco não possuem sucursais nem atuam com o canal corretor de seguros, o que facilita. “É uma estrutura mais enxuta dentro da área bancária”, destacou ele.

Aquisições
Rossi afirmou que apesar de os esforços estarem direcionados para a chegada das operações do HSBC no Bradesco, o banco segue aberto para avaliar aquisições no setor de seguros. Com o HSBC, a instituição encostou no Itaú Unibanco em ativos, ficando apenas a cerca de R$ 39 bilhões do seu principal concorrente. “Se ocorrerem oportunidades, o Bradesco está atendo”, acrescentando que não há interesse em operações de vida em grupo. O Itaú está se desfazendo dessa carteira.

Sobre a possibilidade de a Bradesco Seguros passar a representar mais de um terço dos resultados do banco com a aquisição das seguradoras do HSBC, Rossi afirmou que esse não é o objetivo. O foco, conforme ele, é maximizar as oportunidades existentes e ganhar espaço no mercado, o que deve acontecer entre três e quatro anos. No primeiro semestre, a seguradora respondeu por 29,2% do lucro líquido ajustado do Bradesco que somou R$ 8,778 bilhões.

A Bradesco Seguros espera protocolar nos próximos dias junto à Susep, conforme Rossi, o pedido para avaliar a aquisição das seguradoras do HSBC. Procurada pelo Broadcast, a autarquia confirmou que a companhia ainda não deu entrada na solicitação. O executivo disse ainda que sua saída da presidência da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), não está associada à compra do HSBC e que até o final de agosto um substituto deve ser sugerido.

3º Encontro Anual Insurance Tech América Latina acontece entre 24 e 27 de agosto

Insurence-Tech-logo-2015-POR-160Acontece entre 24 e 27 de agosto 3º Encontro Anual Insurance Tech América Latina, no Sheraton São Paulo WTC Hotel, SP. Organizado pela Hanson Wade, o evento considerado um dos maiores com foco em Tecnologia de Seguros, reúne os principais tomadores de decisão e a apresentação das soluções mais inovadores para este mercado. O encontro tem a finalidade de mostrar como a tecnologia pode ser uma aliada dos negócios para alcançar resultados reais e como as seguradoras estão usando a TI com o máximo de aproveitamento para investir cada vez mais em inovação neste mercado tão concorrido e com clientes mais exigentes a cada dia. Entre os principais temas que serão abordados estão: Como expandir a capacidade digital e construir com base em sistemas de legado, Como utilizar big data para prever o comportamento do futuro, Como interagir com um cliente mais sofisticado tecnologicamente, Como transformar a enorme quantidade de informações produzidas por big data e business intelligence em benefícios tangíveis para o seu negócio, e Como mudar para nuvem de maneira mais eficiente.

Veja a programação:

Terça-feira, 25 de agosto de 2015

08:45 Conexão antes do conteúdo: Boas-vindas do Presidente e apresentação de metas Daniel Meneghin
Operations Director, Tempo USS

09:00 Adaptando-se às tendências de clientes que podem mudar o jogo para alcançar um alto crescimento numa economia de crescimento desacelerado
Carlos Belloni, 
COO Global Life Latin America, Zurich

09:40 Como a nova tecnologia contribui para o desenvolvimento dos negócios
Luis Vidaurreta
, VP Infrastructure – Latin America and Caribbean, AIG

10:20 Como proporcionar uma experiência digital ao cliente utilizando sistemas centrais existentes
Viriato Leao
 – VP-General Manager for Latin America, EIS Group

10:40 Coffee break e breve networking

11:40 O impacto da SII ou regulamentos com base nos riscos nas operações e tecnologias
Jackeline González Rojas, 
CIO Global Life LatAm, Zurich

12:20 Estratégias OmniChannel para aumentar a retenção e fidelidade do cliente
Andrew Hellard
 – Solution Marketing Manager, GMC Software Technology

13:00 Almoço e networking

USE A TECNOLOGIA PARA CONSTRUIR UMA ESTRATÉGIA CENTRADA NO CLIENTE

14:30 Permita a interação de todos os setores da empresa para focar no cliente
Dario Okrent
e-Commerce Director, Wibe (BBVA Group)

15:10 Novo consumidor, novos serviços: Como criar inovação e valor para clientes num mundo que vem mudando cada vez mais rápido
Greice Hamada
 – Digital Solutions Manager, Bradesco Vida e Previdência

15:50 Platform power: Desenvolvendo ecossistemas digitais
Marcílio Oliveira, 
COO Sensedia

16:10 Coffee break e networking

16:50 Como melhorar o gerenciamento de processo de negócios sem usar papel
Daniel Luis Costa Scherer
, IT Executive Manager, Grupo SABEMI

17:30 Processos centralizados e outsourcing: Qual é a melhor estratégia para uma visão centrada no cliente e por que?
Daniel Meneghin
 – Operations Director, Tempo USS
Nadia Alencar, 
IT & Business Process Director, AON Holdings
Silvana Moura
Head of IT LatAm, Generali Seguros

18:10 Garantindo o investimento certo para crescimento futuro
Henrique V. Magalhães Marques
, COO, JLT Brazil Holdings
Daniel Meneghin, 
Operations Director, Tempo USS
Eduardo Jiménez
Vice President, Latin America, GMC Software Technology

18:50 Considerações finais do Presidente e resumo dos principais pontos de ação do primeiro dia

Quarta-feira, 26 agosto 2015

08:00 Inscrição e café da manhã de networking

INOVAÇÃO COMO A FORÇA MOTRIZ DE MUDANÇA DENTRO DAS EMPRESAS

08:30 Cultura se alimentando de inovação: Como criar uma cultura de inovação
Mick Simonelli
 – Ex Lead Innovation Executive, USAA

09:10 Big Data e BI: Como coletar e armazenar dados para um objetivo de negócio definido
Marcos Antonio Nogueira de Siqueira
 – Superintendent Strategic Planning and Distribution, Liberty Seguros

09:50 Análise de negócios: Muito mais do que Business
Duilio Montrasi
- COO, San Cristóbal Seguros

10:30 5 razões para manter o ritmo da mudança enquanto melhora a eficiência e a produtividade
Eduardo Souza
 Principal System Engineer, Latin America & Caribbean, Progress

10:40 Coffee break e networking

11:20 Mudanças disruptivas no seguro de automóveis no contexto de carros conectados
Josep Celaya, 
Chief Innovation Officer Mapfre Seguros

12:00 O que está por vir quando o assunto é veículos no Brasil: A perspectiva para as seguradoras
Emerson Feliciano Da Silva
, Superintendente Cesvi Brasil

12:40 Como potencializar seu negócio para análise preditiva
Vitor Massari
 – IT Agile Project Leader Chubb Seguros

13:20 Como transformar empresas tradicionais em digitais em um ambiente complexo de TI
Bruno César Pierobon
 – Co-Founder Zup IT Innovation
Felipe Almeida – Co-Founder Zup IT Innovation

13:35 Almoço e networking

14:30 A aplicação de drones e telemática para melhorar a eficiência
Fernando Diaco – 
CIO, Grupo Sancor Seguros

15:10 Como a nuvem pode ser implementada nas seguradoras
Felipe Avila Carneiro
 IT & Security Executive Manager, Brasilcap

ESTRATÉGIA MULTICANAL PARA UMA EXPERIÊNCIA SUPERIOR DO CLIENTE

15:50 Como posicionar sua empresa na preparação para uma estratégia multicanal
Gaspar Lins
CIO Latin America, AON

16:30 Coffee break e networking

17:00 Conectividade: Como desenvolver uma rede para melhorar os relacionamentos entre todos os canais
Guillermo Ramírez
VP Technology Business Solutions, Rimac Seguros y Reaseguros

17:40 Abordando o futuro juntos: Como interagir com um cliente mais sofisticado tecnologicamente
Paulo Sgarbi, CIO HDI Seguros

18:20 Considerações finais do Presidente e resumo dos principais pontos de ação do segundo dia

Mais detalhes no link http://insurancetechbrpt.com/oevento/programa/?curr_day=192

Ações da BR Insurance despencam 8,8% no pregão, enquanto Ibovespa avança 1,6%

Captura de Tela 2015-08-10 às 18.34.13Após várias tentativas de venda, as ações da Brasil Insurance despencaram nesta segunda feira, enquanto o Ibovespa registrou alta de 1,6%. As ações ordinárias chegaram a perder até 15% do valor, mas encerram o pregão com queda de 8,89%, valendo R$ 0,82. No mês, os papéis acumulam baixa de 12%, e no ano queda de 75%.

Segundo fontes do setor comentaram ao blog Sonho Seguro, o fundo GP Investimentos optou por não fechar o negócio, uma vez que os corretores não demonstram sinergia e alinhamento com a holding. Hoje vários corretores sócios já desistiram da operação, atuando em outros negócios ou até mesmo desviando a produção para outras corretoras. “Uma pena o que fizeram com um projeto que tinha tudo para dar certo”, comentou uma fonte que faz parte do grupo de corretores adquiridos ao longo do tempo.

Desde que abriu capital em 2010, a Brasil Insurance investiu cerca de R$ 500 milhões em aquisições. Começou com 27 corretoras e hoje tem 52. A meta inicial esra chegar 80. Ainda está incerto o futuro da holding que tentou inovar na bolsa e na fusão de corretores. “Uns acreditam que as ações irão virar “pó”, outros acreditam que virá um investidor com alguma proposta que seja a salvação do grupo”, comentou o executivo que preferiu o anonimato.

O grupo divulgará seu balanço do segundo trimestre e do primeiro semestre no próximo dia 14. A expectativa é de números ruins e que derrubarão ainda mais os papéis. Alguns dizem que a demissão do executivo Edward Lange foi um erro. “Ele tinha experiência e perfil conciliador para arrumar a casa”, comentou a fonte.

Bradesco Seguros lança nova etapa da campanha “Preparação. É melhor ter”

Release – O Grupo Bradesco Seguros lançou no último domingo, 9/8, em TV aberta, o segundo filme de sua nova campanha, iniciada no dia 26/7, na qual reforça sua posição de segurador oficial e patrocinador dos Jogos Rio 2016 com o conceito “Preparação. É melhor ter”. O filme “Judô”, com 30’’, faz parte da campanha integrada criada pela AlmapBBDO, que destaca a importância da preparação para a conquista do sucesso nos esportes e para enfrentar os imprevistos da vida. Além dos filmes, a campanha é composta por anúncios impressos, rádio e digital.

A comunicação do Grupo Bradesco Seguros, criada pela AlmapBBDO, destaca como a repetição nos treinos, assim como nos fatos do dia a dia, é fundamental para alcançar excelência e conquistas nos Jogos Olímpicos e também na vida.

O filme “Judô” começa com uma luta do esporte e o locutor dizendo que, para chegar aos Jogos Olímpicos Rio 2016, o lutador se preparou e repetiu aquele golpe tantas vezes quanto… uma grávida teve desejos estranhos. A cena corta para uma futura mãe saboreando melancia com manteiga. Passa, então, para um carro numa estrada e, nele, crianças assistindo ao vídeo de um desenho animado famoso.

O locutor diz, em tom bem-humorado: “Ou uma criança falou depois de uma musiquinha…” e os meninos pedem, em coro: “De novo!”. Pela expressão da mãe, percebe-se que o pedido vem sendo feito muitas vezes. E o locutor completa: “Porque, afinal, no esporte e na vida, a regra é a mesma: preparação.” E completa: “Preparação. É melhor ter. E, com a Bradesco Seguros, você está sempre preparado”. O comercial fecha com os logos de Bradesco Seguros e dos Jogos Rio 2016.

A campanha impressa começa a ser veiculada na revista Veja, da Editora Abril, no dia 8/8. Nos anúncios, a importância da repetição dos treinos em vários esportes é clara nos gráficos formados em linha branca sobre o fundo vermelho – as cores da Bradesco Seguros: cada traço branco representa um movimento realizado durante os treinamentos dos atletas. No meio deles, destaca-se uma linha em preto, que corresponde ao melhor desempenho do esportista durante os exercícios. Serão quatro anúncios para os seguintes esportes: natação, saltos ornamentais, basquete e remo. O título de cada impresso explica que a melhor performance do atleta não acontece por acaso, mas só depois de muita preparação.

Em 2010, ao lançar a campanha “Vai que…”, com a assinatura “Bradesco Seguros. É melhor ter.”, a marca atraiu a atenção dos brasileiros ao usar o bom humor para mostrar que uma empresa de seguros não pode evitar que imprevistos ocorram, mas que, se eles acontecerem, é importante contar com a marca Bradesco Seguros para proteger os bens materiais e o mais valioso deles, a vida, em diferentes situações de risco.

Telemetria avança no mercado de seguros

Captura de Tela 2015-08-10 às 09.49.31O jornal Valor Econômico traz o caderno Negócios Conectados com as novidades de TI para atender esse período pós digital. Uma das matérias conta o que as seguradoras andam fazendo para conectar seus negócios ao mundo virtual. Com carros compartilhados e tecnologia que une mundo virtual e real, as seguradoras terão de estar mais conectadas com seus clientes e ir muito além de saber o CEP de pernoite do carro e idade do condutor para gerir a rentabilidade do negócio. “O setor tem muitas iniciativas que visam a conectividade, que vão desde a instalação de modens dentro do veículo para captar dados como velocidade nas curvas, aceleração e frenagens, como o desenvolvimento de aplicativos para smartphones que captam os hábitos do trajeto do motoristas. Com a gestão dessas informações, podemos enviar um guincho sem que o cliente precise ligar, pois saberemos que o veículo sofreu um acidente ou pane mecânica. Também, ao monitorá-lo, podemos alertá-lo caso entre uma região de alto índice de violência. Já em frotas de caminhões o uso da telemetria está consolidado e permite a cobrança de um preço justo de cada motorista, informa Eduardo Dal Ri, presidente da comissão de automóvel da FenSeg e diretor de automóveis da SulAmérica. A matéria sinaliza que as seguradora já vão entrar com um passo à frente em tecnologia, com parcerias negociadas com montadoras.

leia mais no link
http://www.valor.com.br/empresas/4171982/telemetria-avanca-no-mercado-de-seguros

Pais guardam em média R$ 143 ao mês para os filhos, aponta estudo da Brasilprev

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A Brasilprev, uma das maiores empresas do segmento de previdência privada do Brasil, divulga dados específicos de pais que contribuem para o plano de previdência do(s) filho(s). Realizado a partir da base de 1,7 milhão de clientes PGBL e VGBL, com informações de maio/15, o estudo apontou que os pais (gênero masculino) são responsáveis pelas contratações de 52% de todos os planos “Brasilprev Junior”. O produto, que foi lançado pioneiramente pela empresa ao mercado em 1997 e é um meio para que adultos invistam para o futuro das crianças, representa 35% do total de planos da Brasilprev.

De acordo com o levantamento, em média, eles (pais) vêm aumentando ano a ano a contribuição mensal para os filhos: hoje fazem aportes no valor de R$ 143,00 – há cinco anos, era de R$ 110,00, um crescimento de 33%. Outro dado que chama atenção é que a idade média dos pequenos é de 12 anos, ou seja, o pai terá ainda um tempo considerável de contribuição até a realização do projeto de vida. Geograficamente, estes clientes estão distribuídos da seguinte forma:

Soraia Fidalgo, gerente da área de Inteligência e Gestão de Clientes da Brasilprev, comenta o interesse nos planos de previdência para as crianças e adolescentes: “Constatamos em pesquisas qualitativas que projetos educacionais são o objetivo da maioria dos responsáveis que contratam a previdência para acumular recursos para os pequenos, independente do estrato social. Pagar uma boa faculdade, cursos técnicos, de idiomas, bem como a realização de intercâmbios, estão nesta lista de intenções. Ou seja, a ideia é que eles utilizem os recursos ainda jovens”.

IRB lucra R$ 342 milhões no semestre, com resultado financeiro de R$ 424 milhões

IRB logoo IRB Brasil RE anunciou lucro líquido de R$ 342 milhões no primeiro semestre do ano, 33% acima do resultado apurado no mesmo periodo de 2014, de R$ 257 milhões. Os prêmios emitidos líquidos avançaram 84%, R$ 1,76 bilhão no periodo. O ressegurador encerrou junho com R$ 13,5 bilhões em ativos totais e patrimônio líquido R$ 2,9 bilhões.

Segundo carta aos acionistas, o ressegurador afirma que teve sinistros relevantes nas áreas de proterty, aviação e agricultura, elevando a sinistralidade em 14% no período. Os sinistros avisados avançaram 37,8%, para R$ 919,4 milhões. O resultado financeiro chegou a R$ 424,4 milhões de janeiro a junho, 121,9% acima do visto em um ano. A carteira de investimentos do IRB fechou o primeiro semestre em R$ 5,8 bilhões, com rentabilidade de 7,65%, acima do retorno de 0,73% em janeiro.

A participação de mercado do resegurador com IPO previsto para outubro é de 45% entre as resseguradoras locais. A projeção para o setor é de crescimento de 7% em 2015. O Brasil conta com 125 resseguradores, sendo 16 locais, 35 admitidas e 74 eventuais.

Mudança na legislação aumenta demanda por seguro de garantia judicial

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Mais conhecido por fornecer cobertura em execuções de contratos de grandes obras, o seguro garantia passa a ter no segmento judicial um nicho de grande potencial a ser explorado. A mudança na Lei 13.043 que, em novembro de 2014, incluiu essa modalidade de seguro como uma das opções de garantia às execuções fiscais entre as já previstas – depósito judicial e carta de fiança bancária– está contribuindo, significativamente, para o crescimento desse mercado.

Para Rodrigo Loureiro, diretor de Garantia da consultoria de seguros Willis, a carteira já foi impactada por essa mudança na legislação. Dados preliminares apontam que o primeiro semestre de 2015 já registrou um crescimento de mais de 30% em prêmios de seguro garantia em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo números da SUSEP, o volume de prêmios emitidos em seguro garantia nesse período foi de R$ 689,3 milhões, sendo cerca de 70% referente ao segmento judicial. “Pelo desenvolvimento do mercado, esperamos que, até o final do ano, o volume de prêmios totais de seguro de garantia atinja R$ 1,5 bilhão (em todas as suas modalidades), o que representará um crescimento de quase 50% em relação a 2014, cujo número foi de R$ 1,1 bilhão) ”, projeta o executivo.

Para as empresas contratantes, os principais benefícios do uso do seguro garantia judicial são o menor custo frente à opção da fiança bancária e a possibilidade de utilizar os recursos monetários que seriam colocados em depósitos judiciais na operação do dia a dia e/ou em investimentos que são melhor remunerados. “Enquanto o custo do seguro garantia gira em torno de 0,40% a 1,5% ao ano do valor segurado, a fiança bancária gira em torno de 1,5% a 3% ao ano e, ainda, toma crédito bancário da empresa”, explica Loureiro. Essa possibilidade de substituir garantias processuais mais onerosas pelo seguro de garantia judicial, que possui regulamentação e fiscalização no Mercado Segurador pela SUSEP, propicia grande economia às empresas, o que em tempos de crise econômica se torna uma excelente vantagem.

Outro fator que está sendo considerado para esta previsão de crescimento é o atual cenário econômico brasileiro. Segundo Loureiro, as paralisações de obras públicas, em vista dos recentes escândalos de corrupção que atingem grandes empreiteiras, acarretam num menor número de contratações do seguro garantia na sua modalidade mais tradicional (os chamados performance bonds – garantias de execução de contratos), empurrando as seguradoras para as garantias judiciais afim de manterem seus resultados. Além disso, a situação também demanda do Poder Público um maior rigor na fiscalização das empresas para assegurar a arrecadação de impostos. “Esse cenário contribui para um aumento do número de autuações que irão gerar execuções fiscais, das quais as empresas precisarão se defender e, para isso, apresentar garantia”, conclui o executivo.

SindsegSP homenageia Nilton Molina

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Nesta semana, o SindsegSP, representado pelo seu presidente, Mauro Batista, e todo o corpo diretivo do Sindicato, realizou cerimônia para homenagear Nilton Molina, presidente do conselho da Mongeral Aegon e membro do conselho Superior da CNseg. Durante o evento, Molina recebeu uma placa em homenagem a relevância do seu trabalho para o desenvolvimento do mercado segurador.

Recentemente, Molina foi nomeado Membro do Conselho Nacional de Previdência Complementar. Sua contribuição para o mercado segurador é imensurável. São 50 anos de atuação e muitas conquistas. Nilton Molina é muito respeitado por sua didática de exposição, liderança e profundos conhecimentos de seguro de vida e previdência, conclui Mauro Batista, presidente do SindsegSP.

Walter Polido lança novo livro sobre contrato de seguro e direito do consumidor

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O advogado Walter Polido lança sua décima obra nesta próxima quarta-feira, dia 12, entre 18h30 e 21h30, na Livraria da Vila (Av. Juscelino Kubitschek, 2041, Itaim Bibi, São Paulo). Produzido pela Editora Roncarati, o livro Contrato de Seguro e a Atividade Seguradora no Brasil: Direito do Consumidor trata de uma série de vertentes pautadas na transformação da atividade seguradora no País. “O direito e os interesses evoluíram. Os riscos também mudaram e apresentam novos contornos, novas situações de exposição.Os consumidores de seguros precisam ser atendidos com excelência técnica e profissional e isso ainda não acontece de forma maximizada”, explica Polido. E complementa: “O seguro enquanto ferramenta essencial à estabilidade social e econômica do país”.

O autor é mestre em Direito das Relações Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC–SP),professor convidado do Cogeae-PUC-SP, do GVLaw em São Paulo e Rio de Janeiro, e da Escola Superior Nacional de Seguros. Polido é coordenador acadêmico dos Cursos de Pós-Graduação da ESNS-São Paulo e membro fundador e diretor do Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS), e do Grupo Nacional de Trabalho em Meio Ambiente da Associação Internacional de Direito do Seguro – Seção Brasil (Aida). É árbitro, mediador e consultor da Polido e Carvalho Consultoria em Seguros e Resseguros.