CCS-SP receberá Marcelo Sebastião e Jayme Garfinkel em almoço no dia 18

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O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) promoverá almoço no dia 18 de agosto, no restaurante do Circolo Italiano, com a participação de Marcelo Sebastião, diretor executivo da Itaú Seguros Auto e Residência. Durante o evento, ele apresentará os novos produtos da seguradora, o Auto Empresa e Auto Frota, além de outras novidades.

O encontro do CCS-SP contará, ainda, com a presença ilustre do presidente do Conselho Administrativo da Corporação Porto Seguro, Jayme Brasil Garfinkel.

Serviço:

Almoço do CCS-SP com o diretor executivo da Itaú Seguros Auto e Residência, Marcelo Sebastião, e presença do presidente do Conselho Administrativo da Porto Seguro, Jayme Brasil Garfinkel

Dia 18 de agosto, a partir das 12h, no Circolo Italiano, na av. São Luís 344, 1º andar, centro, S. Paulo (SP)

Informações e inscrições pelo e-mail: atendimento@ccssp.org.br e telefone (11) 3104-0416

Cabe a nós entendermos que temos de atuar de maneira inovadora, diz Walter Longo

walter longoA revolução digital é real. “A promessa do Google é que o carro sem motorista chega em 2020. Eu acho que chega antes. Sem motoristas, não teremos também acidentes ou roubos. Então não teremos seguro de carro como o que conhecemos hoje. O setor tem de se preparar para isso”, afirma o mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm e Presidente da Grey Brasil, Walter Longo. Segundo sua estimativa, o mundo já está chegando perto de 100 bilhões de equipamentos conectados. A internet das coisas vai gerar um enorme impacto no universo da saúde e segurança, temas que influenciam diretamente a atividade do mercado de seguros e previdência”, afirma.

Longo foi convidado pela CNseg para proferir a palestra “Gestão na Era Pós Digital”, no 1º Workshop de Inovação do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, em São Paulo. “A 5ª edição do Prêmio está em pleno andamento e estamos realizadas, eu e Patrícia Gonzales, as mentoras desta premiação, de nos deparamos com tantos projetos inovadores dentro das companhias de seguros. E esta palestra visa incentivar ainda mais a inovação”, disse Solange Beatriz, na abertura do encontro.

“Não existe mais o mundo digital ou real, eles agora são um só. Antigamente a gente dizia ‘vamos entrar na internet’, isso nem se fala mais.” Então como fica a relação das marcas com seu público nestes novos tempos? Uma forma simples de tentar explicar a imensa revolução digital foi apresentar quarto, das dez originais, macrotendências para guiar o trabalho do marketing nestes novos tempos.

A primeira delas é a “efemeridade”. “A era pós digital está empurrando essa geração a trocar de amores, amizades, marcas, aplicativos e aspirações como quem troca de tênis, numa sucessão de reinícios, com finais rápidos e indolores”, explicou Longo. Um ponto importante para as seguradoras perceberem é que a nova geração não quer compromisso com escolhas. “Eles estão acostumados a morrer nos jogos e ligar o botão para viver novamente.” Assim, ele recomenda que as seguradoras repensem sua forma de se comunicar. Nas peças publicitárias apresentadas durante a palestra, a grande maioria tinha o viés de enfatizar que é preciso se preparar para um futuro incerto. “Trata-se de uma geração criada com videogame. Esse novo consumidor quer liberdade para mudar o mundo e não algo que seja para o resto da vida”, enfatizou.

Dito isso, fica claro que é preciso criar produtos e serviços o tempo todo para acompanhar um consumidor que troca de hábitos e de ideias toda hora. Nesta realidade, quanto mais a indústria for tradicional, levando meses para tomar uma decisão, mais vai ficar para trás. “Quanto mais autonomia o gestor tiver, mais a empresa estará a frente de seu tempo e de seus concorrentes inovando em serviços que atendam um consumidor que adora a imprevisibilidade. Antes eu precisava andar para não ficar no lugar, agora tenho de correr para não sair do lugar”, explica.

A segunda tendência citada por Longo é a mutualidade. “Estamos na era da internet das coisas, termo usado para a revolução tecnológica que tem como objetivo conectar os itens usados do dia a dia à rede mundial de computadores. Com tanta tecnologia e informações, as seguradoras precisam rever cálculos atuariais desta conectividade e participar desse mercado que movimentará cerca de US$ 8,9 trilhões em 2020. A curiosidade que tenho é como aproveitar as oportunidades que a internet das coisas traz e quais os problemas que ela pode gerar para o setor?”, indaga.

O terceiro ponto é a sincronicidade. “Cada vez mais temos de trabalhar com um banco de fatos e não com um banco de dados. É preciso entender que as pessoas não são. Elas estão”, diz, citando como exemplo o fato de um banco fazer um financiamento imobiliário de 20 anos para um cliente e a seguradora sequer ter essa informação para ofertar serviços a ele. Para ele, o GPS é o símbolo da era digital e o Waze é o símbolo da era pós-digital. O Waze analisa o seu trajeto e não o seu destino. “É preciso investir na sincronicidade e resgatar a missão consultiva dentro de um mundo repleto de ofertas, que chegam a um consumidor que não sabe o que quer de tanta opção que tem”. Segundo ele, a oferta consultiva é a grande “sacada” dos tempos atuais.

A “tensionalidade” é a quarta tendência, segundo Longo. De acordo com essa premissa, tem de haver dualidade na marca para que ela não vire uma paisagem diante de tanta informação e que acabou por criar a era da distração. Um exemplo é o Google, empresa que valia US$ 400 bilhões em julho. O buscador troca constantemente o logo da marca para chamar a atenção do internauta. Segundo ele, o maior exemplo da dualidade é Jesus Cristo. Na visão cristã, ele é Deus e homem; mortal e imortal; eterno e efêmero; superior e humilde.

Entre os cases que explicam o sucesso da “tensão” necessária para tornar algo diferente, ele cita Steve Jobs, com traços de carisma e tirania; a Lady Diana, com personalidade plebeia e realeza; Marilyn Monroe, sedutora e inocente; Gisele Bundchen, modelo linda e mãe feliz. “Todos eles se tornaram famosos pela dualidade, que causa tensão moderada. Ter um lado só é monótono”, afirma. Em marcas, cita a Apple é smart e sexy. Já a Havaianas combina estilo e conforto.

Esses quarto conceitos transformam a gestão atual em um enorme desafio. Todos estamos aprendendo a gerir dentro desta nova tônica, segundo o especialista. Ele cita como exemplo o circo, empresa que muda de cidade atrás dos mercados. Ele não espera o mercado vir até ele. Circo é um ambiente de total interatividade. As pessoas participam. Corre riscos diariamente. O artista serra a mulher e ela volta inteira. Ou seja, em sua visão, Longo afirma que o circo tem conceitos e premissas que nunca foram tão atuais. “Nossas marcas e produtos têm de ser mágicos, surpreendentes, divertidos, gerar tensão na dose certa, ter personalidade marcante e ir muito além do esperado pelo consumidor”, disse, citando como exemplos o Circo Garcia e o Cirque du Soleil.

Muito aplaudido, Longo terminou sua apresentação com a seguinte reflexão: “Um muda todo dia e outro repete o mesmo espetáculo há 50 anos. Um sumiu e o outro está cada dia mais famoso. Vai de nós entendermos que temos de atuar de maneira inovadora. Cabe a nós se queremos ser o circo Garcia ou o Cirque du Soleil”.

“Informação é a base de tudo. Temos de inovar, criar, ousar. Mas tem duas coisas que precisam ainda ficar conectadas com as raízes do passado: o respeito ao consumidor e dar dados suficientes para que ele consiga fazer a escolha certa”, finalizou Solange Beatriz, acrescentando que é preciso saber calibrar a medida certa da ousadia dentro das exigências que o órgão regulador faz”.

CVG-RJ marca Oscar do Seguro para o dia 1o. de outubro

11796314_105767169774086_4302029046737766080_nSepare um espaço na sua agenda. A diretoria do Clube Vida em Grupo (CVG-RJ) acaba de anunciar a data do Oscar do Seguro 2015, que contemplará as empresas e profissionais que se destacaram no mercado de seguros ao longo do ano. O evento acontece no dia 1º de outubro, no Rio de Janeiro. Os questionários de avaliação para a premiação acabam de ser distribuídos aos associados, que deverão votar nas categorias que serão contempladas.

No calendário da entidade há 39 anos, a celebração é vista como uma das mais importantes homenagens do mercado segurador. “É uma honra estar a frente dessa bonita celebração na véspera do 50º aniversário do CVG-RJ. Como todos os anos, queremos fazer uma homenagem valorosa para todos os personagens que trabalharam arduamente para fazer do mercado de seguros uma ferramenta de inclusão social”, afirmou o presidente da entidade, Marcello Hollanda.

Portanto, salve a data e acompanhe os preparativos para o Oscar!

Apesar de cenário desafiador, Munich Re eleva projeção de lucro para 2015

nikolaus 2A Munich Re, maior resseguradora do mundo, elevou sua meta de lucro para 2015 de 2,5 bilhões de euros para 3 bilhões de euros, após divulgar o lucro líquido de 1,7 bilhão de euros (US$ 1,17 bilhão) no segundo trimestre do ano, ultrapassando a média de 758 milhões de euros previstas por uma série de analistas. O bom desempenho foi justiçado por perdas com catástrofes menores do que o esperado. Os prêmios avançaram 5,2%, para 12,5 bilhões de euros no segundo trimestre. O índice combinado de resseguro melhorou oito pontos percentuais, caindo para 93,3%. “Apesar de gratificante publicar esses números, tenho de dizer que a concorrência em resseguros segue sendo um grande desafio”, comentou Nikolaus von Bomhard, em comunicado ao qual blog Sonho Seguro teve acesso.

Sorte das resseguradoras que vivenciaram no primeiro semestre do ano perdas menores com catástrofes naturais, assim conseguiram compensar a queda com ganhos financeiros, diante de taxas de juros cravando recordes de baixa, bem como também são obrigadas a praticar um preço mais baixo diante da acirrada competição do setor, tanto em seguros como em resseguros.

Ter uma sinalização de que o mercado soft, de taxas em queda, está se revertendo, também ajudou no otimismo da resseguradora para elevar o alvo do lucro para este ano. Isso não quer dizer que o mercado está fácil. A tensão continua entre os competidores, uma vez que há excesso de capital disponível no setor para aceitar riscos. Um momento bom para os compradores de seguros.

Em julho, mês que concentra grandes renovações de contratos, a Munich Re registrou redução de 2,1% em um total de renovações de € 2,3 bilhões. A taxa foi menor do que os 3,6% registrado um ano atrás, informou o grupo.

Bento Zanzini deixa a vice-presidência de vida da BB e Mapfre

bento zanziniBento Zanzini deixa a vice-presidência de vida da BB e Mapfre depois de décadas contribuindo para a construção do segmento de vida e previdência da Mapfre e também do setor diante da participação ativa que sempre teve em atividades institucionais, seja como palestrante em eventos, como em horas concedida em entrevistas a jornalistas interessados em entender e difundir o seguro de vida no Brasil. Ele mesmo informou ao o blog Sonho Seguro sua saída. “O grupo Mapfre na Espanha ofertou um programa de aposentadoria interessante, que foi também disponibilizado no Brasil, e eu pensei bem e aceitei. Estou com saudades de tantas coisas. Dar aula, por exemplo, é algo que adoro e tive de deixar de lado”, comentou.

Sucesso querido Bento. Sai das amarras corporativas e vai se encantar com tantas atividades interessantes que virão pela frente. Semana que vem ele já vai para uma bem bacana. Participará de um seminário de microfinanças na Nicaraguá.

Em seu lugar assume um colega espanhol, que há anos atua com seguro de vida na América Latina.

Tokio Marine relança opção de pagamento em 4 vezes sem juros no boleto bancário

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Atendendo a uma demanda de seus Parceiros de Negócios, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos securitários do mundo, relança a opção de pagamento em quatro vezes sem juros no boleto bancário. A alternativa é válida para a quitação do prêmio dos produtos Auto Individual. A Companhia informa ainda que permanece inalterada a modalidade de cobrança débito em conta em até seis vezes sem juros, nos bancos conveniados – Banco do Brasil, Bancoob, Bradesco, Caixa Econômica, Citibank, HSBC, Itaú e Santander.

“Temos a prática de ouvir as sugestões dos nossos Corretores e Assessorias e aplicá-las em nosso dia a dia. Sendo assim, decidimos oferecer novamente a possibilidade de pagamento em quatro vezes sem juros na ficha de compensação. É mais uma alternativa para facilitar o trabalho dos nossos parceiros”, explica o Presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara.

De acordo com o executivo, a Seguradora está focada em crescer organicamente, sustentada pelos pilares de qualidade e compromisso do time de Colaboradores, qualidade dos produtos e entrega. “O trabalho da Tokio Marine é feito com base em seis valores difundidos por toda a Companhia: respeito, ética, transparência, trabalho em equipe, excelência em produtos e serviços e compromisso com a satisfação dos 3C´s: Colaboradores, Corretores e Assessorias e Clientes”, finaliza o executivo.

RSA divulga resultados positivos e tenta elevar oferta da Zurich

RSAO lucro operacional da RSA para o semestre saltou 84%, para £ 259 milhões, enquanto o lucro antes de impostos subiu 317%, para £ 288 milhões. Os prêmios líquidos ficaram estáveis em £ 3,2 bilhões, porém em queda quando considerados os impactos do câmbio. No mesmo período do ano passado os prêmios totalizaram £ 3,4 bilhões, segundo comunicado divulgado ao qual o blog Sonho Seguro teve acesso. O índice combinado ficou em 96,9% no semestre.

Segundo agências internacionais, o forte desempenho poderia perturbar uma oferta potencial para a empresa britânica pela Zurique, que é entendido como ser considerando uma oferta em £ 5,4 bilhões, menor do que os £ 6,2 bilhões que os advisers calculavam. A esperança é que o com o forte resultado divulgado hoje a oferta suba para £ 5,4 bilhões.

Analistas afirmam que a Zurich só estaria disposta a pagar mais para negócios que gerem retornos de pelo menos 10%. Se isso não for possível, devolverá o dinheiro para os acionistas. A RSA confirmou a venda da operação na América Latina, mas não fez comentários em seu balanço. A performance das operações da AL, Irlanda e Reino Unido contribuiu decisivamente para o bom resultado de semestre.

Allianz divulga Relatório de Sustentabilidade 2014

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A Allianz Seguros publica o seu terceiro relatório anual de sustentabilidade que está disponível no endereço: www.relatorioallianz.com.br. Referente à atuação da companhia em 2014, trata o tema nas dimensões social, ambiental e econômico-financeira. O documento foi elaborado com base nas diretrizes G4 – versão mais atual da Global Reporting Initiative (GRI), organização que estabeleceu o padrão de relato de sustentabilidade mais difundido internacionalmente.

“Temos a Sustentabilidade como um de nossos pilares. Em nosso entendimento, a gestão sustentável é a melhor maneira de uma companhia ser próspera nos negócios e realmente estar inserida na sociedade em que atua. Então, ao integrarmos as questões sociais, ambientais e de governança fortalecemos os nossos resultados e impactamos positivamente o presente e o futuro de pessoas e locais com nossas ações”, afirma Ingo Dietz, diretor de Relações Institucionais da Allianz Seguros.

Desenvolvimento da sociedade

O ano de 2014 foi emblemático à Allianz. Além de ter completado 110 anos de operação no Brasil, comemorou os 20 anos da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA). Ao longo dessas duas décadas, a instituição atendeu mais de seis mil crianças e adolescentes da comunidade Santa Rita, localizada no bairro de Cangaíba, zona leste de São Paulo.

O My Finance Coach é outra ação da Allianz voltada à sociedade. Totalmente gratuito, é aplicado por jovens aprendizes até membros do Comitê Executivo da companhia a alunos de 10 a 14 anos de escolas públicas e privadas e ONGs das capitais paulista e fluminense. Até o final do último ano, 4.300 jovens de 15 instituições foram beneficiados.

Soluções verdes

Por pertencer a um Grupo conectado com os desafios globais, a Allianz Brasil oferece seguros que auxiliam na mitigação dos impactos ambientais e sociais. Como exemplos, podem ser citados os produtos Agrícola e Floresta, com indenizações em caso de perdas por condições adversas do clima, como também o Residência, Condomínio e Empresa PME, que oferecem consultoria e descarte sustentáveis aos segurados.

Contribuição dos colaboradores

Ao longo de 2014, a região Sudeste, onde está instalada a sede da Allianz e concentrados cerca de 90% dos colaboradores da Allianz, viveu a pior crise hídrica dos últimos 84 anos. Então, como forma de contribuir na contenção desse cenário, a Allianz, com a colaboração de seus empregados, intensificou as ações de uso consciente do recurso.

Além de o prédio em São Paulo obedecer a rígidos requisitos ambientais e de sustentabilidade com certificação ambiental e selo Leadership in Energy and Environmental Design (LEED) e ser preparado, por exemplo, para captar a água da chuva, muita disciplina e auxílio de outros itens incidiram contra o desperdício. E, portanto, implicaram no percentual de economia em 2014, em relação a 2013.

Perspectivas

Em 2015, a Allianz espera crescer aproximadamente 10%, isto é, acima do mercado. Porém, pautada no desenvolvimento sustentável e em inovação. Prova disto é o lançamento do Allianz Auto Instituto Ayrton Senna, o primeiro seguro de automóvel com o benefício social do Brasil.

Resseguro em pauta com embaixador britânico

Foto_Embaixador UK_JLTO embaixador britânico, Alex Ellis, recebeu o CEO da JLT Resseguros, Rodrigo Protásio, e o representante da estatal inglesa Lloyd’s, Marco Castro, no consulado, no Rio de Janeiro, na tarde desta quarta-feira (05). Em pauta, as mudanças no setor de resseguro nacional, que além de anunciar o fim do protecionismo de mercado vai também abrir capital na bolsa, em outubro. A intenção é aumentar a participação da Lloyd’s no Brasil e ajudar a fomentar o mercado brasileiro de resseguros estimado em R$ 10 bilhões anuais.

Liberty compra Penta Security no Chile e descarta compra da RSA

Pablo_Barahona_LibertyO grupo Liberty Mutual comprou, em julho, uma das principais seguradoras do Chile, a Penta Security, por US$ 162 milhões, passando a ter 20% de market share no segmento de seguros gerais no país. Segundo comunicado,a Penta oferece uma oportunidade sólida para o crescimento da Liberty Mutual Insurance no mercado de seguros não vida do Chile, que movimenta cerca de US$ 3 bilhões, bem como fortalece a expansão do grupo na América Latina.

“A Liberty Mutual tem registrado resultados consistentes no Chile, e acreditamos no crescimento futuro da região”, disse Luis Bonell, presidente da Liberty International. “O mercado chileno de seguros gerais registrou uma taxa de crescimento anual de 9,3% nos últimos cinco anos”, acrescentou Pablo Barahona, líder das operações do grupo na América Latina e Europa Continental. “A força do mercado chileno nos dá força para o crescimento na América Latina.”

Veja abaixo a entrevista publicada pelo jornal Diario Financeiro com Pablo Barahona, que comandou a subsidiária brasileira até o ano passado,passando o cargo para Carlos Magnarelli. Na conversa, Barahona descartou, segundo o jornal, interesse na compra da inglesa RSA diante do desafio da integração das operações com a Penta assim que acordo for aprovado pelos órgãos reguladores.

O grupo já tinha adquirido a Allianz, em 2003, e a carteira de seguros da ING no Chile, em 2004. Esta é a compra mais importante?

Eu diria que é um investimento maior do que os anteriores em quota de mercado e também em preço.

Como ficam em participação de mercado?

Há que distinguir entre prêmios diretos -inclui os resseguros- e os retidos. Trabalhamos mais com este último, onde em 2014 tínhamos uma quota de mercado de 9,2% e a Penta Security de 9%. Somos duas empresas praticamente do mesmo tamanho. Quanto aos prêmios brutos ou diretos, eles terminaram o ano passado com 10,7% e nós próximos de 10%. Consolidando as operações passamos a ter a liderança do mercado.

O grupo tinha em mente ser líder em seguros gerais?

Não, não é uma meta, nem obsessão, nem ambição. Embora, obviamente, ter escala nos dê mais vantagens e eficiências.

Há sinergia entre Liberty e Penta?

São semelhantes. Em relação a canais de distribuição, as duas trabalham com corretores. Oferecemos produtos semelhantes, que são linhas pessoais (veículo, residência, acidentes pessoais) e produtos para empresas (incêndio, terremoto, responsabilidade civil, transporte).

Quais são os principais objetivos do plano de negócios e crescimento com esta aquisição?

É uma promessa de compra e venda que deve passar pelas aprovações regulamentares antes de lançar a OPA. Portanto, não há planos de curto prazo. O que vem agora para nós é o entendimento do que é a Penta; compreender qual a cultura, estilo de gestão, pontos fortes e áreas de oportunidades. Com calma, vamos analisar e desenhar o melhor plano de negócios para a consolidação das operações.

O que se passa com a marca Penta e sua baixa reputação?

Estou ciente da exposição que a marca tem tido nos últimos tempos. Certamente é do nosso interesse mudar a marca o mais rapidamente possível. Mas temos que recorrer às normas para fazer este trâmite, mas a rapidez depende do regulador.

E quanto à infraestrutura e o pessoal da Penta Security?

Seguirá tudo igual até que tenhamos claro o plano de integração, o que ainda levará tempo.

Terão um edifício corporativo único?

Temos muitas coisas pela frente. Esta é uma delas, mas por agora não temos nada em vista.