O jornal Valor Econômico desta quarta-feira afirma que a turbulência política, o mercado ruim e algumas dúvidas sobre a modelagem das operações ameaçam jogar para o próximo ano os planos de oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da Caixa Seguridade e, talvez, do IRB Brasil RE, dizem fontes a par do assunto a jornalista Talita Moreira. A equipe do governo está envolvida na organização dessas emissões, pois espera obter recursos para cumprir a meta de ajuste fiscal. A oferta do IRB é estimada em cerca de R$ 3 bilhões e a da Caixa Seguridade, em cerca de R$ 10 bilhões, segundo fontes informaram à repórter. As operações serão secundárias com captação de recursos para os acionistas vendedores.
As duas operações já deveriam ter sido protocoladas na Comissão de Valor Mobiliários (CVM). A do IRB tem previsão de ser até o final deste mês. Já na Caixa a situação é mais delicada. O problema vai além da crise. Um dos investimentos da companhia é na Caixa Seguros, controlada pelo grupo francês CNP Assurances. A seguradora tem o direito de exclusividade para vender seus produtos na rede da Caixa até 2021. Estava em discussão a prorrogação desse acordo e quanto os franceses deveriam pagar por isso. O Valor apurou que essas conversas fracassaram.
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http://www.valor.com.br/financas/4175832/crise-politica-pode-adiar-ipos-para-2016


















