Rossi faz balanço de mandato na FIDES na abertura da XXXV Conferencia Hemisferica de Seguros

discurso_rossi_fides_gdFonte: CNseg

A XXXV Conferencia Hemisferica de Seguros da Federacion Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES) teve início oficialmente hoje, dia 26, em Santiago do Chile, com a palestra de abertura do Presidente da FIDES e da CNseg, Marco Antonio Rossi, que começou agradecendo às associações de seguros que o apoiaram ativamente na condução da instituição.

Rossi, cujo mandato à frente da FIDES se encerra durante o evento que vai até o dia 28, destacou, entre os passos para o cumprimento de sua missão, a reestruturação do site da Federação, concluída em abril de 2014, passando a funcionar como uma plataforma online de divulgação de temas de interesse para o mercado segurador latino-americano, em consonância com o contexto socioeconômico e os temas atuais na região.

A reestruturação do site, lembrou ele, também permitiu que fossem firmadas parcerias inéditas com empresas de consultoria, que se tornaram patrocinadoras da Fides, mediante a contrapartida de veiculação de publicidade no site, gerando receita adicional para a Fides e, ao mesmo tempo, oferecendo conteúdo de relevância para os membros.

Outra ação importante destacada foi a reativação dos Grupos de Trabalho, que já começaram a executar seus primeiros projetos, como o GT sobre Solvência, que está produzindo um mapa do estado dos regimes de solvência nos países membros, e o GT de Proteção do Consumidor, que já realizou um mapeamento das normas de proteção do consumidor de seguros e dos motivos mais frequentes de reclamação dos segurados.

Ainda em consonância com o objetivo de aprimoramento das relações de consumo de seguros, Rossi ressaltou a realização de pesquisa executada pela LIMRA sobre as Diretrizes da ONU sobre Proteção ao Consumidor, que contou com a participação de 129 empresas associadas tanto à LIMRA como à FIDES.

Outros projetos realizados pela Fides e lembrados por Rossi foram o de mapeamento da regulação do microsseguro nos países membros e o do “Seguro Agrícola para a América Latina”, fruto de parceria da Fides com o Banco Mundial, com o objetivo de minimizar o impacto econômico das mudanças climáticas na região e promover o desenvolvimento de produtos de seguro agrícola e instrumentos inovadores de gestão de riscos.

Durante seu mandato, no período de 2014 e 2015, o presidente da FIDES também disse ter tido a grata satisfação de dar boas vindas a quatro importantes players do mercado de seguros como novos membros aderentes da Fides: A Terra Brasis Resseguros, o IRB Brasil RE, a Markel Resseguradora e a ECHO RE, que fortaleceram o quadro de resseguradoras, juntando-se à Munich RE, Swiss RE, Transatlantic RE e Patria RE.

No encerramento de seu discurso, Rossi disse deixar uma boa safra de realizações graças à soma dos esforços de todos os envolvidos, ressaltando a solidez do trabalho de todos os que vieram antes dele, na partilha e na prática dos ideais da Federação, em prol do fortalecimento do mercado segurador latino-americano.
E para que a história de avanços e realizações da FIDES não se perca no tempo, Rossi anunciou a disponibilização do site da FIDES e da CNseg do Relatório de Atividades da FIDES 2014 – 2015, em espanhol, português e inglês.

http://ww3.cnseg.org.br/Public/fides/Relat_FIDES-WEB-PORT.pdf

Fides, um pouco de notícias de Santiago do Chile

Não fui na XXXV Conferencia Hemisferica de Seguros da Federacion Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES), que teve início oficialmente hoje, dia 26, em Santiago do Chile, mas arrumei um pouco de conteúdo do que está acontecendo por lá para quem quiser ler. Basta copiar o link e colar no endereço da web para ler o boletim da Inteligent Insurer, das Bermudas.

Além deste boletim, a CNseg publicou um post em seu portal com o discurso do presidente da Cnseg, Marco Antonio Rossi, e também da Fides, cargo que deixa no final deste congresso. Também no portal da CNseg, um link com os feitos da gestão de Rossi. Vale a leitura.

http://content.yudu.com/web/1aa0x/0A3xmqo/FIDM15/flash/resources/index.htm?referrerUrl=http%3A%2F%2Fcontent.yudu.com%2Fweb%2F1aa0x%2F0A3xmqo%2FFIDM15%2Findex.html

Caso Volkswagen deve gerar pedidos de indenizações, especialmente em D&O

Impacto da manipulação de emissões ainda não se reflecte nas vendas do grupo germânico
Impacto da manipulação de emissões ainda não se reflecte nas vendas do grupo germânico
Impacto da manipulação de emissões ainda não se reflecte nas vendas do grupo germânico

Fonte: Agências internacionais

Especialistas na área de seguros D&O consultados pela Reuters anteciparam que é provável que o caso Volkswagen gere importantes reclamações para as seguradoras que cobrem os diretores do grupo alemão. Eles apontam que uma empresa do porte do fabricante alemão geralmente contrata cobertura de cerca de 500 milhões de euros por ano.

Esse dinheiro, disseram os especialistas, seria usado para pagar as indenizações contra executivos da empresa por parte dos acionistas bem como dos gastos legais. Em todo caso, ressaltam geralmente este custo é distribuído entre mais de uma dúzia de seguradoras e resseguradoras.

Além disso, a Volkswagen teria que assumir os gastos uma vez que se supere o limite da apólice D&O, que normalmente não cobre multas e sanções.

O que é uma realidade é que a empresa terá que enfrentar as demandas por sua atuação. Como informou o jornal “El Mundo”, vários escritórios de advocacia na América do Norte começaram a apresentar demandas coletivas contra a Volkswagen pela fraude por emissões de seus veículos diesel e reclamam ao fabricante centenas de milhões de dólares em danos.

O fabricante alemão contratou os serviços do escritório de advocacia Kirkland & Ellis, o mesmo que defendeu a companhia petrolífera BP após o desastre da plataforma Deepwater Horizon em 2010 no Golfo do México na costa da Louisiana, nos Estados Unidos.

Nesse sentido, muitos escritórios de advocacia já anunciaram que estão investigando a apresentação de demandas dos acionistas da Volkswagen AG após a perda de valor das ações da empresa alemã. É o caso da Block & Leviston, que está investigando “se a Volkswagen enganou os investidores ao não revelar a sua intenção de ignorar os controles de emissões.”

Por outro lado, considera-se pouco provável que as seguradoras da Volkswagen cubram os custos relacionados com a retirada dos veículos afetados, como explicou à agência de notícias Richard Leedham, sócia de um escritório de advocacia em Londres

Mailson da Nobrega diz que recuperação econômica vai demorar até cinco anos

Mailson: Educação e produtividade devem puxar retomada do crescimento
Mailson: Educação e produtividade devem puxar retomada do crescimento
Mailson: Educação e produtividade devem puxar retomada do crescimento

Fonte: CNseg

O crescimento do Brasil deve continuar baixo, diz Maílson da Nobrega. “Vamos levar em torno de três a cinco anos para consertar essa crise que se instalou no país para voltarmos a crescer’, sentencia o economista em sua palestra de abertura do XI Seminário Internacional de Gerência de Riscos e Seguros, da Associação Brasileira de Gerência de Risco (ABGR), que começou hoje, em São Paulo, reunindo centenas de participantes para discutir temas relevantes da indústria de seguros e de interesse direto dos grandes consumidores de seguros.

Segundo ele, apesar da crise brasileira ser muito grave, está longe de levar a economia ou a política do pais próximo da situação da Argentina ou da Venezuela. Entre os inibidores de piora da crise Maílson da Nóbrega cita a reação da economia a mudanças de preços relativos e queda de juros a partir de 2016 e o baixo risco de crises cambiais e bancária. “Temos um sistema bancário forte e muito resiliente aos problemas que estamos enfrentando”, comentou. No lado social, a ampla rede de proteção social, com mais da metade da população com renda garantida, ameniza o risco de comoções sociais.

O imbróglio político, segundo Maílson da Nobrega, vai se alongar. “Impeachment é como bomba atômica. É para ter mas não é para usar, diz o ex-ministro. Em sua opinião, os efeitos de um processo de impeachment da presidente Dilma seria muito danoso ao Brasil. “O processo apresentado na semana passada está muito mal feito, com argumentos fracos e por isso ficará sendo questionado por um longo período”, diz. Para ele, o impeachment não afeta a crise econômica, que se mantém a mesma e demora de três a cinco anos para ser resolvido. Entre os riscos, novas quedas da nota de crédito do Brasil, que podem vir com a piora das contas caso não se consiga fazer o ajuste da dívida publica. “Na pior da situação, não haverá ruptura. Mas temos de nos preparar para um longo período de crise. A partir de 2019, há uma previsão de melhora muito grande”, afirma, citando que as conquistas do Brasil nas últimas décadas foram enormes. “Temos instituições sólidas, uma base industrial complexa e diversificada, um agronegócio competitivo. Tudo isso nos traz oportunidades incríveis para serem exploradas pelos empresários e colocar o Brasil nos trilhos”, diz.

O otimismo de Maílson da Nóbrega tem base no processo democrático instalado no Brasil, com voto eletrônico e um sistema de urna, segundo ele, totalmente blindado a fraudes. “Temos também um judiciário independente e isso é fundamental para o crescimento do Brasil. Temos também uma imprensa livre, que não se curva a pressão do governo brasileiro”, afirma.

Ele garante que o Brasil não volta mais a ter uma ditadura. O desafio agora é ficar rico. Entrar no clube dos ricos. A próxima a entrar neste seleto grupo é a Coreia do Sul. Essa é a nova realidade brasileira. “Só temos 25 países ricos no mundo”, afirma. “Eu tenho esperança de ver o processo de produtividade acelerado e também educação de melhor qualidade nas escolas”, diz.

O principal risco desse cenário traçado por ele não se confirmar é se a população eleger um demagogo. “Ai só rezando”, diz. Mas para o ex-ministro, o Brasil está predestinado ao sucesso e irá superar seus desafios, fazer as reformas para ganhar produtividade e ter uma mudança significativa de patamar a partir de 2019.

Sobre o evento: O X Seminário Internacional de Gerência de Riscos e Seguros, promovido pela Associação Brasileira de Gerenciamento de Riscos (ABGR), acontece de 21 a 23 de outubro na AMCHAM Business Center, situada à Rua da Paz, 1431, na Chácara Santo Antonio, em São Paulo (SP). Com tema central “A gerência de riscos no cenário globalizado”, o Seminário reunirá profissionais do mercado segurador, corretores, expositores, palestrantes e executivos de seguradoras. Entre os temas escolhidos para discussão com os gestores de riscos, a programação traz D&O – Aplicabilidade da Lei Anticorrupção: expectativas, Soluções Paramétricas; Regulação de Sinistros; e Enterprise Risk Management (ERM), visão global, com palestras de Álvaro Igrejas (Willis), Celso Júnior (Zurique) e Márcia Cicarelli (Demarest Advogados); Gestão de Risco Energético, com Rodrigo Violaro (Swiss Re Corporate Solutions), Victor Garibaldi (MDS) e Márcia Ribeiro (Light).

SulAmérica reforça atendimento na região Sul durante período de fortes chuvas

chuvas sulRelease

Com o aumento das chuvas e vendavais na região Sul em outubro, a SulAmérica reforçou sua operação de atendimento aos segurados nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A região registrou um aumento de 53% no total de sinistros nas três primeiras semanas do mês, em relação ao mesmo período do ano passado. As ocorrências referem-se aos seguros residencial, condomínio, empresarial (especialmente pequenas e médias empresas) e auto, e estão relacionadas principalmente às fortes chuvas e suas consequências, como destelhamentos e danos causados por granizo.

Para agilizar o acionamento das assistências e o pagamento das indenizações, a seguradora ativou seu plano de contingência, reforçando a atuação dos canais de atendimento e levando às áreas atingidas vistoriadores com protocolos especiais para a liquidação dos sinistros causados pelos eventos climáticos.

“Nosso principal objetivo em situações como estas é promover com rapidez a volta à normalidade para as famílias e empresas atingidas pelas chuvas e vendavais. Quanto antes elas conseguem voltar às suas rotinas, menor será o impacto desse evento em suas vidas”, afirma o diretor da Regional Sul da SulAmérica, Gilson Bochernitsan.

Em caso de sinistro, é necessário que o segurado acione a seguradora por meio da Central de Atendimento 24h (telefones 4004-5903, para capitais e regiões metropolitanas, e 0800-970-0200 para demais localidades; site www.sulamerica.com.br).

Porto Seguro Viagem fecha parceria com Fenactur e passa a ser oferecido também em agências de turismo

Release

A partir de outubro de 2015, mais de 20 mil agências de turismo no País podem se tornar representantes do Seguro Viagem, do Porto Seguro Viagem. A parceria com a Federação Nacional de Turismo (Fenactur) possibilita ao cliente o acesso 100% on-line para cotações de seguro viagem de forma rápida e prática.

A venda direta do produto existe desde 2011 e com essa novidade o cliente que está fechando um pacote de turismo passa a ter mais um canal disponível. Segundo a superintendente comercial de Vida e Previdência, Fernanda Pasquarelli, a novidade expande os canais de oferta. ″É importante ressaltar que com mais esse canal o viajante pode optar por onde deseja contratar o serviço, se pela agência de turismo no ato da compra do pacote, pelo nosso site ou pelo Corretor″.

O Porto Seguro Viagem possui diversos tipos de planos que atendem às necessidades de cada viajante e de cada região de destino, contendo limites de coberturas de acidentes pessoais, cancelamento e interrupção de viagem, extravio de bagagem, além disso, coberturas como despesas médicas hospitalares e/ou odontológicas, traslado médico, entre outras, que poderão ser utilizadas via serviços de assistência no mundo inteiro.

O serviço também oferece o conforto dos serviços de Concièrge do Porto Viaje Bem, que permite atendimento diferenciado para a confirmação de reservas em restaurantes e hotéis, indicação para locação de carro, orientações sobre as principais atrações e pontos turísticos do local de destino, viabilização para que o turista compre ingressos para os melhores espetáculos, parques, jogos, museus, entre outros. Disponível a partir da contratação do seguro, independente da data de viagem.

″A parceria com a Fenactur teve como objetivo unir esforços para que o viajante tenha o Porto Seguro Viagem como opção por meio das agências de turismo. Assim, estamos levando ao viajante a opção em adquirir um produto moderno, aderente às necessidades do viajante, em um canal que tem tudo a ver com o melhor momento da oferta ao cliente, já que aconselhamos adquirir o Seguro Viagem a partir do momento em que o viajante compra a passagem ou o pacote de viagem″, complementa Fernanda.

Para mais informações sobre o Porto Seguro Viagem acesse o site:

http://www.portosegurosaude.com.br/seguros/seguroviagem

Gringos querem comprar no Brasil

Os gringos querem comprar no Brasil. Somente em outubro, tradicional mês de construção do orçamento do próximo ano e também de gastar os recursos que sobraram em caixa do ano corrente, vários CEOs comentaram que o Brasil é foco da estratégia mundial do projeto de expansão da matriz. Foi assim com HDI, Zurich, Mitsui e agora com a AXA. A Agência Estado publicou entrevista com a francesa AXA, na qual Philippe Jouvelot, presidente da Axa no País, diz que o momento é “mais fácil” para começar uma operação no Brasil diante do câmbio, que é favorável, e o retorno, beneficiado pelos juros altos. Depois de dois anos e meio de estudos, a francesa emitiu a primeira apólice em janeiro.

Nos últimos cinco anos, a companhia, que soma 1,3 trilhão em ativos ao redor do globo, comprou 20 empresas no mundo. Agora, favorecida pela desvalorização do real, mantém apetite para aquisições no Brasil e vê no sistema de saúde local uma oportunidade futura de negócio. “Com o câmbio favorável, tudo que você compra sai mais barato. O dinheiro investido dá mais lucro. Colocamos meio bilhão de reais (no País) e o retorno é de 14,25% no lugar de 8% antigamente. Para uma seguradora que gosta de entrar no longo prazo, não tem melhor momento”, avalia Jouvelot, em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.

Questionado, o francês, que tem 30 anos de Axa, prefere não comentar transações em andamento. Fontes dizem que AIG e Pan Seguros, de BTG e Caixa, estariam no páreo final da disputa.

Evento da Zurich sinaliza que o “Brasil do Futuro” surgirá tão breve quanto forem tomadas as definições políticas

Baltis: estamos aqui sedimentando as bases de uma parceria duradoura
Baltis: estamos aqui sedimentando as bases de uma parceria duradoura

O Brasil do Futuro. Esse foi o tema escolhido para o tradicional encontro anual Zurich Corporate Conference 2015, realizado nos dias 21 e 22 de outubro, no Guarujá. Com qualquer executivo do grupo que se converse, é nítido o olhar otimista para o país. Um país gigante, população jovem, com baixo consumo per capita de seguros, arcabouço regulatório em mutação com base em regras internacionais, empresas brasileiras buscando a globalização e multinacionais disputando negócios locais. “Escolhemos esse tema porque acreditamos no Brasil, um dos principais mercados do mundo para a Zurich”, diz Emanuel Baltis, CEO de Global Corporate da Zurich para o Brasil.

Talvez mais do que otimismo, os executivos nutrem pelo país algo que o povo brasileiro atualmente perdeu, a ternura. Assim como todos os estrangeiros, eles querem negócios. Mas não a qualquer preço, afirma Baltis, sem se referir ao custo do seguro. “O Brasil é um dos maiores mercados do mundo em potencial de crescimento. Fazemos negócios aqui há mais de três décadas e sabemos que este não é um país para iniciantes. Temos uma visão de longo prazo e sabemos que no curto prazo se tem volatilidade. E estamos aqui sedimentando as bases de uma parceria duradoura”, enfatiza o executivo que também preside a Câmara de Comércio Suíço-Brasileira.

Recentemente o grupo Zurich desistiu de comprar a inglesa RSA numa oferta mundial que superou US$ 5 bilhões. Apesar de ter dinheiro em caixa e apetite por aquisições, os executivos locais falam apenas em crescimento orgânico, sem descartar que qualquer boa oportunidade de empresas em sintonia com a filosofia do grupo será analisada. O foco é ter negócios duradouros e isso exige técnica e relacionamento. “Uma rotina global adotada pelo grupo que atua em mais de 170 países e tem 143 anos de existência”, afirma Baltis, doutor em subscrição, acrescentando que todos os executivos em cargo de comando têm formação técnica e também são treinados em gestão de relacionamentos. A exemplo do CEO de Seguros Gerais David Colmenares, PhD em atendimento e que assumiu o cargo no final do ano passado.

As crises vão e vem e a Zurich sempre estará aqui, diz Colmenares
As crises vão e vem e a Zurich sempre estará aqui, diz Colmenares

Colombiano, ele dedicou os últimos 20 anos aos segurados do grupo com perdas em situações caóticas da América a Ásia, como o terremoto que destruiu o Chile em 2010, bem como ajudou os sobreviventes do terremoto seguido de tsunami que vitimou mais de 143 mil pessoas no Japão em março de 2011. “Impressionante, que onde eu chegava tinha de atender uma catástrofe, tanto natural como feita pelo homem como foi quando estive na Argentina em 2003, quando foi adotado o câmbio de 1 peso para 1 dólar, que me deixou também PhD na gestão de economias com inflação elevada. Minha visão local e global agora está disponível aos brasileiros”, diz ele em conversa com o blog Sonho Seguro.

Para que os negócios sejam duradouros, a seguradora investe em oferecer aos parceiros educação em forma de prevenção, bem como treinamento e tecnologia de última geração para lapidar o conhecimento, gerenciamento e técnicas de mitigação de riscos. O grupo suíço é um dos investidores no Vale do Silício em “predict analytics”, que envolve o estudo da Big Data. “A crise abre oportunidades para revermos conceitos e contratos. Nesse campo inovador nossos clientes podem se beneficiar de uma precificação de riscos mais transparente e análises de seus riscos, bem como benchmarking, baseado em Peers na sua indústria de modo global”, comenta Werner Stettler, vice-presidente de global corporate Brasil, que deixa a companhia depois de 30 anos atuando no grupo, 28 deles no Brasil, e passa o bastão para Baltis.

A expectativa dos executivos da Zurich é que o imbróglio político do Brasil se resolva dentro do processo democrático. Para isso, convidou palestrantes de peso para auxiliar a plateia, formada por clientes e corretores, a ter mais clareza dos problemas e das soluções que podem ser dadas nos próximos meses.

Por ser uma crise originada na política e que está arrastando a economia, a primeira a falar foi a ministra Ellen Gracie, que expôs sua opinião sobre as possíveis formas do Brasil sair desta crise nunca vista antes no país. “Não gostaríamos de estar passando por essa realidade, mas o importante é que estamos aqui fazendo debates como esse para entender as dificuldades jurídicas e suas soluções”, comentou ela a uma plateia formada por executivos que atuam na indústria de seguros global.

Rabello, Ellen e Gaudêncio: o Brasil tem jeito
Rabello, Ellen e Gaudêncio: o Brasil tem jeito

A ministra descartou que Dilma Rousseff renunciará do cargo de presidente, restando judicialmente outras medidas para tirá-la do poder, como o pedido de impeachment conduzido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, diante das pedaladas fiscais, ou o impedimento, caso o Tribunal Eleitoral julgue procedente o processo que corre em segredo de Justiça, no qual se apura abuso do poder econômico, corrupção e fraude na campanha presidencial. “A solução da nossa crise será política e essas são as soluções jurídicas”, afirmou.

O economista Paulo Rabello de Castro mostrou indicadores macroeconômicos realmente assustadores, com encargos da dívida pública projetados em R$ 530 bilhões para 2015. “Não tem como trazer a vocês um cenário adocicado . E se nada mudar em razão do imbróglio politico que trava a economia, em 2016 teremos outros R$ 530 bilhões. Mais de R$ 1 trilhão”, destaca o economista num tom de verdadeira urgência de mudança. “O risco de 2016 é o da explosão das frustrações da população brasileira que foi estimulada a consumir e agora não pode ligar sua geladeira nova porque a conta de luz está cara, membros da família sem emprego e as notícias mostram um escândalo sem precedentes de corrupção”, ressaltou.

Rabello afirmou à plateia que é preciso que os empresários digam basta,. “Digam basta e assim poderemos começar a tirar o Brasil desta crise e tirar a sociedade de tamanha acomodação com esse cenário que vai explodir em 2016. Temos de sair dessa acomodação de esperar que o mundo se acabe para ver como fica. Vamos desengavetar o Brasil. É possível. Precisamos de mais entidades como a Confederação Nacional das Seguradoras. A CNseg tem se mexido muito em Brasília com uma agenda positive para tirar o Brasil deste cenário, mas ela sozinha é pouco para o tamanho desta crise”, diz.

Qual é a primeira imagem que me vem à cabeça quando penso no Brasil? “De um carro atolado em Cabrobó, em Pernambuco”, brinca o jornalista politico e professor Gaudêncio Torquato. “Enquanto todos ficam buscando culpados, o país se afunda ainda mais. Precisamos desatolar o Brasil”, diz. Ele, que faz análise politica há 30 anos, afirma nunca ter visto uma crise tão grave. Segundo ele, o país vive o esgotamento de um ciclo de 12 anos, com a saturação do ciclo da velha politica, com abandono de reformas estruturais, serviços públicos deteriorados, falta de investimento em infraestrutura, empregos de baixa qualidade, desindustrialização.

Os efeitos positivos da crise também foram destacados por Gaudêncio, que citou o efeito educativo da Lava Jato, uma maior transparência aos negócios, a conscientização ética, a democracia participativa e a certeza de que o Brasil precisa de reformas para seguir a trilha do sucesso. “O que se percebe é o desmonte da equação da era Lula, de boom do credito e do consumo e que ele apelidou de “bo ba co ca”. Traduzindo: bolso cheio, barriga satisfeita, coração agradecido e cabeça feliz. O desmonte significa bolso vazio, barriga insatisfeita, coração triste e cabeça vazia.

Torquato acredita que o estouro da boiada, ou seja, o pior, ainda virá. “Quando os bolsos das camadas mais carentes ficarem ainda mais vazios, teremos manifestações de verdade. Manifestações por meio do voto para prefeitos. A mudança começará na municipalidade e avançará para tornar o Brasil um país melhor. No entanto, mudar a cultura de um país marcado por um colonização predatória leva tempo”, arremata o cientista politico.

A ministra Ellen Gracie concorda, mas destaca: “O sistema judiciário e eleitoral já criaram a base da democracia, tornando o voto obrigatório e consolidando voto eletrônico em todo o país. Temos um sistema eleitoral moderno e de confiança. Cada vez que alguém coloca em cheque a autenticidade das urnas eletrônicas é investigado e nada se comprova. Agora os brasileiros realmente precisam ter candidatos com propostas para votar. Não adianta tudo o que temos se não há bons candidatos e boas propostas”, diz a ministra, que assim como seus colegas palestrantes, afirma: “A educação do povo é a base e a solução para qualquer sociedade democrática”.

O grupo tem claro que o Brasil é um país estratégico dentro da expansão internacional. Não estamos apostando no Brasil. “Estamos construindo relações comerciais de longo prazo com nossos parceiros. Estamos construindo a sustentabilidade dos negócios com empresas que estão na mesma sintonia do grupo. Com grupos interessados em conhecer riscos, preveni-los e mitiga-los, tornando suas corporações resilientes a qualquer tipo de crise”, finalizou Baltis.

Corretores de seguros vão às ruas para esclarecer o atendimento gratuito do DPVAT

Release

dpvatCom o objetivo de informar a população sobre o direito ao DPVAT, em caso de acidentes, além de enfatizar a atuação da categoria no atendimento gratuito à população, o Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) lança a campanha “DPVAT – Corretores de Seguros Juntos com Você”, que contará com o apoio da ONG Terapeutas do Trânsito na distribuição de folhetos informativos e lixeirinhas de carro. Além da capital, 25 cidades do interior paulista, nas quais o Sincor-SP possui escritórios regionais, estão no roteiro da iniciativa.

“Ao enfatizar que o atendimento do DPVAT é um direito e que os corretores de seguros estão à disposição de vítimas e familiares para orientar sobre o recebimento do seguro sem qualquer custo, estamos destacando, mais uma vez, nosso papel como agentes do bem-estar social”, explica o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

As intervenções urbanas começam pela zona Norte de São Paulo, nesta segunda-feira (26), a partir das 12h30, no cruzamento das avenidas Engº Caetano Alvares com Voluntários da Pátria. Às 17h30, os corretores de seguros e integrantes da ONG Terapeutas do Trânsito estarão no cruzamento da Rua Curuçá com a Avenida Guilherme Cotching.

“Os objetivos dessa mobilização estão em perfeita sintonia com a missão do corretor de seguros, que é contribuir na proteção de pessoas e bens, em linha também com o propósito de aprofundar esforços que visam minimizar os danos causados pelos acidentes de trânsito”, afirma o diretor da Regional Zona Norte do Sincor-SP, Marco Antonio Cabral.

O coordenador do departamento Social do Sincor-SP, Luiz Morales, explica que poucos conhecem a dinâmica para atendimento do DPVAT, que é um direito de todas as vítimas. “Uma das consequências mais nefastas desse desconhecimento é o aparecimento, em momento delicado para as pessoas e para os familiares, de pessoas inescrupulosas, que se valem da situação para intermediar o atendimento desse seguro, cobrando uma porcentagem por algo que não deve ter custo financeiro algum”, diz Morales.

Fragilizados pela tragédia, muitos aceitam a interferência. Em lucrativo golpe, os intermediários cobram 30% do valor da indenização. Assim, por exemplo, nos casos de morte ou invalidez permanente, embolsam mais de R$ 4 mil, uma vez que a indenização é de R$ 13.500. Já o Sincor-SP, por meio de seus 30 escritórios regionais, oferece um serviço gratuito de orientação à população além de auxiliar, também sem ônus, na entrada e andamento dos processos para atendimento dos valores.

SOBRE O DPVAT

O DPVAT – Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres foi criado por lei federal em 1974. Indeniza por morte ou invalidez (parcial ou total) permanente e reembolsa despesas comprovadas com atendimento médico-hospitalar.

Refere-se exclusivamente a danos pessoais causados por acidentes de trânsito, inclusive causados por queda de carga, e não prevê cobertura de danos materiais causados por colisão, roubo ou furto de veículo.

A obrigatoriedade é que garante o pagamento, em todo o território nacional, da indenização a motoristas, passageiros (veículos de passeios ou coletivos) ou pedestres vítimas de acidentes independentemente de apuração de responsabilidade ou identificação do veículo.

O valor arrecadado tem a seguinte distribuição:

50% pagamento de indenizações, constituição de reservas e despesas operacionais.

45% SUS – Sistema Único de Saúde

5% DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito – para investimento exclusivamente em programas de prevenção de acidentes de trânsito.

Valores das indenizações:

R$ 13.500 – por morte

Até R$ 13.500 por invalidez permanente. O Valor é definido conforme a gravidade das sequelas e de acordo com os percentuais da tabela de seguro da Lei 6.194/74.

Até R$ 2.700 de reembolso por despesas médico-hospitalares. Valor variável conforme a soma das despesas cobertas e comprovadas, aplicando-se os limites definidos nas tabelas autorizadas pela Susep.

HDI Seguros desloca equipe de atendimento para auxiliar moradores de Chapecó atingidos por temporal

hdiRelease

A HDI Seguros organizou operação de emergência para atender aos segurados afetados pela chuva, vendaval e granizo que atingiu o município de Chapecó, na região Oeste de Santa Catarina, na madrugada desta quinta-feira, 22 de outubro. Uma equipe de funcionários foi deslocada para a central Bate-pronto, localizada na rua São João, 90 E, e trabalhará nos próximos dias para agilizar o atendimento aos segurados que tiveram casas e veículos danificados.

Mais de mil residências sofreram estragos devido ao temporal, o que afeta cerca de 4 mil moradores, de acordo com a Defesa Civil local. “A partir deste sábado (24) uma equipe extra estará na unidade Bate-pronto para prestar informações e registrar sinistros. A operação especial tem como objetivo acelerar o máximo possível a recuperação dos bens dos segurados”, explica Frank Nelson Ohi, diretor de sinistros da HDI Seguros.