Braço segurador gera 29,2% do lucro do banco Bradesco

bradesco logoO dia começa com o balanço do banco Bradesco, sem trazer ainda resultados do HSBC pois a negociação ainda aguarda aprovação dos órgãos reguladores. O segundo maior banco privado do Brasil registrou lucro líquido ajustado no período de nove meses de 2015 de R$ 13,3 bilhões, alta de 18,6% em relação ao mesmo periodo de 2014, sendo R$ 3,8 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 29,2% do total. O lucro líquido do braço segurador no 3o trimestre de 2015 totalizou R$ 1,3 bilhão (R$ 1,2 bilhão no 2o trimestre de 2015) e de 24,5% comparado aos R$ 1,05 bilhão do terceiro trimestre de 2014. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido ajustado foi de 26,8% no terceiro trimestre deste ano.

Os prêmios emitidos de seguros, contribuição de previdência e receitas de capitalização foram de R$ 45,4 bilhões no período de nove meses de 2015, evolução de 18,6% em relação ao mesmo período de 2014. As provisões técnicas alcançaram R$ 168,6 bilhões, apresentando uma evolução de 15,5% em relação ao saldo de setembro de 2014, segundo dados acessados pelo blog Sonho Seguro na divulgação dos resultados. No comparativo entre o 3o trimestre de 2015 e o mesmo período do ano anterior, houve incremento de 17,2% nos prêmios emitidos, contribuição de previdência e receita de capitalização. Segundo nota do grupo, o crescimento das vendas no acumulado do ano foi influenciado pelos produtos de “Vida e Previdência” e “Saúde”, que apresentaram crescimento de 26,0% e 20,7%, respectivamente.

Abaixo release divulgado pelo grupo:

Faturamento do Grupo Bradesco Seguros cresce 18,6% no ano, atingindo R$ 45 bilhões

O Grupo Bradesco Seguros, com atuação multilinha no mercado segurador brasileiro e presença em todas as regiões do país, fechou os nove primeiros meses de 2015 com faturamento de R$ 45,5 bilhões, o que representa crescimento de 18,6% sobre igual período do ano passado, nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. O lucro líquido registrou evolução de 22,5% na mesma base de comparação, totalizando R$ 3,9 bilhões, com Retorno sobre o Patrimônio Líquido Ajustado de 24,7%.

Na comparação com os nove primeiros meses de 2014, os segmentos que apresentaram evolução acima de 20% são: Vida e Previdência (26%) e Saúde (20,7%).

– O Grupo Bradesco Seguros está fortemente comprometido com o processo de evolução e transformação da indústria e da cultura do seguro no Brasil. Não apenas pelo papel que exerce no setor, com um quarto de market share, mas também por suas iniciativas em termos de criação de produtos, inovação e investimentos em tecnologia, e por sua presença em todos os municípios brasileiros – afirma o Presidente do Grupo Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi.

No segmento Saúde, todos os produtos apresentaram evolução, com destaque para a carteira de pequenas e médias empresas, que atingiu a marca de um milhão de vidas. No total, são mais de 4,5 milhões de segurados em Saúde, consolidando a liderança do Grupo em faturamento no mercado brasileiro de saúde suplementar.

De janeiro a setembro de 2015, os ativos financeiros alcançaram a marca de R$ 182 bilhões, equivalentes a cerca de 30% do total administrado pelo mercado segurador brasileiro, enquanto as provisões técnicas apresentaram considerável aumento, alcançando R$ 168,6 bilhões, contra R$ 145,9 bilhões no mesmo período de 2014.

– Esses resultados decorrem diretamente das estratégias de atuação implementadas nos últimos anos, no sentido de unificar nossas linhas de negócios e ampliar a sinergia dentro do Grupo Bradesco Seguros, a fim de possibilitar a obtenção de resultados, ainda melhores, em nossa atuação – destaca o Presidente do Grupo segurador.

Segundo Rossi, uma ação concreta voltada para o incremento da sinergia do Grupo foi o desenvolvimento, com investimentos expressivos em Tecnologia da Informação, de um novo sistema operacional, cujo objetivo é assegurar, de forma ágil e eficiente, o aprimoramento de uma visão única do cliente, levando em conta todas as suas necessidades de proteção como segurado.

Um exemplo dessa nova visão comercial vem do segmento Saúde. No primeiro semestre de 2014, de todos os planos de saúde corporativos comercializados, 26% contavam com o produto odontológico. Este ano, no mesmo período, esse número saltou para 43%. O ganho de sinergia resultante dessa reestruturação já representou, nos primeiros nove meses de 2015, cerca de R$ 1,8 bilhão.

Merece destaque, também, a melhora do Índice de Eficiência Administrativa, que, na comparação do terceiro semestre de 2015 com igual período do ano passado, passou de 4,6% para 4,3% – quanto menor o índice, melhor a performance.

Pelo 14º ano consecutivo, a marca Bradesco Seguros – patrocinadora oficial dos Jogos Rio 2016, com o Banco Bradesco, e seguradora oficial do evento – foi apontada pelo Instituto Datafolha como Top of Mind na categoria “Seguros”. O reconhecimento é concedido anualmente às marcas mais lembradas pelo consumidor.

Argo Seguros recebeu mais de 200 corretores para apresentar as novidades ao mercado de seguros

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O Protector, plataforma digital da Argo Seguros Brasil, realizou no dia (27/10), o 3º Encontro de Corretores Protector, no Novotel Jaraguá. O evento foi um sucesso, contando com mais de 200 corretores parceiros que puderam conhecer de perto as novidades e tendências do mercado, com profissionais renomados levando conhecimento e experiências que podem servir como ideias para ultrapassar os desafios do setor nos dias de hoje.

Com abertura do CEO da seguradora, Pedro Purm, o evento deu início com uma visão e panorama geral do diferencial que a Argo Seguros, junto com o Protector, oferece ao mercado, buscando sempre levar serviços de forma inovadora e descomplicada para a comercialização do seguro. Com a palavra, Roberto Uhl, Gerente de Canais Digitais da Argo Seguros, esteve à frente do evento apresentando a plataforma digital Protector.

“A plataforma foi lançada no mercado com o principal objetivo de trazer uma experiência inovadora para os corretores e segurados, um sistema de contratação de seguro online ágil e fácil. Com a plataforma Protector é possível fazer a contratação em 05 minutos. Hoje já conseguimos registrar mais de 2 mil downloads do aplicativo, 14 mil segurados, 2 mil corretores parceiros, e nossa expectativa é agregar cada vez mais funcionalidades que permitam ao corretor vender mais”, explica Roberto Uhl.

A equipe de mulheres da seguradora, Ana Mello, Janete Tani e Luciana Bakker, ficou responsável pelas novidades da Argo, com o lançamento de novos seguros que devem ampliar o leque de atuação da empresa no mercado. Recentemente foi lançado o Protector Empresarial, seguro voltado para escritórios e consultórios com amplas coberturas e serviços de assistência; e o Protector Bikes, para bicicletas esportivas. Até o final do ano a expectativa é de lançar outros dois seguros, Protector Equipamentos e Protector Reformas.

Eduardo Pitombeira, Head of Digital Product Design da Argo Group, em Nova Iorque, EUA, trouxe ao evento uma visão global do que o mercado segurador vem trabalhando em tecnologia e inovação. Rafael Fragnan, Gerente de Sinistros da Argo Seguros, apresentou números registrados e casos reais no mercado de sinistros, esclareacendo dúvidas com os corretores presentes no evento.

Dentre os palestrantes convidados, estiveram presentes a corretora de seguros Cláudia Simplício, com mais de 15 anos de experiência no mercado, que mostrou como foi possível levantar sua corretora com poucos recursos investindo no mercado digital e apostando em SEO, Facebook Ads e YouTube. E, Dado Schneider, Mestre e Doutor em Comunicação pela PUC/RS, revelou um olhar bem-humorado sobre o mercado tecnológico e o acelerado processo de mudança.

SulAmérica Garantia de Aluguel ganha aplicativo para smartphone

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A SulAmérica lançou uma novidade para as imobiliárias que integram as carteiras dos corretores parceiros da seguradora: o aplicativo SulAmérica Garantia de Aluguel. Pioneiro no mercado imobiliário, o app traz informações sobre as diferentes modalidades de garantia locatícia, além de permitir fazer simulações do Garantia de Aluguel no smartphone ou tablet com mobilidade e praticidade aos usuários.

O app está disponível nas lojas Google Play (Android) e App Store (iOS). Com navegação simplificada e atrativa, a ferramenta possibilita que se compare o SulAmérica Garantia de Aluguel, solução de garantia locatícia com outras opções disponíveis no mercado, como fiador, depósito e seguro-fiança. Há ainda informações adicionais sobre o produto e um vídeo que destaca seus diferenciais, como o retorno de 100% do valor pago pelo título e os sorteios mensais.

“A inovação está sempre presente na SulAmérica, que criou o Garantia de Aluguel e agora traz mais um diferencial para o corretor trabalhar junto a esse público”, destaca o vice-presidente de Capitalização da SulAmérica, André Lauzana. “O mercado imobiliário traz diversas oportunidades de novos negócios, e tanto o produto quando o aplicativo podem ser instrumentos de aproximação para potenciais clientes.”

Sem burocracia, o SulAmérica Garantia de Aluguel dispensa análise de crédito do locatário na aquisição e na renovação anual, possui renovação automática e conta ainda com a Assistência Residencial (serviços como chaveiro, eletricista, encanador etc.) e uma ampla rede de descontos em empresas parceiras. Já imobiliárias e locadores podem contar gratuitamente com a Assistência Locatícia, que oferece auxílio para cobrança de aluguel e de taxas em atraso ou até eventual desocupação do imóvel alugado.

Especial “Seguros” – Valor Econômico

arte valorO Valor traz um especial sobre seguros, que dá uma dimensão ao leitor da importância da indústria de seguros mundial e o grande potencial do Brasil, visto como um dos mercados mais atraentes do mundo. O mercado segurador brasileiro deve fechar 2015 com um crescimento de 12% nominais, completando, assim, seis anos consecutivos de expansão de dois dígitos. O resultado foi a conquista de um marco histórico: em junho, pela primeira vez, os ativos das seguradoras ultrapassaram os dos fundos de pensão.

Boa leitura! O link do especial segue abaixo:

http://www.valor.com.br/especiais/suplemento?tid=5319&date=20151028

Fusões e aquisições – De janeiro de 2014 até julho de 2015, foram noticiadas mais de 30 negociações mundiais envolvendo seguradoras, resseguradoras e corretoras. Em julho, o presidente-executivo da ACE, Evan Greenberg, surpreendeu o mundo ao fazer uma oferta de US$ 28 bilhões para comprar a Chubb. Em setembro, a colombiana Suramericana, da qual a Munich Re detém 18% do controle, fez uma proposta pelas operações da inglesa RSA na América Latina . Ambas envolvem o Brasil, que foi protagonista de 13 negociações listadas no estudo da KPMG. “Outras conversas estão em andamento, podendo ainda ser fechadas neste ano”, diz David Bunce, s&oacu te;cio da consultoria, sem poder revelar detalhes.

Corretores – No atual cenário recessivo, as corretoras precisam, o quanto antes enxugar custos, voltar a prospectar clientes e estar atentas a oportunidades de desenvolvimento em carteiras diferentes das habituais. Sem dúvida, o caminho mais curto para isso é ofertar diferentes produtos para os clientes que fazem parte do seu cadastro e relacionamento, afirma Robert Bittar, presidente da Escola Nacional de Seguros.

Bolsas – Em todo os mercados do mundo, os papéis que compõem o setor de seguros estão sempre entre os mais procurados porque são extremamente sólidos. Elias Zoghbi, sócio-líder da indústria de seguros da Deloitte no Brasil, explica que a base do modelo de uma seguradora é trazer um papel com mais solidez, conta o Valor.

Paramétricos – “O clima mudou as estações. A internet das coisas transformou as relações. Temos acordos como o Transpacífico, no qual o produto final é fruto de uma produção em cadeia mundial, com riscos diversos em diferentes países. O seguro de responsabilidade civil solicitado pelo portal Airbnb viabiliza o aluguel de imóveis em mais de 190 países. Como calcular o preço para usuários de diversas nacionalidades, crenças, cultura política e social? A indústria tem de inovar para se manter em crescimento”, comenta Ângelo Colombo, CEO da Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil (AGCS Brasil) .

Infraestrutura – Um dos resultados da Operação Lava-Jato foi demonstrar a necessidade de revisão do seguro garantia de obras de infraestrutura. A operação policial, que desvendou uma rede bilionária de corrupção envolvendo a Petrobras e as principais construtoras do país, paralisou uma série de obras que estavam contratadas com as empresas envolvidas nas denúncias.

Cyber – O Brasil ainda engatinha na oferta de seguros contra crimes cibernéticos, mas a tendência é de crescimento da demanda nos próximos anos com a percepção do aumento de risco e do surgimento de novas ameaças às empresas. Por enquanto, AIG Brasil e XL Catlin são as únicas seguradoras que vendem produtos no mercado nacional. A Argo Seguros Brasil planeja entrar na disputa a partir de 2016.

Automóvel – Com o pé no freio. É assim que se comporta o mercado de seguros de automóveis neste ano, que sofre com a expressiva retração na venda doméstica de veículos novos, principal componente dos negócios desse segmento. Os dados mais recentes da Anfavea, entidade que representa as montadoras, apontam queda de 22,7% nas vendas até setembro ante o mesmo intervalo do ano passado, com 1,95 milhão de unidades emplacadas no período, pior número da indústria automobilística em oito anos.

Vida – Aos poucos, o brasileiro começa a abandonar uma característica que ainda lhe é atribuída: ele investe em segurar o seu carro, mas não faz seguro de vida. Essa área não apenas está se expandindo, como lidera (e impulsiona) a categoria de seguro pessoal da qual faz parte. Para executivos do mercado, trata-se de uma mudança comportamental dos últimos anos que combina um trabalho de conscientização e educação financeira feito pelas seguradoras e outros agentes econômicos, melhora no poder aquisitivo da população e uma remodelação dos produtos. Nem mesmo a crise econômica parece afetar fortemente esse seg mento que trabalha com projeções de expansão este ano.

D&O – Durante uma década, executivos de seguradoras se desdobraram para construir a cultura do risco de responsabilidade civil nos executivos brasileiros e assim venderem o seguro conhecido mundialmente como Directors e Officers, que visa proteger o patrimônio do executivo em caso de demandas judiciais por má gestão. Em 2005, quando o produto estava consolidado em países da Europa, Japão e Estados Unidos, o Brasil engatinhava, com R$ 85 milhões em vendas. Só ; as empresas listadas na Bolsa de Nova York se interessav am por comprar a apólice.

Condomínios – As notícias de assaltos a condomínios já são corriqueiras no Brasil, mas sempre aumentam a sensação de insegurança e ajudam a impulsionar as vendas de sistemas de proteção e de coberturas adicionais de seguros. Hoje, soma-se a essa ameaça a percepção do risco relacionado a outros eventos, como impacto de queda de aeronaves e explosões de gás foi vasto o noticiário sobre a queda, no ano passado, sobre prédios em Santos, do jatinho que matou o e ntão candidato à Presidência Eduardo Campos, e sobre os casos de vazamento de gás que interditaram um conjunto de edifícios residenciais e um quarteirão inteiro no Rio de Janeiro. Eventos climáticos extremos agora também entram nesse cenário, informa o Valor.

Eletrônicos – A popularização dos dispositivos móveis fez surgir a necessidade de proteção contra os riscos inerentes ao seu uso e abriu caminho para que algumas seguradoras incluíssem a carteira de eletrônicos em seu portfólio de ofertas. A Porto Seguro e a QBE Brasil, por exemplo, atuam no ramo há oito anos, oferecendo cobertura a danos físicos e subtração de smartphones, tablets e notebooks.

Solvência – O mercado segurador brasileiro se aproxima ano a ano dos padrões contábeis internacionais, exigência global que tem dado muito trabalho aos órgãos reguladores e às seguradoras do mundo inteiro. Um marco no assunto é o início da Solvência II na Europa a partir de 2016 e que traz impactos no Brasil. “Muito se fala neste tema, mas poucos sabem o que isso significa”, comentou Roberto Westenberger, titular da Susep.

Transportes – A crise econômica e a desvalorização cambial tiveram efeitos inversos sobre o mercado de seguros de transportes, segundo especialistas de algumas das mais importantes empresas que atuam no segmento ouvidas pelo Valor. Enquanto o ambiente recessivo repercutiu imediatamente no mercado de transportes nacionais (embarcadores), fazendo as receitas de prêmios caírem 14% de janeiro a agosto em relação ao mesmo período do ano passado, a maior competitividade das exportações trazida pelo real desvalori zado elevou em 14% no mesmo período o faturamento do setor com transportes internacionais.

TI – Um seguro de transporte de cargas contratado on-line? Uma apólice de seguro de vida emitida pela internet? Embora a era do bom e velho papel timbrado e assinado prevaleça para consolidar negócios no setor de seguros, estudo sobre digitalização e loyalty com 3,5 mil clientes da Bain & Company, entre eles brasileiros, aponta que os mesmos 65% que ainda hoje fecham contratos de forma tradicional, projetam lançar mão, em cinco anos, de ferramentas digitais e híbridas, isto é, papel e web, para interagir com corretoras.

Mongeral Aegon revela o perfil de quem compra via web

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A Mongeral Aegon, primeira empresa do setor de seguros e previdência a criar um portal de e-commerce com processo de compra 100% online, revela o perfil de quem contrata esses serviços pela internet. O levantamento feito entre janeiro e julho de 2015 a partir da base de clientes da plataforma da empresa revela que o consumidor deste tipo de solução financeira é composto principalmente por mulheres, 56% ante 44% do público masculino. Já a idade do público, segue a tendência daqueles que acessam a internet: a maioria tem até 50 anos. Sobre as formas de pagamento, enquanto as transações de itens de consumo na internet tendem a ser via cartão de crédito, na hora de contratar o seguro ou previdência, a preferência é por débito automático, representando 80% dos clientes. Outros 11% usam cartão de crédito e 9% preferem realizar o pagamento via boleto bancário.

“Como este canal de contratação de seguros foi inaugurado pela companhia há dois anos, ainda estamos conhecendo o perfil de quem contrata via web, essencial para pensar em melhorias na experiência de compra. Hoje pouco mais de 6% da população tem um seguro de vida e a loja online permite melhorar o acesso das pessoas a essas soluções financeiras”, diz Rafael Rosas, superintendente de marketing direto da Mongeral Aegon.

Um dado curioso identificado neste consumidor é o horário escolhido pela maioria para realizar a transação. Do total, 76% afirmam ter contratado durante o expediente do trabalho e 16% fazem uso desta modalidade de compra de casa. Apenas 7% afirmam adquirir o produto no trabalho, mas depois do expediente.
Segundo o levantamento, os profissionais que mais pensam no futuro quando acessam o meio virtual são administradores, vendedores, advogados, empresários, gerentes e professores. Os aposentados, corretores e pensionistas também compõem o quadro de clientes, mas a maioria (67%) atua em profissões variadas.

A maioria das pessoas que contratam seguros e previdência pela internet ainda está localizada nos grandes centros, 53% nas capitais e ainda distribuídos por dez grandes cidades brasileiras, principalmente: São Paulo (33%), Rio de Janeiro (24%), Brasília (10%), Belo Horizonte (7%), Salvador (6%), Recife (4%), Fortaleza (4%), Guarulhos (4%), Cuiabá (4%) e Campo Grande (4%).

Primeira empresa do setor de vida e previdência a criar uma plataforma de venda 100% online, a Mongeral Aegon investe na integração e ampliação dos seus canais de venda, privilegiando a figura estratégica do corretor. Para isso criou lojas personalizadas para esses profissionais dentro do portal de e-commerce, gerando oportunidade de negócios e unindo o tradicional modelo de vendas ao ambiente digital. A companhia investe também na facilidade de acesso para o cliente: o portal é responsivo, permitindo ao cliente navegar e contratar não só por meio do desktop – por onde ainda é feita maior a parte das compras (52% no primeiro trimestre de 2015) -, mas também via dispositivos móveis, tendência que começa a ganhar força. Para se ter ideia, 33,12% das contratações foram feitas via celular e smartphone e 4,9% via tablets no mesmo período.

“Criamos um projeto integrado onde a figura estratégica do corretor está inserida no modelo de vendas e com novas oportunidades de gerar negócios”, diz Rafael Rosas, superintendente de marketing direto da Mongeral Aegon.

Um mundo sem seguros, by Mapfre

https://youtu.be/D9-t593hosc

Belo video produzido pela Mapfre para mostrar a importância do seguros para o mundo. Vale assistir e compartilhar!

XL Catlin contrata Daniela Murias como subscritora de aviação

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A seguradora XL Catlin anunciou hoje o lançamento de uma nova área de atuação no Brasil com a nomeação da subscritora sênior, Daniela Murias, residente em São Paulo, para os produtos de aviação.

Daniela tem mais de 15 anos de experiência na indústria da aviação e amplo conhecimento do mercado brasileiro, tendo ocupado o cargo de Chefe de Aviação para uma (re)seguradora local. Ela possui MBA em Segurança de Vôo e está atualmente cursando MBA em Direito da Aviação e aulas de pilotagem para uma licença de piloto privado.

Segundo Eric Donofrio, Gerente Regional de Aviação para as Américas da XL Catlin, “O mercado de aviação no Brasil tem grande necessidade de seguradoras com capacidade de responder às submissões de cobertura de seguro com rapidez e mantendo padrões de subscrição excepcionais. Acreditamos que nossa equipe, com seu conhecimento local e o apoio de nossos sistemas e nossa experiência global pode realmente responder a estas necessidades e gerar um impacto significativo no mercado.”

Renato Rodrigues, gerente geral da operação de seguros da XL Catlin no Brasil, acrescentou: “A população do Brasil está crescendo, os projetos de infra-estrutura e de desenvolvimento estão avançando. Recebemos alguns dos principais eventos internacionais e ainda sediaremos os Jogos Olímpicos em 2016. A combinação destes fatores significa que o mercado de aviação está se tornando cada vez mais crítico para a economia brasileira. Isto é evidenciado pelo fato de que as viagens aéreas domésticas mais do que triplicaram nos últimos 10 anos e o número total de aeronaves registradas no Brasil passou de mais 14 mil para quase 21 mil entre 2003 e 2014. Acreditamos que tendo a Daniela aqui no Brasil, com o suporte de nossas equipes regionais e globais, estamos idealmente posicionados para apoiar a indústria da aviação no Brasil e equacionar seus riscos neste mercado em rápida expansão”.

Tokio Marine cria Canal exclusivo no Whatsapp para atender segurados do Sul do País

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Seguindo a filosofia Good Company do Grupo Tokio Marine, que visa olhar além do lucro, capacitar os Colaboradores e cumprir os compromissos, a Tokio Marine Seguradora criou, em uma ação inédita, um canal exclusivo para regulação de sinistros via Whatsapp simplificando o fluxo de regulação. Esta iniciativa busca atender uma carteira especifica de clientes que adquiriu seguro residencial “Casa Protegida” da Tokio Marine na rede de lojas Quero-Quero. O objetivo é minimizar os transtornos e facilitar o pagamento das indenizações destes segurados da região Sul do Brasil, a mais atingida pelas enchentes.

“Estamos cientes do sofrimento e das necessidades pelas quais a população está passando. Como o acesso às áreas atingidas pelas tempestades está muito difícil, criamos uma solução prática e fácil que garante muito mais agilidade no atendimento aos nossos clientes da região Sul”, afirma o Diretor de Sinistros, Alexandre Vieira.

O procedimento é bem simples. O cliente é orientado no momento do aviso do sinistro a enviar fotos do local sinistrado, em substituição à tradicional vistoria presencial. “Como muitos tiveram a casa alagada, estão sem computador e telefone fixo para envio de documentos e o celular é o único dispositivo disponível”, informa. A Seguradora analisa a solicitação como prioridade, agenda e efetua o pagamento da indenização em até 72 horas.

De acordo com Alexandre Vieira, já foram atendidos mais de 70 segurados e todo atendimento não demora mais que três dias, o que comprova o sucesso da iniciativa. “Nosso papel social é ajudar as pessoas a recuperar o respeito e a dignidade e viabilizar o restabelecimento da atividade econômica. Seguimos rigorosamente a filosofia do Grupo Tokio Marine, especialmente quanto ao pagamento de sinistros”, conclui o diretor.

Sobre a Quero-Quero

Fundada em 1967 na cidade de Santo Cristo, no interior do RS, a companhia tornou-se um dos mais sólidos e preparados grupos de varejo do Rio Grande do Sul. Atualmente, emprega mais de 3.000 funcionários entre as mais de 200 lojas da Rede Quero-Quero e Cartão Quero-Quero. A empresa é um estipulante da Tokio Marine no Canal Afinidades. A carteira de seguro residencial contempla 25.148 clientes ativos.

Riscos hídricos podem impactar em novos negócios

Cortês: A água é o novo petróleo
Cortês: A água é o novo petróleo
Cortês: A água é o novo petróleo

Fonte: Revista Cobertura – Tany Souza

Secas no sudeste e chuvas no sul são acontecimentos recorrentes no país, mas a perspectiva é que a situação se agrave. Há ainda catástrofes ambientais no mundo e agora no Brasil, além da falha de planejamento urbano, onde as grandes cidades são muito populosas, o que resultam na necessidade de procurar recursos hídricos de qualquer forma, o que tem como consequência a crise hídrica atual.

Esse cenário também traz à tona a crise energética, que em partes depende da água para geração de potência, o que agrava ainda mais os riscos do país. “O tema de segurança da água apareceu como assunto no relatório de 2011, em 2012 mudou para crise hídrica, que permanece até 2015 como risco de alta severidade e probabilidade. Esse é um desafio que há em todos os continentes, mas o Brasil ainda tem posição privilegiada, pois pode haver soluções locais a serem desenvolvidas em todos os ‘players’”, explicou o superintendente de engenharia de riscos da Zurich no Brasil, Carlos Cortéz, durante a Zurich Corporate Conference 2015, que aconteceu entre os dias 20 e 21, no Guarujá.

Para ele, os setores que sentem o maior impacto são a indústria e os hospitais. “85% dessas empresas têm maiores custos de operação devido a problemas da crise hídrica dos últimos anos, 27% já teve paralisação temporária das operações e outros 27% já viveram interrupção de transportação, principalmente na modalidade hidroviária”.

Porém, esse risco hídrico não é nomeado pelas seguradoras e é preciso cada vez mais fazer uma avaliação severa e correta dos riscos das empresas. “Temos que considerar os riscos da implantação de uma empresa em determinado local, como a proteção contra incêndio, o alto consumo de água da companhia”.

Córtez ressalta que a gestão de riscos já chama a atenção dos investidores. “Hoje eles já estão percebendo esse risco, se preocupam e perguntam para as empresas o que estão fazendo em relação à crise hídrica. A água é o novo petróleo do mundo”.

Seguro é a saída para fundos de pensão enfrentarem risco de longevidade

© Copyright 2008 Corbis CorporationPor Márcia Alves

O aumento da expectativa de vida dos brasileiros criou um desafio a mais para os fundos de pensão. A situação deficitária de muitos fundos, que já na atualidade acumulam um rombo estimado em R$ 36 bilhões, pode se agravar e muito se não for implantado e aprovado rapidamente o seguro para o risco de longevidade. Esta foi a conclusão da atuária Magali Zeller, da consultoria AT Service Atuarial, durante sua participação em Palestra do Meio-Dia da APTS, realizada no dia 21 de outubro, quando apresentou o tema “Prática Atuarial e Longevidade

Segundo ela, o envelhecimento acelerado da população, as transformações na estrutura do mercado de trabalho e os desequilíbrios fiscais da economia brasileira podem impactar na solvência dos fundos e comprometer o pagamento de benefícios aos participantes, por ocasião da aposentadoria. Nesse aspecto, Magali destacou que a Resolução nº 17/2015, do Conselho Nacional da Previdência Complementar (CNPC), permitiu às entidades compartilhar do risco de longevidade com as seguradoras, atendendo os interesses de fundos de pensão, seus patrocinadores, participantes e assistidos.

O seguro longevidade para fundo de pensão ainda não foi aprovado na Susep, mas a expectativa é que a partir de 2016 já esteja disponível. “A cobertura de longevidade resolve um aspecto crítico, trazendo benefícios para a população ao oferecer uma proteção previdenciária efetiva para quem irá se aposentar dentro de 15 ou 20 anos”, disse. Segundo ela, a formatação do produto, sua precificação e custos, devem garantir ao menos uma renda mínima a partir de determinado momento, seja pela compra de anuidades ou pela contratação de benefício diferido vitalício.

Modelos de transferência de risco

Na opinião de Magali, diante desse desafio demográfico, o seguro longevidade para fundos de pensão seria a única alternativa. Em sua palestra, ela analisou a viabilidade de alguns modelos de transferência do risco de longevidade ao mercado de seguros. Um, é o que prevê a retirada de patrocínio. “Ao fazer a retirada de patrocínio, empresas contribuintes transferem todos os ativos e passivos para uma seguradora, que assume todas as responsabilidades do fundo de pensão”, explicou.

O desenhado deste modelo serve para o fundo de pensão fechado e totalmente financiado, composto, em sua maioria, por pensionistas e membros em gozo de benefício, que tenha grande impacto no balanço da empresa patrocinadora. “Neste caso, a empresa patrocinadora terá de simplificar a estrutura de governança”, sugeriu.

Em outro modelo, o fundo de pensão permanece intacto, com todos os seus participantes, e apenas a parte do risco atuarial e financeira é removida. Segundo Magali, este modelo pode ser instaurado independentemente do nível de reservas do fundo de pensão. É mais indicado para patrocinadoras que queiram minimizar o impacto do fundo em seu balanço ou para o fundo que pretenda fazer a retirada do patrocínio ou apenas remover riscos, permanecendo com o controle.

Outra maneira de promover a transferência parcial de riscos atuariais e financeiros dos fundos de pensão ao seguro é por meio de anuidades. A anuidade poderia contemplar um período mais longo da vida do participante – entre 65 e 85 anos (temporária) – ou mais curto – a partir dos 85 anos (diferida). Neste caso, Magali explica que o modelo pode ser aplicado apenas para alguns participantes, com contrato individual com a seguradora e possibilidade de portabilidade de formação de reserva para a obtenção de renda. A proteção contra longevidade seria embutida nos planos de renda vitalícia.

Já no seguro de longevidade, não haveria troca de ativos. De acordo com a atuária, os fluxos de caixa seriam trocados a cada período e os pagamentos fixos e flutuantes liquidados (encontro de contas). “O contrato deve ter colaterais para proteger ambas as partes de risco de crédito”, disse. Na prática, o fundo de pensão compra a proteção do seguro e a seguradora, por sua vez, garante os pagamentos mensais para os pensionistas existentes (desde que o fundo de pensão tenha desembolsos conhecidos previamente). “Em troca, o fundo pagaria um prêmio de risco, que é incluído na curva de desembolso acordada, com a possibilidade de recomprar o contrato no futuro, caso tenha interesse”, disse.

Solução

Magali defende que a prática atuarial é fundamental para prever cenários futuros, por meio da análise de riscos e expectativas. Segundo ela, a gestão de riscos consiste no mapeamento e identificação dos riscos inerentes ao passivo atuarial de cada plano de benefícios, considerando as hipóteses biométricas, demográficas, econômicas e financeiras, seus regimes financeiros e métodos de financiamento. O resultado será a definição da Matriz de Risco Atuarial, contemplando o mapeamento e a identificação de fatores potenciais de risco, quantificação, ajuste, controle e acompanhamento do processo.

Para Magali, cabe aos atuários e ao mercado segurador desenvolver práticas que possam minimizar em seus cálculos o risco da longevidade. “Um plano que tenha seu passivo mal precificado certamente terá um custo maior para contratar o seguro, do ponto de vista da regulação”, afirmou.