Bradesco Vida e Previdência promove agenda de inovação e relacionamento com corretores em todo o país

A Bradesco Vida e Previdência deu início a uma extensa agenda de relacionamento regional com corretores, parceiros de negócios e assessorias. O encontro de abertura ocorreu na última quinta-feira, 25 de junho, em Cuiabá (MT), e, na sequência, a agenda seguirá para as cidades de Campinas (SP), Rio de Janeiro, Salvador (BA) e Recife (PE), nos meses de julho e agosto.

A iniciativa leva executivos da companhia a diferentes regiões do país para debater cenários locais, apresentar novidades e impulsionar novas frentes de negócios. Os encontros também contribuem para disseminar informações sobre proteção financeira e sucessória e sobre planejamento de longo prazo, destacando o seguro de vida e a previdência privada como ferramentas cada vez mais relevantes para as famílias brasileiras.

“Cada região tem suas especificidades, sua cultura e suas oportunidades. Justamente por isso, estar presente, ouvir o mercado e manter uma relação próxima com os corretores é parte central da nossa estratégia. Queremos que eles sintam a Bradesco Vida e Previdência ao seu lado, apoiando o desenvolvimento dos negócios e contribuindo para ampliar a cultura da proteção financeira no país”, comenta Fabio Magalhães, diretor Comercial da Bradesco Vida e Previdência.

Em cada etapa, os encontros funcionam como um espaço de troca em duas vias. Além de compartilhar resultados, tendências e novidades, os executivos também recebem percepções dos profissionais que atuam diretamente com os clientes, fortalecendo a capacidade da companhia de responder às demandas do mercado de forma ágil e assertiva.

A agenda reforça um dos pilares estratégicos da Bradesco Vida e Previdência: a inovação. A companhia vem investindo continuamente na modernização da jornada do corretor, com foco na simplificação de processos, na evolução tecnológica, na eficiência operacional e no aprimoramento da experiência de parceiros e clientes.

Um ano da sucursal de Cuiabá

“Completar o primeiro ano da nossa sucursal em Cuiabá é um marco importante. Mais do que a presença física, celebramos a construção de relacionamentos sólidos, a confiança dos nossos parceiros e uma compreensão cada vez mais profunda das demandas locais”, avalia Alex Queiroz, superintendente sênior de Negócios da Bradesco Vida e Previdência.

A sucursal Cuiabá responde pelos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre e Rondônia e conta com gerentes comerciais dedicados nas cidades de Sinop (MT), Campo Grande (MS) e Porto Velho (RO).

RecargaPay, Zurich e 123Seguro lançam Hub de Seguros com proteção unificada para Pix e cartão de crédito

O RecargaPay, plataforma financeira brasileira com mais de 14 milhões de clientes, anuncia hoje o lançamento de seu Hub de Seguros. A iniciativa marca um importante passo na expansão de portfólio da companhia, oferecendo ainda mais opções de segurança e conveniência aos seus clientes e posicionando a fintech como a maior fintech independente no ecossistema de serviços financeiros e de tecnologia do país.

O destaque do lançamento do Hub de Seguros no RecargaPay é a parceria estratégica com a Zurich Seguros, reconhecida globalmente pela inovação em soluções sob medida para ecossistemas digitais, e a 123Seguro, plataforma digital global que simplifica e agiliza a distribuição de seguros. Juntas, as empresas desenvolveram um seguro unificado e acessível contra fraudes e coações em transações via Pix e cartão de crédito dentro da plataforma do RecargaPay. 

“A Zurich é pioneira no desenvolvimento de seguros para canais digitais de forma integrada e sem atrito para o consumidor. O mercado brasileiro, pela sua maturidade e digitalização acelerada, exige soluções que ofereçam segurança em tempo real, de fácil contratação e por um preço acessível”, destaca Sidemar Spricigo, diretor executivo de Parcerias da Zurich Seguros. “A parceria com o RecargaPay reflete o nosso compromisso em democratizar a proteção através de soluções simples e que se adaptem perfeitamente à rotina financeira dos brasileiros no ambiente mobile”. 

Para o RecargaPay, o Hub de Seguros funciona como um acelerador de engajamento diário e fidelização, além de ser um diferencial competitivo importante para a atração de novos clientes que priorizam a segurança de seus ativos digitais. 

Para Miguel Perdigão, General Manager de Produtos Financeiros do Recarga Pay,”a consolidação do nosso Hub de Seguros não é apenas o lançamento de novos serviços, mas um pilar central na nossa estratégia de nos tornarmos a plataforma financeira diária favorita dos brasileiros.  E queremos incluir cada vez mais produtos para nossos clientes”. Já para Daniel Matias, Vice-Presidente de Novos Negócios, a parceria com a Zurich é estratégica: “a parceria com a Zurich nos permite democratizar o acesso à segurança digital de forma acessível e transparente. O Pix e o cartão de crédito são ferramentas fundamentais do dia a dia, e o cliente precisa ter a tranquilidade de utilizá-los sem preocupações. Este lançamento é o ponto de partida de uma plataforma de proteção integral que continuará evoluindo”. 

Responsável pela implementação tecnológica da operação, Marcelo Biasoli, CEO da 123Seguro, comenta que esse modelo permite ampliar o acesso à proteção financeira sem gerar atritos na experiência digital. “A digitalização financeira ampliou significativamente a conveniência para o consumidor, mas também elevou a necessidade de proteção em tempo real. Nosso papel foi criar uma integração simples e fluida para que a contratação do seguro aconteça de forma natural dentro da jornada do cliente”, afirma. 

O lançamento responde diretamente a um dos maiores desafios do mercado de tecnologia financeira atual: a segurança digital. Com a rápida digitalização dos meios de pagamento e o protagonismo do Pix, que segundo o Banco Central, contou com mais de 7 bilhões de operações apenas em janeiro de 2026, o temor por transações indevidas ou sob coação tornou-se uma dor comum entre os consumidores.  

O novo seguro busca democratizar o acesso a essa proteção por uma mensalidade acessível de R$5,99, garantindo uma cobertura de até R$5.000,00 para intercorrências financeiras no aplicativo, com contratação diretamente integrada ao fluxo de pagamento dos clientes, que não precisam acessar áreas específicas do app para encontrar a oferta. “A intenção é facilitar a vida do nosso cliente. Ao incorporar a contratação diretamente no fluxo de pagamentos, o cliente pode tomar a decisão de maneira mais intuitiva, rápida e transparente”, completa Perdigão. 

O Hub de seguros do RecargaPay reafirma o compromisso de longo prazo da fintech em simplificar a vida financeira de seus clientes, oferecendo não apenas os melhores meios de pagamento em um ecossistema completo, mas também a segurança necessária para utilizá-los sem burocracias. 

Porto é a cuidadora oficial do Gabriel Bortoleto e transforma a parceria para falar da paixão sobre carros

Após acompanhar a trajetória de Gabriel Bortoleto desde as categorias de base até a Fórmula 1, a Porto dá um novo capítulo à parceria construída ao longo dos últimos anos, com o lançamento de uma campanha estrelada pelo piloto e seu irmão, Enzo Bortoleto. O filme estreia no dia 28 de junho, durante o programa Auto Esporte, da rede Globo, e traduz o conceito “Todo Cuidado é Porto” ao retratar uma história real de apoio, cuidado e realização de sonhos que acompanha a família Bortoleto dentro e fora das pistas

Com narrativa emocional e inspirada em uma história real, a campanha mostra como o cuidado esteve presente em cada etapa da trajetória de Gabriel até a elite do automobilismo mundial. O filme traz o olhar de Enzo Bortoleto, irmão do piloto, que também sonhava em seguir carreira nas pistas, mas decidiu abrir mão do automobilismo para que Gabriel pudesse continuar perseguindo o objetivo de se tornar piloto profissional.

A produção conecta esse gesto de cuidado entre irmãos ao posicionamento da Porto, companhia que acompanha e apoia a trajetória de Gabriel desde 2023, ainda nos tempos de Fórmula 3. Desde então, a Porto esteve presente em momentos marcantes da carreira do piloto, incluindo a conquista do título da FIA Fórmula 3, em 2023, da FIA Fórmula 2, em 2024, sua vitória no tradicional Grande Prêmio de Mônaco nas categorias de base e sua chegada à Fórmula 1.

Ao longo dessa trajetória, a marca passou a fazer parte da rede de cuidado que acompanha o piloto dentro e fora das pistas, ao lado da família e das pessoas que contribuíram para sua formação pessoal e profissional.

“Na Porto, enxergamos o Gabriel Bortoleto como muito mais do que um talento do automobilismo. Ele representa uma nova geração de brasileiros apaixonados por carros e automobilismo, movidos por coragem, disciplina e pela vontade de ir cada vez mais longe.

É exatamente nesse território que acreditamos que o seguro deixa de ser apenas proteção e passa a ser um impulsionador de sonhos, dando tranquilidade para que as pessoas vivam suas paixões. Ao lado do Gabriel, fortalecemos nossa conexão com os jovens, inspiramos nossos corretores a abrir novas conversas e aproximamos a Porto de milhões de brasileiros que ainda não possuem seguro, mostrando que cuidado, mobilidade e confiança fazem parte da mesma jornada.”, afirma Oliver Haider, Diretor de Marketing do grupo Porto.

A campanha também fortalece a estratégia da Porto dentro do território “Cultura do Automóvel”, plataforma da marca que reúne iniciativas voltadas ao automobilismo, paixão por carros e experiências conectadas ao universo automotivo. Nesse contexto, a trajetória de Gabriel Bortoleto representa um exemplo de como a companhia busca construir relações de longo prazo, apoiando talentos e histórias que refletem atributos centrais da marca, como confiança, proximidade e cuidado.
 

Este é o primeiro vídeo de uma série de conteúdos que irão consolidar, ao longo de 2026, o apoio da Porto ao automobilismo brasileiro e celebrar a paixão por carros que conecta a marca a milhões de pessoas. Em suas próximas fases, a campanha trará novos filmes dedicados a apresentar as soluções e a proteção presentes nas verticais de Porto Seguro e Porto Saúde.

MAG Seguros leva proteção a 2 mil atletas durante corrida de rua em Ribeirão Preto

A MAG Seguros, especialista em vida e previdência, apoiou a Vibra Run, corrida de rua realizada no último domingo (27), em Ribeirão Preto (SP), oferecendo cobertura de Seguro de Vida em Grupo para cerca de 2 mil participantes que se reuniram para celebrar o esporte, a saúde e o bem-estar. Organizado pela JBX Sports, o evento reuniu atletas e entusiastas do esporte em provas de 8 km e 4 km, além de caminhada de 4 km, com largada e chegada na Avenida Maurílio Biagi, uma das principais vias da cidade. 
 

Para a MAG, o apoio a iniciativas como a Vibra Run está alinhado ao propósito de incentivar hábitos saudáveis e ampliar a conscientização sobre a importância da proteção financeira e do cuidado com a vida. “O esporte tem uma conexão direta com os pilares que a companhia acredita e investe: saúde, longevidade e bem-estar. Inclusive, como companhia, direcionamos nosso apoio a iniciativas esportivas justamente por acreditarmos no impacto positivo que elas geram na sociedade”, explica Daniel Petelinkar, superintendente da unidade de Ribeirão Preto.

“Participar de um evento como esse é unir propósito e prática: é mostrar, na prática, o que a gente faz todos os dias, proteger histórias, dar segurança para o presente e ajudar as pessoas a construírem um futuro mais tranquilo”, complementa o superintendente.

A edição do evento aconteceu em clima de Copa do mundo. Os competidores usaram camisetas representando seleções de diferentes países, promovendo integração, diversidade e espírito esportivo ao longo dos percursos.

MetLife leva projeto “Sorrisos em Movimento” ao Grajaú com atendimentos odontológicos gratuitos

Screenshot

Reforçando seu compromisso com o cuidado, o bem-estar e a ampliação do acesso à saúde bucal, a MetLife realiza a ação “Sorrisos em Movimento”, que levará atendimentos odontológicos gratuitos e atividades educativas de saúde bucal à comunidade do Grajaú, na zona sul de São Paulo. A expectativa é atender cerca de 600 pessoas durante cinco dias. Entre os procedimentos, será possível realizar não só a avaliação clínica, como também realizar tratamentos odontológicos, incluindo restaurações, extrações, limpezas e tratamentos de canal, com um olhar prioritário para pessoas que relataram dor intensa, dificuldade de mastigação ou longo período sem acompanhamento odontológico. 

O projeto nasce a partir de uma demanda da comunidade local. Um levantamento, realizado pela ONG Atados, que é parceira da MetLife nas iniciativas de sustentabilidade e apoio social, identificou que mais de 70% dos frequentadores do Instituto Anchieta Grajaú (IAG), local onde a iniciativa irá acontecer, tinham necessidade de tratamento odontológico. Para participar ação, os moradores da região devem retirar uma senha de atendimento no Instituto e passar por uma triagem para a indicação do melhor atendimento. 

“Para a MetLife, saúde bucal é uma dimensão essencial do cuidado com as pessoas. Ao levar o Odontomóvel ao Grajaú, queremos ir além da conscientização, nosso compromisso é oferecer acolhimento, orientação e atendimento a quem mais precisa. O Sorrisos em Movimento traduz, na prática, nosso compromisso com o cuidado das pessoas e com a ampliação do acesso ao bem-estar”, afirma Fernanda Vieira, Diretora da Unidade de Negócios Dental da MetLife Brasil. Além de serviços odontológicos, o evento abrange oficinas educativas de cuidado bucal, que serão realizadas com apoio de colaboradores voluntários da empresa e dentistas parceiros da rede credenciada, que distribuirão kits de higiene às pessoas atendidas. 

A ação faz parte de uma das iniciativas da companhia no Julho Neon, movimento idealizado pela SINOG – Associação Brasileira de Planos Odontológicos, que reúne operadoras do setor em torno da conscientização sobre a importância da saúde bucal e que, em 2026, ganha ainda mais relevância ao integrar o Calendário Oficial nacional, por meio da Lei 15.408/26.  

Serviço: 

Sorrisos em Movimento- Odontomóvel 
Local: Instituto Anchieta Grajaú – IAG  
Endereço: Rua Alziro Pinheiro Magalhães, 578 – Parque Sao Miguel, São Paulo 
Datas: 29/06 a 03/07  
Atendimentos: 08h – 16h 
Retirada de senha: com antecedência no próprio IAG 

No aniversário de 84 anos de Gilberto Gil, Mapfre anuncia apoio ao musical inédito sobre o artista

tatiana cerezer mapfre

No dia em que o Brasil celebra os 84 anos de um dos maiores artistas da história da MPB, a Mapfre, companhia global de seguros e serviços financeiros, anuncia o patrocínio ao espetáculo “GIL – ANDAR COM FÉ”. A superprodução inédita, que reproduz a trajetória biográfica e musical de Gilberto Gil, fará sua estreia no dia 20 de agosto, no Teatro Santander, em São Paulo. Com direção de Miguel Falabella e texto assinado pelo dramaturgo Newton Moreno, a montagem é a primeira biografia musical chancelada e dedicada inteiramente ao cantor e compositor baiano.

O enredo passa por momentos marcantes de sua vida desde a infância no interior da Bahia, passando pelas transformações da vanguarda tropicalista, o exílio e a consagração internacional, utilizando clássicos imortais como “Aquele Abraço”, “Tempo Rei”, “Andar com Fé” e “Toda Menina Baiana” como fios condutores da narrativa. No papel principal, o artista mineiro Gui Ventura assume a missão de dar vida ao ícone da MPB nos palcos.

Para o CEO da Mapfre Brasil, Felipe Nascimento, a iniciativa também busca contribuir para a valorização de histórias que ajudam a compreender a formação cultural do país e ampliam o acesso do público a grandes trajetórias da arte brasileira. “É um espetáculo que convida o público a percorrer momentos que ajudaram a moldar a cultura brasileira nas últimas décadas. Preservar e compartilhar essas histórias é uma forma de fortalecer a memória coletiva e incentivar novas conexões entre as pessoas, a arte e a nossa identidade cultural“, completa o executivo. 

O investimento ao espetáculo integra a estratégia da Mapfre de incentivo a iniciativas ligadas à cultura e ao patrimônio artístico brasileiro. “Apoiar um musical inédito à trajetória de Gil é uma forma de celebrar uma das vozes mais importantes da cultura brasileira. Ao longo de décadas, ele levou a música, a diversidade e a riqueza cultural do Brasil para diferentes partes do mundo, construindo uma obra que permanece atual e capaz de dialogar com diferentes gerações”, afirma Tatiana Cerezer, diretora de clientes, comunicação e marketing da Mapfre.

Fiel ao compromisso com a inclusão social, todas as sessões do espetáculo contarão com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição e interpretação em Libras. A temporada paulista segue com ingressos já disponíveis para o público por meio do canal oficial de venda. Clientes cadastrados no Club Mapfre, programa de relacionamento da seguradora, têm 25% de desconto na compra de ingressos inteiros. 

Terremoto na Venezuela deve gerar perdas bilionárias, mas seguros cobrirão apenas pequena parcela dos danos

A sequência de terremotos que atingiu a Venezuela em 24 de junho deverá provocar perdas econômicas de dezenas de bilhões de dólares, mas apenas uma pequena parte desse valor será absorvida pelo mercado segurador. A avaliação é compartilhada por dois dos principais grupos globais de corretagem e resseguros, Gallagher Re e Aon, que atribuem essa diferença à baixa penetração do seguro no país e à limitada proteção patrimonial da população.

Segundo a Gallagher Re, o principal terremoto, de magnitude 7,5, foi precedido apenas 39 segundos antes por outro abalo de magnitude 7,2, formando uma rara sequência sísmica que provocou colapso de edifícios, interrupções no fornecimento de energia, danos a rodovias, portos e ao Aeroporto Internacional Simón Bolívar. A corretora destaca que a maior parte das perdas seguradas deverá estar concentrada em empresas, já que o seguro residencial tem participação extremamente reduzida na Venezuela.

A Aon reforça essa avaliação em seu Weekly Cat Report. Segundo a corretora, as perdas da indústria de seguros representarão apenas uma fração dos prejuízos econômicos totais, devido à baixa penetração do seguro, à inexistência de programas obrigatórios de cobertura e também à ausência de eventos sísmicos de magnitude semelhante na memória recente do mercado, o que amplia a incerteza sobre a exposição das seguradoras.

O relatório da Aon explica que os terremotos constituíram uma chamada “sequência dupla” (doublet sequence), fenômeno em que dois grandes abalos de magnitudes semelhantes ocorrem praticamente no mesmo local e em curto intervalo de tempo. O evento está associado à interação entre as placas Sul-Americana e do Caribe, em uma região marcada por importantes falhas geológicas, como os sistemas Boconó, Oca-Ancón e Bucaramanga-Santa Marta, responsáveis por terremotos históricos no norte da Venezuela.

Embora o norte venezuelano possua histórico de atividade sísmica, a região situada em um raio de aproximadamente 250 quilômetros dos epicentros registrou apenas sete terremotos de magnitude superior a 6,0 no último século. Para a Aon, o episódio de 24 de junho poderá se tornar o mais letal do país desde o terremoto de 1812, que matou cerca de 26 mil pessoas.

Os números da tragédia ainda continuam sendo atualizados. Enquanto a Gallagher Re informou inicialmente 589 mortes e mais de 4.300 feridos, a Aon ressalta que estimativas do sistema PAGER, do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), indicam que o total de vítimas fatais pode chegar à casa dos milhares ou até dezenas de milhares. Organizações de monitoramento também estimam entre 11 mil e 46 mil pessoas desaparecidas.

Em relação aos impactos econômicos, os dois estudos convergem. A Gallagher Re cita estimativa do USGS segundo a qual existe 77% de probabilidade de que apenas o terremoto principal tenha provocado perdas superiores a US$ 10 bilhões. Considerando que o Banco Mundial estimou o Produto Interno Bruto (PIB) venezuelano em cerca de US$ 120 bilhões em 2024, os prejuízos poderão representar uma parcela significativa da economia nacional.

Apesar da magnitude da catástrofe, tanto Gallagher Re quanto Aon avaliam que o evento dificilmente produzirá impactos relevantes para o mercado global de resseguros. Os efeitos deverão ficar concentrados em seguradoras e resseguradoras com operações na América Latina, sobretudo nas carteiras corporativas, uma vez que a maior parte dos imóveis residenciais afetados não possui cobertura securitária.

Na avaliação das duas corretoras, o desastre também evidencia um dos principais desafios discutidos atualmente pelo setor segurador mundial: a redução da lacuna de proteção (protection gap). Em países com baixa disseminação do seguro, eventos naturais extremos acabam sendo financiados majoritariamente pelos governos, por organismos internacionais e pelas próprias famílias afetadas, tornando a reconstrução mais lenta e aumentando os impactos sociais e econômicos de longo prazo.

Missão da CNseg em Londres reforça protagonismo do seguro na agenda climática e aproxima Brasil dos principais debates globais

cnseg em londres

A participação da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) na London Climate Action Week, encerrada nesta quinta-feira (25), marcou um novo avanço da estratégia brasileira de inserção do setor segurador nas principais discussões internacionais sobre mudanças climáticas, infraestrutura, inovação e desenvolvimento sustentável. Ao longo de quatro dias de agendas em Londres, executivos brasileiros participaram de fóruns com representantes do governo britânico, organismos multilaterais, seguradoras globais, resseguradoras, investidores e especialistas em clima, consolidando a percepção de que o seguro deixou de ser apenas um mecanismo de indenização para se tornar um instrumento estratégico de desenvolvimento econômico e adaptação às mudanças climáticas. 

A missão ocorre em um momento de crescente protagonismo internacional do Brasil na agenda climática. Como lembrou o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, durante um dos eventos, as recentes temperaturas superiores a 35°C registradas em Londres mostram que os efeitos das mudanças climáticas já não são uma preocupação restrita aos países tropicais. Em tom descontraído, ele observou que “o mundo está se transformando em um grande Brasil: quente e úmido”, reforçando que os eventos extremos vêm alterando a percepção dos governos sobre a urgência da adaptação climática. 

O principal compromisso institucional foi o 2º Fórum Brasil-Reino Unido de Seguros, realizado em parceria com a Association of British Insurers (ABI), resultado do memorando de entendimento firmado entre as duas entidades em 2024. O encontro reuniu autoridades dos dois países para discutir como o mercado segurador pode apoiar investimentos em infraestrutura, enfrentar os riscos digitais e ampliar a resiliência frente aos eventos climáticos extremos. 

Na abertura, o embaixador brasileiro no Reino Unido, Antonio Patriota, resumiu o papel que o seguro vem assumindo na economia moderna. Segundo ele, seguros e resseguros são essenciais para reduzir incertezas e permitir investimentos em infraestrutura, energia, transporte, agronegócio e transformação digital. A presidente da ABI, Hannah Gurga, destacou que Brasil e Reino Unido enfrentam desafios semelhantes diante da transição climática e da transformação tecnológica, tornando a cooperação entre os mercados cada vez mais relevante. Já Dyogo Oliveira ressaltou que o Reino Unido continua sendo uma das principais referências para o mercado segurador brasileiro, tanto pelo desenvolvimento do setor quanto pela importância como fornecedor de capacidade de resseguro e investimentos. 

Um dos temas centrais do fórum foi a necessidade de ampliar a participação do seguro nos projetos de infraestrutura. Os debates mostraram que o Brasil investe cerca de R$ 280 bilhões por ano em infraestrutura — aproximadamente 2,3% do PIB —, mas precisaria elevar esse volume em cerca de R$ 220 bilhões anuais para atender às necessidades de desenvolvimento. Nesse contexto, especialistas defenderam que o seguro desempenha papel decisivo ao oferecer previsibilidade para investidores de longo prazo, reduzir riscos de execução e viabilizar concessões e parcerias público-privadas. Também foi destacada a evolução do seguro garantia com cláusula de retomada, mecanismo considerado importante para reduzir o número de obras públicas paralisadas e aumentar a confiança do mercado. 

As mudanças climáticas dominaram boa parte das discussões. No painel dedicado ao gerenciamento dos riscos climáticos, houve consenso de que governos, seguradoras e investidores precisarão atuar de forma muito mais integrada para enfrentar a crescente frequência de enchentes, secas, ondas de calor e outras catástrofes naturais. Executivos lembraram que apenas cerca de 10% das perdas provocadas por desastres naturais no Brasil são atualmente cobertas por seguros, o que amplia significativamente o chamado “gap de proteção”, obrigando famílias, empresas e o poder público a absorverem grande parte dos prejuízos. 

Os participantes defenderam que o setor segurador pode contribuir muito além do pagamento de indenizações, fornecendo dados, modelos de risco, ferramentas de prevenção e instrumentos financeiros capazes de orientar políticas públicas. Entre as soluções debatidas estiveram títulos de catástrofe, seguros paramétricos, mecanismos de financiamento pré-desastre, compartilhamento de riscos entre setor público e privado e investimentos em infraestrutura resiliente. A experiência internacional demonstrou que esses instrumentos não apenas reduzem perdas futuras, mas também melhoram a classificação de risco dos países e facilitam o acesso ao financiamento. 

Outro eixo relevante da missão foi o Insurance, Climate & Nature Dialogue, promovido pela CNseg em parceria com o Instituto Clima e Sociedade (iCS), reunindo representantes da OCDE, PNUD, instituições financeiras, consultorias e seguradoras globais. O encontro aprofundou a discussão sobre adaptação climática e destacou que os riscos associados ao clima já influenciam decisões de crédito, investimentos e precificação de ativos financeiros. Especialistas defenderam maior integração entre seguradoras, bancos, investidores e reguladores para transformar informações climáticas em métricas econômicas capazes de orientar investimentos e fortalecer a resiliência. 

A agricultura apareceu como um dos setores mais vulneráveis às mudanças climáticas. Pesquisadores apresentaram estudos mostrando que práticas como agricultura regenerativa, conservação do solo e proteção da biodiversidade precisam ser incorporadas aos modelos de seguro, crédito e financiamento rural. Também ganhou destaque a ideia de que ativos naturais, como manguezais, áreas úmidas e florestas, devem ser reconhecidos como parte da infraestrutura de proteção econômica por sua capacidade de reduzir enchentes, ondas de calor e outros eventos extremos. 

O diálogo também abordou mecanismos para ampliar os investimentos em adaptação climática. A avaliação predominante foi de que existe capital disponível no mercado internacional, mas faltam instrumentos capazes de reduzir a percepção de risco dos investidores. Nesse cenário, seguros, garantias, estruturas de compartilhamento de riscos e modelos híbridos de financiamento foram apontados como elementos fundamentais para destravar projetos de restauração ambiental, infraestrutura resiliente e soluções baseadas na natureza. 

A transformação digital foi outro tema prioritário. No painel dedicado aos riscos cibernéticos, especialistas destacaram que a inteligência artificial vem ampliando tanto a produtividade quanto a exposição a novas ameaças digitais. O mercado brasileiro foi apresentado como um dos que mais evoluíram nos últimos anos em seguros cibernéticos, oferecendo atualmente coberturas comparáveis às dos mercados mais desenvolvidos. Os debatedores defenderam que o seguro cibernético deve ser entendido como um serviço permanente de gestão de riscos, incorporando prevenção, treinamento, monitoramento de ameaças e apoio especializado às empresas, especialmente pequenas e médias, mais vulneráveis aos ataques. 

Ao longo da missão, um conceito apareceu de forma recorrente em praticamente todos os encontros: adaptação. Se durante muitos anos o foco das discussões internacionais esteve concentrado na redução das emissões de carbono, agora cresce o entendimento de que governos, empresas e instituições financeiras também precisam investir na capacidade de adaptação das economias aos impactos já inevitáveis das mudanças climáticas. Nesse novo cenário, o seguro passa a ser visto como um dos principais instrumentos para reduzir riscos, ampliar investimentos e acelerar a construção de economias mais resilientes. 

Para a CNseg, a semana em Londres consolidou uma estratégia iniciada em 2023, com a participação brasileira nas conferências internacionais do clima, e que vem ampliando o espaço do mercado segurador nacional nos debates globais sobre desenvolvimento sustentável. A expectativa da entidade é aprofundar essa cooperação internacional nos próximos encontros multilaterais e levar para o Brasil experiências que contribuam para ampliar a cultura do seguro, reduzir o gap de proteção e fortalecer a capacidade do país de enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas. 

Bradesco Vida e Previdência registra alta em contratações de seguro de vida em Pernambuco, Paraná e Bahia

por Bradesco Seguros

O avanço da longevidade no Brasil está acelerando mudanças no comportamento financeiro dos consumidores e criando oportunidades para o mercado de proteção financeira. De acordo com projeções do IBGE divulgadas no fim de 2025, a expectativa de vida do brasileiro alcançou 76,6 anos, o maior patamar da série histórica, e a população com mais de 60 anos deverá representar quase 40% do total do país até 2070.

Região Nordeste


Nesse cenário, a Bradesco Vida e Previdência registrou crescimento expressivo nas contratações de seguro de vida em diferentes regiões do país no primeiro trimestre de 2026. Em Pernambuco, os prêmios passaram de R$ 53,5 milhões para quase R$ 82 milhões entre janeiro e março, alta de mais de 53% — bem acima da média nacional —, com a companhia ampliando sua participação para quase 30% e mantendo a liderança no mercado estadual.


Já na Bahia, as contratações cresceram 12,1%, com prêmios passando de aproximadamente R$ 88 milhões para mais de R$ 98 milhões e fatia de mercado subindo de 26,4% para 28%, reforçando a liderança da companhia no segmento.”Viver mais é uma conquista importante para a sociedade, mas também exige uma atenção maior ao planejamento financeiro e à proteção das famílias. O seguro de vida contribui para essa organização, oferecendo suporte diante de imprevistos e ajudando a construir uma rede de cuidado por toda a vida”, observa José Luiz Fontes, superintendente sênior de Negócios da Bradesco Vida e Previdência.

Região Sul

No Paraná, o avanço foi de 22,3%, também acima da média nacional, com prêmios evoluindo de R$ 143 milhões para R$ 175 milhões no trimestre e participação de mercado ultrapassando os 20%. “Os brasileiros estão repensando seu planejamento financeiro. Nesse contexto, cresce a importância de soluções que ajudem a proteger a renda familiar e a construir segurança financeira para diferentes fases da vida”, complementa Anderson Mundim, superintendente sênior de Negócios da Bradesco Vida e Previdência.

Zurich Seguros passa a integrar coalizão que busca impulsionar transporte de carga de zero emissão no Brasil

A Zurich Seguros passa a integrar a coalizão e-Dutra, articulação multissetorial que reúne empresas, operadores logísticos e organizações dedicadas à sustentabilidade. A articulação tem como objetivo apoiar a construção da primeira rede de transporte rodoviário de carga de zero emissão do Brasil, ao longo da Rodovia Presidente Dutra (BR-116), entre Rio de Janeiro e São Paulo.

O projeto Laneshift e-Dutra busca acelerar a adoção de caminhões elétricos e da infraestrutura necessária para sua operação, contribuindo potencialmente para a descarbonização de um dos principais corredores logísticos do país. A agenda reúne organizações de diferentes segmentos em torno do desenvolvimento conjunto de soluções, do compartilhamento de conhecimento e do fortalecimento das condições necessárias para ampliar o transporte de carga de baixa emissão no Brasil.

A entrada da Zurich Seguros no grupo está alinhada à agenda de sustentabilidade da organização no Brasil e à sua respectiva atuação em gestão de riscos, tema central para o setor segurador e cada vez mais debatido diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas. 

“A transição para uma economia mais sustentável exige colaboração entre diferentes agentes. Ao integrar a coalizão e-Dutra, reforçamos nosso compromisso de contribuir com conhecimento técnico para discussões relevantes ao país. Como seguradora, temos um papel na construção de caminhos que ampliem a resiliência dos negócios e apoiem uma transição climática segura”, afirma Nathalia Abreu, superintendente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa da Zurich Seguros.

A participação da Zurich Seguros na coalizão está alinhada à agenda climática do Grupo Zurich em avançar rumo a emissões líquidas zero nos próximos anos, além de iniciativas recentes de apoio à eletrificação do setor automotivo conduzidas pela seguradora no país (como instalação de postos de recarga em parceria com outras empresas).

Gestão de riscos e sustentabilidade como pilares da transição

A presença da Zurich Seguros na e-Dutra também reflete a visão da companhia sobre o papel do setor segurador na evolução de novos modelos de mobilidade, infraestrutura e logística sustentável.

Por meio da experiência em gestão de riscos, engenharia e resiliência climática, a seguradora buscará contribuir tecnicamente para as discussões do projeto, o que inclui temas relacionados à infraestrutura necessária para a expansão do transporte de carga de zero emissão. Essa frente se conecta à Zurich Resilience Solutions, unidade dedicada à consultoria em gestão de riscos da seguradora, que apoia empresas na identificação, avaliação e prevenção de riscos, com base em experiência global e equipe técnica especializada.

Com esse movimento, a Zurich amplia a contribuição para além da oferta de seguros, ao apoiar clientes e parceiros na continuidade dos negócios e na adaptação a cenários de maior complexidade climática e operacional. A companhia também vê nessa agenda uma oportunidade de aprofundar o relacionamento com diferentes atores do ecossistema logístico e acompanhar a evolução de demandas ligadas à transição energética.

“A sustentabilidade está cada vez mais integrada à forma como conduzimos nossos negócios. Participar da e-Dutra nos permite contribuir para uma agenda com potencial transformador para o país, ao mesmo tempo em que fortalecemos nossa capacidade de apoiar clientes e parceiros diante dos desafios e oportunidades que surgem com a transição para uma economia de baixo carbono”, conclui Nathalia Abreu.