Direitos de comércio internacional do Lloyd’s fora da União Européia não estão afetados, afirma CEO no Brasil

marco castroA volatilidade nas bolsas e ações de seguradoras, resseguradoras e corretoras de seguros é grande nas bolsas mundiais e ainda perdurará por algum tempo diante da complexa decisão da saída do Reino Unido da União Europeia (Bretix), que ocupa as manchetes dos jornais e portais de todo o mundo. Entre sexta e segunda-feira, o total de baixa dos papéis de empresas do mercado segurador nas bolsas foi de aproximadamente 7%. Ontem, a S&P divulgou relatório em que informa não esperar que o “Brexit” traga impactos imediatos nos bancos e seguradoras da América Latina. No entanto, destacou que as instituições financeiras podem ser afetadas por efeitos indiretos vindos da crescente aversão ao risco de investidores institucionais internacionais, resultando em custo mais elevado do financiamento.

O Lloyd’s of London foi um dos alvos da mídia internacional sobre os fortes impactos do Brexit, por deixar de ser um passaporte dos negócios feitos em Londres para todos os países da União Europeia. “Os direitos de comércio internacional do Lloyd’s fora da União Européia não estão afetados. O Lloyd’s, assim como outras seguradoras do Reino Unido, permanecerá sob a supervisão contínua das autoridades reguladoras do Reino Unido, incluindo o Prudential Regulatory Authority – PRA”, afirma Marco Castro, CEO do Lloyd’s no Brasil, ao blog Sonho Seguro.

O executivo ressalta que o mercado do Lloyd´s permanecerá sujeito à Solvência II e manterá todo o acesso atual para os mercados da UE, pelo menos nos próximos dois anos, enquanto futura relação do Reino Unido com o mercado da UE é decidido. “O Lloyd’s valoriza seus históricos direitos de comércio em toda a UE e está totalmente interessado em garantir aos seus segurados continuarem a ter acesso aos serviços de seguros e de resseguros especializados do Lloyd’s no longo prazo. Em breve começaremos a consultar com nossos principais interlocutores no governo do Reino Unido e nos mercados da UE para assegurar a continuidade deste acesso”, acrescentou.

No longo prazo, Castro afirma que está confiantes de que o Lloyd´s continuará a ser o centro da indústria global de seguros e resseguros especializados. ”O mercado do Lloyd´s permanece robustamente capitalizado e seguro com nossa força financeira apoiada pela Cadeia de Segurança do Lloyd’s”.

Os bancos perderam 144 bilhões de euros, segundo informa a manchete do Valor Econômico de hoje. A queda global foi de 863 bilhões de euros desde a decisão do plebiscito. Llyods Banking Group, BNP Paribas, Santander e Barclays tiveram perdas bastante significativas. Os mercados globais perderam US$ 3,01 trilhões desde a sexta-feira após a divulgação do resultado do referendo, que optou pelo Brexit, marcando a maior perda de valor em dois dias do índice S&P Global Broad Market Index.

Caixa Seguridade tem novo presidente

Raphael RezendeA Caixa Seguridade, que reúne as participações da Caixa Econômica Federal em seguros e previdência, anunciou nesta segunda-feira que seu Conselho de Administração nomeou Raphael Rezende Neto como novo diretor-presidente da companhia. Rezende Neto, que assume para um mandato de dois anos, podendo ser reeleito, a vai substituir Josemir Mangueira Assis, que está se aposentando, segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Nilton Molina participará do Café do CVG/RS em agosto

O presidente do Conselho de Administração da Mongeral Aegon, Nilton Molina, será o palestrante da edição de agosto do Café do CVG/RS. Ele falará sobre impacto da longevidade na sociedade e no Mercado de Seguros, em evento que acontecerá no Salão Nobre da Federasul, em Porto Alegre. Os interessados em participar devem se inscrever até o dia 1º de agosto pelo e-mail .

O CVG/RS pede que os participantes levem pelo menos um quilo de alimento não perecível ou itens de higiene pessoal. Todos os itens arrecadados serão destinados à uma instituição de caridade.

Nilton Molina é administrador de empresas e tem mais de 50 anos de experiência em seguros e Previdência, sendo um dos fundadores do Bradesco Vida e Previdência e do Icatu Hartford. Também foi membro do Conselho Nacional de Seguros Privados e do Conselho Nacional de Seguridade Social (1985 a 1990) e atualmente é diretor da CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização) e vice-presidente da Associação Comercial do Estado de São Paulo.

O quê: Café do CVG-RS, com palestra de Nilton Molina

Realização: Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG/RS).

Quando: dia 16 de junho (quinta- feira), às 8h30min.

Onde: Salão Nobre da Federasul , Largo Visconde do Cairú – Centro, em Porto Alegre

Informações: | (51) 3286-3104.

Atuários debatem riscos diante de tanta volatilidade

Captura de Tela 2016-06-27 às 13.06.30O 11º Congresso do IBA ocorrerá nos dias 29 e 30 de junho de 2016, em São Paulo, no Hotel Maksoud Plaza. O painel “Atuário e o desafio de inovar sob a ótica dos órgãos reguladores”, contará com a presença de Roberto Westenberger, titular da Susep, José Roberto Ferreira, titular da Previc,, José Edison da Cunha Júnior, da SPPC, Alex Albert Rodrigues, da SPP e Cesar Brenha Rocha Serra, da ANS.

A grade de palestras será composta por 23 painéis sobre os temas como: EAPC, EFPC, Seguros, RPPS, Resseguro, Saúde, Jurídico, Gestão de Riscos, CPA, Investimentos, Controles Internos, Judicialização, Auditoria Atuarial, dentre outros.

Captura de Tela 2016-06-27 às 13.06.56Entre os destaques:

Os desafios da longevidade – Viver com qualidade de vida
Palestrante: Carlos Henrique Flory Moderador: Paulo Roberto da Rosa

Controles Internos e Gestão de Riscos para Seguradoras
Palestrantes: Betty Lilian Chan e Ronald Kaufman Moderadora: Luciana da Silva Bastos

Veja toda a programação no WWW.11CBA.COM.BR

Lloyd’s e seguradoras são afetadas com Brexit

brexitMuitas das seguradoras que negociam com o Lloyd’s of London afirmam que depois de um Brexit vão simplesmente transferir parte de seus negócios para subsidiárias na União Europeia após a saída do Reino Unido. Segundo publicou o Financial Times, isso ocorrerá pois uma das grandes atrações para as seguradoras de operar via Lloyd’s of London é que elas têm direitos de passaporte para a União Europeia.

O Lloyd’s, que fez forte campanha “Remain” (permaneça), colocou um ícone comcara brava sobre o resultado na sexta-feira de manhã. “Estou confiante de que o Lloyd’s vai ficar se manter como líder em seguros especializados e resseguros global”, disse John Nelson presidente do mercado, acrescentando: “A atratividade da plataforma do Lloyd’s vai muito além de licenças: a segurança financeira robusta, força da marca global, e experiência de subscrição inigualável. Estas qualidades têm resistido ao teste do tempo.”

No entanto, as ações em todo o setor caiu pesadamente na sexta-feira, com as seguradoras de vida mais atingidas. Em Londres, a Aviva, Legal & General e Standard Life apresentaram queda de mais de 15%, enquanto na Europa a Continental, Axa e Generali também registraram baixas. Os analistas culparam preocupações macroeconômicas em geral, mas em particular o impacto do alargamento de spreads de crédito. As seguradoras norte-americanas também sofrem consequências da derrota. A MetLife e a Prudential Financial registraram queda de 7% na bolsa. A AIG, que tem uma operação considerável em Londres, caiu 4,7%.

As seguradoras possuem grandes carteiras de títulos corporativos para cobrir as suas responsabilidades. Qualquer queda no valor dos títulos poderia trazer instabilidade para a solvência das seguradoras no curto prazo, embora, como eles tendem a manter esses títulos até o vencimento pode não haver danos econômicos, a menos que os se avolumem os default corporativos.

O CFO da Munich Re fala para a Bloomberg sobre os impactos nos negócios da resseguradora. “Temos de olhar no longo prazo. Não é o fim dos negócios. Alguns negócios podem mudar de lugar, como Singapura e Nova York”. Ele também se preocupa de que outros países da Europa, como Espanha, façam um referendo.

Ninguém sabe quanto tempo vai levar para o Reino Unido desembaraçar-se da UE e as suas leis, mas muitos comentaristas acham que vai demorar muitos anos – pelo menos uma década. Crucialmente, ninguém ainda sabe como Brexit afetará a cidade de Londres – o centro financeiro do Reino Unido.

CIAB Febraban alerta para uma nova forma de fazer negócio em seguros

Uma quarta revolução industrial. Essa foi a sensação ao sair da última palestra da Trilha de Seguros, evento realizado dentro do Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras (CIAB Febraban). “A proposta da Trilha, idealizada pela CNseg, foi debater como o mercado segurador brasileiro avança na utilização de soluções disruptivas no relacionamento com os seus públicos. As empresas seguradoras vêm desenvolvendo ferramentas inovadoras para dinamizar seus processos e operações cotidianas. Os investimentos em tecnologia, em novas plataformas digitais, têm ampliado a eficiência das empresas e aprimorado produtos e serviços”, salientou Barros, destacando que há um longo caminho a ser percorrido, pois o Brasil ainda está amadurecendo em muitos aspectos relacionados à tecnologia.

Veja abaixo um pequeno resumo das palestras que o blog Sonho Seguro preparou para ajudar a todos na construção de uma estratégia vencedora:

13516443_1076646539050648_2390069930091100636_nAbertura – Marco Barros, diretor da CNseg, destacou que há um longo caminho a ser percorrido, pois o Brasil ainda está amadurecendo em muitos aspectos relacionados à tecnologia. Um grande passo do mercado no sentido de inovar, afirmou, é o lançamento, de forma institucional, da CNspar, com o propósito de implementar um programa de apoia a startups. Batizado de Programa de Inovação Mar, em homenagem ao ex-presidente Marco Antonio Rossi, o programa pretende estimular e colaborar com o empreendedorismo no mercado segurador.

Gustavo de Souza Fosse, diretor de tecnologia e diretor da Febraban ressaltou a importância do mercado de seguros. “O setor de seguros é extremamente relevante para a nossa economia. Sua importância se traduz em números expressivos: no ano passado, o setor registrou faturamento de R$ 365 bilhões, um crescimento de 12% em relação a 2014, e ativos próximos de R$ 800 bilhões”, destacou em seu discurso de abertura da Trilha. O diretor de TI da Febraban destacou que a trilha de seguros, desenvolvida em parceria com a CNseg, tem por objetivo proporcionar uma visão de como o mercado pode aproveitar as potencialidades dos mais diversos canais de distribuição e do uso da tecnologia como ferramenta de aprimoramento dos processos internos e de análise de aspectos qualitativos da relação de seguradores, cl ientes e prestadores de serviços. “A riqueza dos assuntos envolvendo o mercado segurador irá se repetir nesta 26ª edição do congresso, com a participação de renomados executivos deste segmento para debater temas como as novas aplicações em dispositivos móveis, seguros inclusivos e os canais digitais, a produtividade do back office e a transformação digital no canal de vendas.

IMG_6389Apps – Uma das mais interessantes palestras de ontem foi de Daniel Rocha, responsável por serviços financeiros da Capgemini. Ele falou da explosão das Fintechs no mundo. Elas têm ditado o nível e o ritmo de aplicações mobile para seguros. Só nos EUA foram registrados mais de US$ 16 bi investidos em fintechs na área de seguros. “É um mercado efervescente e deve impactar a agenda de inovação das seguradoras no Brasil.&rdquo ;, comentou. Ele adiantou alguns produtos que serão lançados em breve pela seguradora AXA, como o monitoramento para residências e também para veículos. Ele mostrou pesquisas que revelam a insatisfação dos clientes com os produtos, serviços e atendimento das seguradoras. A mesmo pesquisa revelou que mais de 60% dos entrevistados aceitariam comprar seguro de uma empresa que não fosse seguradora. Como o Google, por exemplo.

Apps internacionais – Rocha, da Capgemini, afirma que o cliente não pode mais ser colocado de lado. O produto precisa ser customizado, com transparência, inteligência artificial (sensores em casa, appliances nos carros) e conectividade (da casa, de si mesmo, do carro). Rocha apresentou exemplos de empresas de seguros fora do País que já utilizam os dispositivos mobile. A United Health aperfeiçoou a experiência do corretor, agregando mais valor para o cliente, através de um app para retirar a burocracia da vida do corretor, que consegue cotar e emitir a partir de dispositivos móveis. Para Rocha, “as pessoas estão saturadas com a ideia de um tamanho único para todos e querem se ver diferente”.

A Bought by Many é uma startup que busca grupos que geralmente não tem suas demandas atendidas pelas seguradoras. Através de grupos de afinidade, a BBM constroi e negocia acordos com seguradoras. A venda é feita através de redes sociais e tem parceria com a Ping An na China. Trata-se da captação da necessidade ou desejo de um grupo por um corretor, que negocia com uma seguradora um pacote sob medida para o segurado. Rocha citou, como exemplo, um corretor que pratica ciclismo e começou a ofertar para o grupo um seguro sob medida para os riscos apresentados em uma prova. Incluindo ai o Tour de France.

O Metromile aplica o conceito de seguro “pay as you go”, que calcula o valor mensal do prêmio conforme a quilometragem rodada. Algo semelhante está em andamento no Brasil pela Liberty Seguros e também pela Porto Seguro, uma vez que clientes já demandam esse tipo de “justiça financeira”. Nos EUA, 65% do americanos rodam menos de 200 milhas por mês. O segurado conecta o dispositivo que recebe da seguradora. Este transmite as informações captadas no veículo. Apesar de o seguro ser um produto, hoje ele é considerado um serviço. Como Netflix. O cliente comprou mas não tem tempo de usar e pode cancelar. No seguro também os usuários querem isso. Se não usam, querem descontratar por um mês de férias. Ou reduzir o valor de estão usando mais a bike, Uber ou passaram a trabalhar em casa. Da mesma forma que funciona um medidor de luz. Quando viajamos, a conta de luz vem menor. Esse tipo de produto é o ideial para Maurício Macedo, superintendente de arquitetura, produção e segurança da informação da BrasilPrev (veja o motivo na última palestra).

O aplicativo BIMA vende microsseguros para a população de baixa renda na África e na Ásia, onde 97% dos seus clientes ganham menos de US$ 10 por dia. A startup já contabiliza 15 milhões de clientes, o que é considerado um sucesso em termos de parcerias com operadoras de celular, bancos e financeiras locais. Trata-se de um modelo que incluiu clientes ao mercado de seguros e está presente em 13 países. Segundo Rocha, mais de 80% dos segurados nunca haviam consumido um produto de seguro. A formação de mais de três mil agentes para educar a população sobre a necessidade do seguro é um dos pontos citados como fator decisivo para o sucesso da operação.

O Oscar é uma das fintechs de maior evidência nos EUA. A comercialização é apenas online e por isso os planos são simples e baratos. O aplicativo é para que os segurados possam buscar na rede referenciada médicos e clinicas para fazer o agendamento de consultas. O aplicativo viabiliza o atendimento emergencial, com o cliente relatando os sintomas para que o médico possa ser encaminhado.

AXA – A seguradora tem tido uma pauta forte em seguro digital, ressaltou Rocha. Além de permitir que o cliente compre o seguro online, ela traz diferenciais em assistência. Deve lançar na Europa uma oferta com assistência 24 horas por dia 7 dias por semana, que traz serviços muito além da cobertura tradicional da apólice. A aplicação de mobile + IoT (internet das coisas) inclui a visão de uma casa inteligente habilitada por meio de parcerias com o primeiro fabricante de dispositivos conectados para proteção em tempo real contra invasões, incêndios, inundações, vazamento de gás, poluição e outras emergências. O cliente faz a chamada para o sinistro e a empresa de assistência aciona a câmera para que a atendente entenda o que aconteceu na casa. A partir disso, o prestador de serviço tem uma ideia mais clara sobre a ajuda que precisa prestar. “Isso reduz custo com vistoria, com visitas e também dos serviços, além de deixar o cliente totalmente satisfeito com a assertividade, rapidez e custo”, ressalta o consultor da Capgemini. O lançamento de novidades da AXA no seguro de carro está previsto para o segundo semestre. No Brasil, o grupo lançou ontem um assistente de viagem, que faz todo o serviço para o usuário organizar suas férias, como localização de bons r estaurantes na cidade, solicitando um serviço de motorista particular ou aluguel de carro.

13417654_1076725092376126_4672414712652907003_nMobile – Ângela Beatriz, diretora da BB Seguridade, afirma que a holding de seguros do Banco do Brasil não se preocupa mais com a concorrência direta, como Bradesco, Porto Seguro ou Itaú. “Nos preocupamos com as empresas de tecnologia que podem se interessar em vender seguros, como o Google, por exemplo. Hoje basta um grupo de pessoas querer comprar seguro que uma startup pode ser criada para fazer a oferta”. A seguradora terá que ser mais que isso. O modelo disruptivo pode não vir de uma seguradora, mas de uma empresa que investe em conhecer a dor do cliente. A praticidade gera utilização muito grande. “O canal mobile, uma vez acertado, pode mudar de patamar as suas vendas. Ele precisa evoluir bastante a análise dos dados, como uma empresa de seguros que atenda completamente as necessidades do cliente”, concluiu Angela.

13501904_1076719069043395_240333183275646103_n“Seguros Inclusivos X Canal Digital” – Eugênio Velasques, diretor da Bradesco Seguros, e Alexandre Leal, da CNseg, fizeram um bate papo informal durante o painel. Velasques respondeu diversas perguntas com relação ao microsseguro, seguro popular, inovação e comissionamento dos corretores nesse tipo de produto mais voltado para as classes de menor renda e, uma pergunta recorrente, quando o setor de seguros irá avançar na venda de apólices de baixo custo. “Os correntistas não recebem mais extratos via correio. Mas o extrato está lá no internet banking. Quando ele quer, clica e consulta. Nós em seguro ainda precisamos mandar para o cliente a apólice via correio, correndo ainda o risco de ser considerado pelo segurado uma empresa que não pensa no planeta”, lamenta Eugênio Velasques. Ele defende debates mais dinâmicos entre o setor e o órgão regulador. “O mundo digital já é parte da vida das pessoas. As transações via ATM já respondem por mais de 50% da movimentação bancária. Temos de evoluir com a regulamentação do setor para podermos aproveitar os benefícios que a revolução digital traz para todos, inclusive a inclusão, levando a proteção ao consumidor aonde quer que ele esteja. Só assim para conseguirmos ter uma equivalência com o mercado financeiro”.

13524409_1076761242372511_2066139787155622260_nBackOffice – “Não pode esperar a troca do backoffice, que leva entre dois e cinco anos, para atuar no mundo digital. A maturidade dos sistemas de backoffice tem diferentes níveis. Quem não arrumar a casa para fazer mais rápido, mais barato e mais simples para conseguir integrar seus sistemas e se diferenciar neste mundo em que uma startup consegue criar coisas fantásticas como temos vistos, está com os dias contatos”, sentencia o diretor de Tecnologia da SulAmérica, Cristiano Barbieri, moderador do debate “Seguradoras – Alavancando Produtividade em Backoffices”. O palestrante Carlos Eduardo Figueiredo Filho, da Deloitte, trouxe experiências de sucesso de duas seguradoras locais e uma internacional com foco aprimoramento das estruturas de suporte ao negócio. Figueiredo explica que se trata de uma união de forças. As seguradoras no Brasil e no mundo investem em ter processos mais dinâmicos, que possibilitem se aproximar de uma startup com projetos que agregam uma experiência diferenciada. Uma grande seguradora tem legado, cultura e mais coisa que uma iniciante não tem. Já a startup tem a velocidade e recursos tecnológicos que uma grande empresa não consegue acompanhar. No entanto, nem a startup vai ser sempre uma iniciante e nem uma grande seguradora viverá sendo o que ela é hoje. “A parceria na inovação da cultura das seguradoras é o caminho para integrar os produtos com os clientes, a seguradora com seus parceiros corretores e fornecedores”. O CEO da YouSe, Eldes Mattiuzzu, apresentou o case de sucesso da sua fintech, que está transformando o mercado de seguros. “Queremos levar uma experiência para quem não conhece ou não tem o seguro, que não seja burocrática, mas sim simples e com bastante tecnologia”, explicou o CEO, sem falar qualquer coisa sobre o IPO da Caixa Seguridade, negócio que ainda emperra a Youse de entrar no ar de forma independente.

13512025_1077296062319029_2787264657620943989_nSaúde – A capacidade analítica era limita, mas hoje é possível explorar uma base de dados gigantesca, que geram informações uteis. “Temos 1,4 bilhão de procedimentos relacionados a 48 milhões de pessoas que utilizaram 350 mil consultas em 300 mil médicos no ano passado. É um bando de dados, que traz informações preciosas, e que precisa de tecnologia para tornar esse arsenal de dados em ações úteis”, diz Cechin. Claudio Pinhanez, da IBM, apresentou um resumo da experiência de 3 meses do que a consultoria conseguiu fazer ao garimpar informações dentro do banco de dados de uma grande seguradora. Somente usando o dado de reembolso, diz, é possível tirar várias ações de negócios, como saber quais os médicos que trabalham juntos e que trariam perdas ao cliente se fossem descredenciados. Apesar de fraude não ter sido o foco da experiência, ele afirma que também é possível detectar se há fraude ao deixar de olhar para o indivíduo e analisar grupos. Para ele, o desafio que as grandes seguradoras têm é de usar o poder dos dados e das redes de forma mais efetiva. Neste ponto as startups não conseguem competir. Flávio Bitter, diretor da Bradesco Saúde e vice-presidente da FenaSaúde, informou que um dos maiores desafios do setor de saúde e buscar soluções que promovam a sustentabilidade do sistema. Nesse sentido iniciativas que promovam prevenção e promoção à saúde dos beneficiários são sempre muito bem-vindas, assim como soluções que busquem maior efetividade na cadeia, através da qualificação do atendimento e do combate ao desperdício. “Para atingir esse objetivo, a Bradesco Saúde vem investindo em sistemas de TI que disponham de alta capacidade de processamento de dados e na construção de sistemas que permitam uso de grandes bases de dados para tomada de decisão. Nossos aplicativos de saúde, já estão disponíveis em várias plataformas, são de fácil acesso e entendimento de nossos segurados, o que já aumentou, consideravelmente, nossa comunicação com a base de clientes.”

13495274_1077341082314527_6413819693039506672_nTransformação Digital no Canal de Vendas – “As mudanças tecnológicas vêm acontecendo de forma bastante veloz. Tanto é que a tecnologia deixou de ser, simplesmente ferramenta, para fazer parte das estratégias de inovação das seguradoras. Isso porque algumas soluções podem contribuir significativamente não só com o aumento da eficiência, mas também pode ter efeito nos resultados financeiros da companhia. Um fator importante é que uma nova solução, quando implementada, pode transformar a maneira como são feitos os processos, o desenvolvimento de produtos e até os relacionamentos, que constituem um quesito estratégico em uma seguradora como a Yasuda Marítima”, diz Samy Hazan, o debatedor do painel, passando a palavra ao palestrante, que afirma: “O cliente tem de ser o foco de atenção e não mais o produto”.

13524480_1078635572185078_3237289508676975108_nIot- O último painel da Trilha de Seguros no CIAB Febraban — The Internet of Insurance Things and the Rise of Next Generation Insurance — conta com Fernando Nogueira César, gerente da Dell e Maurício Macedo, Superintendente de Arquitetura, Produção e Segurança da Informação da BrasilPrev, como moderador. Macedo contou que morava em Curitiba há alguns meses. Uma das atividades para preparar a mudança para SP foi ligar para o corretor de seguros para mudar a cidade que tinha no questionário do seguro do carro. Pagou 15% mais com esse endosso. Como passou a morar bem próximo ao trabalho, ele usa pouco o veículo. Para se locomover em SP, que não conhece bem as ruas, usa muito um serviço de taxi. Constatou então que está pagando muito caro de seguro e não está satisfeito com isso. Com essa experiência, passou a palavra para o especialista da Dell para falar da próxima geração de seguros, com apólices mais adaptadas ao perfil de cada um e como a Internet das Coisas pode ajudar em uma oferta mais adequada a cada cliente e assim elevar as vendas, com rentabilidade.

Mongeral Aegon lança seguro de vida para capitais elevados

Nelson_PaivaA Mongeral Aegon lança o seguro individual Whole Life Plus, para capitais elevados, da linha Private Solutions. A expectativa da companhia é um crescimento de 20% nas vendas em 2016, no segmento de alta renda. “Um dos diferenciais desse novo produto é que, após 10 anos, por exemplo, o resgate pode ser equivalente a até 100% do que foi pago pelo seguro”, destaca Nelson Paiva, diretor de Negócios Corporativos e Massificados da Mongeral Aegon.

O lançamento aconteceu na Expert 2016, convenção nacional de investimentos, organizada pela XP Investimentos, entre 24 a 26 de junho, no interior de São Paulo, com a participação de mais de mil agentes da XP. O produto foi criado para atender a demanda dos consumidores, que entendem que unir a proteção financeira de um seguro de vida com acumulação de reserva é uma necessidade dos novos tempos. “Nos dias de hoje, em que a crise econômica do país desperta as pessoas para a necessidade de proteger a renda da família, os produtos que oferecem segurança com reserva são bons para o cliente, que fica com a tranquilidade de que, em caso de necessidade, poderá resgatar a reserva formada”, comenta o executivo.

Os seguros de vida resgatáveis, nos últimos anos, tiveram um crescimento acentuado nas vendas por proteger a renda com garantia de retorno financeiro. Na Mongeral Aegon, por exemplo, alguns desses produtos tiveram um crescimento médio anual de 72,4%, de 2012 a 2015. Somente no primeiro trimestre deste ano, o crescimento foi cerca de 10% maior do que o mesmo período de 2015.

A linha Private Solutions é o primeiro seguro brasileiro para capitais elevados, até R$ 25 milhões, lançado há cinco anos pela Mongeral Aegon, permitindo a contratação de um tipo de proteção financeira que só era possível fora do país, com os chamados seguros offshore. A companhia busca constantemente atualizar sua oferta de soluções para atender de forma cada vez mais completa às necessidades financeiras dos brasileiros.

“Além de nossos clientes individuais, temos nas parcerias uma de nossas principais características de negócios. Esse produto é um ótimo exemplo, pois percebemos a demanda e o desenvolvemos, em parceria com a XP Investimentos e a XP Corretora de Seguros, para ser um plano flexível e inovador, com coberturas diferenciadas do que existe no mercado atualmente”, destaca Nelson.

Sobre o Private Solutions Whole Life Plus

Dentre os grandes diferenciais do produto estão a forma de análise de risco que, no Private Solutions Whole Life Plus é feita toda por tele atendimento, permitindo um processo de contratação mais rápida; a possibilidade de contratação de cobertura de invalidez independente da contratação do risco de morte; a isenção do pagamento do seguro de morte em caso de invalidez total permanente por acidente ou doença, e as opções de capitais decrescentes de morte.

Oxigênio, da Porto Seguro, se alia a startups para avançar ainda mais

italo firminoA Oxigênio, aceleradora de startups criada pela Porto Seguro, é praticamente a única seguradora presente no CIAB Febraban com cases reais para contar o que já está em prática. Lançada em outubro do ano passado, fez um primeiro ciclo encerrado em janeiro, com cinco projetos, e agora parte para o segundo ciclo de aceleração, na qual prevê sete novas ideias selecionadas para fazer parte do programa.

Italo Flammia, diretor da Oxigênio, aceleradora de projetos da Porto Seguro, comemora o sucesso do projeto. Contou ao blog Sonho Seguro que a aceleradora começou a ser idealizada em maio do ano passado e em janeiro deste ano já estava com cinco startups das mais de 1 mil ideias recebidas na chamada. Depois de seis meses de trabalho, elas já seguem neste mês para os Estados Unidos para amadurecerem ainda mais, enquanto a Oxigênio seleciona mais sete da nova chamada, que atraiu mais de 1,2 mil empreendedores. As cinco escolhidas arrancaram elogios até mesmo do parceiro do Vale do Silício, a Plug and Play, que esteve no início de junho no Brasil para assistir a apresentação dos projetos para investidores.

As cinco fintechs tem grande sinergia com os produtos da Porto Seguro. Entre as escolhidas, o executivo cita a Bynd, startup que criou um aplicativo de caronas com mais de 15 mil usuários em quatro clientes corporativos, entre eles os funcionários da Porto Seguro. Quem dá e quem recebe ganha pontos e acumula no cartão para trocar por milhas ou outros produtos. “O app oferece experiência de uso simples e em tempo real para conectar pessoas e promover integração, economia e sustentabilidade nas empresas e tem grande sinergia com a Porto Cartões”, acrescenta.

A PDVend é um ponto de venda para loja física que permite que os varejistas efetuem as vendas e gerenciem a loja através de computadores tablets e celulares, tornando-os mais eficientes e lucrativos. A sinergia com a Porto está no uso do sistema pelos prestadores de serviços que atendem clientes da seguradora. A Planejei descomplica o planejamento financeiro. Foi criado o robô Marvin, um consultor que acompanha os objetivos e metas do usuário diariamente. Ele é 100% automático, integrado com seus bancos e cartões e tem grande sinergia com a Porto Vida e Previdência.

Flammia também cita o Trackage. Milhões de bagagens são extraviadas e violadas por ano no mundo, causando um prejuízo bilionário aos passageiros e companhias aéreas. “O Trackage tira a dor de cabeça dos viajantes monitorando suas bagagens, indicando sua localização exata e alertando sobre eventuais violações em tempo real. Um ótimo app para ser integrado ao seguro viagem”, contou. E, por fim, o Telep tem sinergia com a Conecta, empresa de telecomunicações do grupo. O aplicativo móvel permite que as empresas economizem em suas contas telefônicas, monitorando e analisando os gastos dos seus funcionários, identificando o mal uso, cobranças indevidas e sugerindo o plano mais adequado para as necessidades de cada empresa.

Grupo BB e Mapfre cria Conselho de Diversidade e estabelece diretrizes para garantir a igualdade de direitos

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Em linha com esse posicionamento, empresa é a primeira seguradora a assinar o “Manifesto do Fórum de Empresas e Direitos LGBT”, que reforça o respeito à diversidade sexual. Promover a igualdade e contribuir para a construção de uma cultura de respeito às diferenças entre os públicos interno e externo. Estes foram os objetivos que levaram o grupo BB e Mapfre a criar o Conselho de Diversidade.

O programa é formado por seis pilares de atuação (Inclusão de Pessoas com Deficiência, Gênero, Gerações, Etnias, LGBT e Socioeconômico) e reafirma o posicionamento que já nasceu com a criação da seguradora, há cinco anos: o respeito.

“A instituição de grupos de trabalho focados em seis temas específicos é um movimento natural de amadurecimento da nossa organização, além de ser uma forma de contribuirmos para o fortalecimento do respeito em todas as esferas da sociedade”, explica Cynthia Betti, diretora de Recursos Humanos do grupo BB e Mapfre.

Uma das primeiras ações promovidas pelo Conselho de Diversidade é a assinatura do “Manifesto do Fórum de Empresas e Direitos LGBT”, de apoio à diversidade sexual. O grupo é a primeira seguradora a assinar o manifesto.

“É de extrema importância reforçar o nosso foco na manutenção de um ambiente corporativo diversificado e inclusivo, que promova a igualdade de oportunidades para todos os stakeholders. O diálogo e a diversidade são elementos fundamentais de uma empresa sólida”, ressalta Fátima Lima, diretora de Marketing e Sustentabilidade do grupo BB e Mapfre e líder do pilar LGBT.

Conselho de Diversidade – Desenvolvido em dezembro de 2015, o programa do grupo BB e Mapfre conta com a participação de dois líderes para cada tema, sendo um responsável pelo relacionamento com o mercado e o outro focado na disseminação da cultura e no engajamento com o público interno. Além disso, cada grupo de trabalho é formado ainda por 10 a 15 colaboradores.

Para propor temas e ações, são realizadas reuniões periódicas em que os participantes debatem sobre estudos, iniciativas e novidades relativas ao seu respectivo pilar de atuação. O foco é apresentar propostas de melhorias e ações inovadoras que possam ser incorporadas ao dia a dia da organização.

No pilar sobre mulheres, o GRUPO, que é signatário do ‘Empoderamento da Mulher’ (Women Empowerment Principles – WEPs, em inglês), da ONU (Organizações das Nações Unidas), tem como objetivo ampliar o poder das profissionais na organização. Atualmente, 41,5% do quadro gerencial da seguradora é composto por mulheres. “Outro exemplo de mudança é a celebração do ‘Dia da Família’ Uma ação de inclusão e aceitação. Assim como em todas as frentes de trabalho, temos a missão de fortalecer a igualdade no ambiente corporativo, no relacionamento com os stakeholders e no atendimento aos clientes”, conclui Cynthia.

Fintechs revolucionam mercado de seguros

IMG_6389Fonte: CNseg, por Denise Bueno

As fintechs, startups que oferecem serviços financeiros, revolucionam o mercado segurador mundial e também o do Brasil. Os Estados Unidos reúnem o maior número de fintechs em seguros, com investimentos que superam US$ 16 bilhões. No Brasil, a mais recente novidade vem da CNseg, que lançará, em agosto, por meio da CNspar, braço financeiro da Confederação, uma incubadora que vai selecionar projetos focados em trazer novidades para incrementar o relacionamento do setor com consumidores. O Brasil também conta com iniciativas da Porto Seguro, Bradesco, AXA, Caixa Seguradora e Thinkseg. Para falar do tema, o portal da CNseg conversou com Daniel Rocha da Capgemini, palestrante do painel “Novas Aplicações em Dispositivo Móveis”, da Trilha de Seguros, organizada pela CNseg no CIAB Febraban, que acontece entre 21 e 23 de junho, em São Paulo.

O que as seguradoras podem esperar da tecnologia móvel?

As tecnologias móveis estão revolucionando a maneira como os clientes pesquisam, se engajam e adquirem produtos de uma marca. O uso de aplicações móveis integradas com tecnologias como Internet das Coisas (IoT) e Big Data promete revolucionar o mercado de seguros. Estamos falando aqui, por exemplo, do potencial de lançar novos produtos de forma mais rápida, de alcançar mercados e clientes que hoje não têm acesso a seguros, de reduzir o risco – aliás, gerir risco é o negócio de seguros – por meio do acesso aos dados em tempo real e uma infinidade de outras aplicações.

O quão avançado isso já está no Brasil? Engatinha?

O Brasil tem feito avanços importantes no desenvolvimento de aplicações móveis. Mas mercados como Estados Unidos e Europa despontam como pioneiros em inovação, demonstrado especialmente pelo efervescente crescimento das FinTechs que, em seguros, convencionou-se chamar de “InsurTechs”.

O que já tem em fase de implementação?

Há uma infinidade de aplicações inovadoras em dispositivos móveis já disponíveis no mercado. Há, por exemplo, um aplicativo de seguro residencial integrado com sensores (alarmes, câmeras, detectores de incêndio, entre outros) que permite monitoramento 24h da casa do segurado. E isso é oferecido como um pacote pela seguradora. Um outro exemplo é um aplicativo de seguro de automóvel que, integrado a um sensor instalado no veículo, monitora a quilometragem mensal do usuário e cobra o seguro proporcional a essa quilometragem, num modelo de seguros denominado “Pay as You Go”. Por fim, podemos citar um aplicativo de compra colaborativa de seguros, pelo qual um grupo que tenha uma afinidade em comum, como ciclistas, por exemplo, se reúne para comprar seguros que antes seria impossível de adquirir individualmente. E tudo por meio de m&i acute; dias sociais. É o conceito de “sharing economy” aplicado a seguros.

Quais os benefícios que isso traz para todos os stakeholders?

As aplicações móveis, ou apps, trazem inúmeros benefícios para seguradoras, segurados, corretores e outros agentes que comercializam seguros, como os bancos. Para as seguradoras, os apps possibilitam aumentar as vendas, por meio de um engajamento mais efetivo do cliente e da possibilidade de acessar clientes antes inalcançáveis pelo meio tradicional. Adicionalmente, as seguradoras podem reduzir custos operacionais com a diminuição de papel e da burocracia. Já os segurados conseguem a comodidade de adquirir um serviço onde, como e quando quiserem, com um simples click. Além disso, os segurados passam a dispor de novos produtos que se adaptam mais ao seu perfil e necessidade, além de um serviço pós-venda diferenciado. Por fim, os corretores ganham em eficiência operacional e com a possiblidade de atuar de maneira mais efetiva como consultores especializados para seus clientes, pois se livram da burocracia, agora automatizada pelos apps.

O que a Capgemini tem para oferecer?

A Capgemini, uma das empresas líderes de serviços de consultoria, tecnologia e outsourcing, contribui para a transformação digital de seus clientes. Especialmente na indústria financeira, na qual a Capgemini tem forte atuação, temos entregado resultados tangíveis a nossos clientes por meio de projetos em Mobility & Digital Client Experience (DCX), Cyber Security, Insights & Data Analytics, entre outros.