Comissão aprova uso de dados públicos para análise de risco no crédito rural

Fonte: Agência Câmara de Notícias

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê o uso de dados públicos na análise de risco de operações de financiamento, seguro e resseguro rural.

texto aprovado é a versão da relatora, deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO), para o Projeto de Lei 3123/25, do deputado Alceu Moreira (MDB-RS), que criava o Sistema Nacional de Gestão de Risco de Crédito Rural.

“A criação de plataforma única teria elevada complexidade técnica, operacional e orçamentária”, disse a relatora. Em vez disso, o substitutivo adota arranjo “mais simples e exequível”, com o compartilhamento de informações já existentes.

Funcionamento
Pelo texto aprovado, o compartilhamento será automático, sem autorização prévia, mas poderá ser interrompido a qualquer momento pelo produtor rural. Terão acesso aos dados: instituições financeiras, seguradoras, cooperativas de crédito e demais agentes definidos em regulamentação posterior.

O substitutivo exige o cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Também proíbe o uso das informações para finalidades diferentes das previstas, veda a venda ou transferência dos dados a terceiros e estabelece responsabilidade objetiva por danos causados aos titulares.

Próximos passos
O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

URAL Fonte: Agência Câmara de Notícias

Seguro é hábito. Hábito é seguro

Por Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing, Comunicação e Canais de Relacionamento no Grupo Bradesco Seguros

Em geral, as pessoas associam o seguro a um momento específico: a contratação de um produto para proteger um carro, uma casa, um negócio ou a própria família. Mas talvez seja hora de olhar para o tema sob outra perspectiva. Seguro não é apenas uma contratação eventual. Seguro também pode ser entendido como hábito.

Essa é uma mudança de chave importante. Quando a proteção deixa de ser percebida como reação a uma ameaça e passa a ser incorporada ao cotidiano como parte da organização da vida, ela ganha outro significado. Deixa de ocupar o lugar do “depois eu vejo” e passa a integrar a lógica do planejamento, da continuidade e do cuidado.

Em um contexto em que as pessoas lidam com rotinas mais aceleradas, maior volatilidade econômica e novas fontes de incerteza, construir hábitos de proteção se torna não só desejável, mas necessário. E isso vale tanto para indivíduos quanto para empresas.

A lógica dos hábitos ajuda a entender esse movimento. Em vez de depender apenas de motivação, condição que oscila, o hábito se apoia em repetição, clareza e consistência. É ele que transforma boas intenções em comportamento real. Não por acaso, muitos dos avanços que buscamos na vida pessoal e profissional não acontecem por grandes decisões isoladas, mas por pequenas práticas recorrentes.

Com proteção, a lógica é semelhante. Quando revisar coberturas, organizar documentos, refletir sobre riscos e planejar soluções passa a fazer parte da rotina, a proteção deixa de ser um tema abstrato ou desconfortável e passa a ser vivida de forma concreta. O seguro, nesse sentido, é uma expressão prática de responsabilidade com o futuro.

Isso exige também uma mudança na forma como o setor se comunica. Durante muito tempo, o seguro foi associado sobretudo à perda, ao medo e ao imprevisto. Embora essa dimensão exista, ela não esgota o tema. Há uma narrativa mais contemporânea e mais aderente à vida das pessoas: a de que proteger é criar condições para que projetos e trajetórias possam continuar, mesmo quando algo foge do previsto.

Seguro não é apenas sobre crise. É sobre continuidade.

Esse olhar é especialmente relevante em uma sociedade que valoriza cada vez mais autonomia, planejamento e bem-estar. Assim como incorporamos hábitos ligados à saúde, à educação financeira ou à produtividade, também podemos incorporar hábitos ligados à proteção.

O desafio, naturalmente, é que o cérebro humano tende a priorizar recompensas imediatas. Tudo aquilo que remete ao longo prazo costuma ser adiado. Por isso, transformar proteção em hábito exige simplicidade. É preciso tornar esse comportamento mais visível, mais acessível e mais conectado à vida real.

Na prática, isso significa criar marcadores objetivos: uma revisão periódica, uma conversa recorrente sobre prioridades, um momento do ano para reavaliar necessidades, coberturas e planos. Significa também traduzir o seguro em linguagem mais próxima, menos técnica e mais conectada às escolhas que as pessoas já fazem para cuidar do que valorizam.

Esse raciocínio vale igualmente para o ambiente corporativo. Organizações mais resilientes são as que constroem, no dia a dia, práticas capazes de reduzir vulnerabilidades. Gestão de risco, continuidade de negócios, benefícios, proteção patrimonial e planejamento de longo prazo são, em essência, expressões dessa mesma lógica: cuidar antes, e não apenas responder depois.

Ao observar a evolução do setor, fica cada vez mais claro que ampliar a cultura da proteção passa por ampliar também a cultura do hábito. Hábitos bem construídos reduzem improvisos, organizam decisões e fortalecem a sensação de segurança.

Proteger não deveria ser um evento isolado. Deveria ser parte da rotina. Um comportamento típico de quem cuida. E, nesse sentido, seguro talvez seja exatamente isso: não apenas um contrato, mas um hábito de cuidado com o presente e com o futuro.

Marsh Risk anuncia Rodrigo Chunques como diretor de Credit Specialties no Brasil

A Marsh Risk acaba de anunciar a chegada de Rodrigo Chunques como novo diretor de Credit Specialties no Brasil. Baseado em São Paulo e com reporte direto a Thiago Lang, Diretor Executivo de Specialty, o executivo terá como foco fortalecer a atuação da companhia em soluções de Garantias e Crédito, com ampliação do portfólio e geração de valor aos clientes. 

Estratégica, a área de Credit Specialties apoia empresas na mitigação de riscos e na proteção de operações financeiras. A nomeação reforça o plano de expansão da companhia no segmento. 

Com mais de 20 anos de experiência, Chunques iniciou sua trajetória em Seguro Garantia em 2005 e passou por seguradoras e corretoras. Mais recentemente, foi Diretor Técnico na Daycoval Seguros, onde atuou em tecnologia, processos e desenvolvimento de equipes.

Previdência privada aberta: aportes caem 8% no primeiro trimestre de 2026

De acordo com o último relatório realizado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi sobre o primeiro trimestre de 2026, a arrecadação dos planos de previdência privada aberta somou R$ 41,3 bilhões, uma queda de 8% em relação ao mesmo período de 2025.

Os resgates caíram 10,2%, totalizando R$ 35,1 bilhões no início de 2026. Assim, a captação líquida, que é resultado dos aportes subtraídos das retiradas, terminou o trimestre em R$ 6,2 bilhões ou alta de 7,3% na mesma base de comparação.

Em março, considerando apenas a leitura mensal, esses planos administravam mais de R$ 1,8 trilhão em ativos, o que representa, aproximadamente, 14% do PIB do Brasil. Esse montante apresenta uma evolução de 13% quando comparado ao mesmo mês de 2025.

Segundo Edson Francopresidente da Fenaprevi,apesar da queda nos prêmios e contribuições dos planos do tipo VGBL, a captação líquida do setor no trimestre foi positiva por conta da redução no volume de resgates neste início do ano.Ele complementa dizendo que as expectativas para o restante do ano são de retração na arrecadação.

“Isso ocorre em função da cobrança do IOF, que comprovadamente configurou um desincentivo ao comportamento previdente dos brasileiros. Em vez de estimular a poupança para a longevidade, a medida direcionou o dinheiro para o consumo ou para aplicações de curto prazo, lembrando que a previdência privada (especialmente o VGBL) é o principal financiador da Dívida Pública Mobiliária Federal”.

Preocupação com o futuro

No relatório também foi demonstrado que 11,2 milhões de pessoas possuem pelo menos um plano de previdência privada aberta no Brasil. Ainda em março de 2026, eram 13,6 milhões desses planos dos quais 79% eram da modalidade individual, ou seja, quando a preocupação na contratação parte de uma pessoa.

VGBL: preferido dos planos e campeão de aportes

No primeiro trimestre de 2026 foram aportados nos planos Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) R$ 37,6 bilhões, distribuídos em 8,6 milhões de planos. Já outros 3,2 milhões do Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) receberam 8% dos total de prêmios e contribuições do período. Ainda cerca de 1,5% da captação bruta se refere a 1,9 milhão de planos do tipo Tradicional (divididos em Tradicionais de risco, Acumulação e FAPI). 

Yelum aposta em novela vertical no TikTok para incluir o seguro ao cotidiano dos brasileiros

A Yelum Seguros, marca do Grupo HDI, lança sua campanha nacional com uma proposta inovadora que une entretenimento e comunicação de marca. Com o projeto “Caminhos da Liberdade”, a seguradora se torna a primeira do mercado a apostar em uma campanha seriada em formato vertical, desenvolvida especialmente para o TikTok, com linguagem nativa e foco no consumo mobile.O aquecimento da campanha começou em 7 de maio com o lançamento do teaser estrelado por Hugo Gloss, um dos maiores influenciadores digitais do país, reconhecido por seu alto alcance e forte engajamento nas redes sociais.

A participação do criador de conteúdo reforça a estratégia de ampliação de visibilidade e conexão com novos públicos.Pensada como uma novela digital, a campanha é composta por episódios curtos de aproximadamente dois minutos, divulgados de forma seriada. Serão três episódios por semana, ao longo das semanas de 15/05, 22/05 e 29/05, com episódio final previsto para o dia 05 de junho. A narrativa acompanha a trajetória de uma família que enfrenta desafios e imprevistos do dia a dia, enquanto busca reconstruir laços e seguir em frente, sempre com o apoio do seguro como facilitador da vida cotidiana.

A iniciativa reforça o posicionamento da marca ao associar proteção, segurança e liberdade, mostrando que o seguro pode estar presente de maneira simples e natural na rotina das pessoas. “Nosso objetivo é mostrar que o seguro não precisa ser distante ou complexo. Ele pode fazer parte da vida real, permitindo que as pessoas vivam com mais autonomia, confiança e liberdade para seguir seus próprios caminhos”, afirma Daniel Mello, diretor de Transformação do Grupo HDI.Ao retratar situações comuns – como acidentes, problemas na estrada, questões relacionadas ao lar e imprevistos familiares -, a campanha traduz o papel do seguro em diferentes momentos da vida, aproximando o tema do cotidiano do público.

“Com essa nova fase, avançamos no posicionamento da marca Yelum ao explorar formatos inovadores e uma linguagem mais próxima das pessoas. Além do Tiktok, nossa estratégia multiplataforma também contempla presença no YouTube, Meta, além de ativações em aeroportos, portais de grande audiência e mídia out of home em praças estratégicas.”, conclui o executivo. A campanha também aposta em conteúdos nativos, uso de influenciadores, memes e interações digitais para ampliar o alcance e estimular o engajamento.

Generali Brasil apresenta Relatório de Sustentabilidade com resultados práticos de ESG nos negócios  

Uma das maiores seguradoras do país, a Generali Brasil divulga, pelo terceiro ano consecutivo, seu Relatório de Sustentabilidade. O documento reforça seu compromisso com o mercado segurador brasileiro por meio da incorporação de práticas ambientais, sociais e de governança (ASG). O relatório abrange o exercício de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2025. A companhia encerrou 2025 com mais de R$ 2,2 bilhões em prêmios emitidos, crescimento de 33,7% em relação a 2024, e lucro líquido de R$ 137,8 milhões, alta de 31,4% no período. 
 

Experiência do cliente
 

Ao longo do ano, a empresa reforçou seu compromisso com a excelência na jornada de seus clientes e parceiros. Como resultado, o Net Promoter Score (NPS) cresceu 38% em relação a 2024, o que posicionou a empresa na “zona de qualidade”. Esse desempenho foi acompanhado pelo Índice de Satisfação do Cliente (Customer Satisfaction Score) superior a 9, em uma escala de 0 a 10. No período, foram aplicadas cerca de 1.500 pesquisas, evidenciando a valorização sistemática da voz do consumidor.
 

Diversidade, equidade e inclusão


No documento, a Generali mostra que 44% dos cargos de posição estratégica são ocupados por mulheres, superando a meta de 40%. Além disso, 54% das 182 alterações salariais por mérito foram destinadas ao público feminino, contribuindo para a redução de distorções no Equal Pay Gap (igualdade salarial).
 

Foram mantidos o programa de amamentação por até um ano, a possibilidade de trabalho remoto durante o período de férias escolares e a licença-maternidade ampliada, medidas que apoiam a continuidade do desenvolvimento profissional e a preparação para novos desafios de carreira.
 

Tecnologia e inovação
 

Dentro da estratégia global de transformação digital, o Grupo Generali está implantando uma nova plataforma central, voltada à modernização operacional, à evolução do portfólio e à redução da dependência de sistemas legados.
 

A ampliação de automações e das aplicações práticas de inteligência artificial foi outro avanço da companhia ao longo do ano. Nesse contexto, essas iniciativas contribuíram para reduzir tarefas repetitivas, aumentar a consistência operacional e apoiar as equipes de atendimento, com mais agilidade e qualidade no suporte ao cliente.
 

Premiações e reconhecimentos
 

A empresa alcançou marcos importantes, entre os quais se destaca o reconhecimento, pelo quarto ano consecutivo, entre as 20 mais inovadoras do Brasil, de acordo com o ranking Innovative Workplaces 2025, da MIT Technology Review Brasil.
 

Também esteve, pelo segundo ano consecutivo, no Sou Segura Summit 2025, onde recebeu o prêmio “Conteúdo – Base de Tudo”. A distinção reconhece entidades que investem na sensibilização e na conscientização sobre diversidade no cotidiano organizacional.
 

Outro marco foi a conquista do segundo lugar na categoria “Seguradoras” no Prêmio Reclame Aqui, premiação nacional de reputação e qualidade de atendimento. 
 

A Generali Brasil também foi vencedora do SABRE Awards Latin America 2025 na categoria Employee Communication, em reconhecimento à estratégia de comunicação desenvolvida para celebrar o centenário da companhia no Brasil.
 

Divulgada em janeiro de 2026, com base na avaliação das práticas implementadas ao longo de 2025, a seguradora recebeu a certificação Top Employer 2026, que reconhece empresas com as melhores práticas de recursos humanos. 
 

Cuidado com o meio ambiente
 

Como parte das comemorações do centenário, foi realizado o plantio de 100 mudas de árvores nativas no Parque Lage, no Rio de Janeiro (RJ), e mais 100 no Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo (SP). A iniciativa reflete o compromisso da empresa com a sustentabilidade e incluiu a quantificação e a compensação das emissões de gases de efeito estufa (GEE) associadas à ação. 
 

Metas e indicadores 
 

O relatório reforça o compromisso global de alcançar a neutralidade de carbono até 2050, com metas intermediárias para 2030, como a redução de 60% nas emissões associadas a investimentos e cortes rigorosos na intensidade de emissões de carteiras específicas e operações. Além disso, a empresa investirá 12 bilhões de euros em soluções climáticas e prevê crescimento anual de 8% a 10% em soluções de seguros voltados ao clima.

MetLife Foundation celebra a primeira rodada de beneficiários do Fundo de Educação FIFA Global Citizen

A FIFA e o Global Citizen anunciaram recentemente a primeira rodada de beneficiários do Fundo de Educação FIFA Global Citizen, que amplia o acesso à educação de qualidade e ao esporte para crianças em todo o mundo. Nesta primeira rodada, o Fundo concedeu recursos a 27 organizações em 10 países e o Brasil será um dos beneficiados. A MetLife Foundation é doadora fundadora do Fundo, com um compromisso de US$ 9 milhões.

Como apoiadora do Fundo, a MetLife Foundation continua seu compromisso de ajudar crianças ao redor do mundo a terem acesso a recursos educacionais de qualidade. Ao apoiar programas focados em esporte, educação, reforço escolar e desenvolvimento de habilidades, o Fundo capacita organizações locais a ampliar seu impacto e fortalecer comunidades.

No Brasil, o Instituto Rede Tênis é um dos primeiros beneficiários a receber subsídios entre US$ 50.000 e US$ 250.000 para aprimorar programas em comunidades onde já faz a diferença. “Na MetLife, acreditamos em estar presentes para as pessoas e as comunidades nos momentos que importam, guiados pelo nosso propósito claro de construir futuros mais confiantes e seguros”, comenta Denise Coelho, Diretora de Marketing e Comunicação da MetLife Brasil. “Nosso apoio ao Fundo de Educação FIFA Global Citizen ajudará organizações nas comunidades locais a expandirem seu alcance e impacto.”, adiciona a executiva.

As organizações beneficiadas foram selecionadas pelos programas que realizam, ampliando o acesso a recursos educacionais e ao esporte em comunidades locais. Coletivamente, seu trabalho alcança dezenas de milhares de crianças, incluindo locais onde menos de 15% concluem o ensino médio e mais de 60% vivem na pobreza. Ao apoiar programas comprovados que integram aprendizado, esporte e engajamento comunitário, o Fundo está ajudando a criar mais oportunidades para que crianças e suas comunidades construam futuros mais confiantes.

O Fundo tem como objetivo arrecadar US$ 100 milhões para oferecer acesso à educação de qualidade e ao esporte para crianças ao redor do mundo. O apoio à educação é um dos pilares da MetLife Foundation desde a sua criação, há quase 50 anos. Hoje, educação financeira, aprendizado em STEM e programas de mentoria também fazem parte das iniciativas da apoiadas pela Fundação para preparar jovens em todo o mundo para futuros mais promissores.

As inscrições já estão abertas para o próximo ciclo de concessão de recursos do Fundo de Educação FIFA Global Citizen. Organizações que oferecem acesso à educação e ao esporte para crianças ao redor do mundo são convidadas a se candidatar a recursos que variam de US$ 50.000 até US$ 250.000, por meio do site: globalcitizen.org/education-fund-apply.

Circuito da Longevidade Bradesco Seguro transforma Copacabana em palco de saúde, bem-estar e qualidade de vida

A Cidade Maravilhosa recebe, no dia 31 de maio, o Circuito da Longevidade Bradesco Seguros. A iniciativa promove um dia de celebração à vida ativa e saudável, reunindo pessoas de todas as idades em corridas de 5 e 10 quilômetros. Informações sobre valores de kits e inscrições estão disponíveis pelo site. Com largada no Posto 2, da mundialmente famosa praia de Copacabana, os participantes poderão desfrutar de um percurso à beira-mar, com vistas espetaculares do oceano e das montanhas. 

No Rio de Janeiro, cidade que respira esporte ao ar livre e tem na orla um de seus maiores símbolos de qualidade de vida, o Circuito da Longevidade ganha um significado ainda mais especial. Realizar a prova em um dos cartões-postais mais icônicos do mundo reforça a conexão entre movimento, saúde e bem-estar em um cenário inspirador. Mais do que uma corrida, o evento dialoga com o estilo de vida carioca, que valoriza a prática esportiva, o contato com a natureza e a ocupação dos espaços públicos, fortalecendo a mensagem de que envelhecer com qualidade começa com escolhas ativas no presente. 

“O Rio de Janeiro, com sua forte relação com o esporte e a vida ao ar livre, é um cenário naturalmente alinhado à proposta do Circuito. Estar presente na cidade reforça nosso compromisso em incentivar hábitos saudáveis e ampliar o acesso a iniciativas que promovam qualidade de vida”, afirma Ana Claudia Frighetto Gonzalez, Superintendente Sênior de Marketing do Grupo Bradesco Seguros. 

Criado em 2007 pelo Grupo Bradesco Seguros, o Circuito da Longevidade integra um conjunto de ações voltadas à promoção do envelhecimento ativo e do bem-estar em todas as fases da vida. O tema faz parte da estratégia institucional da companhia, que atua para incentivar a cultura do cuidado e ampliar o acesso à informação e a iniciativas que apoiem escolhas mais saudáveis no cotidiano. Entre essas iniciativas, destacam-se o Indicador de Longevidade Pessoal (ILP), o Fórum da Longevidade, os Prêmios Longevidade e o portal Viva a Longevidade (vivaalongevidade.com.br), que reúne conteúdos e orientações para quem busca envelhecer com saúde e qualidade de vida. 

Ao longo de 2026, o Circuito passa por sete cidades brasileiras: São Paulo (etapa realizada no dia 1º de março), Brasília (realizada em 26 de maio), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Salvador (BA), Recife (PE) e Porto Alegre (RS), consolidando-se como uma das mais tradicionais iniciativas esportivas do país dedicada à promoção da longevidade e do bem-estar. A Norte Marketing Esportivo realizará todas as etapas do Circuito da Longevidade em 2026. A empresa tem foco em promover o bem-estar e a saúde por meio do esporte, sendo responsável por alguns dos principais eventos de corrida de rua do Brasil. 

Serviço 

Circuito da Longevidade Bradesco Seguros – Rio de Janeiro 
Data: 31/05/2026 
Local: Copacabana – Av. Atlântica, Posto 02 
Distâncias: 5 km e 10 km 
Horário da largada única: 7h 
Valor do kit: consulte as opções disponíveis no site 
Retirada do Kit: Dia 29 de maio das 10h às 20h, e no sábado, dia 30, das 10h às 18h, na Decathlon (Av. Ataulfo de Paiva, 391 – Loja A – Leblon, Rio de Janeiro – RJ) 

 Patrocinador: Bradesco Seguros 
Organizador: Instituto Educare 
Comercializadora: Norte Marketing Esportivo 
Site oficial: https://www.runningland.com.br/longevidade-bradesco-rio-de-janeiro-2026

Fórum ESG do IBA reúne especialistas para discutir sustentabilidade e governança

por Karem Soares

O Instituto Brasileiro de Atuária realiza, no dia 28 de maio de 2026, o 1º Fórum de ESG do IBA, no Anfiteatro Uninove Vergueiro, em São Paulo. O encontro reunirá especialistas, profissionais do setor e representantes de diferentes áreas para debater sustentabilidade, governança e o papel da Atuária na construção de um futuro mais responsável.

Com uma programação voltada ao aprendizado, à troca de experiências e ao networking qualificado, o Fórum abordará temas estratégicos relacionados aos desafios e oportunidades do ESG nos mercados de previdência, saúde suplementar, seguros e gestão de riscos climáticos.

Para o presidente do IBA, Giancarlo Germany, o evento representa um marco importante para a atuação da profissão diante das transformações do mercado. “A Atuária tem papel essencial na análise de riscos, na construção de modelos sustentáveis e no apoio à tomada de decisões responsáveis. O 1º Fórum de ESG do IBA nasce com o propósito de ampliar esse debate, conectando conhecimento técnico, visão regulatória e experiências práticas para contribuir com um futuro mais sustentável e transparente para a sociedade”, afirma Giancarlo Germany.

A programação contará com cinco painéis:  Visão Estratégica dos Órgãos Reguladores. Experiências de ESG em Previdência Privada. ESG em Saúde Suplementar. Os Impactos do ESG na Indústria de Seguros. Riscos e Oportunidades Associados à Sustentabilidade e às Mudanças Climáticas. 

O painel “Visão Estratégica dos Órgãos Reguladores” trará uma reflexão sobre como a agenda ESG vem sendo incorporada às diretrizes regulatórias e às práticas de supervisão dos mercados financeiro, segurador, previdenciário e de saúde. A proposta é discutir de que forma os reguladores têm orientado o setor na adoção de critérios ambientais, sociais e de governança, estimulando maior transparência, gestão responsável de riscos e alinhamento às melhores práticas nacionais e internacionais.

No tema “Experiências de ESG em Previdência Privada”, o Fórum abordará como entidades e profissionais do setor previdenciário vêm incorporando princípios de sustentabilidade em suas estratégias de investimento, gestão de riscos, relacionamento com participantes e governança institucional. A previdência privada, por sua natureza de longo prazo, tem papel relevante na construção de modelos mais sustentáveis, capazes de equilibrar rentabilidade, segurança e responsabilidade social.

O debate sobre “ESG em Saúde Suplementar” destacará os desafios e oportunidades para operadoras, atuários e demais agentes do setor diante de uma agenda que envolve eficiência assistencial, sustentabilidade econômico-financeira, acesso, qualidade do cuidado e governança. A incorporação de práticas ESG pode contribuir para modelos mais equilibrados, com foco na perenidade das operações e na geração de valor para beneficiários, empresas e sociedade.

Já o painel “Os Impactos do ESG na Indústria de Seguros” discutirá como as seguradoras estão sendo desafiadas a rever produtos, processos, políticas de subscrição, investimentos e modelos de precificação à luz dos critérios ESG. A crescente exposição a riscos ambientais, sociais e reputacionais reforça a necessidade de uma atuação técnica cada vez mais integrada, na qual a Atuária contribui diretamente para mensurar impactos, antecipar cenários e apoiar decisões estratégicas.

Os “Riscos e Oportunidades Associados à Sustentabilidade e às Mudanças Climáticas”, é um dos pontos centrais do encontro, considerando a relevância dos eventos climáticos extremos, da transição energética e das novas exigências de disclosure e governança. Para a Atuária, esse cenário amplia a necessidade de desenvolver modelos capazes de avaliar riscos emergentes, impactos financeiros de longo prazo e oportunidades relacionadas à inovação, resiliência e sustentabilidade dos negócios.

O 1º Fórum de ESG do IBA reforça a importância da atuação atuarial em um contexto de profundas transformações. Mais do que acompanhar tendências, a profissão é chamada a contribuir tecnicamente para decisões que envolvem risco, solvência, proteção social, equilíbrio econômico e responsabilidade com as futuras gerações.

Munich Re lucra € 1,7 bilhão no trimestre com forte desempenho do resseguro

A Munich Re iniciou 2026 com lucro líquido de € 1,7 bilhão no primeiro trimestre, avanço de 56,7% em relação aos € 1,09 bilhão registrados no mesmo período do ano passado. O resultado foi sustentado principalmente pelo forte desempenho da operação de resseguros, favorecida pela baixa ocorrência de grandes sinistros e pela manutenção de condições consideradas positivas no mercado global de renovação de contratos.

A área de resseguros respondeu por € 1,48 bilhão do lucro consolidado do grupo no trimestre, ante € 853 milhões um ano antes. O destaque ficou para o segmento de property-casualty reinsurance, que registrou lucro de € 841 milhões e índice combinado de 66,8%, um dos principais indicadores de rentabilidade técnica do setor. No primeiro trimestre de 2025, o índice havia sido de 83,9%, pressionado pelos incêndios florestais em Los Angeles.

As despesas com grandes perdas caíram drasticamente, para € 130 milhões, frente a € 1 bilhão no mesmo período do ano anterior. Os eventos naturais responderam por apenas € 55 milhões das perdas do trimestre. Já os sinistros ligados a riscos humanos somaram € 75 milhões. Ainda assim, a Munich Re informou impactos de aproximadamente € 90 milhões relacionados à guerra no Irã, divididos entre as operações de specialty insurance e property-casualty reinsurance.

Na renovação de contratos de abril, importante temporada para o mercado global de resseguros, a companhia reduziu em 18,5% o volume de negócios subscritos, para € 2 bilhões. A estratégia, segundo a empresa, foi priorizar rentabilidade e disciplina técnica, deixando de renovar contratos que não atendiam às exigências de preços e condições. Mesmo com redução média de 3,1% nos preços, a Munich Re afirmou que o nível tarifário segue favorável.

O segmento de resseguros de vida e saúde também apresentou desempenho considerado sólido, com resultado técnico de € 500 milhões e lucro líquido de € 436 milhões no trimestre.

Além do resseguro, a divisão ERGO contribuiu com € 235 milhões para o lucro consolidado. O retorno anualizado sobre patrimônio líquido (ROE) do grupo atingiu 19,7%, enquanto o índice de solvência permaneceu em 292%, bem acima da meta interna superior a 200%.

A companhia manteve a projeção de lucro líquido de € 6,3 bilhões para 2026. Segundo o CFO Andrew Buchanan, a combinação entre preços ainda favoráveis, qualidade da carteira e oportunidades de negócios nos próximos trimestres sustenta a confiança da resseguradora no desempenho do ano.