A partir desta semana, os clientes e corretores da Liberty Seguros poderão aderir ao programa Amigo MASP, do Museu de Arte de São Paulo, com 10% de desconto. A parceria faz parte do Clube Liberty, que oferece vantagens em mais de 50 estabelecimentos em todo o país, em segmentos como lazer e viagens, automotivo, cultura e entretenimento.
O Amigo MASP é um programa de fidelização que arrecada recursos para os projetos do museu, e oferece vários benefícios aos participantes, como entrada grátis e sem filas durante todo o ano, descontos no MASP Loja e MASP Restaurante e visitas orientadas especiais às exposições, entre outros. Para usufruir do desconto, basta acessar o site da Liberty Seguros, www.libertyseguros.com.br e logar no Espaço Cliente ou Espaço Corretor.
“O Clube Liberty foi criado para fortalecer o relacionamento com clientes, que podem usufruir de vantagens em estabelecimentos de todo o país, e a parceria com o programa Amigo MASP reforça este compromisso”, diz Patricia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.
O Valor Econômico e o DCI trazem na edição de hoje especiais com pequenas e médias empresas com muitas matérias interessantes que mostram hábitos e tendências deste público alvo para as seguradoras. Uma matéria específica sobre seguros no Valor conta que mais de 60 segmentos da indústria e comércio têm apólices sob medida para atrair pequenas e médias empresas que até então não se interessavam pelas ofertas das seguradoras. “A seguradora é minha parceira no risco do meu negócio.” Essa é a filosofia da florista Renata Penno, que acaba de montar seu novo estúdio, em São Paulo. Por atender clientes de peso, como Eataly, Ralph Lauren, Clube Monte Líbano e festas de socialites, com arranjos que chegam a custar mais de R$ 20 mil, ela não arrisca.
link para assinantes do jornal:http://www.valor.com.br/financas/4619069/protecao-sob-medida-conquista-pmes
No DCI destaco a matéria que traz dicas de especialistas para ajudar a reduzir custos com planos de saúde. Como manter o plano de saúde diante da crise? Eis uma preocupação de todos. Até mesmo a presidente afastada Dilma Rousseff, ao saber da aprovação do processo de impeachment, questionou a assessores se o plano de saúde seria mantido. No caso dela foi mantido, mas esta não é a realidade de mais de 1,3 milhão de pessoas que perderam o plano em 2015. Empoderamento do consumidor e crise criam cenário propício à busca de redução de gastos; coparticipação, adequação regional da cobertura e mudanças na rede dão bons resultados Estratégia da Bradesco é oferecer boa gestão de custos e produtos para todos os bolsos, diz Mário Coriolano, da Bradesco Saúde.
link para assinantes do jornal: http://www.dci.com.br/especial/negociar-planos-gera-economia-id558271.html#.V3UOYoFs5o8.facebook
Está no ar a nova edição da revista Gerencia e Riscos, do grupo Mapfre. Totalmente nova e digital. “O mundo está enfrentando uma implacável competição global de talentos, idéias e capital. Portanto, é preciso deixar de fazer tudo aquilo que não agregue valor. Temos que conseguir fazer mais com menos e aproveitar o esforço e as capacidades daqueles que estiverem dispostos a isso. O início da mudança é exatamente o compromisso, que significa estarmos convencidos de que só assim, sendo exigentes com o quanto fazemos e entendendo que nada é intocável, contribuiremos para facilitar que o conhecimento ultrapasse o círculo técnico onde é gerado”, diz o editor na abertura da edição 123, disponibilizada hoje na homepage do grupo espanhol Mapfre.
A edição traz entrevista de Filomeno Mira. No final do ano passado, ela recebeu a Honra AGERS em reconhecimento por sua contribuição para a Gerência de Riscos na Espanha e na América Latina e que, de sua torre de observação que é sua ativa aposentadoria, relata o desenvolvimento alcançado por esta disciplina na Espanha.
O entrevistado seguinte é Aristóbulo Bausela, que desde 2013 ocupa a mais alta responsabilidade executiva da Mapfre na Área Regional América Latina Sul e que recentemente foi nomeado, com vigência a partir de 1º de janeiro de 2017, CEO da Área Territorial da América Latina. Ele aponta como o desenvolvimento do negócio Global Risks tem vital importância em alguns países da região, como Chile, Peru e Colômbia.
E, para encerrar, a revista traz entrevista com brasileiro Carlos Roveran, gestor dos riscos operacionais e financeiros da BRF, uma das principais companhias alimentos e bebidas do mundo, presente em mais de 120 países nos cinco continentes.
Para facilitar o acesso dos consumidores aos seguros, disseminando a cultura de proteção entre a sociedade, o grupo BB e Mapfre acaba de fechar uma parceria com a rede de franquias imobiliárias RE/MAX Brasil para a oferta de seguros residenciais da série “Família Sempre Protegida”. Como resultado, os consumidores que alugarem ou adquirirem imóveis localizados na cidade de São Paulo pelas unidades da RE/MAX, poderão contratar apólices de seguros residenciais que englobam coberturas contra incêndio, explosão, raio, queda de aeronave e danos a terceiros. Os seguros, apresentados em formato simplificado de gift cards, são oferecidos por preços acessíveis, que variam de R$ 80,00 a R$ 100,00 anuais, de acordo com o valor contratado.
“Apenas 5% das residências brasileiras contam com algum tipo de proteção securitária. Por isso, acreditamos que parcerias como esta são fundamentais para democratizar e facilitar o acesso dos consumidores aos seguros disponíveis atualmente”, explica Raphael de Luca, diretor geral da Rede Mapfre e Canais do grupo BB e Mapfre.
O processo de compra do seguro contará com o princípio do autoatendimento. Os gift cards, que trazem as informações para emissão das apólices, estarão à disposição dos consumidores em embalagens semelhantes a caixas de DVD dispostas em gôndolas instaladas em locais estratégicos nas unidades da RE/MAX da capital paulista.
“Muitos clientes imaginam o seguro como algo complicado de entender e contratar. Nossa expectativa com essa ação é acabar com esse paradigma, tangibilizando o seguro ao apresentar todas as informações de forma clara e tranquilizando o consumidor no momento da compra”, comenta o executivo.
A ativação do seguro é simples e prevê apenas o cadastro do cliente após a aquisição. Com o gift card em mãos, o consumidor encontrará o número de ativação da apólice contratada (uma “raspadinha” localizada dentro da embalagem). Em seguida, deve acessar o site www.familiasempreprotegida.com.br para o preenchimento da proposta eletrônica. Com a inserção dos dados do segurado e cadastro do endereço da residência, o imóvel já estará segurado.
Renato Caporrino, diretor da RE/MAX Brasil, ressalta a importância de disponibilizar as apólices de seguro residencial ao alcance das mãos dos clientes. “Muitos consumidores nem se dão conta do quanto é importante adquirir uma proteção para sua residência. A forma inovadora de comercialização deste produto, com todas as informações de forma simples e descomplicada, chamará a atenção do consumidor e contribuirá para a disseminação deste tipo de proteção”, conclui.
Os clientes que adquirirem o seguro contarão também com quatro sorteios mensais, no valor de R$ 7 mil (descontados os impostos), realizados pela Loteria Federal. Após a ativação da apólice, o segurado receberá um número que dá direito a concorrer à quantia, mensalmente, durante o período de vigência do contrato. Os consumidores poderão usufruir ainda de todos os benefícios disponíveis no Clube de Vantagens, que oferece descontos em redes de estabelecimentos conveniados que englobam desde estacionamentos, centros automotivos e locadoras de veículos até lojas online que oferecem promoções em produtos e serviços exclusivos.
Claudio Pires: meta é captar R$10 bi nos próximos 5 anos
Claudio Pires: meta é captar R$10 bi nos próximos 5 anosFonte: Mongeral Aegon
A Mongeral Aegon Investimentos (MAI) firmou parceria com a Itajubá Investimentos (Itajubá) para a distribuição exclusiva de todos os seus fundos de investimentos dedicados aos investidores institucionais brasileiros, em especial os fundos de pensão e seguradoras. O objetivo da parceria é ampliar a quantidade de clientes institucionais e aumentar o volume de recursos geridos pela MAI nesse segmento.
Segundo Claudio Pires, diretor executivo responsável pela MAI, “a parceria com a Itajubá, que é o maior distribuidor independente para o segmento no Brasil, irá propiciar que a MAI leve a um maior número de clientes a sua expertise na gestão de recursos institucionais. A nossa meta é captar, nesse segmento, R$ 10 bilhões nos próximos cinco anos. Estamos também preparando o novo escritório da MAI no Rio de Janeiro, num espaço maior e mais moderno para suportar o crescimento esperado.”
Helder Molina, presidente do grupo Mongeral Aegon no Brasil, disse que “a parceria com a Itajubá foi facilitada pela longa relação de confiança existente entre as duas empresas e seus principais sócios e executivos. Mas essa parceria é o segundo grande movimento da MAI na direção do seu crescimento. O primeiro, que iniciou-se no princípio de 2016, foi a integração da gestora brasileira aos processos e padrões das gestoras internacionais do Grupo Aegon, notadamente a Transamerica Asset Management (TAM) e a Aegon USA Investment Management, que possuem mais de 25 anos de experiência na gestão de recursos de investidores institucionais, gerem investimentos em mais de 20 países e atualmente possuem ativos sob gestão da ordem de € 705 bilhões. Essa integração traz para a MAI uma expertise global ao ter livre acesso a especialistas que acompanham e geram informações macro e micro econômicas em 24 países, isso nos coloca em uma posição vantajosa no Brasil e esperamos transformar isso em retorno para aos nossos clientes. Os processos de investimentos, controle de risco e compliance seguem também os melhores padrões encontrados no mundo.”
Carlos Garcia, sócio e líder da Itajubá Investimentos, disse que “é uma honra realizar essa parceria com a Mongeral Aegon Investimentos (MAI), que, por um lado, é uma das mais longevas empresas brasileiras e, por outro, é um dos maiores grupos financeiros do mundo. Estamos muito animados com a parceria, pois a expertise da MAI é justamente a gestão de renda fixa, onde não distribuíamos nenhum produto até o momento. Os fundos de investimentos geridos pela MAI possuem um ótimo track record e se encaixam no segmento onde os fundos de pensão brasileiros alocam atualmente mais de 70% dos seus ativos. Por isso, estamos confiantes que poderemos trabalhar com qualidade exatamente nessa classe de ativo que recebe os maiores investimentos por parte dos fundos de pensão e esperamos crescer rapidamente.”
Paulo Stockler, que era o diretor comercial da MAI, deixa a empresa e torna-se sócio da Itajubá Investimentos, onde será o responsável pela distribuição dos fundos de investimentos da MAI, fruto da parceria. “Estou muito feliz em juntar-me a Itajubá, onde possuo vários amigos com quem trabalhei por mais de uma década. A Itajubá já conta com a maior equipe de officers dedicados aos clientes institucionais no mercado brasileiro e o meu trabalho será liderar a venda e o pós-venda dos fundos da MAI. Os atuais clientes institucionais da MAI passarão a ser atendidos pela Itajubá. Estou motivado por unir a qualidade dos produtos da Mongeral Aegon com a capilaridade da Itajubá, isso é uma oportunidade única de agregar valor à toda a cadeia de negócios”, finaliza Stockler, que tem experiência de mais 35 anos na distribuição de produtos para o mercado institucional.
Sobre a Mongeral Aegon
Presente no Brasil há 181 anos, a Mongeral Aegon tem como objetivo auxiliar as pessoas com as ferramentas necessárias para que elas planejem um futuro financeiro mais tranquilo. A companhia está presente em todo o Brasil, com mais de 2 milhões de clientes, para os quais assegura mais de R$ 270 bilhões. Desde 2009, a empresa faz parte do Grupo Aegon, um dos maiores grupos de seguro, previdência e investimentos financeiros do mundo. Nos últimos anos, a expansão dos negócios deu origem ao Grupo Mongeral Aegon, que é formado por, além da seguradora, pelo Mongeral Aegon Fundo de Pensão, pela Mongeral Aegon Investimentos e pela empresa de gestão previdenciária Mongeral Aegon Administração de Benefícios. O grupo está presente em todo o país por meio de 60 unidades de negócios, 1.200 funcionários e 4 mil corretores parceiros. www.mongeralaegon.com.br
O Grupo Aegon é um dos dez maiores grupos seguradores do mundo, está presente em mais de 20 países e ocupa posições de liderança nos mercados em que atua. Com sede em Haia, na Holanda, é um dos maiores grupos de seguro, previdência e gestão de ativos do mundo, com € 705 bilhões em ativos sob gestão (primeiro trimestre de 2016) e € 43 bilhões em benefícios pagos a clientes em 2015, o grupo tem rating AA das três maiores agências globais de risco e ações listadas nas bolsas em Amsterdã e Nova Iorque.
Sobre a MAI
A Mongeral Aegon Investimentos (MAI), foi criada em 2013, sob a liderança do executivo Claudio Pires, gere, atualmente, R$ 1,8 bilhão, distribuídos em 34 fundos de investimentos e carteiras administradas. Especializada na gestão de renda fixa, com foco em clientes institucionais, é o braço brasileiro de um dos maiores grupos do mundo em gestão de recursos.
Sobre a Itajubá
Criado em 2007, o Grupo Itajubá é atualmente um dos maiores distribuidores independentes de fundos de investimentos da América do Sul. Foca exclusivamente em clientes institucionais, dentre eles, os fundos de pensão, endowments, seguradoras, family officers e private banks. Através de suas empresas Itajubá Investimentos e HMC Itajubá, possui escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo, Santiago, Bogotá e Lima. Conta com 48 pessoas, entre sócios e funcionários, sendo 15 deles no Brasil. O Grupo já distribuiu mais de R$ 20 bilhões através de 47 fundos de investimentos. Na sua carteira de clientes estão mais de cem investidores institucionais, dentre eles, os maiores da América do Sul. Em 2015, foi responsável pela maior captação já realizada por um Fundo de Private Equity estrangeiro na América do Sul.
• O Brasil é o 14° maior mercado segurador do mundo, com vendas de U$ 69 bilhões em 2015, o que significou consumo per capita de US$ 332 e penetração de 3,9% no PIB brasileiro. Entre os mercados considerados emergentes, é superado pela China, terceiro maior no ranking mundial, e pela Índia, décimo segundo maior mercado do mundo.
• O crescimento dos prêmios de seguro global aumentou 3,8% em 2015, de 3,5% em 2014
• O crescimento dos prêmios de seguro de vida reduziu para 4,0% em 2015, de 4,3% em 2014, devido ao fraco desempenho em mercados avançados
• Os prêmios de seguro não-vida aumentaram 3,6% baseado em forte crescimento nos mercados avançados; o desempenho dos mercados emergentes foi variado
• As taxas de juros ainda baixas pesam na rentabilidade, mas a indústria de seguros continua bem capitalizada
• Espera-se uma melhora no crescimento dos prêmios de vida em mercados avançados; a perspectiva dos prêmios não-vida é variada
• É provável que a desaceleração do comércio global cause impacto no crescimento dos prêmios de transportes e crédito
Os prêmios de seguro globais aumentaram 3,8% em termos reais em 2015, em meio a variações nas taxas de crescimento regional, diz o relatório sigma mais recente da Swiss Re. O desempenho geral foi estável após um ganho de 3,5% nos prêmios de seguros diretos subscritos em 2014, e vindo em um ambiente de moderado crescimento econômico global (2,5%), este último um motor essencial da demanda de seguro. Houve uma ligeira desaceleração no setor de vida em 2015, com o crescimento dos prêmios globais caindo para 4,0% (de 4,3%) devido ao fraco desempenho nos mercados avançados. Quanto ao não-vida, o forte crescimento nos mercados avançados da Ásia e a melhoria na América do Norte e Europa Ocidental contribuíram para um aumento de 3,6% nos prêmios de seguros globais, acima do aumento de 2,4% em 2014.
Enquanto o desenvolvimento em termos reais sinaliza força, o volume de prêmios em dólar americano (USD) em taxas de câmbio vigentes contraiu para 4,2% em 2015. Isso pode ser visto como um sinal de fraqueza do setor de seguros, mas só é causado pela depreciação da moeda generalizada contra o dólar.
O crescimento dos prêmios de seguro nos mercados avançados foi fraco no segmento vida, porém forte no segmento não-vida
Nos mercados avançados, o crescimento real global dos prêmios de seguro de vida desacelerou para 2,5% em 2015, de 3,8% no ano anterior. A América do Norte apresentou um crescimento positivo após dois anos de declínio. O crescimento dos prêmios também foi mais forte nos mercados avançados da Ásia, impulsionado pelo Japão e Coreia. No entanto, na Europa Ocidental o crescimento foi significativamente menor, passando de 5,8% em 2014 para 1,3%. Nos mercados emergentes, o crescimento global dos prêmios de seguro de vida praticamente dobrou, chegando a quase 12%, devido ao forte desempenho nos mercados emergentes da Ásia, principalmente na China.
O crescimento também melhorou na América Latina, mas a subscrição de prêmios foi mais fraca no Oriente Médio, Ásia Central, África e na Europa Central e Oriental. Os mercados avançados foram os principais impulsionadores dos seguros não-vida. Os mercados avançados da Ásia registraram o maior crescimento (+4,1%) e houve também um ganho considerável na América do Norte (+3,2%). O crescimento foi mais moderado na Europa Ocidental (+ 1,5%), porém isso representa uma melhoria significativa em relação aos anos anteriores de estagnação. Os mercados emergentes continuaram sua tendência de forte crescimento nos prêmios (+7,8%), impulsionado principalmente pela China.
As taxas de juros nas economias avançadas permaneceram muito baixas em 2015, pressionando a rentabilidade dos segmentos de vida e, em menor medida, do não-vida. No segmento vida, o crescimento moderado em muitos mercados também pesou sobre os lucros. No segmento não-vida, tanto os resultados de subscrição quanto de investimento foram mais fracos do que em 2014. Os resultados de subscrição foram impactados pela menor liberação de reservas e os resultados de investimento foram afetados pelas baixas taxas de juros.
“As taxas de juros e os cenários macroeconômico e financeiro do mercado continuarão a definir as perspectivas para a indústria de seguros,”, diz Kurt Karl, Economista-Chefe da Swiss Re, em comunicado. “Com a rentabilidade sob pressão, as seguradoras de vida continuarão a se concentrar na melhoria da gestão do capital, reduzindo despesas e aumentando o rendimento dos investimentos. A rentabilidade no segmento não-vida também permanecerá fraca em condições de preços reduzidos e retornos de investimento ainda baixos.”
No entanto, a indústria de seguros global permanece bem capitalizada, o que significa que as seguradoras estão melhor preparadas para superar os períodos de turbulência econômica ou de mercado. O segmento vida estava mais capitalizado no final de 2015 do que de 2014, refletindo os resultados sólidos na China, mas também o efeito da redução das taxas de juros, que resultou em um maior valor de mercado dos investimentos de renda fixa e derivativos. A solvência do segmento não-vida registrou uma alta recorde de 130% em 2015. Espera-se que a capitalização mantenha-se forte, mas não será mais apoiada por maiores ganhos não realizados decorrentes das taxas de juros extremamente baixas, uma vez que as taxas começarem a subir nos EUA e no Reino Unido, principalmente.
A previsão é de um ligeiro aumento no crescimento dos prêmios de vida nos países avançados em 2016, porém lento nos mercados emergentes. A pequena melhoria nos mercados avançados virá de uma recuperação esperada na Oceania e da melhoria modesta na Europa Ocidental. Nos mercados emergentes, o ritmo de crescimento reflete o forte desempenho sustentado nos países emergentes da Ásia. Apesar de estar apresentando uma desaceleração, o crescimento dos prêmios na China deverá manter-se forte.
Espera-se que o crescimento do segmento não-vida global se enfraqueça devido à atividade econômica moderada e aos preços reduzidos, principalmente nos mercados avançados. A perspectiva para os mercados emergentes é variada. O crescimento do segmento não-vida tende a ser forte nos países emergentes da Ásia, sustentado principalmente pela China. Em algumas outras regiões, no entanto, a previsão é de enfraquecimento ou mesmo redução do crescimento.
A desaceleração do comércio global afeta o crescimento dos prêmios de seguros.
A taxa média de crescimento anual dos prêmios de seguros globais desde a crise financeira permanece abaixo da taxa pré-crise. A tendência reflete um crescimento econômico mais lento e também uma desaceleração no crescimento do volume das trocas comerciais globais. O comércio global cresceu quase duas vezes mais rápido que o PIB mundial entre o início da década de 1990 e meados da década de 2000, mas seu crescimento apenas acompanhou o ritmo do PIB nos últimos anos.
Este sigma inclui um capítulo especial sobre o comércio global e as implicações para o crescimento do setor de seguros. A desaceleração do comércio tem sido parcialmente cíclica devido a fraca atividade econômica. O comércio deve apresentar uma retomada logo que a atividade econômica se intensificar, mas a desaceleração reflete também fatores estruturais mais profundos. Estes incluem, por exemplo, limites na maior difusão das cadeias de suprimentos globais, o protecionismo e a transição da economia chinesa baseada no crescimento focado nas exportações e investimentos para os serviços e o consumo doméstico. A desaceleração do comércio reduziu o crescimento global, que por sua vez afeta o crescimento dos prêmios de seguros de maneira geral. Dado que os fatores estruturais por trás da desaceleração do comércio tendem a persistir, uma desaceleração contínua do comércio global resultará em um menor crescimento particularmente nos segmentos de seguros transportes e de crédito.
A estimativa do novo presidente, Luiz Philipe Baeta Neves, é de que as assessorias afiliadas foram responsáveis por mais de um bilhão e meio em prêmios em 2015, sendo 60% deste volume correspondentes ao segmento de automóvel e mais de 40% às demais carteiras. São números impressionantes que destacam a força e a capacidade de negócios das assessorias.
O evento de posse da Aconseg-RJ será feito durante um almoço exclusivo para convidados, marcando o início oficial de suas atividades para o biênio 2016-2018. O evento acontecerá no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM), em 20 de julho.
Uma das expectativas da nova diretoria, presidida por Luiz Philipe Baeta Neves, é a modernização da Aconseg-RJ, com objetivo de dar mais visibilidade à entidade, destacando a produção relevante que as associadas da organização garantem às operações das seguradoras.
A estimativa do presidente é de que as afiliadas da Aconseg-RJ tenham sido responsáveis por mais de um bilhão e meio em prêmios em 2015, englobando aproximadamente 60% da produção do segmento de automóvel e mais de 40% das demais carteiras.
Segundo o novo líder das assessorias, três companhias que chegaram recentemente ao estado fluminense aderiram ao já consolidado modelo de negócios, “o que nos motiva a realizar novos investimentos e aprimorar processos, tornando-nos cada vez mais eficientes”, argumenta, acrescentando:
“O sentimento de orgulho pelo sucesso das assessorias é o que me leva a assumir a presidência da Associação, após votação realizada em 5 de maio deste ano, ao lado dos companheiros de chapa Joffre Nolasco e César Braga, 1º e 2º secretários, Mário Roberto Santos e Olívio Américo, 1º e 2º tesoureiros, compondo a diretoria que ficará à frente da entidade até 2018. A eleição por unanimidade garante ainda maior legitimidade à nossa diretoria”.
Metas – A comunicação estará na mira da diretoria. Para isso, está sendo iniciada uma reforma na Revista da Aconseg-RJ e no site da entidade, além da utilização de novas ferramentas digitais para agilizar a comunicação com os associados e com as seguradoras parceiras.
“Vamos abrir os canais de comunicação à participação de todos os públicos de interesse da entidade, bem como ao debate de temas que estão fora da esfera do seguro, mas que afetam a nossa atividade. Tudo isso em consonância com o projeto de comunicação do setor, lançado e capitaneado pela Fenacor, com apoio da CNseg e Escola Nacional de Seguros, com o objetivo de estimular a produção de matérias jornalísticas sobre o modelo comercial vitorioso das assessorias”, afirma.
A diretoria pretende também angariar um maior número de associados, inclusive as assessorias “unimarcas”, para fortalecer a entidade e conquistar novas seguradoras parceiras. “Trabalhamos duro para levar a nossa produção às seguradoras. Temos que nos unir cada vez mais para que sempre imperem na Aconseg-RJ os bons procedimentos e as boas práticas em nossas operações e em nosso grupo”, concluiu o presidente.
Uma das situações mais difíceis no mundo corporativo é a perda definitiva de um sócio. Neste cenário a primeira pergunta a ser feita é: quem assumirá o comando da empresa? Os herdeiros? Mas, e se os herdeiros não tem perfil ou interesse em assumir a sociedade? Ou se tem interesse mas não tem o preparo necessário e podem colocar em risco o próprio negócio? Uma maneira de amenizar os riscos que uma situação como essa pode causar é a utilização do Seguro de Sucessão Empresarial.
Segundo o Grupo Nunes & Grossi, consultoria especializada em seguros, vida, saúde e previdência, esse tipo de seguro, apesar de muito eficiente e importante é pouco conhecido e utilizado pelo mercado corporativo. “Se as empresas conhecessem melhor o tipo de cobertura que este seguro oferece, poderiam evitar muita dor de cabeça quando um sócio falece. Para a empresa, por exemplo, esse seguro minimiza riscos patrimoniais ou financeiros. Para os demais sócios, fornece os recursos para adquirir a parte do sócio ausente. E para os herdeiros, o amparo necessário que a perda do provedor poderá refletir e evita que estes tenham que assumir a administração do negócio”, explica Alessandro Gonçalves, gerente comercial da Nunes & Grossi, em nota.
O principal motivo para a contratação desse seguro é sem dúvida, a empresa poder dispor de um capital, que não sairá do seu caixa, para pagar aos herdeiros os valores de direito que correspondem às cotas do falecido. “Dessa forma os herdeiros têm seus direitos garantidos e os demais sócios podem continuar suas atividades sem reduzir seu patrimônio e sem precisar dividir o controle acionário da empresa com quem não está afeito ao negócio”, afirma. O Grupo Nunes & Grossi oferece este Seguro de Sucessão Empresarial. É prática de mercado, quando da análise para contratação deste seguro, que se considere alguns aspectos importantes como, por exemplo, o valor real do patrimônio e o estado de saúde dos sócios, podendo, em alguns casos, haver necessidade de solicitar exames de saúde.
O capital segurado, bem como o investimento da empresa no seguro são atualizados no aniversario da apólice por um indexador, normalmente IPCA-IBGE (Indice de preços ao consumidor amplo), e a idade para contratação varia de 18 a 65 anos normalmente.
O mais importante é a empresa buscar informações a respeito do Seguro Sucessão Empresarial. Nos países de primeiro mundo é um produto consolidado e muito utilizado. No Brasil ainda não o é, mas, segundo especialistas, caminha para sê-lo. Principalmente pelo fato do ITCMD (Imposto sobre Transferência Causa Mortis e Doação) no Brasil variar entre 2% a 8% , causando uma despesa significativa. Mesmo sendo uma das menores do mundo, pode vir a sofrer reajustes futuros.
No exterior esta alíquota pode chegar a 50%. Por isso, em alguns países, esta cultura do seguro sucessão empresarial é consolidada. Outro ponto positivo é que não incide Imposto de Renda sobre o valor segurado. Mas também não há resgate do valor pago caso haja cancelamento. Como o Seguro não é considerado herança, não entra no inventário. E, o mais importante é que ele permite que um patrimônio conquistado com tanto esforço seja mantido, preservado”, finaliza Gonçalves
Em cinco anos de atuação, o grupo segurador BB e Mapfre gerou um volume de negócios que lhe deu a liderança em vários segmentos. “Crescemos R$ 7,1 bilhões em prêmios emitidos (74%), totalizando R$ 67,9 bilhões, criamos mais de 2 mil oportunidades diretas de trabalho, devolvemos 25 bilhões em indenizações e atendemos mais de 5 milhões de pessoas ”, afirma Marcos Ferreira, presidente nas áreas de Automóvel, Seguros Gerais e Affinitties,em comunicado enviado aos jornalistas. Nos últimos cinco anos, o BB e Mapfre também aumentou participação de mercado (de 15,7% para 17,6%), pontos de venda (de 20 mil para 65 mil) e volume em prêmios (R$ 9,6 bilhões para R$ 16,7 bilhões), mostrando como são positivos os resultados da união estratégica entre o Banco do Brasil e a Mapfre Seguros.
Como diferencial, a seguradora tem realizado investimentos em tecnologia e inovação para o desenvolvimento de novos produtos e serviços aos segurados. Destaque para modernização do seu portfólio de produtos de Vida com seguros que incluem coberturas mais amplas para doenças como câncer; o lançamento de apólices modulares de automóvel com periodicidade de seis meses e de dois anos; criação de serviços sustentáveis de assistência, como o Descarte Inteligente e a Consultoria Ambiental, para a cobertura dos seguros residenciais; e desenvolvimento de uma nova solução para as operações de Car Sharing (serviço de compartilhamento de veículos), para apoio a startups.
“Cada uma de nossas realizações nasceu sempre alinhada com as constantes mudanças tecnológicas e comportamentais da sociedade. Por isso, criamos processos e soluções não apenas inovadores, mas principalmente úteis e relevantes para a vida das pessoas e das empresas”, ressalta Roberto Barroso, presidente nas áreas de Pessoas, Rural e Habitacional, no comunicado.
Para os festejos de 5 anos, o grupo realizou no dia 27 um evento exclusivo na Sala São Paulo, que contou com um concerto especial da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) – uma das instituições apoiadas pela seguradora via Lei de Incentivo à cultura. “O evento simboliza o enraizamento e o fortalecimento da união estratégica e da integração dos valores da companhia, que nesse período focou a sua atuação em crescimento, desenvolvimento humano, valor para o cliente, marca, eficiência, inovação e sustentabilidade”, explica Ferreira.
Com a participação de cerca de 800 pessoas, entre clientes, parceiros de negócio, colaboradores e mídia, o evento reuniu arte e cultura, traduzindo o objetivo central que direciona os investimentos socioculturais, que procura demonstrar com transparência a utilização dos recursos, devolvendo e gerando valor efetivo para a sociedade.
“Em cinco anos de operação, o grupo avançou em muitas áreas, sobretudo naquelas relacionadas ao negócio. Mas foi a partir do relacionamento com a sociedade, materializado pelo apoio a projetos socioculturais, que fortalecemos um de nossos papeis mais importantes: contribuir para a criação de um futuro mais perene, sustentável e inclusivo para as pessoas”, acrescenta Barroso.
Apesar da indústria automotiva ter registrado, em 2015, quedas nos índices de vendas de veículos novos, pesquisas indicam que as marcas premium tiveram, em média, um crescimento de 20% em relação a 2014, de acordo com dados da Anfavea.
Com foco neste segmento, a Liberty Seguros oferece para automóveis novos ou seminovos com valores a partir de R$ 200 mil, o seguro Auto Exclusivo – um produto completo e que oferece uma série de coberturas especiais.
Entre as assistências oferecidas estão serviços emergenciais, mesmo se o segurado estiver em outro veículo, cobertura da blindagem e dos aparelhos de som e imagem, canal de atendimento exclusivo, guincho sem limite de quilometragem e carro reserva no padrão luxo em caso de pane ou quando o conserto do veículo segurado demorar mais de três dias.
O Liberty Auto Exclusivo também oferece o atendimento de concierge, com orientação sobre reservas em hotéis e restaurantes, dados sobre empresas turísticas e agências de viagens, duração e escalas de voos, movimentação da bolsa de valores, cotação de moedas e acionamento de serviço de courier.
“O Liberty Auto Exclusivo é um produto feito especialmente para pessoas que valorizam os detalhes e buscam assistências e coberturas diferenciadas que garantem um atendimento excepcional”, diz Mario Cavalcante, diretor de Seguro Auto e Residência da Liberty Seguros.
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