Mapa da Aon revela que risco Brasil mostra sinais de melhora

A pontuação global de risco político do Brasil foi considerada média no mais recente Mapa Político produzido pela corretora Aon, que se refere ao terceiro trimestre de 2016. Com Michel Temer substituindo Dilma Rousseff como presidente, a combinação de políticas está mudando lentamente, permitindo a consolidação de um novo teto orçamentário, o que deve resultar na melhoria das perspectivas para a inflação e para o crescimento.

No entanto, ressalta o estudo, problemas persistentes impedem a melhoria na pontuação de risco global do país. Os principais são o Congresso ainda fragmentado e as investigações de corrupção em curso. Há um risco médio-alto de interferência política na economia, e os riscos legais e regulamentares permanecem em um nível médio-alto.

A má qualidade de estradas, ferrovias e portos do Brasil deixou o país em risco médio-alto de interrupção da cadeia de fornecimento. Os balanços dos bancos foram prejudicados por uma das recessões mais profundas que o país já vivenciou. O risco de não pagamento soberano é média-alta, mas deve diminuir se a legislação do déficit orçamentário foi aprovado. A inflação está caindo, mas o controle de preços continua a ser um desafio, bem com ainda há muitas incertezas em torno da reforma fiscal. Estes riscos podem limitar a capacidade do Banco Central do Brasil para reduzir as taxas.

Veja o mapa no link

https://www.riskmaps.aon.co.uk/site/map.aspx

Conglomerado chinês compra seguradora americana

Fonte: AFP

Um conglomerado chinês anunciou a compra da seguradora americana Genworth Financials, cotada na bolsa de Nova York, por 2,7 bilhões de dólares. A China Oceanwide Holdings, fundadora e principal acionista do China Minsheng Bank, ofereceu 5,43 dólares por ação, segundo o comunicado conjunto. A compra é mais uma na onda de aquisições de grandes companhias chinesas no exterior este ano, que incluem o estúdio Hollywood Legendary, o fabricante alemão de robôs Kuka ou a química suíça Syngenta. A Genworth, fundada em 1871, tem cerca de quatro milhões de clientes com seguros de vida e também oferece seguros para empréstimos. A oferta representa 4,22% a mais que o valor das ações na sexta, no fechamento.

Susep divulga relatório da Comissão Consultiva de Resseguro

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou o Relatório da Comissão Consultiva de Resseguro, que foi instituída pelo ex-ministro Joaquim Levy, que atualmente é tesoureiro do Banco Mundial, pelas Resoluções CNSP 322 e 325/2015. “O relatório que entre outros pontos importantes detalha as regras de resseguros para os próximos anos, muito contribui para a estabilidade regulatória do nosso mercado”, comenta Rodrigo Botti, diretor da Terra Brasis.

Em relação aos tópicos discutidos na Comissão Consultiva, constavam na pauta a categorização de resseguradores (local, admitido e eventual) e respectivas exigências regulatórias; limites de cessão de resseguro e retrocessão; reserva ou preferência ao ressegurador local; operações intragrupo; seguro e resseguros de grandes obras: obra pública e concessões; clausulado de resseguros (e seguros) de pessoa jurídica de grande porte e exigências
regulatórias conexas; criação de regime diferenciado de compliance regulatório para o setor de resseguros; demais consideraçõesForam apresentadas diversas sugestões de aprimoramento da regulação de resseguros, com foco em tornar as exigências mais aderentes às boas práticas internacionais.

Já entre as sugestões apresentadas, destacam-se alteração de exigências relacionadas à norma de lavagem de dinheiro, contidas na Circular SUSEP no 445, de 2012; exigências do poder público em relação a assinatura do ressegurador no certificado de garantia; simplificação da rotina de envio das informações à SUSEP através do FIP (Formulário de Informações Periódicas);
- simplificação dos procedimentos para renovação do cadastro de resseguradores admitidos e eventuais; e revisão da cláusula de insolvência contida na Lei Complementar no 126, de 2007; e carga tributária incidente sobre resseguradores locais.

A pedido da CNseg, foi introduzido pela Comissão o item “cálculo de resseguro como ativo redutor de ativos garantidores”, por existir entendimento de que a atual forma de contabilização de resseguro como redutor da necessidade de outros ativos garantidores para fazer frente a provisões técnicas está em desacordo com as melhores práticas internacionais de mercado. Em função do assunto já ser conduzido no âmbito das discussões mantidas em subcomissões da SUSEP, com participação do mercado, não houve maior extensão dos debates, o que poderia ser discutido no âmbito das subcomissões citadas.

Garantia – O seguro garantia também é tema da comissão de resseguro. Segundo os autores do documento, à semelhança do que ocorre com as grandes obras públicas, o seguro garantia seria ineficaz para dar continuidade a operação de concessões públicas, por conta de certas lacunas e imprecisões da legislação, tais como limite máximo do valor da garantia de 5% do valor do contrato de concessão (excepcionalmente 10%), que seria insuficiente para fazer frente aos custos de tomada da concessão; possibilidade de sucessão de débitos trabalhistas e fiscais do concessionário original, não garantidos pela cobertura securitária; e falta de privilégio do crédito da seguradora (contrato de contragarantia) junto ao concessionário inadimplente.

A comissão sugere alteração legislativa que, segundo a CNseg, FENABER e Mattos Filho poderão estimular e viabilizar o mecanismo de retomada e finalização da concessão pública aumento do valor da garantia, como a alteração do art. 56 da Lei no 8.666, de 1993, dos atuais 5% a 10% para 30% a 100% e o direito prioritário da seguradora ao controle ou à administração temporária da concessionária entre outras diversas alterações.

O relatório pode ser encontrado no link: http://www.susep.gov.br/setores-susep/gabin.

Prudential do Brasil e Guide Investimentos anunciam parceria

Release

A Prudential do Brasil e a Guide Investimentos anunciam o contrato de parceria pelo qual a corretora de seguros do grupo, a Guide Life, passará a comercializar os produtos de seguro de vida individual da seguradora. A Guide Life chega para reforçar o time de parceiros comerciais da Prudential do Brasil, dentro da estratégia de ampliar os canais de distribuição.

As duas instituições trabalham com conceitos similares, oferecendo aos seus clientes serviços e produtos personalizados e adequados às necessidades individuais. A parceria com a Prudential do Brasil permitirá que a Guide Life inclua no seu negócio o seguro de vida individual como parte do planejamento financeiro personalizado e de longo prazo.

“Utilizamos um método de coleta e análise de informações que foi especialmente desenvolvido para este novo conceito e funcionará com a elaboração de um diagnóstico e um plano de ação revisado anualmente, já que as metas e o mercado mudam e o planejamento deverá ser atualizado”, explica Flávio Kokis, que juntamente com Felipe Chad, coordenará o projeto Guide Life. O sócio destaca ainda que contará com métricas de acompanhamento para garantir que as necessidades financeiras das famílias estejam sendo atendidas.

Para Patrícia Freitas, vice-presidente de Parcerias Comerciais da Prudential do Brasil, ter a Guide Life como parceira reforça e acelera a estratégia de expansão desta linha de negócio da seguradora. “A Guide Life é a escolha certa por ser uma empresa que compartilha dos mesmos valores da Prudential atuando com foco no cliente, respeito e confiança”.

A Guide Life atua em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e conta com mil famílias atendidas, assegurando o futuro de 2,5 mil pessoas. A expansão da nova área de negócios com o seguro de vida se dará por meio de franquias e a expectativa deles é ter 500 franqueados nos próximos anos.

Os resultados do canal de parcerias comerciais da seguradora são sólidos e crescentes, já que, apenas no primeiro semestre de 2016, registrou um aumento de 59,5% em novas apólices, em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Prioridades da Porto Seguro, segundo o jornal Estado de S.Paulo

O jornal Estado de São Paulo traz uma matéria especial com a Porto Seguros, sobre os desafios para enfrentar as mudanças no mundo, até chegar ao carro compartilhado, que mudará o seguro de carro, hoje responsável por 80% do faturamento da companhia.

Veja o que o jornal cita com os três principais desafios:

1. Embora seja forte em automóveis, a companhia tem posição discreta em outros segmentos. Eles têm sofrido com o seguro-saúde, diz Eduardo Noshio, do Brasil Plural. Vender seguro de vida, por exemplo, é complicado por isso, é mais fácil a Porto Seguro crescer com propostas mais simples, como a do cartão de crédito.

2. A venda pela internet não é uma prioridade para a Porto Seguro, que prefere o canal tradicional, que ainda responde por 95% de suas vendas. Fábio Luchetti diz que o mercado online canibalizou a receita do mercado do Reino Unido.

3. Embora abrace negócios inovadores tem até a própria incubadora de startups, a Oxigênio -, Luchetti diz que a Porto evita ficar ansiosa com as novas tendências a ponto de perder o foco em seu atual ganha-pão (no caso, o seguro de automóveis).

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,presidente-da-seguradora-iniciou-na-empresa-como-office-boy,10000083940

Chubb e Sete Brasil negociam renovação de apólice, noticia a Revista IstoÉ Dinheiro

A revista IstoÉ conta que desde o final de setembro, os 16 navios-sonda em construção pela empresa perderam a apólice de seguros da Chubb. Por conta disto, o controverso investimento bilionário está desprotegido e em risco. A Sete Brasil ignorou as práticas do mercado e criou um caminho próprio e controverso.

A comissão para as seguradoras foi de 15% e totalizou US$ 18,6 milhões. Para as resseguradoras, 20% e somou US$ 20 milhões. No caso da Sete Brasil, o valor da apólice de quase US$ 125 milhões também foi pago de uma vez.

A nova negociação entre a Sete Brasil e a Chubb, que está em curso e pode ser fechada nos próximos dias, vai reduzir as apólices de BAR de 16 sondas para quatro (as que estão em estágio mais avançado de conclusão). Outras seis, em estágio inicial, vão receber uma cobertura diferente, para obras paralisadas. As demais não terão qualquer proteção e serão abandonadas. O contrato deverá ser fechado pela seguradora-líder, a Chubb. Bradesco Seguros, Fairfax, BB Mapfre serão cosseguradoras, apoiadas por outras 30 resseguradoras internacionais.

Procurada, a Chubb não quis dar entrevista Bradesco Seguros, Fairfax e BB Mapfre não comentaram a operação. A Sete Brasil, que tem pressa para fechar o contrato, também não se pronunciou. O tema é tão complexo que vale a leitura completa da matéria.

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/financas/20161021/bomba-relogio-sete-brasil/424959

Presidente da Abrapp defende que Previc trate de previdência aberta, informa o portal Investidor Institucional*

Correção do título: 24 de outubro as 12h40*

Tirar da Superintendência de Seguros Privados (Susep) a fiscalização de previdência aberta, levando o segmento para a tutela da Previc. Essa é a notícia que o Investidor Institucional publicou. Segundo o portal, a informação veio do presidente da Abrapp, José Ribeiro Pena Neto, que acredita que a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) tende a se fortalecer dentro da estrutura do Ministério da Fazenda. Ao contrário daqueles que cogitam a possibilidade de extinção da Previc e sua junção com a Susep, o representante prevê uma solução diferente para o órgão da previdência fechada.

“Já ouvimos a proposta de trazer a previdência complementar aberta, que está na Susep, para a Previc. Neste caso, teríamos uma superintendência de previdência complementar que trataria não só da fechada, mas também da aberta”, diz Pena Neto. O dirigente defende o projeto de fortalecer a atuação da Previc com a incorporação do papel de fiscalização e regulação da previdência aberta.

“Tiraria da Susep esse braço da previdência complementar aberta. E isso faz sentido porque a legislação de previdência complementar é única. Tem um capítulo para a previdência fechada e outro para a aberta. Mas a lei é única e isso tem lógica”, defende. Para ele, a incorporação da previdência aberta pela Previc facilitaria avanço do fomento de todo o setor com o objetivo de fortalecer o caráter previdenciário do segmento de planos abertos, finaliza o portal Investidor Institucional.

Para ler a matéria na íntegra acesse o portal: http://www.investidorinstitucional.com.br/index.php/br/investidoronline/30409-presidente-da-abrapp-defende-que-previc-trate-da-previdencia-aberta-e-fechada.html

A Susep já perdeu a fiscalização do segmento de saúde para a Agência Nacional de Saúde (ANS), criada em 2000. Praticamente metade do faturamento do setor naquela época vinha de saúde. Se perder previdência, o mercado segurador terá um encolhimento significativo dentro dos números gerais do setor fiscalizado pela Susep.

Dados divulgados pela CNseg, a confederação das seguradoras, mostram que das reservas de R$ 789 bilhões, 40% provém do segmento de saúde e 23% do VGBL, um produto de vida vendido como plano de previdência aberta. Com isso, a Susep ficaria responsável por seguros de bens e financeiros, como auto e outros bens motores, propriedades, financeiros, empresariais e seguro de vida, bem como capitalização.

* Com relação ao título da sua matéria publicada no site Sonho Seguro: “Previc quer fiscalizar previdência aberta, hoje sob tutela da Susep”, a direção da Previc esclarece que em nenhum momento a autarquia emitiu opinião sobre a possibilidade de fiscalizar a previdência aberta, tratando-se de assunto cuja alçada não é da autarquia. Realçamos que essa opinião “que a Previc fiscalize a previdência aberta” é de autoria do presidente da Abrapp, José Ribeiro Pena Neto

Presidente da Susep se reúne com seguradores

Fonte: CNseg

O superintendente da Susep, Joaquim Mendanha de Ataídes, visitou a sede da CNseg nesta sexta-feira, 21, para participar de uma reunião da Comissão de Seguros Inclusivos da Confederação, na condição de convidado especial. No encontro, ele propôs que os membros da Comissão de Seguros Inclusivos preparem uma agenda com medidas para superar obstáculos regulatórios ao desenvolvimento e distribuição de seguros à população de baixa renda.

Ao lado do diretor da autarquia Carlos Alberto de Paula, Mendanha de Ataídes pediu pressa no encaminhamento de sugestões envolvendo os seguros de prêmios reduzidos, porque a autarquia já começou a discutir a pauta de temas prioritários de 2017. “Este é um momento de trabalho e de avanço, mesmo que a passos pequenos”, assinalou ele.

Mendanha de Ataídes informou que recebeu orientação do governo para promover uma interlocução verdadeira com o setor, a fim de retirar amarras que existem e inibem o crescimento potencial de seguros. O momento atual, acrescentou, é oportuno para se debater propostas de incentivo ao crescimento do setor, desde que a pauta não fique restrita à questão de incentivos tributários, em razão de o governo precisar elevar a arrecadação fiscal atualmente.

Nesta altura, o presidente da Comissão de Seguros Inclusivos, Eugênio Velasques, assegurou que um eventual recuo de impostos não consta da pauta dos seguros inclusivos, mas sim questões relacionadas à redução dos custos operacionais, ainda elevados nessa modalidade. Segundo ele, de um prêmio comercial de cinco reais, 45% referem-se a custos operacionais. O incentivo aos meios remotos poderia baixar o custo operacional para algo entre 3% e 5%.

Esta economia com regras mais flexíveis de contratação, acrescentou, poderia ser repassada para a ponta de venda, melhorando a atratividade dos seguros de preços reduzidos em relação a outros produtos negociados nas gôndolas dos correspondentes bancários, por exemplo.

Parabenizado pelo fato de aprovar alguns dos normativos mais esperados pelo mercado desde a sua posse, em julho- circulares do Seguro Popular, de Riscos de Engenharia ou do Seguro de Responsabilidade Civil D&O- Mendanha de Ataídes anunciou que, ainda na reunião, a regulamentação do Universal Life deverá ser a próxima a ser publicada.

À saída do encontro, ele disse acreditar que os primeiros produtos da linha popular de automóvel deverão estar no mercado até o final do ano, já que existem planos em análise neste momento. Para ele, é provável que os pedidos de registros de planos cresçam com as notas de esclarecimentos que estão sendo preparadas pela Susep sobre o seguro popular.

Ele pediu mais ousadia ao mercado e deixou claro que eventuais ajustes nos novos marcos regulatórios não estão descartados, desde que mantenham a segurança jurídica dos contratos e estejam em linha com princípios do Código de Defesa do Consumidor.

No encontro, o superintendente ouviu pedido no sentido de estimular a autorregulação para os demais segmentos do mercado de seguros- hoje restrita aos corretores de seguros via Ibracor- solicitando-se ainda que a autarquia fique mais atenta aos custos regulatórios (custo-benefício) de cada norma, tendo em vista que tais despesas são transferidas para o consumidor.

Também ele ouviu sugestões para criar novas comissões técnicas permanentes da Susep, formadas por técnicos das seguradoras e da autarquia, a fim de que a direção do órgão de supervisão receba uma proposta de consenso para sua análise final.

“Como será o seguro do carro autônomo?

“Como será o seguro do carro autônomo? ” Essa é aquela pergunta no estilo que a resposta vale “hum milhão de dólares” no mundo dos executivos de seguros. Há muita especulação sobre o tema, mas quem definirá mesmo o cenário será o consumidor. Paulo Ribas, Head para soluções de mobilidade, seguros e previdência na Cedro Technologies, comenta um pouco sobre o assunto:

A Uber iniciou recentemente um programa de testes com veículos autônomos. A experiência está acontecendo em Pittsburgh, no estado da Pensilvânia nos EUA e utiliza uma pequena frota de Ford Fusion hibrido que circulam sem intervenção de um condutor. De acordo com a legislação americana, existe a obrigatoriedade de um ser humano ficar ao volante e assumir o controle do veículo caso ocorra alguma falha no sistema eletrônico, no caso um engenheiro da Uber.

Google, Apple, Tesla, BMW e outras montadoras também realizam testes em diferentes estágios para lançarem seus modelos autônomos e dentro de alguns poucos anos dirigir um carro será totalmente opcional.

De outro lado temos a notícia que a GM lançou um programa de compartilhamento de veículos em São Francisco chamado Maven. No Brasil já está funcionando para os funcionários da montadora, que através de um aplicativo instalado no celular fazem a reserva, travam e destravam as portas do carro.

Diante de mudanças tão expressivas na forma como iremos nos deslocar em veículos, aparecem naturalmente vários questionamentos: como ficará a venda de seguros de carros se ele é autônomo e, teoricamente, não se envolve em acidentes?

Por que contratar o seguro que protege o proprietário e terceiros em caso de colisão? E no caso do carro compartilhado, o seguro já estará incluído no preço do aluguel?

Uma pesquisa conduzida pela Autonomous Research sugere que os prêmios de seguros de veículos serão reduzidos em 63% até 2060. Atualmente, 42% das receitas de seguros no mundo são provenientes dos seguros de autos.

Todas essas transformações ocorrerão de forma muito gradual e até que a frota de veículos global seja na maioria composta de carros autônomos, o seguro de veículos continuará a ser o carro chefe da indústria de seguros, mas considerando que 90% dos acidentes de trânsito são causados pelos motoristas, como ficará a equação se eles não estiverem no volante? Temos ai uma boa discussão por um longo periodo.

No link abaixo mais um pouco sobre o tema:

http://www.businessinsider.com/driverless-cars-impact-insurers-2016-5/#-1

O atuário Andrea Crisanaz assume como CEO da Generali Brasil

A Generali anuncia Andrea Crisanaz como seu novo CEO no Brasil. O executivo é o responsável pelo segmento de mercados individuais nas Américas. Atuário e italiano de Trieste, o executivo está no Grupo Generali desde 1990 e iniciou a sua carreira na Área de Vida no Head Office (Matriz Trieste).

Depois de ocupar várias posições de comando no Grupo, assume em 2008 o cargo de CEO da Companhia Seguros Banorte-Generali no México. No ano de 2014, foi convidado a exercer a posição de Regional Chief Insurance Officer (CInsO) Américas. E, desde 2015, agregou a responsabilidade pelos Segmentos Individuais na Região.

Crisanaz terá papel preponderante na expansão dos negócios da empresa, que acaba de fechar um contrato de 20 anos com o Banco BMG para vender seguros massificados numa rede que compreende 17 agências, cerca de 3.000 correspondentes e mais de 400 lojas de crédito da rede Help!. A parceria prevê trabalhar o mercado de servidores públicos, aposentados e pensionistas, que tem grande potencial. Hoje, este grupo representa cerca de 33 milhões de pessoas. Em 2030, deve chegar à marca de 61 milhões.

“Este é um momento em que a Generali inicia um forte processo de posicionamento no país. É um grande desafio e vamos tornar a empresa relevante dentro de poucos anos”, afirma Antônio Cássio dos Santos, CEO da Generali nas Américas e presidente do Conselho da empresa no Brasil, em comunicado enviado à imprensa.

“A Generali é a quarta maior seguradora do mundo e foi a primeira empresa estrangeira do setor a chegar ao Brasil, em 1925. Tenho a missão de reforçar nossa estratégia no país e buscar novas rotas de crescimento no mercado nacional”, declara Crisanaz na mesma nota.